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Associações e Institutos de Investigação
Feiras internacionais
Sex, 30/Abr/10
Sex, 30/Abr/10
A LeYa, à semelhança de anos anteriores, e apesar do investimento de alguns editores para pelo menos igualar a tendência, continua a ser o espaço que mais visitantes acolhe. Na segunda fotografia, ao centro, Pepetela.
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por Booktailors às 19:05 | comentar | partilhar

Sex, 30/Abr/10
Falamos da Cavalo de Ferro, claro. Pavilhão D24.
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por Booktailors às 18:57 | comentar | partilhar

Sex, 30/Abr/10
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por Booktailors às 18:53 | comentar | partilhar

Sex, 30/Abr/10
Localizado ao fundo da feira, o espaço EDP. Poderia chamar-se edificio transparente ou sala de estar da feira, tendo em conta os puffs que decoram o espaço e que estão à disposição dos visitantes.
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por Booktailors às 18:52 | comentar | partilhar

Sex, 30/Abr/10
«Um advogado da Apple fez queixa do roubo de um protótipo do novo iPhone, que pertencia a um engenheiro da marca, tendo sido aberta uma investigação em que foi confiscado o computador de editor de um blogue de tecnologia, que comprou o dispositivo.» Ler no Jornal de Negócios.


por Booktailors às 18:30 | comentar | partilhar

Sex, 30/Abr/10
O livro Não quero usar óculos, de Carla Maia de Almeida (texto) e André Letria (ilustração), será publicado no Brasil pela Peirópolis. Recorde-se que em Portugal, o livro é publicado pela Caminho. Ver mais aqui.

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por Booktailors às 18:00 | comentar | partilhar

Sex, 30/Abr/10
A Porto Editora marca a sua presença na Feira do Livro de Lisboa com 32 autores, 18 expositores, três tendas de eventos, para além das habituais sessões de autógrafos, lançamentos de livros, ou animações. Sveva Casati Modignani, Robert Muchamore, Paul Hoffman, Ricardo M. Salmón, Dorothy Koomson e Luis Sepúlveda são alguns dos nomes que a editora promove na Feira. Consulte a programação da Porto Editora aqui e aqui. Aqui pode aceder a todas as iniciativas levadas a cabo pela Porto Editora para a Feira.


por Booktailors às 17:30 | comentar | partilhar

Sex, 30/Abr/10
«O ilustrador Bernardo Carvalho venceu o Prémio Nacional de Ilustração 2009 pelo livro Depressa, Devagar, com texto de Isabel Minhós Martins, editado pela Planeta Tangerina, anunciou hoje a Direcção Geral do Livro e das Bibliotecas (DGLB).» Ler no Público.


por Booktailors às 17:09 | comentar | partilhar

Sex, 30/Abr/10
A Presença lançou a campanha «Livros com Garantia». Com esta campanha, o comprador pode devolver o livro, caso não tenha gostado dele. O leitor poderá escolher entre receber o dinheiro de volta, ou acumular créditos na sua conta-cliente. A campanha começou por ser apelidada de «inédita» em Portugal, algo que a Booksmile não concordou por aí além.


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Sex, 30/Abr/10
A Objectiva tem vindo a usar uma estratégia pouco comum para divulgar o seu livro do dia: um pavilhão inteiramente dedicado a esse título.


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Sex, 30/Abr/10
Decorre amanhã, dia 1 de Maio, um workshop de Escrita Criativa na Fnac Coimbra. O workshop está limitado a 15 inscrições. Mais informações e inscrições na recepção da Fnac Coimbra.

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Sex, 30/Abr/10
«Foi prolongado até 15 de Maio o prazo da entrega das candidaturas ao prémio literário Fernando Namora, instituído pela Estoril Sol, no valor de 25 000 euros.» Ler no Diário Digital.

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Sex, 30/Abr/10
Sábado, dia 1 de Maio, das 18h30 às 20h00, no Auditório da Feira do Livro de Lisboa (Parque Eduardo VII)

Moderação de José Mário Silva
Poeta e crítico literário é responsável pela secção dos livros do suplemento «Actual» do jornal Expresso.

Convidados:
Jaime Bulhosa
Livreiro de profissão, foi um dos fundadores das rede de livrarias Bulhosa que geriu até 2004. Foi Director Comercial da JRP (Livrarias Notícias, Oficina do Livro e lojas Valentim de Carvalho), fundando em 2007 a livraria Pó dos Livros, em Lisboa.

João Morales
Jornalista e crítico literário.
Jornalista desde 1993 passou a ser o editor da revista Os Meus Livros a partir de 2004.

Rui Lagartinho
Jornalista, tradutor e crítico literário trabalha na secção de cultura da RTP há 18 anos e colabora com a RDP Antena 2. Colabora também na imprensa escrita enquanto crítico literário para o jornal Público e a revista Timeout.

Isabel Lucas
Jornalista e crítica literária, é editora no Diário Económico. É também responsável pela página de livros da Timeout Lisboa.


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Sex, 30/Abr/10
Da esquerda para a direita: Fernando Vendrell, Maria João Costa, Luís Coimbra, Lourenço Pereira Coutinho.

Foi ontem, a partir das 18h30, não no Auditório da Feira do Livro de Lisboa, como estava agendado, mas na Praça Amarela, do lado esquerdo do Parque Eduardo VII, em Lisboa.

Maria João Costa, a jornalista da Rádio Renascença e moderadora deste debate abriu o discurso com uma apresentação dos convidados e um resumo do que ao longo destes últimos tempos se tem vindo a publicar sobre o tema em Portugal, passando então a palavra aos convidados.

Tendo como pano de fundo os livros, o tema resvalou para a análise política de então e de agora, com paralelismos entre a situação de então e de agora, numa clara tentativa de perceber os motivos que levaram ao fim da monarquia e instauração da 1.ª República.

Foi também discutida a dificuldade de abordagem crítica às fontes de então, tanto para o processo de escrita histórica como de realização de obras cinematográficas, havendo no entanto consenso em relação à profundidade da época e das personagens desse tempo, assim como a uma abordagem não maniqueísta do tema.

O tom do debate foi calmo e consensual, com duas ou três pequenas incursões na crítica à república e à monarquia, mas foi acima de tudo esclarecedora e interessante para os demais interessados que vieram propositadamente ou que foram agradavelmente surpreendidos com um tema que, apesar de centenário, está bastante actual.

Foi notada a falta de um representante da Comissão para o Centenário da República que, tendo sido convidado, revelou não ter nenhum comissário disponível para se representar.


por Booktailors às 14:22 | comentar | partilhar

Sex, 30/Abr/10
«A Biblioteca Municipal de Olhão prepara um mês de Maio repleto de actividades culturais. Tanto o público infanto-juvenil, como o público adulto terão a oportunidade de desfrutar de momentos adequados na casa dos livros da cidade cubista.» Ler no Correio da Manhã.


por Booktailors às 14:00 | comentar | partilhar

Sex, 30/Abr/10
Contagem para acompanhar aqui.


por Booktailors às 13:00 | comentar | partilhar

Sex, 30/Abr/10
«A Biblioteca Nacional de Portugal (BNP) adquiriu recentemente o espólio de Urbano Tavares Rodrigues, que inclui desde manuscritos de autor a correspondência diversa.» Ler no Diário Digital.


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Sex, 30/Abr/10
«A Feira do Livro, no Parque Eduardo VII, em Lisboa, foi oficialmente inaugurada esta quinta-feira, numa sessão que contou com a presença da ministra da Cultura, Gabriela Canavilhas, o presidente da Associação Portuguesa de Editores e Livreiros (APEL), Paulo Teixeira Pinto, e o vice-presidente da Câmara de Lisboa, Manuel Salgado. (...)

