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Qua, 30/Jun/10
Qua, 30/Jun/10
Via Horas Serenas.

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Qua, 30/Jun/10
«A Fundação ADFP, de Miranda do Corvo, assinala quinta-feira o Dia das Bibliotecas com um burro carregado de livros a "passear" numa parte da vila para divulgar a leitura.» Ler no Diário Digital.


por Booktailors às 16:30 | comentar | partilhar

Qua, 30/Jun/10
«O presidente da Fundação Eugénio de Andrade, Arnaldo Saraiva, apelou hoje ao Governo e à Câmara do Porto para que “assumam as suas responsabilidades” no que se refere à casa e ao espólio do poeta, uma vez que é “inviável” manter a fundação.» Ler no Diário Digital.

«A Fundação Eugénio de Andrade é “inviável” e deverá ser extinta. Quem o defende é a direcção da própria instituição, criada em 1992, alegando “razões de ordem jurídica, financeiras e logísticas” para o seu encerramento. Em seu lugar, é proposta a criação de uma Casa da Poesia, com o nome do poeta.» Ler no Público.

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por Booktailors às 16:15 | comentar | partilhar

Qua, 30/Jun/10
«Foi numa sala a rebentar pelas costuras que a maratona de leitura de O Ano da Morte de Ricardo Reis começou. Pilar del Rio leu as primeiras páginas em castelhano e muitos leitores se lhe seguiram, entre gente conhecida e os chamados anónimos, distinção pouco útil, mas ainda assim capaz de ilustrar o facto de que a sala da Casa Fernando Pessoa não acolheu apenas conhecidos de José Saramago e gente profissionalmente ligada aos livros, mas também muitos leitores que quiseram juntar-se à homenagem partilhando a leitura de uma das suas obras.» Ler na íntegra aqui.

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por Booktailors às 15:00 | comentar | partilhar

Qua, 30/Jun/10
«Afonso Cruz foi hoje distinguido com o Grande Prémio do Conto Camilo Castelo Branco – APE, pelo livro Enciclopédia da Estória Universal (Quetzal). O júri, constituído por Clara Rocha, José António Gomes e José Ribeiro Ferreira, e coordenado por Fernando Miguel Bernardes, atribuiu o prémio por unanimidade.» Ler no Cadeirão Voltaire.

«Enciclopédia da Estória Universal (Quetzal) convenceu, por unanimidade, o júri constituído por Clara Rocha, José António Gomes e José Ribeiro Ferreira, e pelo coordenador Fernando Miguel Bernardes. O prémio da Associação Portuguesa de Escritores, com o patrocínio da Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão, tem o valor pecuniário de 7500 euros.» Ler no blogue da revista LER.

«Depois de a Casa da América Latina ter atribuído o Prémio de Literatura a Hector Abad Faciolince e ao livro Somos o Esquecimento Que Seremos, este é o segundo prémio recebido pela Quetzal no espaço de um mês.» Ler n'A Origem das Espécies.

«É com prazer que a Quetzal repete o anúncio da Associação Portuguesa de Escritores e da Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão: Enciclopédia da Estória Universal, de Afonso Cruz, foi a obra distinguida pelo Grande Prémio do Conto Camilo Castelo Branco - APE / Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão.» Ler no blogue da Quetzal.

«Grande Prémio do Conto Camilo Castelo Branco distingue Enciclopédia da Estória Universal, de Afonso Cruz. Ler no Morrighan.

«O escritor Afonso Cruz (também conhecido pelas suas facetas de músico e ilustrador) acaba de ganhar, com toda justiça, a edição deste ano do Grande Prémio do Conto Camilo Castelo Branco, promovido pela Associação Portuguesa de Escritores com o apoio da Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão.» Ler no Bibliotecário de Babel.

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Qua, 30/Jun/10
Foi aberto o período de candidatura para o Prémio Literário Casino da Póvoa 2011, no âmbito do Encontro de Escritores de Expressão Ibérica Correntes D' Escritas, cuja edição de 2011 decorrerá entre 23 e 26 de Fevereiro. As candidaturas devem ser feitas até dia 30 de Agosto. Consulte abaixo o regulamento do Prémio Literário Casino da Póvoa 2011.

