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Ter, 31/Mar/09
Ter, 31/Mar/09
Segundo Carmen Balcells, García Marquez não voltará a escrever. Aqui.

(pf)

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por Booktailors às 23:49 | comentar | partilhar

Ter, 31/Mar/09
A inauguração da livraria Alêtheia deu-se hoje. Localizada nas instalações da antiga Padaria Provinciana (Rua do Século, 15), houve direito a croquete e música clássica. E muita gente conhecida.

Como Zita Seabra explicou ao longo do evento, quem quiser encontrar os best-sellers (omitimos propositadamente os exemplos), não é ali que se deverá deslocar...










[Clique nas imagens para aumentar]

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por Booktailors às 22:52 | comentar | ver comentários (1) | partilhar

Ter, 31/Mar/09
A propósito da obra Como Esticar o Salário e Encurtar o Mês, a Livros de Hoje lançou um blogue, no qual Camilo Lourenço se propõe responder aos leitores. «Não sabe como negociar o empréstimo da sua casa? Como reduzir as suas despesas mensais? Como analisar as taxas de juro?»

Ver blogue aqui.

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por Booktailors às 17:00 | comentar | partilhar

Ter, 31/Mar/09
«Os partidos da oposição pedem explicações ao Primeiro-ministro sobre a descoordenação entre ministérios acerca da aplicação do Acordo Ortográfico. Já a associação de Editores diz ser grave a aplicação imediata do acordo.

Vasco Teixeira reforçou que editores poderão vir a ter sérios prejuízos: “Com a aplicação em Maio, por exemplo, Angola e Moçambique ainda não disseram quando vão aplicar o Acordo e nós exportamos para esses dois países os mesmos livros que produzimos para Portugal. Se Portugal aplicar a nova grafia já em Maio, não poderemos exportar os actuais para lá e passaremos a ter de ter duas versões dos mesmos livros, com custos exorbitantes e prejuízos para as exportações e divulgação da língua e cultura portuguesa em África".»

Ler aqui.


por Booktailors às 16:00 | comentar | partilhar

Ter, 31/Mar/09
«O contexto de crise e as limitações de um mercado livreiro onde a BD sempre foi um nicho estão a levar autores e pequenos editores portugueses de banda desenhada a criar uma rede de alternativas à edição tradicional.»

Ler no Jornal de Notícias.


por Booktailors às 15:30 | comentar | partilhar

Ter, 31/Mar/09
«Para quase todas as enfermidades de uma obra literária há solução na Invicta Livro, oficina de encadernação e restauro que cria autênticas obras de arte através de técnicas artesanais. É um dos quatro "ateliers" do mundo a praticar o foredge painting, que consiste em pintar aguarelas no corte da frente das folhas.»

Ler no Diário de Notícias.

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por Booktailors às 15:00 | comentar | partilhar

Ter, 31/Mar/09
«Apesar da introdução estar inicialmente prevista para o ano lectivo de 2009/2010, o Ministério da Educação deixou já a garantia de que o Acordo Ortográfico, não entrará em vigor, em Portugal, antes de ano e meio. Isto apesar do Ministério da Cultura afirmar que a data indicativa para entrada em vigor ser 5 de Maio.»

Ler no Diário Digital.


por Booktailors às 14:30 | comentar | partilhar

Ter, 31/Mar/09
«Trinta filmes inscreveram-se no Prémio Trailer de Livros do 2º BiblioFilmes - Aventuras Cinematográficas Baseadas em Livros, disse hoje à Lusa Vítor Menezes, da organização do certame.»

Ler no Diário Digital.


por Booktailors às 13:30 | comentar | partilhar

Ter, 31/Mar/09
«Investigador João Malaca Casteleiro afirmou ontem nos Açores que os professores, jornalistas e tradutores são os "grandes obreiros" da implementação do Acordo Ortográfico, já ratificado pelo Parlamento e promulgado pelo Presidente.»

Ler no Diário de Notícias.


por Booktailors às 13:00 | comentar | partilhar

Ter, 31/Mar/09
«Um projecto literário que reúne investigadores portugueses e estrangeiros conclui que o tema da Guerra Colonial marcou a poesia contemporânea portuguesa, tendo sido abordado por todos os grandes escritores do país.»

Ler no Público.

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por Booktailors às 12:22 | comentar | partilhar

Ter, 31/Mar/09
«A primeira edição do Prémio Nacional de Ensaio Literário Eduardo Prado Coelho vai decorrer já em Março de 2010, anunciou hoje o presidente da Câmara Municipal de Famalicão, Armindo Costa.»

Ler no Público.

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Ter, 31/Mar/09
Fotografias tiradas aqui.

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por Booktailors às 12:00 | comentar | partilhar

Ter, 31/Mar/09
A crónica ao Pé da Letra de António Guerreiro da edição do actual de 21 de Março, intitulada «O Dia Mundial da Poesia é uma invenção divertida» serve ao autor para falar da situação… do romance.

«(…) Esta data comemorativa está para as coisas da poesia como o Movimento Nacional Feminino estava para o teatro de operações da guerra colonial: é uma manifestação de voluntarismo e boa vontade que não interfere no curso dos acontecimentos. Sendo inócua, comporta no entanto o risco de insinuar que a poesia é uma causa que é preciso defender através dos meios de promoção cultural. Ora, ao contrário do que parece à primeira vista, a poesia está muito mais protegida das circunstâncias adversas do que, por exemplo, o romance. O romance como género literário tornou-se vítima do seu próprio sucesso e ficou enredado nas estratégias fatais da indústria editorial. Tudo é como sempre foi: há bons romances e maus romances; há boa poesia e má poesia. Mas o que é hoje diferente é a produção parasitária com que tem de se defrontar aquilo a que se chama ‘ficção’ nos suplementos literários. Um exemplo eloquente desta perigosa hipertrofia é a categorização ad hoc que, para efeitos de recensão e divulgação; faz de tudo o que não é romance algo para o qual só há uma definição negativa: ‘não-ficção’.»

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Ter, 31/Mar/09
«A Coreia do Sul não deixou os créditos por mãos alheias na edição deste ano da Feira do Livro Infantil de Bolonha, onde foi o país convidado. Com uma ampla representação de cerca de três dezenas de editoras e uma aposta forte nos picture books (que representam um segmento importante, tanto no que toca à edição de autores coreanos como na tradução de autores estrangeiros), mostrou um estilo de ilustração rigoroso e sofisticado, que recolhe influências dos contos populares, da arte sacra e das técnicas de pintura e escultura orientais. Segundo dados fornecidos pela organização, o mercado livreiro coreano ocupa o 10º lugar no ranking mundial, com 40 mil novos títulos publicados todos os anos, 19 por cento dos quais pertencendo ao livro infantil.»

Ler na íntegra no blogue O livro infantil.


por Booktailors às 10:00 | comentar | partilhar

Ter, 31/Mar/09
É pelo menos isso que se defende aqui.

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Ter, 31/Mar/09
Curso de Comunicação editorial com jornalistas, no contexto da era digital,
por João Pombeiro

Objectivo geral: Munir os formandos de conhecimentos e competências que lhes permita perceber as necessidades dos meios de comunicação social para a produção de peças jornalísticas, enquadrando e apresentando os principais meios nacionais e internacionais, ligados à crítica e divulgação de livros.

Estudar-se-á a fundo a melhor forma de interacção com os meios de comunicação social.

Público-alvo: profissionais da área do marketing e comunicação de editoras de livros.

Formador
João Pombeiro é o actual editor executivo da revista LER.

Anteriormente, assumiu as funções de editor da Notícias Sábado, revista de Sábado do Diário de Notícias e do Jornal de Notícias. Nasceu em Évora em Agosto de 1978, mas foi em Lisboa que se licenciou em Comunicação Social pelo Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas. Em 2002 ingressou na revista Grande Reportagem, onde exerceu o cargo de jornalista até ao ano de 2005. Ao longo do seu percurso profissional, colaborou com diversas publicações.

Publicou em 2007, pela Esfera dos Livros, uma colectânea que reúne as frases mais hilariantes dos políticos portugueses, no pós 25 de Abril.

Programa do curso
1. A COMUNICAÇÃO SOCIAL NO CONTEXTO DA ERA DIGITAL
1.1 Principais tendências.
1.2 Os leitores e a leitura de publicações jornalísticas.
1.3 Os meios de comunicação social tradicionais e os desafios dos novos suportes de comunicação (blogging, micro-blogging, wikis, etc). Exemplos.
1.4 Os vários papéis numa redacção. O que mudou? Exemplos.

2. A INTERACÇÃO DAS CASAS EDITORIAIS COM OS MEIOS DE COMUNICAÇÃO SOCIAL
2.1 O que os jornalistas esperam de um press release/dossiê de imprensa? Erros flagrantes e boas práticas. Exemplos.
2.2 A selecção dos meios de comunicação social para o plano de comunicação da editora. Exemplos.
2.3 News management.

