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Sáb, 31/Mai/08
Sáb, 31/Mai/08
O bibliotecário José Mário Silva é o novo coordenador de livros do suplemento Actual (Expresso). Do que conhecemos do José Mário Silva, só podemos saudar a escolha. Tenha o José Mário Silva o espaço necessário para desenvolver o seu trabalho e estamos certos que as melhorias aparecerão naturalmente. De forma progressiva, decerto, mas naturalmente.

Parabéns, José Mário Silva.

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por Booktailors às 23:59 | comentar | ver comentários (1) | partilhar

Sáb, 31/Mai/08




por Booktailors às 15:36 | comentar | partilhar

Sáb, 31/Mai/08


por Booktailors às 08:29 | comentar | ver comentários (1) | partilhar

Sex, 30/Mai/08
Sex, 30/Mai/08
Nélson de Matos deixa no seu blog um breve comentário aos acontecimentos de ontem, na Casa Fernando Pessoa.

Para ler também o post praticamente na hora do LerBlog. Aqui.


por Booktailors às 23:40 | comentar | partilhar

Sex, 30/Mai/08


por Booktailors às 23:08 | comentar | partilhar

Sex, 30/Mai/08
«Um ciclo de conferências, curtas-metragens, uma exposição, um concerto e uma peça de teatro são algumas das iniciativas promovidas pela Casa Fernando Pessoa para comemorar os 120 anos do nascimento do poeta, que se assinala a 13 de Junho de 1888.»

Mais desenvolvimentos no Público.


por Booktailors às 19:11 | comentar | partilhar

Sex, 30/Mai/08
«Um dossier com pareceres "de índole fundamentalmente linguística", alguns dos quais inéditos, vai ser entregue segunda-feira ao Presidente da República por signatários do Manifesto em defesa da Língua Portuguesa contra o Acordo Ortográfico.»

Mais desenvolvimentos no Público.


por Booktailors às 19:09 | comentar | partilhar

Sex, 30/Mai/08
A notícia veio anteontem publicada no Jornal Público (p.15) e a conclusão foi apresentada por Carlos Reis, defensor do Acordo Ortográfico (CR). O estudo, chefiado por CR, foi encomendado pelos ministérios da Educação e Negócios Estrangeiros.: «Ainda assim, o ex-director da Biblioteca Nacional crê que há razão para algum optimismo, já que Portugal "despertou agora", genuinamente, para a necessidade de ter uma política da língua. "E, por coincidência ou não, o mesmo está a acontecer no Brasil", acrescenta Carlos Reis, que está convencido de que "teve muito a ver com isto o modo como a nossa classe política se comportou na questão do Acordo Ortográfico".


por Booktailors às 18:49 | comentar | partilhar

Sex, 30/Mai/08
Adam Hodgkin dá a sua resposta à velha questão: irão os livros coexistir com o digital?

Aproveitando uma citação de Richard Charkin (que muito lamentamos ter saído da blogosfera) ao Guardian, afirmando que os livros nunca irão desaparecer, Adam contrapõe da seguinte forma:

«
If/when an acceptable and popular form of digital book arrives, the digital channel will benefit from Moore's law: this means that digital will become more attractive with respect to printed books at a rate approaching 50% per annum.
[...]
because a digital solution will be getting better so much faster. How publishers can respond to a distribution channel that gets better (cheaper, more profitable. more capacious, better value) at 50% per annum is another matter.... but it will make it very difficult for printed books to be in a steady-state of peaceful co-existence, as it were 'always with us' like hardback and paperback editions.

As more of our cultural environment migrates to the web (photos have gone with a flicker, music is going with an iTune, radio is on its last FM and TV is on the way via YouTube; film will certainly go digital), do we think that books alone of our mass culture formats will remain primarily analog in print?
On the contrary books will be and are being sucked on to the web because those who live and work in a web environment, need digital books to be on the web.

Energy. Books are heavy on energy. Are we sure that printed books will still be so popular when they cost £50/$80 or £15/$17.50 for mass market paperback. That may happen if oil goes to $300 a barrel.
Digital editions will at some point begin to be perceived as better/more useful than print books. At that point, publishers, authors and designers will invest a great deal of effort in making them even better, in providing functions that print books cannot.

Libraries are going digital with enthusiasm and digital libraries will be much better than we can currently envisage. Digital literature will be the golden age of the library and we will all use digital library services.»

Será?
(via Twitter JAF)


por Booktailors às 18:00 | comentar | partilhar

Sex, 30/Mai/08
A Lei do Preço Fixo francesa está a ser repensada à luz da nova Lei de Modernização da Economia [LME] e algumas propostas começam a ser aventadas.

Uma das que está em cima da mesa tem relações próximas com o que tem sido falado em Portugal (relativamente à Lei do Preço Fixo) e, por esse motivo, aqui reproduzimos a essência da proposta dos dois deputados da maioria, Christian Kert (UMP, Bouches-du-Rhône) e Jean Dionis do Séjour (Nouveau Centre, Lot-et-Garonne).

«un amendement au projet LME qui prévoit de réduire de deux ans à six mois le délai avant lequel il est interdit de pratiquer des rabais supérieurs à 5 % sur le prix des livres.»

A Société des gens de lettres (SGDL), o Syndicat national de l'édition (SNE) e o Syndicat de la librairie française (SLF) responderam com uma carta conjunta a Christine Albanel (Ministra da Cultura), alertando-a contra essa alteração que: «amorcerait un bouleversement total du marché du livre, dont les seuls bénéficiaires seraient quelques grands acteurs de la distribution».

Grandes superfícies e Internet (Amazon France e Alapage) defendem a alteração de forma a reduzir o preço dos livros e tornar o mercado francófono mais competitivo face ao mercado anglosaxónico; os editores recusam essa visão, dizem que a Lei é essencial, que os livros não estão caros e que o consumidor teria muito a perder com a liberalização do mercado (nomeadamente em termos de diversidade).

Por ora, discute-se somente.
(Via Le Monde / HM)

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por Booktailors às 14:00 | comentar | partilhar

Sex, 30/Mai/08


por Booktailors às 09:59 | comentar | partilhar

Sex, 30/Mai/08
A sessão de ontem, acorrida q.b. pelo sector e por poucas mais pessoas, teve como pano de fundo as diferenças APEL/ UEP, a Feira do Livro, a Câmara Municipal de Lisboa (CML) e as questões de fundo dentro do seio da UEP (posição da LeYa face aos restantes sócios).

Tendo iniciado de modo conciliatório, com discursos que apontam caminhos para as duas associações, Tito Lyon de Castro abriu a conversa de forma mais directa e, como já nos habituou, com uma franqueza desarmante.

Com os contributos de Guilherme Valente e as respostas (surpreendentemente directas) do Director da Cultura da Câmara Municipal de Lisboa, os ânimos exaltaram-se e foram ditas coisas que ainda não tinham saído a público, assim como exclarecidas algumas situações.

Faltar, faltar, só faltou Baptista Lopes, referenciado mais do que uma vez no decurso da sua actuação nas negociações com a UEP e a CML.

---

Livros de Mês

Osvaldo Silvestre, o «editor do mês», escolheu para livros do mês (os que gostaria de ter publicado), as seguintes obras:
- Diário (1941-19433) de Etty Hillesum (Assírio & Alvim);
- O Mundo num Segundo, Isabel Martins e Bernardo Carvalho (Planeta Tangerina), tendo sido bastante elogiado o trabalho do ilustrador português Bernardo Carvalho (não confundir com o romancista brasileiro);
- O Homem sem Qualidades (vol. II), Robert Musil (D. Quixote);

O que divide os editores?

Esta foi a pergunta que iniciou a conversa.
Carlos Vaz Marques, dirigindo-se a Carlos Veiga Ferreira, teve como resposta uma abordagem histórica, assente em duas tradições e duas épocas distintas: uma primeira época corporativa (do grémio), onde se dividiam de acordo com a sua posição política e dependência do Estado. Quando pedido para explicitar, Carlos Veiga Ferreira referiu a diferença entre as editoras que cresciam à conta do Estado (tendo sido referenciada a Porto Editora e a Verbo, após questão directa de CarlosVaz Marques) e os que eram independentes do Estado (tendo sido referenciada a Europa-América).

Após o 25 de Abril, diz Carlos Veiga Ferreira, mantiveram-se duas tradições, agora já não tão divididas por questões de ideologia política (apesar de Tito Lyon de Castro ter abordado os fundamentos políticos de esquerda subjacentes ao Clube dos Editores e, posteriormente, à UEP), mas sim por questões de conformidade face às alterações, assim como na forma de se pretenderem relacionar com as instâncias do poder político.

Apesar das «tradições», Carlos Veiga Ferreira entendeu que, actualmente, não há questões pessoais pendentes (que afectem ao nível profissional ou associativo), e que existem muitos interesses comuns e visões coincidentes daquilo que se quer fazer do mercado.