1 – O PRÉMIO LITERÁRIO CASINO DA PÓVOA, instituído no dia 11 de Fevereiro de 2003, (então com a designação de PRÉMIO LITERÁRIO CORRENTES D’ ESCRITAS CASINO DA PÓVOA) destina-se a galardoar, anualmente, uma obra em português, editada em Portugal, escrita por autores de língua portuguesa, castelhana e hispânica.
2 – Apenas serão aceites a concurso, as obras publicadas em Portugal (1.ª Edição), editadas entre Julho de 2008 e Junho de 2010, excluindo as Obras Póstumas, Obras Completas e Compilações e Obras de Literatura Infanto-Juvenil.
3 – Não serão admitidas a concurso quaisquer obras cujo autor tenha sido galardoado com o PRÉMIO LITERÁRIO CASINO DA PÓVOA nos últimos 6 anos.
4 – O valor do PRÉMIO LITERÁRIO CASINO DA PÓVOA é, em 2011, de 20.000 €.
5 – O prémio será atribuído nos anos pares a novela/romance e nos anos ímpares a poesia. Assim, em 2011, o Prémio distinguirá Poesia.
6 – O Júri será constituído por cinco elementos, só podendo decidir com a presença de maioria dos membros, sendo quatro designados pela Câmara Municipal da Póvoa de Varzim, como organizadora do CORRENTES D’ ESCRITAS e 1 designado pelo Casino da Póvoa, dele não podendo fazer parte escritores ou editores com obras a concurso.
7 – A composição do Júri será renovada, todos os anos, em pelo menos 3/5, não podendo os membros designados pela Câmara Municipal da Póvoa de Varzim participar nele mais de dois anos seguidos.
8 – Reunirá o Júri as vezes que entender por forma a que o prémio, em 2011, seja anunciado e atribuído na XII Edição do CORRENTES D’ ESCRITAS – ENCONTRO DE ESCRITORES DE EXPRESSAO IBÉRICA, que se realizará entre 23 e 26 de Fevereiro.
a) Não haverá atribuição de prémios ex aequo do PRÉMIO LITERÁRIO CASINO DA PÓVOA, nem de menções honrosas.
b) O Júri lavrará uma circunstanciada acta final contendo, em anexo, as declarações de voto dos seus membros, podendo, se assim o entender, não atribuir o Prémio, caso nenhuma das obras a concurso o justifique. Da decisão do Júri não haverá recurso.
9 – A Câmara Municipal da Póvoa de Varzim prestará, nas sessões que vierem a realizar-se, todo o apoio necessário ao funcionamento do Júri.
10 – O anúncio da obra premiada será feito na sessão de abertura da XII Edição do CORRENTES D’ ESCRITAS – ENCONTRO DE ESCRITORES DE EXPRESSÃO IBÉRICA, em Fevereiro de 2011, dando-se a conhecer os fundamentos da selecção, através da divulgação das declarações de voto.
11 – A entrega do PRÉMIO LITERÁRIO CASINO DA PÓVOA ao autor galardoado ocorrerá na sessão de Encerramento – Cerimónia Pública – do CORRENTES D’ ESCRITAS, em Fevereiro de 2011.
12 – As edições subsequentes da obra premiada deverão referenciar, em lugar destacado, a menção PRÉMIO LITERÁRIO CASINO DA PÓVOA atribuído no âmbito do Correntes D’Escritas, bem como na cinta, obrigatória.
13 – A organização divulgará o presente Regulamento através dos órgãos de comunicação social, junto de editores, livreiros e autores, no sentido de que de cada livro, lhe sejam enviados, pelos meios correntes, até 30 de Agosto de 2010, sete exemplares em português, destinados ao Júri e à Biblioteca Municipal da Póvoa de Varzim, e, no caso dos livros traduzidos, uma versão original, por forma a poder ser consultada pelos elementos do Júri, se necessário.
14 – As obras a concurso deverão ser enviadas para a seguinte morada: PRÉMIO LITERÁRIO CASINO DA PÓVOA, ao c/ de Manuela Ribeiro, Correntes D’ Escritas, Câmara Municipal da Póvoa de Varzim, Praça do Almada, 4490 – 438, Póvoa de Varzim.


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Qua, 30/Jun/10
«O Grande Prémio de Conto Camilo Castelo Branco pertence este ano a Afonso Cruz pelo seu livro Enciclopédia da Estória Universal (Quetzal). O prémio é entregue pela Associação Portuguesa de Escritoras (APE) e tem o patrocínio da Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão.» Ler no Público.

«Enciclopédia da Estória Universal, de Afonso Cruz e editado pela Quetzal, foi o vencedor do Grande Prémio de Conto Camilo Castelo Branco.» Ler no Diário Digital.

«Afonso Cruz venceu por unanimidade o Grande Prémio de Conto Camilo Castelo Branco, pelo livro Enciclopédia da Estória Universal, editado pela Quetzal, anunciou hoje a Associação Portuguesa de Escritoras (APE).» Ler no Sol.

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por Booktailors às 12:18 | comentar | partilhar

Qua, 30/Jun/10
A editora brasileira Usina das Letras comprou os direitos de publicação de Conversas de Escritores, de José Rodrigues dos Santos, que reúne as entrevistas que o jornalista fez a autores da literatura universal contemporânea. Para além de Conversas de Escritores, a editora brasileira irá publicar em separado a entrevista a José Saramago já no próximo mês de Julho.


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Qua, 30/Jun/10
Afonso Cruz, com a obra Enciclopédia da Estória Universal (edição Quetzal), foi distinguido com o Grande Prémio do Conto Camilo Castelo Branco.

Os nossos parabéns ao Afonso.

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Qua, 30/Jun/10
«A aplicação do Kindle, que permite comprar, descarregar e ler livros electrónicos, está a partir de hoje disponível para telemóveis equipados com o sistema operativo Android.» Ler no Público.


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Qua, 30/Jun/10
«O PSD aprovou hoje um voto de pesar pela morte de José Saramago no parlamento da Madeira, mas votou ontem contra na assembleia municipal do Funchal.» Ler no Público.

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Qua, 30/Jun/10
Manuel Freitas, director-geral da Booksmile garante aqui que os títulos da editora não vão aumentar de preço no dia 1 de Julho, quando entrar em vigor o aumento do IVA. Manuel Freitas pede mesmo aos leitores para entrarem em contacto com a editora, caso detectem alguma livraria que não mantenha o PVP dos livros.


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Qua, 30/Jun/10
Quem o diz é Martín Gómez, no seu [ el ojo fisgón ].

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Qua, 30/Jun/10
UMA PROFISSÃO DE RISCO NO SÉCULO XXI (parte IV),

por Francisco Vale (*)

N. E.: Publicado originalmente no livro Autores, Editores e Leitores (Relógio D’Água), editado em Novembro de 2009.


[Parte I]
[Parte II]
[Parte III]


Futuros conjugados

Neste início de século, o destino do livro impresso depende da configuração psíquica das novas gerações, da sua habituação a leitura em ecrãs, um processo em que a plasticidade neurológica surge configurada pelas novas tecnologias de informação, os jogos de computador e consola e as artes de vanguarda ligadas ao vídeo.