3. OFICINA DE COMUNICAÇÃO
No âmbito do curso, serão realizados vários trabalhos que consistirão na produção de um plano de comunicação que englobe a interacção com os meios de comunicação social. Esse estudo será objecto de reflexão e debate na sala por todos os participantes.
Estes trabalhos serão ainda objecto de análise e avaliação por parte de um convidado ligado à área da crítica e divulgação de livros.

4. PERGUNTAS E RESPOSTAS

Dados técnicos:
N.º de sessões: 6.
Datas: 03, 04, 15, 16, 22 e 23 de Junho.
Horário:18h30-21h30
Propina: 225,00 €

Para se inscrever, por favor envie CV (com a referência: Comunicação Jornalistas) para: formacao@booktailors.com.
A formação decorrerá no Bookoffice - Rua Nova do Almada, 59 - 3.º, Lisboa.
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Consulte a oferta de formação da Booktailors na barra lateral do blog.


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Seg, 30/Mar/09
Seg, 30/Mar/09
Um facing colocado nos destaques, na secção da não ficção.

Queremos agradecer ao El Corte Inglés pelo disponibilidade demonstrada em querer ter o livro de José Afonso Furtado no seu fundo.
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Consulte a oferta de formação da Booktailors na barra lateral do blog.


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Seg, 30/Mar/09
«O romancista e autor de viagens americano Paul Theroux é uma das presenças garantidos do próximo encontro Literatura em Viagem, que vai decorrer em Matosinhos entre os dias 18 e 23 de Abril, segundo o blogue da revista Ler (http://ler.blogs.sapo.pt).»

Ler no Diário de Notícias.

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por Booktailors às 17:00 | comentar | partilhar

Seg, 30/Mar/09
«Quinhentas e uma obras vão disputar o Prémio Portugal Telecom de Literatura 2009, mais 105 do que na edição do ano passado, anunciaram os organizadores.»

Ler no Diário Digital.

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por Booktailors às 16:30 | comentar | partilhar

Seg, 30/Mar/09

Este blogue é um projecto da LeYa Asa que pretende esclarecer algumas dúvidas e ensinar a bem falar, e escrever, português. Aqui.


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Seg, 30/Mar/09
«O poeta TS Eliot, enquanto director da editora Faber and Faber, nos anos 40 do século passado, recusou o manuscrito de O Triunfo dos Porcos, de George Orwell, por considerar a obra "nada convincente" e "trotskista".»

Ler no Diário Digital.

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Seg, 30/Mar/09
Conforme noticiámos aqui, está a decorrer a Festa do Livro Infantil, na praça da Figueira, em Lisboa, até dia 5 de Abril.
O programa da Festa poderá ser consultado aqui e aqui.


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Seg, 30/Mar/09
José Afonso Furtado esteve na na Universidade Católica, para falar d'As Novas Vidas do Livro, uma organização do seu Centro de Estudos de Comunicação e Cultura. Resumo e vídeo aqui.

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Seg, 30/Mar/09
Aqui está disponível um capítulo de Mágoas da Escola, de Daniel Pennac (ed. Porto Editora) mais uma pré-publicação do Público.


por Booktailors às 13:03 | comentar | partilhar

Seg, 30/Mar/09
Descrição da empresa:
Somos uma editora independente, em crescimento sólido, que vê nas Feiras do Livro de Lisboa e Porto mais uma oportunidade para desenvolver o relacionamento com os seus clientes e autores.

Descrição da função:
Pessoas habilitadas para ficarem responsáveis por um Pavilhão de livros em Lisboa (30/Abril a 17/Maio) e/ou no Porto (27/Maio a 14/Junho) – sem descanso ao fim-de-semana, faça chuva ou faça sol.
(Os horários podem ser consultados em http://www.apel.pt/)

Perfil do candidato:
Se te apetece reclamar sempre que vês uma montra desalinhada, gostas de vender e não tens fama de «chato», achas que os livros não servem só para dizer que foram lidos, sentes a tabuada na ponta-da-língua e garantes que erros nos trocos não é contigo, e, claro, não tens mais nada que fazer nas datas indicadas, então dorme sobre o assunto e envia-nos uma candidatura.

Oferta e contacto:
Na tua mensagem diz-nos quanto gostavas de receber, se gostarias de descansar algum(ns) dia(s) no período da(s) feira(s), e junta o teu cv e eventuais comentários (mas, nesta fase, não faças perguntas!). Envia-a para feiras2009@gmail.com

Garantimos o máximo sigilo.


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Seg, 30/Mar/09
Excertos:

«(…)
A cultura é hoje reconhecida como um factor decisivo no desenvolvimento de qualquer país, como um pilar que, nas suas diversas vertentes, contribui não só para o desenvolvimento dos países como para a afirmação dos povos e para a visão que eles têm do seu futuro.
(…)

Em 1995, ao criar o Ministério da Cultura, o Partido Socialista deu um passo histórico neste sector, assumindo o desígnio de fazer da cultura uma dimensão estrutural e estratégica de um mais intenso e equilibrado de-senvolvimento do País. Foi um passo a que infelizmente a Direita não deu sequência de 2002 a 2005, ao longo de três anos de governação que redundaram numa contínua desvalorização das políticas culturais. A cultura passou assim, com reforçadas razões, a fazer parte do património do PS, um património que é vital manter, renovar e valorizar.

Ao aproximar-se o termo da actual legislatura, e antes de se definirem as perspectivas sobre o que é fundamental fazer na próxima (de 2009 a 2013), importa proceder ao balanço dos últimos quatro anos. Parece-nos ser esta a atitude política mais responsável: prestar contas e assumir a verdade, antes de se apresentarem outros projectos e novas metas.»

Continua aqui.

Reacção de Francisco José Viegas, Tomás Vasques, João Gonçalves.

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Seg, 30/Mar/09
Agradecemos a Claúdia Moura o destaque dado à obra de José Afonso Furtado, A Edição de livros e a Gestão Estratégica, na revista Notícias Magazine de ontem (distribuída conjuntamente pelo Diário de Notícias e pelo Jornal de Notícias).

Agradecemos ainda as simpáticas palavras da jornalista dirigidas a este blogue.


por Booktailors às 11:04 | comentar | partilhar

Seg, 30/Mar/09
«A escrita criativa em Portugal precisa ainda de passar a ser mais frequente e marcante na vida cultural, ou seja, como laboratório de ideias e território privilegiado de comunicação com a leitura e a criatividade. Creio que a escrita criativa pode mudar o conceito endeusado e homiliático de escritor em Portugal, em que ninguém lê os colegas, ninguém os ouve, ninguém se sente parte de um todo que é uma literatura a pensar e a criar um país. Os meus alunos sentem que aprendem a escrever e a ouvir, a corrigir os outros e a melhorar com isso.»

Recorde-se que Pedro Sena-Lino é autor de manuais de escrita criativa na Porto Editora.

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Seg, 30/Mar/09
Curso de Marketing do Livro,
por Paulo Ferreira e Nuno Seabra Lopes

Objectivo: O Curso de Marketing do Livro pretende apresentar as noções essenciais da disciplina do Marketing, fazendo-se a devida ponte com o sector do livro. Far-se-á uma análise do negócio editorial português, analisando-se os seus principais protagonistas e como se delineam estratégias de produto, preço, distribuição e comunicação para impactar o público-final. Analisar-se-ão diferentes estudos de caso do sector do livro, com ênfase no mercado português, tendo em conta os pontos acima.

Formadores: Paulo Ferreira e Nuno Seabra Lopes.

Paulo Ferreira é Consultor Editorial da Booktailors – Consultores Editoriais, sendo pós-graduado em Edição pela Universidade Católica Portuguesa. Durante mais de cinco anos desenvolveu uma carreira de publicitário, enquanto gestor de contas. Organizou diversos volumes, tendo sido coordenador editorial de revistas periódicas.

Nuno Seabra Lopes é Consultor Editorial da Booktailors – Consultores Editoriais, sendo mestre em Estudos Editoriais. É especialista convidado na Especialização para Técnicos Editoriais da FLUL. Tem experiência editorial em várias editoras livreiras de média e grande dimensão, distinguindo-se em funções de coordenação e edição executiva.

AULA 1: CONCEITOS-BASE DE MARKETING. SUA APLICAÇÃO AO MERCADO DO LIVRO.

1. Conceitos-base. Definição, caracterização, estratégias, objectivos:
1.1 Mercado
1.2 Marketing
1.3 Marca
1.4 Posicionamento
1.5 Segmentação
1.6 Naming

AULA 2: ANÁLISE DE AMBIENTE. O NEGÓCIO DO LIVRO EM PORTUGAL

2. Caracterização do Negócio do Livro
2.1 O carácter livre do mercado do livro
2.2 Valor de Mercado. A ausência de estatísticas
2.3 As fusões, aquisições e a constituição de grandes grupos editoriais
2.4 Concentração dos pontos de venda
2.5 Alteração do perfil de leitor

3. Protagonistas: casas de edição.
3.1 Os grandes grupos de edição
3.2 As PME – Pequenas e Médias Editoras
3.3 As imprints. As editoras de nichos.