Referiu também o quanto o sector tem sido prejudicado pela cisão, nomeadamente ao nível da perda progressiva de apoio público.

(a continuar)

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por Booktailors às 09:46 | comentar | partilhar

Sex, 30/Mai/08
«Com a sala da Casa Fernando Pessoa composta, anunciava-se um debate aceso e foi isso que se viu. Descrever todas as intervenções seria um processo longo, mas resumindo, pode dizer-se que o entendimento entre APEL e UEP que já se configurava antes da Feira do Livro parece manter-se como uma possibilidade viável. Claro que isto poderá parecer estranho se tivermos em conta os argumentos discutidos e o calor com que se apresentaram, mas a ideia geral parece ser essa. Antes, porém, será preciso arrumar ambas as casas e, talvez, enterrar alguns diferendos, também entre membros de cada associação.»

Sara Figueiredo Costa fala do encontro de ontem na Casa Fernando Pessoa. Para ler aqui.


por Booktailors às 09:38 | comentar | partilhar

Sex, 30/Mai/08


por Booktailors às 01:01 | comentar | partilhar

Qui, 29/Mai/08
Qui, 29/Mai/08
A exposição "A Consistência dos sonhos", patente no Palácio Nacional da Ajuda, recebeu até agora cerca de 5400 visitantes. Nada mau, dado que se passou apenas um mês desde a abertura.


por Booktailors às 19:39 | comentar | partilhar

Qui, 29/Mai/08
Não estamos por lá (com muita pena nossa), mas conseguimos ter informações em primeira mão pela Isabel Coutinho, no Ciberescritas.

Recordamos que se encontram abertas as inscrições para os cursos de Marketing do Livro e Revisão.


por Booktailors às 17:03 | comentar | partilhar

Qui, 29/Mai/08
A Assírio e Alvim tem um blogue. Para visitar aqui.

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por Booktailors às 15:53 | comentar | partilhar

Qui, 29/Mai/08

















por Booktailors às 15:00 | comentar | ver comentários (2) | partilhar

Qui, 29/Mai/08

Entrevista da Wired ao fundador da Amazon, onde poderão saber tudo aquilo que queriam e não queriam saber.
Do Kindle à Amazon, da mulher ao negócio da música, de contas mal sabidas ao que fará com a sua fortuna.

Alguns excertos:
«
Portfolio: Every effort at e-books has failed. Why should this one work?

Bezos: We decided we were going to improve upon the book. And the first thing we did was try to determine the essential features of a physical book that we needed to replicate. The No. 1 feature is that it disappears. When you're in the middle of reading, you don’t notice the ink or the glue or the stitching or the paper — all of that disappears, and you're in the author's world. Most electronic devices today do not disappear. Some of them are extraordinarily rude. Books get out of the way, and they leave you in that state of mental flow.
[...]

Portfolio: You had a list for a spouse?

Bezos: I kind of did. It was a short list. I wanted a woman who could get me out of a third-world prison. It was really just a visualization for resourcefulness, because people who are not resourceful drive me bananas.
[...]

Portfolio: In 2007, Amazon had a phenomenal year. Revenue grew 38 percent—is that the right number?

Bezos: Yeah, something like that.
[...]

Portfolio: Was Amazon late to the game in online music sales?

Bezos: Well, certainly, you know, there's a very big player in that space, and they’re doing very well.

Portfolio: And who would that be?

Bezos: I’m not sure. I forget. [Laughter]
[...] »

Ler toda a entrevista.


por Booktailors às 10:00 | comentar | partilhar

Qui, 29/Mai/08












por Booktailors às 07:00 | comentar | ver comentários (1) | partilhar

Qua, 28/Mai/08
Qua, 28/Mai/08






Imagens captadas no dia 26.05.2008, na Estação de Metro do Terreiro do Paço.


por Booktailors às 22:28 | comentar | ver comentários (1) | partilhar

Qua, 28/Mai/08
Imperdoável seria não recordar:

Dia 3 de Junho fará 7 anos da morte de Manuel Hermínio Monteiro.

(via FJV e Ana Gomes Ferreira)

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Qua, 28/Mai/08
A pedido da familia de Ian Fleming, foi escrito o 15.º título da saga de James Bond. Devil May Care é o nome do novo título e foi escrito por Sebastian Faulks. A apresentação foi anteontem em Londres.

Mais desenvolvimentos no Público.


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Qua, 28/Mai/08
Na sua newsletter, a Caixotim divulgou o texto que abaixo reproduzimos. Tema: Feira do Livro.
«Abriu há poucos dias a 78.ª Feira do Livro do Porto. Embora sem os focos polémicos que rodearam a Feira do Livro de Lisboa, envolvendo as associações de editores e livreiros e espelhados na comunicação social, também a Feira do Livro do Porto apresenta algumas diferenças em relação aos anos transactos, designadamente quanto à disposição dos expositores na Tenda exterior e a ausência de serviços que penalizam aqueles que nela participam (bastará citar o caso da falta de funcionamento do restaurante que dava apoio a todos quantos nela estão a trabalhar entre as 15 e as 24 horas ou a inexistência de uma instituição bancária, a qual servia múltiplas operações decorrentes deste certame). Além disso, poucos terão deixado de reparar que, na proximidade temporal desta 78.ª Feira do Livro do Porto – e entrando mesmo na data da sua realização – se instalou na Avenida dos Aliados uma tenda de comercialização de livros a preços baixos, não descatalogados pelos editores, rotulada "primavera dos livros", acção em que estiveram envolvidos responsáveis pela Organização oficial da Feira que decorre agora no Palácio de Cristal. Não acreditamos que a APEL e a UEP desconheçam esta situação, pelo que essa iniciativa só pode revelar que o sector do livro e as práticas livreiras se tornaram uma actividade exclusivamente lucrativa, com regras pouco claras e até ostensiva desfaçatez. Por outro lado, contrariando o disposto no artigo 1.º do Regulamento, permite-se a instalação de quem apenas comercializa livros em língua estrangeira, quando só o poderia fazer para a líng ua portuguesa. Por tudo isto (e o mais que aqui se omite) pergunta-se: que motivos levam a que actualmente a Feira do Livro do Porto não seja organizada e programada por Editores e Livreiros da Cidade, como acontecia no passado? Acaso os certames que tinham lugar nos Aliados e que estiveram, ao longo de decénios, sob a responsabilidade de editores como Fernando Machado, Tavares Martins, Manuel Vieira, Fraga Lamares e tantos outros, não constituíram importantes realizações, com larga participação de instituições e dos portuenses em geral?

Entretanto, alargando o âmbito desta análise, ao declarar abertamente, através da comunicação social, o seu desinteresse na participação da Feira do Livro do Porto, justificando-o por uma premissa de ordem comercial, o Grupo LeYa manifestou, para com os leitores do Norte, em geral, e os portuenses, em particular, um total alheamento, senão desprezo, mitigado por uma solução de remedeio encontrada à última hora e que se traduz na presença de uma distribuidora que expõe e comercializa os livros das editoras desse Grupo.

Depois, subsiste o que aconteceu e ainda se verifica em Lisboa, com a pretensão, concretizada, da diferenciação expositiva dessa mesma empresa. Aquilo que diversos Editores, ao longo dos anos, não conseguiram pela força dos argumentos, foi conseguido, de forma sobranceira e diferenciadora, à custa do poder financeiro (senão de outras influências) por uma empresa recém-criada, que agregou numa holding várias editoras de renome. De facto, aquando da primeira participação de «Edições Caixotim» na Feira do Livro de Lisboa — e até por essa razão, dado a inexistência de pavilhão anterior — solicitou-se à APEL a inclusão de um pavilhão idêntico aos demais no seu desenho exterior, mas com algumas diferenças quanto aos materiais de fabrico e na sua disposição interna. Os motivos prendiam-se com a exposição de «edições especiais», que constituem uma das vertentes de maior prestígio desta Editora. Não se buscava, com essa atitude, criar graus de distinção ou supremacia entre editores ou autores literários, mas simplesmente apresentar de forma particular e ainda mais digna o resultado de um trabalho de vários anos, conseguido por uma grande exigência de qualidade editorial e gráfica.

Contudo, tal não foi autorizado pela APEL, que invocou o princípio de se evitar criar assimetrias entre todos os expositores, respeitando com isso não uma uniformidade no que é exposto por cada um, mas reconhecendo que as opções e os interesses dos leitores devem centrar-se exclusivamente nos autores e na qualidade das obras apresentadas e não em elementos externos da esfera do design ou do marketing. Como é evidente, respeitámos essa decisão e compreendemos as razões.

