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Sex, 29/Fev/08
Sex, 29/Fev/08
A sua identidade é conhecida: a joint-venture Livros Cotovia, Relógio d'Água e Assírio & Alvim.

Antes uma colecção intra-editorial, hoje e cada vez mais uma marca assumida e em vias de se tornar autónoma.

Entre as acções de dinamização e escoamento destacamos a Feira de Livros (de bolso BI) manuseados que estará patente no coração de Lisboa, mais exactamente na Rua Garrett, 72 (logo abaixo da Bertrand original e a dois passos de nós), do dia 8 e 16 de Março, das 11h00 às 18/22h00 (dependendo do dia).

Uma iniciativa com o apoio da Abraço.


por Booktailors às 08:59 | comentar | partilhar

Sex, 29/Fev/08
«A proposta da Saída de Emergência é recuperar uma ficção cujos arquétipos invadiram a imaginação popular através de filmes, livros e banda desenhada, até se tornarem universais e apátridas. Pulp Fiction à Portuguesa será uma antologia de histórias originais pelos melhores e mais criativos dos autores portugueses, aliando a nossa cultura e História a um imaginário emocionante de aventura e descoberta que é apanágio de multidões.»

É um concurso da Saída de Emergência, aberto até 31 de Maio, e o regulamento pode ser encontrado aqui.

. Relembramos que se encontram abertas as inscrições para o 2º Curso de Revisão 1 com início a 31 de Março, ministrado pela Raquel Mouta. Mais informações aqui. Inscrições limitadas ao (escasso) stock existente.


por Booktailors às 00:49 | comentar | partilhar

Sex, 29/Fev/08
Já o Rogério Santos tinha falado dela mas nós também achamos que devemos falar, pois a iniciativa é digna de realce.

Trata-se de uma Biblioteca on-line de Filosofia chamado LusoSofia e pretende mostrar que por cá também se pensa e bem.

Uma iniciativa do Instituto de Filosofia Prática/LabCom, da Universidade da Beira Interior.


por Booktailors às 00:45 | comentar | partilhar

Sex, 29/Fev/08

Parece que o downsizing da Reed começa também a afectar o mundo dos livros, pois de que outra forma se compreende que tenha também terminado com os Prémios Quill (Prémios do mundo da edição nos EUA) três anos após terem iniciado?

Mas fiquemo-nos pelas palavras do editor Gerry Byrne, que lidera a Quills Literacy Foundation, “To help create a program to celebrate the written word was a privilege,” says Byrne. “Thank you to all my colleagues at Reed, NBC (que transmitia a gala anual) and throughout the book publishing world for their support".Os fundos remanescentes serão distribuídos pela First Book e pela Literacy Partners.
Via Publishers Weekly

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por Booktailors às 00:41 | comentar | partilhar

Sex, 29/Fev/08
Jorge Colaço, coordenador do projecto Annualia da Editorial Verbo, mantém na blogosfera um braço desta publicação, que merece ser visitado. Aqui.

Como se pode ler no blog, o volume Annualia «é uma publicação anual cujo conteúdo diz respeito a um dado período de tempo». Pretende ser «um registo do já acontecido», mas ao mesmo tempo projectar «o seu conteúdo mais adiante, no futuro próximo, perspectivando o que está por vir e por acontecer.»

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por Booktailors às 00:40 | comentar | partilhar

Qui, 28/Fev/08
Qui, 28/Fev/08

«Random buys» deve ser a combinação de duas palavras mais ouvida no mundo editorial, e assim sendo esta não deverá ser uma notícia por aí além: a Random acaba de comprar a Monacelli Press.


Fundada em 1994 pelo arquitecto Gianfranco Monacelli, a editora tem no seu catálogo cerca de 250 livros de arte, arquitectura (de edifícios e paisagística), design (de interiores, gráfico, etc.) e fotografia.O arquitecto Gianfranco Monacelli permanecerá à frente da editora, assim como a marca não será integrada no império Random/Bertelsmann.


por Booktailors às 16:00 | comentar | partilhar

Qui, 28/Fev/08
Hoje, pelas 18h30, na Fundação Luso-Americana (Rua do Sacramento à Lapa, 21, em Lisboa), Gonçalo M. Tavares, falará sobre Philip Roth.


O evento encontra-se enquadrado no ciclo 'Asas Sobre a América'.


por Booktailors às 15:00 | comentar | partilhar

Qui, 28/Fev/08
O Óscar de melhor filme foi entregue a Este país não é para velhos, sendo que a estatueta do melhor realizador foi para os irmãos Coen. Haverá Sangue foi contemplado com duas estatuetas; o genial Paul Thomas Anderson saiu de mãos a abanar. Já o Óscar de melhor actriz foi entregue à maravilhosa Marion Cotillard.

O que fazia falta, já aqui o dissemos, era mesmo uma sessão do género para a edição portuguesa. Uma espécie de sessão dos Óscares onde os livros são actores principais: a melhor tipografia, melhor fotografia de capa original, melhor tradução, melhor revisão. Fazia falta... e sabendo nós disso, apresentamos, em exclusivo, a lista completa de nomeados para os prémios de edição deste ano. Aqui.

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por Booktailors às 12:43 | comentar | partilhar

Qui, 28/Fev/08
Uma notícia no Portugal Diário dá conta da iniciativa levada a cabo pela Porto Editora (editora) e José Antunes (autor) no Second Life - o lançamento da obra "Mundos Virtuais".

««Na quinta-feira à noite, entrarei na ilha da Universidade do Porto com o meu avatar, Gaia Bosch, sendo uma apresentação aberta a todas as pessoas. Embora não seja um acto inédito, porque a Cláudia Galhós já o fez, num livro que não é sobre o Second Life [ndr: romance «O Tempo das Cerejas»], trata-se de um evento com características únicas. O lançamento de livros no Second Life começa a ver-se com alguma regularidade. É divertido, diferente», explica o autor ao Portugal Diário.

Será hoje, às 21h30, na ilha da Universidade do Porto. Preparem os vossos avatares...

Mais desenvolvimentos aqui.

Primeira notícia sobre este evento no Blogtailors aqui.

Acerca da experiência levada a cabo pela Cláudia Galhós que o autor refere na sua declaração, ver a notícia do Portugal Diário de 17 de julho de 2007.


por Booktailors às 01:34 | comentar | partilhar

Qui, 28/Fev/08
O Semanário gratuito Sexta (joint venture dos jornais Público e A Bola) distribuiu na passada sexta-feira (22.02.2008) 11 toneladas de chocolate.

A distribuição do chocolate foi feita nas lojas Continente e na rua, one to one, nas cidades de Lisboa e Porto.

Se a moda pega...

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por Booktailors às 00:05 | comentar | partilhar

Qui, 28/Fev/08
A Saída de Emergência procura Um Paginador / Arte Finalista / Designer em início de carreira.

Os interessados devem enviar um CV, uma carta de apresentação e um portfólio. Podem fazê-lo por email (para joaog@saidadeemergencia.com) ou por correio (SdE - Avenida da República, Nº 861, Bloco D, 1º Dto, 2775-274 Parede).

Mais desenvolvimentos aqui.

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por Booktailors às 00:02 | comentar | partilhar

Qui, 28/Fev/08
A Bang! passou do suporte impresso para o digital.

A Saída de Emergência, editora responsável da revista, como aqui noticiámos, disponibilizou no seu website a possibilidade de qualquer pessoa fazer download da versão printer friendly (a4) da revista.

O resultado está à vista: 10,000 downloads, em cerca de um mês e meio. O que dá mais de duas centenas de downloads por dia. Nada mau.


Reproduzimos agora o que escrevemos aquando do anúncio desta iniciativa:

«Da nossa parte aplaudimos a iniciativa. Não só porque a transposição foi feita de forma cuidada (adaptação do formato a5 para a4, para ser printer friendly), mas também porque iniciativas deste género trazem um inestimável goodwill para as marcas, que não deve nunca ser desprezado ou subestimado. Mais, ao trazer leitores para um género nem sempre falado, estão eles próprios a criar leitores. Ponto, vírgula. Leitores para a sua editora, ao afirmarem-se (e bem) na cabeça dos leitores como “a” editora da literatura fantástica.

A revista, disponível para download, pode ser encontrada aqui. Ou muito nos enganamos, ou vão existir bem mais do que 250 downloads…»


por Booktailors às 00:01 | comentar | partilhar

Qua, 27/Fev/08
Qua, 27/Fev/08
Pronto, a vez do ICEP não faz, mas temos de louvar a iniciativa que a Cavalo de Ferro italiana agora anuncia, no decorrer da acção de promoção da obra A Fórmula de Deus (einstein e la formula di Dio), de José Rodrigues dos Santos, em Itália.

A acção, apoiada pela Empresa de Turismo de Coimbra, consiste no convite de um grupo seleccionado de jornalistas italianos para se deslocarem-se à cidade de Coimbra a fim de visitarem alguns dos locais onde decorre a acção do romance.

A viagem terá lugar de 29 Fevereiro a 2 Março 2008.
No sabado, dia 1 Março, terá lugar no Hotel Astoria, pelas 10h00 uma conferência de imprensa, aberta também a jornalistas portugueses.

A iniciativa obteve a adesão dos mais importantes jornais italianos:

- Il Giornale: Aurelio Picca (escritor e crítico literário)
- La Stampa: Andrea Scanzi
- Corriere della Sera: Filippo La Porta
- Il Messaggero di Roma: Rita Sala
- L’Unità: Rocco Carbone (escritor e crítico literário)
- Grazia/ Il Foglio: Cristina Giudici
- La Repubblica: Antonella Fiori
- Romana Petri (escritora, editora e crítica literária)


por Booktailors às 18:45 | comentar | partilhar

Qua, 27/Fev/08
Richard Zimler estará hoje, a partir das 21h30, na Biblioteca Municipal de Algés à conversa com Carlos Vaz Marques.