4. Os canais de vendas (Retalho tradicional, livrarias online, grandes superfícies, armazéns e cadeias de livrarias, canais emergentes,…)

AULA 3: O PRODUTO

5. Conceitos-base
5.1 Carácter prototípico do livro
5.2 Canibalização do mercado e pouca permanência de produtos no ponto de venda
5.3 Carácter não concorrencial /de substituição do produto
5.4 Necessidades de diferenciação
5.5 Necessidades de referenciação ou permanência a factores centrais
5.6 Carácter charneira do produto
5.7 Papel social do livro
5.8 Características intrínsecas do livro

6. Planeamento e projecção do produto
6.1 Mercado-potencial/alvo
6.2 Factores centrais de motivação
6.3 Abordagens à estratégia de produto:
6.3.1 Produto
6.3.2 Colecção
6.3.3. Marca

6.4 Observação e análise
6.4.1 Ideias ofensivas
6.4.2 Ideias defensivas
6.4.3 Estratégias tradicionais
6.4.4 Estratégias dependentes

7. Gestão do produto
7.1 Ciclos de vida
7.2 Rentabilidade

AULA 4: O PREÇO

8. A Cadeia de valor na formação do preço

9. Lei do Preço Fixo do Livro. O caso português

10. O Preço de Venda ao Público, o Desconto Médio
10.1 Noções base: PVP, desconto médio, papel da editora e restantes agentes face ao mercado;
10.2 Estrutura de consignação e seu impacto na política de preço

11. Estabelecimento do preço
11.1 Valor real
11.2 Estrutura de custos
11.3 Valor percebido
11.4 Valor de mercado

12. Estratégias de valorização do produto livro
12.1 Avaliação da qualidade
12.2 O Marketing-mix como estratégia de valorização
12.3 Tipologia de valorizações face ao perfil de editora/público

13. Preço Médio de Venda ao Público
13.1 A competitividade
13.2 A gestão do preço na vida do produto

AULA 5: A DISTRIBUIÇÃO

14. Tendências da distribuição em Portugal (A configuração do layout de produtos no ponto-de-venda, os saldos e as feiras do livro, a política de descontos, os novos canais de vendas...)

15. Os modelos de distribuição
15.1 Própria
15.2 Delegada
15.3 Mista

16. Caracterização dos principais canais de venda
16.1 As livrarias tradicionais
16.1.1 Caracterização
16.1.2 Críticas comuns
16.1.3 Boas práticas

16.2 Armazéns e cadeias de livrarias. Caracterização
16.3 As grandes superfícies. Caracterização
16.4 As livrarias online. Caracterização
16.5 Os canais emergentes

17. Protagonistas. As distribuidoras. A força de vendas das editoras

18. Contributos para uma boa gestão

AULA 6: A COMUNICAÇÃO

19. Caracterização da comunicação editorial (o investimento neste elo da cadeia de valor; os meios de comunicação social; a necessidade de falar com público-final e as bases de dados de leitores; a noção de marca na comunicação editorial)

20. As ferramentas e instrumentos de comunicação dos editores

21. Os meios de comunicação social tradicionais
21.1. Imprensa
21.2 Rádios
21.3 Televisão

22. Os novos meios comunicação social
22.1 Blogosfera
22.2 Comunidades sociais
22.3 Os wikis
22.4 Outros

Carga horária: 18h
N.º de sessões: 6, de 3h cada
Datas: 24, 25, 30 de Junho, 2, 7 e 9 de Julho
Horário: Pós-laboral, das 18h30 às 21h30
Preço: 225,00 euros
Local de formação:
Rua Nova de Almada, 59, 3.º andar
Descontos: 10% para todos os ex-alunos e estudantes

Para pré-inscrição, por favor envie CV (com a referência: MKT Livro VIII) para: formacao@booktailors.com.


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Seg, 30/Mar/09
É já amanhã, pelas 18h30, a inauguração da Livraria Alêtheia, que irá funcionar nas instalações da antiga Padaria Provinciana. A livraria irá manter as características de base daquele espaço (Rua do Século, 15). Na sessão de abertura, será lançada a obra Passaporte, de Maria Filomena Mónica, com apresentação de José Manuel Fernandes.

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Seg, 30/Mar/09
O NOVO MUNDO DO LIVRO,
por Nuno Seabra Lopes (*)

Estará o mundo melhor sem livros impressos?

Jason Epstein, o decano editor norte-americano, responsável durante 50 anos pela gigantesca Random House, afirmou recentemente que a salvação do livro pode passar pela sua não existência enquanto impresso.

Num mercado repleto de livros, poucos são aqueles que conseguem vender um número significativo que compense o seu desenvolvimento e produção.
Neste actual panorama, pautado pela forte hierarquização, que afasta comercialmente do mercado obras importantes, novas soluções tornam-se o mercado de amanhã, reestruturando a forma como adquirimos os livros que realmente desejamos e o modo como este negócio se estrutura.

Actualmente, e por causa do mundo digital, já são poucos aqueles que pensam em dirigir-se a uma livraria para encomendar um livro estrangeiro, assim como é cada vez mais complicado julgar que determinada livraria terá um livro específico que nós queremos, tendo ele sido lançado há mais de seis meses.

A cadeia de valor deste negócio está, definitivamente, a mudar e os editores têm de ter isso em atenção.
Nos próximos tempos, para que o leitor tenha à sua disposição material de leitura com qualidade, bem como acesso aos textos da forma mais conveniente, ao preço mais acertado e no local mais apropriado, já não se pode pensar em fazer apenas livros, mas sim, e se for esse o caso, também livros.

E quanto a tê-los à disposição na livraria? Dificilmente. As soluções podem passar pela impressão de obras a pedido e outros sistemas, retirados de um gigantesco silo de conteúdos pertencente a quem disponibilizar a plataforma e gerir os direitos.

Não se trata de vaticinar novos tempos, nem de dar um fatal apoio aos tempos digitais. Mas, no futuro, os livros que hoje são expulsos do mercado poderão ser o mercado de amanhã, o modelo económico poderá ser radicalmente diferente e pode não faltar muito para que os editores constatem que a edição e venda de novos livros impressos constitua uma reduzida fatia do negócio, sendo todo o restante mercado aquele onde, infelizmente, não estão.

(*) Nuno Seabra Lopes é licenciado em Estudos Europeus, tem Especialização para Técnicos Editoriais e Mestrado em Estudos Editoriais. Trabalha desde 1999 no sector da edição, sendo Especialista Convidado do Curso de Especialização para Técnicos Editoriais da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa. É sócio-fundador da Booktailors e consultor editorial especializado nas áreas da Edição e da Estratégia.
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Dom, 29/Mar/09
Dom, 29/Mar/09
«ABADE DE BAÇAL. Francisco Manuel Alves (1865-1947), padre transmontano, autor das Memórias Arqueológicas do Distrito de Bra­gança, 11 volumes de investigação do ­património cultural do distrito, reserva o 5.o aos Judeus, ou seja, dedica­-lhes o primeiro volume reservado à História dos Homens, precedendo os volumes dos Fidalgos e dos Notáveis. Foi um dos descobridores da existên­cia de marranos*, assistiu à sua emergência como judeus, contando entre os amigos mais íntimos José Mon­tanha, um dos fundadores da comunidade e sinagoga de Bra­gança*, a quem dedica o volume e condiciona à sua opinião a publicação, dadas algumas suscep­tibilidades. A obra espelha a grande admi­ração do autor pelo povo judeu, pelo que no preâm­bulo explica a filiação do cristianismo no ju­daísmo, condenando o anti-semitismo, faz uma resenha da história dos judeus em Portugal, ­incluindo alguns apontamentos sobre os judeus contemporâneos do distrito e sobre as práticas reli­giosas e costumes dos judeus. Segue-se uma ampla listagem dos indivíduos pertencentes ao distrito e diocese de Bragança processados pela Inquisição ao longo dos séculos, quase na totalidade por judaísmo, e um pequeno apêndice documental sobre judeus e cristãos­-novos bragançanos.

Bib.: ALVES, Francisco Manuel, abade de Baçal, Os Judeus no Distrito de Bragança, in Bragança: Memórias Arqueológico-Históricas do Distrito de Bragança, s. l., Câmara Municipal de Bragança/Instituto Português de Mu­seus-Museu do Abade de Baçal, imp. 2000, t. v; SALOMON, Herman P., The Captain, the Abade and 20th Century «Marranism» in Portugal, Paris, Fundação Calouste Gul­benkian, 1976, Sep. de Arquivos do Centro Cul­tural Portu­guês, vol. x; MEA, Elvira Cunha de Aze­vedo, «O Judaísmo no Século xx: A fénix renascida em Trás-os-Montes», in Actas do Congresso Histórico 450 Anos da Fundação, Bragança, 1997.

