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Associações e Institutos de Investigação
Feiras internacionais
Qui, 30/Abr/09
Qui, 30/Abr/09
«Os novos pavilhões têm bom aspecto, sim senhor, parecendo bastante mais confortáveis para quem lá trabalha do que os antigos. O espaço para livros em exposição é que é ligeiramente mais pequeno, mas talvez tudo o resto compense.»

Ler na íntegra no Cadeirão Voltaire.


por Booktailors às 23:28 | comentar | partilhar

Qui, 30/Abr/09
«Os jornais e revistas portugueses não sofreram grandes quebras no número de tiragens, apesar da crise, revelam os números avançados pela Associação Portuguesa para o Controlo de Tiragem (APCT) relativos a Janeiro e Fevereiro deste ano. Alguns títulos até aumentaram tiragem e vendas no segundo mês do ano.»

Público.

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por Booktailors às 23:23 | comentar | partilhar

Qui, 30/Abr/09
«Mais de 60 por cento dos utilizadores do sistema de microblogging Twitter deixaram de o usar um mês depois de terem feito a sua inscrição, diz um estudo da Nielsen, uma das principais empresas norte-americanas de estudos de audiência.»

Público.


por Booktailors às 23:21 | comentar | partilhar

Qui, 30/Abr/09
«O ministro da Cultura sublinhou hoje a necessidade da edição de um Vocabulário de Língua Portuguesa e equacionou a possibilidade de este ser feito por uma outra entidade que não a Academia de Ciências de Lisboa. José António Pinto Ribeiro falava aos jornalistas à margem da cerimónia de inauguração da 79ª Feira do Livro de Lisboa.»

Ler no Público.


por Booktailors às 23:14 | comentar | partilhar

Qui, 30/Abr/09
Ainda em respeito às facturações do Grupo Porto Editora e Grupo LeYa, o primeiro lançou um comunicado sobre este assunto, que reproduzimos: 

«O volume de negócios do Grupo Porto Editora cresceu 5,5 % em 2008, atingindo agora o valor de 91,5 milhões de euros.

Estes dados assentam nos bons resultados obtidos nas áreas da literatura, referência e multimédia, as quais, a par do escolar, são transversais às várias empresas que o constituem: Porto Editora, Areal Editores, Lisboa Editora, Plural Editores Angola, Plural Editores Moçambique e Bloco Gráfico.

Para Vasco Teixeira, Administrador do Grupo Porto Editora, o sucesso surge da “gestão rigorosa que é seguida e de uma estratégia em que a principal orientação é o de editar com qualidade, seja qual for a área e o suporte, contribuindo para a promoção dos hábitos de leitura e de aprendizagem”, acrescentando que, na base, está o trabalho de uma “vasta equipa de colaboradores e autores de excelência, dos quais muito nos orgulhamos”. 

O Grupo Porto Editora é líder na área da Educação, Referência e Multimédia, estando numa fase de crescimento no segmento da literatura de ficção e não-ficção, no qual entrou apenas em 2006 mas onde já apresenta um catálogo diversificado e cada vez mais prestigiado.»

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por Booktailors às 23:05 | comentar | partilhar

Qui, 30/Abr/09
Para a primeira semana, não perca os debates principais da Feira do livro:

1 de Maio: Livros de Gastronomia – 19:30/21:00 - Auditório
Moderador: Filipa Melo
Convidado: Chakall
Convidado: Maria Proença
Convidado: Margarida Pereira-Müller

Dia 2 de Maio: Os livros ajudam-nos a sair da crise? – 19:30/21:00 - Central
Moderador: Sara Belo Luís
Convidado: Camilo Lourenço
Convidado: Luís Ferreira Lopes
Convidado: Pedro Queiroga Carrilho

3 de Maio: Ciência ao Natural: Uma conversa sobre livros. – 19:30/21:00 - Central
Moderador: Luís Caetano
Convidado: Jorge Buescú
Convidado: Guilherme Valente
Convidado: Palmira Ferreira da Silva;

5 de Maio: Livros de Viagens – 19:00/20:30 - Central
Moderador: Luís Maio
Convidado: Ana Paula Lemos
Convidado: Tiago Salazar
Convidado: Filipe Morato Gomes

6 de Maio: O Meu Filho não Quer Ler - O que Devo Fazer? – 18:00/19:00 - Central
Moderador: João Morales
Convidado: José Jorge Letria
Convidado: José Oliveira
Convidado: Cristina Taquelim

7 de Maio: Ler na Feira – O Que Fazemos com os Nossos Livros – 17:30/18:30 - Central
Moderador: Anabela Mota Ribeiro
Convidado: Mário Soares
Convidado: Freitas do Amaral

Dia 9 de Maio: Livros para pais do sec. XXI – 19:30/21:00 - Central
Moderador: Isabel Stilwell
Convidado: Mário Cordeiro
Convidado: Daniel Sampaio
Convidado: Bárbara Wong


por Booktailors às 20:26 | comentar | partilhar

Qui, 30/Abr/09


por Booktailors às 19:45 | comentar | partilhar

Qui, 30/Abr/09


por Booktailors às 19:30 | comentar | partilhar

Qui, 30/Abr/09



por Booktailors às 19:15 | comentar | partilhar

Qui, 30/Abr/09


por Booktailors às 19:00 | comentar | partilhar

Qui, 30/Abr/09


por Booktailors às 18:45 | comentar | partilhar

Qui, 30/Abr/09


por Booktailors às 17:16 | comentar | partilhar

Qui, 30/Abr/09
EPLL1
11h00
Criação Literária - Conta-me tudo sobre…
Monitor: António Xavier. Convidado: Jornalista Joaquim Franco - TSF

EPLL2
11h00
Criação Literária - Conta-me tudo sobre…
Monitor: António Xavier.
Convidado: Jornalista Joaquim Franco - TSF

Espaço Jovem
14h00
Ciência Viva/ Pavilhão do Conhecimento
15h00
Sessão de autógrafos de Isabel Ricardo Amaral

Espaço Infantil
15h00
Oficina de Sons do livro Gabriel o Direitinho

EPLL1
15h30
Hora do Conto: «Dá-me um livro… Conto-te uma história»

EPLL2
15h30
Hora do Conto: «Dá-me um livro… Conto-te uma história»

Auditório
16h00
Lançamentos Um punhado de Terra, Telefunken

Espaço Jovem
16h00
«O editor precário manifesta-se!» - seis editoras independentes de BD e ilustração
Com a presença de Associação Chili Com Carne, El Pep, Imprensa Canalha, Opuntia Books, Serrote e o fanzine O Hábito Faz o Monstro. Organização Bedeteca/ CML

Espaço Infantil
16h30
Espaço Olá

Central
16h30
Construção de aviões de Papel e Estrelas com Desejos. Dos 5 aos 12 anos. Atelier de Origami baseado nos Livros Paper Planes e Wishing Stars, em que serão dobrados 10 diferentes fantásticos aviões, que obedecem a lógicas de rigor e voo diferentes.

Outros
17h30
Espaço Nestlé

EPLL1
18h30
Experimentação Plástica - Poesia Visual
Esta oficina pretende exercitar o conceito de caligrama através da transformação de palavras em imagens
Monitor: Emy Fazenda

EPLL2
18h30
Experimentação Plástica - Poesia Visual
Esta oficina pretende exercitar o conceito de caligrama através da transformação de palavras em imagens
Monitor: Emy Fazenda

Auditório
18h30
Homenagem a Rogério Moura

Espaço Infantil
18h30
Experimentação Plástica - Ilustração
Esta oficina pretende trabalhar o valor do texto e da imagem.
Monitor: Júlio Carlos
Convidado: Artista Plástico: André Letria

Espaço Jovem
19h00
Ciência Viva/ Pavilhão do Conhecimento

Central
19h30
Livros de Gastronomia e culinária
Moderador: Filipa Melo
Convidados : Chakall; Maria Proença; A. Margarida Pereira-Müller

Auditório
21h00
«A Importância e o Significado do Humanismo e de Erasmo nos Nossos Dias»
Conferencista Dr. Pedro Teixeira da Mota


por Booktailors às 17:00 | comentar | partilhar

Qui, 30/Abr/09
«Enquanto ainda decorre a Feira do Livro de Braga, abre esta semana a de Lisboa, desta vez sem polémicas entre editores. Será uma ocasião para facilitar o acesso aos livros e só é pena que dure tão pouco tempo - deveria permanecer até aos feriados de Junho.»

Fernando Pinto do Amaral, «Visão» de 30-04-2009, pág. 20.


por Booktailors às 16:30 | comentar | partilhar

Qui, 30/Abr/09
«A literatura de língua portuguesa estará em debate entre 07 e 10 de Maio na 2ª edição do encontro Letras em Lisboa, organizado pela Casa Fernando Pessoa, Teatro São Luiz e Fórum das Letras de Ouro Preto.»

Ler aqui.


por Booktailors às 16:15 | comentar | partilhar

Qui, 30/Abr/09
Tirado daqui.

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por Booktailors às 16:00 | comentar | partilhar

Qui, 30/Abr/09
«A Bertrand Editora apresenta um cartaz recheado para a 79ª edição da Feira do Livro de Lisboa, que arranca esta quinta-feira, no Parque Eduardo VII. José Luís Peixoto, Francisco José Viegas, Manuela Gonzaga e Irene Pimentel serão apenas alguns dos autores convidados.»

Ler no Diário Digital.


por Booktailors às 15:30 | comentar | partilhar

Qui, 30/Abr/09
A LeYa apresenta uma extensa actividade cultural para esta feira do livro. Com mais de uma centena de sessões de autógrafos, percebe-se que o grupo se preocupou em diversificar, tentando atingir o maior número de públicos possível. Assim, se para o público infantil, foram preparadas sessões de Teatrinhos de Fantoches, Ateliers de Construção de Bonecos, Horas do Conto, Oficinas Temáticas, Pinturas Faciais, para os restantes públicos, não faltam Apresentações de Livros, Debates, Entrevistas ao Vivo a Autores, Noites de Poesia, Sessões de Showcooking, Provas de Vinhos.

A LeYa estará representada com 16 pavilhões que formarão a Praça Leya, conceito já utilizado no ano passado. Os pavilhões são abertos e permitem a entrada dos visitantes bem como o contacto com os livros.

ACTIVIDADES CULTURAIS NA «PRAÇA LEYA»

NOITES DE POESIA
Sextas-feiras 8 e 15 de Maio, 21h00
Convite aos autores de poesia das editoras Caminho, Dom Quixote e Oceanos para a leitura de poemas da sua autoria, seleccionados das seus mais recentes publicações.

SHOW COOKING & VINHOS
Dias 2, 10 e 16 de Maio
Chefs-autores e especialistas em vinhos mostram ao vivo a preparação de receitas retiradas dos seus livros mais recentes:
Sábado, 2 de Maio, 20h: Chakall (Oficina do Livro)
Domingo, 10 de Maio, 19h: Bento dos Santos e João Paulo Martins (Livros d’Hoje)
Sábado, 16 de Maio, 19h: Ernâni Ermida e Dra. Teresa Mota (Asa BD)

ESPECIAL DIA DA MÃE
3 de Maio, 16h30
Homenagem a todas as mães do mundo e elo de ligação entre mães e filhos, o livro Um Mundo de Mamãs, com textos de Marta Gómez Mata e ilustrações de Carla Nazareth, estará em destaque com a presença da ilustradora do livro na Praça Leya para uma sessão de autógrafos «em família».