Este encontro dá-se no âmbito da iniciativa "Café com Letras".


Mais desenvolvimentos na SIC Online.


.

Relembramos que se encontram abertas as inscrições para o 2º Curso de Revisão 1 com início a 31 de Março, ministrado pela Raquel Mouta. Mais informações aqui. Inscrições limitadas ao (escasso) stock existente.


por Booktailors às 17:30 | comentar | partilhar

Qua, 27/Fev/08
10 anos em Portugal com uma festa na loja do Colombo a comemorar o feito, hoje.

Votos de muito sucesso!


por Booktailors às 12:52 | comentar | ver comentários (3) | partilhar

Qua, 27/Fev/08

Pode parecer que estamos a jogar Pac-man, mas nem a Fnac tem um logo verdadeiramente amarelo canário, nem lhe reconhecemos tendências comilonas.

O que sabemos, por outro lado, é que os 10 anos (que irão ser celebrados hoje) demonstram um vigor de crescimento que até já tínhamos anunciado.

Pois então, saiba-se que já em Abril Viseu passará a ter o armazém especializado de suportes culturais FNAC, sendo que ainda este ano abrirão outras duas, em Lisboa e Matosinhos.

Via Lusa.

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por Booktailors às 12:50 | comentar | partilhar

Qua, 27/Fev/08
«O espectáculo «Fernando Mil Pessoas Uma Musa e...», do encenador italiano Mario Fedele e baseado em textos de Fernando Pessoa, é apresentado esta quarta-feira, na Universidade de Oxford, no Reino Unido».

Mais desenvolvimentos no Diário Digital.


por Booktailors às 11:30 | comentar | partilhar

Qua, 27/Fev/08
«O escritor português José Saramago classificou hoje o impasse em torno do acordo ortográfico como "a guerra entre Alecrim e Manjerona", considerando que a situação se tornou "caricata" e que tem de se cumprir o assinado»

«"Gosto da minha língua tal qual a escrevo mas não posso impor a 150 milhões de pessoas os meus gostos pessoais. Mas recordo que aprendi a escrever mãe com `e`, depois mandaram-me escrever com `i` e depois voltaram a mandar escrever com `e`, quando a mãe era sempre a mesma"»

Mais desenvolvimentos na página de Cultura da RTP.


. Relembramos que se encontram abertas as inscrições para o 2º Curso de Revisão 1 com início a 31 de Março, ministrado pela Raquel Mouta. Mais informações aqui. Inscrições limitadas ao (escasso) stock existente.


por Booktailors às 00:57 | comentar | ver comentários (2) | partilhar

Qua, 27/Fev/08
Gonçalo Viana, ilustrador que assina a coluna Radar na revista Visão, viu um trabalho seu publicado no prestigiado N.Y. Times. A ilustração em causa acompanhava um artigo de opinião sobre as presidenciais norte-americanas.


por Booktailors às 00:48 | comentar | partilhar

Qua, 27/Fev/08
A propósito do livro Lua Nova, a Gailivro lançou um concurso (regulamento completo aqui), convidando os leitores a fazerem um video que tivesse por base a obra. O resultado está à vista, com a participação de diversos leitores, cujos trabalhos podem ser vistos aqui, num blog propositadamente feito para promover a obra.


por Booktailors às 00:46 | comentar | partilhar

Qua, 27/Fev/08
Quando a Booktailors se encontra embrenhada a realizar um video para promover um livro (que mais poderia ser???), onde há poucos ovos para a omelete que se pretende gigante, eis que chega a notícia de Steven Pressfield, autor que partiu para o deserto da Califórnia para gravar um spot de promoção ao seu novo livro (Killing Rommel), a publicar pela Doubleday, em Março.

Os meios são de facto de meter respeito (nada que ver com os da Booktailors, portanto, mas como diz Ricardo Araújo Pereira, "os meios são para maricas"): fazem parte da produção do filme que terá 15 minutos, 22 membros....

Para ver aqui, no Booktrade.


por Booktailors às 00:45 | comentar | ver comentários (1) | partilhar

Ter, 26/Fev/08
Ter, 26/Fev/08

Um artigo de Jim Milliot, na Publishers Weekly, de 04.02.2008, apresenta as linhas de força do formato paperback, bem como dos seus maiores desafios. Alguns excertos:

«Figures from both the Association of American Publishers and Nielsen BookScan show that sales in the mass market paperback segment were a bit soft in 2007, but interviews with publishers and distributors found that while the format faces some challenges, mass market paperbacks remain an important part of the publishing mix.

(...)

... if the paperback segment has so much going for it, why were sales soft in 2007? Heightened competition for shelf space is one reason. The tremendous consolidation among ID wholesalers has meant the loss of some accounts, said Shanks. “Racks used to be everywhere,” Burke noted. “That’s not the case now.” And with many retailers devoting more space to hardcovers and trade paperbacks, “something had to give,” observed Stehlik. The limitation on retail space has made it difficult to find room to display midlist authors, hurting their sales. And 2006’s strong sales of Dan Brown paperbacks as well as a Nora Roberts trilogy weren’t repeated last year.

Whatever problems mass market may have, they are not enough for publishers to consider abandoning the field. The low price point serves as a way to interest readers in new authors, and the formula of building an audience through publication first in mass market can still work. rs found that while the format faces some challenges, mass market paperbacks remain an important part of the publishing mix»


por Booktailors às 00:41 | comentar | partilhar

Ter, 26/Fev/08
«Quero fazer o meu livro mais importante, o definitivo, o último, tão importante que, depois dele, já não precise de compor nada.

(...)

...pergunto

- Como é que se faz um livro?

porque continuo sem saber como se faz um livro. Não me acho capaz de explicar como fiz os que até agora se publicaram, o que me lembro melhor é o esforço enorme e, por vezes, mais raramente, uma alegria indizível.»

Fonte: Visão, Nº 781, 21.02.2008, p.14.

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por Booktailors às 00:39 | comentar | partilhar

Ter, 26/Fev/08
O projecto gráfico do Expresso, lançado em Setembro de 2006, foi distinguido pela Society for News Design (SND) com o prémio de "World's Best-Designed Newspaper". Esta distinção foi atribuída a par de 3 outros jornais: ao The Guardian, ao russo "Akzia" e ao alemão Franfurt Allgemeine Sonntagszeitung".

Justíssimo, o prémio, se tivermos em linha de conta o 1º caderno e o caderno de Economia. O Actual e a Única, esses, continuam a precisar de uma reviravolta para estarem em acordo com o resto do jornal.

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por Booktailors às 00:38 | comentar | partilhar

Seg, 25/Fev/08
Seg, 25/Fev/08
Devido à grande afluência de candidatos para os cursos de revisão, foi decidido aumentar o stock existente.

Não, nós continuamos a acreditar na formação para poucas pessoas e não estamos dispostos a encher uma sala só para que todos lá caibam, por isso anunciamos a abertura de um 2.º curso de revisão, exactamente nos mesmos moldes mas 15 dias após o primeiro dos cursos, ou seja:

Oficina de Introdução à Revisão de Texto

Por Raquel Mouta: tradutora e revisora editorial profissional desde 1998, em editoras tão diversas como Editorial Caminho, Campo das Letras, Quasi, Relógio d'Água, Cotovia, Tinta-da-China, Estampa, Livros Horizonte, Bertrand, Plátano Editora, entre outras. Possui experiência de coordenação editorial e editing.
Desde 2003, lecciona no Curso de Especialização para Técnicos Editoriais, enquanto especialista convidada pela Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa.

Objectivo geral: dar a conhecer os rudimentos da actividade de revisão de texto, tendo em vista o mercado da edição de livros.

As sessões são teórico-práticas, com ênfase na vertente prática.

Público-alvo: quem pretenda iniciar-se na profissão de revisor(a) de texto, ou quem, já trabalhando na área editorial, não possua noções básicas de revisão de texto.

Objectivos específicos:
- Conhecimento das principais fontes de referência (bibliografia, sitografia): a que recorrer em caso de dúvida nas áreas da ortografia, da gramática, ou outras.
- Utilização de ferramentas informáticas em revisão de texto: em que nos podem ajudar e quais os seus limites.
- Métodos de trabalho e construção de ferramentas personalizadas de apoio: por onde começar e o que não esquecer num trabalho de revisão de texto.
- Familiarização com os sinais de revisão: quais são e como devem ser utilizados.

Dados técnicos:
N.º de sessões: 6.
Datas: 2.ª, 3.ª e 5.ª das duas primeiras semanas de Abril (dias 31 de março; 1, 3, 7, 8, 10 de Abril).
N.º horas/sessão: 3h.
Horário pós-laboral (18:30-21:30).
Total de horas: 18 horas.
Preço: 210,00 euros (desconto de 15% para estudantes).
Os alunos que fizerem este curso terão direito a 10% de desconto nos cursos de revisão intermédia e avançada, assim como noutros cursos relacionados com edição de texto.
Para pré-inscrição, por favor envie CV (com a referência: Formação Revisão 1B) para: info@booktailors.com .
Os alunos já inscritos que não puderam participar no 1º curso, beneficiam do desconto de 30,00 euros neste curso.

Inscrições limitadas ao stock existente.