E. A. M.

ABAFADORES (ABAFADEIRAS). Al­guns autores referem-se à sua existência em Trás­-os-Montes e Beiras baseando-se numa tradição segundo a qual os judeus mandariam abafar os seus doentes que se encontrassem em estado terminal. Tal procedimento seria utilizado entre os cristãos-novos*, durante a vigência da Inqui­sição*, para evitar que o sacerdote católico chegasse a tempo de ministrar o sacramento da extrema-unção e que o moribundo denunciasse qualquer prática judaica mantida no segredo da família.

Os abafadores seriam chamados ao leito do doente mal se adivinhasse a morte próxima. O moribundo «era envolvido em cobertores e carregavam-lhe em cima até lhe darem morte por asfixia», diz José Leite de Vasconcelos* na Etno­grafia Por­tu­guesa. O autor afirma ter recebido a informação, em 1932, de uma pessoa de Bra­­gan­ça* a quem fora garantido por uma cristã­-nova que o abafamento ainda se praticava na região.

Leite de Vasconcelos acrescenta que, sempre que perguntava pela existência dos abafadores, lhe respondiam que os havia, mas ninguém presenciara o acto.

O abade de Baçal* também se ­refere ao assunto nas Memórias citando duas tes­temunhas presenciais.

Um outro autor, Samuel Sch­warz*, consi­dera tratar-se de uma lenda decorrente do facto de, à hora da morte, os vizinhos cristãos verem entrar para junto do moribundo os homens que celebram as ceri­mónias fúnebres a quem tomavam por abafa­dores.

O escritor Miguel Torga, em Novos Contos da Mon­tanha («O Alma Grande»), conta a história de um abafador e descreve o seu procedimento.

Bib.: ALVES, Francisco Manuel, abade de Baçal, Os Judeus no Distrito de Bragança, in Bragança: Memórias Arqueológico-Históricas do Distrito de Bragança, s. l., Câmara Municipal de Bragança/Instituto Português de Museus-Museu do Abade de Baçal, imp. 2000, t. v; VASCONCELOS, José Leite de, Etnografia Portuguesa, Lis­boa, Imprensa Nacional, 1967, vol. 4; SCHWARZ, Samuel, Os Cristãos-Novos em Portugal no Século XX, Lis­boa, Instituto de Sociologia e Etnologia das Religiões, 1993.

M. J. F.»

«O Dicionário do Judaísmo Português que agora se apresenta, procura dar uma imagem abrangente e sistematizada da presença judaica em Portugal e da presença e actividade dos judeus de origem portuguesa no mundo. O universo da obra estende-se desde o estabelecimento de judeus no território que é hoje Portugal, atestado desde o séc. V, até ao presente, passando pela diáspora espalhada pelo mundo. Para além das entradas de carácter histórico, a obra contempla ainda noções básicas sobre festas religiosas, rituais e instituições comunitárias judaicas, bem como um glossário de termos hebraicos e índices onomástico e geográfico.

Já bastante se escreveu sobre os judeus portugueses, como os artigos deste dicionário testemunham. O nosso objectivo é reunir e divulgar de forma sintética conhecimentos actuais sobre o assunto, e proporcionar ao público em geral um instrumento de referência até aqui inexistente. Cada entrada remete para uma bibliografia essencial que o leitor interessado em explorar o tema de forma mais ampla pode consultar. Não temos a pretensão de dar a questão por encerrada. Conscientes de que o tema é bastante vasto e complexo, esperamos que esta obra contribua para suscitar o interesse e o desenvolvimento dos estudos judaicos em Portugal e, em geral, sobre os judeus portugueses. Gostaríamos ainda de salientar que se trata de um Dicionário de Judaísmo e não da Inquisição, pois esta instituição, embora intimamente relacionada com a temática do Judaísmo Português, merece, pela sua complexidade e pelo facto de transcender intrinsecamente a questão judaica, um Dicionário distinto, a par das obras já publicadas.

Os artigos foram elaborados por mais de sessenta especialistas das questões respectivas, os quais melhor do que ninguém podem escrever sobre os assuntos que investigaram, por vezes durante décadas. Reflectem, por isso, a abordagem própria e o estilo dos seus autores, e ainda o estado dos conhecimentos da altura em que o Dicionário foi iniciado, há cerca de oito anos atrás.

Por último, uma nota sobre o título da obra: Dicionário do Judaísmo Português. Existem diversas obras sobre os judeus sefarditas, que incluem sob essa designação judeus de origem portuguesa e espanhola. Mas, muitas dessas obras confundem e privilegiam os judeus espanhóis e o seu legado social e cultural em detrimento dos portugueses. A expressão "judeo-espanhol" frequentemente utilizada para as comunidades ibéricas na diáspora é disso um exemplo. É verdade que, a partir da expulsão dos judeus da Península Ibérica e, nomeadamente, durante o período da União Dinástica (1580-1640), se tornou por vezes difícil distinguir entre uns e outros. O contexto em que se moviam e incluíam era ibérico, a língua "franca" era o castelhano, a cultura secular em que banhavam era a mesma e as comunidades que constituíam na diáspora eram na sua maioria mistas. Assim, optámos por privilegiar o contributo social e cultural dos judeus de origem portuguesa em Portugal e no mundo, bem como o de todos aqueles relacionados com este país.

Esperamos que esta obra possa contribuir para um conhecimento mais vasto do público interessado e seja um instrumento de trabalho útil para estudiosos e investigadores.

Os Coordenadores»
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Sáb, 28/Mar/09
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Sex, 27/Mar/09
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«Os accionistas da Papelaria Fernandes aprovaram em Assembleia Geral a proposta da administração de declarar a insolvência da empresa.»

Ler no Jornal de Notícias ou no Público.

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Sex, 27/Mar/09
A biografia de Jade Goody, concorrente do «Big Brother» inglês que morreu no último sábado, esta a ser alvo de uma acesa disputa. Ler aqui.


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Sex, 27/Mar/09
Repare-se no crucifixo ao canto da sala...

Deixamos um excerto retirado da obra que chegou esta semana às bancas.

«A sua tese do voto em branco no Ensaio Sobre a Lucidez foi considerada na altura uma grande provocação. Esse era o objectivo?

Sim. Porque uma democracia que não se decide, que não sabe que uso fazer dos votos expressos – ou que às vezes sabe muito bem o que é que há-de fazer dos votos expressos, exactamente o contrário daquilo que foi prometido aos eleitores – chega a um momento em que faz uma pessoa perder a paciência. (…) Recordo a eleição descrita na Morgadinha dos Canaviais, do Júlio Dinis, em que os labregos lá da terra já estavam todos munidos do seu papelinho e depois, entre as personagens importantes da história, há uma mudança e no último instante os papéis que votavam numa pessoa foram substituídos para passar a votar noutra. Esses homens – essas mulheres não, porque nessa época não tinham direito a voto – votaram com igual inconsciência, votaram consoante alguém ordenou, no caso o patrão, que por ter interesses próprios deixou de apoiar um e passou a apoiar outro e pôs os seus empregados e subalternos – gente em muitíssimos casos analfabeta – a votar noutra pessoa. Isto é democracia? Isto é também uma comédia, só que uma comédia que tem consequências muito graves e uma delas é que da democracia à demagogia vai um passo – que está constantemente a ser dado, pois os políticos não respeitam a sua própria palavra –, mesmo quando se diz que a democracia é o menos mau dos sistemas. É possível que sim, mas como nunca se fez nenhum esforço para encontrar outro melhor alguém tem de o criticar. Mas não serei eu a dizer «acabemos com a democracia». E haverá que acabar com esta democracia, este modo de pensar e de viver, e este sistema tem de passar por uma mudança radical, mas como sou contra a abstenção – aí sim, sou radicalmente contra – o que eu pensei foi que a participação do cidadão num acto eleitoral pode não se limitar à escolha entre um partido e outro e outro e outro, pode pôr lá um papel em branco que significa que não votou em nada e em ninguém em particular mas que foi ali dizer «não fiquei em casa, mas para mim o sistema funciona mal».»

Uma Longa Viagem com José Saramago, João Céu e Silva, Porto Editora, Pág. 319

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Sex, 27/Mar/09
«A Feira do Livro da Primavera, patente no Mercado da Ribeira, vai ter um conjunto de promoções especiais de 28 de Março a 5 de Abril, vendendo livros "a preço de saldo".»

Ler no Diário Digital.


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Sex, 27/Mar/09
Tem o formato A5 e tem um ecrã táctil, calculadora e gestor de contactos. Inclui ainda possibilidade de colocar notas (o que é uma excelente notícia).

O preço será inferior ao do Kindle.

Fotos retiradas daqui.

(pf)


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Sex, 27/Mar/09
O JL foi entrevistar os dois principais responsáveis de APEL e UEP, para ouvir a sua posição face às principais alterações da feira deste ano. Do lado favorável às alterações deste ano, está Rui Beja (APEL); do lado oposto, Carlos Veiga Ferreira (UEP). Saliente-se o registo e o tom das declarações dos dois protagonistas, com Carlos da Veiga Ferreira a reconhecer mesmo que esta direcção estará a «fazer um trabalho importante, a arrumar a casa e a tentar melhorar a Feira.», antevendo-se assim uma maior concórdia do que aquela vivida em recentes edições.
Reproduzimos aqui a notícia, intitulada «Mudanças na Feira do Livro?», da autoria de Ricardo Duarte.

