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Dom, 28/Fev/10
Dom, 28/Fev/10
Imagens retiradas daqui.
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Sáb, 27/Fev/10
Sáb, 27/Fev/10
Está quase a terminar. O vereador Luís Diamantino chama ao palco todos os participantes.

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Sáb, 27/Fev/10
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Sáb, 27/Fev/10
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Sáb, 27/Fev/10
Parece combinado. Num dia que se anuncia um temporal, isto só pode dar uma tempestade. Mais logo, estes rapazes (simpáticos, e a simpatia pelos adversários comove sempre) serão esmagados.

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Sáb, 27/Fev/10
10H30
8.ª MESA: «Duvido, Portanto Penso»

João Paulo Sousa, Lourenço Pereira Coutinho, Paulo Moreiras, Sérgio Luís de Carvalho, Vítor Burity da Silva; moderação de José Mário Silva
AUDITÓRIO MUNICIPAL

16H00
9.ª MESA: «Cada Palavra é um Pedaço do Universo»

Luandino Vieira, Mário Zambujal, Milton Fornaro, Onésimo Teotónio de Almeida, Ricardo Menéndez Salmón, Rui Zink; moderação de Maria Flor Pedroso
AUDITÓRIO MUNICIPAL

18H30
Cerimónia de Encerramento

Entrega dos Prémios Literários Casino da Póvoa, Correntes D’ Escritas Papelaria Locus e Conto Infantil Ilustrado Correntes D’ Escritas Porto Editora
AUDITÓRIO MUNICIPAL

INICIATIVAS PARALELAS
Feira do Livro

CASA DA JUVENTUDE


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Sáb, 27/Fev/10


Via Bibliotecário de Babel.
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Sex, 26/Fev/10
Sex, 26/Fev/10
Héctor Abad Faciolince começou a sua intervenção desculpando as palavras e, um pouco como Pedro Pinto diria mais tarde, afirmando que a culpa passa pelas pessoas, que criam os muros com as próprias palavras. Faciolince acha que as palavras escapam do cérebro também através da escrita, e isso faz com que o colombiano se sinta mais à vontade quando escreve. Inês Botelho revelou que, quando a vontade de escrever é grande, «as palavras são tantas que tendem a sair numa enxurrada violenta», acrescentando ainda que são «preciosas e imensas». Falando do tema através da sua relação com a palavra, Imma Monsó atribuiu à literatura a possibilidade de «entrar num mundo mágico de empatia com o outro, de entrar na mente de outra pessoa, viver a sua vida», considerando que as palavras são «muros que nos cercam, mas que também derrubam e que nos transformam, nos alegram e nos entristecem». Como para muitos autores, também para José Carlos Barros a ligação à escrita, às palavras e à leitura começou muito cedo, logo na infância. «A maneira como vejo a Literatura e como escrevo tem a ver com, por um lado, com esta ideia de mundo mágico, em que a Literatura permite a reconstrução de memórias e de criação de universos únicos, e, por outro lado com a importância da palavra», concluiu.

Assim decorreu a 5.ª mesa das Correntes, moderada pelo sempre bem-humorado Onésimo Teotónio de Almeida. Ler mais aqui.


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Sex, 26/Fev/10
«A voz das palavras» foi o tema para esta visita dos quatro autores à Escola Secundária Rocha Peixoto, que, para além do debate, contou ainda com uma actuação do coro da escola.

Perante cerca de 150 alunos, Leonor Xavier decidiu criar desde logo uma ligação com o público: «Gosto muito de vocês.» Para aquela autora, nem a passagem do tempo a faz deixar sentir o impacto das palavras, revelando que mesmo palavras comuns podem ressurgir com impacto. A palavra «pessoa», por exemplo, é uma das suas últimas «fixações». Para Leonor Xavier, «as palavras são como plasticina porque podemos moldá-las». Inês Pedrosa explicou a sua relação com os livros e a escrita, dizendo que desde cedo que sabia que escrever era o que queria fazer. Sempre que acaba um livro, já tem outro em mente, facto que complicar a sua distinção entre realidade e ficção. O mesmo tipo de ligação à escrita foi o apresentado Pablo Ramos. «Escrever é a coisa mais profunda que se faz na vida. Quando não escrevo não sou nada.» O autor adiantou ainda que «a minha literatura é profundamente social», retratando uma «realidade que me toca profundamente e se apresenta na minha ficção de modo estruturado». Para fechar a discussão, Manuel Rui voltou ao poder das palavras, referindo que «as palavras só o são quando convivem umas com as outras». Ler mais aqui.


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Sex, 26/Fev/10
Imagens retiradas daqui, daqui, daqui, daqui, daqui e daqui.


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Sex, 26/Fev/10
«Quando me aproximava do Diana Bar, olhando para o mar, lembrando-me das cenas nocturnas na praia catalã que surgem no livro de Bolaño e preparando-me para uma relativa pacatez, mesmo que em ambiente dançante, ouvi os primeiros sons daquilo que me pareceu uma música pouco provável numa playlist do Irmão Lúcia. E quando, já com mais gente, cheguei à porta do bar, era o apocalipse: a música dava pelo nome de Coisinha Sexy, da autoria desse ícone musical que é Ruth Marlene, e uma horda de jovens com muito dinheiro investido em produtos capilares e pouco em roupa adequada ao frio de rachar que se fazia sentir, se abanava, acompanhando o entusiasmo de um dedicado cantor de karaoke, o intérprete da bela música. Pelo meio, vislumbravam-se alguns escritores baralhados, enquanto o editor de Bolaño se ria e ensaiava uma coreografia a preceito. Bem tentei piscar os olhos, na esperança de ver reorganizar-se a imagem, mas nada. Estava mesmo a acontecer.» Ler na íntegra aqui.


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Sex, 26/Fev/10
Numa nova iniciativa, as Correntes reservaram, este ano, um espaço especial para a apresentação de novos projectos. No Axis vermar, ontem à noite, os presentes tiveram oportunidade de conhecer três.

Margarida Branco divulgou o sítio Web Ler por aí…, «um espaço com sugestões de leitura nos lugares das histórias». Este sítio pretende facultar informações sobre livros para «ler por aí» e que livros ler em viagem ou passeio. Segundo Margarida Branco, «quando procuramos informações sobre um local, encontramos dados sobre onde dormir, onde comer, o que fazer, mas nunca o que ler». Ler por aí… colmata esta «falha».

O projecto PNETliteratura não é propriamente novo, pois está em linha desde 2008. O sítio conta com a participação de autores nacionais, como Gonçalo M. Tavares, Almeida Faria, Casimiro de Brito, Vasco Graça Moura e valter hugo mãe, e de correspondentes internacionais, que vão dando conta dos principais eventos literários lá fora, como Kátia Gerlach, em Nova Iorque, Vanessa Godinho, em Luanda, Ana Maria Delgado, em Washington DC, Manuela Degerine, em Paris, Sílvia Chueire, no Rio de Janeiro, e Susana Leite, em Leipzig. O PNETliteratura tem cerca de 1500 visitas diárias.

O projecto «O Rato da Europa» baseia-se numa colecção de textos inéditos, editada pela Pé de Mosca. Este textos procurarão apresentar «uma reflexão alargada sobre o binómio Portugal/Europa». O primeiro número da colecção já foi publicado. Pedro Eiras é o autor de Boomerang, um «conjunto de 27 postais sobre representações da Europa na literatura portuguesa dos séculos XIX a XXI». Seguem-se as obras de Régis Salado e de Regina Guimarães, ainda sem data de publicação.