Perante os recentes episódios que envolvem a Feira do Livro de Lisboa temos assistido a uma declarada leviandade no modo como a situação tem sido entendida por analistas e pela comunicação social. Nada haveria, com certeza, a divergir ou até a opor se o Grupo LeYa organizasse a sua própria venda de livros, nesta ou noutra altura, à margem da sazonal Feira do Livro. Todavia, é procurando capitalizar as sinergias de uma iniciativa que tem largas dezenas de anos e que constituiu, sobretudo no passado, um das acções mais emblemáticas para a apresentação e divulgação de livros e autores, que o Grupo LeYa se arroga numa participação sem cumprimento das regras, desde os prazos da inscrição até aos regulamentos vigentes, conforme tem noticiado a APEL. É isso que está em causa, com toda a perturbação e demagogia de razões que têm sido invocadas para essa diferenciação.

«Edições Caixotim» é uma editora do Porto, inscrita na APEL, com mais de sete anos de actividade. A importância da sua actividade editorial pode ser avaliada através do habitual catálogo ou no sítio electrónico http://www.caixotim.pt/. É público o reconhecimento que instituições, entidades públicas e privadas, Universidades e Centros de Investigação, autores e leitores têm manifestado por esta Editora e pelo seu papel na edição portuguesa actual. O editor está, por diversos modos, inserido nesta actividade há mais de vinte e cinco anos, inclusive, numa vertente pessoal, investigando e publicando textos sobre a edição de livros, a história de algumas editoras, editores, livreiros e alfarrabistas. Por isso, não pode deixar de assumir uma posição crítica pelo modo como finalizou o processo da Feira do Livro de Lisboa, tanto mais que esta é apenas uma das facetas visíveis de uma atitude e prática que poderá subverter não só o universo da edição em Portugal, como condicionar, certamente, o futuro das opções de leitura de cada um de nós. Como sabemos, neste particular a procura tem por base a oferta e, condicionada esta (os chamados tops e indicadores de venda imprescindíveis aos «gestores de produto» são disso exemplo), o espectro do que se quer fica necessariamente ao sabor do que se propõe…

Lamenta-se, por outro lado, que quer as entidades associativas e institucionais, quer a comunicação social e, principalmente, aqueles que detêm a qualidade de "autores", não tomem posição quanto ao que significa esta atitude do Grupo LeYa, que se estende ao teor da sua apresentação na Web. Não nos cabe pactuar com a apatia geral e o manifesto desinteresse com que outros aceitam esta posição de força, indicativa de meros interesses empresariais, entenda-se, comerciais. Na nossa perspectiva, é a própria história da edição em Portugal e o que esta representou no surgimento de autores, correntes literárias, movimentos culturais, que serviram a dar fisionomia criativa, literária e cultural a Portugal que paulatinamente será posta em causa. Nesta Editora não há a estultícia de ensinar quem quer que seja a editar, ainda que se mantenha o propósito de lutar pela memória das artes gráficas e pelo saber daqueles que fizeram emparceirar a "arte negra" ao lado das mais elevadas criações do espírito humano, mas, por isso mesmo, com o saber da História e os testemunhos do passado, jamais se poderá aceitar o advento de quem pretende, a modos de descoberta paraclética, "despertar as múltiplas geografias da alma lusófona" e "transformar […] a alma lusófona em linguagem universal». Não o aceitamos porque reconhecemos, sem miopia, que essa vocação tem sido assumida ao longo de mais de um século por muitos Editores e, principalmente por aqueles que estando distantes das esferas comerciais, fazem da sua vida uma via de p ensamento e de acção cultural. Afinal, para que serve a demagogia das palavras, quando a realidade das afirmações e da prática se mostra despudoradamente outra?

O Editor

Paulo Samuel»


por Booktailors às 18:20 | comentar | ver comentários (4) | partilhar

Qua, 28/Mai/08
FIXAR O PALCO EDIÇÕES DE TEATRO E DANÇA EM PORTUGAL
Tiago Bartolomeu Costa (crítico e director Obscena)
Maria José Fazenda (teórica da dança e Prof.ª Escola Superior de Dança)
Francisco Frazão (programador de teatro — Culturgest)
Carla Oliveira (editora — Orfeu Negro)

O mercado editorial português tem agido timidamente em relação às edições de teatro e dança ou não existirá mercado para estes livros? Que importância podem ter estas edições num contexto como o nosso, onde escasseiam referências bibliográficas em português? Numa conversa que contará com a presença de autores, editores e agentes culturais que se relacionam com estas publicações em fases diferentes (concepção, edição, recepção, ensino), procurar-se-á discutir as diferentes abordagens possíveis a este denominado nicho (biografia, teoria, dramaturgia, livro de artista), reflectindo sobre o papel e importâncias destas edições e fazendo ainda uma retrospectiva das mais recentes publicações no sector.

29.05.2008, 18h30
Feira do Livro de Lisboa.

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por Booktailors às 13:10 | comentar | partilhar

Qua, 28/Mai/08
«A lógica do país pequeno chegou, entretanto, ao mundo editorial. Com a aquisição de onze editoras, criou-se um grupo editorial que chega a ameaçar ser maior que o próprio mercado (pelo menos no discurso, é isso que tenta demonstrar). Ao adquirir onze editoras, algumas delas bastante diferenciadas em termos de oferta, com trabalho em diferentes nichos temáticos e com implantação regional em alguns dos casos, e pretendendo transformar essas onze num só projecto editorial, onde a imagem de cada um vai sendo absorvida, para além de, em nome do sucesso financeiro, reduzir pessoal e agrupar soluções que tornem a empresa mais eficiente. Acreditar que este é um projecto cultural seria no mínimo bizarro, e começamos a chegar a um ponto em que poderá até parecer que a compra de algumas destas editoras terá sido o preço a pagar para ter no grupo esta ou aquela pessoa, este ou aquele autor.»

Para ler na integra aqui.


por Booktailors às 11:14 | comentar | partilhar

Qua, 28/Mai/08
Na próxima sexta-feira a Microsoft irá acabar com o tão polémico Live Book Search assim como o Live Search Academic Web.
Irá, igualmente, parar o processo de digitalização de bibliotecas e obras com copyright.

Segundo os seus responsáveis, a Microsoft retira-se de vez deste mercado e oferece as máquinas de digitalização às bibliotecas com que estava a colaborar.

Se fosse Natal ainda acreditaria na história tipo «Scrooge»...
(nsl)


por Booktailors às 08:00 | comentar | ver comentários (1) | partilhar

Qua, 28/Mai/08
João Pereira Coutinho, na sua habitual crónica "Paraíso, Purgatório e Inferno" (Única - Expresso, página 24), dedicou a secção Inferno à Feira do Livro de Lisboa. Aqui fica um excerto:

«Assisti à polémica da Feira do livro com a náusea que a coisa inspira. Antes de mais, uma confissão: a última vez que fui à Feira terá sido no século passado, ou seja, antes da Amazon me bater à porta e de atirar o meu gerente de conta para o divã. E então penso: como era possível viver sem a possibilidade cómoda de ler o que se publica em França, em Inglaterra, no Brasil ou nos EUA? Como alguém diria éramos assim absurdos em 1997.
E continuamos absurdos: as livrarias tradicionais não se recomendam. Tirando as novidades, livros com dois ou três meses, desaparecem para parte incerta. Os clássicos da língua não estão editados, ou estão mal editados - isto num país que discute acordos ortográficos.
(...)
A polémica teria sentido se alguém estivesse interessado em enviar a Feira para o século XXI. Mas a Feira toda. Ninguém está. De um lado, os pequenos editores revisitam a conversa da ética igualitária: são pobre mas honrados, de preferência no interior das suas modestas «barracas» (o termo é todo um programa) e a marchar contra o «grande capital». Do outro lado, o «grande capital» pretende simplesmente exibir-se com a vulgaridade típica do novo riquismo.
(...)
Mas esta é uma polémica sem cavalheiros. É uma luta entre o arcaísmo da APEL e a saloiíce da Leya. Uma feira, não de livros, mas de vaidades. Estão bem uns para os outros.»


por Booktailors às 04:20 | comentar | partilhar

Qua, 28/Mai/08

Rabiscos deste irmão. Parabéns, Pedro!
Texto de apresentação do próprio, sendo que no final José Mário Silva lerá microcontos:
«desta vez parti dos crimes exemplares do max aub (tradução portuguesa na antígona) e adaptei graficamente oito dos seus microcontos. o resultado em forma de micro-exposição estará à vista a partir de dia 3 de junho, espero que visitem o certame [ui, o que eu me pelava para usar esta palavra, pelo menos desde que se inaugurou a exponor] e que gostem do resultado. afinal de contas um pouco de horror gore nunca fez mal a ninguém, excepto a um ou outro cardíaco. ou a alguém que tenha acabado de almoçar um cozido, vá. na verdade o meu registo rabiscado até é bem mais doce que o conteúdo do livro. esse sim, é barra pesada. o que eu vou mostrar até acaba por ser light, o que faz com que esta seja a primeira exposição L casei imunitass e bifidus activos ou lá o que é. »

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por Booktailors às 00:11 | comentar | partilhar

Qua, 28/Mai/08
Contrariamente ao anteriormente anunciado, a livraria Guimarães reabrirá as portas no dia 2 de Junho.