LANÇAMENTOS
- Domingo, 10 de Maio, às 16h00: apresentação do Livro com Cheiro a Canela, de Alice Vieira (Texto), com Workshop de Culinária para Crianças.
- Segunda, 11 de Maio, às 19h: apresentação de dois novos livros da colecção 7 IrmãosMiguel nunca desiste e Maria, os segredos da irmã mais velha, de Maria João Lopo de Carvalho e Margarida Fonseca Santos (Oficina do Livro)
- Terça, 12 de Maio, às 19h: apresentação do livro de Francisco Salgueiro, A Praia da Saudade (Oficina do Livro)
- Quarta, 13 de Maio, às 19h: apresentação de 1621, de Pedro Vasconcelos (Oficina do Livro)
- Domingo, 17 de Maio, 18h (palco principal da Feira), apresentação do livro Ainda Alice (Caderno) em parceria com a Associação Alzheimer Portugal.

ASTÉRIX E NÓS
Domingo, 10 de Maio, 20h00 Conversa com especialistas em BD convidados em torno de Astérix por ocasião dos 50 anos da sua chegada a Portugal.
Debate moderado por Maria José Pereira, editora da secção de Banda Desenhada da ASA.

AO VIVO COM ALICE VIEIRA
Sábado, 16 de Maio, 21h00
Convidámos a jornalista e radialista Inês Meneses para entrevistar, ao vivo, a Alice Vieira no ano em que completa 30 anos de carreira.

DIA DOS AUTORES AFRICANOS
2 e 3 de Maio
Neste dia receberemos a visita de conhecidos autores de literatura africana que aproveitam a Feira do Livro para se encontrar com os seus leitores. Entre eles estarão Ondjaki, Pepetela e José Eduardo Agualusa.

INFANTIL - JUVENIL ANIMAÇÃO INFANTIL
Diariamente, das 12h30 às 19h
Pelo grupo CAFINVENÇÕES
Na zona dedicada aos livros infantis e juvenis, a Praça Leya vai ser constantemente animada e os mais pequenos poderão deixar-se ficar por ali para se divertirem com Pinturas Faciais, Oficinas Temáticas, Leitura de Contos e outras surpresas.

TEATRO DE FANTOCHES
Pelo grupo «Mestre Filipe e as Suas Marionetas»
Sábados, Domingos e Feriados, às 11h30 e 15h
Encenação de obras de editoras do grupo Leya em versão Marionetas pela mão do grupo «Mestre Filipe e as Suas Marionetas». Serão encenadas cinco histórias do livro Hoje Há Palhaços (ASA), de António Torrado e a Maria Alberta Meneres, e ainda os contos A Meia Desemparelhada, do livro O Barco de Chocolate, de Cristina Norton e Danuta Wojciechowska (Dom Quixote) e Alana e a Lontra Lutra, de Alice Cardoso (Nova Gaia).
Dias 1 e 17 de Maio: teatrinho «Hoje há Palhaços» e «Hoje também há palhaços», de António Torrado e Maria Alberta Meneres (ASA)
Dias 2, 3 e 10 de Maio: teatrinho «O Barco de Chocolate», de Cristina Norton e Danuta Wojchechowska (Dom Quixote)
Dias 9 e 10 de Maio: teatrinho «Alana e a Lontra Lutra», de Alice Cardoso e Sandra Serra (Nova Gaia)

ENTREGA DE PRÉMIOS UMA AVENTURA
6 de Maio, 14h30
Entrega dos Prémios Uma Aventura, iniciativa da Editorial Caminho, com a participação de 500 crianças que virão à Feira do Livro celebrar este momento com a presença da autoras da famosa colecção, Isabel Alçada e Ana Maria Magalhães.

SESSÕES DE AUTÓGRAFOS NA «PRAÇA LEYA»
30 de Abril, Quinta-feira
17h00 – Richard Zimler (Oceanos)
1 de Maio, Sexta-feira
15h00 - Sara Rodrigues e Cristiana Resina (ASA) //José Saraiva (Gailivro)
16h00 - Antonio Tabucchi/Inês Pedrosa/Pedro Almeida Vieira/ Rui Cardoso Martins (D.Quixote)// José Couto Nogueira (Livros D'Hoje)// Dulce Maria Cardoso (ASA) // Ana Maria Magalhães e Isabel Alçada (Caminho)
16h30 - Ana Macedo (Gailivro)
17h00 - Marques Mendes (Oficina do Livro)// Gonçalo Pratas/Inês Pupo/Sara Monteiro/Alice Vieira/Ana Mafalda Leite (Caminho)
18h30 - Margarida Rebelo Pinto (Oficina do Livro)
2 de Maio, Sábado
15h00 - Álvaro Magalhães (ASA/ Texto)
15h30 - António Mota (Gailivro)
16h00 - António Lobo Antunes/Pepetela/José Eduardo Agualusa/Fernando Pinto do Amaral/ Mafalda Moutinho (D. Quixote)// Ondjaki/Ana Maria Magalhães e Isabel Alçada/Ana Ferrão (Caminho)
16h30 - Pedro Leitão (Gailivro)
17h00 - António Garcia Barreto/Fernando Pádua/Teresa Paiva (Oficina do Livro)// António Torrado/Maria Alberta Menéres (ASA)// Camilo Lourenço (Livros D'Hoje) // Gonçalo Pratas/Inês Pupo/Alice Vieira/Luís Carlos Patraquim/João Melo (Caminho)
18h30 - Chakall (Oficina do Livro)
3 de Maio, Domingo
15h30 - José Fanha (Gailivro/ Texto)
16h00 - Rodrigo Guedes de Carvalho/Mário Cláudio/Rita Ferro/Urbano Tavares Rodrigues/José Eduardo Agualusa/Pepetela (D. Quixote)// Ondjaki/Daniel Sampaio (Caminho)
16h30 - Carla Nazareth/José Jorge Letria (Texto)// Maria Rosário Araújo (Gailivro)// Isabel do Carmo (Livros d’'Hoje)
17h00 - Luísa Beltrão/Rita Ferro/Leonor Xavier/Catarina Fonseca/Alice Vieira (Oficina do Livro)// Jorge Vassallo/Carlos Carneiro (Livros D'Hoje)// Catarina Fonseca/Inês Pupo/João Melo (Caminho)18h00 - Daniel Sampaio (Caminho)
18h30 - Paulo Oom/Helena Sacadura Cabral (Oficina do Livro)
4 de Maio, Segunda-Feira
17h00 - Manuel Gusmão (Caminho)
5 de Maio, Terça-Feira
18h00 - Maria Almira Soares/Manuel da Silva Ramos (D.Quixote)
18h30 - Manuela Júdice (D. Quixote)
6 de Maio, Quarta-Feira
18h00 -João Rui de Sousa/Artur Portela (D. Quixote)
18h30 - Pedro Almeida Vieira (D. Quixote)
7 de Maio, Quinta-Feira
18h00 - Rita Ferro/Vítor Serpa/José Jorge Letria (D. Quixote)// Danuta (Caminho)
8 de Maio, Sexta-Feira16h00 - Ana Maria Magalhães e Isabel Alçada (Caminho)
17h00 - Paulo Teixeira/Manuel Gusmão/Gonçalo Pratas/Inês Pupo/Luís Carlos Patraquim (Caminho)
18h00 - Rui Cardoso Martins/Mafalda Moutinho/Manuel Alegre/Pepetela (D. Quixote)
18h30 - Filomena Cabral (Oficina do Livro)
9 de Maio, Sábado
15h00 - Júlio Isidro/Sara Rodrigues/Cristiana Resina (ASA)// Lúcia Vaz Pedro (Gailivro)
16h00 - Francisco Camacho (ASA)// Nuno Lopes/José Eduardo Agualusa/Fernando Pinto do Amaral/Pepetela/Pedro Almeida Vieira/Robert Wilson (D. Quixote)// Lara Xavier(Texto)// Ana Maria Magalhães e Isabel Alçada (Caminho)
16h30 - Armindo Reis (Gailivro)
17h00 - Rui Araújo/Manuel Acácio/Inês de Barros Baptista/Vera Pyrrait (Oficina do Livro)// Rita Taborda Duarte (Caminho)
18h00 - Rachel Qaiano (Caminho)
18h30 - Fernando Dacosta/Carlos Matos Gomes (Oficina do Livro)
10 de Maio, Domingo
15h00 - Júlio Isidro (ASA)// Lúcia Vaz Pedro (Gailivro)
16h00 - António Torrado/Maria Alberta Menéres (ASA)// José Eduardo Agualusa/Lídia Jorge/Artur Portela(D. Quixote)// Alice Vieira(Texto)// Octávio Machado(Livros D'Hoje)// Ana Maria Magalhães e Isabel Alçada (Caminho)
16h30 - José Jorge Letria (Texto)
17h00 - Maestro António Vitorino D'Almeida/José Jorge Letria (Oficina do Livro)// Margarida Santos(Gailivro)// Patrícia Reis (D.Quixote)// Daniel Sampaio /Danuta/Gonçalo Pratas/Inês Pupo/Gonçalo M.Tavares (Caminho)
17h30 - Pedro Queiroga Carrilho (Lua de Papel)
18h00 - Laurentino Gomes (Livros D'Hoje)
18h30 - Maria João Lopo de Carvalho/Laurinda Alves/Maria do Céu Santo (Oficina do Livro)
19h00 - José Bento dos Santos/João Paulo Martins (Livros d'Hoje) - com prova de vinhos
19h30 - Margarida Rebelo Pinto (Oficina do Livro)
12 de Maio, Terça-Feira
18h00 - Cristovão Aguiar/Alice Vieira (D. Quixote)
13 de Maio, Quarta-Feira
18h00 - Maria Teresa Horta/Inês Pedrosa (D.Quixote)
14 de Maio, Quinta-Feira
18h00 - Patrícia Reis/António Gomes Dalmeida/Zé Manel (D.Quixote)
15 de Maio, Sexta-Feira
16h00 - Ana Maria Magalhães e Isabel Alçada (Caminho)
18h00 - João de Melo/José Sasportes/Manuel Alegre (D.Quixote)
19h00 - Pedro Vasconcelos/Francisco Salgueiro (Oficina do Livro)
21h00 - Paulo Teixeira/Manuel Gusmão/Luís Carlos Patraquim (Caminho)
16 de Maio, Sábado
15h00 - Danuta (Caminho)
16h00 - Dulce Maria Cardoso (ASA)// António Lobo Antunes/Maria Teresa Horta/João de Melo/ José Eduardo Agualusa (D.Quixote)// Ana Maria Magalhães e Isabel Alçada (Caminho) 16h30 - João Piedade (Gailivro)
17h00 - Maria José Costa Félix (Oficina do Livro)// Sandro W. Junqueira/Atelier Elmer/Gonçalo Pratas/Inês Pupo/Alice Vieira (Caminho)
18h30 - Luísa Castel-Branco/Domingos Amaral (Oficina do Livro)
17 de Maio, Domingo
15h30 - Madalena Santos (Gailivro)
16h00 - José Eduardo Agualusa/Lídia Jorge (D.Quixote)// Isabel do Carmo (Livros d'Hoje)// Ana Maria Magalhães e Isabel Alçada (Caminho)
16h30 - Urbano Tavares Rodrigues (D.Quixote)
17h00 - Rita Vilela/Margarida F. Santos/Eduardo Sá/Padre José Luís Borga/Fernando Nobre (Oficina do Livro)// Margarida Santos(Gailivro)// Daniel Sampaio/Alice Vieira/Gonçalo M.Tavares/Sandro W. Junqueira/Catarina Fonseca (Caminho)
18h00 - Nuno Júdice (D.Quixote)
18h30 - João Paulo Guerra/Baptista-Bastos/Mário Zambujal/José Manuel Saraiva (Oficina do Livro)

AUTORES/ LIVROS «LEYA» PRESENTES EM OUTRAS INCIATIVAS DA FEIRA DO LIVRO DE LISBOA

ENCONTRO DE FÃS DE STEPHENIE MEYER
2 de Maio, 16h (Palco Jovem da Feira)
A escritora Stephenie Meyer, autora dos quatro livros da saga Luz e Escuridão e, mais recentemente, de Nómada, editados pela Gailivro, tem milhões de fãs por todo o mundo e Portugal não é excepção. O fenómeno cresceu este ano e aproveitamos a Feira do Livro para o revelar juntando centenas de jovens (e não só) para celebrar esta autora e a sua obra.