Sobre estes aspectos é possível extrapolar observações de McLuhan sobre a influência cognitiva e social de novos media. Sabemos que saímos de uma civilização em que o livro impresso foi um meio de distanciamento e objectividade, que encorajou a iniciativa individual e finalidades pessoais, e que, em termos de alta cultura, conviveu bem com regimes ditatoriais. A sociedade em que já estamos é mais povoada de imagens, oral, sonora, interactiva e em rede, talvez com maiores potencialidades de participação política e resistência a projectos ditatoriais, pelo menos em formas declaradas.

Neste contexto, o livro impresso e a literatura parecem mais do que nunca reunidos num futuro incerto.

É a primeira vez que isso sucede desde o tempo em que a literatura era feita de narrativas sem suporte algum fora do corpo humano, como nos mitos, lendas e alegorias que seriam reunidas no Antigo Testamento e na poesia épica oral, do Gilgamesh à Odisseia.

Depois, e por muitos séculos, a literatura esteve associada ao papiro e ao pergaminho. Desde 1439, com a invenção dos caracteres móveis, a literatura e o livro impresso passaram a estar ligados na forma que hoje conhecemos. Mas o romance e o conto só puderam florescer, no século XVIII em Inglaterra e no século XIX na França e Rússia, com o advento da sociedade burguesa, a vida privada e os espaços de silêncio e lazer. As absortas leitoras dos quadros de Fantin-Latour são a melhor ilustração desse período.

Nas últimas décadas — com as mudanças da vida urbana e a expansão da oralidade, da música e do multimédia — o romance e mesmo o conto revelam-se géneros históricos e, portanto, perecíveis.

E se esses géneros literários vierem um dia a perder vitalidade, não parece haver razões para o livro impresso, ou mesmo electrónico, sobreviver na forma e com a influência que hoje possui.

Esse eventual definhamento não será efeito do suporte digital do livro, nem consequência directa das novas tecnologias e meios de comunicação. No passado, as mudanças na literatura não foram o resultado da passagem da narrativa oral para a escrita ou do livro em pergaminho para o tipográfico. Foi Homero que subverteu a poesia épica, não o facto de ela ter deixado de ser oral. As peças de Shakespeare, que permaneciam muito tempo manuscritas, não devem a sua ruptura com o drama isabelino à impressão em tipografia. As regras da criação literária têm uma larga autonomia das tecnologias que utilizam. Contudo, e ao contrário do que Harold Bloom sugere em O Futuro da Imaginação, são sensíveis aos contextos sociais, como se pode ver nalguns casos limite. É difícil de aceitar como coincidência individual de criadores geniais o que sucedeu com a arte e a filosofia na Grécia de Péricles, e com a literatura na Rússia que vai da libertação dos servos à revolução de 1905 e viu surgir Tolstói, Dostoievski, Tchékhov e Turguénev. O mesmo se poderia dizer do que ocorreu nos anos 30 a 50 nos EUA com Hemingway, Faulkner, Fitzgerald, Flannery O’Connor, Eudora Welty e Carson McCullers. Uma prova pela negativa é dada pela prolongada mediania da ficção francesa contemporânea em contraste com a joyciana fecundidade das letras irlandesas.

Actualmente só uma reduzida percentagem de adolescentes consegue ler sem a companhia de um som musical. A questão já não reside apenas na ausência de espaços de silêncio que permitam uma leitura atenta. Está também na recusa do próprio silêncio, em considerar a solidão da leitura inaceitável, na dificuldade de imaginar a partir da escrita fonética. É mesmo possível que se caminhe para uma certa dissociação entre a leitura e o livro, sobretudo o digital, tomando-se a leitura sequencial mais rara em benefício da fragmentária. O facto de os leitores de e-books serem conectáveis com a Internet e o inesperado êxito do Twitter confirmam esta possibilidade.

Aqueles que, como Steiner, celebram a diversidade permitida por Babel e encaram cada língua como a possibilidade de um mundo emocional diferente sentem a uniformização da literatura e a transformação do anglo-americano em novo esperanto como ameaças à criatividade.

Hoje a vulnerabilidade da literatura vem também da atracção exercida sobre muitos escritores de talento pelas possibilidades que a televisão, o cinema, a Internet e outros media oferecem em termos financeiros e de novos processos narrativos. Não é absurdo pensar que se Eça e Camilo vivessem hoje estariam a escrever argumentos televisivos ou cinematográficos e que os equivalentes de Os Maias e de Amor de Perdição teriam formas diversas.

E, no entanto, a escrita de contos e romances continua a ser a que menos meios tecnológicos exige, uma esferográfica e um papel ou um processador de texto. A escrita surge no prolongamento quase imediato da mão, está próxima da biologia humana, o que faz com que as obras surjam como resultado imediato da imaginação. É por isso que o livro é considerado um manancial de conteúdos para o multimédia e que escritores de talento vão resistindo aos apelos da televisão e da Internet.


[Parte V]

(*) Francisco Vale foi um dos fundadores da Relógio D’Água em 1983, sendo desde então seu responsável editorial. É autor de dois romances, Cláudia Telefonou Depois e Os Amantes Prendem nos Braços Tudo o Que lhes Dói. Traduziu obras de Virginia Woolf, Katherine Mansfield, Djuna Barnes, Marguerite Yourcenar, Marguerite Duras, Le Clézio, Foucault, Ernesto Sabato, Javier Marías e Fernando Savater.