Mas apesar das introduções inovadoras, Miguel Freitas da Costa, secretário–geral da APEL, explicou, em declarações ao CM, que ainda não é este ano que se vão poder encontrar e-books na Feira. Não por terem sido recusados, mas simplesmente porque não houve voluntários para o efeito, apesar de a Samsung ter ponderado a hipótese de apresentar o E-reader, o seu leitor de livros electrónicos.» Ler no Correio da Manhã.


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Sex, 30/Abr/10
Em Março deste ano, o Nook, o aparelho da Barnes & Noble, ultrapassou o e-reader da Amazon em vendas. Recorde-se que a Barnes & Noble anunciou recentemente que irá lançar uma nova versão do Nook.


por Booktailors às 10:00 | comentar | partilhar

Sex, 30/Abr/10
12h30
Auditório APEL
Exposição «Comemoração do Centenário da República»

14h30
Espaço Bibliotecas Municipais de Lisboa
Dá-me 1 livro … conta-me 1 história. Que história é esta do livro que tu me dás, que queres conhecer e ainda não sabes ler?

14h30
Espaço Bibliotecas Municipais de Lisboa
Oficinas de Expressão. Ouvimos as histórias que nos encantam, para com as mãos criarmos a nossa própria história.

17h00
Auditório APEL
Apresentação da obra Angelina Vidal – Escritora, jornalista, republicana, revolucionária e socialista.

18h00
Praça Amarela
Artistas Unidos: leitura de textos sobre livros de J.L.Borges, Carlos Drummond de Andrade, Fernando de la Flor e outros.

18h30
Espaço EDP
Debate: Hábitos de Leitura.
Moderador: Maria João Costa
Convidados: Fernando Pinto do Amaral (PNL), Maria Cabral (DGLB), Andreia Brites.

20h30
Auditório
Espaço Audiovisual e Multimédia “Comemoração do Centenário da República”

21h15
Palco Central
Stonebones & Bad Spaghetti (folk / bluegrass)


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Sex, 30/Abr/10
N. E.: texto originalmente publicado no sítio Web eBook Portugal.

O IPAD E A PIRATARIA DE E-BOOKS,
por Ricardo Silva (*)

O sucesso do iPad e das tablets concorrentes vai provocar um aumento significativo da pirataria de e-books já a partir de 2010.

Depois da pirataria de software, música e filmes sangrar há anos a indústria informática e de entretenimento, a disseminação ilegal de e-books vai agora começar a atormentar a indústria livreira a nível mundial, mas poupando… jornais e revistas.

Porquê só agora?
Numa época (ainda) de recessão económica, em que a leitura, o cinema e os jogos sociais on-line actuam como um escape psicológico, o fácil acesso a uma oferta infindável de e-books piratas gratuitos vai agora tornar-se muito mais atractivo.

Mas porquê só agora? Porque, ao fim de uma década de tentativas falhadas a indústria informática começou finalmente a vender aparelhos de segunda geração (pós e-ink) que permitem o consumo confortável de livros digitais em qualquer local ou ocasião, com ecrãs a cores e sensíveis ao toque.

Quanto aos e-books: best-sellers, romances de ficção, antologias, poesia, biografias, dicionários e guias culinários, tudo passa a estar à mercê dos piratas que os disponibilizam e dos leitores que os consomem.

As estatísticas do Google mostram um interesse crescente dos consumidores em obter e-books. Em 2010, essa tendência poderá explodir, dependendo somente do sucesso das vendas de e-readers e do preço dos e-books.

O que mudou?
Até agora, os e-books piratas não prejudicavam grandemente as vendas das edições em papel e até eram benéficos (!) em muitas situações, pois serviam de aperitivo (teaser). Autores como Paulo Coelho chegaram mesmo a incentivar a pirataria dos seus próprios livros!

Ora, o leitor imprimia ou lia no computador (ou num smartphone!) dois ou três capítulos do e-book e, quando gostava, sentia-se compelido a comprar a edição em papel. Pois aprende-se rapidamente que não compensa nem é prático gastar papel e tinta a imprimir um romance de 300 ou 400 páginas em folhas A4…

Isso tornou os e-books pouco atractivos durante anos, não afectando as vendas em papel. Até agora.

O caso especial dos manuais escolares
Num nicho à parte, a disseminação de manuais escolares em versão «e-book pirata» vai ser mais peculiar e fragmentada, pois é condicionada pela localização/país do consumidor, pelo currículo escolar nacional e pelo dinamismo das editoras.

Que é como quem diz: os manuais escolares oficiais mais populares e mais caros (que estiverem disponíveis) serão os primeiros alvos preferenciais do circuito alternativo de distribuição de e-books.

No caso português, várias editoras já complementavam os manuais em papel com materiais educativos e lúdicos em CD/DVD. Esses materiais, incluindo versões electrónicas dos manuais, eram muitas vezes ignorados (!) pelos alunos e encarregados de educação. Até hoje.

A sedução das versões originais
Globalmente, o idioma dos «e-books piratas» também vai influenciar a sua popularidade. Perante a inexistência de uma edição nacional de um determinado best-seller, alguns leitores mais fluentes poderão agora optar facilmente pela versão original, se ela estiver disponível.

Dada a qualidade discutível de determinadas traduções, isso até poderá constituir um aliciante inesperado.

Jornais, revistas e… a banda desenhada
Um pouco mais resguardadas do fenómeno da pirataria vão estar as editoras de jornais e revistas. Os seus produtos não têm tido grande circulação nos sites piratas e redes torrent/P2P, com excepção das revistas técnicas, masculinas e… da banda desenhada.

Aqui, o caso muda de figura. É fácil prever um aumento exponencial na pirataria de comics americanos e manga japonesa. Os novos tablets são uma excelente plataforma para a visualização deste tipo de publicações, devido à semelhança nas dimensões das tablets e da BD em papel. As primeiras aplicações para visualizar BD no iPad já estão a chamar a atenção.

A cereja em cima do bolo é que estamos perante um tipo muito específico de consumidor.

Há uma grande sobreposição entre o perfil do leitor-típico de BD e o do comprador-típico deste tipo de gadgets

Os standards e o malfadado DRM
É claro que as editoras de livros estão há meses a matutar no que fazer, para tentar evitar que o céu lhes caia na cabeça, como aconteceu às editoras discográficas e cinematográficas.

Desde meados de 2009 que era consensual o facto de que iriam surgir inúmeros modelos de tablets apetrechados com software para ler e-books e que o fenómeno da pirataria poderia explodir.

A popularidade/adesão à pirataria de e-books será agora determinada:
— pelo preço das edições legais;
— pelos formatos digitais dos e-books (standard/abertos versus proprietários); e
— pelas eventuais contra-medidas adoptadas (tecnologia anti-pirataria ou DRM).

Como combater a pirataria
Os últimos anos mostraram que, se um determinado produto estiver facilmente acessível e a um preço razoável, os consumidores preferem-no em vez de recorrerem às versões pirata.

Veja-se o caso do iTunes, com uma interface amigável, multi-plataforma… e músicas avulsas a 99 cêntimos.

Se os e-books das livrarias on-line forem vendidos a preços acessíveis e estiverem disponíveis em formatos standard/abertos (como ePub ou PDF) e sem truques DRM, essas serão as medidas mais eficazes para desincentivar a pirataria de e-books.

Infelizmente, esta não parece ser a visão da indústria, que aumentou recentemente o modelo de preços dos e-books vendidos on-line, numa altura em que a Apple tenta a todo o custo cativar potenciais compradores, levando o resto dos fabricantes a reboque.

Cá vamos nós outra vez… RIAA versão 2.0?

(*) Ricardo Nuno Silva tem 40 anos e já assistiu a muitas modas tecnológicas e a umas quantas revoluções digitais. Passou a última década a observar a influência da tecnologia na sociedade, com uma dose saudável de cepticismo.
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Qui, 29/Abr/10
Qui, 29/Abr/10
«A ministra da Cultura afirmou hoje na inauguração oficial da 80.ª Feira do Livro de Lisboa que o certame evidencia o peso económico do sector editorial na criação de riqueza.» Ler no Público.