OS LIVROS AJUDAM-NO A SAIR DA CRISE?
Debate moderado por Sara Belo Luís
Sábado, 2 de Maio, 19h (Palco Principal da Feira)
Com Pedro Queiroga Carrilho, autor de O Seu Primeiro Milhão (Lua de Papel), e Camilo Lourenço, autor de Como Esticar o Salário e Encurtar o Mês (Livros d’Hoje), entre outros autores .

WORKSHOP FINANÇAS PESSOAIS
Domingo, 10 de Maio, 18h30 (Palco Principal da Feira)
Workshop de finanças pessoais com Pedro Queiroga Carrilho, autor de O Seu primeiro Milhão (Lua de Papel)


por Booktailors às 15:00 | comentar | partilhar

Qui, 30/Abr/09
O artigo publicado na Visão de 30 de abril a 6 de Maio (páginas 116-122) dá protagonismo ao que mais importa: os autores (e, por inerência, os leitores). Deixamos aqui os testemunhos dos autores, onde podemos perceber a forma como vêem (e sentem) a Feira:

«Não gosto que me digam que não têm dinheiro para comprar livros, porque isso é uma desculpa», Rosa Lobato Faria

«Enquanto escritor, é uma possibilidade fabulosa as pessoas abeirarem-se e confiarem em mim. Permite-me aceder àquilo que elas são e o que a vida é», valter hugo mãe

«Trava-se pouco conhecimento com o leitor: ou não há muitos leitores para cada um de nós ou, se há muita gente, não há tempo para um contacto real», Maria Teresa Horta

«A Feira do Livro é um espectáculo. Os escritores não são ídolos de cinema ou futebolistas, mas a idolatria também acontece ali», Pepetela

«Uma sessão de autógrafos na Feira do Livro é uma aventura», Alice Vieira

«Às vezes sinto-me quase como que num circo», Manuel António Pina

«O contacto com os leitores acaba por me fazer saber mais sobre mim. Sinto que é quase como se partilhássemos um vínculo de parentesco», José Luís Peixoto

«Sentia que tinha que sorrir e dizer uma graçola, e que isso não conduzia a nada, a não ser vender livros, poucos. Hoje, acho essa presença necessária», Maria Filomena Mónica


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Qui, 30/Abr/09
Artigos nos sites da TSF, PressTur, RTP e Hardmusica.


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Qui, 30/Abr/09
«Abre hoje, com novo horário, e barracas novinhas a estrear. A frenesi está presente com pavilhão próprio no seio de tantos outros impróprios. É o momento oportuno para vos mostrar por inteiro um catálogo de 30 anos de idade pelo qual as livrarias tudo fazem para o esconder: a última é que os nossos livros são demasiado caros... Demasiado caros!?... Com tiragens reduzidíssimas e um esmero editorial sem par... Isto dito por gente que devia estar satisfeita com os "preços caros", já que se servem de nós à percentagem.»

Ler na íntegra aqui o texto do editor da Frenesi. 


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Qui, 30/Abr/09
José Pacheco Pereira elogia a parceria da Tinta-da-China com a Penguin. Aqui.


por Booktailors às 14:02 | comentar | partilhar

Qui, 30/Abr/09
«Hoje começa a de Lisboa com calendário e horário diferentes. A mudança de calendário foi decidida tendo em conta que «não há diferenças de pluviosidade» entre Maio e Junho.Por mim tudo bem.Já o horário, mais diurno do que noturno, merece-me algumas reservas. Gostava daquelas incursões depois do jantar com a família.O fecho às 20e30 durante os dias úteis pode ser mais uma barraca.»

Retirado daqui.


por Booktailors às 14:01 | comentar | partilhar

Qui, 30/Abr/09
Filha de uma editora histórica (a Figueirinhas), a Fio da Palavra nasce com um propósito específico: a de publicar obras do campo da História (essencialmente) para um público mais exigente e interessado.

Tendo à sua frente uma editora com experiência (Maria David Castro) e um editor com fortes conhecimentos do tema (André Evangelista Marques), está lançada a estrutura que permitirá a criação de bons objectos editoriais.

A premissa base foi explicitada por André E. Marques ao afirmar que se «edita pouca história em Portugal» e que aquela que se edita é «um pouco mais do mesmo», quase sempre na tradição da historiografia francesa.

Este novo projecto, com um grafismo muito interessante (em especial a colecção Micro Histórias), publicará regularmente e assentará numa estratégia de colecção (abertas e em construção, assim como fechadas, de importação).

Os destaques principais são dados a uma colecção de fôlego (11 volumes) da História da Europa Oxford, tendo sido realçada a qualidade das traduções e revisões críticas.

Da nossa parte observamos o cuidado que esta editora tem com os pormenores do miolo, reveladores de quem sabe «fazer bons» livros.

Desejamos à Fio da Palavra o maior sucesso, pois o mercado português muito poderá beneficiar, em termos de qualidade e diversidade, com iniciativas como esta.

(nsl)

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Qui, 30/Abr/09
«está aí, pronta a inaugurar, a rebentar, a trazer cores ao coração de lisboa, uma espécie de bypass em forma de vasos que são páginas, a aorta que são duas, uma de cada lado do Parque, sangue de leitores, muito colesterol e gorduras literárias dispensáveis mas cada um sabe de si, há quem lá vá pela nutrição, outros pelo enfarte, ou só porque sim, pelas farturas e suas seringas de apoiar no sovaco, as cidades carecem destes imaginários, e eu cheio de pretextos para lá pôr os cotos, até lá vou trabalhar meia-dúzia de dias, dar o couro no Eduardo VII, expressão que arruina qualquer reputação mas isso era se eu tivesse alguma, vêmo-nos então por lá, abaixo e acima na ladeira, a common people como canta o jarvis cocker - o mais eduardiano dos apelidos - com os canhenhos em sacos, debaixo do braços, enfiados em malas, com o pito aos saltos pelo Mago, pelo Raskolnikov, pela Bovary dos pequeninos que é a Carolina Salgado,...»

Ler na íntegra aqui.



por Booktailors às 13:58 | comentar | partilhar

Qui, 30/Abr/09
Daremos conta no blogtailors das prinicipais actividades culturais da Feira, mas nada como guardar este link para aceder a tudo o que se vai passar no certame deste ano.


por Booktailors às 13:55 | comentar | partilhar

Qui, 30/Abr/09
«Com um auditório principal e várias esplanadas no Parque Eduardo VII, a programação cultural da Feira do Livro deste ano promete ser uma das mais intensivas. Tudo para que comprar um livro continue a ser uma festa.»

Ler aqui.


por Booktailors às 13:47 | comentar | partilhar

Qui, 30/Abr/09
«Nesta 79.ª edição, a Feira do Livro vai dar uma especial atenção às crianças, recebendo escolas. Até 17 de Maio os livros voltam ao Parque Eduardo VII, com pavilhões "tradicionais" novos e os do grupo LeYa de funcionamento distinto.»

Ler aqui.


por Booktailors às 13:45 | comentar | partilhar

Qui, 30/Abr/09
«Nos próximos dias 9 e 10 de Maio, a Associação Portuguesa de Escritores (APE), vai promover uma iniciativa, na evocação dos 20 anos da morte de Fernando Namora, em Coimbra e em Condeixa-a-Nova.»

Ler no Público.

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por Booktailors às 13:33 | comentar | partilhar

Qui, 30/Abr/09
«A Breve e Assombrosa Vida de Oscar Wao, do dominicano Junot Diaz, livro que ganhou o Prémio Pulitzer do ano passado, vai ser lançado pela Porto Editora no mercado nacional esta quinta-feira.»

Ler no Diário Digital.


por Booktailors às 13:30 | comentar | partilhar

Qui, 30/Abr/09
«Abre hoje a Feira do Livro de Lisboa. Parece que há cerca de ‘1500 actividades culturais’ programadas, entre debates, apresentações, espectáculos e outros desvarios de utilidade geralmente duvidosa. Porque o essencial é mesmo a feira: subir e descer o Parque Eduardo VII, encontrar livros que se compram por puro prazer, vasculhar, economizar algum, falar com autores (se eles vêm), perder-se. Em feiras de rua, como esta, não vale a pena inventar muito que nos distraia dessa aventura que é a de encontrar um livro ou, em simultâneo, perdermo-nos por um livro. Respirar entre as árvores faz bem às coronárias e favorece as conversas entre as prateleiras e os ruídos da Primavera. Isso é a feira: pessoas rodeadas de livros, velhos e novos, antigos e modernos, sob o céu de Lisboa.»

Ler aqui.


por Booktailors às 13:00 | comentar | partilhar

Qui, 30/Abr/09
«Todos os anos pela Primavera, cumpre-se o ritual: bandeiras, bifanas e farturas mudam-se para o Parque Eduardo VII. Os livros reinam ao cimo da Avenida da Liberdade, este ano durante mais tempo, até 17 de Maio. A feira começa mais cedo, está aberta à hora de almoço e a hora de recolher é às 20.30, excepto aos fins-de-semana.»

Ler no Diário de Notícias.


por Booktailors às 12:30 | comentar | partilhar

Qui, 30/Abr/09
Relativamente à notícia da facturação comparativa entre a Porto Editora e a LeYa esclarece-se que o valor anteriormente identificado com tendo sido ultrapassado pelo Grupo LeYa corresponde à Porto Editora e não ao Grupo Porto Editora (Porto Editora, Areal Editores, Lisboa Editora, etc.), cujo valor global é de 91,5 milhões de euros.
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por Booktailors às 12:11 | comentar | partilhar

Qui, 30/Abr/09
«James Graham Ballard foi um dos filhos do império britânico – nasceu em Xangai, uma cidade que há 78 anos era cenário de romances, aventuras, espionagem e negócios (como os do seu pai, que emigrara de Manchester). Viveu três anos como prisioneiro do exército japonês e passou essa experiência para a literatura (e Spielberg levou-a para o cinema). Não ficou amargurado por isso. Seguiu em frente. Escreveu. J.G. Ballard deixa atrás de si um rasto admirável de livros polémicos e de temas que foram chocantes no seu tempo. O seu mundo estava cheio de fantasmas e transportava-nos para uma realidade que só existia nos seus livros. A beleza passa por The Kindness of Women (A Bondade das Mulheres), mais autobiográfico do que O Império do Sol. A bondade de J.G. Ballard permanece.»

Ler aqui.

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por Booktailors às 12:00 | comentar | ver comentários (1) | partilhar

Qui, 30/Abr/09
«O ministro da Cultura, José António Pinto Ribeiro, e o presidente da Câmara de Lisboa, António Costa, inauguram hoje a 79.ª Feira do Livro de Lisboa, no Parque Eduardo VII.»