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Ter, 29/Jun/10
Ter, 29/Jun/10
«Muitos sabem que, depois de dez anos a realizar tarefas que os editores dos tempos modernos considerariam menores, mas que, quanto a mim, são essenciais para nos podermos tornar editores (revisões, traduções, índices remissivos, textos de contracapa, correcção de provas e, sobretudo, ler, ler, ler), encontrei, no final dos anos 90, a minha verdadeira vocação: a de descobrir (no sentido de "dar a ver") novos autores de literatura portuguesa.» Ler no Diário Digital.


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Ter, 29/Jun/10
«A Língua Portuguesa será a convidada de honra da Feira do Livro de Belgrado em 2011, anunciou hoje o Instituto Camões, em comunicado enviado à Lusa.» Ler no jornal i e no Público.


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Ter, 29/Jun/10
Não é muito comum. Os nomes dos revisores nunca aparecem nas capas, os dos tradutores só quando o editor considera que é uma argumento de venda. Mostrando-se preocupada com os profissionais de que se rodeia para a produção dos seus livros, a Booksmile tenta atenuar a injustiça de tantas vezes o protagonismo destes profissionais ser esquecida e inclui, desde o primeiro volume da série «Poppy», uma biografia da tradutora e revisora (ver imagem acima) – dois membros importantes que, segundo a editora, garantem a «qualidade literária da colecção».

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Ter, 29/Jun/10
O Lost chegou ao fim e, opiniões à parte, o que é certo é que a série criada por J.J. Abrams e Damon Lindelof marcou a ficção televisiva e não só, neste novo milénio. Também a literatura foi afectada pelo fenómeno que foi o Lost. Ao longo das seis temporadas, vários personagens eram «apanhados» a ler, sendo talvez o mais popular o Sawyer (na imagem). Muitos foram os fãs que foram à procura destas obras, lidas pelos seus personagens preferidos. Ler aqui.

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Ter, 29/Jun/10
«Professoras e alunos do 1.º Ciclo de Chaves deram um novo fim à obra A maior flor do mundo.» Ler no Jornal de Notícias.

«Crianças dos sete aos nove anos do externato O Pinguim deram continuidade a obra de Saramago, A Maior Flor do Mundo.» Ler no Diário de Notícias.

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Ter, 29/Jun/10
«Quando se iniciar o ano lectivo de 2011-2012, as escolas já irão dispor de manuais redigidos segundo as normas do novo acordo ortográfico, assegura o Ministério da Educação (ME).» Ler no Público.

O Grupo LeYa, através de José Menezes, Director de Comunicação do Grupo LeYa, fez-nos chegar um comunicado relativo a esta notícia que aqui reproduzimos:

«Na notícia publicada na edição de hoje do Público, na secção Portugal (pág. 16), intitulada “Nova Ortografia vai chegar às escolas no ano lectivo 2011-2012”, são utilizadas declarações da coordenadora das edições escolares do grupo LeYa, Carmo Correia, referindo que as mesmas foram proferidas à Lusa “No final da semana passada”. Ora, as mesmas declarações foram proferidas a 27 de Fevereiro de 2009 e estão hoje totalmente descontextualizadas e desactualizadas. Uma vez que nenhum responsável da LeYa efectuou recentemente quaisquer declarações sobre esta matéria, pedimos, por favor, que seja feita errata acerca desta imprecisão pois trata-se de informação que no contexto actual não é rigorosa e pode induzir em erro todos os leitores.»


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Ter, 29/Jun/10
«A Universidade Católica (UC), no Porto, através da Escola de Artes, apresentou um novo testemunho assente na vida e obra do poeta Guerra Junqueiro. O autor de a Velhice do padre eterno está agora imortalizado em À volta de Junqueiro: vida, obra, pensamento.» Ler no Jornal de Notícias.

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Ter, 29/Jun/10
«A Câmara Municipal de Coimbra aprovou, por unanimidade, a atribuição do nome do escritor José Saramago, recentemente falecido, a uma rua da cidade.» Ler no Público, no jornal i e no Diário Digital.

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Ter, 29/Jun/10
«A compra dos negócios do DirectGroup pela Porto Editora é hoje formalizada através da assinatura do contrato, em Lisboa. As 54 livrarias Bertrand e o Círculo de Leitores passam, assim, a integrar os activos da editora do norte, que quase duplica o número de trabalhadores.» Ler no Público.

«A Bertrand e o Círculo de Leitores passam hoje a integrar o Grupo Porto Editora, após a assinatura do contrato definitivo que oficializa a compra do DirectGroup Portugal.» Ler no Correio da Manhã.


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Ter, 29/Jun/10
«Google celebra 110.º aniversário de Saint-Exupéry com banner do principezinho.» Ler no jornal i.

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Ter, 29/Jun/10
Reproduzimos o comunicado oficial do Grupo Porto Editora, que dá conta da aquisição da Bertrand e do Círculo de Leitores. O contrato será assinado hoje.

«Após a "luz verde" da Autoridade da Concorrência, as empresas que pertenciam ao DirectGroup, divisão do grupo alemão Bertelsmann, vão regressar amanhã a mãos portuguesas, com a assinatura do contrato definitivo que oficializa a compra por parte do Grupo Porto Editora.

Incluídos neste negócio, em que o Grupo Porto Editora foi assessorado pelo Banco BPI, estão todos os activos ligados às áreas da edição, distribuição e retalho: a Bertrand Editora (e respectivas chancelas), a Distribuidora de Livros Bertrand, o Círculo de Leitores e as Livrarias Bertrand.