As nossas desculpas.

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por Booktailors às 00:05 | comentar | partilhar

Ter, 27/Mai/08
Ter, 27/Mai/08
« Em vez de ter uma feira ou outra coisa diferente, deveríamos ter a feira e mais outra coisa. Consagraríamos a prática — que já foi experimentada — de realizar um “salão do livro”, ou “festa do livro”, ou o que lhe quiserem chamar, num espaço fechado, na segunda metade do ano. Cada editor ou grupo de editoras — compradas ou não pelo mesmo dono — poderia aí ocupar os metros quadrados que desejasse pagar, com o pavilhão que quisesse imaginar, e o fogo-de-artifício que lhe aprouvesse, desde cafezinho de graça a música ao vivo. Nos espaços comuns, haveria uma programação de debates, leituras de livros e presenças de autores convidados por uma curadoria independente.»

Rui Tavares, ontem, na sua crónica no Público (página 44).


por Booktailors às 23:34 | comentar | ver comentários (1) | partilhar

Ter, 27/Mai/08
«Quando um autor abandona uma editora, a empresa perde parte do seu valor. Efectivo e de mercado. É uma perda maior do que o trabalhador que muda de emprego numa direcção de marketing ou num departamento de recursos humanos. Porque sai o autor (e os seus leitores...), mas também o seu passado, que é o seu “fundo de catálogo”. A obra de um autor é a um tempo parte da carne e do sangue de uma editora - justamente porque um escritor é ele, o livro que se segue, e mais dez ou vinte para trás.

Uma editora é o livro que publica amanhã – mas o valor de uma editora está no que já publicou. É a sua fama e conquista (o seu conteúdo, no fundo) que determina o seu valor – como será o seu desempenho e horizonte que lhe dita a longevidade.»

Um texto para ler na integra aqui.


por Booktailors às 23:29 | comentar | partilhar

Ter, 27/Mai/08
O DN deu ontem conta de como está a decorrer a experiência da Praça LeYa, registando-se grande curiosidade e agrado por parte dos visitantes.

Para ver aqui.


por Booktailors às 19:59 | comentar | partilhar

Ter, 27/Mai/08
verbo, s. m., palavra variável que designa a acção praticada ou sofrida por um sujeito, ou o estado que se lhe atribui e que apresenta marcas morfológicas de pessoa, número, modo, tempo, voz e aspecto;

Definição retirada daqui.


por Booktailors às 19:19 | comentar | ver comentários (4) | partilhar

Ter, 27/Mai/08
Luis Cristóvão, numa tentativa de tentar dinamizar os livreiros independentes face à conjuntura menos favorável pela qual passam as livrarias, enviou o texto abaixo para 23 livreiros . Apenas um respondeu. O livreiro em questão agradeceu o convite, mas... declinou.

«Caros Amigos,

O sector do livro, em Portugal, passa por uma fase de reestruturação que tem levado à criação de grandes grupos económicos onde se juntam editores e livreiros. Perante este cenário, o papel dos pequenos empresários do ramo livreiro (ou livrarias independentes, como é mais comum serem chamados), vêem-se muitas vezes encurralados, por um lado, pelas condições impostas pelos grupos editoriais e, por outro, pela feroz concorrência dos grandes grupos livreiros.Numa situação destas, não faz sentido que as livrarias independentes não dialoguem entre si, delineando estratégias comuns de promoção do livro e dos seus espaços como lugares de fruição cultural. Assim, venho propor a realização de um encontro entre representantes do maior número possível de livrarias independentes, de modo a que se possa encontrar um caminho comum para o sucesso de cada um dos nossos projectos.»


por Booktailors às 17:00 | comentar | ver comentários (2) | partilhar

Ter, 27/Mai/08
Estejamos onde estivermos, é sempre bom ter algo para ler.

Por vezes pode ser complicado, parece que tudo em volta está conjugado para prejudicar.
Mas, será mesmo assim? Será que com um pouquinho de trabalho e paciência se ultrapassam os problemas?

Algumas pessoas, nos EUA, tentam provar isso e lutar contra as «conjugações da natureza».

The National Cabinet Library é tanto uma biblioteca quanto uma instalação. Com pouco mais de 3,5 metros de largura (em formato de lua), e situado em pleno deserto do Novo México (sim, aquele sítio simpático onde os americanos gostam de experimentar bombas atómicas – evitando, ao menos, a destruição de atóis engraçados, como os franceses na Mururoa, Polinésia), podemos encontrar este espaço muito peculiar, composto com um armário de arquivo com três gavetas.




Bem equipado para todas as circunstâncias do espaço (excepto mordida de cobra-cascavel), auto-sustentado (uma lanterna solar), com livro de visitas, catálogo, uma almofada, um pára-sol/guarda-chuva, uma garrafa de água, botas, duas latas sobreaquecidas de cerveja e treze números da revista «Cabinet».

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por Booktailors às 16:30 | comentar | partilhar

Ter, 27/Mai/08
«Comprou a Ática recentemente, pensa crescer mais no universo editorial?
Só me interessam coisas com história que lhes permita dar uma segunda vida. Não estou a olhar para outra editora, estou interessado numa colecção em particular.

Pode-se saber qual é?
Ainda não. Não abordo a edição como um negócio para ter lucros. Nunca retirarei um cêntimo da Guimarães. Serão reinvestidos na editora, que eu gostaria que um dia pudesse caminhar para um estatuto fundacional.»

Paulo Teixeira Pinto, Única - Expresso, p.50.


por Booktailors às 15:30 | comentar | partilhar

Ter, 27/Mai/08
Com ligação ao anúncio aqui colocado há umas semanas, informamos que continuamos a receber candidaturas para o cargo em questão. No passado sábado, como terão visto, foi publicado no suplemento Emprego do Jornal Expresso um anúncio que dizia respeito ao texto aqui inicialmente publicado. No texto do Expresso eram acrescentadas mais algumas informações, nomeadamente o nível de remuneração.

Assim, e uma vez que este novo texto trazia informações novas, voltamos a deixar aqui o apelo às candidaturas, realçando que apenas serão consideradas missivas que respeitem criteriosamente o perfil solicitado:

Descrição da empresa: Nova editora, ambiciosa e capitalizada

Perfil do candidato:
- Licenciatura ou formação superior;
- Experiência comprovada de 3 a 5 anos de experiência em editora de livros;
- Domínio total do português e do inglês a nível oral e escrito. Outros idiomas serão valorizados;
- Experiência em coordenação e gestão de projectos;
- Versatilidade e capacidade para trabalhar em autonomia.

Oferta:
- 25.000-30.000 euros/ano
- Remuneração de acordo com a experiência.

Contacto: Resposta com CV e carta de apresentação.
Observações: A selecção será feita pela Booktailors - Consultores Editoriais (www.booktailors.com) sob garantia de máximo sigilo. Lisboa


por Booktailors às 11:15 | comentar | ver comentários (1) | partilhar

Ter, 27/Mai/08
Jaime Bulhosa, no blog da Pó dos Livros, comenta a feira do Livro, concluindo que a montanha... pariu um rato.

«Sinceramente, se foi por causa disto que se criou tanta confusão, não havia necessidade… Teve no entanto o mérito de conseguir nestes dois primeiros dias, com tanta publicidade gratuita, encher o parque Eduardo VII, como eu não via há muitos anos.

A primeira coisa que nos salta à vista é a descaracterização dos stands das diversas editoras, agora chancelas, Leya, todas com o mesmo layout. Não se distingue a Asa da Dom Quixote, a Texto da Caminho, etc., o que provocou alguma confusão entre o público menos atento às alterações do mercado editorial, obrigando as pessoas a andar pela feira a perguntar onde se encontravam estas editoras. Se é esta a intenção da Leya, então mais vale organizarem os livros por temas e não por editoras, seria bem mais lógico para o cliente. Depois, é nítido que todos os livros estão de chapa e que, consequentemente, existe um muito menor número de títulos disponíveis. Pergunto: onde está o famoso fundo editorial tão prometido?»

Para ler tudo aqui.


por Booktailors às 11:09 | comentar | partilhar

Ter, 27/Mai/08
«A organização das Feiras do Livro de Lisboa e Porto voltou a demonstrar que as relações entre editores nem sempre são fáceis. Com duas organizações representando o mundo da edição, é oportuno debater o que divide os editores. A discussão faz-se na próxima edição dos Livros em Desassossego, na última quinta-feira deste mês, dia 29 de Maio, a partir das 21h30, com a presença de Carlos da Veiga Ferreira, presidente da UEP, Rui Beja, apontado como candidato à liderança da APEL nas eleições a realizar em breve, Tito Lyon de Castro, editor das Publicações Europa-América, e Osvaldo Manuel Silvestre, o editor da chancela Angelus Novus, que escolherá três livros saídos recentemente e que gostaria de ter podido editar. O debate, na Casa Fernando Pessoa, é moderado por Carlos Vaz Marques e tem entrada livre.»