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Qui, 29/Abr/10
Fotografias enviadas por Carlos Rito.


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Qui, 29/Abr/10
«O escritor José Saramago mudou de editora na Alemanha na sequência da publicação das opiniões no seu blogue, tidas como "anti-semitas", segundo informou hoje o portal IOL.» Ler no Diário Digital.

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Qui, 29/Abr/10
Paulo Teixeira Pinto, Manuel Salgado e Gabriela Canavilhas fizeram as honras. Paulo Teixeira Pinto realçou que a Feira é um evento cultural e não um supermercado de livros. Manuel Salgado expressou o seu regozijo pela união dos editores numa só associação. A ministra da Cultura exaltou o papel essencial do livro na nossa sociedade - um motor de desenvolvimento do país. Referiu ainda o apoio do MC à realização de feiras do livro em Cabo Verde e Timor-Leste. Sem revelar pormenores, referiu ainda as medidas que serão levadas a cabo para evitar a destruição de livros sem relevância comercial.
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Qui, 29/Abr/10
Sexta-feira, dia 30 de Abril, das 18h30 às 20h00, no Pavilhão EDP da Feira do Livro de Lisboa (Parque Eduardo VII).

Moderação de Maria João Costa
Jornalista da Rádio Renascença, responsável entre outros programas pelo Ensaio Geral - A Cultura em Destaque

Convidados:
Fernando Pinto do Amaral
Doutorado em Literatura Românica e professor na Faculdade de Letras de Lisboa
Poeta com extensa obra publicada e crítico literário, tendo colaborado com a Revista LER, Phala, Colóquio-Letras e jornal Público.
Vencedor do Prémio Pen Club e do Prémio da Associação Portuguesa de Tradutores pelas traduções de Baudelaire e Verlaine, respectivamente, sendo o tradutor de toda a obra de Jorge Luís Borges.
Desempenha, desde Dezembro de 2009 o cargo de Comissário do Plano Nacional de Leitura.

Maria Cabral Pacheco de Miranda
Licenciada em Filosofia, com mestrado em Cultura e Literatura Portuguesa Contemporânea.
Foi professora de História e Filosofia do ensino secundário, e de Mundo Actual no Instituto de Formação Bancária, em Lisboa.
É assessora principal da Direcção-Geral do Livro e das Bibliotecas, onde exerce funções na Direcção de Serviços do Livro.
Tem desenvolvido numerosos projectos direccionados para a promoção do Livro e da Leitura infantil e juvenil, que se realizam nas Bibliotecas Municipais, no âmbito do Programa de Itinerâncias Culturais. Também coordena o projecto de promoção da leitura a decorrer nos estabelecimentos prisionais e em instituições de solidariedade social.

Andreia Brites
Licenciada em Literaturas Modernas e Mestrado em Teoria da Literatura, é formadora de actividade de leitura, desenvolvendo e monitorizando cursos e ateliês para crianças, jovens e adultos no domínio da motivação da leitura, nomeadamente através do projecto O Bicho dos Livros. Recenseia livros para a revista Os Meus Livros.


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Qui, 29/Abr/10
Apesar de a inauguração oficial ser só pelas 15.00, a Feira já decorre.
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Qui, 29/Abr/10
«A Feira do Livro que abre ao público no Parque Eduardo VII esta quinta-feira vai contar com a presença da Revista Egoísta de Março, uma edição especial dedicada ao Oriente com capa a 3D.» Ler no Diário Digital.


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Qui, 29/Abr/10
«O escritor angolano Pepetela recebeu ontem, às 16.00, o doutoramento honoris causa da Universidade do Algarve. A cerimónia decorreu no Grande Auditório do recinto universitário de Gambelas, em Faro, e contou com a presença de nomes como José Mariano Gago, ministro da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, e do embaixador da República de Angola em Portugal, José Marcos Barrica. António Correia e Silva, reitor da Universidade de Cabo Verde, apadrinhou a entrega do doutoramento a Pepetela.» Ler no Diário de Notícias.

«O escritor Pepetela dedicou o doutoramento Honoris Causa outorgado no dia 28 de Abril, pela Universidade do Algarve (Ualg) ao povo angolano, considerando que "é impossível separar a obra e vida de um escritor da história e cultura do seu povo".» Ler no Diário de Notícias.

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por Booktailors às 12:00 | comentar | partilhar

Qui, 29/Abr/10
«A 80.ª Feira do Livro de Lisboa no Parque Eduardo VII abre hoje com horário de encerramento alargado até 23:30 e uma hora diária de segunda a quinta-feira em que alguns livros custarão metade do preço.

A inauguração oficial está marcada para as 15:00 e conta com presença da ministra da Cultura, Gabriela Canavilhas, do vice-presidente da Câmara de Lisboa, Manuel Salgado, e da vereadora da Cultura, Catarina Vaz Pinto.» Ler no jornal i.

«Alargamento do horário, programação de música ao vivo e a realização de uma auditoria são as novidades da 80.ª Feira do Livro de Lisboa, que começa esta quinta-feira no Parque Eduardo VII.» Ler no Diário Digital.

«A 80.ª Feira do Livro de Lisboa no Parque Eduardo VII abre hoje, dia 29, com horário de encerramento alargado até 23:30 e uma hora diária de segunda a quinta-feira em que alguns livros custarão metade do preço.» Ler no Diário de Notícias.

«A Feira do Livro de Lisboa abre hoje e, pela primeira vez, sem diferendos entre associações de editores e livreiros a ensombrá-la. Ao todo, a festa dos livros durará 18 dias e até promete uma hora com descontos de 50%.» Ler no Jornal de Notícias.


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Qui, 29/Abr/10
«A Biblioteca Nacional (BN) adquiriu o espólio do escritor Urbano Tavares Rodrigues, que testemunha perto de seis décadas de criação nas áreas de conto, romance, ensaio, crítica, ficção, crónica e poesia, disse hoje fonte da instituição.» Ler no Público.


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Qui, 29/Abr/10
Tem três portas USB, é mais rectangular do que o original, alimenta-se de um sistema operacional Windows e custa 410 dólares. Ler mais aqui.


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Qui, 29/Abr/10
14h30
Espaço Bibliotecas Municipais de Lisboa
Dá-me 1 livro … conta-me 1 história. Que história é esta do livro que tu me dás, que queres conhecer e ainda não sabes ler?

14h30
Espaço Bibliotecas Municipais de Lisboa
Oficinas de Expressão. Ouvimos as histórias que nos encantam, para com as mãos criarmos a nossa própria história.

14h30
Espaço Bibliotecas Municipais de Lisboa
Aqui há animais, descobrir a diversidade da fauna.

18h00
Espaço Bibliotecas Municipais de Lisboa
Biblioteca com rosto. Lançamento das Bibliotecas de Lisboa no Facebook.

18h30
Auditório APEL
Debate «República e Monarquia»

Com participação de Lourenço Pereira Coutinho, Fernando Vendrell e Luís Coimbra
Moderador: Maria João Costa

18h30
Praça Laranja
As Razões de Bento XVI
, Aura Miguel


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Qui, 29/Abr/10
Os Locus Awards distinguem publicações literárias em várias áreas, do ano anterior. As shortlists foram anunciadas e poderão ser consultadas aqui. Os leitores da revista Locus irão agora votar nos seus favoritos, sendo os vencedores anunciados na Science Fiction Awards Weekend, em Seattle, nos Estados Unidos da América, entre 25 e 27 de Junho. Via Animal Civilizado.
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Qua, 28/Abr/10
Qua, 28/Abr/10
Via Booksmile.

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Qua, 28/Abr/10
«Snoopy, Charlie Brown e as restantes personagens dos Peanuts criados por Charles Schulz foram vendidos por 132 milhões de euros. A E.W. Scripps Co. confirmou que vai vender a unidade que detém os direitos de licenciamento da história dos Peanuts a Joe Boxer que é proprietário da Iconix Brand Group Inc.» Ler no jornal i.