Com este passo, o Grupo Porto Editora reforça a sua liderança do mercado editorial português e, ao mesmo tempo, abre novas perspectivas de crescimento e de desenvolvimento nas diferentes áreas de negócio.

Vasco Teixeira, Administrador do Grupo Porto Editora, afirma que "este processo tem um significado especial para nós, mas também para o sector editorial português, considerando o contributo que a Bertrand e o Círculo de Leitores têm dado à promoção das nossas língua e cultura - algo que também se pode afirmar sobre o Grupo Porto Editora. Por conseguinte, a integração decorrerá sem problemas, o que será fundamental para enfrentar os desafios que se avizinham".

De referir que o volume de negócios do Grupo Porto Editora em 2009 foi de 95 milhões de euros, prevendo-se que, com a entrada da Bertrand e do Círculo de Leitores, o volume de negócios de 2010 se situe nos 150 milhões de euros.»


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Ter, 29/Jun/10
É preciso dizer mais alguma coisa?


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Ter, 29/Jun/10
Conheça a lista dos 100 melhores livros de viagens do BiblioFilmes, encabeçada por A Dragon Apparent, de Norman Lewis.


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Ter, 29/Jun/10
«Muito ruído para nada: os agora descobertos "manuscritos inéditos" de Stieg Larsson, o autor da trilogia "Millenium", valem um caracol. O melhor de Larsson, além da vida de jornalista, são os livros que escreveu; os pais recebem direitos de autor e negam-se a conversar com a mulher de Larsson, que se sentava no mesmo sofá mas que nem sabia sobre o que ele estava a escrever, o que é bizarro. Frieza nórdica? Não. Larsson era um solitário. Só um homem solitário e infeliz pode criar os personagens maravilhosos da sua trilogia. Em cada página respira-se essa solidão e o desinteresse que lhe dedicavam. Mesmo os "manuscritos inéditos" eram coisas que a revista Jules Verne se tinha recusado a publicar. O desprezo dos outros é uma vantagem – não na vida, só na literatura.» Ler na íntegra aqui.
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Seg, 28/Jun/10
Seg, 28/Jun/10
«Afinal o 24 Horas não será o único título da Controlinveste que vai encerrar. Segundo se soube hoje também o diário gratuito do grupo, o Global, vai encerrar.» Ler no Público.

«A Controlinveste vai avançar com o processo de despedimento coletivo na sequência da decisão de hoje de encerrar os jornais 24 Horas e Global Notícias, anunciou o grupo de media.» Ler no jornal i.

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Seg, 28/Jun/10
«O World Press Cartoon, salão dedicado ao humor gráfico na imprensa, foi prolongado no Sintra Museu de Arte Moderna até dia 29 de Agosto, informou a organização.» Ler no Diário Digital.


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Seg, 28/Jun/10
«A Bertrand e o Círculo de Leitores passam terça-feira a integrar o Grupo Porto Editora, através da assinatura do contrato definitivo que oficializa a compra do DirectGroup Portugal, disse hoje à agência Lusa fonte daquele grupo.» Ler no jornal i e no Público.

«A Bertrand e o Círculo de Leitores passam a integrar o Grupo Porto Editora, através da assinatura, hoje, do contrato definitivo que oficializa a compra do DirectGroup Portugal.» Ler no Diário de Notícias.


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Seg, 28/Jun/10

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Seg, 28/Jun/10
«O Teatro Nacional Dona Maria II (TNDMII) acolhe esta terça-feira, a partir das 19:00 horas, no Salão Nobre, a leitura encenada de Os Anjos e o Sangue, de Bernardo Santareno.» Ler no Diário Digital.


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Seg, 28/Jun/10
«O escritor Manuel Córrego é o vencedor do Prémio Literário Miguel Torga/Cidade de Coimbra, com a obra Perpétuas-roxas e o lá de Shumann: camiliana e outros contos, revelou fonte da câmara municipal.» Ler no Público e no jornal i.

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Seg, 28/Jun/10
«Vamos esquecer a ausência de Cavaco Silva no funeral de Saramago e a sua muito particular forma de ver o cargo que ocupa. Aceitemos uma coisa: que Saramago, como qualquer intelectual que tenha algum interesse, não era consensual.» Ler na íntegra aqui.

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Seg, 28/Jun/10
«O diário 24 Horas vai encerrar, estando a última edição prevista para quarta-feira, anunciou hoje o cronista do jornal Joaquim Letria na coluna que assina na última página do título da Controlinveste.» Ler no jornal i.

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Seg, 28/Jun/10
«O escritor Neil Gaiman venceu na semana passada a Cilip Carnegie Medal 2010 pelo seu trabalho em A Estranha Vida de Nobody Owens (The Graveyard Book). O prémio é o segundo importante galardão para o livro sobre um rapaz educado por um grupo de fantasmas - o primeiro foi a prestigiada Newbery Medal, o equivalente americano da medalha Carnegie.» Ler no Público.

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Seg, 28/Jun/10
«Terminou na madrugada deste sábado a maratona de leitura para homenagear José Saramago. Durante 15 horas, a obra O ano da morte de Ricardo Reis foi lida por cerca de 350 pessoas.» Ler no TVI24.

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Seg, 28/Jun/10
«O espaço "Café Falado" no Café Concerto do Centro Cultural Vila Flor (CCVF), em Guimarães, vai acolher amanhã, terça-feira, um debate sobre "Literatura", orientado por António Ferreira.» Ler no Diário Digital.


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Seg, 28/Jun/10
«O Museu de Banda Desenhada de Angoulême, o maior da Europa no seu género, situado na cidade francesa onde se realiza, anualmente, o grande festival da especialidade, recebeu cerca de 60 000 visitantes no seu primeiro ano de existência.» Ler no Diário de Notícias.