Ler no Público.


por Booktailors às 11:47 | comentar | ver comentários (1) | partilhar

Qui, 30/Abr/09
«... o jornalismo cultural não consegue dar conta dessa oferta quantitativa e qualitativa de produtos e acontecimentos culturais. As resenhas se limitam a fazer resumos comentados por meio de alguns adjetivos. As colunas adotaram o tom da crônica, da conversa “engraçadinha”, e são em geral escritas por personalidades, não por intelectuais ou jornalistas realmente cultos. A reportagem cultural praticamente saiu do mapa, exceto por um perfil aqui, outro ali. Mesmo revistas que se pretendem sofisticadas, no Brasil, demonizam o ato da opinião, a postura crítica; preferem contar histórias pitorescas. E a internet, que seria a libertação das pequenas e dissonantes vozes abafadas pela “mídia mainstream”, não tem nada que se pareça com o jornalismo independente ou nanico dos anos 70; no fundo, parecem todos ressentidos pelo fato de não estar numa grande vitrine de papel.»

Ler na íntegra aqui.

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por Booktailors às 11:00 | comentar | partilhar

Qui, 30/Abr/09
Na sua 2ª edição, organizado pela CJ Culture Foundation da Coreia, estes prémios procuram distinguir os livros ilustrados, dentro de duas categorias: livros ilustrados de publicação recente e livros originais que não foram ainda publicados.

Na feira de Bolonha, no stand da CJ Picture Book Awards, foi dado especial destaque aos permiados da edição de 2008.

Estão abertas as inscrições desde o passado mês de março, sendo o prazo final de inscrição a 30 de setembro deste ano. Para mais informações, ver aqui.


por Booktailors às 10:00 | comentar | partilhar

Qui, 30/Abr/09
Destaques da última edição da JL, já nas bancas:
- Indie, 2009 - Cinema do Mundo
Homenagem a Herzog • A ante-estreia de Manoel de Oliveira • Entrevistas a três realizadores portugueses • 10 filmes a não perder • Indie Júnior
- Curadores, anos 2000 - A Arte de fazer exposições
- Entrevistas: Ian McEwan, Paul Theroux, Juan Manuel de Prada e Sebastian Barry
- Um inédito de Pessoa, comentado por Jerónimo Pizarro
- Murilo de Carvalho: a língua e o livro, por Manuel Alegre
- Os Dias da Música em Belém
- Mísia e Tereza Salgueiro falam dos novos discos
- As crónicas de Gonçalo M. Tavares, Helder Macedo e José Luís Peixoto
- A autobiografia de Carlos Vale Ferraz

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por Booktailors às 09:30 | comentar | partilhar

Qui, 30/Abr/09
É já hoje a Inauguração Oficial da 79ª Feira do Livro de Lisboa, pelas 17h, na Praça Central da Feira, no Parque Eduardo VII.

Entre as figuras presentes na cerimónia estarão Rui Beja, Presidente da APEL, António Costa, Presidente da Câmara Municipal de Lisboa, e Rosalía Costa, Vereadora da Cultura da Câmara Municipal de Lisboa.

A Feira, propriamente dita, abre já às 12:30 e encerra às 22:30 (por ser véspera de feriado).

Se gostam de ir à noite, numa altura calma, este será o dia mais indicado.


por Booktailors às 09:29 | comentar | partilhar

Qui, 30/Abr/09
Na Os Meus livros do mês de Abril, João Morales assina um artigo dedicado às antologias de poesia.

«Diversas antologias recentes recolhem a produção poética de autores bem diferentes entre si. Súmulas de vidas, memórias, emoções, invenções, feitas palavras impressas.

Já muito se disse sobre a escrita Herberto Helder, talvez o mais importante poeta português vivo, cuja obra tem conhecido uma unanimidade generalizada. Assim seja lido e contribua para trazer leitores à poesia, parte da vida e dos homens, e não das estantes do deuses.

“Ofício Cantante” (Assírio & Alvim) é a sua mais recente recolha, um livro que tem a particularidade de incluir “A Faca Não Corta o Fogo – Súmula e Inédita”, uma outra antologia, publicada em 2008, rapidamente desaparecida das livrarias, por entre um entusiasmo e saudação colectivos.

Não deixa de ser significativo que uma das mais aclamadas escritas dos nossos dias pertença justamente a um autor que há muito abdicou de toda a actividade pública em torno da sua criação, concentrando toda a energia na busca de uma Linguagem, uma força de expressão para lá das habituais consisões e cedências associadas à escrita – mesmo quando se trata de poesia. Em Herberto, o caudal é parte de si mesmo, um rasto da energia que gerou as palavras e o resultado de uma existência “à margem, certa maneira”, porém, olhando o furacão nos olhos.
Maria Teresa Horta dispensa apresentações. Com uma extensa carreira literária e, ao contrário de Herberto, uma intensa e combativa vida pública, é muitas vezes difícil separar a sua poesia das imagens que nos evocam “Novas Cartas Portuguesas” e outras manifestações de desconforto social. Os seus textos poéticos assombram a dimensão física, trazendo para o confronto a evocação do corpo, a lucidez do espaço, a presença da imagem erótica: “Conduzes na saliva/ um candelabro aceso// um chicote de gozo/ nas palavras// E a seda do meu corpo/ já te cede/ neste odor de borco onde me abres// Sedenta e sequiosa vou sabendo/ demorar o tempo que se espraia/ ao longo dos flancos pois vou tendo// as tuas pernas/ vezes o teu ventre// A tua língua vezes/ os teus dentes// na pressa feroz com que rasgas” (pág. 443). Mas também a força da resistência: “Paz encostada à parede/ como se fosse espingarda/ ou corpo não amistoso/ da marca de uma navalha” (pág. 269).

O feitiço conta o feiticeiro

Nos últimos tempos valter hugo mãe tem conhecido um crescente – e merecido – reconhecimento por parte da maioria da crítica literária. Diga-se, em abono da verdade, que a atribuição do Prémio Literário José Saramago em muito contribuiu para essa situação, sendo um galardão que tem vindo a “anunciar” alguns dos novos nomes da literatura portuguesa – assim foi também como José Luís Peixoto e Gonçalo M. Tavares.

Porém, o lançamento da sua poesia, em volume designado “folclore íntimo” (Cosmorama) passou quase despercebido por entre a azáfama que as agendas literárias impõem. Organizado do mais recente para o mais antigo, o livro mostra-nos um pouco do universo deste autor. Entre o amor e os seus riscos; convivendo com os demónios que habitam as sobras do coração de cada um: “dia de sacrifício, as/ crianças dispostas em fome e/ a repartição dos corpos vivos em/ pânico como/ alimentos aperfeiçoados”.

A crueldade dos homens e mulheres evoca outros nomes, a aparente simplicidade de Adília Lopes ou as imagens geradas em quadros de Paula Rego são alguns dos referentes que se poderiam encontrar, em poemas como “coisinhas preciosas para meter no cu”: “outro dia, o pai pegou fogo ao quarto de brincar./ não avisou. disse, no fim, vai ver o que sobrou das tuas/ coisinhas de meter no cu. o menino não foi ver. morreu./ tombou no chão e morreu”.
Por vezes são pequenas fábulas, entre a parábola e o aparente guião de curtas romagens ao palco da imaginação, como em “livro de maldições”, um conjunto de textos dedicados a diversas pessoas, cúmplices que se adivinham.

O que sobressai desta antologia é uma reverência à crueza dos elementos, a sabedoria do panteísmo alia-se à magia, à catarse dos vivos em agonia por se saberem, justamente seres vivos. As influências musicais, principalmente da chamada dark folk (onde valter acumula algumas amizades) são também um dos motores desta escrita, onde o sexo e a amizade; a feitiçaria e o deslumbramento; a musicalidade e a urgência se conjugam. Assim começa “mil quilómetros além do corpo”: “costumamos ir ao engate às/ sereias, preferindo mesmo as/ mais traçadas de peixe. tiramos as/ pilas para fora e esperamos que mordam,/ incautas, convencidas de que lhes/ ofereceremos um prazer descomprometido e/ simples típico dos encontros à beira da/ água (…)”.

Trabalhos colectivos

Terminamos com duas publicações colectivas, vindas de tempos diferentes. “Antologia da Poesia Grega Clássica” (Portugália Editora), um trabalho de tradução de Albano Martins – que assina igualmente as notas complementares – é um hino ao cânone que evoca, uma realidade poética que se funde com o teatro, com a narrativa, uma registo entre o épico e o evocativo, misto de eco das actividades humanas e intenções divinas.

A guerra e os amores pautam discursos e lamentos, por entre tiradas filosóficas ou simples e epicuristas considerações, como esta, traduzida da versão de Pierre Louys: “Uma romã entreaberta, um marmelo coberto/ com a penugem inicial, um figo/ com umbigo e pele engelhada, um cacho/ escuro de bagos cerrados donde jorra/ o vinho como duma fonte e uma noz/ despojada da sua casca verde – eis o que,/ retirado das suas árvores, o hortelão oferece/ como sacrifício a este Priapo/ rústico e trabalhado num só bloco.” (pág. 436).

E terminamos sob o signo da paixão, com uma proposta da responsabilidade de Inês ramos, que procedeu à recolha, selecção e organização dos textos que compõem “Os Dias do Amor – Um Poema Para cada dia do Ano” (Ministério dos Livros). O alinhamento é extremamente eclético, agrupando famosos e quase anónimos, contemporâneos e antigos, passando pelas mais diversas estéticas e enfoques. Múltiplo e indizível é pois o amor.

Impossível reproduzir uma parte significativa de uma obra tão extensa, mas, nessa incapacidade, aqui ficam dois exemplos. “1. Olho vagamente o leito/ e os cabelos tomam o rumo da foz// tudo, enquanto pardas violetas deslizam sobre os dedos/ e os salgueiros tenros cintilam// batidos pelo sol e pelo vento// 2. Deita-te a meu lado/ até que a aurora nasça natural// e o orvalho se evapore/ na manhã// 3. Como esquecer-te nas manhãs/ que têm o teu sorriso// e o som do mar/ chega na boca dum búzio// 4. Este querer-te nos braços/ é olhar e sorrir o corpo// sob o sol branco/ do desprendimento// humano.// 5. Volúpia d’encanto ou utopia/ tanger de lira oculta o canto… (Aurelino Costa; n. 1956; Portugal).

Ou o bem conhecido trovador, Manuel Alegre: “Mais que o teu corpo quero o teu pudor/ quero o destino e quero a alma e quero a estrela/ e quero o teu prazer e a tua dor/ o crepúsculo e a aurora e a caravela/ para o amor que fica alam do amor.” (extracto inicial de “Mais que o teu Corpo”).»
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por Booktailors às 09:00 | comentar | partilhar

Qui, 30/Abr/09
A Visão publica na edição que saiu hoje para as bancas um dossiê dedicado à feira do livro. O artigo, para ler nas páginas 106 a 112, conta com testemunhos de diversos autores.


por Booktailors às 01:50 | comentar | partilhar

Qua, 29/Abr/09
Qua, 29/Abr/09
A não perder a entrevista de Luandino Vieira ao  P2. Na próxima sexta-feira. No site do Público, desvenda-se um pouco do que será esse destaque. Aqui.

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por Booktailors às 23:38 | comentar | partilhar

Qua, 29/Abr/09
«Depois do grupo LeYa ter anunciado esta tarde que ultrapassara o volume de negócios do seu arqui-rival, Porto Editora, com um volume de facturação de 89,8 milhões de euros (crescimento de 1,2% face aos números do ano anterior), eis que a Porto Editora vem revelar que o seu nível de facturação atingiu os 91,5 milhões de euros (um crescimento de 5,5% face ao ano anterior).»

