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Qua, 30/Abr/08
Qua, 30/Abr/08
O acordo ainda vai no adro, mas a guerra já começou.

Um mês e meio depois da Texto Editores ter lançado a versão Acordo Ortográfico do Novo Dicionário (versão Grande e regular) da Língua Portuguesa, eis que a Porto Editora apresenta o Dicionário da Língua Portuguesa de 2009, nessa nova versão. A obra tem a data de saída marcada para a primeira quinzena de maio, sendo que neste momento se encontra em pré-venda na webboom.pt.

Se ainda pensam se vão ou não adoptar um acordo que politicamente foi adoptado, pelo menos têm agora os instrumentos necessários para o fazer.

Já agora, para quando a versão da Academia (para não falar da Gramática, etc...)?


por Booktailors às 12:25 | comentar | partilhar

Qua, 30/Abr/08
- Quantos quer? Assim nos perguntarão no futuro, ao entrarmos numa livraria. Com a evolução do PoD (Publish on Demand) estamos cada vez mais próximos do cenário em que o livro é produzido e vendido no ponto de venda, eliminando-se toda a componente industrial na fase editorial.

Enquanto isso não acontece, vejam esta máquina, que imprime, corta e cola em menos de 20 minutos e por 20 dólares.


por Booktailors às 10:56 | comentar | partilhar

Qua, 30/Abr/08
Impressão nossa ou isto é que é serviço público. Se tem a sua casa tem um pé alto, mas já não tem espaço para os livros, o Blogtailors divulga-lhe a solução...

Retirado daqui.


por Booktailors às 00:22 | comentar | partilhar

Qua, 30/Abr/08
«O responsável da equipa técnica que negociou o acordo ortográfico que se prepara para entrar em vigor, afirmou ontem, ao programa Directo Europa, da Rádio JORNAL da MADEIRA, que será muito mais fácil de se proceder à alfabetização.»


Mais desenvolvimentos no Jornal da Madeira.


por Booktailors às 00:21 | comentar | partilhar

Qua, 30/Abr/08
A Quercus apresentou os seus bons resultados referentes ao ano de 2007.


Para ver aqui.


por Booktailors às 00:20 | comentar | ver comentários (1) | partilhar

Ter, 29/Abr/08
Ter, 29/Abr/08
Segundo dados revelados hoje, o Diário Notícias ultrapassou em tiragem o jornal Público, passando a figurar no pódio (3º).

Ao meu jornal, relembro o que já disse aqui. Decerto, a estes resultados não será alheio a distribuição gratuita da colecção de cursos de línguas no DN, mas ainda assim não deixa de ser um alerta que deverá levar o Público a reflectir. É verdade que o Público também cresceu mas está a perder a corrida: «O diário da Controlinveste fecha o segundo mês de 2008 com uma média de circulação paga nos 49.363 exemplares, tornando-se o terceiro diário do país, ao ultrapassar o Público. Também o jornal da Sonaecom vê reforçada a sua performance, registando uma subida de 9,3% face aos primeiros dois meses de 2007, cifrando-se numa média de circulação paga de 43.138 exemplares. A variação positiva de 1,1% do 24 horas, coloca o diário como o que menos sobe nos primeiros dois meses do ano, fechando o dois primeiros meses do ano nos 34.118 exemplares.»

Entretanto, continuo com a mesma pergunta de há uns meses atrás: pretenderá o Público ser apenas um jornal de preferência e não de referência? Ao tentar agradar a gregos e troianos, lentamente sinto os indefectíveis leitores do Público a deixarem de acreditar.

(E sim, sinto o Público quase como se fosse o Benfica. Bom... também não exageremos).

pf

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por Booktailors às 11:06 | comentar | ver comentários (2) | partilhar

Ter, 29/Abr/08
A UEP deixou nas mãos de cada associados a possibilidade de participação na Feira. A UEP enquanto entidade não assumirá qualquer orientação. Bruno Pacheco, contudo, refere que a «"A APEL (Associação Portuguesa de Editores e Livreiros) comporta-se como dona da feira

O Grupo LeYa ainda não divulgou a sua posição.


por Booktailors às 10:59 | comentar | partilhar

Ter, 29/Abr/08
A Isabel Coutinho publica no seu blogue um video subordinado à nova Ler, que conta com testemunhos do Francisco José Viegas.



Realçamos a beleza do plano picado, com um ligeiro travelling, até focar no alvo ao minuto 2:10. Parafraseando de forma leviana (mesmo muito leviana) o Manuel de Oliveira, fixa-se o plano e fica e fica e fica. Sai um óscar para o blog do canto.


por Booktailors às 01:23 | comentar | partilhar

Ter, 29/Abr/08
Amy Winehouse e o marido Blake Fielder-Civil foram desafiados para escrever a sua vida enquanto casal (se assim se poderá dizer), tendo para tal lhes sido oferecido 1 milhão de libras.

Mais desenvolvimentos no Sound Generator.


por Booktailors às 01:11 | comentar | partilhar

Ter, 29/Abr/08
A Amazon, apesar de muito criticada pelas suas recentes posições (booksurge; exigência dos mesmos descontos que são feitos pelos editores nos seus websites), continua em alta: «Sales in Amazon’s North America media group, which includes book sales, rose 21.7% to $1.20 billion. Total company sales increased 37.1%, to $4.13 billion and net income increased from $111 million to $143 million. »

Continua na PW.

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por Booktailors às 01:05 | comentar | partilhar

Ter, 29/Abr/08

A Pearson (detentora do Financial Times e da Penguin Books) veio a público congratular-se do bom início de ano: «We expect another year of good earnings growth, even in these more uncertain economic conditions».

Mais desenvolvimentos no The Guardian.


por Booktailors às 00:59 | comentar | partilhar

Ter, 29/Abr/08
Os autores da Bloomsbury já vieram a público fazer notar o seu desconforto face à editora, uma vez que os responsáveis apenas parecem preocupados em promover a saga Harry Potter e a sua autora. Alguns autores já decidiram mesmo abandonar a Bloomsbury e mudaram de camisola, caso de Joanna Trollope que se mudou para a Transworld e que foi lacónica nas suas declarações: «"They should publish one final book called Harry Potter and the Poisoned Chalice. (...) "There is a definite feeling that the Harry Potter phenomenon has led to other authors being neglected somewhat."