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Qua, 28/Abr/10
«A revista Sábado vai assinalar o seu sexto aniversário esta quinta-feira com uma edição especial em formato gigante, com tamanho de 33 cm x 26,5 cm, com 172 páginas, lombada e papel melhorado.» Ler no Diário Digital.

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Qua, 28/Abr/10
Quinta-feira, dia 29 de Abril, das 18h30 às 20h00
Auditório Municipal da Feira do Livro de Lisboa

Debate: «Monarquia e República - 100 anos depois»

Moderação de Maria João Costa

Convidados:
- Lourenço Pereira Coutinho.
Licenciado em História, é autor do ensaio Do Ultimato à República (2003), e dos romances Na Sombra de João XXI (2006), Fim d’Época (2007), Baile de Máscaras (2008), e Cinco de Outubro (2010), recentemente editado pela Sextante Editora.

- Fernando Vendrell.
Cineasta e produtor cinematográfico. Directo de Produção do filme Belle Epoque, de Fernando Trueba, premiado com o Oscar de Melhor Filme Estrangeiro (1994), e do filme O Herói, de Zézé Gamboa, vencedor da World Dramatic Competition do Festival de Sundance (2004). É o responsável pela série O Dia do Regicídio (RTP).

- Luís Coimbra.
Fundador do PPM com Gonçalo Ribeiro Teller e Henrique Barrilaro Ruas. Exerceu funções no governo AD de 1979. Foi deputado pelo PS e pelo MPT, que ajudou a fundou. Participou no programa Noite da Má-Língua (SIC) com Miguel Esteves Cardoso, Alberto Pimenta e Manuel Serrão. Membro do Conselho Superior da Causa Real.


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Qua, 28/Abr/10
«Cerca de 4,6 milhões de portugueses compraram livros no último ano, segundo dados do estudo TGI (Target Group Index) produzido pela Marktest.

De acordo com os números divulgados pela Marktest por ocasião do Dia Mundial do Livro (celebrado na passada sexta-feira), 4 584 000 portugueses que compraram livros (referência: últimos 12 meses), o que representa 68.6% dos residentes no Continente com idades compreendidas entre os 15 e os 64 anos. Esta proporção equivale a mais de dois terços dos maiores de 15 anos.» Ler no Diário Digital e na Marktest.


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Qua, 28/Abr/10
«Como já é hábito, a Feira do Livro complementa a sua oferta cultural com uma série de conferências, leituras de textos, apresentações e sessões de autógrafos que decorrerão ao longo dos 18 dias do evento, em diversos locais do recinto da feira, no Parque Eduardo VII, em Lisboa.

Para além dos concertos e espaços infantis, decorrerão os debates "República e Monarquia" (amanhã), "Hábitos de Leitura" (dia 30 de Abril), "Os Melhores Livros do Ano" (no 1.º de Maio) e "Livros Infantis" (dia 2). Estas tertúlias serão às 18.30 na quinta, sexta-feira e sábado, e às 17.30 ao domingo. Maria João Costa, José Mário Silva e Luís Caetano asseguram a moderação d as sessões.» Ler no Diário de Notícias.


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Qua, 28/Abr/10
«O Nobel da Literatura José Saramago mudou de editora na Alemanha, devido a divergências com a Rowohlt quanto à publicação do seu blogue como livro de bolso, e já assinou novo contrato com a Hoffmann und Campe, foi esta terça-feira anunciado.» Ler no Diário Digital.


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Qua, 28/Abr/10
«A 80.ª edição da Feira do Livro de Lisboa arranca amanhã com uma perspectiva animadora: o mercado de livros cresceu em 2009 entre 5 a 7 por cento, contrariando a crise económica nacional.

O bom momento do mercado é assinalado com o aumento de participações nesta edição, num total de 444. Além das 136 editoras, o certame acolhe 251 representações e 57 pequenos editores em espaços partilhados, que podem ser visitados de segunda a sexta, entre as 12h30 e as 23h30, e aos fins-de-semana, das 11h00 às 23h30, no Parque Eduardo VII, até 16 de Maio.» Ler no Correio da Manhã.


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Qua, 28/Abr/10
«Azáfama prevista para a última hora da Feira do Livro de Lisboa, que abre amanhã no Parque Eduardo VII - até 16 de Maio: de segunda a quinta-feira, entre as 22h30 e as 23h30, os visitantes podem comprar obras com 50 por cento de desconto (títulos com mais de 18 meses de preço fixo). É a Hora H, uma espécie de happy hour em versão literária.» Ler no Público.


por Booktailors às 10:59 | comentar | partilhar

Qua, 28/Abr/10
A Porto Editora levou a cabo uma campanha de direct mail, ao colocar nas caixas de correio dos lisboetas um folheto que anuncia a sua presença na feira do livro de Lisboa: autores, sessões de autógrafos, livros do dia.


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Qua, 28/Abr/10
Começa hoje a Feira do Livro de Genebra, que decorre até dia 2 de Maio.


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Qua, 28/Abr/10
MERCADOS E FEIRAS:
A INSERÇÃO DA LÍNGUA PORTUGUESA NO MUNDO (parte II),
por Maria do Rosário Pedreira (*)

[Parte 1]


Em 1996, quando começámos a preparar a programação de Portugal como país convidado da FILF, demo-nos conta de que a literatura portuguesa clássica não estava praticamente traduzida; e de que a contemporânea tinha começado por ser traduzida e difundida no Leste da Europa, onde os escritores perseguidos pelo regime, muitos deles militantes comunistas, tinham conseguido criar uma rede de contactos nos países do Pacto de Varsóvia, mas nem sequer aí eram muito lidos. Os outros tinham um ou outro título traduzido em países da União Europeia, mas raramente as editoras que os tinham levado à estampa prosseguiam a edição da obra, se esse primeiro livro não tivesse vendas significativas. Muitas editoras estrangeiras procuravam um título em português, e apenas um, por terem espaço no seu catálogo para um livro de uma língua estranha, exótica, mas ainda assim preferiam claramente um escritor africano de expressão portuguesa, porque aí o exotismo lhes parecia mais real. Enfim, a sensação era a de que tínhamos uma língua minoritária e de que tudo estava por fazer.

Com uma verba do Estado português excepcionalmente generosa, o trabalho foi feito, julgo que com eficiência. Não o digo por ter integrado a equipa que o realizou, mas porque ainda hoje vários países convidados da FILF nos pedem conselhos, dizendo que os alemães dão sempre Portugal como exemplo de uma operação francamente bem-sucedida. Nada se teria feito sem o dinheiro, sublinho, e ele permitiu levar ao certame mais importante do mundo em termos editoriais quase uma centena de autores lusófonos dos quatro cantos do mundo e ao mesmo tempo mostrar na Alemanha — não só aos alemães, mas também a todos os estrangeiros que ali vão para a Feira — a arte, a arquitectura, a música, a gastronomia, uma cultura de qualidade que os portugueses ainda não tinham exportado em bloco. Simultaneamente, criou-se um subsídio para os editores estrangeiros que quisessem traduzir autores portugueses, uma ajuda que se revelou fundamental para a inserção da nossa literatura no mundo.

Os efeitos dessa iniciativa de 1997 fizeram-se sentir rapidamente. O número de traduções decuplicou em poucos anos, ajudando a firmar uma literatura europeia algo periférica e bem assim autores de Angola, Moçambique e Cabo Verde, cujas literaturas ainda não se elevaram ao estatuto de sistemas literários independentes, até porque a língua portuguesa nesses países não é exclusiva.

Em 1998, José Saramago ganhou o Prémio Nobel da Literatura, e tê-lo-ia ganho mais tarde ou mais cedo, mas a visibilidade do evento de Frankfurt pode ter ajudado Estocolmo a pensar no autor português naquele ano específico. Nos anos seguintes, Portugal foi o país convidado da Bienal do Livro do Rio de Janeiro, do Salão do Livro de Paris e da Feira do Livro de Genebra. Foi, pois, possível prolongar a «operação de charme» por vários anos e convocar novos públicos para a literatura de língua portuguesa. Os autores que começaram a publicar em 2000 tiveram a vida muito facilitada pelo trabalho anterior, e alguns deles estão hoje traduzidos em mais de 20 línguas, incluindo o inglês (nas edições inglesa e americana, que, como todos sabemos, são dificílimas de conseguir).