Local de formação: Bookoffice - Rua Nova do Almada, 59 - 3.º, Lisboa:


por Booktailors às 19:07 | comentar | partilhar

Seg, 25/Fev/08
No âmbito de uma cadeira do Mestrado em Ciências da Comunicação, Marketing e Publicidade, Ana Maduro encontra-se a efectuar um estudo subordinado ao tema dos hábitos de leitura e de consumo de livros de bolso, em Portugal.

Para quem estiver interessado em colaborar, através da resposta ao inquérito "Como criar um mercado para o livro de bolso em Portugal?", deverá enviar um e-mail até à próxima sexta-feira para: estudo.mercado.bolso@gmail.com, de modo a poder receber instruções para preencher o questionário.

A autora do estudo agradece divulgação.


por Booktailors às 00:05 | comentar | partilhar

Seg, 25/Fev/08

Steve Jobs, em entrevista, disse recentemente que não lhe interessava enveredar pelo caminho dos leitores portáteis; no fundo, que não pretendia operar na indústria editorial uma revolução semelhante à que foi responsável na indústria da música. Segundo Jobs, "the fact is that people don’t read anymore. Forty percent of the people in the U.S. read one book or less last year". Isto é, os níveis de leitura são baixos, o mercado é pouco interessante, nós não estamos interessados.

Pegando nestas afirmações, que surgiram no contexto de um comentário que foi pedido a Jobs sobre o Kindle, Timothy Egan apresenta no N.Y. Times um artigo de enquadramento e comentários às afirmações do CEO da Apple, que pode ser lido aqui.

«Yes, the act of reading takes some effort, unlike the passive act of using the products Jobs has created, which involves little more than directing eyeballs to a flat patch or putting a plug into the ear. True, reading is down, somewhat, from 1992, especially reading of literature. So what? People are eating fewer vegetables than they used to – or should – but that doesn’t mean carrots have no future.

(...)

Most companies would kill for a market like that – more than one-fourth of the world’s biggest consumer market buying 15 or more of its items a year. And half the population bought nearly 6 books a year. If only Apple were so lucky. The latest Harry Potter book sold 9 million copies in its first 24 hours – in English. “The DaVinci Code,” a story of ideas even with its wooden characters and absurd plotting, has sold more than 60 million copies.

By contrast, Apple reported selling a piddling 3.7 million of the much-hyped iPhones through 2007. Is the iPhone dead? Of course not. But what should be dead are foolish statements about how human nature itself has changed because of some new diversion for our thumbs.»

...


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Seg, 25/Fev/08
A Livraria Parlamentar irá receber até ao dia 5 de Março uma feira do livro. O ênfase da feira serão os livros política, direito, sociologia, história, biografias, pese embora que haja espaço para obras de consagrados, como Saramago.


Ali poderemos ainda encontrar livros da autoria de deputados ou políticos, inclusivé de poesia (Natália Correia, Manuel Alegre,...)


Os livros apresentarão, naturalmente, descontos de feira e as edições até aos anos 90 terão o preço de 1 a 5 euros.


Palácio de S. Bento / Lisboa
09h00 às 18h00. Aberto ao público.

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Dom, 24/Fev/08
Dom, 24/Fev/08
Segundo avança o JN, a recente feira no Mercado Ferreira Borges foi um êxito. Francisco Curralo, da Calendário das Letras (organização) foi peremptório ao carimbar o sucesso da iniciativa. Os números ajudam a perceber a satisfação:

- "Começámos com 100 mil livros à venda, mas ao fim da primeira semana tivemos que efectuar grandes reposições, porque as vendas foram muito superiores ao previsto";

- Foram, até agora, efectuadas vendas na ordem dos 160 a 170 mil livros;

- A visita foi visitada por mais de 30 mil pessoas;

- Estiveram representadas na feira mais de uma centena de editoras.

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por Booktailors às 12:30 | comentar | partilhar

Dom, 24/Fev/08
José Carlos Ryoki de Alpoim Inoue é o escritor com mais livros publicados no mundo inteiro, pelo que, naturalmente, está no livro... do Guiness. Tem mais de 1,000 livros publicados e agora já tem um site na net: aqui.

Hoje em dia escreve 3 livros por ano, mas em outros tempos foram três por dia.

O autor revela que se habituou a escrever tanto por necessidade. Não metafísica, mas económica. Aumentar a produtividade foi a melhor forma que encontrou para poder compôr o seu rendimento mensal. Ver aqui uma entrevista ao autor.

Para os leitores que queiram ler o autor, podem sempre dirigir-se à página do site indicada para o efeito e fazer o download dos pdf disponíveis.

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por Booktailors às 00:21 | comentar | partilhar

Dom, 24/Fev/08
A Penguin Books India estabeleceu uma parceria com a empresa Mobifusion, de forma a que os conteúdos da editora sejam disponibilizadas na Índia, em telemóveis e outros dispositivos móveis.

A Índia será o primeiro target desta estratégia, mas é vontade da editora expandir a experiência para outros países.

Mike Bryan, CEO e Presidente da Penguin Books India, explica a estratégica: “[Penguin] aspires to make great literature in all its forms available to the widest possible audience. This is very significant step on that journey.”

Os primeiros títulos a serem disponibilizados serão: The Joy in Loving: A Guide to Daily Living with Mother Teresa, de Jaya Chaliha e Edward Le Joly; The Path to Tranquillity, de Dalai Lama; The Book of Prayer, de Renuka Narayanan.

Mais desenvolvimentos na Publisher's Weekly.


por Booktailors às 00:17 | comentar | partilhar

Sáb, 23/Fev/08
Sáb, 23/Fev/08
Hoje, no DN, um artigo de José Mário Silva e Leonardo Negrão sobre Nélson de Matos e a sua nova aventura - a Edições Nélson de Matos. Alguns excertos:

«"Esta é uma editora com rosto e assinatura. Representa os meus critérios, os meus gostos, a minha estética. Não vou encher um catálogo por encher. Quero dar-lhe um sentido e uma ética", diz Nelson de Matos, na sala espaçosa de um apartamento virado para a Alameda Afonso Henriques, em Lisboa.»

«Estou reformado, recebo uma pensão que me dá para viver, acumulei umas economias. Isso permite- -me ser editor freelancer. Ou seja, dispor do tempo como quero, sem necessidade de publicar livros a correr, com o fito de que sejam rentáveis, só porque é preciso pagar salários."

Fazendo jus ao nome da editora, o único funcionário de Nelson de Matos é Nelson de Matos. Cabe-lhe fazer quase tudo, da escolha dos corpos de letra aos tipos de papel, passando pela negociação dos preços com as gráficas. E para aquilo que não faz - paginação, revisão, armazenagem ou distribuição - recorre ao outsourcing.

(...)

Feliz por lembrar o autor de Alexandra Alpha dez anos após a sua morte, algo que a editora da sua obra (Dom Quixote) não está a fazer, Nelson de Matos resume: "Está lá tudo, escrito com aquela simplicidade que dava uma enorme trabalheira."»

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Sáb, 23/Fev/08
«Quando quero sustentar ideias, escrevo artigos. Quando quero mandar mensagens, vou aos correios. Quando quero dar recados, aviso. Se me desse para alegorizar, fechava-me em casa e não confessava a ninguém, até que me passasse.»

Mário de Carvalho, no seu habitual estilo, citado no Diário Digital.

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por Booktailors às 10:45 | comentar | partilhar

Sáb, 23/Fev/08
Novamente a revista Bookseller apresenta o Prémio Diagram para o Título mais estranho do ano.

Tendo nos anos anteriores alcançado níveis impressionantes de estranheza, como títulos como Coloque o seu Cavalo à Prova de Bomba (Bombproof Your Horse), Versailles: a visão dos Suecos (Versailles: The View From Swedens) ou Será que os Nazis eram Ambientalistas? (How Green Were the Nazis?), nenhum deles, felizmente, publicado em Portugal, eis que este ano temos candidatos de peso:

- Serão as Mulheres Humanas? E Outros Diálogos Internacionais (Are Women Human? And Other International Dialogues);
- Como Escrever um livro para Ensinar a Escrever um Livro (How to Write a How to Write Book);
- Resolva os Problemas do Queijo (Cheese Problems Solved), possivelmente satirizando a série Quem Mexeu no Meu Queijo; ou
- Fui Torturado por uma Rainha do Amor Pigmeu (I Was Tortured by the Pygmy Love Queen); entre outros.

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por Booktailors às 10:16 | comentar | partilhar

Sáb, 23/Fev/08
«O escritor António Lobo Antunes congratulou-se hoje [ontem] com o facto de ser o primeiro escritor europeu a receber o Prémio José Donoso, um dos mais prestigiados do panorama literário Ibero-Americano, atribuído pela Universidade de Talca, no Chile.»

Mais desenvolvimentos no Diário Digital.

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Sex, 22/Fev/08
Sex, 22/Fev/08
Isabel Coutinho resume o triste episódio desta semana, envolvendo Manuel Rosa, da Assírio & Alvim. Para ler aqui.

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por Booktailors às 18:52 | comentar | ver comentários (2) | partilhar

Sex, 22/Fev/08

Se dúvidas houvesse, a associação de apoio à leitura Booktrust resolveu-as.

Ou melhor, enquadrou-as, pois o inquérito foi efectuado a 4.000 pais do reino unido, com o objectivo de saber qual o principal livro infantil do mercado anglo-saxónico, e reflecte muito um mercado que não se pode cingir à actualidade.

O resultado (como podem observar pela imagem), foi a obra de CS Lewis, O Leão, a Feiticeira e o Guarda Roupa, da série Narnia.