Casa Fernando Pessoa, 29.05.2008, 21h30.


por Booktailors às 07:20 | comentar | ver comentários (1) | partilhar

Ter, 27/Mai/08
Eduardo Pitta, como anunciámos, esteve este fim-de-semana na Feira do Livro do Porto. No Da Literatura, já podemos encontrar a sua apreciação à feira:
«...entra-se por uma enorme tenda de plástico, onde estão amontoadas várias editoras, não sei quantas, não contei, serão talvez trinta; ao fim de meia hora em passo de caracol — os corredores são estreitos, as pessoas são muitas, os “carrinhos de bebé”, às dezenas, têm o tamanho de monovolumes —, chega-se finalmente à nave do pavilhão. Uma vez lá, respira-se melhor. Concentra-se aqui o grosso das editoras. Gente para cá e para lá. Altifalantes anunciam que o autor X e o autor Y dão autógrafos no stand Z. Os stands são divisórias em cartão prensado, estando as editoras identificadas por tiras de papel branco, colado na vertical, cujo alinhamento superior não ultrapassa 1,60m. Resultado: qualquer criança mais espigada tapa essa tão original sinalização. Ao cérebro que planeou o layout da Feira decerto não ocorreu que a mole humana, unida em bloco, “engole” as chancelas. Achou que assim é que era bonito, e não pensou mais no assunto. Multibanco também não havia (no domingo à tarde), o sistema estava out, dando azo a que compradores já com os livros autografados, se vissem impedidos de os pagar. É a isto que chamam promoção da cultura?»


por Booktailors às 01:39 | comentar | partilhar

Ter, 27/Mai/08
«As pequenas editoras, como a que acaba de criar, voltadas para um nicho de mercado, poderão estar em risco, ou são a solução para quem quer continuar dentro do mercado do livro?
As pequenas editoras resistirão com maior facilidade, se geridas com cuidado e disciplina, porque evidentemente não terão que enfrentar os mesmos problemas que as grandes. Serão mais adaptáveis às crises e às oscilações do mercado.

(...)

Como interpreta a reacção inicial de desagrado adoptada por autores como Lobo Antunes ou Lídia Jorge?
É uma reacção normal e aceitável. Não creio que eles estivessem a reagir ao processo de concentração em si, mas às formas negativas que ele pode assumir e aos efeitos que essas formas negativas poderão ter sobre o trabalho e os interesses dos autores. Por outro lado, não sei se a posição destes dois escritores pode ser encerrada dentro de um mesmo saco... A concentração, em si, não é negativa, repito. Negativos poderão ser os efeitos de algumas das formas distorcidas que ela pode assumir.»

Nélson de Matos publicou, no Textos de Contracapa, uma colectânea de entrevistas suas a diversos meios. Para ler tudo aqui.


por Booktailors às 00:29 | comentar | partilhar

Seg, 26/Mai/08
Seg, 26/Mai/08
Edson Athayde é um dos publicitários mais conhecidos no nosso país. Apanhando a boleia do acordo ortográfico, o autor apresenta assim a sua obra como a primeira do mundo que respeita o acordo: « “É o primeiro livro do mundo escrito segundo as normas do acordo ortográfico. Já que se está a debater tanto esta questão achei que devia ver como é na prática. Contratei um linguista [Pedro Dinis Correia] que não fez quase nenhuma alteração. Não valorizo esta discussão. Uma vez que sou luso-brasileiro, misturo os dois léxicos, tenho o meu tempo de texto”», palavras do próprio autor.

Mas como não quer que a inovação fique por aqui, decide ainda disponibilizá-lo unica e exclusivamente no ambiente digital.

Mais desenvolvimentos no Público.


por Booktailors às 22:24 | comentar | partilhar

Seg, 26/Mai/08
O Ciberescritas, de Isabel Coutinho, mudou-se para http://www.ciberescritas.com/.

Toca a alterar o endereço nas listas de links dos blogues...

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por Booktailors às 21:56 | comentar | partilhar

Seg, 26/Mai/08
Já está disponível para download a Bang! 4.


por Booktailors às 18:30 | comentar | partilhar

Seg, 26/Mai/08
Segundo o Diário Económico, os livros de economia, finanças e gestão estão a registar um cada vez maior número de leitores. «De acordo com o ‘ranking’ de vendas da semana passada, a obra “Quatro horas por semana”, de Timothy Ferriss, é a mais vendida, enquanto “Investir em bolsa”, de Fernando Braga Matos ocupa o último lugar da listagem. Os preços das obras variam entre os 9,90 euros e os 24,98 euros.»

Mais desenvolvimentos no DE.

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por Booktailors às 15:41 | comentar | partilhar

Seg, 26/Mai/08

«Uma parte significativa do espólio de Fernando Pessoa que ainda se encontra na posse de familiares do poeta vai ser leiloada em Outubro, em Lisboa, pela P4 Photography.»

Mais desenvolvimentos no Público.


por Booktailors às 12:06 | comentar | partilhar

Seg, 26/Mai/08


Imagens captadas no passado sábado, dia 22.05.2008.


por Booktailors às 11:19 | comentar | partilhar

Seg, 26/Mai/08
Têm aqui uma ideia do que é a Praça LeYa. Eram cerca das 17h30 e por esta altura ainda não tinham passado por ali Isaías Gomes Teixeira, António Costa, Carlos Veiga Ferreira e restante comitiva que abriu oficialmente a Feira.

Ao centro, como podem ver, encontra-se a caixa de pagamento. Tudo o resto são pavilhões, divididos por marcas, onde se pode entrar e tocar nos livros. Junto a cada pavilhão, está um/uma jovem simpático/a, de camisola vermelha com a palavra LeYa inscrita. Houve a preocupação de colocar uma rampa, de forma a tornar o acesso a deficientes possível - o que é um ponto muito positivo.



PS: O grupo Oficina do Livro têm o seu próprio espaço (e que espaço!). O que é natural dado que existe apenas um contrato-promessa. Mais, nota-se claramente que a preparação da Oficina do Livro na Feira começou há já muito tempo...


por Booktailors às 11:02 | comentar | partilhar

Seg, 26/Mai/08
Manuel Alberto Valente é o convidado de hoje de Carlos Vaz Marques. Às 19h10, na TSF.


por Booktailors às 10:51 | comentar | partilhar

Seg, 26/Mai/08
Próxima sexta-feira, a livraria Guimarães abre as portas, já devidamente redesenhada.

Confesso que estou um bocadinho ansioso...
(pf)


por Booktailors às 10:49 | comentar | partilhar

Seg, 26/Mai/08
A Livros de Seda criou um spot para promover a obra "A mulher que escreveu a Bíblia", de Moacyr Scliar. O spot contou com a participação de Cláudia Semedo e Tiago Fernandes, e foi realizado por Luís Coimbra.

Que nos recordemos é a primeira vez que uma editora portuguesa filma um spot publicitário de raiz para circular na Internet. Recordo-me que, em tempos idos, pelo menos a Porto Editora e a Texto usaram da mesma estratégia para veiculação em televisão.

Este tem como diferenças a inexistência de compra de espaço e a intenção de circular apenas pela Internet.



---
Relembramos que se encontram abertas as inscrições para o Curso de Marketing do Livro, conduzido pelos Booktailors. Mais informações aqui.


por Booktailors às 08:00 | comentar | partilhar

Seg, 26/Mai/08
Publicamos o anúncio de emprego abaixo indicado que nos chegou por e-mail:

Paleógrafo/a

Descrição do Trabalho:
Transcrição de uma vita de 170 páginas português setecentista numa versão paleográfica.

Requisitos
1. Paciência
2. Atenção
3. perfeccionismo
4. Tendências obsessivas para encontrar a palavra que se esconde na cali-cacografia

Oferece-se
1. Pagamento por página (a negociar consoante experiência/ conhecimento/ dedicação)
2. Colaboração (como estudante-assistente) na edição científica do texto.

Regalias
É bom para o cv de qualquer paleógrafo ou amante de literatura desconhecida!
Pode fazer a partir de casa (ou vir para aqui para Holanda. Só alojamento é que está incluido)

Por favor contactar p251617&rug.nl (com carta de apresentação e um contacto de referência)

Trocar o & por @ por causa do spam»

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por Booktailors às 07:05 | comentar | ver comentários (1) | partilhar

Seg, 26/Mai/08
«Nós que pensamos que éramos governados por políticos vimos a descobrir que somos governados por linguistas. Deve ser por isso que também aprovaram o novo acordo ortográfico. Estragam-nos cinco por cento da nossa ortografia mas obrigam-nos a comprar cem por cento de um dicionário novo. Para isso teria sido melhor que mudassem muito mais, tipo suprimir para sempre os agás e os acentos.»