Mas também o mercado do livro mudou profundamente na última década. Com a compra maciça de editoras por grandes grupos multinacionais, a edição assumiu-se recentemente como uma indústria, que já não tem o autor como centro, mas o leitor — que é, na verdade, o consumidor final e aquele que dita regras e tendências. Nesta conjuntura, os editores perderam independência e as editoras perderam identidade, mas o autor pode sair beneficiado por estar num grupo multinacional, já que as suas obras podem ser mais rapidamente publicadas por editoras que o mesmo grupo a que pertence a sua editora original detenha noutros países. As mudanças no mercado geraram, porém, um novo paradigma de escritor: um escritor é hoje um profissional da escrita quando antes era quase sempre um profissional de outra área que se dedicava à escrita nas horas vagas. E, como profissional, tem de mostrar-se ao seu público e deslocar-se a festivais, bibliotecas, livrarias e universidades. Neste ponto específico, os festivais de escritores, mais íntimos e menos mercantilistas do que as feiras, criam uma teia de relações fundamental na internacionalização da obra de um autor. Num só encontro de poesia, numa pequena cidade do Sul de França, consegui, sem nada ter feito para isso senão ler, que os meus poemas fossem traduzidos e publicados em revistas literárias, antologias ou volumes autónomos na Grécia, em França, em Itália, em Espanha, na Eslovénia e até em catalão, numa editora das Ilhas Baleares, com a vantagem de muitas dessas traduções terem sido realizadas por poetas e em permanente diálogo e troca de impressões. Estes festivais, onde muitos escritores de nacionalidades diferentes se tornam amigos, facilitam igualmente a recomendação para bolsas ou residências literárias, financiadas pelos países de acolhimento ou pelos países visitantes, onde às vezes os autores são descobertos por um agente literário que os retira do anonimato internacional. Os leitorados do Instituto Camões espalhados pelo mundo, com ligações às universidades locais e aos estudantes de Português no estrangeiro, têm também um papel preponderante na internacionalização de um escritor, sendo o Estado quem financia as viagens e outras despesas de deslocação.

Infelizmente, as crises também se internacionalizam e as torneiras fecham-se. Quase sempre, a cultura é a primeira a sofrer as consequências da seca. Um trabalho de anos, concertado, pode tornar-se praticamente inútil se não for feito de forma continuada, e hoje sinto que corremos esse risco. Além disso, em Portugal somos apenas dez milhões de habitantes — e dez milhões de habitantes no sistema mundial equivale a dizer que não temos massa crítica suficiente para nos afirmarmos. Se nunca fomos especialmente afirmativos, se ainda hoje vivemos à sombra das glórias dos Descobrimentos, num momento de crise internacional como o que atravessamos teremos uma dificuldade acrescida em sê-lo.

Tenho, pois, a noção de que, na questão particular da internacionalização da língua, são os outros países lusófonos, com um número de falantes de português muito superior ao nosso, que têm de tomar a dianteira. Mais do que todos, o Brasil, pois é aquele que se encontra em desenvolvimento mais acelerado e, simultaneamente, o único que tem o português como língua exclusiva e um sistema literário independente. Creio, aliás, que, ao ratificar o Acordo Ortográfico — ainda antes de saber se Angola ou Moçambique o fariam —, foi isto mesmo que o Estado português quis dizer ao Brasil, que o grande exportador da língua portuguesa está agora, decididamente, do outro lado do Atlântico. Custa-nos muito reduzirmo-nos à nossa insignificância; mas, se até o fado, que é a canção mais genuinamente portuguesa, tem raízes no Brasil (e por isso é tão bela), será que podia ser de outra maneira?

(*) Maria do Rosário Pedreira é editora e escritora. Licenciada em Línguas e Literaturas Modernas, ingressou na carreira editorial em 1987, sendo actualmente editora do Grupo LeYa. É autora de livros de poesia, ficção e literatura infanto-juvenil.
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Ter, 27/Abr/10
Ter, 27/Abr/10
«Descontos de 50 por cento em livros, de segunda a quinta-feira entre as 22h30 e 23h30, é uma das novidades da 80.ª Feira do Livro de Lisboa, que abre quinta-feira, anunciou hoje a organização.» Ler no Público.

«Descontos de 50% em livros, de segunda a quinta-feira entre as 22:30 e 23:30, é uma das novidades da 80.ª Feira do Livro de Lisboa, que abre quinta-feira no Parque Eduardo VII, anunciou hoje a organização.» Ler no jornal i.

«A Feira do Livro de Lisboa arranca já amanhã e pretende, na sua 80.ª edição, tornar-se mais do que um mercado de livros. É então com esta finalidade que a Associação Portuguesa de Editores e Livreiros (APEL) apostou, este ano, num programa de eventos culturais regulares e num maior número de espaços lúdicos e iniciativas dirigidas ao público, entre as quais se conta a Hora H, a Happy Hour, que decorrerá de 2.ª a 5.ª-feira, das 22.30 às 23.30, e na qual as obras com mais de 18 meses de preço fixo estarão sujeitas a descontos de 50%.» Ler no Diário de Notícias.

«Entre as 22.30 horas e 23.30 horas, haverá descontos de 50% em livros, de segunda a quinta-feira, na 80.ª edição da Feira do Livro de Lisboa, que abre portas ao público já dia 29.» Ler no Jornal de Notícias.


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Ter, 27/Abr/10
Captado há pouco. nos jardins, enquanto em volta se vai erguendo a Feira do Livro.


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Ter, 27/Abr/10
Imagem retirada daqui.


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Ter, 27/Abr/10
«O escritor angolano Artur Pestana, conhecido por Pepetela (pestana), recebe quarta-feira o grau de doutor honoris causa da Universidade do Algarve (UAlg).» Ler no jornal i.


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Ter, 27/Abr/10
«O primeiro-ministro considerou hoje decisivo para o futuro a capacidade de Portugal conseguir afirmar-se nas redes mundiais de conhecimento e de cultura e incentivou os jovens criadores nacionais a terem confiança nas suas capacidades.» Ler no Público.


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Ter, 27/Abr/10
É debaixo de umas árvores que decorre a conferência de imprensa, conduzida por Paulo Teixeira Pinto, João Espadinha e Eduardo Boavida. O auditório, onde deveria decorrer o encontro, encontra-se com temperaturas proibitivas.
Post From My iPhone. PF.


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Ter, 27/Abr/10
Post From My iPhone. PF.


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Ter, 27/Abr/10
«A Amazon.com reportou lucros de 299 milhões de dólares no primeiro trimestre (66 cêntimos por acção), contra 177 milhões um ano antes. Os resultados ficaram acima das expectativas dos analistas, que apontavam para lucros de 61 cêntimos por acção, mas as previsões da tecnológica para o segundo trimestre desapontaram.» Ler no Jornal de Negócios.


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Ter, 27/Abr/10
A nova chancela do Grupo Planeta publicou os primeiros livros destinados ao público infantil. A Desforra do Clube das Lagartixas e O Segredo da Esfinge, de Tea e Geronimo Stilton (ver capas acima), respectivamente, inauguram a recém-criada Planeta Júnior.


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Ter, 27/Abr/10
Leia aqui o ensaio de Craig Mod sobre o livro na «era iPad». Via Ricardo Nuno Silva.


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Ter, 27/Abr/10
«Por muito bem desenhado que seja, o iPad esconde uma falha: o teclado Qwerty. A experiência de teclar num iPad é bastante diferente de teclar num computador. Apesar de a Apple mostrar fotografias de duas mãos a tocar no teclado do iPad a verdade é que intuitivamente os utilizadores pegam no gadget com uma mão e teclam com a outra.» Ler no jornal i.