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Seg, 28/Jun/10
«Os editores de manuais escolares aguardam ainda orientações do Governo sobre a aplicação do novo Acordo Ortográfico nas escolas e alertam que é cada vez mais apertado o prazo para o pôr em prática no ano lectivo 2011-2012.» Ler no Público e no jornal i.


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Seg, 28/Jun/10
«A australiana Freya Blackwood venceu a edição deste ano do mais prestigiado prémio de ilustração para crianças do Reino Unido, anunciou hoje [sexta-feira] a editora portuguesa da autora.» Ler no Público.


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Seg, 28/Jun/10
Ficção

Livrarias Almedina
1 A Incrível e Triste História da Cândida Eréndira e da Sua Avó Desalmada, de Gabriel García Márquez (Dom Quixote)
2 Tudo o Que Eu Tenho Trago Comigo, de Herta Müller (Dom Quixote)
3 O Complexo de Portnoy, de Philip Roth (Dom Quixote)
4 O Elefante Evapora-se, de Haruki Murakami (Casa das Letras)
5 Memorial do Convento, de José Saramago (Caminho)
6 O Caderno II, de José Saramago (Caminho)
7 Mataram o Sidónio!, de Francisco Moita Flores (Casa das Letras)
8 A Breve Segunda Vida de Bree Tanner, de Stephenie Meyer (Gailivro)
9 O Guardião de Livros, de Cristina Norton (Dom Quixote)
10 Contos Russos, de AA.VV. (Presença)

Livrarias Bertrand
1 O Elefante Evapora-se, de Haruki Murakami (Casa das Letras)
2 A Breve Segunda Vida de Bree Tanner, de Stephenie Meyer (Gailivro)
3 Mataram o Sidónio!, de Francisco Moita Flores (Casa das Letras)
4 Caim, de José Saramago (Caminho)
5 Memorial do Convento, de José Saramago (Caminho)
6 O Mago II - Mestre, de Raymond E. Feist (Saída de Emergência)
7 A Incrível e Triste História da Cândida Eréndira e da Sua Avó Desalmada, de Gabriel García Márquez (Dom Quixote)
8 Sangue-do-Coração, de Juliet Marillier (Bertrand Editora)
9 A Mansão Thurston, de Danielle Steel (Bertrand Editora)
10 Outlander - Nas Asas do Tempo, de Diana Gabaldon (Casa das Letras)

Não-ficção

Livrarias Almedina
1 Novíssimas Guerras, de Tatiana Mouro (Almedina)
2 Os Filósofos e o Amor, de Aude Lancelin (Tinta-da-China)
3 Os Crimes dos Jornalistas, de Cláudia Araújo (Almedina)
4 A Cultura Mundo: Resposta a uma Sociedade Desorientada, de Gilles Lipovetsky (Edições 70)
5 Álvaro Cunhal: Sete Folêgos do Combatente, de Carlos Brito (Edições Nelson de Matos)
6 Nudez, de Giorgio Agamben (Relógio D'Água)
7 Se Não Estudas, Estás Tramado, de Marçal Grilo (Tinta-da-China)
8 Portugal Povo de Suicidas, de Miguel de Unamuno (Letra Livre)
9 Imigrantes em Portugal, de AA.VV. (Almedina)
10 Citações e Pensamentos de Agostinho da Silva, de Paulo Neves da Silva (Casa das Letras)

Livrarias Bertrand
1 Histórias Rocambolescas da História de Portugal, de João Ferreira (Esfera dos Livros)
2 A Governanta: D. Maria, Companheira de Salazar, de Joaquim Vieira (Esfera dos Livros)
3 Dicionário de Dúvidas, Dificuldades e Subtilezas da Língua Portuguesa, de Edite Estrela, Maria José Leitão e Maria Almira Soares (Dom Quixote)
4 Voo Sensitivo, de Alexandra Solnado (Pergaminho)
5 Anti-Cancro, de David Servan-Schireiber (Caderno)
6 Coisas que sei... ou julgo saber, de Helena Sacadura Cabral (Oficina do Livro)
7 Se Não Estudas, Estás Tramado, de Marçal Grilo (Tinta-da-China)
8 D. Amélia, de Isabel Stilwell (A Esfera dos Livros)
9 Álvaro Cunhal: Sete Folêgos do Combatente, de Carlos Brito (Edições Nelson de Matos)
10 Mourinho - A Descoberta Guiada, de Luís Lourenço (Prime Books)

Infanto-Juvenil

Livrarias Almedina
1 Ismael e Chopin, de Miguel Sousa Tavares (Oficina do Livro)
2 As Gémeas no Colégio de Santa Clara, de Enid Blyton (Oficina Do Livro)
3 Animalário Universal, de Miguel Murugarren (Orfeu Negro)
4 Vampiros ou Nem Por Isso, de Álvaro Magalhães (ASA)
5 O Principezinho, de Antoine de Saint-Exupéry (Presença)
6 A Vida no Castelo, de Tom Hutchinson (Booksmile)
7 O Livro dos Grandes Opostos Filosóficos, de Oscar Brenifier (Edi-Care)
8 Quem quer um Rinoceronte Barato?, de Shel Silverstein (Bruaá)
9 O Livro do Livro, de Shopie Benini Pietromarchi (Edi-Care)
10 Os Ovos Misteriosos, da Luísa Ducla Soares (Afrontamento)