Ler mais aqui.


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Sex, 26/Fev/10
O final da manhã de ontem trouxe mais dois lançamentos na Casa da Juventude. Paulo Kellerman apresentou a sua obra Chega de Fado (Deriva). Pedro Teixeira Neves (texto) e Rute Reimão (ilustrações) apresentaram Histórias do Barco da Velha (Trinta por uma Linha). Ler mais aqui.

Mais tarde, ainda na Casa da Juventude, foi a vez de Isaac Rosa apresentar O País do Medo, e Zuenir Ventura Inveja – Mal Secreto, ambos publicados pela Planeta. Ler mais aqui.

Já no Axis Vermar, à noite, apresentaram-se mais seis obras: Vozes no Escuro, de Rui Vieira (Edições Nelson de Matos); Substâncias Perigosas, de Pedro Eiras (Livro do Dia); Desacordo Ortográfico, antologia VV.AA (Livrododia); Origem da Tristeza, de Pablo Ramos (Quetzal); Cadáver Precisa-se, de Milton Fornaro (Quetzal); e Receitas de Amor para Mulheres Tristes, de Héctor Abad Faciolince (Quetzal). Ler mais aqui.

Contudo, o grande lançamento do dia foi o de O Terceiro Reich, de Roberto Bolaño. A Quetzal organizou uma festa especial, no Bar da Praia, para celebrar a primeira tradução mundial do livro. Francisco José Viegas, na condição de director editorial da Quetzal, considera esta publicação «uma enorme honra para Portugal». Ler mais aqui e aqui e aqui.


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Sex, 26/Fev/10
Decorre amanhã o primeiro de dois encontros pedagógicos organizados pelas Edições ASA, subordinados ao tema «Novos Programas, Grandes Desafios. A Matemática em Mudança». A primeira sessão terá lugar amanhã, na Universidade Católica, em Lisboa. A segunda sessão decorrerá em Matosinhos, na Exponor, a 13 de Março. Mais informações aqui.

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Sex, 26/Fev/10
Manuel da Silva Ramos decidiu ontem tornar a 4.ª mesa das Correntes um pouco diferente, aparecendo de capacete e lanterna na cabeça. Para o debate, moderado por Inês Pedrosa, J. J. Armas Marcelo, Luís Naves, Pablo Ramos e Paulo Kellerman não se apresentaram assim tão preparados.

Manuel de Silva Ramos decidiu aparecer como mineiro, ou prospector, visto que na mina onde trabalha há muitos anos «é preciso ter muita imaginação, porque há gente que diz que a mina não existe». O autor explicou a analogia: «No outro dia apanhei uma palavra de 15 quilates de emoção, era uma das mais belas palavras que já vira.» Segundo Paulo Kellerman, «a Literatura é também a arte da curiosidade, sobre o que somos, o que sentimos ou até sobre o que poderíamos ser e sentir» e que «é a palavra que nos distingue». Pablo Ramos contestou o tema. Para ele, não existe esforço inédito, «existe sim o enorme esforço de espírito do escritor». Ramos contou como vem de uma família de músicos e que, devido à sua inépcia nessa arte, virou-se para a escrita, escrevendo um diário onde era um grande músico. J. J. Armas Marcelo enfrentou o tema com o seu habitual humor, considerando um daqueles em que ou nada se dirá, ou se poderão «encher inúmeras páginas». O espanhol considera que o seu trabalho é «discutir com as palavras, descobrindo o seu "lado secreto"» e que situá-las é «o esforço de convertê-las em inéditos». Terminando a sessão, Luís Naves, que se vê como um «agente infiltrado», chamou a atenção para a forma como o escritor é visto na sociedade, considerando ainda que os escritores melhoram com o tempo, graças à experiência de vida.

Os convidados poderão ter fugido um pouco ao tema, mas foi com humor e criatividade que se deu a segunda mesa deste dia. Ler mais aqui e aqui.


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Sex, 26/Fev/10
Francisco José Viegas durante a apresentação d'O Terceiro Reich, de Roberto Bolaño, no bar da praia.

Mas que grande festa, mais uma, da Quetzal. O exemplo perfeito da editora que, ressuscitada, se tornou na editora da moda. Uma editora com pinta, sem que com esses atributos se fuja ou se escuse o rigor da escolha, a cargo de Francisco José Viegas e de Lúcia Pinho e Melo, a editora pela qual metade da edição portuguesa do sexo masculino, e uma parte da do sexo feminino, está apaixonada.

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Sex, 26/Fev/10
Manuel Alberto analisa, com Isabel Coutinho, José Mário Silva e Francisco José Viegas o mais recente livro de Héctor Abad Faciolince.

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Sex, 26/Fev/10
«A resposta certa é: o Batman, cuja cópia original de 1939 foi, esta semana, arrematada em leilão por 1 075 milhões de dólares (quase 800 mil euros). Apesar de ultrapassar em pouco o milhão de dólares, foi o suficiente para destronar o Super-Homem do primeiro lugar do pódio dos livros de BD mais caros de sempre.» Ler no jornal i.

«O Batman venceu o Superman neste combate. É a partir de hoje o super-herói de banda desenhada mais valioso. Tudo porque bateu o homem do planeta Krypton na escala das edições mais caras à venda no mercado dos comics. Nos Estados Unidos, o número 27 da edição Detective Comics (1939), onde o homem morcego aparece pela primeira vez, foi comprado por 1 075 500 dólares (796 566 euros), batendo um exemplar do “número um” do Super-Homem vendido no início da semana por 735 500 euros. Estes números podem ser impressionantes em tempo de crise económica, mas para alguns coleccionadores são o preço justo para ter a edição mais rara, mais bem preservada, e a que pode ser um investimento rentável.» Ler no Público.


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Sex, 26/Fev/10
José Mário Silva. Estará este estado de espírito relacionado com a vitória do Sporting?

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Sex, 26/Fev/10
Novo livro de Héctor Abad Faciolince em prospecção. Na fotografia, Margarida Ferra, responsável de comunicação da Quetzal, e Francisco José Viegas, director editorial.

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Sex, 26/Fev/10
Inês Bernardo, jornalista destacada pelo Sol para as Correntes, em pleno posto de escuta.

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Sex, 26/Fev/10

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Sex, 26/Fev/10
10H00
Sessões nas Escolas

Esc. Sec. Eça de Queirós: Germano Almeida, Milton Fornaro, Rosa Alice Branco, Zuenir Ventura
Tema: «A voz das palavras»
Esc. Sec. Rocha Peixoto: Inês Pedrosa, Leonor Xavier, Manuel Rui, Pablo Ramos
Tema: «A voz das palavras»

10H30
Sessões nas Escolas
E.B. 2/3 Cego do Maio: Tiago Gomes, João Paulo Sousa
Tema: «A voz das Palavras»

10H30
5.ª MESA: «As Palavras Cercam-nos como um Muro»

Héctor Abad Faciolince, Inês Botelho, Imma Monsó, José Carlos Barros, Sérgio Luís de Carvalho; moderação de Onésimo Teotónio de Almeida
AUDITÓRIO MUNICIPAL

12H30
Lançamentos de Livros

Um Homem de Palavra, de Imma Monsó (Casa das Letras)
CASA DA JUVENTUDE

15H00
6.ª MESA: «O Poeta é um Predador»

Inma Luna, Ivo Machado, Jorge Melícias, Tiago Nené, Valter Hugo Mãe; moderação de Francisco José Viegas
AUDITÓRIO MUNICIPAL