Mais desenvolvimentos no Telegraph.


por Booktailors às 00:48 | comentar | partilhar

Ter, 29/Abr/08
«Então, acha que não tem sentido investir na área da edição, é isso?
Tem, tem sentido. Agora, eu é que, com aquilo que conheço do mundo financeiro, encontraria certamente opções muito mais interessantes do ponto de vista do investimento. Se fosse essa a minha óptica. Mas confesso que não fiz essa comparação, essa estimativa. Como lhe disse há pouco, a minha entrada na Guimarães Editores resultou de um conjunto de circunstâncias que foram, por esta ordem, a alteração da minha vida, a alteração do mercado e a predisposição dos proprietários da Guimarães para iniciar um processo negocial. »

Ler, nº69, Maio 2008, p. 46. Entrevista a Paulo Teixeira Pinto, conduzida por Francisco José Viegas.


por Booktailors às 00:48 | comentar | partilhar

Ter, 29/Abr/08
«Má coisa é fomentar o gosto pela leitura nas crianças. Quando os jovens leitores forem mais crescidos, estarão indefesos perante a vida, que é ágrafa, analfabeta e audiovisual»


Juan Onetti

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por Booktailors às 00:44 | comentar | partilhar

Ter, 29/Abr/08
Para quem não sabe ou não se interessou, o mundo árabe foi o convidado da Feira do Livro de Londres.



Com stands luxuosos e festins diários, os seus espaços estavam quase sempre vazios, servindo apenas para passear por lá durante as horas mortas.

Para quem até acha piada, deixamos aqui algumas capas expostas de livros muito conhecidos... tentem agora descobrir quais são:




por Booktailors às 00:43 | comentar | partilhar

Seg, 28/Abr/08
Seg, 28/Abr/08
«A Associação Portuguesa de Editores e Livreiros (APEL) apelou hoje a uma «solução de compromisso» com a União de Editores Portugueses e com o grupo Leya para a Feira do Livro de Lisboa, ressalvando que o evento voltará a ter um modelo tradicional. »

Mais desenvolvimentos no Diário Digital.


por Booktailors às 22:40 | comentar | partilhar

Seg, 28/Abr/08
O Parlamento Global, mais propriamente o Parlamento dos Miúdos, arranca de uma parceira entre a SIC, o Jornal Expresso, a Rádio Renascença e... a Porto Editora.

Com esta parceria, a Porto Editora fortalece a sua imagem de credibilidade junto de um dos seus públicos-alvo: as crianças em idade escolar e respectivos pais. Já para não falar do lastro de comunicação que consegue. Os meios de comunicação têm divulgado a parceria de forma exemplar.


O apoio da Porto Editora consistiu no fornecimento das suas fontes de informação e plataformas digitais como apoio ao projecto, nomeadamente através do produto Infopédia. Com esta cedência, a Porto consegue igualmente que as crianças passem a considerar a Infopédia como fonte privilegiada de acesso ao conhecimento.


por Booktailors às 12:56 | comentar | ver comentários (2) | partilhar

Seg, 28/Abr/08
António Lobato Faria, do Grupo Oficina do Livro.


por Booktailors às 00:02 | comentar | partilhar

Seg, 28/Abr/08
Segundo dados publicados na PW de 07.04.2008, baseado num estudo da Pubtrack Company, as cadeias livreiras (33%), a Internet (21%) e os clubes do livro (12%) representam dois terços do número total de compras feitas por indivíduos com mais de 18 anos. As livrarias independentes ficam-se pelos 3%. Pese embora que um estudo da Fairfield Research coloque este valor nos 9%.

As compras, em termos de categorias, centram-se nos 49% para ficção e 51% para não ficção. Dentro da ficção, os géneros com a maior fatia do bolo são os livros policiais (17%), romance (11%) e a ficção científica (5,5%). Do lado da não ficção, a religião leva vantagem, ao representar 5% do número total de vendas.


por Booktailors às 00:01 | comentar | partilhar

Dom, 27/Abr/08
Dom, 27/Abr/08
«...comecei a sentir-me mais bem disposto, pelo menos até à chegada de José Eduardo Agualusa. Ele é, com toda a certeza, o homem a quem mais vezes fui apresentado na vida. Sempre que me vê, essa vez é para ele a primeira mas com uma boa desculpa; Se a minha vida fosse passada a beijocar raparigas a borboletearem-me à volta, como ali não foi excepção, também ficaria assim da memória ou ainda pior.

(...)

...a Alexandra Carita e a Isabel Coutinho (numa inédita parceria Expresso/Público/DN) ajudavam-me a perceber quem eram as figuras com as caras à média luz, uma tarefa também facilitada pelo ecrã que ocupava uma das paredes projectando a imagem dos presentes nas poses mais comprometedoras que se possa imaginar, incluindo mais editores do que a Feira do Livro conseguirá reunir.

(...)
O momento alto da noite foi quando se recuperou uma canção de Eça de Queiroz com letra de Camões ligeiramente adaptada» [esta... só percebe quem lá esteve...]

João Villalobos assinou, ontem no DN, o texto mais surpreendente (à falta de uma palavra melhor) dedicado ao relançamento da Ler.

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por Booktailors às 14:38 | comentar | ver comentários (3) | partilhar

Dom, 27/Abr/08



por Booktailors às 00:55 | comentar | ver comentários (3) | partilhar

Dom, 27/Abr/08

Michael Holdsworth, chairman da Book Industry Community, no âmbito de um dos seminários da LBF, apontou o caminho para os livreiros, no contexto digital. E no contexto da concentração livreira, dizemos nós:

«There's still too much of a wait and see attitude. Some of that is from people who came into bookselling a long time ago and haven't adapted. Booksellers need a web presence with full e-commerce facilities, they need do work closely eith the local community and become hubs for local people»

Bookseller, 15.03.2008, p. 3.


por Booktailors às 00:52 | comentar | partilhar

Dom, 27/Abr/08
A Faber anunciou os seus planos para a área digital, tendo nomeado um Head of Digital Publishing, Henry Voland, ex-editor de não-ficção da casa. Esta nomeação é feita em paralelo com o lançamento de um estratégia para os e-books.


Stephan Page, CEO, disse que a editora pretende fazer uso das "extraordinary new technologies taht have been created in the last decada to help engage with readers and publish in different new formats.


Fonte: Bookseller, 14.11.2008, p. 3.


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Sáb, 26/Abr/08
Sáb, 26/Abr/08
«The creative use of the book cover is one of the few variables publishers can manipulate to influence consumer behaviour. It is almost incumbent on them to be brave and inventive in order to grab book buyers' attention. The reality, however, is that they are hitting a brick wall. Retailers are calling the shots—stagnating the market by demanding covers that look just like the last bestseller.

This state of affairs has arisen because discussions about cover design are wholly subjective. No one knows best so, as gatekeepers to the market, the retailers get what they want. Rather than accepting this, publishers should see it as a wake-up call. Effectively, what retailers are saying is "We don't think you know your readers as well as we do". That's quite an insult.

There is only one way for publishers to regain the high ground in this relationship and that is by testing alternate covers and proving to retailers that they really do know what readers actually want.»

Damien Horner, na Bookseller.


por Booktailors às 14:19 | comentar | ver comentários (1) | partilhar

Sáb, 26/Abr/08
A Índia está a passar por um boom na procura de livros de culinária, com o mercado deste segmento a atingir níveis de crescimento na ordem dos 40%.