Em segundo lugar vem A Lagartinha muito Comilona, do norte-americano Eric Carle, seguido em terceiro lugar pela série Os Cinco, de Enid Blyton.
Em quarto aparece uma figura conhecida, As Aventuras do Ursinho Pooh, de A.A. Milne e em quinto uma obra quase desconhecida em Portugal (apesar de estar publicada pela Terramar) O GAG de Roald Dahl.

O primeiro da saga Rowling surge em sexto, tratando-se de Harry Potter e o Príncipe Misterioso.

Pode não ser prescritivo, nem funcionar como o selo LER+, mas deve valer alguma coisa espreitá-los.


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Sex, 22/Fev/08
Apesar do passatempo (de pontos que se acumulam por cada «amigo» inscrito) oferecer televisões, portáteis, ipods, playstation ou nintendos, a verdade é que este espaço pretende ter algo a ver com livros.

O Clube dos Livros Escolares é um website (relativamente estereotipado em relação aos leitores/geek) que pretende servir de mediador entre quem tem livros (escolares) para dar e quem procura comprar livros (escolares) usados a um preço mais convidativo.

Para quem tem dúvidas em relação à legalidade do preço efectuado, respondemos já: o livro escolar não faz parte da lei do preço fixo, pelo que o negócio é inteligente e totalmente legítimo, estando esta empresa somente a ocupar o espaço que as escolas escolas não aproveitaram.


por Booktailors às 10:33 | comentar | ver comentários (3) | partilhar

Sex, 22/Fev/08
Um artigo no Expresso online dá conta do lançamento da obra de José Antunes no Second Life, mais propriamente na ilha da Universidade do Porto. A edição é da Porto Editora.

«Com este lançamento virtual, em parceria com a UP, a Porto Editora torna-se assim na primeira editora a publicar uma obra no SL.», diz o Expresso. O que não é correcto. Sem beliscar esta iniciativa, a verdade é que a Oficina do Livro já efectuara uma medida semelhante, ao apresentar naquele (novo) espaço uma obra, se a memória não me falha, de Cláudia Galhós. Aliás, julgo mesmo que essa iniciativa foi devidamente enquadrada num dossiê especial que o Jornal de Letras, Artes e Ideias dedicou ao tema.

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por Booktailors às 08:54 | comentar | ver comentários (9) | partilhar

Sex, 22/Fev/08












Retirado do Origem das Espécies.


por Booktailors às 08:44 | comentar | partilhar

Sex, 22/Fev/08
«A edição deste ano do evento cultural que colocou a Póvoa no panorama literário o ibérico bateu todos os recordes de participação, estando já assegurada a realização da iniciativa em 2009, altura em que o Correntes vai celebrar uma década de existência»

Um balanço, da autoria de José Pedro Gomes, no Povoa Semanário.

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por Booktailors às 08:37 | comentar | partilhar

Sex, 22/Fev/08
«A Comissão Parlamentar de Ética, Sociedade e Cultura (CPESC) aprovou um ambicioso programa apresentado pelo seu presidente, Luís Marques Guedes, para a realização, em 31 de Março, de uma conferência internacional e uma audição pública destinadas a debater o tema

Também para Março está a ser preparada uma iniciativa da (...)APEL, (...)SPA e União dos Editores Portugueses (UEP) destinada a debater aquilo que [a APEL]considera ser um “acordo por via do qual não vemos que possa trazer qualquer benefício para a língua portuguesa»

Fonte: Correio da Manhã.


por Booktailors às 08:28 | comentar | partilhar

Sex, 22/Fev/08
«A Infanta Capelista», uma obra de Camilo Castelo Branco de que se conhecem apenas três ou quatro exemplares, foi vendida em leilão por 6.500 euros, disse hoje à Lusa fonte da leiloeira Renascimento.»
Fonte: Diário Digital.

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por Booktailors às 08:25 | comentar | partilhar

Sex, 22/Fev/08
Nelson de Matos, de forma a responder às solicitações do retalho para o novo romance de Cardoso Pires, avançou já com uma segunda impressão da obra de 3,000 exemplares (tiragem igual à da primeira edição).

A Booktailors deseja, uma vez mais, ao Nélson de Matos as maiores felicidades para este projecto. Que venham mais inéditos; que Nélson de Matos descubra mais grandes autores, como nos habitou nos tempos da Dom Quixote.

Fonte: Diário Digital.

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por Booktailors às 08:16 | comentar | partilhar

Qui, 21/Fev/08
Qui, 21/Fev/08
«I understand, of course, that giving up law/medicine/banking to write books is a common fantasy, fed by publicity about the likes of JK Rowling earning millions from book and film deals (...)The brutal reality is that most first-time novelists rarely get more than £12,000 for a two-book deal. Accounts vary, but it is said that JK Rowling got an advance in the region of £2,000 to £10,000 for her first Harry Potter title. Moreover, according to the Society of Authors, the average author earns less than £7,000 a year.» ...

O TimesOnline vem dizer aquilo que mais ou menos já todos sabíamos: que ser escritor está longe de ser fácil. Um artigo de Sathnam Sanghera, intitulado "A novel idea may not be a lucrative one", que pode ser lido aqui.


por Booktailors às 00:04 | comentar | ver comentários (3) | partilhar

Qui, 21/Fev/08
«Faculty members are scheduled to vote on a measure that would permit Harvard to distribute their scholarship online, instead of signing exclusive agreements with scholarly journals that often have tiny readerships and high subscription costs»

«Authors would still retain their copyright and could publish anywhere they pleased — including at a high-priced journal, if the journal would have them. »

«The publishing industry, as well as some scholarly groups, have opposed some forms of open access, contending that free distribution of scholarly articles would ultimately eat away at journals’ value and wreck the existing business model. Such a development would in turn damage the quality of research, they argue, by allowing articles that have not gone through a rigorous process of peer review to be broadcast on the Internet as easily as a video clip of Britney Spears’s latest hairdo. It would also cut into subsidies that some journals provide for educational training and professional meetings, they say»


Um artigo de PATRICIA COHEN, no New York Times dá conta da possibilidade posta em cima da mesa da Universidade de Harvard passar a publicar, de forma gratuita, na web. Para ler aqui.


por Booktailors às 00:02 | comentar | partilhar

Qua, 20/Fev/08
Qua, 20/Fev/08
Conforme avançado ontem, o Grupo Leya divulgou hoje o Prémio Leya, no seu website. Como o site não está preparado para ceder um link directo, transcrevemos aqui o regulamento:

Prémio Leya 2008
A Leya, com o objectivo de apoiar os autores que escrevem em Português e contribuir para a sua maior difusão na área geográfica da língua portuguesa e em todo o mundo, institui o Prémio Leya, que, no ano de 2008, se regerá pelo seguinte:

Regulamento

1. O Prémio destina-se a galardoar um romance inédito escrito em língua portuguesa.
2. Podem concorrer ao Prémio todos os escritores, independentemente da sua nacionalidade, desde que o façam com obras inéditas que se enquadrem no conceito geralmente aceite de romance e que não tenham sido premiadas em nenhum outro concurso.
3. As obras apresentadas a concurso deverão ter uma dimensão mínima de 200 páginas (formato A4 com 1800 caracteres por página).
4. Das obras concorrentes deverão ser apresentadas duas cópias em papel e uma em formato digital, acompanhadas de um envelope fechado com os seguintes elementos: No exterior do envelope deve vir indicado o pseudónimo do concorrente (coincidente com o pseudónimo usado nas cópias da obra concorrente) No interior do envelope fechado devem constar os seguintes elementos:a. Identificação do concorrente com o nome completo, identificação fiscal, indicação de morada, endereço electrónico e telefone para contacto.b. Declaração assinada pelo concorrente com a menção de que a obra apresentada a concurso é original e inédita e não foi apresentada a nenhum outro concurso com decisão pendente.c. Declaração assinada pelo concorrente com a menção de que é titular de todos os direitos de exploração da obra a concurso, sem excepção, bem como, de que os mesmos não se encontram onerados seja a que título for.d. Declaração assinada pelo concorrente com a menção de que não conhece, à data da apresentação a concurso da obra, qualquer acção ou interpelação de terceiros que ponham em causa a autoria da mesma e, bem assim, qualquer acção ou interpelação que possam afectar os direitos de exploração da mesma, designadamente através do seu arrolamento, penhora, execução ou qualquer outro meio legal susceptível de criar um ónus sobre aqueles direitos.e. Declaração do concorrente de que, ao apresentar a obra a concurso, conhece e aceita integral e incondicionalmente todas as cláusulas do presente regulamento.
5. As obras concorrentes deverão ser enviadas para: Leya. Prémio Leya 2008. Estrada de Paço D’Arcos, 66-66A, 2735-336 Cacém.Uma vez tomada a decisão pelo júri os exemplares das obras concorrentes serão destruídos.
6. O prazo de entrega das obras concorrentes terminará a 15 de Junho de 2008, fazendo fé a data constante do carimbo do correio.
7. O júri será constituído por, pelo menos, sete destacadas personalidades do mundo literário e cultural da língua portuguesa.
8. O sistema de análise, classificação, selecção e votação das obras apresentadas será estabelecido pela Leya. Uma comissão nomeada pela Leya realizará a leitura de todas as obras admitidas a concurso, elaborará um relatório sobre cada uma delas e seleccionará as dez que considere melhores. Estas dez obras serão submetidas a nova leitura e sobre elas será elaborado novo relatório. As dez obras, bem como a totalidade dos relatórios, serão apresentados ao júri, que sobre eles decidirá.
9. O júri atribuirá o Prémio Leya 2008 à obra concorrente que considerar de maior mérito literário.Se o júri considerar qualquer outra obra ou obras concorrentes detentoras de mérito literário relevante poderá propor à Leya a atribuição do Prémio Leya 2008 – Finalista.
10. A decisão do júri será definitiva e não susceptível de apelo e será revelada em cerimónia a realizar durante a Feira do Livro de Frankfurt de 2008 (15-19 de Outubro).
11. O Prémio Leya 2008 terá o valor monetário de 100 000 euros.O Prémio Leya 2008-Finalista terá o valor monetário de 25 000 euros. A estes valores serão feitas as deduções fiscais que a lei portuguesa imponha.
12. A(s) obra(s) premiadas serão publicadas por uma ou várias editoras da Leya e distribuída(s) simultaneamente em todos os países de língua portuguesa. A tiragem destas edições será determinada pela Leya.
13. O(s) autore(s) da(s) obra(s) premiada(s) cede(m) à Leya o direito exclusivo de as explorar comercialmente sob todas as formas e em todas as modalidades, em todo o mundo, por um prazo de vinte e cinco anos. Este direito inclui o direito de tradução para qualquer língua e o direito de adaptação teatral cinematográfica, televisiva, vídeo, ou outros suportes que existam ou venham a existir.
14. Anualmente, até 31 de Março, o(s) autore(s) receberão uma informação sobre as vendas das respectivas obras. Quando as vendas ultrapassarem os 70 000 exemplares (no caso da obra vencedora) ou os 20 000 exemplares (no caso das obras finalistas), os autores passarão a receber, a titulo de direitos de autor, 10% do preço de venda ao público (no caso de edições cartonadas ou brochadas) e 6% do preço de venda ao público (no caso de edições de bolso). No caso de a exploração da(s) obra(s) ser realizada por terceiros, nomeadamente sob a forma de traduções, o(s) autor(es) receberão, uma vez cobertos os montantes dos prémios, 60% dos montantes líquidos que a Leya venha a receber a esse título.
15. O(s) autor(es) da(s) obra(s) vencedora(s) compromete(m)-se a subscrever, a simples solicitação da Leya, um contrato de edição nos termos expostos neste regulamento e de acordo com o Código do Direito de Autor e dos Direitos Conexos, bem como todos os contratos e documentos necessários para a protecção dos direitos de exploração cedidos à Leya. Caso, por qualquer motivo, não seja formalizado o contrato, o presente regulamento terá o valor de contrato de cessão de direitos entre a Leya e o(s) vencedor(es).
16. O presente acordo rege-se pelas disposições aplicáveis da lei portuguesa. No caso de litígio ou disputa quanto à execução, interpretação, aplicação ou integração deste acordo, as Partes diligenciarão, por todos os meios de diálogo e modos de composição de interesses, de forma a obter uma solução concertada para a questão. Fica estabelecido o prazo de 30 (trinta) dias sobre a data da primeira diligência tendente à resolução da questão para a tentativa de conciliação referida no número anterior. Quando não for possível uma solução amigável e negociada, qualquer das Partes poderá recorrer a arbitragem. A arbitragem será realizada por um tribunal arbitral constituído nos termos deste regulamento e, supletivamente, pelo disposto na Lei nº 31/86, de 29 de Agosto. O tribunal arbitral será composto: Por um árbitro único, se as Partes acordarem na sua designação; ou na falta de acordo, por três árbitros, caso em que cada uma das Partes nomeará um árbitro e ambas indicarão o terceiro, que presidirá; ou na falta de acordo, por três árbitros, sendo um indicado por cada uma das Partes e o terceiro indicado pelo Presidente do Conselho de Arbitragem do Centro de Arbitragem Comercial da Associação Comercial de Lisboa/Câmara de Comércio e Indústria Portuguesa, a requerimento da Parte mais diligente. O tribunal arbitral funcionará em Lisboa, no local que for escolhido pelo árbitro único ou pelo árbitro presidente. O processo correrá perante o tribunal arbitral com observância das regras processuais aplicáveis. Na falta de acordo quanto ao objecto do litígio, será o mesmo fixado pelo tribunal arbitral, tendo em atenção a petição (e eventual reconvenção) submetida. O tribunal arbitral apreciará os factos e julgará as questões de direito como o faria o tribunal normalmente competente, e as suas decisões serão dispensadas de depósito, delas não cabendo recurso. A decisão da Arbitragem deverá ser proferida no prazo de 90 dias de calendário a contar da data de constituição do Tribunal. O Tribunal considera-se constituído na data da aceitação do árbitro único ou na data da nomeação do terceiro árbitro, entendendo-se esta efectuada, na situação de falta de acordo, na data da notificação da nomeação. Todos os custos relacionados com o funcionamento do Tribunal Arbitral, incluindo os honorários dos Árbitros, serão suportados pela Parte contra quem for proferida a decisão ou, quando a decisão não for proferida unicamente contra uma das Partes, por ambas as Partes de acordo com as proporções estabelecidas na decisão do Tribunal Arbitral. Para instaurar qualquer providência cautelar, bem como para executar a decisão proferida pelo Tribunal Arbitral, é competente o foro da comarca de Lisboa.

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por Booktailors às 15:05 | comentar | ver comentários (2) | partilhar

Qua, 20/Fev/08
«Whether people agree with it or not, Waterstone's have spent a lot of ££££ on focus-group research into this area. And the feedback from customers (because, believe it or not, these ARE the most important people in the business) is that they find it difficult to RECOGNISE members of staff on the shopfloor»

Philip Stone, um ex-livreiro da Waterstone's, explica a importância do dress code no sector livreiro.

Para ler aqui.


por Booktailors às 00:22 | comentar | ver comentários (1) | partilhar

Qua, 20/Fev/08
O Brave New World, num artigo de 28.12.2007, apresenta-nos um protótipo de um e-book com capacidade de reprodução sonora, da autoria do iraniano Ramin Sedighi, que estará disponível ainda este ano.

A leitura dos conteúdos é feita ao contacto do ponteiro electrónico com o ecrã. Por conteúdos entende-sa não só o texto, como as próprias figuras. O dispositivo, entre outras valências, dispõe de entrada USB, 512 MB de memória e um cartão SD de memória.


por Booktailors às 00:16 | comentar | partilhar

Ter, 19/Fev/08
Ter, 19/Fev/08
O Prémio terá como presidente do júri Manuel Alegre, um autor da casa (Publicações Dom Quixote), juntando-se a este «sete destacadas personalidades do mundo literário e cultural da língua portuguesa», nomeadamente Nuno Júdice e o professor universitário José Carlos Seabra Pereira (Portugal), o professor Lourenço do Rosário (Moçambique), a professora Rita Chaves e o escritor e jornalista Carlos Heitor Cony (Brasil) e o escritor Pepetela (Angola).

Conforme anteriormente veiculado, o vencedor será anunciado durante a Feira de Frankfurt, que este ano está marcada para a data de 15 a 19 de Outubro próximo. Segundo Isaias Gomes Teixeira, pretende-se assim dar ao prémio a «necessária dimensão internacional», .

O regulamento esse, será divulgado amanhã online, no site do grupo (http://www.leya.com/). Já se sabe, contudo, que «podem concorrer ao Prémio todos os escritores, independentemente da sua nacionalidade, desde que o façam com obras inéditas que se enquadrem no conceito geralmente aceite de romance e que não tenham sido premiadas em nenhum outro concurso».

«Os originais deverão ser enviados sob pseudónimo até 15 de Junho de 2008 e, destes, dez serão escolhidos por uma comissão «nomeada pela Leya» que apresentará ao júri o respectivo relatório de cada uma das obras.

Deste grupo de semi-finalistas será escolhido o vencedor, podendo «o júri considerar qualquer outra obra ou obras concorrentes detentoras de mérito literário relevante poderá propor à Leya a atribuição do Prémio Leya 2008 - Finalista», que terá um valor pecuniário de 25.000 euros, lê-se no documento.»

Isaias Gomes Teixeira encara o prémio como um «instrumento da estartégia do grupo» com um forte investimento na compensação pecuniária, preparação, divulgação nos diferentes países lusófonos e promoção.

Mais desenvolvimentos no Diário Digital ...

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por Booktailors às 17:16 | comentar | partilhar

Ter, 19/Fev/08
Por forma a aumentar as vendas, a HarperCollins Publishers vai disponibilizar electronicamente alguns dos seus livros no seu website. A editora explica a sua posição:«“The best way to sell books is to have the consumer be able to read some of that content.”», palavras de Jane Friedman, chief executive da HarperCollins Publishers Worldwide

A HC pretende assim proporcionar aos leitores uma experiência similar que os consumidores dispõe numa livraria física convencional.

Alguns títulos que serão disponibilizados: A bruxa de Portobello, de Paulo Coelho; “I Dream in Blue: Life, Death and the New York Giants”, de Roger Director; “The Undecided Voter’s Guide to the Next President: Who the Candidates Are, Where They Come from and How You Can Choose” de Mark Halperin; entre outros.

Estes livros electrónicos terão a validade de um mês, os leitores não vão poder descarregá-los para o seu computador ou outro "reader", nem poder imprimi-los.

«I didn’t grow up buying every book I read,” said the English born Mr. [Neil] Gaiman, 47. “I read books at libraries, I read books at friend’s houses, I read books that I found on people’s window sills.” Eventually, he said, he bought his own books and he believes other readers will, too.»

Mais desenvolvimentos aqui, no York Times.