Ler no Público.


por Booktailors às 22:51 | comentar | partilhar

Qua, 29/Abr/09
«De acordo com informações avançadas pela empresa ao Económico, a Leya atingiu uma facturação de 89,8 milhões de euros, o que significa um crescimento de 1,2% face aos números do ano anterior.

Este valor significa que o grupo de Miguel Pais do Amaral ultrapassou a Porto Editora, que em Fevereiro revelou ao Económico que em 2008 atingiu um volume de vendas de 83 milhões de euros, um crescimento de 4,4%.»

Ler aqui.

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por Booktailors às 19:44 | comentar | partilhar

Qua, 29/Abr/09
A não perder o vídeo de Ricardo S aqui, sobre a Feira do Livro de Lisboa.


por Booktailors às 17:28 | comentar | partilhar

Qua, 29/Abr/09
Espaço Jovem
14h00
Ciência Viva/ Pavilhão do Conhecimento

EPLL1
16h00
Hora do Conto: «Dá-me um livro… Conto-te uma história»
EPLL2
16h00
Hora do Conto: «Dá-me um livro… Conto-te uma história»

Auditório
17h00
Inauguração oficial da Feira do Livro

Central
18h30
Lançamento da Revista «Os Meus Livros Especial Feira»

Espaço Jovem
19h00
Ciência Viva/ Pavilhão do Conhecimento


por Booktailors às 17:00 | comentar | partilhar

Qua, 29/Abr/09

Aqui fica o nosso agradecimento ao destaque dado na Loja das Quasi, ao livro do Prof. José Afonso Furtado, A Edição de Livros e a Gestão Estratégica.


por Booktailors às 16:00 | comentar | partilhar

Qua, 29/Abr/09
Na primeira e na última quarta de todos os meses, a Livraria Almedina, no Atrium Saldanha em Lisboa, promove encontros literários para «reler em voz alta, analisar, discutir e relacionar com outras leituras paralelas e com a experiência de vida de cada um».

O próximo é hoje, às 19h, sobre a obra Bomarzo, de Manuel Mujica Láinez.

Aqui.


por Booktailors às 15:00 | comentar | partilhar

Qua, 29/Abr/09
«O Departamento de Justiça norte-americano está a analisar as implicações para a concorrência do acordo, celebrado em Outubro, entre o Google e autores de livros e editoras dos Estados Unidos, no âmbito do serviço do Google Book Search, que serve para os utilizadores terem acesso a obras literárias através da Internet.»

Ler no Público.

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por Booktailors às 14:53 | comentar | partilhar

Qua, 29/Abr/09
Assim se apresentam os novos pavilhões da Feira do Livro de Lisboa.

Segundo a informação, os stands podem ser totalmente decorados pelos editores (evitando o estrago da estrutura com furos ou outras acções definitivas), excepto a barra cinzenta superior, onde ficará a identificação da editora.













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por Booktailors às 14:30 | comentar | partilhar

Qua, 29/Abr/09
«Primeiro era um romance: Santos Dumont Número 8: O Livro das Superstições, do brasileiro Cláudio Soares (editado pela Universo dos Livros, 2006). Um romance que contava a história de Alberto Santos-Dumont, considerado no Brasil o “pai da aviação”, que numerou as suas invenções aeronáuticas de 1 a 22 mas deixou o número oito de lado (talvez por superstição). este romance a trama avança quando a personagem Francisco Abayomi, um estudante de História, recebe em 2006 um suposto diário de Santos-Dumont e tem a incumbência de verificar se este é autêntico.

Agora é um romance no Twitter. Desde o dia 1 de Abril que Santos Dumont Número 8 se transformou na primeira experiência de “twitterização” de um romance brasileiro. São oito “tweets” por dia aqueles que o escritor Cláudio Soares envia para quem escolheu seguir Santos Dumont número 8 (SD8) no Twitter. E de que se trata? Do envio em tempo real de textos até 140 caracteres através deste serviço de rede social descrito como “microblogging”.»

Ler no Ciberescritas.

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por Booktailors às 14:00 | comentar | partilhar

Qua, 29/Abr/09


por Booktailors às 13:00 | comentar | partilhar

Qua, 29/Abr/09
Hoje, na página 18 da secção Local, o «Público» publica um artigo de página inteira de Ana Henriques sobre a Feira do Livro de Lisboa.


por Booktailors às 12:42 | comentar | partilhar

Qua, 29/Abr/09
Maria Antónia Oliveira, autora de Alexandre O'Neill - uma biografia literária, indica na sua página de Facebook que autografou pelo menos 15 exemplares, no entanto, a editora indica-lhe que «durante toooodo o ano de 2008, vendeu 9 (nove) livros». «Alguém falou em direitos de autor?», pergunta a autora no final. 

Para ver aqui

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por Booktailors às 12:00 | comentar | partilhar

Qua, 29/Abr/09
Como forma de celebrar o Dia Mundial do Livro, no passado dia 23, o blogue da Colecção Bis promoveu um passatempo onde oferecem cem livros. O passatempo decorre até amanhã.

Ler mais aqui.


por Booktailors às 11:30 | comentar | partilhar

Qua, 29/Abr/09
Este ano o Grupo LeYa apresenta-se com um espaço de muito maior dimensão, perfeitamente integrado da restante feira, prevendo-se que se possa tornar em mais um dos pontos de atracção da evento.

Os stands que apresentam têm o mesmo modelo dos restantes stands, mas numa versão de maior dimensão e no formato totalmente aberto, com uma muito forte capacidade para apresentar fundos.


por Booktailors às 11:00 | comentar | partilhar

Qua, 29/Abr/09
«Fio da Palavra é o nome do novo projecto editorial apresentado esta terça-feira em Lisboa. Vocacionada para as ciências sociais e humanas, a editora vai marcar presença nas feiras do livro do Porto e de Lisboa.»

Ler no JN.

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por Booktailors às 10:38 | comentar | partilhar

Qua, 29/Abr/09
«A Feira do Livro de Lisboa vai ter pela primeira vez um espaço de troca de livros, através do projecto «Lisboa, encruzilhada de Mundos», que reuniu 600 livros em diversas línguas estrangeiras, português e braille.»

Ler aqui.


por Booktailors às 10:32 | comentar | partilhar

Qua, 29/Abr/09
Pelo segundo ano consecutivo, a Fnac comemora o dia mundial do livro, lançando uma colectânea de contos, intitulada a O Prazer da Leitura. A obra, em capa dura e ilustrações de António Jorge Gonçalves, conta com os contributos de Richard Zimler, Jorge Reis-Sá, Jacinto Lucas Pires, valter hugo mãe e Patrícia Reis.

A obra tem o preço de 4€ e as receitas revertem todas para a AMI.

Uma edição Fnac / Teorema.

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por Booktailors às 10:30 | comentar | partilhar

Qua, 29/Abr/09
Artigos do Expresso, Correio da Manhã, Diário de Notícias, Diário Digital


por Booktailors às 10:27 | comentar | partilhar

Qua, 29/Abr/09
A Os Meus Livros publicou na edição deste mês um dossiê dedicado aos títulos lançados para o mercado que têm por núcleo central experiências pessoas de anónimos. O artigo conta com diversos testemunhos. Um texto de Filipa Queiroz. Este texto apenas está disponível na integra na versão em papel.

«A minha vida deu um best-seller

Quase uma década depois do fenómeno televisivo Big Brother a exposição da vida de cidadãos anónimos parece ser a grande fórmula do mercado livreiro actual. Em foco estão histórias trágicas, aventuras, viagens e até animais de estimação.

A televisão esforça-se por dar cada vez mais voz à opinião pública e estamos ainda no rescaldo do furor dos “reality shows”. O que é que isto tem que ver com livros? À partida, nada. Não fosse o facto de os relatos de anónimos sobre as suas histórias de vida estarem a afirmar-se como uma tendência do mercado livreiro – o voyeurismo está na moda, também na literatura. O editor da Magnólia, Jorge Reis-Sá, não guarda dúvidas de que estas obras autobiográficas «se enquadram na globalização mediática pós-Big Brother». Os principais motivos por trás do seu sucesso parecem ser a influência dos media e a identificação do leitor com a experiência relatada.

A Magnólia é uma das várias editoras que, em Portugal, têm apostado nestas histórias da vida real. “Irene – É Possível Renascer”, de Edite Esteves, é exemplo disso. A história é a de uma mulher de 34 anos, vítima de alegada negligência médica, que se socorreu da referência da sua avó Irene para escapar à morte. Também a tradução da obra britânica “Porque Saltei”, de Tina Zahn, sobre uma tentativa de suicídio, provocada por depressão pós-parto e altamente mediatizada nos Estados Unidos da América (EUA), em 2004. Obras que, diz Reis-Sá, contam «histórias que mereciam destaque» e que atingiram «vendas satisfatórias».

A ideia não é nova. Por exemplo, em 1978 os jornalistas Kai Herrmann e Horst Rieck lançaram o nome de Christiane F. nas bocas do mundo.

Ou, melhor, nas prateleiras, com a história trágica de envolvimento com drogas e prostituição da adolescente alemã. Em Portugal, há mais de uma década, as Edições ASA foram pioneiras na criação de um segmento inteiramente dedicado aos relatos de autores desconhecidos, com especial inclinação para a já apelidada de “misére memoir” – histórias trágicas, geralmente de mulheres, oriundas de países devastados pela guerra ou onde os seus direitos são insistentemente corrompidos. Da colecção “Documento” fazem parte títulos como “Queimada Viva”, “Mutilada” e “Inocência Perdida”. Cisjordânia, Senegal, Camboja. Para Março está agendado o lançamento de “Sobrevivi”, testemunho de Immaculée Ilibagiza, mulher que resistiu ao Holocausto ruandês e que, diz-nos a editora Carmen Serrano, já há quem apelide de “Anne Frank do Ruanda”.

Vivências trágicas, vítimas dos estigmas das suas próprias culturas. São «uma chamada de atenção para a condição feminina um pouco por todo o mundo», defende a editora da ASA. «Cada um destes relatos é um grito de revolta, é um testemunho importante, de publicação quase obrigatórias para quem se interesse e preocupe com o mundo que o rodeia», realça. A colecção «tem crescido exponencialmente ao longo do tempo» e, para Carmen Serrano, a curiosidade relativamente a culturas diferentes, a actualidade política e o crescente interesse pela defesa dos Direitos Humanos estão na origem do sucesso deste tipo de publicações. Quanto à motivação da ASA para publicar estes títulos, Carmen fala de uma «preocupação humanitária», porque «temas como a exploração sexual, abusos e desrespeito pelos direitos humanos não são pertença exclusiva dos meios de comunicação social ou das academias [mas] têm e devem ser expostos, debatidos e combatidos», considera.

“Lágrimas do Darfur”, de Halima Bashir, relato de uma mulher africana que sobreviveu ao genocídio, é uma aposta recente da Porto Editora. O editor, Manuel Alberto Valente, que se mudou da ASA de ‘armas e bagagens’ há um ano, opina que as histórias de vida «não são uma das linhas de força da programação editorial» mas «não se podem ignorar as tendências». Para o editor, o voyeurismo e maior vulnerabilidade do público leitor, que também se ampliou com a chegada deste género de livro, são os principais motivos para o sucesso comercial destas obras. “Uma Vida Normal”(Porto Editora), do português Paulo Azevedo, é o exemplo de uma linha que tende a aumentar. Apesar da aposta ser “contida”, Manuel Alberto Valente adiantou que a editora vai lançar um livro de auto-ajuda brevemente.