17H00
Lançamento de Livros

Casas Contadas, de Leonor Xavier (Asa)
História com Recadinho, de Luísa Dacosta (Asa)
Derrocada, de Ricardo Menéndez Salmón (Porto Editora)
CASA DA JUVENTUDE

17H30
7.ª MESA: «A Literatura Perverte a Imaginação»

João de Melo, Leonor Xavier, Malangatana, Manuel Jorge Marmelo, Gonzalo Celorio; moderação de Ivo Machado
AUDITÓRIO MUNICIPAL

22H00
Anúncio dos Vencedores dos Prémios de Edição LER/Booktailors
AUDITÓRIO MUNICIPAL

INICIATIVAS PARALELAS
Feira do Livro
CASA DA JUVENTUDE


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Sex, 26/Fev/10
QUEM TEM MEDO DAS PALAVRAS VEM ÀS CORRENTES,
por João Pombeiro (*)

Tenho com as palavras uma relação de desconfiança. A desconfiança é mútua, devo acrescentar: elas não acreditam que eu as saiba utilizar com propriedade, esmero e elegância, o que se justifica plenamente; eu, por qualquer lado e circunstância, temo pelo seu jogo duplo. Aprendi a conviver com isso. E sem cão.

Há poucos minutos, quando amarrava palavras à folha (como é possível que algumas teimem em não querer associar-se ao meu bom nome?), avisaram-me de que este texto não deveria ser (acabo de inventar) mais um daqueles exercícios, bastante gastos, de autodepreciação ou de criação de pseudofactos próprios de quem não sabe muito bem o que fazer às palavras e precisa de encher chouriços. Confesso: adoro encher chouriços porque nunca soube muito bem o que fazer com as palavras. Problema crónico, este. Por isso, quando me pedem para escrever sobre as Correntes, o medo aumenta. Não só por ser um caloiro na coisa, mas sobretudo porque, na Póvoa de Varzim, durante quatro dias, estão homens e mulheres para quem as palavras são o seu nome do meio ou, muitas vezes, o seu melhor amigo.

«Estou farto das palavras.» Não fui eu quem o disse. Estes quatro vocábulos (sinónimo que me deixa mais tranquilo…), publicados por esta ordem, foram tema de uma das mesas das Correntes de 2009, o meu ano de praxe. Carlos Pinto Coelho, para quem o céu é o limite quando se trata de associar as ditas, avisava ser um tema provocador. Exagero, caramba. Quem não está fartinho das palavras? A mesa moderada por C. P. C. (estou em condições de declarar peremptoriamente) funcionou como Prozac momentâneo. Fiquei apaziguado com o mundo durante alguns dias.

As palavras, escrevinhei eu na altura no blogue da LER, com aquele tom genérico de quem se borra de medo, justificam, só elas, a eternidade das Correntes. Das palavras que os alunos das várias escolas da Póvoa ouviram de Dulce Maria Cardoso, João Paulo Cuenca, José Luís Peixoto ou Eucanaã Ferraz; das palavras que detestam a folha em branco; das palavras impressas nos livros de Andrea Blanqué, Álvaro Uribe, Adriana Lisboa ou Héctor Abad Faciolince; das palavras que se destacam nos títulos apresentados (de António Garrido ou Juan José Millás) noite dentro, numa sala do hotel onde um dos estúpidos passatempos dos presentes é encontrar uma cadeira livre; «palavras que estão gastas arruínam casamentos e editoras», como sentenciou o escritor espanhol Victor Andresco; palavras que nos podem salvar (Rui Cardoso Martins), quando a morte aparece cobardemente; palavras que faltam quando a imaginação é torrencial (Daniel Galera); palavras que mudam (mudam mesmo) a vida das pessoas, contou Luís Fernando Veríssimo a propósito de uma das obras-primas de seu pai (Olhai os Lírios do Campo); palavras desenhadas com prazer a lápis (Almeida Faria, que um dia chegou a copiar o que aparecia no ecrã do seu computador para o papel, garantindo assim, acreditava ele, que não perdia nada do que escrevera); palavras cantadas pela moçambicana Paulina Chiziane («os meus olhos de escritor de repente disparam, alguma coisa cai, eu recolho e levo para casa. Passado um tempo, que pode ser um mês ou um ano, torna-se a minha presa, levo-a para a cozinha e preparo-a com requinte»); palavras lidas numa emocionada carta ao pai (Eduardo Bettencourt Pinto); palavras que nos guiam pelo mundo (Antonio Orlando Rodríguez só sentiu ter chegado a Alexandria quando conseguiu deitar-se na cama de Kavafis; José Mário Silva viajou até à Patagónia, com Chatwin, e a East Anglia, com Sebald, sem sair de casa); palavras encalladas (de calle), descobertas por Eloy Santos — «da impossibilidade do caminho nasce a possibilidade do relato, da narrativa»; palavras que Gonçalo M. Tavares se demora a esmiuçar, como «reparar»; palavras que levaram Xavier Queipo, poeta e escritor galego, a anunciar na Póvoa uma Constituição Europeia dos Poetas, apresentada em Bruxelas daí a poucas semanas.

Quem tem medo (mesmo das palavras) compra um cão; eu venho às Correntes. Frase estúpida, própria dos medricas, que nunca sabem como acabar o que quer que seja.

(*) João Pombeiro é editor executivo da revista LER. Anteriormente, assumiu as funções de editor da Notícias Sábado, revista de sábado do Diário de Notícias e do Jornal de Notícias. Nasceu em Évora, em Agosto de 1978, mas foi em Lisboa que se licenciou em Comunicação Social, pelo Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas. Em 2002, ingressou na revista Grande Reportagem, onde exerceu o cargo de jornalista até 2005. Ao longo do seu percurso profissional, colaborou com diversas publicações. Publicou em 2007, pela Esfera dos Livros, uma colectânea que reúne as frases mais hilariantes dos políticos portugueses, no pós-25 de Abril e, em 2009, pela Quetzal Editores, 30 Anos de Mau Futebol, uma recolha das frases mais extravagantes do futebol português.
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por Booktailors às 09:00 | comentar | partilhar

Qui, 25/Fev/10
Qui, 25/Fev/10
Com moderação de Carlos Vaz Marques, sentaram-se na mesa principal do Auditório Municipal Bernardo Carvalho, Germano Almeida, Isaac Rosa, João Tordo e Tânia Ganho, para participar na 3.ª mesa das Correntes. O tema tinha por base um verso de Alberto Caeiro.

Tânia Ganho deu início ao debate, indicando que «o livro é uma parte de mim. Enquanto o objecto durar, eu fico». A escritora e tradutora explanou a sua relação, no passado e no presente, com a escrita, considerando-a como «uma maneira de estar». Já João Tordo abordou a dicotomia entre escrever para si próprio e escrever para as massas, encarando como uma falácia «os escritores que rejeitam o sucesso e dizem que escrevem para si próprios». Isaac Rosa também procurou comparações, neste caso entre a poesia e a prosa, apelando para que «os poetas têm destinatários porque podem dedicar os seus versos a quem entenderem, mas os romancistas, normalmente, não pensam nos destinatários porque escrevem para si mesmos e alguns pensam nos compradores de livros». Bernardo Coelho acabou por contrariar a frase de Alberto Caeiro. «Passo e fico», disse o autor, afirmando que «toda a produção artística e literária é feita com a consciência de que passa e não fica». Germano Almeida, com o mesmo embaraço dos outros ao abordar o verso de Caeiro, terminou a sessão de forma descontraída, dizendo que não acredita na imortalidade através da escrita. Confessou: «Só escrevo quando me apetece escrever, quando tenho uma história para contar e descobri a forma como a escrever. Se tenho uma história conto, se não tenho não me ralo.» Ler mais aqui.