PS: Há uns 2, 3 anos, numa ronda de amigos, sugeri a alguns dos editores presentes que convertessem as centenas de euros gastas em publicidade tradicional em ofertas de livros aos leitores. Aos mais fiéis para começar. Por forma a gerar um poderoso goodwill e boca-a-boca. Que sendo os livros bens de experiência, para que exista uma transacção, muitas vezes basta apenas isto: experimentá-los. Não posso deixar de recordar que esses amigos (e não há ironia na palavra "amigos"), nessa altura, sorriram com condescendência ao meu comentário...

(pf)


por Booktailors às 00:48 | comentar | ver comentários (1) | partilhar

Ter, 19/Fev/08
A escritora norte-americana Suze Orman já vendeu mais de um milhão de cópias da obra Women & Money. Mas isso não a impediu de disponibilizar por um período limitado no dia 14 de fevereiro o download integral da obra, a partir do site Oprah (sim, quem mais poderia ser que a estrela de tv?)

Segundo o Brave New World, foram descarregadas mais de 1,1 milhões de cópias em inglês e 19,000 em espanhol.

A obra Women & Money foi publicada pela Speigel & Grau, uma imprint da Random House’s, em February 2007.

. Relembramos que se encontram abertas as inscrições para a 1ª acção de formação da Booktailors, o Curso de Revisão 1, ministrado pela Raquel Mouta. Mais informações aqui. Inscrições limitadas ao (escasso) stock existente.


por Booktailors às 00:46 | comentar | partilhar

Seg, 18/Fev/08
Seg, 18/Fev/08
valter hugo mãe colocou no seu blog, casa de osso, uma entrevista que deu ao Jornal de Notícias, na qual fala da sua experiência de editor. Excertos:

Em 1999 aceitou o desafio de jorge reis-sá para integrar a quasi edições, por lhe parecer uma ideia “doida”. Tem predilecção pelo que não é lúcido?
Não. Não bebo álcool, não fumo, não uso drogas. Sou um homem muito lúcido e assim me preservo. Por isso, talvez, me fascine por quem me proponha algo que, à primeira vista, parece fora do meu alcance. Gosto de ser desafiado, se houver no desafio um sonho honesto. O sonho do Jorge [Reis-Sá] era muito real.

O “casamento” acabou em 2004, tendo saído em conflito com Reis-Sá a quem dedicou um poema chamado “no funeral do reis-sá”. Vinga-se sempre de quem o desilude?
Quem lhe disse que saí em conflito com o Jorge? Saí, e escrevi uma carta linda que mandei a muitas dezenas de pessoas, incluindo jornalistas, dizendo o quanto a quasi havia sido importante para mim e que chegara o momento de pensar em outras coisas. «o funeral do jorge reis-sá» é um poema de saudade, nunca de desprezo. E hoje continuo amigo dele, talvez mais do que ele próprio imagina.

As editoras não parecem ser o seu lado mais bem sucedido. A “objecto cardíaco” morreu de enfarte?
As quasi edições foram mesmo criadas por mim e pelo Jorge enquanto projecto profissional. durante os primeiros 4 anos decidi – com ele, claro – linhas fundamentais para o sucesso daquela marca. Muitos dos seus autores de sucesso foram escolhidos e «trabalhados» por mim. Dizer que não tive sucesso como editor é pura maldade. A objecto cardíaco morreu atropelada no trânsito. Sabe como são as estradas de portugal.

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por Booktailors às 14:51 | comentar | partilhar

Seg, 18/Fev/08
Amy Webster explica, num sucinto artigo dos blogs da Bookseller, as especificidades e contigências do mercado editorial árabe. O que podemos contar e esperar.

Alguns excertos:
«From the outset it was clear that the differences between Western and Arab publishing industries were beyond linguistic. Getting to grips with the statistics helped: across 22 Arabic-speaking countries and states, with a population of about 300 million, levels of illiteracy can reach 40%»

«There are no sales figures available, although we were assured that the most popular genres are religion, politics, children's non-fiction, business, self-help and, lastly, poetry and literature. The popularity of religious texts is deep-rooted and demonstrated by the predominance of religious publishers at the book fair—another stark contrast with our secular Western markets»

«Censorship is another key difference. The "big three": religion, politics and sex, are off-limits to writers. Despite the appearance of democracy in Egypt, writers routinely practise self-censorship or risk being unpublished; 99% of publishers won't touch contentious books, and 99% of bookshops won't stock them»

«Bookshops, printers and publishers are frequently one and the same company, introducing problems of distribution. Incredibly, the average book published has a distribution radius of around five kilometres. Distribution networks are based on personal relationships; a privately-owned bookshop carrying its own imprint is unlikely to stock another publisher's titles and independent retail outlets are scarce. Furthermore, the lack of an online Amazon equivalent, coupled with low levels of internet and credit card usage limit consumer choice»

«This explains why book fairs in the Arab world are lengthy and frequent. Fairs are a distribution method in themselves, providing unrivalled access to universities, libraries and the public. Where Western publishers operate in a heavily marketed environment, the Arab industry puts less emphasis on the resultant sale and profit of book publishing. Print runs average around 3,000 and a book rarely retails above 20 pence. When a speaker suggested that Arabic publishers are "not looking for profit", we struggled to relate.»


Para ler aqui.


por Booktailors às 14:20 | comentar | partilhar

Seg, 18/Fev/08
«O escritor angolano Ondjaki considera importante que se faça um acordo ortográfico da língua portuguesa, desde que este seja precedido de um amplo debate para esclarecer as pessoas sobre o que está em causa.»


«Isto não é uma decisão académica, isto não é uma decisão política: estamos a mexer com coisas que depois, por sua vez, vão ter consequências ao nível dos manuais escolares, ou seja, estamos a mexer com o futuro linguístico das próximas gerações (...) devemos uniformizar a língua, ou a escrita da língua, ou a grafia da língua, mas o conteúdo deste acordo tem de ser muito mais explicitado, senão parece que há um grupo de pessoas de um lado - seja brasileiro, seja português - que está a pressionar para que um outro grupo de pessoas aceite as suas regras. (...) E se é um acordo (...) as partes nele envolvidas têm de estar mais ou menos satisfeitas com a conclusão desse acordo. Senão, pode parecer que o Brasil está a impingir aos outros países um modo de escrita, uma grafia nova, com a qual os outros países às vezes não concordam"»

Mais desenvolvimentos na página de cultura da RTP.


por Booktailors às 12:37 | comentar | partilhar

Seg, 18/Fev/08
(fotografia da aguasfurtadas 7, amavelmente oferecida na altura pelo colaborador da revista e compositor Pedro Junqueira Maia)

Para quem não conhece, a revista aguasfurtadas é uma interessante descoberta, relativamente densa e séria, aborda literatura, música e artes visuais de forma diversa.

Sendo publicada pelo Núcleo de Jornalismo Académico do Porto, a revista acaba por circular maioritariamente nessa cidade.
Por vários motivos a revista ficou-se pelo n.º 10 e pretende agora apoios para ultrapassar essa marca.

Por essa razão, a partir de sábado, dia 1 de Março, na Galeria JUP (Rua Miguel Bombarda, 187, R/C, no Porto), poderão comprar fotografias, pinturas, ilustrações, pautas originais e múltiplos manuscritos dos mais diversos autores, portugueses e estrangeiros, por apenas €20 a peça.

Os resultados da venda serão totalmente utilizados para a publicação da aguasfurtadas n.º11.

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por Booktailors às 10:55 | comentar | partilhar

Seg, 18/Fev/08

Os recordes, naturalmente, pertencem a quem os faz memoráveis (ou recordáveis, como preferirem), mas o Guinness Book of Records é agora privado e pertence ao Grupo Jim Pattison.

A compra anunciada sem valores (talvez porque não fossem um recorde) irá juntar no mesmo grupo o famoso livro anual e o seu principal concorrente, a obra Believe It or Not!, de recordes estranhos e bizarros, que pertence à Ripley, também nas mãos do Grupo Jim Pattison.

Via Publishers Weekly.


por Booktailors às 09:44 | comentar | partilhar

Dom, 17/Fev/08
Dom, 17/Fev/08
«O perigo de deterioração que impende sobre os periódicos e livros editados entre 1830 e 1930 é o principal motivo para a realização de importantes obras de ampliação e remodelação da Biblioteca Nacional (BN), em Lisboa, que se deverão iniciar em Junho próximo.»

Mais desenvolvimentos no Correio da Manhã.

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por Booktailors às 11:46 | comentar | partilhar

Dom, 17/Fev/08
Maria Antónia Zacarias assina hoje um artigo no Público, intitulado "Biblioteca de Évora transfere livros devido ao peso do espólio" - p. 26, que dá conta das dificuldades com que a instituição se está a deparar, devido ao peso dos livros.

O LNEC recomendou há quatro anos que o primeiro andar biblioteca fosse aliviado do peso dos livros, pelo que neste momento se está a proceder a uma reestruturação no rés-do-chão do edifício, para que seja transferido para ali parte do espólio. Essa reestruturação beneficiará ainda a biblioteca em mais oito lugares sentados.

Os trabalhos em causa implicam um investimento de 100 mil euros.

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por Booktailors às 11:34 | comentar | partilhar

Dom, 17/Fev/08
Hoje, no Jornal de Notícias, um artigo de Marta Neves, intitulado "Livrarias devem ser serviço público", que reproduz algumas das conclusões do debate "As editoras e as livrarias. Que futuro?", que decorreu no Mercado Ferreira Borges, no Porto, e que contou com as presenças de Américo Areal (Byblos), Baptista Lopes (APEL) e Pedro Mata (Leitura/Bulhosa).

Alguns excertos:
«"Para se conseguir estar no mercado livreiro tem de se ter alguma dimensão" (Pedro Mata)

«apesar do actual "tecido editorial português estar concentrado em quatro grandes grupos", como descreveu o dirigente da APEL, o futuro desenhado para o sector é de clara "expansão".