Mais desenvolvimentos no Bombaynews.net.


por Booktailors às 14:17 | comentar | partilhar

Sáb, 26/Abr/08
Anna Manso Pinheiro, acompanhada pelo assessor literário Manuel Brito (Estampa), junto às mesas de negociação de direitos estrangeiros.


por Booktailors às 14:12 | comentar | partilhar

Sáb, 26/Abr/08

«A expressão «vida de escritor», do meu ponto de vista, não tem grande sentido. Parece que o escritor teria de viver de uma maneira especial pelo facto de ser escritor. Falando do meu caso, não nasci para ser escritor. Há escritores que, efectivamente, nascem com uma biblioteca em casa, tem uma educação séria e, numa espécie de movimento natural, começam a interessar-se ela escrita. Eu nunca tive projectos de vida, nem de escritor nem de qualquer outra coisa.

(...)

A vida de escritor para mim não tem qualquer sentido. Parece que obriga a uma certa pose e uma certa forma de comportamento. E o escritor faz um trabalho, nada mais.»


José Saramago in: JL, Nº 978, 26.03.2008-08.04.2008, p.13.

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por Booktailors às 14:12 | comentar | partilhar

Sáb, 26/Abr/08
No Jornal Sexta, 18.04.2008, p.10, José Pedro Gomes escreve sobre o Acordo Ortográfico. Alguns excertos:


«Um dos argumentos a favor é o de que o preço dos livros para vender em África serão mais baratos se forem do Brasil.

(...)


Portanto este argumento só vem mostrar que este «acordo» só vai servir para os países africanos passarem a adoptar os livros produzidos no Brasil (mais baratos), nomeadamente para o ensino, sem ficarem com o problema de haver uma outra língua, que «por acaso» é a original e que lá vigorou por 500 anos. E com este 'acordo', os países africanos ficarão na esfera do brasileiro e não do português.

E quando sei que este acordo nem sequer teve uma discussão aprofundada e foi feito, afinal, contra a opinião dos estudiosos da questão... Mais uma vez com o argumento de que é «preferível fazer, do que levar muito tempo a discutir e não fazer nada». Como se discutir mais um bocado para fazer melhor seja necessariamente sinónimo de não fazer nada... Quem é que pensa assim?! Só um Governo que tem maioria absoluta e acha que isso é suficiente...»


por Booktailors às 14:09 | comentar | partilhar

Sáb, 26/Abr/08
A Random House, numa parcria com a GoSpoken, irá lançar um serviço que permite o download de audiobooks por telemóvel. A lista de obras contempla nomes como John Grisham, Sebastian Faulks ou James Patterson. Os audiolivros custarão entre 10 e 13 euros e estarão disponíveis no site da GoSpoken.

Fonte: Bookseller, 15.04.2008, p. 3.


por Booktailors às 13:59 | comentar | partilhar

Sex, 25/Abr/08
Sex, 25/Abr/08
A Isabel Coutinho já visitou a exposição “A consistência dos Sonhos” e publica no seu blog um video sobre este evento.


por Booktailors às 17:00 | comentar | partilhar

Sex, 25/Abr/08
A Bookseller de 11.04.2008 (pp. 34, 38, 41, 42) apresenta um dossiê assinada por Simon Creasey que apresenta os principais países para impressão de baixo custo no Oriente, apontando os principais argumentos a favor e a contra em cada um dos países assinalados.


O autor da peça retrata 4 países (China, Malásia, Tailândia e Singapura) , retratando-os da forma abaixo apresentada, sendo que o preço é sempre apontado como um dos aspectos positivos:



1) China:

Aspectos positivos: Boa formação dos colaboradores; excelente nível de qualidade e serviços; vulgarização da língua inglesa; métodos e práticas de trabalhos "verdes" (preocupação ambiental).

Aspectos negativos: Planeamento dos trabalhos; preço começa a subir; sensibilidades políticas poderão ser um entrave à publicação de certos conteúdos (ex: obras sobre Dalai Lama).

2) Malásia

Aspectos positivos: Preços mais baixos que a China; trato dos colaboradores é bastante afável.

Aspectos negativos: Falhas ao nível estrutural e da organização; algumas quanto à qualidade dos trabalhos; a impressão de alguns conteúdos poderá ser barrada (Ex: conteúdos de natureza erótica)



3) Tailândia
Aspectos positivos: Organizados e sistemáticos; Preço; especialmente dotados para trabalhos que envolvam muito trabalho manual; trato dos colaboradores é bastante afável; da língua inglesa;

Aspectos negativos: Ainda pouco sensíveis às necessidades e metodologias de trabalho do mercado externo.

Acerca deste país, o autor da peça é claro: «Overall, the nation is tipped to become a major exporter of books to the west over the coming years and buyers who get in there early could benefit from building long-standing business relationships».



4) Singapura
Aspectos positivos: Excelente qualidade de impressão e serviço; domínio da língua inglesa; organizados; metódicos

Aspectos negativos: Preço superior à China.

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por Booktailors às 16:48 | comentar | partilhar

Sex, 25/Abr/08
A Authentik irá lançar um guia de viagem, com um "código de barras" especial que permite que portadores de smartphones possam fazer download da lista de bares, restaurantes e outros itens para o seu telemóvel. O processo é simples: basta fotografar o código impresso no livro e ter acesso à internet para fazer o download da informação. O download será livre, havendo apenas lugar ao pagamento das comunicações de Internet, contingenciais ao operador.


por Booktailors às 00:40 | comentar | partilhar

Sex, 25/Abr/08
«Ler: Como classificaria a sua quarta vida [a vida de responsável editorial]?

P.T.P.: (...) Da forma como eu vivo as coisas, tenho a percepção de que esta é que é a minha vocação natural. Não era a vida financeira, na qual fiz o melhor que pude; não era a vida política, na qual fiz o melhor que pude; nem era a vida académica, na qual fiz o melhor que pude. Aquilo que eu quero fazer agora é que é a minha vocação natural. que é, basicamente, em termos profissionais, a actividade de consultor mas poder ter alguma disciplina, para mim próprio, para poder escrever e pintar, não subsidiariamente, mas como uma actividade normal.»

Ler, nº69, Maio 2008, p.45


por Booktailors às 00:38 | comentar | ver comentários (1) | partilhar

Sex, 25/Abr/08
"Worried about next Christmas already? Find out what the key consumer trends are and how to spot winning titles and sell them effectively in-store".

É assim que a Bookseller chama a atenção para o seminário que irá promover em Londres, a 5 de Junho, contando com oradores como John Ryan (jornalista especialista em retalho livreiro); Neil Fitton (da Borders); Richard Loww (do Barclays Commercial Bank - corporate director, retail and wholesale team), Jeremy Mitchell (da Retail Eyes), entre outros.

Algumas das temáticas a abordar: Qual o verdadeiro impacto económico do Natal no negócio dos livros? Como maximizar os nossos lucros numa altura tão saturada? Quais os factores que influenciam o processo de compra? Quais as tendências de compra para este Natal?