Para ler aqui.


por Booktailors às 05:06 | comentar | ver comentários (2) | partilhar

Seg, 26/Mai/08
Pacheco Pereira publicou no seu Abrupto o artigo de sábado sobre o mercado editorial, que já tinhamos referenciado.


por Booktailors às 01:23 | comentar | partilhar

Dom, 25/Mai/08
Dom, 25/Mai/08
Eduardo Lourenço manifestou-se contra o acordo o ortográfico, considerando-a uma «ideia um bocado peregrina», chegando mesmo a afirmar que este o acordo «não é necessário».

«O brasileiro tem uma espécie de força e de autonomia» relativamente ao português, ou seja, assume a «liderança da língua».

Mais desenvolvimentos no Diário Digital.


por Booktailors às 22:40 | comentar | ver comentários (1) | partilhar

Dom, 25/Mai/08
«Alfredo Saramago, autor de várias obras de história e antropologia das tradições gastronómicas portuguesas, morreu hoje, aos 70 anos.»

Mais desenvolvimentos no Público.

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por Booktailors às 20:38 | comentar | partilhar

Dom, 25/Mai/08
Alberto Gonçalves publica hoje no DN um texto dedicado à feira. Para ler aqui. Excertos:

«A APEL acusou a autarquia de servir a Leya. A Feira esteve uns dias em risco. A autarquia insistiu. A Feira foi adiada. A Leya não cedeu. A APEL cedeu. A Feira começa agora.Mas qual Feira, Deus meu? A "festa democrática" que Saramago já recorda com saudade ou a manifestação da "diferença de classes" que Saramago antecipa? De acordo com o avisado romancista de Lanzarote, o barracão "imponente" da Leya "abre as portas a uma espécie de caos". Assino por baixo e reforço: caos é favor. Exibir livros em qualquer suporte distinto dos vulgares caixotes prefabricados constitui praticamente um convite ao Armagedão.
(...)
E milhares de pessoas atarantadas no parque Eduardo VII, confusas pela luta de classes e indecisas entre os caixotes e a "imponência", não auguram um espectáculo bonito.É, naturalmente, o espectáculo que o capitalismo oferece. E que mais uma vez saiu vencedor. Pior para a democracia da Feira, a qual, é preciso dizê-lo, nunca foi a perfeição que Saramago insinua».


por Booktailors às 14:47 | comentar | ver comentários (1) | partilhar

Dom, 25/Mai/08
Feira do Livro do Porto:

16:00: Eduardo Pitta e Miguel Real (Quidnovi). Sessão de autógrafos.

16:00: Sandra Pinto (Editorial Presença). Sessão de autógrafos

16:00: Maria do Rosário Pedreira (Editorial Verbo). Sessão de autógrafos

Ver programa completo aqui.

Feira do Livro de Lisboa.

17:00: General Loureiro dos Santos (Europa-América). Sessão de autógrafos.
16:30: Almirante João Nobre de Carvalho (Livraria do Centro de Promoção e Informação Turística de Macau Contra Ventos e Marés). Sessão de autógrafos.

Ver programa completo aqui.


por Booktailors às 13:14 | comentar | partilhar

Dom, 25/Mai/08
A Sara Figueiredo Costa esteve na Feira e deixa o seu testemunho. Excerto: «A tão falada praça Leya viu-se de passagem, entre a subida e a descida, e não impressionou. Bem sei que o preconceito (aqui entendido também no sentido etimológico do termo) não torna a visão mais límpida, mas ainda assim, a dita praça não impressionou de todo: os caixotes ainda por abrir foram apenas um pormenor sem importância; já o facto de olhar para os pavilhões, maiores do que os outros - mesmo sem fita métrica, é óbvio - e não só não distinguir umas editoras de outras como ainda por cima ficar com a ideia de que há poucos livros, pareceu estranho. Pensar que há ali editoras com catálogos extensos e de referência e só conseguir vislumbrar capas expostas e pouco mais causa estranheza. Se calhar é má vontade, se calhar foi por ser o primeiro dia; dou o benefício da dúvida e volto lá durante a semana para confirmar.»


por Booktailors às 12:49 | comentar | ver comentários (1) | partilhar

Dom, 25/Mai/08
Aqui. E aqui. E aqui. E aqui. E aqui.


por Booktailors às 12:45 | comentar | partilhar

Dom, 25/Mai/08
«Cabo Verde é o país convidado deste ano, tendo o seu embaixador em Lisboa, Arnaldo Andrade, salientado que esta é uma oportunidade «para os milhares de descendentes de cabo-verdianos que residem em Portugal conhecerem melhor a cultura do país dos seus pais».

O diplomata disse ainda que a Feira permitirá o encontro de intelectuais que residem no arquipélago com os da diáspora.

Por outro lado, acrescentou, «mostrará muitos livros de e sobre Cabo Verde que nem sempre estão disponíveis»»

O Portugal Diário, secção Sociedade e não cultura, publica uma notícia dedicada à Feira do Livro.


por Booktailors às 12:21 | comentar | partilhar

Dom, 25/Mai/08
Isabel Coutinho assina um artigo no Público dedicado à Feira do Livro, na página 25. Além de um rigoroso descritivo das primeiras horas da Feira, Isabel Coutinho fala de algumas iniciativas de marketing e comunicação editorial que encontrou, havendo espaço para o relato de um divertido episódio entre Francisco José Viegas e José Luis Peixoto:

«O escritor José Luís Peixoto com os seus piercings e tatuagens estava ontem sentado debaixo de um guardasol na Feira do Livro de Lisboa. À sua frente uma fi la de pessoas aguardava para ter a sua assinatura num livro. De repente, aproxima-se um outro escritor, Francisco José Viegas, e brinca com ele: “Desculpe, vende merchandising? Eu não queria comprar o livro, eu só queria comprar piercings!”

Todos os leitores na fi la se riram. José Luís Peixoto também. É isto que faz a Feira do Livro de Lisboa um lugar
especial. Os produtos associados ao livro ainda não são comuns entre os editores portugueses mas nesta feira há inovações. Na Alêtheia, de Zita Seabra, é possível comprar por 25 euros um saco para livros feito com papel reciclado de cartazes de publicidade aos livros dos seus autores. Na Oficina do Livro quando se compra um livro recebemos um vale para um pacote de pipocas. Na Presença há um sistema de pontos em que um euro vale um ponto, e depois os pontos valem raspadinhas e as raspadinhas dão prémios. O prémio mais valioso é um computador portátil. Na Bertrand na compra de três livros oferecem o mais barato. E na Plátano quando se faz uma compra superior a 25 euros, dão um vale de cinco.»

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por Booktailors às 11:51 | comentar | ver comentários (1) | partilhar

Dom, 25/Mai/08
Tiago Pereira publica hoje no DN uma reportagem sobre a Feira do Livro, dando destaque ao facto da Feira ter aberto, sem que a LeYa tivesse os seus stand concluídos: «Pouco passava das 18.30 quando o presidente da Câmara Municipal de Lisboa, António Costa, terminou a visita à Feira do Livro de Lisboa, no dia da abertura do certame (o maior de sempre, com 208 pavilhões). Na altura, a praça do grupo LeYa, estava já totalmente montada, ao contrário do que era possível ver à hora de abertura do evento (15.00). E mesmo às 17.00, quando a feira foi inaugurada oficialmente, alguns pormenores estavam ainda por afinar.»

Para continuar a ler aqui.


por Booktailors às 11:49 | comentar | partilhar

Dom, 25/Mai/08
«Vila-Matas ha llegado a tener una fama de escritor de culto (en Hispanoamérica, en Francia) pero después de los premios internacionales (Rómulo Gallegos, Herralde, Médicis-Etranger, etc) ahora todo el mundo conoce al escritor Enrique Vila-Matas. Son importantes los premios para obtener reconocimiento?
Para mí la cuestión estaría en saber por qué antes no llegaba a los lectores, quiénes serían los culpables de esto. Antes me encantaba decir que había educado lentamente a mis lectores. Pero ahora no estoy tan seguro de esto. Lo cierto que libros que antes nadie leía, ahora son comentados como obras casi maestras. ¿Qué ha pasado realmente? ¿Por qué, a excepción de los críticos Mercedes Monmany, J.A. Masoliver Ródenas e Ignacio Echevarría, nadie dijo lo que ahora tantos dicen sin problema: que Suicidios ejemplares e Hijos sin hijos eran dos libros de valía? ¿Por qué los focos oficiales del Babelia de entonces, por ejemplo, iban hacia unos escritores vulgares y no hacia otros más exquisitos y radicales entre los que tal vez me encontraba yo? Lo molesto del asunto es que esas espinosas cuestiones se liquidan diciendo que mi literatura era de culto, difícil para la época, pero no me parece convincente este argumento. Para mí, las preguntas siguen ahí y me gustaría que alguien se dedicara a investigarlo. ¿Por qué ese reconocimiento a la superioridad de autores como Javier Marías y Roberto Bolaño ha tenido que venir de fuera y aún así todo eso aquí se acepta con una mala leche de aquí te espero?»

Entrevista a Enrique Vila-Matas, na Deriva.