Exemplo de coragem é também “A Última Aula” (Editorial Presença), o formato escolhido por Randy Pausch, Professor de Ciência Computacional na Carnegie Mellon University, para se despedir do mundo e daqueles que tanto amava, quando descobriu ter um gravíssimo cancro do pâncreas. “Conquistar os Nossos Sonhos de Infância” foi o título com que baptizou a sua intervenção, num discurso divertido e frontal, dando uma gigantesca lição de vida a todos os que assistiram no local, ou nas inúmeras visualizações registas no Youtube durante os meses seguintes.

Internet pode ser a chave

Os media são os primeiros a interessar-se por estas histórias, na opinião de José Prata. Para o editor da Caderno e da Lua de Papel, o segmento de relatos de anónimos «está a ganhar cada dia mais expressão» devido à atenção mediática e aos avanços tecnológicos. Com o ‘boom’, na Web, dos sites de auto-publicação como o Lulu (www.lulu.com) ou o Blurb (www.blurb.com), publicar uma obra está ao alcance de qualquer um. Fala-se muito de livros na Internet. E, por vezes, desse “passa palavra virtual”, a que se junta alguma atenção mediática, podem nascer best-sellers.

Aconteceu a Lisa Genova, ex-consultora de empresas farmacêuticas, autora de “Still Alice”. Depois de ser rejeitada por uma centena de agentes literários, Genova pagou cerca de 400 Euros ao atelier de publicação norte-americano iUniverse (www.iuniverse.com) para publicar o seu primeiro romance e vendeu algumas cópias dessa edição de autor a livrarias independentes. Através de uma espécie de campanha viral online via MySpace e YouTube, “Still Alice” foi descoberto por outro autor que, por sua vez, apresentou Genova a um agente, que vendeu a obra por alguns milhões à Pocket Books, editora da gigante Simon & Schuster. O livro foi relançado e já entrou na lista de best-sellers de ficção do New York Times.

“Ainda Alice”, a história de uma mulher a quem é diagnosticada Alzheimer precoce, vai ser brevemente publicado em Portugal pela Caderno. Louise Burke, da Pocket Books, disse ao New York Times que «as editoras agora procuram novo material pesquisando comentários de leitores sobre livros independentes vendidos online». O caso de Genova ainda é, no entanto, uma excepção.

Alquimia do sucesso?

Outra descoberta da Simon & Schuster foi o livro “O Segredo” (Lua de Papel), de Rhond Byrne, obra de não-ficção mais vendida em todo o mundo que voltou a ser este ano, e pelo segundo consecutivo, o livro mais vendido em Portugal. No mesmo ano, a ilustre desconhecida Rhonda Byrne foi considerada uma das cem pessoas mais influentes do mundo pela revista Time. José Prata, editor responsável pela publicação de ”O Segredo” em Portugal, disse recentemente ao Público que “um livro de não-ficção ser o que mais vende em Portugal já é raro, se ainda por cima for de auto-ajuda, mais raro se torna. E se consegue repetir a proeza em dois anos seguidos quebra todas as regras”.

Muito discutido na praça pública, o livro, que revela testemunhos de vinte e quatro “mestres do Segredo”, especialistas em marketing e motivação pessoal, tem como fio condutor a teoria da lei da atracção: “Nós atraímos aquilo que queremos, inclusive o sucesso”. E não será nessa premissa que, apesar de não ser novidade, assenta a actual tendência do mercado livreiro? Segundo Sofia Ribeiro, editora da Bertrand, a resposta é afirmativa, lembrando-nos que «há muito que se escrevem e lêem memórias de pessoas comuns, que têm até exercido um forte impacto na sociedade e nas mentalidades. Basta pensarmos nos primeiros relatos de escravos, ou de mulheres, ou de experiências que denunciam aquilo que se passa pelo mundo fora. Mais recentemente, muitas vozes com experiências menos radicais, mas que ilustram bem o espírito do nosso tempo, têm explorado novos caminhos, por vezes com resultados surpreendentes», refere.

“Comer, Orar, Amar” (Betrand) ilustra bem esse êxito. Com cinco milhões de exemplares impressos só nos EUA, a história narra a inusitada fuga do sonho americano de Elisabeth Gilbert, escritora e jornalista das revistas GQ e SPIN. Tomado como estandarte por Oprah Winfrey e Hillary Clinton, como por vários grupos de fãs, a viagem de Elisabeth a “Comer [na Itália], Orar [na Índia] e Amar [na Indonésia]” personifica a determinação de quem um dia concluiu que não era feliz e decidiu mudar. «No fundo, este livro tem elementos de autobiografia, literatura de viagens, culinária, espiritualidade e auto-ajuda. É um mosaico ímpar de experiências e emoções», diz Sofia Ribeiro daquele que «foi um dos maiores sucessos de vendas da Bertrand no ano passado e continua nas listas de livros mais vendidos em 2009». Dentro do género, a editora acabou de publicar “Duende” e prepara-se para lançar “Julie e Julia”, que vem reforçar a aposta da Bertrand no segmento. “Julie e Julia” é, aliás, o vencedor do primeiro Blooker Prize (2006), galardão que premeia livros baseados em blogues, criado pela editora online Lulu.
«A identificação do leitor com o autor é fundamental, o que não significa que tenha de partilhar com ele exactamente a mesma experiência, mas sim que a reconheça», continua Sofia Ribeiro. E acredita que «aquilo que inspira verdadeiramente o leitor é o facto de estar perante a história de uma pessoa de carne e osso, comum, parecida consigo no sentido em que enfrenta problemas e desafios idênticos, mas que encontra na sua vida alguma coisa que o eleva, que sublima a sua existência».

O melhor amigo... do leitor

Não se pense, porém, que estes relatos partem sempre de provas dolorosas ou experiências limite. Podem ser, simplesmente, livros sobre animais de estimação. A Casa das Letras tem sido uma das editoras a apostar neste género, com obras como “Marley & Eu”, de John Grogan; “Um Amigo Chamado Henry”’, de Nuala Gardner; e o mais recente “Como Salvar Um Coração Partido”, de Susan Richards. O primeiro, baseado nas histórias vividas por um casal e o seu cão trapalhão e mal-comportado, já tem adaptação ao grande ecrã. O filme conta com Owen Wilson e Jennifer Aniston nos principais papéis e chegou recentemente às salas portuguesas. Já “Um Amigo Chamado Henry”, com dimensão dramática mais substancial, é um relato de uma mãe cujo filho autista venceu a doença graças à ajuda de um cão. Finalmente, o livro de Richards conta a história do impacto que a adopção de uma égua maltratada teve na sua vida. O exemplo mais arrebatador é, porém, “Dewey – O Gato que Comoveu o Mundo”(Caderno), best-seller que transformou a vida de Vicky Myron (ver caixa), uma anónima bibliotecária norte-americana. Quase que podia escrever-se o livro sobre a história deste livro. Vicky foi convidada – por um milhão de euros – a narrar a história daquela que, durante 19 anos, foi uma célebre mascote da Biblioteca Pública de Spencer, no Iowa: um gato amarelo, ao estilo “Gato das Botas” no filme ”Shrek”, curiosamente baptizado de Dewey ReadMore Books.

«É uma espécie de estrela pop do universo dos gatos», atira José Prata, editor da Caderno, que relativiza o êxito: “é apenas mais um livro entre muitos que se destacam». Pratas lembra que histórias com animais sempre foram publicadas em Portugal, e dá o exemplo de “Cão Como Nós” , de Manuel Alegre. O editor defende que este tipo de livros funciona através da «ligação afectiva» que as pessoas estabelecem com eles – e revela que, curiosamente, foram os cibernautas portugueses os que mais encheram a caixa de comentários do blogue de Vicky Myron.

Como “Marley & Eu”, “Dewey” vai ser adaptado ao cinema. De acordo com fonte da Caderno, «estão a decorrer as negociações e a actriz Meryl Streep, galardoada com um Óscar, irá protagonizar o filme».

E a secção zoófila ganhou recentemente mais um elemento: “Querido Ollie”, de Stephen Foster, publicado pela mesma editora. É “uma espécie de Marley & Eu inglês”, diz José Prata, do livro que constitui o relato da aventura de Foster em domesticar o cão abandonado que adoptou. Best-seller internacional, “Querido Ollie” já consta da lista dos mais vendidos do jornal britânico “Sunday Times”.

Animais, Franz Kafka, auto-ajuda, Ernest Hemingway, memórias e relatos, José Saramago. Partilham escaparates de livrarias. Há quem os distinga entre livros e literatura mas, na hora de comprar, muitos deixam os cânones nas prateleiras.»

Veja aqui os conteúdos da revista Os Meus Livros de Maio, dedicada à Feira do Livro.

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Qua, 29/Abr/09

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Qua, 29/Abr/09
LINGUAGEM COMERCIAL,
por Jorge Colaço (*)

Há uns anos, preparava-me para ir escutar o Orfeu de Monteverdi, durante um daqueles acontecimentos musicais festivos que procuram congregar um público heterogéneo, quando dois conhecidos cruzaram olhares. Um estava já no interior da sala onde iria ter lugar a interpretação da ópera, o outro passava no corredor apinhado de gente que dava acesso àquela sala.
Em tom de clara expectativa, o primeiro perguntou:
- Vens para aqui?
- Não, respondeu o outro, tenho bilhete para outra sala.
- Ah, tinhas um lugar aqui mesmo…
- disse o primeiro, com algum desapontamento.
- Que é que vai haver aí ? - perguntou o segundo.
- Orfeu - respondeu o primeiro, de pé, junto ao seu lugar, desenhando o nome com voz nítida.
- Isso é o quê ? - perguntou o outro, sustendo ainda, por instantes, a despedida.
- É a história de um viúvo - esclareceu o primeiro, em fulminante síntese.

Esta breve história exemplar, prestando-se a comentários de natureza diversa, serve-me hoje de pretexto para fazer aqui referência às operações de redução praticadas pelo marketing e publicidade de um bom número de editoras.

A síntese – quer se trate de uma frase liminar, quer se trate de uma sinopse apertada – é um procedimento universal da publicidade e um aspecto importante da sua eficácia.

Sendo também uma forma clássica de promoção dos livros, é, porém, neste caso, uma prática exigente, já que o seu desafio consiste em, no mesmo passo, captar a essência do conteúdo da obra e expressá-la de modo conciso, com arte e engenho tais que permitam juntar a essa forma emblemática uma função apelativa.

Quando a função apelativa se sobrepõe às outras, gera-se uma cadeia de equívocos. Isto é, sempre que o critério comercial tem precedência sobre os aspectos intrínsecos ao livro, as fórmulas sintéticas e os resumos tendem a ser orientados (e as capas também não escapam a isso), não tanto já em relação à obra publicada, mas sobretudo em função de um público potencial.

A essa operação subjaz, porém, um juízo de valor sobre esse público – sobre os seus gostos e preferências, o seu imaginário e até mesmo sobre as suas capacidades (de compreensão e leitura), esquecendo que, contas feitas, esse juízo reflecte, afinal, o gosto, as preferências, o imaginário e as capacidades de quem o formula.

Assim, confunde-se síntese com simplificação e esta com redução ao menor denominador comum, com resultados mais caricatos nuns casos, mais neutros ou tristes noutros casos, mas sempre no plano do lugar-comum, quantas vezes ornamentado com adjectivação hiperbólica.

Há, evidentemente, muitas espécies de livros e muitos públicos diferentes, e há géneros que, pela sua própria natureza, saem incólumes deste tipo de operação. Mas, em geral, uma sinopse para fins comerciais deve ser muito bem pensada e executada, sem concessões àquilo que ouço designar por «linguagem comercial». É que, equacionando seriamente a questão do público leitor e os destinatários primeiros da informação editorial sobre livros ‒ por exemplo, livreiros e jornalistas ‒, parece-me essa linguagem ter, hoje, um efeito mais de afastamento do que de aproximação.