«São várias as novidades das próximas Feiras do Livro. A de Lisboa abre mais cedo, a 30 de Abril (até 17 de Maio), quando habitualmente era no final de Maio. Tem horários diferentes, das 12 e 30 às 20 e 30, de segunda a quinta (antes era das 16 às 23), e das 11 às 23, aos sábados, domingos e feriados, e novos pavilhões, que depois serão usados na Feiro do Porto, que este ano não se realiza em simultâneo com a de Lisboa (inaugura a 27 de Maio e prolonga-se até 14 de Junho). Mudanças cujo principal responsável é Rui Beja, presidente da APEL, organizadora da Feira, e que suscitam reservas a Carlos da Veiga Ferreira, presidente da UEP.

SIM

Rui Beja

A antecipação para o final de Abril é vantajosa por várias razões: permite a modernização simultânea das feiras do livro de Lisboa e do Porto (têm agora datas distintas), usando os mesmos pavilhões; e propicia um trabalho mais aprofundado com as escolas, numa altura que estão mais disponíveis, segundo o feedback que temos tido. E o clima não será um problema. Pedimos um estudo ao Instituto Meteorológico: entre Maio e Junho não há grandes diferenças, só ao nível do calor. É também nesse sentido que vai a alteração dos horários. É uma época que convida ao passeio pelo Parque Eduardo VII. É preciso ter em conta que a vida citadina mudou, que as pessoas trabalham por turnos e que têm horários diferenciados. Vai haver um espaço de restauração, que fazia falta, pelo que se pode almoçar na feira e continuar a visita à tarde. Durante a semana a afluência à noite era muito reduzida. E, claro, o horário é mais adequado ao público escolar. Por último, os novos pavilhões trazem várias vantagens. São mais modernos, atractivos e de manuseamento simplificado, na abertura e no fecho. Podem ser usados individualmente ou acoplados, para uma gestão do espaço mais eficaz. Os participantes têm total liberdade de escolha. E um dos problemas apontados – a inexistência de bancadas laterais – foi resolvido.

NÃO

Carlos da Veiga Ferreira

Estou absolutamente em desacordo com os novos horários da Feira do Livro de Lisboa. Em tempos houve uma edição com opções idênticas, no Terreiro do Paço, que se relevou um enorme flop comercial. Porque as pessoas não têm tempo nesse horário. Às vezes, nem para almoçar. Mesmo procurando atingir o público escolar, a experiência diz que também não se chega lá por esse caminho. Posso enganar-me, mas estou convicto que o horário não é adequado. Quanto aos novos pavilhões suscitam-me reservas semelhantes, sobretudo porque o seu formato, quando comparado com os anteriores, reduz em cerca de 30 a 40% o espaço disponível. Ter o maior número possível de livros exposto é fundamental. É essa a expectativa das pessoas e o que as leva à Feira: encontrar obras que não estão disponíveis nas livrarias, o que só se consegue com tabuleiros maiores. Em relação à calendarização, há quatro ou cinco anos diria logo que não concordava. Mas com as mudanças metereológicas, é difícil dizer. É possível que esteja bom tempo na altura. Mas apesar de tudo, as expectativas são boas. Esta direcção da APEL está a fazer um trabalho importante, a arrumar a casa e a tentar melhorar a Feira.»

A notícia pode ser lida na página 9, do nº 1004 do JL, actualmente nas bancas.


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Sex, 27/Mar/09
«Portugal será o país convidado da Feira do Livro de León, que decorre em Maio nesta cidade espanhola, numa iniciativa do governo desta região e da autarquia de Bragança, as duas zonas fronteiriças»

Ler no Expresso.


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Sex, 27/Mar/09
A Redacção da revista começa a desvendar o mistério…

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Sex, 27/Mar/09
Está a decorrer em Itália um festival dedicado a Paul Auster - o Dedica Festival. Ler aqui e aqui.


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Sex, 27/Mar/09
À semelhança dos diferentes Grupos profissionais de discussão existentes no LinkedIn, a Booktailors iniciou o primeiro deles totalmente dedicado à edição de livros em Portugal.

Com o nome «Edição de Livros em Portugal», é destinado a todos os profissionais do sector - e interessados em sê-lo - que queiram discutir questões pertinentes, levantar dúvidas, apresentar soluções e boas-práticas, assim como conversar sobre os temas do mundo da edição.

O local ideial para conversar com outros profissionais e auxiliarmo-nos a ultrapassar os problemas existentes hoje em dia no nosso mercado.

Ver aqui.

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Sex, 27/Mar/09
Queremos agradecer à Fnac Norte Shopping o destaque dado ao livro do Prof. José Afonso Furtado, A Edição de Livros e a Gestão Estratégica.


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Sex, 27/Mar/09
«O grupo de mídia Discovery Communications processou a Amazon.com, alegando que esta estará a infringir a sua patente sobre tecnologia para eBooks, nomeadamente no que à encriptação para a distribuição de livros digitais diz respeito. A Discovery alega que a Amazon se estará a escusar ao pagamento de royalties por esta tecnologia.»

Ler aqui.

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Sex, 27/Mar/09
«Noutro dia, falava sobre o meu trabalho de livreiro e da importância da leitura com um amigo, que me disse: «Sabes, os livros já passaram de prazo e foram escritos, na sua grande maioria, por pessoas que já morreram ou por quem nada tem a acrescentar. Ler é viver a vida dos outros e não ter vida própria, ler requer tempo e o tempo nos dias de hoje é um luxo (...)Se queres saber, acho que as pessoas lêem demais. Antes de lerem um livro, deveriam reflectir sobre se esse livro irá de facto melhorar a sua vida; é que a grande maioria deles não melhora.»


Ler na íntegra aqui.

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Sex, 27/Mar/09

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Sex, 27/Mar/09
MORTE DO ENSAIO,
por Pedro Bernardo (*)

No suplemento «Actual» da edição do Expresso que faz o balanço literário de 2008 (27/12/08), António Guerreiro volta a referir o panorama desolador, segundo ele, da publicação do ensaio de ciências sociais e humanas. Há uns meses, no seu blogue, Francisco José Viegas perguntava a Eduardo Pitta se este, no balanço que fizera, não encontrara em 2008 livros de ciência e/ou ensaios dignos de nota. Tudo isto para referir aquilo que alguns vêem como a lenta morte do ensaio no panorama editorial português.

É certo que o primado do mercado e, por extensão, da ficção e de outro tipo de obras mais vendáveis veio colocar (ainda) mais dificuldades às editoras que publicam este género. É certo, também, que a imprensa escrita dedica cada vez menos espaço à crítica literária do género, preferindo fazer a recensão do último e mais obscuro romance inglês, a falar num ensaio. É certo, ainda, que a concorrência draconiana no retalho – seja nas grandes cadeias ou em pequenas livrarias – obriga à exposição de títulos de maior rotação e mais potencial de venda.

Mas conviria tentar perceber as razões mais fundas do declínio de um género que, não estando tão moribundo como se apregoa, já conheceu realmente melhores dias.

A infantilização do ensino não ajudou. A leitura como momento lúdico pode ter as suas vantagens e servir para entreter, mas ler também é um acto que exige determinação, vontade, por vezes esforço. A democratização do ensino superior, por seu lado, não foi acompanhada do grau de exigência necessário (por muitas razões que não vêm agora ao caso) e os conhecimentos de um recém-licenciado em termos de cultural geral, de «mundo literário» – à falta de melhor tradução para well read – e de capacidade de interpretação e análise de um texto deixam muito a desejar (haverá excepções, como é óbvio, e felizmente). Assim, embora haja mais títulos publicados e mais leitores, estes, por várias razões, estão menos receptivos ao ensaio ou à poesia.

Por tudo isto – pela pouca exigência do ensino, pela simplificação dos programas, pelos baixos índices de leitura em bibliotecas, pela pouca visibilidade das obras de ensaio, pelo preço deste tipo de livro (com que o editor se tenta acautelar de um previsível fracasso), pelos hábitos de leitura que vão mudando – o panorama não é animador. Mas também não é apocalíptico: continua a haver projectos editoriais que vão contrariando a tendência, razão por que o desabafo de António Guerreiro me parece excessivo. Mas é um sinal de alerta. E, mais importante, cumpre também ao público rebelar-se e dar um sinal de exigência; o rigor e a qualidade na edição também se fazem de leitores exigentes.