Mais informações aqui.


por Booktailors às 00:36 | comentar | partilhar

Sex, 25/Abr/08
Guilhermina Gomes, Círculo de Leitores.


por Booktailors às 00:36 | comentar | partilhar

Sex, 25/Abr/08
A partir da próxima segunda-feira, 28 de Abril, a sede da LeYa passa a ser em Alfragide (Rua Cidade de Córdova) , num edifício renovado. Ali funcionarão os serviços centrais da holding juntamente com os das editoras que a integram.

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por Booktailors às 00:33 | comentar | partilhar

Qui, 24/Abr/08
Qui, 24/Abr/08
A não perder o post de Francisco José Viegas, no blog da Ler, intitulado "Uma parte da guerra", e que aqui reproduzimos:

«A Feira do Livro de Lisboa faz parte da paisagem da cidade. Por mais que nos irritemos com a sua organização, com a sua eventual desorganização, com a chuva da primeira semana de Junho e com a repetição do seu modelo tradicional – a Feira do Livro é um momento especial do calendário da cidade.

Ao longo de 77 anos, houve polémicas que a marcaram com alguma regularidade. Essas polémicas foram inevitáveis depois da criação da União dos Editores Portugueses porque duas associações (a APEL e a UEP) passaram a disputar o mesmo território.

Durante dois anos (2006 e 2007) coube-me alguma responsabilidade na Feira enquanto director da Casa Fernando Pessoa que, de responsável pela “programação cultural” em anos anteriores passou também a entidade organizadora por delegação de competências da Direcção Municipal de Cultura. Todos os envolvidos sabiam, em Maio de 2006, que aquele era o último ano em que a Feira iria seguir o figurino tradicional ou o seu modelo histórico; APEL e UEP foram avisadas de que havia alterações em 2007.

É preciso perceber porquê. Em primeiro lugar, era preciso introduzir alterações substanciais no modelo de funcionamento da Feira – no tipo de stands, no horário, nos serviços de apoio (restaurantes, bares, locais para a imprensa, etc), na “animação cultural” e na promoção. APEL e UEP estavam de acordo nisso. Em segundo lugar, não era possível prolongar a vida da Feira com as duas associações de costas voltadas e ignorando-se com antipatia – até porque havia processos em tribunal e acusações mútuas permanentes, uma situação incomportável. Em terceiro lugar, se cabia à CML (através da Direcção Municipal de Cultura e da Casa Fernando Pessoa) um papel tão decisivo, então valia a pena tentar mudar as coisas.

Em Setembro de 2006 elaborei o primeiro documento sobre a Feira do Livro; ambas as associações concordaram com ele. Durante seis meses tentámos o acordo, que parecia impossível, entre a CML, a APEL e a UEP. Nesse tempo, e confrontados com a agonia da administração municipal (que não tinha força política, não tinha gente suficiente e, finalmente, não tinha dinheiro), fomos forçados a alterar o documento de princípio. Explica-se sumariamente o novo rumo: a CML tinha pago, pela Feira de 2006, cerca de um milhão de euros. Era um número assustador. O pavilhão central era um sovedouro de dinheiro. A Casa Fernando Pessoa disponibilizava quatro funcionários, durante largos meses, só para organizar a Feira, e durante as duas semanas em que ela durava, quase se transferia para o Parque Eduardo VII. A “animação cultural” acabava por distrair os compradores de livros e por custar dinheiro inútil. A CML nunca obteve retorno da Feira. Por isso, alterou-se o modelo e cada um faria aquilo que sabia fazer melhor: a CML disponibilizava o espaço, pagaria licenças de ocupação, fornecia infraestruturas e policiamento, trataria da promoção e entregaria 200 mil euros às associações; com esse dinheiro, as duas associações, em conjunto, reuniriam os editores e tratariam da “animação cultural”. Foram necessárias muitas reuniões com a APEL e a UEP, em quem vi sempre vontade de colaborar. Tanto a Casa Fernando Pessoa como o Director Municipal de Cultura, Prof. Rui Pereira, apesar da desordem que na época reinava na CML, fizeram tudo o que tinham prometido. As associações entenderam-se e os processos em tribunal foram resolvidos. A Feira fez-se. Sinceramente, foi um dos melhores anos da Feira, com as duas associações reunidas. Nem choveu tanto.

Estranho, por isso, que este ano tenha regressado a balbúrdia. É um cenário novo, que tem a ver com a existência de um meio editorial forte e naturalmente ambicioso – mas que deve concorrer ao espaço público da Feira conforme as regras existentes, a menos que elas sejam alteradas em consenso. O ideal seria, evidentemente, que cada editor (e, no futuro, cada grupo editorial, uma vez que o mercado mudou) planeasse os seus stands com inteira liberdade e que o regulamento da Feira fosse mais maleável e a sua promoção mais festiva. Mas não me parece que isso seja possível em confronto. E esse confronto não é senão uma sombra de outro combate; o da guerra dentro da estrutura cooperativa. É só uma parte da poeira que anda no ar.»


por Booktailors às 22:39 | comentar | partilhar

Qui, 24/Abr/08
«A Câmara Municipal de Lisboa decidiu ontem atribuir a organização do evento à Associação Portuguesa de Editores e Livreiros (APEL), porque foi esta entidade a primeira a entregar o pedido de realização no Parque Eduardo VII.

Perante esta decisão, a UEP anunciou hoje que reúne os seus associados na segunda-feira, tendo em cima da mesa vários cenários, entre os quais a integração nas duas feiras ou a realização de um outro evento semelhante. "Todos os cenários são possíveis", afirmou o secretário-geral da UEP, Bruno Pires Pacheco, sublinhando que alguns editores associados manifestaram intenção de não participar nas feiras do livro de Lisboa e do Porto.»

Mais desenvolvimentos no última Hora do Público.


por Booktailors às 22:37 | comentar | partilhar

Qui, 24/Abr/08
A Borders lancou o canal Bookzone que, entre outros conteúdos, oferece mais de 100 entrevistas a autores.

Para literalmente ver aqui.


por Booktailors às 16:13 | comentar | partilhar

Qui, 24/Abr/08
«O ilustrador português Daniel Maia vai colaborar este ano com a editora norte-americana Marvel Comics, depois de ter sido escolhido num concurso internacional de caça talentos conduzido pelo editor CB Cebulski.»

Mais desenvolvimentos no Diário Digital.


por Booktailors às 16:03 | comentar | partilhar

Qui, 24/Abr/08
«Historiadores alemães voltaram a exigir a publicação de uma edição comentada do «Mein Kampf» (A Minha Luta), de Adolf Hitler, antes que expirem os direitos de autor, em 2015, e possa haver edições para fins propagandísticos. »

Mais desenvolvimentos no Diário Digital.

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por Booktailors às 16:00 | comentar | partilhar

Qui, 24/Abr/08
Decerto relacionado com a publicação da coluna Booktailoring na Revista Ler e da referência no Jornal de Negócios (ver posts abaixo), o Blogtailors atingiu ontem o seu pico de visitas desde que abrimos portas: 1340 (por extenso: mil trezentos e quarenta).