É evidentemente crucial para os editores vender os livros que produzem e, para isso, é necessário ter em conta as situações, as experiências e os conhecimentos dos potenciais leitores de cada um deles. Mas os editores têm uma função cultural, a que é difícil eximirem-se – e é precisamente essa dimensão do livro que, reconhecidamente, constitui a grande dificuldade de o pensar como puro objecto comercial – e creio que não é bom para eles venderem o mito de Orfeu como «a história de um viúvo», por mais vendável que esta descrição possa parecer, e não só porque estarão a vender gato por lebre.

(*) Jorge Colaço (n. Ferreira do Alentejo, 1956) é licenciado em Línguas e Literaturas Modernas pela Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, ensinou Português como Língua Estrangeira, exerceu actividade docente no ensino secundário e criou um curso livre de redacção e revisão, do qual foi coordenador e professor. Desempenhou, desde 1992, funções de coordenador editorial da área de Humanidades da Enciclopédia Verbo – Edição Século XXI (29 vols., 1998-2003), para a qual também redigiu dezenas de verbetes. Assumiu funções idênticas em outras obras de referência, nomeadamente nos volumes Annualia. Colaborador de Biblos - Enciclopédia Verbo das Literaturas de Língua Portuguesa, tem publicado textos críticos e literários em obras colectivas e revistas.
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Ter, 28/Abr/09
Ter, 28/Abr/09
Hoje de manhã:






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Ter, 28/Abr/09
«O protocolo que estipula a mudança da Feira do Livro do Porto do Pavilhão Rosa Mota para a Avenida dos Aliados foi hoje aprovado por unanimidade pelo executivo da autarquia portuense.»

Ler no Público.


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Ter, 28/Abr/09
Sexta-feira passada (24 de Abril):


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Ter, 28/Abr/09


A nova imagem gráfica da Feira do Livro já se encontra no recinto.



O destaque especial dado ao novo horário.


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Ter, 28/Abr/09
Na primeira e na última quarta de todos os meses, a Livraria Almedina, no Atrium Saldanha em Lisboa, promove encontros literários para «reler em voz alta, analisar, discutir e relacionar com outras leituras paralelas e com a experiência de vida de cada um».

O próximo é amanhã, às 19h, sobre a obra Bomarzo, de Manuel Mujica Láinez.

Aqui.


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Ter, 28/Abr/09
A ilustração do livro A Charada da Bicharada, de Alice Vieira, valeu a Madalena Matoso, 34 anos, o Prémio Nacional de Ilustração 2008, atribuído, por unanimidade, pelo Ministério da Cultura através da Direcção-Geral do Livro e das Bibliotecas (DGLB). Edição Texto Editores.

O Prémio Nacional de Ilustração, de periodicidade anual, tem como objectivo reconhecer e incentivar o trabalho de artistas no domínio da ilustração de livros para crianças e jovens em Portugal.

Outros ilustradores e respectivos trabalhos que também merceram uma menção do júri:

Histórias de Reis e Princesas, de Afonso Cruz, Asa
Um Dia na Praia, de Bernardo Carvalho, Planeta Tangerina
O que se vê no ABC, de Danuta Wojciechowska, Caminho
Milagre de Natal, de Inês Oliveira, Civilização
Sabes, Maria, o Pai Natal não existe, de Luís Henriques, Caminho
Trava-Línguas, de Madalena Matoso, Planeta Tangerina
A Casa de Férias, Histórias do Senhor Valéry, de Rachel Caiano, Caminho
Lá de cima cá de baixo, de Teresa Lima, Gailivro

Mais informaçoes aqui.

Ler também no Público.

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Ter, 28/Abr/09

O próximo número da revista Os Meus Livros é dedicado à Feira do Livro de Lisboa.

Mais do que a temática da revista, haverá um lançamento da mesma no primeiro dia da Feira, dia 30 de Abril (quinta-feira), pelas 18:30, na Praça Central, por Carlos Pinto Coelho.

A revista Os Meus Livros também se associou à programação oficial da Feira do Livro, e contará com dois debates principais, nas duas quartas-feiras (dia 6 e 13 de Maio), pelas 18:00, subordinado aos temas «O Meu Filho Não Quer Ler - O Que Fazer?» e «O Meu Filho Quer Ler - Como Devo Escolher», respectivamente.

Entre os convidados, João Morales irá moderar as duas mesas e contará com José Jorge Letria (autor), Cristina Taquelim (bibliotecária) e José Oliveira (editor da Caminho) para o dia 6 e Andreia Brites (animadora), Mafalda Milhões (Livreiras), Rosário Araújo (editora da Oficina do Livro) e Alice Vieira (autora), no dia 13.

A revista Os Meus Livros é um dos Media Partners da Feira do Livro de Lisboa 2009.
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Ter, 28/Abr/09
«A directora e o subdirector da Direcção-Geral do Livro e das Bibliotecas (DGLB) foram afastados dos cargos por não terem entregue o documento do sistema de avaliação dos funcionários, disse à Lusa fonte da DGLB.»

Ler no Diário Digital e no Público.


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Ter, 28/Abr/09

É já amanhã, 29 de Abril, pelas 19h00, na livraria Pó dos Livros. Apresentação de Jorge Silva Melo. Leitura de poemas por Miguel-Manso.

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Ter, 28/Abr/09
Aqui ficam algumas notas e impressões do que foi a experiência London Book Fair 2009:
  • Redução da dimensão da Feira, fazendo com que cerca de 20% do segundo pavilhão estivesse por ocupar, apesar das notícias internacionais que apontavam para um aumento de participações. Se tal aconteceu, cada um dos participantes terá optado por espaços mais curtos. O que também poderá ser interpretado como um desinvestimento na feira.
  • Feira cinzenta, com mais do mesmo face à feira de 2008: mesmas editoras usando os mesmos stands, nos mesmos espaços.
  • A Índia, enquanto país convidado, apresentou-se de mãos vazias. Quem esperava Bollywood viu uma espécie de produção «rasca» de série C. Stands padronizados atrás de stands padronizados, com poucas ideias e sem percebermos se alguém levou a sério o convite.
  • O livro no contexto da era digital. Apesar do recente lançamento do Kindle 2, a Amazon decidiu não estar presente. Igual comportamento tiveram outros gigantes, como o Google, assim como os produtores de aparelhos para leitura de eBooks. Excepção feita para a Sony, que, com stand próprio, encheu o pavilhão 2 de encontros e conferências dedicadas ao livro e à leitura digital, tendo disponibilizado para testes o mais recente Sony Reader (o que deu para notar as limitações deste aparelho).
  • Representações oficiais. Muitos países e regiões a marcarem presença na Feira de forma oficial e institucional: Roménia (belíssima surpresa), Espanha, Emirados Árabes Unidos, Rússia, Catalunha, entre outros. A União Europeia, contrariamente ao ano anterior, optou por não estar presente.
  • Representação portuguesa. Poderá ser apenas uma percepção, mas as editoras portuguesas terão desinvestido na Feira. Vimos poucos portugueses, que quase sempre indicavam que estariam na feira um dia, ou «só mais uma manhã». Pese embora algumas excepções (quase sempre grupos de grande dimensão). A nível oficial, a DGLB marcou presença em dois stands diferentes.
  • Menos pessoas. A Feira recebeu muito menos visitantes que em edições anteriores. Embora a imprensa internacional tenha indicado que, apesar desta realidade, a feira foi boa para o negócio editorial, não deixa de ser verdade que, no último dia (tradicionalmente já mais fraco, bem certo), o espaço estava praticamente vazio.
  • Rumores. O fracasso Byblos chegou a Londres e muitos agentes mostravam-se informados do que se passara. A esta notícia, juntaram-se outras dúvidas e incertezas quanto à vitalidade e viabilidade de alguns projectos portugueses, o que, em situação alguma, será positivo para a projecção do sector editorial português no estrangeiro.
  • Promoção editorial. Um dos principais motivos que me levam às feiras é procurar os materiais que os editores utilizam para promover autores e obras. Também aqui a desilusão foi grande. Mais do mesmo, ou mesmo nada. Os mesmos marcadores, os mesmos mini-livros, canetas, lápis. Uma desilusão pegada que em nada ficou a dever à Concreta ou à Tektonica.
  • Programação paralela. Apesar de bastante diversificada, debateu-se pouco (ainda que fossem muitas as propostas de seminários e conferências), como se estivéssemos todos de acordo sobre os mesmos assuntos. Deu, contudo, para encontrar o anónimo Mike Shatzkin a passear-se pelos corredores e pedir-lhe para tirar uma fotografia. Que ficou desfocada (obrigado, Sérgio!).
  • Espaços específicos. Dentro da programação paralela, um dos espaços mais animados foi o Cook Book Corner, onde, aí sim, os editores de culinária e gastronomia indianos fizeram valer os seus créditos. No último dia de feira, também a Oficina do Livro se fez representar, através de uma animada e bem-disposta demonstração de culinária de Chakall (tal como se verificara na edição anterior da Feira). Nas prateleiras do Cook Book Corner estavam também expostas algumas obras de editora portuguesas.
  • Novidades. Ausência de grandes novidades ou sururu à volta de eventuais lançamentos. Excepção, claro está, para o novo livro de Dan Brown. Mas dados os sucessivos adiamentos, apetece perguntar: será desta?
  • Organização. Continuamente profissional e dedicada, consegue resolver em poucos minutos qualquer situação.
  • Press Centre. Melhor equipado que o de Frankfurt (existem computadores disponíveis, evitando que estes profissionais levem o seu próprio equipamento), escassearam ainda assim grandes notícias.
  • Mais do mesmo. Epígonos e sucedâneos de ‘fórmulas’ e conceitos de livros que “estão a dar”. Novas ideias escassearam, o que pode antever uma Feira de Frankfurt sem grandes expectativas, já que ali, muitas vezes vemos a concretização dos projectos que se anunciam em Londres.
  • Reutilização de conteúdos. Mesmo conteúdo: coloca-se cor às imagens a preto e branco, mudam-se formatos, novo papel. O essencial – o conteúdo – mantém-se o mesmo. Mais um sinal da crise de ideias.
  • Agentes e direitos. Reflexo ou não da crise, certo é que também por entre as principais agências de direitos internacionais deu para notar o esmorecimento da feira de Londres. Reflexo ou não da crise, a outros caberá julgar. Se as principais agências anglo-saxónicas estavam todas presentes, o mesmo não aconteceu, por exemplo, com alguns agentes espanhóis. Nestes casos, caberia ao representante da própria casa editorial apresentar as suas listas a quem o solicitasse. Outras agências optaram por enviar apenas os responsáveis pelos direitos anglo-saxónicos. Até aí, nada de estranhar, visto que o Salon du Livre de Paris, que ocorreu em Março, ser tido como plataforma mais aproximativa para a abordagem ao mercado francófono.
  • Spring Lists. Qualquer editor português com que nos cruzássemos na feira nos diria que as propostas de editoras e agentes se saldaram pela falta de «grandes coelhos na cartola», para citarmos uma das expressões ouvidas. Com efeito, as listas sugeridas pelos agentes denotam uma abordagem pouco personalizada às reais necessidades dos editores (salvam-se algumas honrosas excepções), sugerindo mais do mesmo. Por vezes, quase que tentavam «impingir» determinados títulos. As famosas Spring Lists, que deram à Feira de Londres a aura que ainda hoje transporta, parecem ter ficado na gaveta.
    Uma coisa é certa: se as listagens de Primavera costumam prometer mais do que as de Outono, o que poderemos aguardar da próxima edição da feira de Frankfurt?