"A grande forma de nos defendermos é criando, cada vez mais, diversidade em termos editoriais", defendeu o responsável da livraria Byblos.

«Américo Areal (...) [com] a visão mais optimista da tarde, [deu] pistas de uma comercialização de livros que se deseja "não agressiva", criando uma espécie de "verdadeiro serviço público". E exemplificou "Há jovens que passam tardes, sentados no chão, a devorarem livros. Mas, esses, que hoje não compram nada, vão ser os mesmos que no futuro vão comprar muitos livros para os filhos". E insiste que o lema deve ser: "Venha, leia, se quiser, compre".»

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por Booktailors às 11:26 | comentar | ver comentários (1) | partilhar

Dom, 17/Fev/08
Os motivos para a redução de pessoal são dois: economia fraca e... a competição da Internet.

Mais desenvolvimentos na página de Internet do Público.


por Booktailors às 00:21 | comentar | partilhar

Sáb, 16/Fev/08
Sáb, 16/Fev/08
«Eu acho que se podia dispensar este acordo. Escrevo em português e penso que os portugueses vão continuar a escrever - sobretudo os da minha geração - no código em que foram ensinados. Na minha idade (84 anos), não vou agora mudar para uma ortografia - digamos comum».
Eduardo Lourenço

«Eu sempre achei que o acordo ortográfico não é preciso: um brasileiro lê perfeitamente a ortografia portuguesa e um português lê perfeitamente a ortografia brasileira. Olha a ortografia, sabe que palavra é que é, pronuncia correctamente (...) Acho que é um desperdício de energias, um desperdício de dinheiro, e penso que se devia gastar o pensamento e as forças em outra coisa qualquer»
Maria Lúcia Lepecki

Retirado daqui.


por Booktailors às 17:43 | comentar | ver comentários (1) | partilhar

Sáb, 16/Fev/08
«O investigador e neto do fadista Alfredo Marceneiro, Vítor Duarte Marceneiro, reivindicou hoje para o seu avô a cobrança de direitos de autor do "Fado da Saudade", do filme "Fados", e pôs em causa a distinção do Prémio Goya.»

Mais desenvolvimentos no Público - Última Hora.

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por Booktailors às 14:33 | comentar | partilhar

Sáb, 16/Fev/08
«O ministro da Cultura, José António Pinto Ribeiro, considerou hoje que deve ser o mercado e não moratórias a resolver a aplicação do Acordo Ortográfico, manifestando-se esperançado numa ratificação rápida do Protocolo Modificativo do mesmo.»

Mais desenvolvimentos na secção de cultura da RTP.


por Booktailors às 11:58 | comentar | ver comentários (1) | partilhar

Sex, 15/Fev/08
Sex, 15/Fev/08
Por motivos profissionais, foi impossível estarmos presentes na Póvoa. Fustigamo-nos diariamente com a falha, mas a vida é mesmo assim.

Vale-nos o Cristóvão e o Bibliotecário José Mario Silva.


por Booktailors às 20:32 | comentar | partilhar

Sex, 15/Fev/08

Se a Cotovia tem sido alvo de algumas notícias neste blogue é porque de facto tem feito por merecê-las.

Aliás quem o diz é também a Associação Portuguesa de Críticos de Teatro, que decidiu homenagear a Livros Cotovia com uma menção especial.

Nas palavras deles:

Exercendo a sua actuação editorial em matérias, intenções, parcerias e formatos muito diversos, os Livros Cotovia têm contribuído de forma superlativa para a criação de um repertório de teatro em Portugal, quer editando originais portugueses, quer promovendo ou apoiando traduções de importantes textos da dramaturgia mundial.

Configura esta sua prática uma visão de estimulante abertura não apenas a uma escrita em que poucas editoras gostam de arriscar, mas também à realidade viva da criação teatral ao fazer convergir muitas vezes a publicação dos volumes com a subida à cena das peças, sejam elas de portugueses ou de autores estrangeiros traduzidos.

[...]
A importância desta deliberada intervenção dos Livros Cotovia no panorama do teatro que se escreve e faz em Portugal justifica plenamente a Menção Especial que o júri da APCT decidiu agora atribuir-lhe.


Associação Portuguesa de Críticos de Teatro


O júri foi constituído por Ana Pais, Constança Carvalho Homem, João Carneiro, Maria Helena Serôdio e Rui Pina Coelho.


A cerimónia da entrega realiza-se no próximo dia 10 de Março (segunda-feira), no Jardim de Inverno do Teatro Municipal São Luiz (Lisboa), às 18h30, sendo livre a entrada.

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por Booktailors às 13:09 | comentar | partilhar

Sex, 15/Fev/08
Acho que todos se recordam dos cartazes pintados dos teatros e cinemas portugueses.

Através dessas grandes telas de desconhecidos artistas, a ilustração e a animação foram sempre usados para atrair as pessoas para espectáculos e eventos culturais de relevo e, hoje em dia e cada vez mais, para os livros.

Não acreditam? É porque não andam a navegar pelos sítios certos.

A Radium é uma parceria de animação digital. Com grande fama no mundo dos jogos de computador, música e publicidade, esta e outras empresas têm desenvolvido a animação digital que, cada vez mais, começa a ganhar espaço enquanto produtor de objectos promocionais de enorme interesse, que atraem novos e exigentes públicos.

Um dos seus últimos trabalho foi para o livro Sharp Teeth, cujo website é extraordinário e onde poderão ver as animações.
Outros trabalhos têm surgido, nomeadamente para Douglas Coupland e Billy Collins.


por Booktailors às 12:55 | comentar | partilhar

Sex, 15/Fev/08
Parafraseando Francisco José Veigas, ex-director da Casa Fernando Pessoa e responsável (com Carlos Vaz Marques) pelos encontros «em desassossego», quem não pode estar presente ou não coube no espaço e teve de ficar em pé (o nosso caso...) ou nas escadas, aproveite para ouvir o resultado gravado no programa Escrita em Dia (Antena 1, quartas-feira a partir das 23:10).

Pode optar ir directamente à fonte (RDP - Antena 1), ou ao Origem das Espécies.


por Booktailors às 11:59 | comentar | partilhar

Sex, 15/Fev/08
«Helvetica may be everywhere - on the street, in the boardroom, around advertisements - but its nowhere on the bound printed page. It seems that serifed type has been deemed easier to read by the publishing industry than by advertisers and designers. Perhaps the serifs somehow aid in hurrying our eyes along the horizontal plane. Helvetica may be more legible at a distance, hence its use outdoors. Close up, serifs may help; further away, maybe not. Who knows?»



Um texto de Nigel Beale, no theblogbooks, intitulado "Why don't publishers use Helvetica?"

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por Booktailors às 11:56 | comentar | ver comentários (1) | partilhar

Sex, 15/Fev/08

Alguns excertos:

«Nós pensámos que se juntássemos várias empresas, podíamos libertar recursos para investir no próprio produto: nos conteúdos e no marketing. Não pretendemos alterar o posicionamento de cada uma das empresas, o que queremos é libertar recursos para aquilo que é o "core business" em cada uma delas.» [p. 51]

«Acreditamos que os países africanos de expressão portuguesa são mercados de futuro para o livro escolar. Logo, a compra da Texto Editores não tem só a ver com o seu posicionamento em Portugal, mas com todo o posicionamento global.»[p. 51]

«Com a aquisição destas oito empresas reduzimos os recursos em cerca de 30%, o que libertou capital para nos podermos concentrar no produto, no marketing e na área comercial.»[p. 51]

«Ao nível escolar, cremos que não há mais nenhuma empresa que nos acrescente valor. Na área de edições gerais, nós já somos líderes e temos a dimensão suficiente para crescer organicamente. À partida, não estou a ver nenhuma empresa disponível que justifique a aquisição.»[p. 51]

«...acreditamos que podemos crescer nesse mercado [auto-ajuda] através de uma das nossas chancelas, a Lua de Papel (que pertence à Asa). A marca tem um excelente editor e, entre outras coisas, publicou o "best-seller" "O Segredo"» [p. 51-52]

«África será uma aposta forte da Leya. O Brasil não é uma prioridade. Será algo a pensar na segunda fase do ano. (...) Neste momento a nossa equipa está concentrada em consolidar a integração das várias editoras e em apostar no crescimento orgânico do grupo.»[p.52]

Tencionam captar autores brasileiros?
Sim, Mas para isso precisamos de adquirir editoras no Brasil. A Caminho vai editar este ano dois autores brasileiros, a Asa já o fez e o Francisco José Viegas com a sua chancela [Babilónia, nas Edições Asa] também o vai fazer» [p.52]

«A Leya oferece muito mais condições para se publicarem autores novos. Um grupo que factura 90 milhões de euros e que tem um resultado de exploração apreciável, tem mais condições para fazer apostas de risco de que as editoras mais pequenas.» [p.52]

«Quanto maior força tivermos para negociar com o retalho, mais poder teremos para colocar autores que, por si só, não gerariam tanto interesse. Aliás, se há um ponto em que tanto eu, como os restantes administradores, temos insistido junto dos editores, é para que descubram novos autores.» [p.52]
"Confirma que, à priori, não haverá qualquer alteração nas linhas editoriais das diversas marcas, nem nas direcções que os respectivos editores lhes imprimiram?
Confirmo.» [p.53]