Aos fiéis: Obrigado.
Aos que nos visitaram pela primeira vez: voltem sempre.


por Booktailors às 02:11 | comentar | ver comentários (4) | partilhar

Qui, 24/Abr/08
A Harper Collins pagou cerca de 1 milhão de dólares pelos direitos mundial de um "Freaknomics do desporto", a ser publicado pelo jornalista britânico Matthew Syed, um antigo atleta de ping-pong, que escreve para o Times.

O livro, apontado para 2010, retratará como é que o género, raça, política e genética influenciam a prática desportiva; sustentado em bases científicas, ao bom estilo freaknomics, terá uma abordagem bem-disposta e criativa.


por Booktailors às 02:10 | comentar | partilhar

Qui, 24/Abr/08
A Walker Books, em parceria com o jornal inglês Sun, decidiu oferecer 250,000 cópias da obra "We're going on a bear hunt", de Micheal Rosen.

Esta iniciativa encontra-se enquadrada no Ano Internacional da leitura e tem por objectivo aumentar o número de pais que contam histórias aos seus filhos.


por Booktailors às 02:09 | comentar | partilhar

Qui, 24/Abr/08
«A vida é o valor máximo de que dispomos para pagar seja o que for. E é por isso que o suicídio valoriza por extensão o que se tiver realizado. Se escreveste um livro ou dois que não levantam grandes aplausos e desejas naturalmente que sim, mete uma bala na cabeça »


Vergílio Ferreira

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por Booktailors às 02:07 | comentar | partilhar

Qui, 24/Abr/08
«Ler: E a editora? Como se vê a cumprir a sua disciplina de editor?
P.T.P.:Em primeiro lugar, a qualidade essencial, do meu ponto de vista, é gostar dos livros, gostar de livros. A não ser que se encare isto apenas como um negócio e, então, o fundamental é que se goste do negócio.

Ler: E qual é a sua perspectiva?
A dos livros. Se eu tivesse a ideia de fazer uma aplicação finanaceira ou de rentabilizar um investimento, escolheria qualquer outro sector, mas não o livreiro(...)


(...) Cheguei à Guimarães pelos seus livros, que foram o meu critério essencial. Se fosse pelo negócio, simplesmente, teria de trabalhar as coisas de outro modo. No meu caso, acho que ser editor é quase um luxo que damos a nós próprios, é quase como organizar uma biblioteca para os outros..»

Ler, nº69, Maio 2008, p.46.


por Booktailors às 02:03 | comentar | partilhar

Qui, 24/Abr/08
«A cidade da Horta, ilha do Faial, dispõe desde hoje de uma nova Biblioteca Pública e Arquivo, um investimento de seis milhões de euros que o presidente do Governo Regional pretende que tenha uma «intensiva utilização». »

Mais desenvolvimentos no Diário Digital.


por Booktailors às 01:58 | comentar | partilhar

Qui, 24/Abr/08
«A secretária de Estado da Cultura, Paula Fernandes dos Santos, congratulou-se hoje por os portugueses estarem a «ler mais», mas alertou que o país tem de «desenvolver mais acções» para se aproximar das médias europeias.»

Mais desenvolvimentos no Diário Digital.


por Booktailors às 01:51 | comentar | partilhar

Qui, 24/Abr/08
Após horas e horas quase sempre a falar uma língua que não a própria e quilómetros feitos para a frente e para trás, doem-nos os pés, a cabeça estala. Nada que impeça, claro, a degustação de uns quantos copos. Quando damos por nós, saltam rolhas das garrafas de champagne, mandam-se abaixo umas quantas de whisky, as de cerveja acumulam-se pelas mesas e os copos de vinho são quase uma extensão do corpo. Ah, e também não faltam caipinhas. Mesmo que o stand esteja longe de ser brasileiro.






por Booktailors às 01:49 | comentar | partilhar

Qua, 23/Abr/08
Qua, 23/Abr/08
Eduardo Pitta comenta a nova Ler, fazendo uma boa sintese do que podemos encontrar. Para ler aqui. Nós acrescentamos apenas o artigo da página 14 ;-)


por Booktailors às 23:38 | comentar | partilhar

Qua, 23/Abr/08

A APEL, por decisão da Câmara Municipal de Lisboa, irá organizar a Feira do Livro de Lisboa, no Parque Eduardo VII: «não havendo acordo entre as duas instituições e não sendo possível autorizar a ambas a utilização simultânea do mesmo espaço», a CML decidiu «com base nos critérios comuns à utilização do espaço público, deferindo o pedido que deu entrada em primeiro lugar e que corresponde à realização da Feira do Livro de Lisboa» (Rosalina Vargas, da CML).

«O despacho da vereadora da Cultura assinala que o Director Municipal de Cultura «deverá, ainda, diligenciar junto da entidade organizadora pela participação abrangente dos editores e livreiros portugueses na Feira do Livro de Lisboa». Em causa estará a presença, na Feira, de autores publicados pelas editoras do grupo LeYA, caso estas se recusem a participar no evento.» (Blog da Ler)

Na sequência destes acontecimentos, à altura em que escrevemos muito possivelmente a UEP ainda estará reunida, a discutir que reacção ter a estas evoluções.


por Booktailors às 23:27 | comentar | partilhar

Qua, 23/Abr/08






por Booktailors às 22:10 | comentar | partilhar

Qua, 23/Abr/08
Francisco José Viegas apresenta a nova Ler. Ontem no Belém Bar Café, às 21h30.



PS: O som e a imagem não são os melhores (captados por telemóvel), mas acreditem: é mesmo o Francisco José Viegas.

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por Booktailors às 20:46 | comentar | partilhar

Qua, 23/Abr/08
Elisabete Sá assina hoje no Jornal de Negócios (pp.18-22) um dossiê dedicado ao sector do livro, que conta com a participação de Carlos da Veiga Ferreira, Marco Lebre (Explorer), Mário Moura, António Lobato Faria e os Booktailors. Alguns excertos da peça "Concentração de mercado gera oportunidades de nicho":

«Nascida há dois anos, a editora Livros de Areia, que publica "literatura fantástica, livros que tocam o horror e a magia", enfrenta o seu maior problema no retalho. "As livrarias estão menos interessadas em divulgar livros e mais preocupadas a cumprir contratos", diz Pedro Marques. "Como é que nós vamos competir com a quantidade de livros dos grandes grupos? Acho que todas as editoras ditas de nicho, como a nossa, deveriam perguntar-se: podemos mesmo especializarmo-nos?".
(...)
Num momento em que estão em curso vários projectos de forte concentração editorial, acredito que há cada vez mais espaço para projectos individualizados, nos quais seja possível estabelecer uma estreita ligação com os autores" [Nélson de Matos]
(...)
Depois, acrescenta António Lobato Faria, da Oficina do Livro, o importante é que a dinâmica criativa do sector não estagne. O mercado livreiro nacional sempre deu oportunidade ao aparecimento de projectos bem sucedidos, mesmo que de menor dimensão. Entre muitos exemplos, pode-se apontar o caso da Cavalo de Ferro que surigiu no mercado há pouco mais de cinco anos, apadrinhado por vários escritores, especializando-se na tradução de ficção estrangeira.
Espaço no mercado parece não faltar. Desde que haja profissionalismo e dinamismo. É que, defende António Lobato de Faria, a concentração do mercado editorial português nada tem a ver com a teoria da evolução das espécies. Neste caso, não é preciso ser o mais forte para sobreviver. "Não acho que o que esteja em causa seja a vitória dos mais fortes, mas sim daqueles que estão melhor preparados".»