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Qui, 25/Fev/10
«Começou ontem, verdadeiramente, “a nossa pequena Paraty” – refiro-me às Correntes D’Escritas, na Póvoa de Varzim, que assinalam onze edições e que transformaram um pequeno encontro de autores ibero-americanos num acontecimento esperado anualmente. Pelo público que participa, pelos autores que reúne, as Correntes devem quase tudo ao interesse da Câmara da Póvoa, à organização rigorosa de Manuela Ribeiro e à insistência de Francisco Guedes. Num país que gosta de festejos que pedem dinheiro mas detesta a regularidade que exige trabalho, isto merece mais atenção. Como todos os “eventos culturais”, as Correntes também são uma pequena feira de vaidades, evidentemente. Mas com razão de ser. Num país que gasta muito com o “espetáculo”, é às Correntes que cabe defender o livro.» Ler aqui.


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Qui, 25/Fev/10
«Maria Teresa Horta acusou hoje a Bertrand Editora de ter censurado o seu romance A paixão segundo Constança H. ao ter destruído 500 exemplares do livro, depois de ter sido anunciado que este estava esgotado. A editora nega a acusação e afirma que a destruição dos livros só poderá ter ocorrido devido a um “equívoco” ou “erro administrativo”.» Ler no Público.

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Qui, 25/Fev/10
Imagens retiradas daqui, daqui, daqui, daqui, daqui, daqui e daqui. Ler mais aqui.


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Qui, 25/Fev/10
«Não vale a pena montar estruturas mediáticas se as iniciativas são pensadas para fora da comunidade. É público o rigor e dedicação da organização das Correntes D'Escritas, bem como o prazer que escritores, jornalistas e editores têm em ir, ano após ano, à Póvoa de Varzim.

Mas é essencial destacar que as salas estão cheias de público anónimo que assiste às mesas redondas porque as Correntes não existem apenas para que se encontrem os agentes literários e sim para a população poder disfrutar dos encontros com estes agentes.» Ler na íntegra n'O Bicho dos Livros.


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Qui, 25/Fev/10
Vox populi no seu melhor. Abre-se o microfone à assistência e chega-nos o conceito de «revolução amarela». E debate-se a escravatura. E somos informados de que um dia seremos todos mulatos. E... É estar cá para ver. É todo um programa.

Ao alto, o personagem que mais gargalhadas tem arrancado à assistência. Ao nível do grande Onésimo.

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Qui, 25/Fev/10
A 2.ª mesa das Correntes D'Escritas contou com a participação de Manuel Rui, Maria Teresa Horta, Pedro Teixeira Neves, Rosa Alice Branco e Tiago Gomes, com moderação de José Carlos de Vasconcelos, para discutir o tema «Pedra a pedra, constrói-se a poesia».

Manuel Rui começou o debate dedicando o seu texto ao povo madeirense. Considerou que «as palavras também sofrem como as colinas que se fazem explodir, para se diminuírem pedra a pedra», transformando-se numa «estátua de palavras mudas». Maria Teresa Horta declarou que a poesia não é construída só pedra a pedra. Para a autora, «aí, onde tu estás, é o começo da escrita». Pedro Teixeira Neves também dedicou o seu texto à Madeira, e assinalou o facto de ter família que é de lá. O poeta comparou a pedra e a poesia, o poeta e o construtor, com poemas a tornarem-se catedrais, abrigos ou casas. Rosa Alice Branco e Tiago Gomes, dois estreantes nas Correntes, abordaram estas comparações: Rosa Alice Branco referiu uma dissertação de Victor Hugo sobre arquitectura, ao passo que Tiago Gomes relembrou o que Lídia Jorge lhe tinha dito há 20 anos, que «a poesia devia ser burilada, trabalhada, esculpida». Ler mais aqui e aqui.


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Qui, 25/Fev/10
Ivo Machado e Ana Luísa Amaral marcaram presença esta manhã na Escola EB 2/3 Dr. Flávio Gonçalves, para a primeira Sessão nas Escolas, subordinada ao tema «A voz das palavras». Foram apresentados hábitos de escrita por ambos os autores, que revelaram algumas particularidades em comum, como escrever primeiro em papel e só depois passar a computador, ou o facto de o acto criativo ocorrer, na maioria das vezes, no «silêncio da noite». Ana Luísa Amaral explicou aos alunos que, na sua opinião, é quem escreve que dá voz às palavras, mas que nunca sabe qual será a voz dada aos seus poemas, pois esta nasce «consoante o lado em que se está». Segundo a autora, a inspiração dá-se em momentos variados, corroborando com o caso em que cozinhava vitela assada, quando escreveu o poema Leite Creme. Ivo Machado indicou que «um livro só é livro quando o manuseamos, o lemos, o amamos», quando é dada voz às palavras. O poeta explicou a sua relação com as palavras, indicando que «muitas vezes são elas que se nos impõem e pedem para ser usadas». Ao ser confrontado com a presença de malmequeres na sua escrita, explicou que é «uma flor bonita e extremamente simples, que transporta uma magia que me acompanha desde a adolescência». A sessão terminou com a leitura de poemas. Ler mais aqui.


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Qui, 25/Fev/10
Oito novas obras para se ser mais concreto. Quem o anuncia é o próprio editor de Italo Calvino em Portugal, Carlos da Veiga Ferreira (LeYa Teorema). O primeiro deste conjunto, todos por publicar no nosso país, sairá já em Outubro deste ano.

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Qui, 25/Fev/10
Eduardo Pitta, pela primeira vez nas Correntes (justiça e ordem nas coisas reposta) e valter hugo mãe, um habitué.

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Qui, 25/Fev/10
É mesmo mais um almoço nas Correntes. Sem álcool, obviamente.

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Qui, 25/Fev/10
«Quando formou a editora Rumores de Nuvens tinha pensado em dedicar-se apenas à temática gay e lésbica? Era para essa fatia de mercado que pretendia trabalhar?
Não. A Rumores de Nuvens existe desde 2009, quando editei o primeiro volume da colectânea, Os Contos da Diferença, mas é uma editora generalista cujo objectivo é lançar poesia, novelas, romances... Textos de autores pouco conhecidos no mercado, ou mesmo de desconhecidos que estejam a tentar divulgar as suas primeiras obras.

Porque é que a iniciativa tem o título "Tangas Lésbicas"?
A ideia para os contos lésbicos surgiu na sequência de um blogue, proposto por quatro pessoas, que afinal recuaram e me deixaram conduzir o blogue sozinha. Chamei-lhe tangas lésbicas justamente por causa disso: porque é fácil queixar-se de que as lésbicas – ou os gays – não têm voz, mas quando surge a oportunidade de se fazer ouvir não há a coragem para o fazer. Há tanta gente que ainda não se assume. Tenho 26 autoras e nenhuma dá a cara, por exemplo. À excepção das heterossexuais...» Ler no Correio da Manhã.

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Qui, 25/Fev/10
A importância das Correntes assim o permite e exige. A BMCar, concessionária da BMW, apoia as Correntes, cedendo viaturas para transporte dos convidados. Acima, dois singelos exemplos, devidamente personalizados com a imagem das Correntes.