(Via Twitter JAF)

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por Booktailors às 09:19 | comentar | partilhar

Dom, 25/Mai/08
Apetece dizer "muito barulho por nada", ou pelo menos por muito pouco. Mas o Público diz mais do que "nada" ou "muito pouco". Aqui.


por Booktailors às 00:28 | comentar | ver comentários (1) | partilhar

Sáb, 24/Mai/08
Sáb, 24/Mai/08
O Público publicou hoje um artigo de Pacheco Pereira dedicado ao negócio editorial / Feira do Livro. Fazemos notar que os excertos abaixo estão longe de esgotar a leitura do texto:

«Presos à igualdade dos pavilhões, o que os editores que se opunham à "roupa nova" da Leya não querem é a inevitável e saudável mudança em curso do mercado livreiro, concentração e uniformização por um lado, mas também possibilidade de diferenciação e de qualidade por outro. Em vez de olharem para as enormes oportunidades do segundo efeito, eles querem é impedir o primeiro, todos os dias perdendo-se em queixas ao Estado, que é para onde se vira sempre a "cultura", para impedir a concorrência em nome da sua superioridade e intocabilidade.

O problema é que tudo isto é uma ilusão, porque eles de facto já mandam em "nós". O que não pode sobreviver é um mundo editorial pouco profissionalizado, pequeno mas sempre a sonhar ser grande na base dos subsídios e compras estatais, usando a intangibilidade da cultura e do livro, para manter uma edição muitas vezes má, invadindo o mercado e as livrarias do mesmo tipo de produtos que a Leya vai fazer, só que em muitos casos em pior.
(...)
Na pior das hipóteses, a Leya vai concentrar e dar força ao livro mau, "comercial", mas não me é líquido que seja assim. No entanto, para efeitos de argumento, pode servir. É de mau augúrio o insuportável rodriguinho grandiloquente em que a Leya nos explica que existe "com a ambição de despertar as múltiplas geografias da alma lusófona (...) uma aventura escrita a muitas mãos, culturas e geografias (...) a tarefa de levar o português aos cinco continentes(...) em vez de nos dizer pura e simplesmente que veio para ganhar dinheiro com os livros, o que é normal, aceitável e desejável. Com esta retórica, poupem-nos.

Mas, com Leya ou sem ela, até mais com Leya do que sem ela, nem por isso deixa de existir um enorme potencial para a diversidade, para a pluralidade, para a qualidade e para a inovação, que exige muitas mudanças no mundo das pequenas editoras, essencialmente uma aposta na qualidade que, salvo raras excepções, não tem existido. As livrarias, que por sua vez também estão ou deviam estar a mudar, estão sobrecarregadas de traduções malfeitas de livros estrangeiros para consumo rápido e de livros portugueses, romances por exemplo, tão maus, tão maus que se percebe que só vendem porque o seu autor/autora aparece na Caras, na Nova Gente, ou nos programas da manhã. Tudo isto sem Leya, antes da Leya.

Para que haja a mudança necessária, e, sejamos justos, algumas editoras já contribuem, criando nichos de mercado sólidos, esta só se poderá impor quando houver um banho de realidade, e é isso que os editores não querem com esta guerra dos pavilhões normalizados na Feira do Livro. Um dos aspectos desse banho de realidade é compreender que muitos dos livros que são publicados não o deviam ser.
(...)
Se há sector em que eu acho que falta muito o mercado, é no da cultura. Oh, heresia das heresias, misturar comércio e arte! Acredito eu aqui no mercado? Em matéria de cultura, acredito absolutamente, acho que faz uma falta abissal, imensa, gigantesca, um mercado duro, impiedoso, uma "mão invisível" poderosa.»


por Booktailors às 21:50 | comentar | ver comentários (2) | partilhar

Sáb, 24/Mai/08
O DN, num artigo de Catarina Teixeira Pinto, publica na sua edição de hoje um perfil de Bárbara Bulhosa e da Tinta da China. Alguns excertos:

«Integrou a direcção da livraria Bulhosa, mas acabou por sair, tal como o marido, Jaime Bulhosa. Juntos, decidiram continuar a trabalhar no mundo da literatura: venderam a sua quota ao sócio maioritário e Bárbara, que conhecia bem as exigências do mercado e o seu público, criou a editora Tinta da China com duas sócias. Em 2005.
(...)
Pequena, é certo, mas "totalmente independente" e que hoje já tem um público fiel, maioritariamente jovem, como sublinha em declarações ao DN gente.

A blogosfera foi um dos pontos de partida de Bárbara Bulhosa, que decidiu apostar em jovens autores que demonstraram saber reflectir sobre a sociedade. Alguns nomes: Rui Tavares (que foi seu colega de faculdade), João Pedro George, Pedro Oliveira, Carlos Leone e Ricardo Araújo Pereira. O "gato fedorento", como ela de resto já previa, revelou-se um fenómeno de vendas."Quisemos investir e dar a conhecer esta geração dos blogues. É a nossa geração, com quem nos identificamos. Evitamos textos muito académicos e trabalhamos também muito na área do ensaio e da não ficção", sublinha.Qual o segredo do seu sucesso? "É apostar em livros que cheguem às pessoas. O mais difícil é ter livros bons e que se vendam. É complicado, mas é o nosso objectivo. Não editamos livros só porque a pessoa que o escreve é já conhecida do público. O mais importante é apostar na qualidade, não no mediatismo da pessoa. Para mim, é muito claro: o bom vende. Não temos de fazer lixo para vender."
(...)
Desde 2005, foram criadas mais editoras que livrarias. Porquê? "Hoje vendem-se livros nas estações de serviço e nos supermercados, o que faz diminuir o investimento no mercado livreiro. Além disso, o investimento para criar uma editora também é menor do que para uma livraria."

A propósito das recentes concentrações de editoras em grupos empresariais, aproveita para garantir que a Tinta da China não está à venda...Bárbara Bulhosa sempre soube que queria trabalhar com livros.»

Leitura integral aqui.


por Booktailors às 17:07 | comentar | partilhar

Sáb, 24/Mai/08
Gradiva

24 de Maio (sábado)
- 17 horas: Professor Eduardo Lourenço;
- 17 horas: João Fraústo da Silva e José Armando Silva;

25 de Maio (domingo)
- 16 horas: Ana Cardoso Oliveira;
- 17.30 horas: Vanda Gonçalves e João Tinoco;

27 de Maio (terça-feira)
- 17.30 horas: Lançamento «A Matemática das Coisas» de Nuno Crato (Auditório da Feira do Livro de Lisboa);

31 de Maio (sábado)
- 15.30 horas: Filipe Duarte Santos;
- 16 horas: José Rodrigues dos Santos;
- 17.30 horas: Nuno Rogeiro;

1 de Junho (domingo)
- 16 horas: Maria Elisa Domingues e Jaime Branco;
- 17.30 horas: Orfeu Bertolami;
- 17.30 horas: Ana Cristina Leonardo.


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Sáb, 24/Mai/08
Um artigo hoje no DN de Leonor Figueiredo dá conta do alargamento do certame até dia 15 de Junho.

Depois de Baptista Lopes ter lamentado não ter sido possível a união das duas editoras, Carlos Veiga Ferreira fala pelo mesmo tom e avança que é desejável a união das duas associações: «"Penso que o acordo [com a APEL] permite dizer que a feira de 2009 já está assente em boas bases. Prevê-se que até ao fim de Novembro esteja tudo firmado. Para 2010 desejo que a feira seja organizada por uma associação que englobe APEL e UEL"».

Mais desenvolvimentos no DN.


por Booktailors às 13:44 | comentar | partilhar

Sáb, 24/Mai/08
Alguns excertos da notícia do Público:

«Mas, se os editores estão ansiosos para arrancar, as dúvidas ainda não estão todas ultrapassadas. A mais recente prende-se com a atribuição dos subsídios da Câmara de Lisboa. Ontem, o porta-voz da autarquia, Duarte Moral, disse ao PÚBLICO que ainda não foi tomada nenhuma decisão sobre se o subsídio de 200 mil euros será dividido entre as duas associações de editores e livreiros, a APEL e a UEP, ou se será entregue apenas à primeira, que este ano organizou a feira sozinha.

Carlos Veiga Ferreira, presidente da UEP, garante que, nas negociações com a autarquia, lhe foi prometida metade daquela quantia. "A UEP não entra em guerras com a câmara e espera que esta cumpra os compromissos que assumiu", declarou. O memorando assinado entre a câmara e as duas associações é omisso em relação a esse ponto.