por Booktailors às 14:48 | comentar | partilhar

Qua, 23/Abr/08
Elisabete Sá assina hoje no Jornal de Negócios (pp.18-22) um dossiê dedicado ao sector do livro, que conta com a participação de Carlos da Veiga Ferreira, Marco Lebre (Explorer), Mário Moura, António Lobato Faria e os Booktailors. Alguns excertos:

«O livro está na moda. O negócio também. O sector, muito dominado por empresas tradicionais, nadas e criadas entre prosas e poesias, tem vindo a despertar a apetência de 'novos' empresários".
(...)
"Julgamos que este mercado tinha as condições necessárias para se fazer uma concentração nos termos que temos vindo a fazer. Ou seja, reduzir custos nas áreas do "backoffice", que não são 'core business', para reinvestir no que é importante: conteúdos, 'marketing' e distribuição. Se isto for feito, o mercado editorial é um sector económico interessante"»
(...)
Com a entrada da Explorer, o negócio ganhou em orientação estratégica e operacional. O "back office" e a área financeira foram reforçados e concentrou-se a distribuição das três insígnias. A Explorer, que acabou por ser adquirida pelo Direct Group, da alemã Berterlsmann - vai continuar à procura de editoras não escolares para comprar. "Os livros não escolares registaram um crescimento considerável em 2007: cerca de 30%", salienta Marco Lebre. "Compramos para vender. Claramente".
(...)
"... o produto livro tem um grande peso nos mecados africanos, em especial Moçambique, onde representa 16% das exportações portuguesas" [Carlos da Veiga Ferreira]"
(...)
Mário Moura diz que vendeu a Pergaminho ao Direct Group porque, entre outros grupos, teve ali a garantia de que a programação editorial da Pergaminho seria continuada. É que, em muitas casos, as técnicas de distribuição estão a ser mal realizadas pelos grupos em causa "Não se pode juntar oito editoras e colocá-las num caldeirão. Cada uma tem as suas especificidades".

Elisabete Sá, Pilhas de livros, montes de negócios, Jornal de Negócios, pp. 18-19.


por Booktailors às 12:58 | comentar | partilhar

Qua, 23/Abr/08
Ontem, no programa Dia D, Ana Lourenço entrevistou Paulo Teixeira Pinto.

Entre os temas abordados refira-se a compra da Guimarães que, segundo palavras do próprio, será para publicar obras de «cultura portuguesa».

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por Booktailors às 12:51 | comentar | partilhar

Qua, 23/Abr/08
Isabel Lucas, sempre atenta e interessada na indústria do livro, revela hoje que em 2007 se venderam em Portugal 13,5 milhões de livros.

Os dados, retirados do Gfk, são os mais fidedignos que existem no mercado, apesar de corresponderem com rigor a somente 60% do mercado.
Para além disso, não estão incluídos neste estudo as vendas directas, as vendas pessoais das editoras ou os livros vendidos com jornais, por exemplo.

Outros dados interessantes podem ser lidos, como o valor de 28,5 mil títulos editados (calcula-se que tenham juntado novidades, reedições e reimpressões), valor esse que, sim, nos parece correcto.

Para ler isto e muito mais, comprar o DN ou aceder à reportagem por aqui.


por Booktailors às 12:42 | comentar | partilhar

Qua, 23/Abr/08
Hoje, no JN, Sérgio Almeida apresenta três nomes conhecidos da nossa indústria.
Três editores que antes passaram com grandes grupos e que actualmente se dedicam a projectos pessoais.

Ler aqui.

Para o perfil dos editores em questão:
- Nélson de Matos;
- Cruz Santos;
- João Rodrigues;

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por Booktailors às 12:37 | comentar | partilhar

Qua, 23/Abr/08

Execução de Kyle Bean. Retirado do Book Patrol.

'
Ainda persistem algumas (pouquíssimas) vagas para o Curso de Produção e orçamentação gráfica, ministrado por João Costa. Dias: 5, 8, 12, 15, 19, 21 de Maio (18h30).

Mais informações aqui.


por Booktailors às 01:59 | comentar | partilhar

Qua, 23/Abr/08
«Embora não deixe que os seus livros sejam adaptados ao português do Brasil, pela lógica dos factos terá de se preparar para a entrada em vigor do acordo ortográfico. Vai mudar a maneira de escrever?

Não vou mudar nada! Continuarei a escrever como escrevo. Os editores e os revisores que façam o seu trabalho e que corrijam as palavras segundo a nova moda. É claro que já sei quando tiver o livro nas mãos não gostarei. Mas também já não vou ter muito tempo para preocupar-me com essas coisas. Posso compreender a necessidade do acordo. Mas não sei se é necessário!»

José Saramago, Tabu - Sol, 19.04.2008, p. 48. Entrevista conduzida por Cristina Câmara e Vladimiro Nunes. Fotografia de João Francisco Vilhena.


por Booktailors às 01:58 | comentar | partilhar

Qua, 23/Abr/08
Foi há pouco, como combinado, o lançamento da Ler no BBC. Houve croquete, houve bebidas, cigarros acesos (a ASAE não nos deve ler, esperamos) e boas conversas. Abraços para o Francisco e para o João que fizeram um trabalho belíssimo.

Há também uma entrevista com contornos bombistas a António Lobo Antunes que poderá deixar a Dom Quixote preocupada. Mas isso é para ler na revista, a partir da página 32...

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por Booktailors às 01:57 | comentar | partilhar

Qua, 23/Abr/08
«A Bertelsmann publicará a versão em alemão da enciclopédia livre Wikipedia em formato livro (...) A publicação incluirá os verbetes de busca mais freqüentes da enciclopédia popular digital, que conta com mais de 15 milhões de usuários mensais na Alemanha, segundo fontes da Bertelsmann. (...) O livro, que deve ser lançado em setembro, terá mil páginas e 50 mil verbetes e palavras-chave.»

Mais desenvolvimentos no Folha Online.


por Booktailors às 01:56 | comentar | ver comentários (1) | partilhar

Qua, 23/Abr/08
A Pan Macmillan publicará, em simultâneo a partir de Janeiro de 2009, versões em suporte impresso e digital das suas obras.