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por Booktailors às 13:30 | comentar | partilhar

Qui, 25/Fev/10
As noites das Correntes são reconhecidas pelas apresentações, tornando-as «tertúlias à volta de livros». Ontem foram seis as obras apresentadas, com direito a intervenções e leituras de poesia pelos autores. No Axis Vermar, os presentes puderam ouvir Manuel da Silva Ramos, Inês Botelho, Tânia Ganho, J. J. Armas Marcelo e Lourenço Pereira Coutinho apresentarem as suas obras mais recentes. Ana Luísa Amaral, que fez parte da 1.ª mesa das Correntes, leu ainda quatro poemas.

Enumeramos as obras apresentadas ontem:
Três Vidas ao Espelho, de Manuel da Silva Ramos (Dom Quixote);
Inversos – Poesia 1990-2010, de Ana Luísa Amaral (Dom Quixote);
O Passado que Seremos, de Inês Botelho (Porto Editora);
A Lucidez do Amor, de Tânia Ganho (Porto Editora);
A Ordem do Tigre, de J. J. Armas Marcelo (Teorema);
Cinco de Outubro, de Lourenço Pereira Coutinho (Sextante).

Ler mais aqui.


por Booktailors às 13:00 | comentar | partilhar

Qui, 25/Fev/10
Só mesmo na imprensa regional. Priceless.


por Booktailors às 12:30 | comentar | partilhar

Qui, 25/Fev/10
Catherine Dumas moderou a primeira mesa de debate do Correntes D'Escritas. Parte de uma frase de Agustina Bessa-Luís serviu de mote à discussão: «Escrevo para desiludir com mérito.» Seis dos sete escritores que participaram no debate estavam pela primeira vez no certame.

A discussão começou por ordem alfabética. Ana Luísa Amaral foi a primeira, fazendo mais perguntas do que apresentando respostas. Ficou-se pela dúvidas: «A frase é toda ela feita de possibilidades», cabendo ao escritor a desilusão ou a ilusão. Seguiu-se Eduardo Pitta, que, de início, achou o tema da mesa uma «frase infeliz», sendo que só no dia soube que era da autoria de Agustina. «Só podia ser dela», afirmou, adiantando que «sempre que escrevemos estamos a desiludir até a nós próprios e seguramente os que estão à nossa volta. A escrita é sempre uma desilusão, mesmo para quem faz». Fernando J. B. Martinho contextualizou a frase da autora, contando que foi em resposta à pergunta «Porque escreve?» que Agustina respondeu: «Escrevo para desiludir com mérito, que é a maneira de se fazer lembrar com virtude.» À mesma pergunta, o autor respondeu apenas: «Não se sabe exactamente.» Francisco Moita Flores partilhou algumas histórias das suas primeiras leituras, quando lia os livros proibidos que o pai comprava, disfarçando-os, forrando as capas com jornais. O actual presidente da Câmara Municipal de Santarém contou ainda como passou de leitor a escritor, como ficou surpreendido pelo facto de os críticos descobrirem coisas na sua escrita que ele próprio não via, e como o importante para um escritor deve ser a preocupação em ser fiel a si mesmo. Gilda Nunes Barata voltou ao tema, tentando desconstruí-lo ao comparar a escrita ao nascimento: «O corte do cordão umbilical é desilusão.» Na sua opinião, a desilusão tem sempre duas direcções, de «desiludir, voltar a desiludir». Para o final, ficou Zuenir Ventura, lamentando o facto de ter que ser o último, dado o seu nome começar por Z. Zuenir Ventura abordou com humor o tema, dizendo que ele escreve «para iludir com mérito». O autor e jornalista brasileiro explicou que nunca pensou em seguir a escrita, mas que não consegue «viver sem fazer outra coisa».

Ler mais aqui.


por Booktailors às 12:00 | comentar | partilhar

Qui, 25/Fev/10
Lona presente na feira do livro do certame, antecedendo a festa hoje, pelas 24h, no bar da praia, para celebrar o novo título de Roberto Bolaño na Quetzal. Recorde-se que O Terceiro Reich é a primeira tradução mundial da obra, sendo publicado em Portugal duas semanas após o seu lançamento em Espanha.

Ou muito me engano, ou ninguém vai querer perder. A festa, mas sobretudo o livro. E os que o fizerem vão arrepender-se.

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por Booktailors às 11:45 | comentar | partilhar

Qui, 25/Fev/10
«Lisboa vai acolher em Maio o AniComics 2010, um evento que irá juntar a banda desenhada japonesa e norte-americana e que contará com os autores internacionais que têm desenhado para a editora Marvel.» Ler no Diário Digital e no Público.


por Booktailors às 11:30 | comentar | partilhar

Qui, 25/Fev/10
A tradição assim o dita. Apesar do vento que se faz sentir (deve ser o vento assobiando nas gruas e nos prédios), finalmente um pouco de sol. Bom augúrio para a festa de lançamento d'O Terceiro Reich, de Roberto Bolaño (Quetzal Editores), no bar da praia, pela meia-noite?

(pf)


por Booktailors às 11:15 | comentar | partilhar

Qui, 25/Fev/10
«Normalmente um autor leva décadas a merecer a lisonja dos críticos literários, a chegar à lista dos livros mais vendidos e a tornar-se finalista num concurso para atribuição de um prémio literário importante. Helene Hegemann, de apenas 17 anos, conseguiu tudo isso com o primeiro livro, no espaço de poucas semanas e apesar das críticas ferozes que a acusam de plágio.» Ler no jornal i.


por Booktailors às 11:00 | comentar | partilhar

Qui, 25/Fev/10
Este é o tipo de momentos que deveria ser privado e que só deveria ser visto por quem cá está. Mas não revelá-los seria esconder a parte mais importante das Correntes e o verdadeiro segredo do sucesso do evento. Esta madrugada, junto ao bar do hotel. Entre outros, Alexandre Vasconcelos e Clara Capitão (Objectiva), Vítor Quelhas, Dulce Maria Cardoso (autora do magoado Os Meus Sentimentos, Edições Asa), Nuno Seabra Lopes (Booktailors).

«Gostamos muito destes eventos literários, da cultura.»

(pf)


por Booktailors às 11:00 | comentar | partilhar

Qui, 25/Fev/10
«Várias instituições europeias juntaram-se para organizar uma biblioteca digital de matemática. O projecto é encabeçado por investigadores portugueses.» Ler no Público.


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Qui, 25/Fev/10
Agora a carvão, a partir da sessão da tarde de ontem.

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por Booktailors às 10:45 | comentar | partilhar

Qui, 25/Fev/10

Etiquetas:

por Booktailors às 10:00 | comentar | partilhar

Qui, 25/Fev/10
10H00
Sessões nas Escolas

E.B. 2/3 Dr. Flávio Gonçalves: Ana Luísa Amaral, Ivo Machado
Tema: «A voz das palavras»

10H30
Sessões nas Escolas
Colégio de Amorim: Dulce Maria Cardoso, João Tordo
E.B. 2/3 de Beiriz: Gilda Nunes Barata, valter hugo mãe
Tema: «A voz das palavras»

10H30
2.ª MESA: «Pedra a pedra constrói-se a poesia»

Manuel Rui, Maria Teresa Horta, Pedro Teixeira Neves, Rosa Alice Branco, Tiago Gomes; moderação de José Carlos de Vasconcelos
AUDITÓRIO MUNICIPAL

12H30
Lançamento de Livros

Chega de Fado, de Paulo Kellerman (Deriva)
Histórias do Barco da Velha, de Pedro Teixeira Neves (Trinta por uma Linha)
CASA DA JUVENTUDE