(pf)

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Ter, 28/Abr/09
A conferência de imprensa, liderada pela organização da Feira e realizada no restaurante D. Gugu, um dos espaços de restauração que servirão a feira do Livro de Lisboa, decorreu num tom bastante informal e próximo. Com o objectivo de transformar a Feira do Livro de Lisboa no evento mais importante de livros e leitura, Rui Beja (presidente da APEL), João Espadinha (Presidente da Comissão das Feiras) e Eduardo Boavida (Director da Feira de Lisboa) apresentaram esta renovada feira do livro.



Notas mais importantes:

- Agradecimentos. Rui Beja agradeceu a todos os que estão a fazer da Feira um sucesso, nomeadamente os vários parceiros e a própria comunicação social tradicional e informal que já tem multiplicado notícias nos vários meios. Diga-se que existiam mais jornalistas na sala que cadeiras e press-kit para distribuir, o que mostra bem a adesão dos meios: imprensa escrita, rádio e televisão.

- O curto prazo para preparação da Feira. Os curtos três meses e meio que a organização teve para preparar a feira, sobretudo numa edição com tantas novidades, trouxeram um desafio acrescido a esta organização.

- Novos pavilhões serão o rosto da mudança. O sucesso dos pavilhões mede-se, segundo a organização, pelos números. Inicialmente 200, devido aos pedidos dos participantes, a organização foi obrigada a produzir mais 20. Isto face aos 170 pavilhões (125 participantes) do ano passado. Nenhum participante optou por utilizar o antigo pavilhão (o que seria permitido).

João Espadinha reconheceu que há sempre vantagens e desvantagens, tendo a organização feito um esforço para responder às exigências dos participantes, adequando as estruturas aos desejos destes, casos das áreas laterais que apenas foram colocadas por pedido dos participantes. A dimensão mais curta torna a feira mais fácil de instalar e arrumar, estando inclusive mais bem preparado para superfícies com declive (casos do Parque Eduardo VII e da Av. Aliados). Por permitir uma maior flexibilidade e personalização, espera-se que os editores possam assim comunicar (e vender) melhor com os leitores.

- Nova data para a realização da Feira:
(a): apesar de a intenção inicial ser que a Feira aproveitasse o dia mundial do livro, dado o tempo decorrido desde a autorização por parte da Câmara Municipal de Lisboa (CML), tal mostrou-se impossível, situação que foi colmatada com a criação da semana dos livreiros.

(b) Segundo Rui Beja, nenhum participante se manifestou contra a mudança de calendário da Feira.

(c) Estatisticamente, nada indica que não existem diferenças meteorológicas significativas entre o Mês de Maio e Junho.




- Os novos horários. A direcção da Feira está consciente que esta não é uma decisão pacífica, no entanto, e mesmo porque em edições passadas a afluência à feira à noite em dias semanais era fraca, defendeu que este seria o melhor horário. Houve vários editores que concordaram, outros que apresentaram soluções completamente novas ou simplesmente mistas, aproveitando aquilo que lhes pareciam os méritos da anterior e actual proposta. Para aqueles que gostam de passear pela feira à noite terão sempre os fins-de-semana:

(a) A vida citadina alterou-se e, com ela, os ritmos dos habitantes das mesmas. Segundo a direcção, abrindo-se assim o cenário para repensar as horas em que decorre a feira. As pessoas impossibilitadas de visitar a feira à noite, decerto abdicarão de uma refeição mais demorada para poder visitar a feira; os estudantes aproveitarão o facto de a feira abrir mais cedo para a visitar, conseguindo-se novos públicos.

(b) Este horário coaduna-se com a presença de escolas no recinto. Como trunfo desta realidade, a organização indicou que todos os dias 2 escolas, num total de cerca de 50 a 70 alunos por dia, visitarão a feira. Apesar de este não ser um público comprador, estar-se-á a trabalhar para criar uma boa recordação nas crianças, criando novos visitantes no futuro. Diga-se ainda que as bibliotecas terão uma grande acção nesta feira, com diversas bibliotecas de Lisboa e de fora do Concelho, casos de Torres Vedras, Tomar, Anadia, Alpiarça, Fundão, Portalegre, entre muitas outras.

(c) Inquérito realizado na última edição da Feira mostrou que as pessoas pediam alterações no horário – as que foram introduzidas.

(d) Quando confrontados com a hipótese de com a Feira fechar mais cedo, e perderem-se vendas, João Espadinha explicou que o maior número de vendas acontece ao fim-de-semana e, nesses dias, a Feira continua a fechar mais tarde.

- Os novos espaços da Feira do Livro de Lisboa. A APEL quer que esta renovada Feira do Livro seja um local onde se possa estar. Para isso foram criadas praças, dispersas em quase toda a parte do recinto, onde haverá animação constante e conforto. As praças serão diferenciadas (Central; Jovens; Brasil – país convidado; Infanto-juvenil) e terão programação própria e dirigida aos seus públicos.
Haverá uma míni-feira do Livro (na zona da Praça Infanto-Juvenil), com a construção de um recinto só para as crianças. Lá haverá actividades várias e servirá para introduzir as crianças no conceito «Viver a Leitura». Poderemos contar com o Magalhães e várias outras parcerias valiosas.



- Desfasamento de feiras de Lisboa e Porto. Este desfasamento temporal permitirá uma maior sinergia de actividades, por parte dos participantes e de toda a logística envolvida.

- Homenagem a Rogério Mendes de Moura. Reconhecendo a inegável perda de um editor que muito se dedicou ao nosso sector e ao associativismo (foi o último presidente do Grémio de Editores e Editores, o primeiro presidente da APEL), a organização tomou por bem levar a cabo uma sessão de homenagem a este editor desaparecido recentemente e que granjeou um elevado reconhecimento e consenso entre pares. No dia 1 de Maio.

- Participantes e pavilhões. 140 participantes, 220 pavilhões padronizados, 16 pavilhões diferenciados (LeYa), o habitual pavilhão diferenciado da Girassol.

- Brasil País Convidado. Rui Beja realçou a grande importância do Brasil, realçando o grande empenho da Câmara do Livro Brasileira e do Ministério da Cultura do Brasil. Este país terá programação cultural própria.

- Programação cultural. Contrariamente a anos passados, será muito intensa, havendo só da parte da organização cerca de 220 a 230 actividades. Os participantes esses, apresentarão cerca de mais 1400 actividades, entre lançamentos, sessões de autógrafos, e outros eventos. O que levou Eduardo Boavida a gracejar, dizendo que os editores são 7 a 8 vezes mais activos que a organização da Feira.

- Mudança de locais na Feira do Livro do Porto. Apesar de a conferência ser dedicada à edição de Lisboa, uma vez que ambas as feiras apresentam novidades, Rui Beja realçou uma vez mais que também no Porto as mesmas alterações serão respeitadas, com um acréscimo: haverá uma alteração do espaço onde decorre a Feira, a passar do Pavilhão Rosa Mota para a Avenida dos Aliados.

- Novo modelo de financiamento. A nova feira do Livro de Lisboa está assentada num novo modelo de financiamento. Se anteriormente, os editores eram proprietários dos próprios stands, neste momento existe um aluguer de longa duração. A propriedade dos pavilhões é da JIS, havendo ao fim de 4, 5 anos uma mudança completa dos pavilhões. Cada participante pagará 1600 euros pelo primeiro pavilhão e 1800 euros pelos subsequentes. A instalação, manutenção e desinstalação fica a cargo da JIS. Com este novo modelo, os editores não têm encargos associados à manutenção das estruturas (a cargo daquela empresa).

- Apoio da CML. A Câmara municipal de Lisboa apoiará a Feira através de um subsídio de 150.000 euros, além da habitual isenção de taxas de ocupação pública e demais actividades relacionados com a segurança, fiscalização, electrificação e higiene do espaço.

- Restauração. De forma a tornar a visita mais agradável, a Organização equipou a feira de um conjunto de restaurante. Para que “se possa estar”.
A Feira do Livro de Lisboa passará a ter instalações para todos os gostos e feitios. De restaurante onde se possa comer sentado, passando por espaços de self-service, snacks e, claro está, as bifanas e farturas.
Haverá, igualmente, mais instalações sanitárias.

- Expectativas. Apesar de realçar que é sempre difícil de calcular o número de visitantes da feira, pela própria tipologia do espaço, Rui Beja avançou um número ambicioso: 500.000 visitantes. Se não for possível este ano, que tal seja uma realidade em futuras edições.

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Ter, 28/Abr/09
Pelo cartaz, dá para perceber por que razão este é um daqueles seminários imperdíveis. A Booktailors, através do Paulo Ferreira e do Sérgio Coelho, estará presente. Inscrições por jornalismoliterarionapratica@gmail.com.

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Ter, 28/Abr/09
«O Kindle 2, segunda geração do leitor de livros eletrônicos da Amazon.com, já vendeu 300 mil unidades desde o final de fevereiro, rendendo mais de US$ 100 milhões à empresa – cada Kindle custa US$ 359.»

Ler aqui.

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Ter, 28/Abr/09
Após uma pesquisa feita aos consumidores, a Random House decidiu lançar algumas das obras em formato eBook. Estas «novas edições» irão ter alguns extras, como fotografias, vídeos ou entrevistas com os autores, sendo possível lê-las em PCs ou Macs, não sendo ainda possível lê-las em e-readers ou telemóveis.

Ler aqui.


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Ter, 28/Abr/09

A editora Fio da Palavra fará hoje uma apresentação da colecção História da Europa Oxford.
O evento, que marcará igualmente o lançamento deste novo projecto editorial decorrerá pelas 18 horas, no Solar do Vinho do Porto, em Lisboa, contando com a presença da Maria João Branco.


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Ter, 28/Abr/09
Ler aqui a análise da revista, que indica que Lobo Antunes é «obsessivamente local». Já Saramago está mais preocupado com a universalidade.

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Ter, 28/Abr/09
A organização da Feira do Livro de Lisboa já colocou no ar um novo website, que contém um blogue. Igualmente, criou uma conta no twitter e no Facebook, onde já se discute esta feira, nomeadamente horários e calendário da edição deste ano.

Consciente que a questão dos horários e calendários é uma das questões que necessita de maior comunicação, o site ostenta à primeira vista que a Feira decorre de 30 de Abril a 17 de Maio e que os horários são os abaixo indicados:
- 2ª a 5ª Feira: Das 12h30 às 20h30
- 6ª e véspera de feriados: Das 12h30 às 23h00
- Sábados: Das 11h00 às 23h00
- Domingo: Das 11h00 às 22h00

No blogue da Feira, encontramos já 3 posts, sendo que no primeiro de todos, definem-se objectivos. Aproveitando aquilo que parece ser a assinatura da feira para título («Viver a leitura»), indicam-se ali as principais novidades da Feira e avança-se que «o blogue vai acompanhar as iniciativas e lançar outras curiosidades.»

Relembramos que se realizará hoje, pelas 11 horas, a Conferência de Imprensa de apresentação da 79ª Feira do Livro de Lisboa, num dos espaços de restauração da Feira - o Restaurante D. Gugu, no Parque Eduardo VII, onde decerto estas plataformas serão apresentadas.

O website e blogue são da responsabilidade da Lift Digital. Para visitar qualquer um destes espaços, é seguir os links acima ou clicar nas imagens abaixo:






por Booktailors às 08:46 | comentar | partilhar

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Fernando Guedes: O decano dos editores portugueses, Sara Figueiredo Costa



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A Edição de Livros e a Gestão Estratégica, José Afonso Furtado



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