Livrarias Bertrand
1 Ismael e Chopin, de Miguel Sousa Tavares (Oficina do Livro)
2 As Gémeas no Colégio de Santa Clara, de Enid Blyton (Oficina do Livro)
3 A Múmia Sem Nome, de Geronimo Stilton (Presença)
4 Salvemos a Baleia Branca, de Geronimo Stilton (Presença)
5 Uma Aventura no Pulo do Lobo, de Ana Maria Magalhães (Caminho)
6 O Principezinho, de Antoine de Saint-Exupéry (Presença)
7 Diário Amigas para Sempre! (EdiCare)
8 Um Novo Amigo - Pónei Mágico, de Sue Bentley (Civilização)
9 As Gémeas Voltam ao Colégio, de Enid Blyton (Oficina do Livro)
10 Muuu! - Livros Sonoros, de AA.VV. (Civilização)

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Seg, 28/Jun/10
A Barnes & Noble lançou uma nova versão do seu leitor de e-books, o Nook, agora com capacidade wi-fi, reduzindo ainda o preço da versão 3G. A nova versão do Nook irá custar 149 dólares (cerca de 121 euros) e a versão 3G custará 199 dólares (cerca de 162 euros). Ler aqui.

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Seg, 28/Jun/10
UMA PROFISSÃO DE RISCO NO SÉCULO XXI (parte III),

por Francisco Vale (*)

N. E.: Publicado originalmente no livro Autores, Editores e Leitores (Relógio D’Água), editado em Novembro de 2009.


[Parte I]
[Parte II]


Um novo fôlego?

Na época do digital, o livro impresso tem os inconvenientes da sua natureza material. Exige o abate de certas espécies de árvores, causa poluição fabril, é difícil de transportar, requer espaço e é perecível.
A impressão em offset só consegue custos unitários razoáveis para tiragens elevadas. E como se publica para um mercado incerto, a sobras e pesados custos de armazenamento antecipados nos preços.
A distribuição, venda nas livrarias, devoluções e armazenagem são responsáveis por mais de 60 por cento do preço do livro. O papel e a impressão por cerca de 15 por cento. Por isso, à primeira vista tudo o condena no confronto com a «imaterialidade» dos bits.
Será o livro impresso capaz de uma flexibilidade que o torne mais concorrencial, ao mesmo tempo que preserva a sua particular relação com o leitor? Terá futuro, pelo menos nos géneros que requerem uma leitura sequencial e reflectida, como a literatura e parte dos ensaios?
A própria evolução tecnológica no fabrico de papéis e o digital oferecem novas possibilidades ao livro impresso.
Verifica-se um crescente recurso a papéis reciclados, agora com preços mais acessíveis e gamas variadas. Por outro lado, e tal como se verifica nos escritórios actuais, nada garante que a leitura digital diminua o consumo de papel. Constata-se, aliás, que muitos dos que lêem e-books adquirem depois versões impressas.
O digital pode também dar uma ajuda na redução da incerteza das tiragens e nos custos de transporte e armazenamento. A impressão digital com máquinas industriais permite já, para tiragens inferiores a 700 exemplares, custos por unidade bem inferiores aos de offset. Há vários anos que é usada para imprimir em papel géneros menos vendáveis como a poesia e o teatro ou nas reedições. A impressão a pedido é hoje corrente e em breve estará disponível em livrarias portuguesas. Para os editores, esta tecnologia tem vantagens, permitindo disponibilizar fundos esgotados e reduzir custos de transporte, já que estará acessível nos principais centros urbanos.
Finalmente, esses processos, conjugados com os e-books e vendas na Internet, vão diminuir a dependência em que editores e distribuidores se encontram das livrarias, cujas margens se tornaram excessivas. Estas vão ser forçadas a uma acelerada reconversão e, à imagem do que já fazem as Borders Books, a articular as experiências livreiras tradicionais com a criação de centros digitais (fornecendo materiais como entrevistas com os autores e chats nas suas páginas web, livros on-line e impressão a pedido).
Também os editores deverão atravessar um processo análogo, serem Janus capazes de olhar ao mesmo tempo para o futuro e o passado, conjugando a sua tradicional actividade no livro impresso com o recurso a linguagens para fornecimento de livros on-line, e-books e impressão a pedido. (A obra de José Afonso Furtado, Os Livros e as Leituras, adianta pistas interessantes nesta área.)
Se o livro impresso conseguir baixar em cerca de 20 por cento o seu preço, ser-lhe-á possível, mesmo permanecendo mais caro que o digital, manter as suas vantagens na leitura sequencial, cujo exemplo acabado, para Umberto Eco, é o «policial» (ao mesmo tempo que o digital será preponderante nas leituras selectivas de ensaios, dicionários, enciclopédias, revistas e diários generalistas).
As vantagens do livro impresso, reverso da sua fragilidade, remetem também para a sua natureza material. Esta passa pelo papel, grafismo, formato e marcas do tempo, por um relacionamento singular em contraste com a monótona uniformidade das obras digitais.
É mais fácil imaginar que nas páginas fechadas de um livro impresso, personagens como Antígona, Iago, Fabrício, Natacha, o capitão Flint, Orlando, Corto Maltese ou Herzog continuam a sua existência e esperam o leitor, do que nos píxeis do livro electrónico.
E mesmo a questão do preço não é linear, pois não se pode emprestar um livro digital como o fazemos com uma edição em papel que, além disso, dura mais que uma vida e não consome energia.
Como escreveu Walter Benjamin, em Desembrulhando a Minha Biblioteca, «a existência do coleccionador de livros tem uma relação muito enigmática com a posse» e com os «objectos em que não sublinha o seu valor funcional, utilidade, ou destino prático, antes os considerando e os valorizando como cenário, teatro do seu destino». Daí que, em sua opinião, o coleccionador «como deve ser» mantenha «a mais profunda relação com os objectos: a posse».
Existe uma apropriação do livro impresso que passa pelo olhar, o cheiro e o manuseamento, a possibilidade de o folhear num gesto rápido ou pausado e de compor estantes onde se estabelecem singulares relações de vizinhança.
Daí que uma biblioteca possa ser um cenário quotidiano, algo que se transmite, uma passagem de testemunho entre gerações.
Nada disso tem correspondência em textos digitais.