*
Por dever de ofício, acompanhei o debate suscitado pelo texto de Hugo Xavier, debate esse que me merece alguns comentários. A tradução em Portugal é mal paga, como a generalidade das outras profissões o é (o vencimento médio no país ronda os 800 euros), e não por um qualquer motivo mefistofélico do editor para explorar o tradutor e aumentar escandalosamente as margens do negócio (a crer em alguns discursos, a edição seria um «El Dorado»…, ou a exploração de um proletariado, os tradutores descamisados, por um bando de nababos capitalistas, os editores). A verdade é que a economia do sector não permite pagar muito mais sem fazer perigar a actividade. É lícito e salutar que um tradutor queira ser bem remunerado; mas essa é a aspiração de qualquer trabalhador. Também os revisores, os assistentes editoriais, os designers gráficos, os paginadores e os editores se julgam mal pagos; mas os seus vencimentos espelham a realidade económica da actividade e do país. Do desejável ao possível vai por vezes uma grande diferença.

(*) Pedro Bernardo, licenciado pela Faculdade de Letras de Lisboa, é director editorial de
Edições 70, tendo ainda a seu cargo a produção da mesma editora, onde desempenha funções desde 2000. No seu percurso profissional foi, também, tradutor e revisor.
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Qui, 26/Mar/09
Qui, 26/Mar/09
«O primeiro número da "Playboy Portugal" chega às bancas este sábado e não amanhã, como estava anunciado, uma informação adiantada ao PÚBLICO pela responsável do departamento de marketing & comunicação daquela revista»

Ler no Público.

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Qui, 26/Mar/09
A 14 de Abril, será apresentada na Academia das Ciências de Lisboa a mais recente edição do Vocabulário da Língua Portuguesa, já conforme as regras do Acordo Ortográfico de 1990. Recorde-se que o Vocabulário, iniciativa que partiu da Academia Brasileira de Letras, foi apresentado oficialmente a 19 de Março, no Rio de Janeiro.Trata-se de um volume de 976 páginas, que conta com 370 000 verbetes, aos quais se acrescentam 1500 estrangeirismos. A obra conta também com alguns textos adicionais, como seja, entre outros, o texto integral do Acordo Ortográfico de 1990.

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Qui, 26/Mar/09

No que aos livros diz respeito:

- “O Tigre Branco”, primeira obra de Aravind Adiga

- “Reborn: Early Diaries 1947-1964″ é o primeiro de três volumes dos diários de Susan Sontag, o buraco da fechadura dos anos de juventude de uma das intelectuais mais influentes da América do pós-guerra. É um “big bang”: detectamos o embrião de ideias que a acompanharam durante a vida.

Fonte: Ciberescritas.


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Qui, 26/Mar/09
De leitura obrigatória o texto de Pedro Marques, dedicado aos Prémios de Edição LER Booktailors, que de forma clara aponta caminhos para futuras edições desta iniciativa.

Muito obrigado, Pedro.


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Qui, 26/Mar/09

O romance vencedor da 1ª edição do Prémio Leya, "O Rastro do Jaguar", do brasileiro Murilo Carvalho, chega hoje às livrarias portuguesas.

A obra, segundo a nota de imprensa, «conta a história de Pierre, um soldado francês de origem Guarani que, em pleno século XIX, resolve ir em busca das suas origens na América do Sul. Narrado por um descendente de portugueses, “O Rastro do Jaguar” é baseado em factos verídicos e transporta-nos da Europa para as florestas e serras do Brasil, Argentina, Uruguai e Paraguai, onde decorre uma sangrenta guerra – A Guerra do Paraguai.»

Recorde-se que esta obra foi seleccionada por entre mais de quatrocentos candidaturas, cujo presidente de juri foi Manuel Alegre.

O Prémio Leya tem o valor pecuniário de 100 mil Euros.

A edição “O Rastro do Jaguar” sairá para as bancas em duas versões: capa mole, com um preço de venda ao público de 15 Euros; e em capa dura, numa tiragem especial que custará 17 Euros.

O autor estará em Portugal para receber o Prémio Leya das mãos do Presidente da República numa cerimónia agendada para dia 6 de Abril, em Lisboa.

Capa dura:




Capa mole:

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Qui, 26/Mar/09
A Porto Editora irá lançar a obra Uma longa viagem com José Saramago, da autoria de João Céu e Silva (jornalista do DN). Segundo a nota de imprensa, a obra é «o resultado de dezenas de horas de conversas, realizadas ao longo de dois anos, e tendo como cenários o Bairro do Arco do Cego, Azinhaga, Mafra e Lavre, sem esquecer Lanzarote. Um livro escrito ao ritmo de uma entrevista em discurso directo, como deve ser quando se procura desvendar o outro lado de um escritor lido por muitos milhares de leitores.»

A obra chega em breve às livrarias e será apresentado no dia 24 de Abril pelo «gato fedorento» Ricardo Araújo Pereira. O evento contará com a presença do próprio José Saramago.

João Céu e Silva, 1959, pretende com esta obra fortalecer a série de livros da sua autoria que tem por objectivo «fazer o retrato biográfico de alguns portugueses ilustres, através de uma longa entrevista e dos testemunhos de quem os conheceu.» Recorde-se que foram já publicados: Uma Longa Viagem com Álvaro Cunhal (Edições ASA, 2005) e Uma Longa Viagem com Miguel Torga (Edições ASA, 2007).


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Qui, 26/Mar/09
«Portugal e Cabo Verde deverão iniciar a implementação do Acordo Ortográfico a 5 de Maio, embora a data seja ainda "meramente indicativa" e possa ser "alterada", disse hoje à Agência Lusa o ministro da Cultura cabo-verdiano.»

Ler no Público.


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Qui, 26/Mar/09
Pedro Sena-Lino publicou dois volumes de escrita criativa na Porto Editora, obras baseadas na experiência do autor enquanto formador desta área, na Companhia do Eu. Agora, a editora lança o blogue, que pretende «fornecer informações, sugestões de formação e serve também para publicar textos de alunos dos cursos de Pedro Sena-Lino».

Segundo o press release da editora, «O objectivo da Porto Editora e do autor é o de criarem um repositório de informações ligada à escrita criativa acessível a todos na Internet, com base nos títulos recentemente publicados: Curso de Escrita Criativa I – Criative-se: usar em caso de escrita e Curso de Escrita Criativa II – Uma Costela de Quem?»


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Qui, 26/Mar/09
Destaques da última edição do JL, já nas bancas.
- Maria Teresa Horta: Palavra(s) de Mulher. Os livros de Poesia Reunida revisitados, um a um, pela autora. Textos de Ana Luísa Amaral, Ana Marques Gastão, António Carlos Cortez, António Chagas Rosa, Gastão Cruz e Teresa Sousa de Almeida
- Filipe Duarte Santos: Clima, Ambiente e Desenvolvimento. Entrevista e perfil
- Biblioteca, a nova coluna de Gonçalo M. Tavares
- Figura: Joana Carneiro, uma maestrina feliz
- Entrevista: A Ofensa, segundo Ricardo Menéndez Salmón
- Pré-publicações: Ruy Duarte de Carvalho e Fernando Pinto do Amaral falam dos seus novos livros
- Reler Nuno Bragança, por Guilherme d’Oliveira Martins
- A exposição de Cruzeiro Seixas
- As Crónicas de Onésimo e José Luís Peixoto
- A autobiografia de Luiz António Assis Brasil
- Agenda Cultural

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Qui, 26/Mar/09
«O director do PÚBLICO, José Manuel Fernandes, anunciou terça-feira à redacção que assumirá, a partir de Abril, novas responsabilidades executivas nas áreas on-line e multimédia. Este anúncio foi feito durante um plenário convocado pela Direcção Editorial e pela administração para partilhar com todos os trabalhadores a evolução do projecto de integração das redacções, que fora lançado num encontro idêntico em Novembro do ano passado»

Ler no Público.

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Qui, 26/Mar/09
Ana Sousa Dias assumirá as funções de editora de Cultura da Lusa. Ler aqui.

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Qui, 26/Mar/09
Sérgio Almeida, no Jornal de Notícias, traça um panorama breve da literatura em português de Portugal.

No Dia do Livro Português observa-se que já existe um mercado viável e em crescimento, indo para isso falar com intervenientes do sector, como Teresa Figueiredo (Marketing Bertrand) e José Manuel Mendes (APE).

Nessa sequência, foi realçado o papel da Oficina do Livro (e da D. Quixote, acrescentaria eu [NSL]) e de Marcelo Teixeira, o editor de serviço (e Malcolm Lowryano pródigo!).

Para ler aqui e aqui.

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Qui, 26/Mar/09
O DN passará a publicar o Caderno de Saramago. Pedro Mexia no programa Governo Sombra «considera que o DN era precisamente o único jornal do mundo onde tal não deveria acontecer». Ver aqui porquê.

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Qui, 26/Mar/09
«Cerca de 140 editoras estão inscritas na edição deste ano da Feira do Livro de Lisboa, incluindo as do Grupo LeYa, que participará mais uma vez com pavilhões próprios, anunciou a Associação Portuguesa de Editores e Livreiros (APEL), organizadora do evento.»

Ler no Público.