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Ter, 27/Abr/10
«As indústrias culturais e criativas (ICC) são factor de desenvolvimento, disseram e repetiram estudos científicos revelados ao longo dos últimos anos. E quem pode operar mudanças, os políticos, parece ter já incorporado o discurso. Falta passar à prática. Para isso, como ferramenta, a Comissão Europeia criou um Livro Verde, um documento que pretende estruturar o sector e que veicula uma mensagem clara: se quiser fortalecer-se economicamente, a Europa deve investir mais em sectores como a música, o cinema, os media, a moda, as artes plásticas, o design, a publicidade, a arquitectura, o turismo cultural, as artes performativas ou o património.» Ler no Público.


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Ter, 27/Abr/10
Entre outros, Andrew «Chacal» Wylie é agente literário de alguns dos maiores nomes internacionais, como Salman Rushdie, Philip Roth ou Martin Amis. Ler aqui.

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Ter, 27/Abr/10
Será que o iPad irá superar o Kindle e salvar a indústria livreira? Leia no The New Yorker o artigo de Ken Auletta.


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Ter, 27/Abr/10
Foram anunciados os seis finalistas do Prémio Orange para Ficção 2010. O vencedor será conhecido a 9 de Junho, recebendo um prémio de 30 000 £ (cerca de 34 500 euros). Apresentamos abaixo os finalistas deste ano:
The Very Thought of You, de Rosie Alison (Alma Books)
The Lacuna, de Barbara Kingsolver (Faber)
Black Water Rising, de Attica Locke (Serpent's Tail)
Wolf Hall, de Hilary Mantel (Fourth Estate)
A Gate at the Stairs, de Lorrie Moore (Faber)
The White Woman on the Green Bicycle, de Monique Roffey (S&S)

Ler mais aqui.
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Seg, 26/Abr/10
Seg, 26/Abr/10
«Passei por lá ontem ao fim da tarde, durante a inauguração (infelizmente sem máquina fotográfica). O burburinho da abertura solene, com os discursos da praxe e a enchente da praxe, não é o contexto ideal para formar uma opinião, mas o primeiro contacto, devo dizê-lo, ficou bastante aquém das expectativas.

A área total é menor do que eu imaginava. O espaço dedicado aos livros, menor ainda.
Numa primeira vista de olhos, chocaram-me duas coisas: as estantes muito feias (uma espécie de andaimes, com ferro bruto e tábuas de madeira que parecem ter sobrado das obras de remodelação) e o facto de só encontrar livros das editoras do grupo Babel (um mau prenúncio). Há ainda um espaço tecnológico para acesso às novas apostas digitais – incluindo um leitor de e-books da Samsung, marca com quem a Babel assinou uma parceria –, mas que não pude explorar devidamente, devido ao excesso de gravatas curiosas na sala.» Ler na íntegra aqui.

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Seg, 26/Abr/10
«P - Como analisa a evolução dos leitores de livros electrónicos (e-readers) nos últimos anos - são aparelhos que tendem a substituir os livros em papel ou ainda se está longe desse cenário?
R - Julgo que a evolução mais significativa consistiu no aparecimento de dispositivos utilizando as tecnologias e-paper e e-ink. É isso que marca o início da segunda geração de e-readers, depois do fracasso das primeiras tentativas em 1998/9 com o aparecimento do Rocket eBook e outros aparelhos que se lhe seguiram. Contudo, se resolveram algumas questões referentes à qualidade da tecnologia e ergonomia, continuam a subsistir uma série de questões que não facilitam a criação de um mercado expressivo (com excepção de segmentos muitos específicos, baseados em "chunked content"). Muito resumidamente: ausência de standards e portanto de soluções de interoperabilidade e compatibilidade; uma filosofia de lock-in baseada em formatos proprietários (o caso do Kindle é exemplar); insistência em mecanismos de DRM [gestão de direitos digitais] e, mais ainda, proprietários, dificultando duplamente a circulação das obras; necessidade de suporte para metadados desenvolvidos: por exemplo, o EPUB 2.0.1 não prevê soluções para articulação com standards como ONIX; ferramentas de navegação e de interactividade muito rudimentares; ausência de mecanismos que permitam conservar e reutilizar (de modo independente da obra ou não) o resultado das acções de um utilizador sobre um texto (bookmarks, anotações…); incapacidade de suportar workflow em que uma especificação como o PRISM (Publishing Requirements for Industry Standard Metadata), utilizado pela indústria das publicações periódicas para intercâmbio e arquivo de conteúdo digital ao nível da sua unidade nuclear, o artigo; carência de um suporte específico para os elementos paratextuais ligados aos textos base; por fim, como refere Joaquín Rodríguez, a resolução de algumas destas questões arrisca-se a acontecer no âmbito de linguagens e plataformas proprietárias, de integração vertical entre conteúdos, plataforma de distribuição e dispositivo de leitura, da dissolução progressiva do conceito de propriedade e de gestão da nossa memória colectiva. Mas o meu ponto principal é a dúvida persistente se, ao invés, em vez de uma solução de substituição do impresso pelo digital, não caminhamos antes para uma tendência de Gestão de Conteúdos Digitais que possibilitam estratégias de edição cross-platform e cross channel, em que o leitor decide o conteúdo a consumir e em que canal e suporte, adequada a uma época que se pode caracterizar como de “lean consumption”.» Ler a entrevista a José Afonso Furtado no blogue ContraFactos & Argumentos.


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Seg, 26/Abr/10
Imagem retirada daqui.

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Seg, 26/Abr/10
«A Fundação Cupertino de Miranda vai promover esta terça-feira, às 21:30, no Auditório, um momento do ciclo de música e poesia dirigido à comunidade escolar.» Ler no Diário Digital.


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Seg, 26/Abr/10
«O mais antigo editor português, Mário de Moura, de 85 anos, diz que, para si, o pior é não trabalhar. Por isso , fundou, há um ano, uma editora. Quanto ao Dia Mundial do Livro, que hoje [passada sexta-feira] se assinala, lamenta que não passe de um conjunto de discursos de circunstância.» Ler no Jornal de Notícias.


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Seg, 26/Abr/10
«A pirataria do conteúdo de livros é "muito mais destrutiva do que aquela que foi notícia, ao longo da última década, no que toca à música", defende o administrador da Porto Editora, Vasco Teixeira, que realça a necessidade de medidas legislativas para contrariar a situação.» Ler no Tek.

«No dia do Livro, o administrador da Porto Editora disse considerar que a pirataria do conteúdo de livros na Internet é "muito mais destrutiva" para a sociedade do que a pirataria de música.» Ler na TSF.


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Seg, 26/Abr/10
«A febre dos leitores de livros electrónicos está mais alta que nunca e a Samsung é a primeira das grandes marcas mundiais a atacar o mercado português. Antes que a Apple o faça, com o seu iPad, ou que a Sony decida investir em Portugal com os seus Reader, a Samsung vai estrear o primeiro modelo europeu de leitores de e-book. Chama-se eReader E60, chega às lojas em Junho e vai custar 359 euros. Foi apresentado ontem [sexta-feira], Dia Mundial do Livro, durante a inauguração da nova livraria Babel S. Sebastião, em Lisboa, a bandeira do grupo editorial criado pelo ex-administrador do BCP, Paulo Teixeira Pinto.» Ler no jornal i.

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Seg, 26/Abr/10
Foram anunciados os finalistas do Arthur C. Clarke Award, que visa distinguir obras de ficção científica publicadas no Reino Unido. Apresentamos os finalistas da edição deste ano:
Spirit, de Gwyneth Jones
The City & The City, de China Miéville
Yellow Blue Tibia, de Adam Roberts
Galileo’s Dream, de Kim Stanley Robinson
Far North, de Marcel Theroux
Retribution Falls, de Chris Wooding

Ver mais aqui. Via Animal Civilizado.