A Penguin UK anunciou igualmente que irá imprimir, a partir de Setembro, em suporte impresso e digital todos os seus volumes a preto e branco.

A Random House UK planeia lançar os seus primeiros e-books em Julho.


por Booktailors às 01:56 | comentar | partilhar

Ter, 22/Abr/08
Ter, 22/Abr/08
O dia mundial do livro é amanhã. Antecipando a efeméride, lançamos o nosso website institucional hoje. De futuro, haverá mais funcionalidades do que aquelas que encontramos neste momento. Contudo, a verdadeira plataforma da Booktailors na Internet é e será sempre o Blogtailors - o blog da edição.
Se quiserem ter notícias nossas, não se esqueçam de deixar o vosso e-mail no campo que fica por baixo do menu de navegação.

Para ver aqui.





por Booktailors às 18:34 | comentar | partilhar

Ter, 22/Abr/08
O Público já deu notícia do ingresso de Manuel Alberto Valente na Porto Editora. Um artigo de Isabel Coutinho, para ler aqui.


por Booktailors às 15:15 | comentar | ver comentários (2) | partilhar

Ter, 22/Abr/08
Manuel Alberto Valente, conforme anunciado na passada sexta-feira, iniciará funções na Porto Editora. Manuel Alberto Valente será o rosto da nova divisão editorial criada pela Porto Editora, que estará sedeada em Lisboa.


Reproduzimos aqui o comunicado de imprensa:

«
Porto Editora cria Divisão Editorial em Lisboa

Manuel Alberto Valente será o responsável pelo projecto

Pouco mais de um ano e meio após a entrada na área da ficção, a Porto Editora anuncia uma nova etapa na sua estratégia de crescimento: a abertura de uma nova Divisão Editorial, sedeada em Lisboa, que será coordenada por um dos mais competentes e reconhecidos editores portugueses: Manuel Alberto Valente.

Este passo da Porto Editora resulta da aceitação do projecto apresentado por Manuel Alberto Valente, que assenta num forte compromisso de intervenção nas áreas não escolares, nomeadamente na ficção de autores nacionais e estrangeiros. Esse trabalho será desenvolvido com total autonomia mas em articulação com a Divisão Editorial Não-Escolar da Porto Editora, liderada por Cláudia Gomes, responsável pela publicação de 20 títulos de ficção que representam um volume superior a 200.000 exemplares vendidos.

A coordenação destas duas estruturas será assumida pessoalmente por Vasco Teixeira. O Director Editorial do Grupo Porto Editora deposita grande confiança na capacidade e experiência de Manuel Alberto Valente e da respectiva equipa, a quem serão proporcionadas as melhores condições para realizarem um trabalho de excepcional qualidade com vista a uma crescente diversificação editorial da Porto Editora, onde o sector escolar representa hoje menos de 70% do total.

A Porto Editora reforça assim o seu pólo editorial na capital, até agora dedicado exclusivamente ao livro escolar e no qual sobressai outra empresa do grupo, a Lisboa Editora. Ainda este ano serão publicados os primeiros livros da responsabilidade da nova Divisão Editorial, que aumentarão um catálogo onde se destacam títulos como A Herança do Vazio, de Kiran Desai, vencedor do Man Booker Prize 2006; D. Sebastião e o Vidente, de Deana Barroqueiro, vencedor do Prémio Máxima de Literatura – Prémio Especial do Júri, Edição 2007; ou O Tempo dos Imperadores Estranhos, de Ignacio del Valle, vencedor do Premio de la Crítica de Asturias, Premio Libro con Huella e menção especial do Premio Dashiell Hammett.

Manuel Alberto Valente, que abandonou há um mês o Grupo LEYA, foi editor e Director-Geral de edições da ASA, empresa onde, ao longo de 17 anos, criou um catálogo de referência considerado um dos maiores e mais prestigiados na língua portuguesa.

O Grupo Porto Editora atingiu, em 2007, um volume de negócios de 84 milhões de euros, correspondendo a cerca de 14 milhões de livros vendidos em Portugal e nos mercados da edição em língua portuguesa, nomeadamente nos PALP.»

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por Booktailors às 14:43 | comentar | partilhar

Ter, 22/Abr/08
Já aqui foi referido, mas convém sempre relembrar. A Ler chega amanhã às bancas, hoje há festa de lançamento no Belém Bar Café, pelas 21h30.

Este número tem como tema de capa a entrevista a António Lobo Antunes. Entrevista essa que... vai dar que falar. E não falamos de uma forma literária...

A não perder, claro.

A Isabel Lucas assina hoje uma peça no DN sobre a Ler. Para ver aqui.

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por Booktailors às 10:54 | comentar | ver comentários (1) | partilhar

Ter, 22/Abr/08
«"O mercado está muito competitivo e uma editora média como a nossa tem muitas dificuldades. Não pode enfrentar as grandes editoras. Para crescer, precisava de mais investimentos"», as palavras são de Mário Moura e estão integradas numa peça de Isabel Lucas sobre a aquisição da Pergaminho por parte da Bertelsmann, publicada hoje no Diário de Notícias .


por Booktailors às 10:49 | comentar | partilhar

Ter, 22/Abr/08
«A vereadora da Cultura da Câmara de Lisboa, Rosalía Vargas, já enviou ao presidente da CML o seu parecer e correspondente proposta sobre o modo de resolver o problema da Feira do Livro de Lisboa e o conflito entre as duas associações (APEL e UEP). Aguarda-se que António Costa tome a sua decisão e a anuncie publicamente, o que, segundo fontes ouvidas pelo LERBLOG, pode acontecer ainda hoje.»
Entretanto, hoje, no Jornal Público o recém-chegado Paulo Teixeira Pinto oferece-se para dirimir os conflitos entre as várias partes: ""Ainda não percebi as razões desta guerra (...) "Estou disponível para falar com os dois lados em confronto, Associação Portuguesa de Editores e Livreiros e União de Editores Portugueses (...)Gostava que os preconceitos não prevalecessem sobre os argumentos."


por Booktailors às 10:45 | comentar | partilhar

Ter, 22/Abr/08
Pedro Prata, CEO do Grupo Editorial Plátano, grupo que esteve presente na Feira com espaço próprio.

O Grupo Editorial Plátano, juntamente com a Porto Editora, foram as únicas publishing houses portuguesas a arriscar ter "um stand" em Londres. Segundo Ana Tristão, da APEL - a terceira entidade que partilhava aquele espaço - o interesse por uma e outra editora foi grande.

Não longe dali, ficava um pequeno buffet, lá mais ao longe o champagne bar que tinha vista para a cookfair... um mimo. (ver fotos abaixo).


por Booktailors às 02:17 | comentar | partilhar

Ter, 22/Abr/08
A editora escolar Pandora foi adquirida por Martin Green e pelo fundo de investimento Key Capital Partners (KCP), tendo nomeado Trevor Goul-Wheeker como chairman não-executivo.