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Qui, 26/Mar/09
Como a obra de José Saramago poderá servir para uma reflexão sobre Portugal. É o que fez Antonio R. Rubio Plo, no Jornal de Negócios, em Espanha: «En estos momentos de crisis económica, pero también desde años atrás, existe en Portugal un pesimismo sobre el futuro, comprensible si hay más un 25% de desempleo, lo generalmente se atribuye a los efectos de la globalización. Muchos ni siquiera ven despejado el horizonte europeo, sobre todo cuando los fondos estructurales tienden a disminuir como consecuencia de la ampliación. En esas condiciones se entiende la mirada al pasado global portugués, pero más que nostalgia y protestas, se precisan ideas para adaptarse al nuevo mundo.»

Ver aqui.


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Qui, 26/Mar/09
Manuel Portela publica no Os Livros Ardem Mal uma crítica à obra Dicionário do Livro: Da escrita ao livro electrónico, publicado pela Almedina, da autoria de Isabel Faria e Maria da Graça Pericão.

Para ler aqui.

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Qui, 26/Mar/09
Dan Frommer elenca o que mais gosta e detesta no Kindle 2.0. Aqui.

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Qua, 25/Mar/09
Qua, 25/Mar/09
Depois de uma comunidade no facebook, a newsmagazine Sábado (Cofina) já tem site e pode ser consultado aqui.

Ler no Público.

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Qua, 25/Mar/09
«O investigador de Literatura Vítor Aguiar e Silva foi distinguido com o Prémio D. Dinis 2009, pela obra A Lira Dourada e a Tuba Canora: Novos Ensaios Camonianos, publicada pela editora Cotovia.»

Ler aqui.

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Qua, 25/Mar/09
Curso de formação no Novo Acordo Ortográfico,
por Prof. Malaca Casteleiro e Pedro Dinis Correia

Público-alvo:
Todas as pessoas que, por questões profissionais, possam ter responsabilidades linguísticas acrescidas, como sejam elementos de estruturas editoriais (editores, assistentes, coordenadores), profissionais da tradução e da revisão, jornalistas, professores… No decorrer da ação, poderá ser contemplada a presença de «convidados» em algumas das sessões, tendo em conta a clarificação que a experiência profissional/linguística destes poderá trazer para as temáticas abordadas.

Objetivos gerais:
1. Dar a conhecer aos formandos, de forma sucinta, o essencial das reformas ortográficas levadas a cabo a partir de 1911 e durante todo o século xx;
2. Dotar os formandos de conhecimentos que lhes permitam diferenciar a Convenção Ortográfica Luso-Brasileira de 1945 do Novo Acordo de 1990;
3. Levar os formandos a apreenderem as modificações e alterações trazidas pelo Novo Acordo Ortográfico de 1990.

Objetivos específicos:
1. Desenvolver competências linguísticas, de modo a exercitar a prática na Nova Ortografia;
2. Explorar a nova grafia das palavras conforme o Acordo Ortográfico de 1990.
3. Aplicar exercícios diversificados, com o intuito de exercitar as novas mudanças na grafia das palavras.
4. Analisar documentos e textos tendo em vista a prática da Nova Ortografia.

Programa da ação:
1. Breve notícia histórica sobre as reformas ortográficas da Língua Portuguesa de 1911 a 1990.
2. Atualidade e pertinência do Novo Acordo Ortográfico de 1990.
3. Características gerais do mesmo Acordo.
4. Novo Alfabeto da Língua Portuguesa.
5. Uso de maiúsculas e minúsculas.
6. Supressão gráfica de consoantes mudas ou não articuladas.
7. Mudanças na acentuação gráfica.
8. Alterações relativas à hifenização.
9. Ocorrência de duplas grafias.
10. Características específicas da Nova Ortografia, segundo a norma culta luso-afro-asiática.
11. Características específicas da Nova Ortografia, segundo a norma culta brasileira.
12. Sinopse final.

Suporte bibliográfico essencial (não incluído):
CASTELEIRO, João Malaca, e CORREIA, Pedro Dinis, Atual - O Novo Acordo Ortográfico (O que vai mudar na grafia do português), 3ª ed., Texto Editores, Lisboa, 2008 (1ª ed. 2007).

GOMES, Francisco Álvaro, O Acordo Ortográfico (Inclui o Texto Integral do Novo Acordo Ortográfico, Exercícios Práticos com Propostas de Soluções), Edições Flumen, Porto Editora, Porto, 2008.

Formadores:
Professor Malaca Casteleiro
João Malaca Casteleiro é professor, investigador e linguista português. Licenciado em Filologia Românica em 1961, doutorou-se, em 1979, na Faculdade de Letras de Lisboa, com uma dissertação em Sintaxe da Língua Portuguesa. É, desde 1981, professor catedrático na mesma faculdade. Tem lecionado e coordenado a cadeira de Sintaxe e Semântica do Português, no âmbito da licenciatura, e vários seminários nas áreas da Sintaxe, Léxico e Didáctica, no âmbito de mestrado. Foi diretor de investigação do Centro de Linguística da Universidade de Lisboa, conselheiro científico do Instituto Nacional de Investigação Científica. É membro da Academia das Ciências de Lisboa, desde 1979, e presidente do seu Instituto de Lexicologia e Lexicografia. Foi galardoado com o Prémio Internacional de Linguística Lindley Cintra, da Sociedade de Língua Portuguesa. Entre vários títulos honoríficos e doutoramentos honoris causa, destaca-se a consagração, em 2001, com a comenda de Grande Oficial da Ordem Infante D. Henrique, pelo presidente da República Dr. Jorge Sampaio. A sua bibliografia, iniciada com a tese de licenciatura em 1961, é constituída por muitas dezenas de estudos dedicados à linguística e à lexicologia. É autor de obras como A Língua e a Sua Estrutura, A Língua Portuguesa e a Expansão do Saber, Nouvelles perspectives pour l'enseignement du portugais en tant que langue étrangère, A Língua Portuguesa em África e A Língua Portuguesa no Oriente: do Séc. XVI à Atualidade. Foi coordenador do Dicionário da Língua Portuguesa Contemporânea, publicado em 2001 pela Academia das Ciências/Editorial Verbo (que ficaria conhecido como «Dicionário da Academia»). Convito defensor da adoção efetiva do Acordo Ortográfico de 1990, foi coordenador do primeiro dicionário de Língua Portuguesa ao abrigo das novas regras ortográficas, publicado pela Texto Editores. Com a mesma chancela, e em conjunto com Pedro Dinis Correia, publicou ainda a obra Atual: O Novo Acordo Ortográfico ‒ O que vai mudar na grafia do português.

Pedro Dinis Correia
Pedro Dinis Correia é professor universitário e consultor linguístico. Licenciado em Língua e Cultura Portuguesa, variante Língua Estrangeira, concluiu posteriormente o Mestrado em Linguística Aplicada. Participou na elaboração de base de dados informática com todas as palavras de acordo com as normas luso-afro-asiática e brasileira do Português, conforme o Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa de 1990 (fevereiro de 2007 a junho de 2007), tendo ainda colaborado na revisão e redação do Novo Dicionário da Língua Portuguesa – Conforme Acordo Ortográfico e do Novo Grande Dicionário da Língua Portuguesa – Conforme Acordo Ortográfico, ambos da Texto Editores.

Dados técnicos:
Duração: 18 horas lectivas
N.º de sessões: 6.
Datas: 28 e 30 de abril, 5, 7, 12 e 14 de maio de 2009.
Horário:18h30-21h30
Propina: 225,00 €

Para se inscrever, por favor envie CV (com a referência: Acordo Ortográfico) para: formacao@booktailors.com.
A formação decorrerá no Bookoffice ‒ Rua Nova do Almada, n.º 59, 3.º, Lisboa.


por Booktailors às 17:00 | comentar | partilhar

Qua, 25/Mar/09
«Cerca de 140 editoras estão inscritas na Feira do Livro de Lisboa, incluindo as do Grupo LeYa, que participará com pavilhões próprios, anunciou a Associação Portuguesa de Editores e Livreiros (APEL), organizadora do evento.»