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Seg, 26/Abr/10
«O Ministério israelita das Comunicações autorizou este domingo a importação dos iPads. O governo tinha proibido a venda de iPads no país alegando que o sinal wireless do aparelho é 40 vezes mais forte do que o limite legal permitido no país.» Ler no jornal i.

«Depois de um embargo inicial, Israel já deixa entrar iPads no país. A decisão inicial de retenção dos aparelhos tinha sido justificada com o alegado incumprimento do iPad com as normas israelitas para este tipo de aparelhos com conectividade wireless.» Ler no Público.

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Seg, 26/Abr/10
Ficção

Livrarias Almedina
1 Solar, de Ian McEwan (Gradiva)
2 A Viúva Grávida, de Martin Amis (Quetzal)
3 Salvemos a Baleia Branca, de Geronimo Stilton (Editorial Presença)
4 A Máquina de Fazer Espanhóis, de valter hugo mãe (Objectiva)
5 O Miúdo Que Pregava Pregos numa Tábua, de Manuel Alegre (Dom Quixote)
6 Vampiros ou Nem Por isso, de Álvaro Magalhães (ASA)
7 O Diário de um Banana Vol. 03, de Jeff Kinney (Vogais & Companhia)
8 Adoecer, de Hélia Correia (Relógio D'Água)
9 Animalário Universal, de Miguel Murugarren (Orfeu Negro)
10 Correios, de Charles Bukowski (Antígona)

Livrarias Bertrand
1 O Miúdo que Pregava Pregos numa Tábua, de Manuel Alegre (Dom Quixote)
2 A Melodia do Adeus, de Nicholas Sparks (Presença)
3 Desculpa, mas Vou Chamar-te Amor, de Federico Moccia (Contraponto)
4 Sangue Furtivo, de Charlaine Harris (Saída de Emergência)
5 Wolf Hall, de Hilary Mantel (Civilização)
6 Juntos ao Luar, de Nicholas Sparks (Editorial Presença)
7 Eternidade, de Alyson Noel (Gailivro)
8 Solar, de Ian McEwan (Gradiva)
9 A Ilha debaixo do Mar, de Isabel Allende (Edições Inapa)
10 O Homem que Sonhava Ser Hitler, de Tiago Rebelo (Edições ASA)

Livrarias Bulhosa
1 D. Amélia, de Isabel Stilwell (A Esfera dos Livros)
2 Wolf Hall, de Hilary Mantel (Civilização)
3 O Miúdo que Pregava Pregos numa Tábua, de Manuel Alegre (Dom Quixote)
4 Solar, de Ian McEwan (Gradiva)
5 O Oito, de Katherine Neville (Porto Editora)
6 A Melodia do Adeus, de Nicholas Sparks (Presença)
7 Citações e Pensamentos de Agostinho da Silva, de Paulo Neves da Silva (Casa das Letras)
8 A Ilha debaixo do Mar, de Isabel Allende (Edições Inapa)
9 Os Homens que Odeiam as Mulheres, de Stieg Larsson (Oceanos)
10 Citações e Pensamentos de Eça de Queirós, de Paulo Neves da Silva (Casa das Letras)

Não-ficção

Livrarias Almedina
1 Os Caminhos Históricos das Fronteiras de Angola, de Joaquim Dias Marques (Almedina)
2 Masculino e Feminino, de Lígia Barros Queirós Amâncio (Afrontamento)
3 Teoria das Transformações, de Carlos Amaral Dias (Almedina)
4 Chave do Armário, de Miguel Vale de Almeida (Ics-Imprensa De Ciências Soc.)
5 Media, Jornalismo e Democracia, de AA.VV. (Livros Horizonte)
6 O Mensageiro das Estrelas, de Galiléu (Fundação Calouste Gulbenkian)
7 A Cultura-Mundo, de Gilles Lipovetsky (Edições 70)
8 O Futuro da Religião, de AA.VV. (Angelus Novus)
9 História de Portugal, de Rui Ramos (Esfera dos Livros)
10 Existe Deus? Um Confronto sobre Verdade Fé e Ateísmo, de Joseph Ratzinger (Pedra Formosa)

Livrarias Bertrand
1 D. Amélia, de Isabel Stilwell (A Esfera dos Livros)
2 O Livro Secreto das Vendas, de Paulo Vilhena (Smart Book)
3 Emagrecer com Sucesso, de Fernando Póvoas (A Esfera dos Livros)
4 Spínola, de Luís Nuno Rodrigues (A Esfera dos Livros)
5 Dieta Barriga Zero, de Liz Vaccariello (Caderno)
6 Aprender a Ser (Versão Actualizada), de Christiane Águas (Ariana)
7 Vidas - Biografias, Perfis e Encontros, de Maria Filomena Mónica (Alêtheia Editores)
8 Como eu vi todos os países do mundo (menos um), de José Megre (Dom Quixote)
9 Oscar, de David Dosa (Caderno)
10 Eu Consigo que Você Emagreça, de Paul McKenna (Lua de Papel)

Livrarias Bulhosa
1 Vidas, de Maria Filomena Mónica (Alêtheia Editores)
2 Sidereus Nuncius – O Mensageiro das Estrelas, de Henrique Leitão (Fundação Calouste Gulbenkian)
3 Delícias da Nigella, de Nigella Lawson (Civiliação)
4 Spínola, de Luís Nuno Rodrigues (A Esfera dos Livros)
5 À Luz da Sombra, de Lourdes Castro e Manuel Zimbro (Assírio & Alvim)
6 A Monarquia Constitucional, de Maria de Fátima Bonifácio (Texto Editores)
7 Os Problemas de Portugal, de Vitorino Magalhães Godinho (Colibri)
8 Emagrecer com Sucesso, de Fernando Póvoas (A Esfera dos Livros)
9 Como eu vi todos os países do mundo (menos um), de José Megre (Dom Quixote)
10 História de Portugal, de Rui Ramos, Bernardo Vasconcelos e Sousa e Nuno Gonçalo Monteiro (A Esfera dos Livros)

Infanto-Juvenil

Livrarias Bertrand
1 Salvemos a Baleia Branca, de Geronimo Stilton (Editorial Presença)
2 Uma Aventura no Pulo do Lobo, de Ana Maria Magalhães (Editorial Caminho)
3 O Principezinho, de Antoine de Saint-Exupéry (Editorial Presença)
4 Vampiros ou Nem Por Isso, de Álvaro Magalhães (Edições Asa)
5 Espreita o Teu Corpo, de Katie Daynes (Porto Editora)
6 O Código do Dragão - 1ª Parte, de Tea Stilton (Editorial Presença)
7 Como Treinares o Teu Dragão - Álbum do Filme, da Dreamworks Animation (Everest)
8 O Segredo do Rio, de Miguel Sousa Tavares (Oficina do Livro)
9 O Rapaz do Pijama às Riscas, de John Boyne (Edições ASA)
10 O Código do Dragão - 2ª Parte, de Tea Stilton (Editorial Presença)

Livrarias Bulhosa
1 Salvemos a Baleia Branca, de Geronimo Stilton (Editorial Presença)
2 O Diário de um Banana Vol. 01, de Jeff Kinney (Vogais & Companhia)
3 Uma Aventura no Pulo do Lobo, de Ana Maria Magalhães (Editorial Caminho)
4 O Diário de um Banana Vol. 03, de Jeff Kinney (Vogais & Companhia)
5 Feito por mim, de Jane Bull (Civilização)
6 O Principezinho, de Antoine de Saint-Exupéry (Editorial Presença)
7 Princesa Poppy – Estrela de Ballet, de Janey Louise Jones (Booksmile)
8 O Diário de um Banana Vol. 02, de Jeff Kinney (Vogais & Companhia)
9 Princesa Poppy – O Aniversário, de Janey Louise Jones (Booksmile)
10 50 Quebra-Cabeças II (Edicare)

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Seg, 26/Abr/10
Foram anunciados os finalistas da primeira edição dos Bookseller Industry Awards, uma combinação entre os British Book Industry Awards e os Bookseller Retail Awards. Os vencedores serão anunciados a 17 de Maio. Ver aqui.