15H00
3.ª MESA: «Passo e fico, como o universo»
Bernardo Carvalho, Germano Almeida, Isaac Rosa, João Tordo, Tânia Ganho; moderação de Carlos Vaz Marques
AUDITÓRIO MUNICIPAL

15H00
Sessões nas Escolas

E.B. 2/3 de Aver-o-mar: Rui Vieira, Vergílio Alberto Vieira
E.B. 2/3 Rates: João Manuel Ribeiro, Pedro Teixeira Neves
Tema: «A voz das palavras»

17H00
Lançamento de Livros

O País do Medo, de Isaac Rosa (Planeta)
Inveja – Mal Secreto, de Zuenir Ventura (Planeta)
CASA DA JUVENTUDE

17H30
4.ª MESA: «Literatura: O esforço inédito das palavras»

J.J. Armas Marcelo, Luís Naves, Manuel da Silva Ramos, Pablo Ramos, Paulo Kellerman; moderação de Inês Pedrosa
AUDITÓRIO MUNICIPAL

21H45
Apresentação de Documentários

Toma lá do O’Neill, de Fernando Lopes
José Cardoso Pires – livro e bordo, de Manuel Mozos
Organização: Cineclube Octopus
AUDITÓRIO MUNICIPAL

22H00
Lançamento de Livros

Receitas de Amor para Mulheres Tristes, de Héctor Abad Faciolince (Quetzal)
Cadáver Precisa-se, de Milton Fornaro (Quetzal)
Origem da Tristeza, de Pablo Ramos (Quetzal)
Substâncias Perigosas, de Pedro Eiras (Livro do Dia)
Vozes no Escuro, de Rui Vieira (Edições Nelson de Matos)
Antologia Desacordo Ortográfico, por VVAA (Livro do Dia)
AXIS VERMAR

23H00
Apresentação de Novos Projectos

AXIS VERMAR

24H00
Lançamento de Livros

O Terceiro Reich, de Roberto Bolaño (Quetzal)

INICIATIVAS PARALELAS
09H30
Sessões nas Escolas
E.B. 2/3 Dr. Augusto César Pires de Lima (Porto): João Manuel Ribeiro, Vergílio Alberto Vieira, Maria do Rosário Pedreira
DIANA BAR

Feira do Livro

CASA DA JUVENTUDE


por Booktailors às 09:30 | comentar | partilhar

Qui, 25/Fev/10
Chega à Póvoa de Varzim uma edição especial da B:MAG, a revista que reúne os textos publicados na coluna de opinião do Blogtailors. Durante a XI Edição das Correntes D'Escritas, a Quetzal associa-se à Booktailors, com o apoio da Câmara Municipal daquela cidade, para uma edição especial unicamente dedicada ao maior encontro literário de expressão ibérica, em Portugal. Aí poderá encontrar textos de autores da Quetzal que foram (ou poderiam ter sido) convidados para este evento, de jornalistas, habituais frequentadores do encontro da Póvoa, e nomes como os de Manuela Ribeiro e Francisco Guedes, da organização do Correntes D'Escritas, e do vereador Luís Diamantino, e os de João Pombeiro, Possidónio Cachapa, Luís Caetano, Luís Ricardo Duarte, José Mário Silva, Pedro Vieira, Francisco José Viegas, os booktailors Paulo Ferreira e Nuno Seabra Lopes, Afonso Cruz, António Manuel Venda, Lúcia Pinho e Melo, Rentes de Carvalho, Margarida Ferra, Eduardo Pitta, Héctor Abad Faciolince, José Rentes de Carvalho, Milton Fornaro, Sara Figueiredo Costa e Manuel Jorge Marmelo. Com uma tiragem especial para distribuição aos participantes no Encontro, o ficheiro PDF desta B:MAG pode ser descarregado aqui.
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por Booktailors às 09:00 | comentar | partilhar

Qua, 24/Fev/10
Qua, 24/Fev/10
A ministra da Educação, Isabel Alçada, falou na Conferência de Abertura das Correntes D'Escritas, esta tarde, no Auditório Principal. O Plano Nacional de Leitura foi o tema principal abordado por Isabel Alçada, uma iniciativa do Governo da qual foi comissária. A ministra e escritora louvou o trabalho das bibliotecas públicas, considerando-as «um equipamento estruturante na promoção da leitura e da escrita», valorizaou as bibliotecas escolares e revelou que o governo irá disponibilizar 1,6 milhões de euros para alargar a Rede de Bibliotecas Escolares às escolas do 1.º ciclo e aos jardins-de-infância. Ler mais aqui.


por Booktailors às 19:30 | comentar | ver comentários (1) | partilhar

Qua, 24/Fev/10
«As "Quintas de Leitura", no Teatro do Campo Alegre, chegam amanhã à centésima edição e querem celebrar a data a preceito.

Surgiram em plena ressaca da Porto 2001, quando ainda subsistia a esperança de que a elevada quantidade de eventos da Capital Europeia da Cultura poderia ter continuidade. O desânimo que não tardou a instalar-se entre as hostes culturais da cidade em nada perturbou João Gesta, programador das "Quintas de Leitura" desde a primeira hora, que traçou logo nessa altura os objectivos: criar um ciclo de poesia com entrada paga em que os espectadores teriam acesso ao trabalho de criadores consagrados e emergentes não apenas na poesia, mas também noutras linguagens artísticas, da música, à dança, passando pelo vídeo e fotografia.» Ler no Jornal de Notícias.


por Booktailors às 19:00 | comentar | partilhar

Qua, 24/Fev/10
Captado durante um dos encontros.


por Booktailors às 18:15 | comentar | partilhar

Qua, 24/Fev/10
Sara Figueiredo Costa é um dos muitos jornalistas que vieram cobrir o evento (por onde anda Luís Caetano?), aqui atenta à sessão oficial de abertura das Correntes, no Casino da Póvoa, e onde foi anunciado o prémio homónimo, divulgado em primeiríssima mão no Cadeirão Voltaire.

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por Booktailors às 18:00 | comentar | partilhar

Qua, 24/Fev/10
Flash do autocarro da comitiva, que faz transportar todos os convidados. Do hotel para o casino, para o auditório, para os restaurantes, de volta para o hotel. Sincronização perfeita, ou não fosse este evento organizado pela equipa do costume.

Em primeiro plano, de gorro (o frio substituiu a chuva contínua de ontem), Cristina Ovídio, da Planeta, cujo grupo também se fez representar ao mais alto nível, por Juan Mera.

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por Booktailors às 17:45 | comentar | partilhar

Qua, 24/Fev/10
Grande destaque para as publicações Dom Quixote que praticamente fazem esquecer a presença das outras editoras. Note-se que nesta feira estão disponíveis os livros dos autores presentes no certame.

Em primeiro plano, a sempre activa (e simpática, muito simpática) Maria João Costa, da Rádio Renascença.

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por Booktailors às 17:30 | comentar | partilhar

Qua, 24/Fev/10
Conforme anunciámos aqui, Maria Velho da Costa venceu o Prémio Literário Casino da Póvoa, com a obra Myra. O júri, composto por Patrícia Reis, Carlos Vaz Marques, Dulce Maria Cardoso, Fernando J. B. Martinho e Vergílio Alberto Vieira, escolheu, entre 160 livros submetidos a concurso, o vencedor deste prémio de cariz internacional, no valor de 20 000 euros. A autora, actual colaboradora do Instituto Camões, sucede assim a Lídia Jorge, com O Vento Assobiando nas Gruas (2004); António Franco Alexandre, com Duende (2005); Carlos Ruíz Záfon, com A Sombra do Vento (2006); Ana Luísa Amaral, com A Génese do Amor (2007); Ruy Duarte de Carvalho, com Desmedida (2008); e Gastão Cruz, com A Moeda do Tempo (2009). Recorde-se que o prémio será entregue no próximo sábado, na sessão de encerramento da edição deste ano do Correntes D’Escritas. Ler mais aqui.