A APEL, por seu lado, desdramatiza: "Ficou decidido que isso ficava ao critério da câmara. Se esta quiser atribuir 50 por cento a cada um, atribui; se quiser encontrar outra fórmula, ninguém levanta nenhuma questão relativamente a isso", disse ontem o vice-presidente José Pinho. "O dinheiro é importante, mas a boa realização da feira é muito mais importante", acrescentou António Baptista Lopes, presidente da APEL»


por Booktailors às 13:13 | comentar | ver comentários (1) | partilhar

Sáb, 24/Mai/08
Tendo como pano de fundo a feira do livro, o Expresso publica hoje nas duas páginas centras do 1º caderno (pp. 20-21) um artigo dedicado ao mercado do livro. O destaque é assinado por Alexandra Carita, António Guerreiro e Mónica Contreras. Alguns excertos, títulos nossos:

O estado do mercado e a diversidade bibliográfica
«Alguns editores independentes, como Manuel Rosa da Assírio e Alvim, ou André Jorge, da Cotovia, afirmam que a actividade editorial em Portugal é hoje de uma enorme pobreza exactamente porque há espécies bibliográficas que tendem a desaparecer (é o caso do ensaísmo, da filosofia e das ciências humanas) e, pelo contrário, há verdadeiras invasões de livros que fazem parte da mesma linguagem (por exemplo, o romance histórico com uma componente esotérica). "É assim que o consumidor pode vir a ser afectado. Se a política de comunicação e distribuição do grupo editorial não tratar todos os autores e todos os géneros da mesma forma condiciona a opção de compra", afirma Rita Palma [directora de comunicação da Bulhosa]. "As livrarias não vivem só dos autores mais vendidos. Têm que ofercer diversidade para sobreviver. Se os editores não entenderem isso vão percebê-lo quando sentirem a importância que os livreiros dão aos outros escritores", corrobora o director da FNAC.»
(...)
"Se os grandes grupos se desinteressarem de uma determinada área da edição, como é provável que aconteça com a posia, haverá oportunidade para editores empreendedores", afirma Francisco José Viegas.
(...)
... a aposta nas Edições Nelson de Matos (...) [mostra] "que é possível manter um programa de qualidade com bons autores e até produzir livros de entretenimento sem meter as mãos no lixo."»

A LeYa face ao retalho
«A LeYa até agora manteve-se apenas no campo da edição mas prepara a sua própria estrutura de distribuição. O grupo da Oficina do Livro, que está a ser comprado por Pais do Amaral tem já cinco lojas. Outro grupo que segue a mesma estratégia, o gigante alemão Bertelsmann, que tem o Círculo de Leitores, dispõe de 50 lojas espalhadas por todo o país ao agregar o maior grupo livreito nacional, a Bertrand.»

Os autores
«Alguns escritores portugueses que são editados pelas chancelas da LeYa têm manifestado, individualmente, alguma incomodidade com esta concentração, que se acentuou com o episódio da Feira do Livro de Lisboa»


por Booktailors às 12:49 | comentar | ver comentários (1) | partilhar

Sáb, 24/Mai/08
A TSF publico ontem uma notícia que dá conta de como está a ser recebida a Feira este ano por duas das casas editoriais presentes:

Luis Moreira, da Europa América:
- defendeu que o evento deveria ter começado mais cedo, ainda antes da data prevista.
- Alertou para que o preço de participação das editoras seja «revisto em iniciativas futuras».
- criticou o facto de a Leya ter colocado pavilhões diferentes dos da APEL, defendendo «pavilhões iguais» para evitar que o certame se torne «demasiado folclórico no mau sentido». No entanto, este responsável não deixou de criticar as estruturas da APEL por serem antigos e não fazerem justiça «em termos de imagem e de apresentação»;

Luís Oliveira, da Antigona:
- criticou o facto de a feira começar depois do previsto:«A cidade está cheia de cartazes que anunciavam a abertura da feira do dia 21 de Maio e a informação do adiamento da feira só chegou depois desse dia». Luis Oliveira, que considera a situação «inconcebível», não se coibiu a chamar ao evento «uma feira de bananas»;

A TSF não conseguiu recolher declarações de qualquer responsável na Leya.

Mais desenvolvimentos na TSF.


por Booktailors às 12:31 | comentar | ver comentários (1) | partilhar

Sáb, 24/Mai/08
Já antes tínhamos referido o concurso Pulp Fiction à Portuguesa, organizado pela Saída de Emergência.

Agora, anunciamos que o seu prazo de candidatura foi alargado até ao dia 31 de Outubro de 2008.

Se tens uma história na gaveta (ou no computador), recorda-te que ainda podes fazer parte desta antologia.

Regulamento.

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por Booktailors às 12:00 | comentar | partilhar

Sáb, 24/Mai/08

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por Booktailors às 10:00 | comentar | partilhar

Sáb, 24/Mai/08
É verdade que os livros não se devem julgar pela sua capa. Mas a verdade é que é por aí que eles, os livros, começam a ser julgados. Por capa entenda-se o arranjo gráfico, a fotografia, a ilustração, a fonte, mas também a blurb.

Chris Power explica-nos o que fazer para conseguir atrair, através (do plano) da capa dos livros, a atenção das pessoas. Aqui, no theblogbooks do Guardian.


por Booktailors às 05:22 | comentar | partilhar

Sex, 23/Mai/08
Sex, 23/Mai/08
Segundo Daniel Oliveira, o Expresso publicará amanhã um artigo dedicado ao panorama editorial português.


por Booktailors às 23:23 | comentar | partilhar

Sex, 23/Mai/08
«A Casa-Museu José Saramago abre as portas dia 31 de Maio, na Azinhaga, aldeia natal do escritor distinguido com o Nobel da Literatura, num edifício onde funcionará um pólo da Fundação José Saramago, de acordo com declarações de Vítor Guia, presidente da Junta de Freguesia»

Mais desenvolvimentos no Público.

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por Booktailors às 23:00 | comentar | partilhar

Sex, 23/Mai/08
Deixamos aqui o comunicado da LeYa, relativo à Feira do Livro, no qual o grupo apresenta a sua presença (passe a expressão).


«EDITORAS DA LEYA NA FEIRA DO LIVRO DE LISBOA 2008
Sexta-feira, 23 de Maio de 2008
Asa, Booket, Caderno, Caminho, Dom Quixote, Gailivro, Livros d'Hoje, Lua de Papel, Nova Gaia, Oceanos, Texto e Universal terão os seus espaços na Feira do Livro de Lisboa. Conceito dos novos pavilhões aposta na proximidade entre os autores e os seus leitores e na facilidade de contacto com todos os livros em exposição.

As editoras integradas na Leya terão, a partir de amanhã, os seus pavilhões na Feira do Livro de Lisboa, no topo direito do espaço do Parque Eduardo VII destinado ao evento.

A implantação dos quinze pavilhões das editoras integradas no grupo Leya respeita a tradição da Feira do Livro de Lisboa, salvaguardando o prestígio e importância do evento. Neste sentido foram mantidos os tradicionais corredores longitudinais contínuos, com largura semelhante aos corredores existentes nos restantes espaços da Feira.

O conjunto dos pavilhões foi implantado em forma de praça. Os stands são construídos em alumínio, madeira e tela impermeável, no exterior, e equipados com mobiliário em madeira onde estão dispostos os livros, no interior.

Os stands das editoras da Leya diferem dos stands convencionais da feira, resultando de um conceito de espaço habitável coberto, equipado no seu interior com áreas de exposição para livros, facilmente acessíveis ao visitante. Pretendeu-se desenvolver stands com desenho inovador, pensado para ser habitável temporariamente, proporcionando ao visitante a possibilidade de ficar abrigado no seu interior e, por conseguinte, melhorar as condições de passagem ou estadia oferecidas pelas bancas convencionais.

A Leya aposta assim no contacto do visitante com os livros e na facilidade de procura do livro.

Ao mesmo tempo, os espaços destinados aos autores, situados no centro da “praça” formada pelos pavilhões, foram pensados para promover uma maior proximidade entre os autores e os seus leitores, durante as tradicionais sessões de autógrafos.

Como funcionará a compra de livros?
Todos os pavilhões das editoras da Leya na Feira do Livro são abertos e permitem que os visitantes entrem e folheiem todos os livros em exposição.

A zona – ou “praça” - estará equipada, ao centro, com um balcão de pagamento com seis caixas onde, depois de visitados os pavilhões e recolhidos os livros desejados, os visitantes se poderão dirigir para efectuar o pagamento.

Programação no Leya
Para além de uma vasta programação de sessões de autógrafos - o espaço Leya será um ponto de encontro de um significativo conjunto de autores portugueses -, a zona dos pavilhões das editoras da Leya terá animação contínua, para todas as idades.

A programação de sessões de autógrafos do espaço poderá ser consultada na própria Feira e através do site www.leya.com


por Booktailors às 22:50 | comentar | ver comentários (1) | partilhar

Sex, 23/Mai/08
A menos de 24 horas do início da Feira a Praça LeYa ainda não está preparada.

Haverá algum problema com a estrutura?
Será que não respeita as medidas básicas de segurança?
Será que houve falha na construção ou no planeamento da instalação?
Será que a Praça LeYa estará aberta amanhã?

A ver vamos.


por Booktailors às 19:12 | comentar | ver comentários (2) | partilhar

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