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Seg, 26/Abr/10
MERCADOS E FEIRAS:
A INSERÇÃO DA LÍNGUA PORTUGUESA NO MUNDO (parte I),
por Maria do Rosário Pedreira (*)

Fui recentemente convidada pela CPLP para uma conferência internacional em Brasília sobre o futuro da língua portuguesa no mundo, tendo-me sido pedido que me debruçasse sobre o tema que dá título a esta crónica. O convite teve certamente por base a minha actividade profissional: trabalho na edição há mais de 20 anos e, nos últimos dez, tenho-me dedicado especialmente à descoberta e publicação de autores de língua portuguesa, alguns dos quais traduzidos em várias línguas — ou seja, «inseridos no mundo»; e sou, por inerência das minhas funções, visita regular de feiras internacionais do livro. Como autora, estou igualmente familiarizada com os festivais internacionais de escritores e o grande contributo que estes podem dar à tradução e publicação de livros e antologias de literatura portuguesa no estrangeiro. Mas, para lá de tudo isso, partilhei uma experiência única no domínio da internacionalização das literaturas lusógrafas, pois integrei a equipa que organizou a programação de Portugal como país convidado da Feira Internacional do Livro de Frankfurt (FILF) em 1997 — o ano imediatamente anterior à atribuição do Nobel da Literatura a José Saramago. E, no entanto, embora tenha tentado reduzir a comunicação ao âmbito da minha experiência profissional, a verdade é que não consegui escapar completamente à minha condição de simples portuguesa, algo céptica quanto à capacidade de Portugal conseguir tornar a sua língua um idioma mais relevante do que é hoje no contexto internacional. Espero, pois, que me possam perdoar uma abordagem talvez um pouco polémica quanto a este ponto particular e uma introdução para a justificar.

Nasci em 1959 num pequeno país da Europa, que então não tinha sequer nove milhões de habitantes — menos do que os que existem hoje só em São Paulo. Era um país pobre, triste e cinzento, onde, além do mar, tínhamos apenas um vizinho — a Espanha — que, curiosamente, apesar de certas afinidades, continuava a ser tratado nos manuais escolares como inimigo histórico. Estávamos ainda isolados do mundo por uma ditadura de que não podíamos evidentemente orgulhar-nos e encontrávamos consolo na vanglória de um passado com mais de quatro séculos, em que os portugueses tinham partido em naus e caravelas e levado a língua portuguesa até à Ásia, à África e à América, porque na Europa ela parecia cada vez mais enferrujada: mais de metade da população portuguesa era analfabeta e, como tal, não podia usar todos os recursos que uma língua oferece; e a outra metade também não podia falar nem escrever livremente, sob a ameaça do lápis azul da censura e da perseguição política. Ora, num país que não se sabe expressar ou que tem medo de se expressar, a língua está sempre em segundo plano.

Nesse tempo, ao contrário do que acontecera com os nossos gloriosos avós (os grandes exportadores da língua portuguesa), também quase não viajávamos — o Presidente do Conselho, para dar o exemplo, deslocara-se uma vez a Madrid (e foi, ao que parece, a sua única viagem fora de Portugal); e aqueles que saíam do país faziam-no obrigados pelas piores circunstâncias — eram os pobres que emigravam para a França, a Alemanha e a Suíça, onde esqueciam rapidamente a sua língua para falarem a dos outros; ou os intelectuais que se exilavam ou eram exilados no estrangeiro, mas cujas obras só chegavam a Portugal em pequeníssimas redes clandestinas.

Não existe prisioneiro que não sonhe com a liberdade. E, portanto, no Portugal da minha infância, sobrevivíamos entre a saudade de um tempo que não tínhamos vivido e o desejo de um tempo que ansiávamos viver e no qual pudéssemos ser mais cosmopolitas, mais modernos e, acima de tudo, mais livres. Isso — e o facto de termos sido sempre de uma grande abertura ao Outro — fez com que passássemos a elogiar o que vinha de fora em detrimento do que possuíamos — fôssemos até um pouco subservientes com os estrangeiros (hábito que ainda não perdemos completamente) — e nos tornássemos uma espécie de esponjas, procurando absorver o que, achávamos nós, demoraria séculos a cá chegar. A França, como país livre, laico e não muito distante, instituiu-se naturalmente como primeiro modelo a seguir e, assim, o francês tornou-se língua corrente entre a população ilustrada (em minha casa, quando os meus pais não queriam que percebêssemos as conversas, falavam entre eles em francês); e, mais tarde, talvez fascinados com a vida afortunada dos tios da América — donde nem sequer podíamos importar Coca-Cola —, passámos sem problemas ao inglês. Já para não dizer que, por causa da vizinhança (não importa agora se boa ou má), muitas gerações de portugueses comunicavam desde sempre de forma satisfatória em castelhano. Foi, pois, de língua em língua que conhecemos o mundo moderno, porque a nossa nos parecia demasiado curta para o que queríamos saber. (Claro que, ao que todos dizem, temos uma aptidão extraordinária para as línguas; e o facto de os filmes e os programas de televisão terem sido sempre legendados ajudou claramente ao desenvolvimento dessa aptidão. Contudo, é talvez também um certo desdém por nós próprios, aprendido e nunca desaprendido, que ainda hoje leva qualquer português, mesmo em Portugal, a falar a língua do estrangeiro que ali trabalha ou está de visita, em vez de tentar que ele cumpra o ditado «Em Roma, sê Romano» — o que um espanhol nunca faria, muito menos em Espanha.)

É evidente que esse país onde cresci não existe, felizmente, há 35 anos. Mas, se falo dele, é apenas porque, mesmo que tudo tenha mudado, a verdade é que, no que respeita à língua, tudo está mais ou menos na mesma. Quando antes fomos exportadores, hoje somos importadores mais do que competentes. O português que se fala actualmente, sobretudo entre os jovens, está cheio de palavras de outros idiomas (muitas inglesas, sobretudo as que se prendem com as novas tecnologias), tendo caído em desuso muitos vocábulos portugueses, agora substituídos por estrangeirismos. Com a descolonização, o regresso dos ex-colonos e a imigração oriunda dos países africanos de língua portuguesa, absorvemos também uma variedade de expressões africanas. Com a chegada das telenovelas brasileiras, deixámos de perguntar «Como está?» ou «Como passou?» para perguntarmos, sem excepção: «Tudo bem?» E, tendo-se invertido a situação com a nossa entrada na União Europeia — somos hoje um país de imigrantes, quando fomos durante décadas um país de emigrantes —, é bem provável que importemos ainda muito mais palavras e modos de dizer, quiçá alguns de países tão distantes como a Ucrânia. Serve isto para dizer que a atenção que Portugal deu ao seu património linguístico nunca foi, em suma, suficiente, e o facto de o melhor dicionário de língua portuguesa ter sido feito no Brasil, por António Houaiss, é prova disso mesmo, como o é também o Museu da Língua Portuguesa estar situado em São Paulo. Embora esteja consciente de que é positivo uma língua enriquecer-se quotidianamente com os contributos de outras e de vocábulos e expressões de outros países com a mesma língua, sinto que continuamos demasiado permeáveis, como se, no fundo, ainda estivéssemos isolados do mundo e a democracia não nos tivesse aberto portas e fronteiras.

Tenho, mesmo assim, a convicção de que nos resta uma saída para emendar este caminho: a literatura, importantíssimo veículo para a inserção de uma língua no mundo. E disso falarei na próxima crónica.

[Continua]

(*) Maria do Rosário Pedreira é editora e escritora. Licenciada em Línguas e Literaturas Modernas, ingressou na carreira editorial em 1987, sendo actualmente editora do Grupo LeYa. É autora de livros de poesia, ficção e literatura infanto-juvenil.
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