Para além do Prémio Literário Casino da Póvoa, foram ainda anunciados os vencedores dos outros dois prémios do certame. Miguel Rocha de Pinho, sob o pseudónimo Alarido dos Começos, venceu o Prémio Literário Correntes D’Escritas/Papelaria Locus com o conto A História do Velho Entristecido com a Vida. Em relação ao Prémio Conto Infantil Ilustrado Correntes D’Escritas/Porto Editora, o 1.º prémio foi ganho pelos alunos do 4.º ano do Jardim-Escola João de Deus, de Salreu, Estarreja, com A Casa Misteriosa; o 2.º prémio, pelos alunos do 4.º B da EB 1 de Ferreiros, Baguim do Monte, com Contou-me o meu avô; e o 3.º prémio, pelos alunos do 4.º ano, TO 2 da EB 1 Monte, de Touguinhó, com João Ratinho à procura de casa. Foram ainda atribuídas menções honrosas aos alunos do 4.º ano da Secção Portuguesa da Escola Europeia do Luxemburgo, exclusivamente pela ilustração de Miguelras em busca de amigos, e aos alunos do 4.º ano AL 4, da EB 1/JI de Arcozelo, Santo Tirso, exclusivamente pelo texto de Um anjo diferente.

Depois do anúncio dos vencedores, seguiu-se a apresentação da revista Correntes D'Escritas #9. Esta edição, onde é homenageada Agustina Bessa-Luís, foi apresentada por Inês Pedrosa, que desmentiu os rumores de que Agustina seria uma pessoa difícil, considerando-a «de fácil convívio». Mónica Baldaque, filha de Agustina Bessa-Luís, esteve presente, em representação da mãe, e contou-se ainda com a intervenção de valter hugo mãe, em representação dos escritores que colaboraram na revista.

No final, Macedo Vieira, presidente da Câmara Municipal da Póvoa de Varzim, mostrou a sua preocupação com as ameaças à imprensa, em particular o advento da era digital, louvando ainda a sobrevivência do livro. «Cada vez é mais procurado e se vende mais. E não espanta que assim seja, até por essa incontornável vantagem natural que é a sua adequação à comodidade e ao prazer do leitor», adiantou.

A Comissão de Protecção de Crianças e Jovens distribuiu pequenos marcadores com um texto sobre os Direitos das Crianças e leram-se textos sobre o tema. Ler mais aqui.


por Booktailors às 17:00 | comentar | partilhar

Qua, 24/Fev/10
Imagens retiradas daqui.


por Booktailors às 16:30 | comentar | partilhar

Qua, 24/Fev/10
Conferência de abertura, por José Carlos Vasconcelos. Convidado do ano: Isabel Alçada, Ministra da Educação. Recorde-se que no ano passado o convidado foi Pinto Ribeiro, então ministro da Cultura. Desta forma, torna-se complicado para qualquer executivo dizer que não conhece as Correntes.

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por Booktailors às 16:15 | comentar | partilhar

Qua, 24/Fev/10
Dentro do programa usual do Correntes D’Escritas, umas das iniciativas paralelas é a Feira do Livro anual. Até sábado, último dia do evento, é possível encontrar, na Casa da Juventude, «uma infinidade de títulos, muitos deles da autoria de escritores que participam ou já participaram no evento». Ler mais aqui.


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Qua, 24/Fev/10
Foi assim que o vereador Luís Diamantino apelidou a sessão de ontem, no discurso que antecedeu o lançamento das obras Antes de Ser Feliz, de Patrícia Reis, e Obra Poética, de Tiago Gomes. O vereador destacou ainda a importância do certame, revelando que nunca tinha dado tantas entrevistas quantas as deste ano. A pergunta mais frequente foi: «Qual dos escritores presentes nesta edição gostaria de destacar?» A sua resposta foi: «Todos são estrelas e todos são tratados como se fossem os únicos convidados das Correntes D’Escritas».

Após a apresentação da sua obra, Patrícia Reis comentou a escolha do vencedor do Prémio Literário Casino da Póvoa, júri do qual faz parte. Segundo aquela autora, a escolha era «tramada» e, após a apresentação, a noite adivinhava-se «longa», com a reunião dos jurados para a escolha de um vencedor entre os dez finalistas. Tiago Gomes, com «humor e informalidade», recusou-se a ler qualquer poema da sua quinta obra de poesia.

Depois das apresentações das obras, seguiu-se uma sessão de poesia, nesta «abertura informal» da XI Edição do Correntes D’Escritas. Ler mais aqui.


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Qua, 24/Fev/10
«A Porto Editora vai realizar uma homenagem a escritora Rosa Lobato de Faria durante a sessão de encerramento do XI Festival Literário Correntes D´Escritas, que decorre entre 24 e 27 de Fevereiro na Póvoa de Varzim.» Ler no Diário Digital.


por Booktailors às 15:00 | comentar | partilhar

Qua, 24/Fev/10
Mais uma vez, só água. E croquete.

(pf)


por Booktailors às 14:15 | comentar | partilhar

Qua, 24/Fev/10
É a nova revista do Correntes D'Escritas.

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por Booktailors às 14:00 | comentar | partilhar

Qua, 24/Fev/10
Calma. As almas gentis que não se apoquentem. Estamos num casino.

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por Booktailors às 13:45 | comentar | partilhar

Qua, 24/Fev/10
Isabel Coutinho, jornalista do jornal Público, e Pedro Vieira, em pleno estágio para o lançamento do seu primeiro romance (e que romance): Ultima paragem: Massamá. Editora a revelar em breve (para aumentar o bidding da coisa).

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Qua, 24/Fev/10
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por Booktailors às 13:15 | comentar | partilhar

Qua, 24/Fev/10
Imagens retiradas daqui.


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Qua, 24/Fev/10
Ontem. No lançamento de Tiago Gomes e Patrícia Reis.

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por Booktailors às 12:45 | comentar | partilhar

Qua, 24/Fev/10
Vereador Luís Diamantino (representante da vontade política da câmara da Póvoa), dá as boas-vindas a todos no primeiro evento oficial do certame, que juntou na mesma mesa Patrícia Reis, Tiago Gomes e Cecília Andrade, editora das Publicações Dom Quixote.

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por Booktailors às 12:30 | comentar | partilhar

Qua, 24/Fev/10
«Granizo, chuva intensa, forte vento e mar revolto, mas nem por isso a deixar de ser deslumbrante, marcaram a véspera das Correntes D´Escritas, que, a partir desta quarta-feira e até sábado, vai reunir cerca de 65 escritores (oriundos de Portugal, Brasil, Moçambique, Cabo Verde, México, Colômbia, França, Espanha, Angola, Uruguai e Argentina) na Póvoa de Varzim no principal evento literário do país. Mas se o mau tempo impediu o acender do habitual cigarrinho após o jantar (quem desafiou as ordens de São Pedro foi olhado com inveja pelos mais sensatos), as condições climatéricas não conseguiram conter o reencontro das letras, com Patrícia Reis (Antes de Ser Feliz, Dom Quixote) e Tiago Gomes (Obra Poética, Bailes del Sol) a iniciarem "as hostilidades", como referiu o vereador do pelouro da Cultura, Luís Diamantino Batista.» Ler no Diário Digital.


por Booktailors às 12:00 | comentar | partilhar

Qua, 24/Fev/10
Foi há momentos anunciado que Maria Velho da Costa, com a obra Myra (Assírio & Alvim), é a vencedora deste ano do Prémio Literário Casino da Póvoa, numa edição dedicada a trabalhos em prosa de autores de língua portuguesa ou castelhana, publicados em Portugal entre Julho de 2007 e Junho de 2009.