Este responsável já deixou bem claro que o crescimento orgânico é claramente um objectivo a atingir, mas que o grupo não deixará de crescer através de "selective acquisitions" se tal se revelar vantajoso.

Fonte: Bookseller, 11.04.2008, p.8.


por Booktailors às 00:10 | comentar | partilhar

Ter, 22/Abr/08
Em resposta à recente atitude da Amazon de apenas comercializar livros em sistema POD que usem o sistema Booksurge (ver aqui), choveu um coro de críticas a esta postura da livraria de Jeff Bezzos.

O presidente da American Society of Journalists & Authors, mostrando-se "disgusted", não poupou a Amazon: "With these grabby, strong-arm tactics, Amazon negates all the years of goodwill it has built up with writers, who ultimateley will bear the brunt of any price increases in the printing of independently published books". (: Bookseleer, "Criticism over Amazon p.o.d. move", 11.04.2008, p. 25.)

A Publishers Marketing Association, por seu lado, apelou à Amazon que reconsiderasse: «Without the opportunity to benefit from competitive pricing, small publishers risk, at best, an expensive and needless overhaul of their manufacturing process, and, at worst, the loss of their livehood". (: Bookseleer, "Criticism over Amazon p.o.d. move", 11.04.2008, p. 25.)

O site YouWriteOn.com (novos autores) pura e simplesmente apela ao boicote da Amazon (ver aqui)


por Booktailors às 00:10 | comentar | partilhar

Ter, 22/Abr/08
A partir de amanhã, (hoje para os que estiverem no lançamento da revista no BBC), já poderemos ler na Ler mais pormenores sobre a nova Guimarães.

Para já fica a referência do jornal Sol no caderno principal, na qual se referencia o conselho editorial da editora. Alguns nomes avançados: Vasco Graça Moura, Sobrinho Simões, João Lobo Antunes, Carvalho Rodrigues, Graça Morais, Dalila Rodrigues, Paolo Pinamonti, Nuno Rogeiro, Gonçalo Byrne e Pedro Mexia.

Notável.

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por Booktailors às 00:09 | comentar | ver comentários (1) | partilhar

Ter, 22/Abr/08
Walt Whitman e Fernando Pessoa, por Richard Zenith, no âmbito do ciclo "Asas sobre a América", na Fundação Luso-Americana para o Desenvolvimento.

Dia 24 de Abril, às 18h30, contando com a leitura de "Saudação a Walt Whitman", por João Grosso.

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por Booktailors às 00:08 | comentar | partilhar

Ter, 22/Abr/08
60.000 livros grátis, uma oferta Ambar / Jornal Público, para assinalar o Dia Mundial do Livro.


Dia 23, 4ª feira, com o Público um livro grátis.

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por Booktailors às 00:07 | comentar | partilhar

Ter, 22/Abr/08
Amanhã - dia mundial do livro, pelas 18h30, decorrerá na Fnac Colombo uma sessão subordinada ao tema "o futuro do livro", que contará com as participações de José Luis Peixoto, António Baptista Lopes e Mário Sena Lopes.


por Booktailors às 00:06 | comentar | partilhar

Ter, 22/Abr/08




por Booktailors às 00:04 | comentar | partilhar

Seg, 21/Abr/08
Seg, 21/Abr/08
O Público publica no seu website um artigo sobre as empresas que produzem aplicações informáticas relacionadas com a língua portuguesa. Alguns excertos:


«...Umas estão preparadas, embora não concordem com as mudanças, outras preferem não falar no assunto."Estamos atentos ao tema, há alguns anos, mas não vamos precipitar-nos, pois o Acordo ainda nem foi ratificado", afirmou Carlos Amaral, um dos administradores da empresa “Priberam Informática”, que tem no mercado ferramentas como o “Flip”, corrector ortográfico e de sintaxe com dicionário de sinónimos e auxiliares de tradução.

(...)

Carlos Amaral descreveu os futuros programas, como “um produto informático flexível mas cuja base seja clara, de modo a não confundir o utilizador, pois este tipo de ferramentas serve para esclarecer dúvidas, não para as agravar”. Carlos Amaral revelou ainda que outra das possibilidades em estudo é a de "os novos programas permitirem que um texto em português actual possa ser convertido automaticamente para o português do acordo".

(...)

Atenta ao Acordo Ortográfico está também a “Porto Editora”, que disponibiliza em CD-ROM a linha "PROfissional", onde se incluem o Dicionário da Língua Portuguesa, os Dicionários de Português-Inglês e Inglês-Português e os de Português-Francês e Francês-Português. "Estamos preparados para alterar as ferramentas à sombra do Acordo e digo à sombra e não à luz porque o Acordo é uma penumbra que vai cair sobre a língua portuguesa", afirmou Paulo Gonçalves, do gabinete de comunicação da Porto Editora.

(...)

A data de lançamento dos novos produtos ainda não se conhece, porém Paulo Gonçalves assegurou que se o Acordo avançar, em menos de seis meses terão as ferramentas no mercado. (...) "Quase todos consideram que o acordo é um disparate, embora também tenham consciência da sua inevitabilidade", revelou.

(...)

Quanto à “Verbo”, o director editorial, João Miguel Guedes, revelou que o acordo "não é uma preocupação". "Ainda nem se sabe se ele sempre entra em vigor e quando é que os professores vão ensinar a nova grafia aos alunos", assinalou. "

(...)

A "Texto Editora" ainda não tomou nenhuma decisão sobre medidas a tomar, tendo Susana Almeida, do gabinete de imprensa do grupo “Leya” (a que a Texto pertence desde 2007), informado que "a questão ainda está a ser perspectivada".»

Mais desenvolvimentos no Público.


por Booktailors às 20:10 | comentar | partilhar

Seg, 21/Abr/08
No sábado, no Jornal de Notícias, foi publicada uma entrevista a Miguel Sousa Tavares, conduzida por Ricardo Paz Barroso, que tem por mote a adaptação a televisão do romance "Equador".

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por Booktailors às 19:48 | comentar | partilhar

Seg, 21/Abr/08
O Jornal de Negócios dá conta da venda da Pergaminho à Bertelsmann por 6 milhões de euros.

Por Pergaminho, entenda-se igualmente as editoras Arteplural Edições, Quinto Selo, Gestão Plus e Bico de Pena. Os colaboradores da empresa ficarão nas instalações da Bertelsmann em Benfica.

Confrontado com o motivo para ter acedido a vender a Editora Pergaminho ao grupo alemão e não ao grupo Leya ou à Explorer Investments, que o contactaram nesse sentido, Mário Moura respondeu com a larga experiência do grupo no ramo editorial da Bertelsmann e com o facto de haver garantias quanto à continuidade da programação definida.

A área de distribuição permanecerá nas mãos de Mário Moura.

Mais desenvolvimentos no Jornal de Negócios. Recordamos que a Booktailors já dera conta desta mudança em Dezembro de 2007. Para ver aqui.


por Booktailors às 19:15 | comentar | partilhar

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