Ler no Diário Digital e no Público.


por Booktailors às 16:54 | comentar | partilhar

Qua, 25/Mar/09
No penúltimo dia da Feira do Livro Infantil de Bolonha, o movimento decresceu substancialmente em relação aos dias anteriores. O momento alto aconteceu durante a manhã, com o anfiteatro do Illustrators Cafe repleto de gente para assistir à apresentação da obra vencedora deste ano na categoria de ficção: Robinson Crusoe, de Ajubel, uma edição da editora valenciana Media Vaca. Logo a seguir, reuniu-se o júri internacional, que analisou as cerca de 2400 candidaturas à exposição colectiva de ilustração, para partilhar com o público presente (a maior parte, composto por ilustradores, aqui representados ou não) as razões das suas escolhas, reduzidas a um total de 81 nomes. «São critérios que partem sobretudo do instinto, exactamente como acontece quando trabalho», admitiu Beatrice Masini, acrescentando que, «quando uma imagem é capaz de evocar várias histórias, isso quer dizer que funciona». Chamou ainda a atenção para o facto de, por vezes, os ilustradores se esquecerem de que as crianças são os primeiros destinatários das imagens, um aspecto contestado por Eduardo Filipe, o português que integrou o painel deste ano. «Creio que não existe boa ilustração especialmente para crianças; claro que há limites, mas, essencialmente, um artista deve trabalhar para si próprio», disse. «O que eu gosto, sobretudo, é de ver algo de novo. Os critérios de avaliação são variáveis de pessoa para pessoa, mas tudo é facilitado por sermos quatro pessoas a decidir.» Destacando alguns dos elementos objectivos que concorrem na avaliação de uma ilustração (a cor, a composição, a técnica, o design e a estética), Eduardo Filipe lembrou que não se pode evitar a emergência de um gosto pessoal e sempre subjectivo, e que «a mesma ilustração pode provocar sentimentos divergentes em duas pessoas, pelo mesmo motivo». O inglês John Rowe, outro dos membros do júri, deu um bom exemplo dessa questão ao assumir que se sente sempre mais atraído por cores escuras, e pelo preto em particular, ainda que essa cor (ou ausência de cor, se preferirem) não seja muito apreciada nos livros para crianças. «Também adoro corvos e cães, e isso chama-me sempre a atenção numa imagem», acrescentou, ao mesmo tempo que algumas ilustrações iam sendo vistas no ecrã. John Rowe salientou que, durante as várias fases do processo de avaliação das candidaturas, os nomes dos autores e respectivos países foram propositadamente ignorados, para não agirem como factor de influência, mesmo que involuntária. Refira-se ainda que a Itália e o Japão foram os dois países que enviaram maior número de propostas, mas que a grande surpresa terá sido o Irão, aqui presente com trabalhos de grande qualidade, segundo os especialistas. «Uma ilustração é uma história contada aos olhos», concluiu o último elemento do júri, Won-Bok Rhie, ilustrador e professor da Coreia, o país convidado de 2009. Amanhã, dia 26 de Março, quando a Feira de Bolonha fechar portas, pouco depois da hora de almoço, vai ser possível comprar livros ilustrados em alguns dos expositores. Ou mesmo levá-los de graça, um hábito (naturalmente) muito apreciado pelo publico visitante.

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por Booktailors às 16:39 | comentar | partilhar

Qua, 25/Mar/09
Retirado daqui.

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por Booktailors às 16:00 | comentar | partilhar

Qua, 25/Mar/09
Agradecemos a Rute Mouro o simpático post publicado no passado dia 21 de Março a agradecer a acção de formação que levámos a cabo nos últimos dois sábados. Aqui.

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por Booktailors às 15:00 | comentar | partilhar

Qua, 25/Mar/09
Contrariando toda a lógica do mercado e algumas tendências internacionais (como nos EUA), em Espanha, durante o ano de 2008, registou-se um aumento significativo de títulos publicados, assim como do volume total de livros.

Foram 255,5 milhões os volumes que no ano passado viram a luz do dia, no mercado espanhol. Representando um aumento de 12,6% em relação a 2007. A Literatura, história e crítica literária correspondem a cerca de 43% do volume total. Em relação ao número de títulos, ano passado saíram 75.933 livros (mais de 90% deles sendo novidades), representando um aumento de 19,8%. Apesar da subida dos dois valores, a tiragem média diminuiu e situa-se agora abaixo dos 3.000 exemplares (2.960).

Fonte: El País.


por Booktailors às 14:30 | comentar | partilhar

Qua, 25/Mar/09
O segundo dia da Feira do Livro Infantil de Bolonha apostou forte na ilustração, com a apresentação oficial de autores coreanos e a presença de Roberto Innocenti, o segundo ilustrador italiano aqui reconhecido, 38 anos depois de Gianni Rodari. Este ano, houve 2741 candidaturas de 61 países para figurar na exposição colectiva, posteriormente avaliadas por um júri internacional, que seleccionou 81 ilustradores, nas categorias de ficção e não-ficção. Cristina Valadas, a única portuguesa destacada este ano, não esteve presente em Bolonha – pelo menos até agora –, com o seu trabalho a manter-se disponível ao público através da obra Contos da Mata dos Medos, de Álvaro Magalhães. O júri, composto por Eduardo Filipe (organizador da Ilustrarte, Portugal), Beatrice Masini (Itália), Won-Bok Rhie (Coreia) e John A. Rowe (Reino Unido), chegou à selecção mais representativa e abrangente de sempre, prova da dinâmica desta área criativa, na origem de novos talentos e de novas tendências artísticas – de que a Feira do Livro Infantil de Bolonha é uma excelente amostra, a cada ano que passa.

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por Booktailors às 13:10 | comentar | partilhar

Qua, 25/Mar/09
O tema da blogosfera ocupou o Illustrators Cafe, um dos espaços centrais da Feira do Livro Infantil de Bolonha, onde vários debates e apresentações de livros têm ocorrido a um ritmo quase imparável. No segundo dia do evento, três ilustradores reuniram-se para partilhar as suas experiencias enquanto bloggers, concordando num aspecto essencial: numa profissão solitária como é a de ilustrador, esta é uma excelente ferramenta para dar a conhecer o seu trabalho e os seus interesses. Dada a volatilidade das relaçoes com as editoras, que não investem grandemente em autores que não consideram como «seus», a blogosfera funciona como uma montra de ideias e de criatividade, ao mesmo tempo que permite trocar contactos num âmbito mais vasto e fazer ligações para outras plataformas de trabalho; como galerias ou escolas de arte, por exemplo. «O blogue é um espaço de subjectividade por excelência, onde se pode ser e dizer o que se quiser, além de partilhar conhecimento especializado», salientou Anna Castagnoli (http://www.lefiguredeilibri.com/). Os outros ilustradores participantes no encontro foram Pablo Auladell (http://pabloauladell.blogspot.com/) e Emmanuel Tavares (http://parsonsilustration.wordpress.com/). E, desta vez, o público presente no anfiteatro (com grande representatividade de bloggers) teve também oportunidade de expressar o seu ponto de vista.

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Qua, 25/Mar/09
«Já tem data marcada. A sétima Festa Literária de Paraty (FLIP), no Brasil, vai começar no dia 1 de Julho, quarta-feira, e termina domingo, 5 de Julho. Um dos convidados é o escritor português António Lobo Antunes.
Este ano a FLIP homenageia o pernambucano Manuel Bandeira (1886-1968), autor de A cinza das horas (1917), Carnaval (1919) e Libertinagem (1930). Esta homenagem a Manuel Bandeira, um dos autores mais importantes do modernismo brasileiro, pretende contribuir para “a revalorização da obra poética e para tornar mais conhecidas as diversas faces de Manuel Bandeira”, lê-se no site da FLIP que teve a sua primeira edição em 2003. As palavras são de Flávio Moura, director de programação do festival, que criou também um blogue onde vai colocando notícias sobre o evento.»

Ler na íntegra aqui.

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por Booktailors às 13:00 | comentar | partilhar

Qua, 25/Mar/09
Agradecemos a Chema García a referência no blogue Libros & Tecnología à obra de José Afonso Furtado. Aqui.


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Qua, 25/Mar/09
«Um manuscrito do poeta António Salvado passa a fazer parte do acervo da Biblioteca Histórica da Universidade de Salamanca, anunciou a instituição.»

Ler no Diário Digital.

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por Booktailors às 11:29 | comentar | partilhar

Qua, 25/Mar/09
No âmbito dos Dias Mundiais ligados aos Livros, a Direcção-Geral do Livro e das Bibliotecas promove três passatempos.

- Os alunos do 1.º e 2.º ciclos poderão participar no passatempo «Um Livro numa Frase» (ver regulamento aqui);
- Os alunos do 3º ciclo e do ensino secundário poderão participar no passatempo Um «Livro numa Foto» (ver regulamento aqui);
- o público leitor jovem é convidado a participar num «Torneio Poético» de evocação de António Botto e Jorge de Sena (ver regulamento aqui).

Para os dois primeiros, as participações deverão ser enviadas até 15 de Maio, por e-mail. Para o «Torneio Poético», deverão ser entregues até 30 de Maio.

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por Booktailors às 11:00 | comentar | partilhar

Qua, 25/Mar/09
«Grandes Livros é a primeira série documental de televisão em Portugal que dedica cada um dos seus 12 episódios a uma obra-prima da literatura nacional e ao seu autor, anuncia o segundo canal de serviço público em comunicado. O primeiro episódio tem estreia marcada para o próximo dia 27 de Março, a partir das 21.15.» A narração será feita por Diogo Infante.

Os Maias, de Eça de Queiroz; O Delfim, de José Cardoso Pires; Os Lusíadas, de Luís de Camões; Amor de Perdição, de Camilo Castelo Branco; Navegações, de Sophia de Mello Breyner; Peregrinação, de Fernão Mendes Pinto; Sermão de Santo António aos Peixes, de Padre António Vieira; Aparição, de Vergílio Ferreira; Livro do Desassossego, de Fernando Pessoa; Sinais de Fogo, de Jorge de Sena; Viagens na Minha Terra, de Almeida Garrett; Mau Tempo no Canal, de Vitorino Nemésio são as obras e os autores escolhidos.

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