«A decisão não foi fácil. Nem unânime», revelou Carlos Vaz Marques, representante do júri do Prémio.

Recordamos os restantes finalistas desta edição:
Rakushisha, de Adriana Lisboa (Quetzal)
O Cónego, de A.M. Pires Cabral (Cotovia)
O Verão Selvagem dos Teus Olhos, de Ana Teresa Pereira (Relógio d’Água)
Três Lindas Cubanas, de Gonzalo Celorio (Quetzal)
A Eternidade e o Desejo, de Inês Pedrosa (Dom Quixote)
O Mundo - o mundo é a rua da tua infância, de Juan José Millás (Planeta)
A Sala Magenta, de Mário de Carvalho (Caminho)
A Mão Esquerda de Deus, de Pedro Almeida Vieira (Dom Quixote)
o apocalipse dos trabalhadores, de valter hugo mãe (QuidNovi)

«Maria Velho da Costa venceu o primeiro prémio da 7.ª edição do Prémio Literário Casino da Póvoa, anunciado hoje na abertura do Correntes D' Escritas, que decorre na Póvoa de Varzim. A escritora, cujo nome foi escolhido pela maioria do júri, foi distinguida pelo livro Myra.» Ler no Público.


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Qua, 24/Fev/10
À medida que a sessão de abertura decorre, Pedro Vieira ilustra literal e literariamente a sessão. Resultado para ver na íntegra neste, e noutros, blogues. Recorde-se que Pedro Vieira, ilustrador residente da revista LER, se prepara para lançar o seu primeiro livro.

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por Booktailors às 11:30 | comentar | partilhar

Qua, 24/Fev/10
Carlos Vaz Marques, jurado do Prémio Literário Casino da Póvoa, com a pasta que contém o vencedor da edição deste ano, após elevada pressão para revelar o feliz contemplado. «Para que é que estão com isto se vamos todos morrer?», desabafa um CVM cansado.

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Qua, 24/Fev/10
Quem o anuncia é a Carla Maia de Almeida, no seu imprescindível O Jardim Assombrado.


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Qua, 24/Fev/10
11H00
Sessão Oficial de Abertura do Correntes D'Escritas
Anúncio dos vencedores dos Prémios Literários Casino da Póvoa, Correntes D’ Escritas Papelaria Locus e Conto Infantil Ilustrado Correntes D’ Escritas Porto Editora de 2010
Lançamento da revista Correntes D’ Escritas #9, dedicada a Agustina Bessa-Luís – Evocação da autora por Inês Pedrosa
CASINO DA PÓVOA

15H30
Conferência de Abertura
«Leitura, Escrita e Educação»
Isabel Alçada, Ministra da Educação
Apresentação: José Carlos de Vasconcelos
AUDITÓRIO MUNICIPAL

17H00
1.ª MESA: «Escrevo para desiludir com mérito»
Ana Luísa Amaral, Eduardo Pitta, Fernando J.B. Martinho, Francisco Moita Flores, Gilda Nunes Barata, Zuenir Ventura; Moderação de Catherine Dumas
AUDITÓRIO MUNICIPAL

22H00
LANÇAMENTO DE LIVROS
Inversos – Poesia 1990-2010, de Ana Luísa Amaral (Dom Quixote)
O Passado que Seremos, de Inês Botelho (Porto Editora)
A Ordem do Tigre, de J.J. Armas Marcelo (Teorema)
Cinco de Outubro, de Lourenço Pereira Coutinho (Sextante)
Três Vidas ao Espelho, de Manuel da Silva Ramos (Dom Quixote)
A Lucidez do Amor, de Tânia Ganho (Porto Editora)
AXIS VERMAR

23H00
Sessão de Poesia com Poetas Convidados
AXIS VERMAR

INICIATIVAS PARALELAS
Feira do Livro

CASA DA JUVENTUDE


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Qua, 24/Fev/10
N.E.: Este texto segue as regras do Novo Acordo Ortográfico.

ACORRENTADOS,
por Francisco José Viegas (*)

Os leitores sabem que enfrentam a eternidade e, ao mesmo tempo, a fragilidade do papel, da tinta, da sombra. É esta a nossa história ao longo dos séculos: procurar os livros, proteger os livros, amaldiçoá-los também (porque matam, porque perturbam, porque nos arrastam para o abismo) — e perdê-los por quase nada, por uma tentação, por uma distração. É por isso que as Correntes D’Escritas esperam por nós, todos os anos. Nós — os leitores. Os autores. As correntes de ar. As noites inteiras. O sopro que vem nos livros e se comunica às bravas meteorologias dos encontros literários. O sono fora de horas. As conversas que têm fim e nunca tiveram um começo, um ponto de partida, um hemisfério, um mapa, uma circunferência desenhada numa mesa vazia.

Começamos por vir — pura curiosidade. Depois, puro hábito. Puro relógio e folha de calendário. As Correntes fazem parte desse calendário preciso e fatal, romântico como um folhetim de jornal do outro século. Inventários: necessidade de riso, necessidade de recolhimento, de conversa, de maldição e de abrigo. Tudo o que vem nos livros e todas as razões por que se leem livros: por inveja, por medo, por má sorte, por alegria, por infelicidade absoluta. Por dedicação e por acaso, por sem razão e por alguma razão. Por causa do frio, das energias demoníacas, dos labirintos, das portas entreabertas, das varandas em frente ao mar. Por causa das tardes de Fevereiro, por causa de uma causa, por não sabermos as causas.

Parte desses livros estão aqui, nas Correntes. São como a frase de Kafka: «O meu navio não tem leme, é empurrado pelos ventos que sopram nas regiões mais profundas.» Todos os anos chegamos para espreitar as vozes que espreitam mais fundo: autores, leitores, editores, bibliotecários, impressores, agentes, professores, todos anónimos que deixam um nome impresso na poeira da Póvoa, rente à maravilhosa luz do seu mar.

Esta edição especial da B:MAG traz as novidades essenciais: os mundos da Booktailors e da Quetzal vêm com ela. Também aí, autores, prémios de edição, aventuras de papel. Foi isso que sonhámos, com a Manuela Ribeiro, o Francisco Guedes, a Câmara Municipal da Póvoa de Varzim (o vereador Luís Diamantino), os lugares onde circulam as correntes de ar das Correntes D’Escritas.

(*) Francisco José Viegas é jornalista, escritor e editor. Multipremiado enquanto autor, desempenha actualmente as funções de director editorial da Quetzal e de director da revista LER. Distinguido com o Prémio APE, pelo romance Longe de Manaus, o seu romance mais recente intitula-se O Mar em Casablanca.
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Ter, 23/Fev/10
Ter, 23/Fev/10
Imagens retiradas daqui.


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Ter, 23/Fev/10
«A livraria Almedina Estádio, em Coimbra, vai receber Eduardo Pitta no dia 25 de Fevereiro, às 21:00 horas, para uma discussão com o público, no âmbito da Comunidade de Leitores.» Ler no Diário Digital.


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Ter, 23/Fev/10
Francisco Guedes, à mesa (note-se que os copos são de água), recebendo os amigos e contando histórias. Há poucos minutos.


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