«Nós, como grupo, pretendemos potenciar o verdadeiro trabalho de um editor: o homem que procura, que escolhe, que acompanha, que edita, tendo uma estrutura de gestão que o apoia. Numa editora pequena, o editor tem de se preocupar com todas essas vertentes e é impossível que gira de forma profissional todas elas. A profissionalização implica que cada área seja gerida por um especialista e isso só é possível tendo dimensão.»[p.53]

«O e-book e o audiobook, para já, não são prioridades. Estamos atentos, a acompanhar o que se faz no mercado internacionalmente, mas acho que não temos dimensão em Portugal para sermos nós a "puxar a carroça".» [
p.54]

«Temos um canal de distribuição de livros online, que é o Mediabooks.pt, sobre o qual estamos a fazer alguns estudos e a ponderar a sua estratégia. Devo dizer que não é um dossiê fácil, no sentido em que é necessário ter em conta a concorrência internacional.»[p.54]

«Nós somos o elo de ligação entre o autor e o leitor. Quanto melhor expusermos o livro, melhor para o leitor. Em quanto mais canais de distribuição estivermos, melhor para o leitor. Pretendemos abrir o leque de canais de distribuição onde vamos ter os nossos livros.»[p.54]

«O receio de que a concentração implique menos diversidade é infundado?Sim. Nós publicaremos aquilo que tem, efectivamente, interesse e procura por parte do mercado. Mas, há produtos que embora nós saibamos que nunca serão rentáveis, fazem parte da responsabilidade de um grande grupo publicá-los, porque têm um valor cultural intrínseco. Agora, não faz sentido publicar um livro do qual há milhões de livros iguais, para vender 500 exemplares. Mas isso não quer dizer que só publiquemos o que é rentável.»[p.54]

Fonte: Isaias Gomes Teixeira, Revista Os Meus Livros, Fevereiro 2008, nº 60, páginas 50 a 54.

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por Booktailors às 11:13 | comentar | ver comentários (1) | partilhar

Sex, 15/Fev/08

«297 casas editoras da América Latina e do Caribe, Europa e Ásia serão representadas na Feira Internacional do Livro Cuba 2008, que abriu suas portas em 14 de fevereiro em Havana (...)

No encontro, que permanecerá na capital até 24 de fevereiro e depois se estenderá por 42 cidades do país até 9 de março, há expositores estrangeiros que representam mais de uma ou um grupo de editoras(...) de Cuba são 68 as que mostram seu trabalho neste encontro popular e também de troca acadêmica, profissional e cultural.»

Mais desenvolvimentos aqui.


por Booktailors às 11:06 | comentar | partilhar

Sex, 15/Fev/08
Há informações que são úteis quando queremos que os nossos livros sejam falados na comunicação social.

Por mais que a comunicação via imprensa seja indirecta e, por vezes, arriscada (pois nunca se sabe o que o jornalista ou especialista irá dizer da nossa obra), a visibilidade que se consegue nos media é importante.

Ontem, e segundo o Correio da Manhã (ou melhor, segundo o próprio Prof. Marcelo, no auditório da Póvoa de Varzim, durante as Correntes d'Escritas, e divulgado pelo Correio da Manhã) soubemos quais os critérios pelos quais Marcelo Rebelo de Sousa se rege para escolher as obras que divulga.

Segundo o célebre avaliador, dos 50 a 300 títulos semanais que recebe, descarta automaticamente os livros de direito, para além de ser extremamente rigoroso com as obras de carácter académico, local ou municipal.

Por outro lado, procura equilibrar a «presença» de grandes e pequenas editoras, assim como de géneros apresentados ou autores/obras de países lusófonos.

Finalmente, usa como critério os temas que serão debatidos (ou, será melhor dizer soliloquiados?) com Maria Flor Pedroso.


por Booktailors às 09:36 | comentar | partilhar

Qui, 14/Fev/08
Qui, 14/Fev/08
A editora alemã das enciclopédias Brockhaus «passará em breve a existir apenas na Internet, renunciando totalmente à sua prestigiada edição em papel, que praticamente deixou de se vender, foi hoje anunciado.»

A editora pretenderá financiar esta estrutura, através de inserções de publicidade, pese embora que especialistas considerem difícil a angariação de anunciantes.

«Pensávamos que poderíamos continuar a marcar pontos com as edições impressas, mas temos de reconhecer que as pessoas agora só fazem buscas na Internet». As palavras são de Ulrich Granseyer, o director da Brockhaus, que era editada regularmente há mais de 200 anos.

Mais informações no Diário Digital.


por Booktailors às 12:21 | comentar | ver comentários (4) | partilhar

Qui, 14/Fev/08
«A próxima edição da Feira do Livro do Porto deverá realizar-se no pavilhão Rosa Mota, ao Palácio de Cristal, confirmou, ontem, ao JN, o presidente da Associação Portuguesa de Editores e Livreiros (APEL). "O certame deverá realizar-se no mesmo local das edições anteriores. Sem prejuízo, no entanto, de a Câmara Municipal do Porto e da APEL poderem, em conjunto, analisar outras soluções, nomeadamente, a Baixa do Porto", referiu, ao JN, António Baptista Lopes».

Hoje, no JN, um artigo de Manuel Vitorino.


por Booktailors às 12:07 | comentar | partilhar

Qui, 14/Fev/08
Luis Cristóvão faz-nos um report muito pessoal da Correntes D'Escritas no 1979. Para ir acompanhando. Opta-se por colocar o endereço geral e não um link directo, dada a (já) profusão de posts existentes no blog.


por Booktailors às 01:21 | comentar | partilhar

Qui, 14/Fev/08

Mais uma original iniciativa; uma vez mais, do outro lado do Atlântico.
A feira de Rio Claro propõe a troca de material reciclável por livros. Desta forma, a população tem acesso a «obras literárias e didáticas ao preço simbólico de entrega desses materiais».

«Os critérios de troca de lixo reciclável por livro são simples. Qualquer quantidade de material entregue na feira ou na sede da Cooperativa de Trabalho dos Catadores de Material Reaproveitável de Rio Claro - Cooperviva - pode ser trocada por um exemplar da livre escolha do munícipe.»

Mais desenvolvimentos no Canal Rio Claro.


por Booktailors às 01:01 | comentar | ver comentários (1) | partilhar

Qui, 14/Fev/08
Um artigo de Luis Felipe Soares, no Diário Online, intitulado “ABC Plaza Shopping tem a 10ª edição da Feira de Troca de Livros “, dá conta de uma original feira do livro na qual «para cada livro trazido, o doador pode retirar qualquer título que desejar, sendo que há um limite de dez livros por dia. Serão aceitas apenas obras literárias que estejam em bom estado.»

« O público terá à disposição, inicialmente, 6.000 títulos para realizar as trocas. A feira ocorre até o dia 2 de março, na Praça de Eventos do local, das 14h às 20h. O ambiente é composto por um lounge, destinado à leitura de livros e jornais, terminais de consulta do material disponibilizado e computadores com acesso gratuito à internet».


por Booktailors às 01:00 | comentar | partilhar

Qui, 14/Fev/08

"Em voz alta" trata-se de uma iniciativa, com uma duração temporal de 5 meses, que tem por objectivo incentivar o gosto pelo teatro (logo pela palavra, ferramenta essencial), em especial junto dos mais jovens. “Em voz alta” consiste na realização de uma série de espectáculos itinerantes de teatro e recitais de poesia em diversas instituiçõe sociais do concelho de Barcelos.

O programa, de natureza gratuita mas mediante inscrição, tem uma vertente solidária, «elo que o teatro chegará a centros de dia, lares de terceira idade, instituições dedicadas às crianças, pediatrias, associações e escolas»

Para ler aqui, no jornalregional.com

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por Booktailors às 00:59 | comentar | partilhar

Qui, 14/Fev/08

António Lobo Antunes na sua habitual crónica na Visão recorda Christian Bourgois.


«Há horas recebi a notícia da morte do meu editor francês, Christian Bourgois. Era meu amigo, trabalhávamos juntos há vinte anos, depois da sua operação ao cancro fui por diversas vezes a Paris para estar com ele. Uma manhã disse-lhe
- És um grande eidtor
ele respondeu
- Não há grandes editores sem grandes autores
e a modéstia das suas palavras elegrou-me. Tinha um imenso faro para descobrir talentos, não se tornou nunca um comerciante, os livros constituíram sempre a sua razão de ser. Não há muitos editores que eu estime e respeite. Que horrível coisa perder um amigo: e as grinaldas de lâmpadas a tremelicarem no escuro, a tremelicarem no escuro, a tremelicarem no escuro.
A melancolia das lâmpadas, gente por todos os lados, enervada, com pressa. Desde que cresci o Natal tornou-se uma multidão de gente enervada e com pressa. Que não fazem sombra no mar. Não fazem sombra em parte alguma, zangam-se apenas: deve tratar-se do espírito da quadra. Não fui eu que perdi um amigo, foi o Christian que perdeu tudo.»

Fonte: Visão, 24.01.2008, p. 18.

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por Booktailors às 00:59 | comentar | partilhar

Qui, 14/Fev/08
Escolheu e prefaciou obras que estão a ser publicadas em formato de bolso pela Booket. É a sua biblioteca ideal?
O objectivo é conseguir publicar grandes livros que se possam vender barato, por serem autores que já estão no domínio público. Pôr as pessoas a lerem livros que sejam bons, é só isso. E, se for necessário, usar o meu nome como chamariz para as pessoas os verem. Não há nenhum propósito comercial. É um acto de admiração para com esses livros, partilhar com os leitores esse prazer.

Fonte: Revista Tabu (jornal Sol), página 51, 02.02.2008. [Entrevista conduzida por Catarina Homem Marques]

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por Booktailors às 00:58 | comentar | partilhar

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