[Parte IV]
[Parte V]


(*) Francisco Vale foi um dos fundadores da Relógio D’Água em 1983, sendo desde então seu responsável editorial. É autor de dois romances, Cláudia Telefonou Depois e Os Amantes Prendem nos Braços Tudo o Que lhes Dói. Traduziu obras de Virginia Woolf, Katherine Mansfield, Djuna Barnes, Marguerite Yourcenar, Marguerite Duras, Le Clézio, Foucault, Ernesto Sabato, Javier Marías e Fernando Savater.

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Dom, 27/Jun/10
Dom, 27/Jun/10


Via Bibliofilmes.

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Sáb, 26/Jun/10
Sáb, 26/Jun/10

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Sex, 25/Jun/10
Sex, 25/Jun/10
«Vinte e oito livreiros em representação de 123 editoras vão marcar presença na 30.ª edição da Feira do Livro de Viana do Castelo, que decorrerá de 03 a 18 de julho, foi hoje anunciado.» Ler no Diário Digital.


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Sex, 25/Jun/10
«As novas tecnologias e a "enxurrada" do audiovisual pode "arrastar" os livros para longe, especialmente da atenção das crianças, acredita Tom Stoppard, autor de peças como Rosencrantz e Guildenstern estão Mortos e The Real Thing.» Ler no Diário Digital.

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Sex, 25/Jun/10
Para seguir aqui.


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Sex, 25/Jun/10

O «Bibliotecário de Babel» José Mário Silva, junta-se a François Vallejo, autor de Incêndio no Chiado, publicado pela Quetzal Editores, na última sessão das «Conversas do Silêncio» do Festival Silêncio. O encontro decorrerá no Instituto Franco-Português, hoje, às 21h, mas o melhor será chegar um pouco antes, pois a Quetzal organizará um cocktail pelas 20h15.


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Sex, 25/Jun/10
«A Câmara Municipal de Coimbra decidiu organizar uma exposição bibliográfica de homenagem póstuma ao escritor José Saramago, relembrando a sua ligação à cidade.» Ler no jornal i.

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Sex, 25/Jun/10
«As filhas do escritor Fernando Namora irão doar o espólio do autor de Retalhos da vida de um médico à Biblioteca Nacional de Portugal (BNP), através de um termo de doação que vai ser assinado na próxima segunda-feira, pelas 16h00, na Sala do Conselho.» Ler no Público e no jornal i.

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Sex, 25/Jun/10
«Os restos mortais do escritor chegaram a Lisboa, vindos de Lanzarote, em Espanha, no C-295 da Força Aérea portuguesa que aterrou às 13h35 no aeroporto de Figo Maduro. Primeiro um helicóptero no céu, depois o barulho ensurdecedor e o avião a avançar pela pista. Por fim, as portas a abrir e três mulheres a sair: a ministra da Cultura, Gabriela Canavilhas, e a viúva de Saramago, Pilar del Río, imponente, vestida de negro, seguida pela filha do escritor, Violante Matos. Foram cumprimentadas pelo secretário de Estado da Defesa, Marcos Perestrello, em representação do Governo português. No avião, vinham também os dois irmãos de Pilar e o filho.» Ler na íntegra aqui.

«Lá fora, quando já havia terminado a cerimónia, todos olharam para cima e bateram palmas sem parar. Era Pilar del Río, que aparecia ao balcão, ao lado de Violante Matos, a filha de Saramago, e da violoncelista Irene Lima que interpretara Bach. Ela vestia a roupa que Pilar usou no banquete do Prémio Nobel 1998, em Estocolmo. Na barra do vestido vermelho, uma das frases de O Evangelho Segundo Jesus Cristo: “Olharei a tua sombra se não quiseres que te olhe a ti, Quero estar onde estiver a minha sombra, se lá é que estiverem os teus olhos.”» Ler na íntegra aqui.

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Sex, 25/Jun/10
«O encerramento temporário de serviços de leitura na Biblioteca Nacional de Portugal (BNP) por causa da obra de ampliação e remodelação da Torre de Depósitos irá começar a partir do dia 1 de Outubro e só terminará um ano depois. Por isso, a BNP não praticará este ano o reduzido horário de Verão e manterá a sala de leitura geral aberta até às 19h30, nos dias da semana, e até às 17h30 aos sábados.» Ler no Público.


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Sex, 25/Jun/10
«O facto de os acervos de Leitura Geral e de Reservados da Biblioteca Nacional ficarem indisponíveis ao público por entre cinco e dez meses motivou uma petição digital, que reuniu mais de 1300 assinaturas em dois dias.» Ler no Público.


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Sex, 25/Jun/10
«As cinzas de José Saramago, que morreu há uma semana aos 87 anos, vão ficar no jardim em frente à Casa dos Bicos, em Lisboa, anunciou hoje o presidente da Câmara de Lisboa, António Costa, na Casa Fernando Pessoa.» Ler no Público.

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Sex, 25/Jun/10
«A Feira do Livro do Porto teve, este ano, mais 50 000 visitantes do que no ano anterior. Compreende-se: a Avenida dos Aliados é um cenário muito mais apropriado do que o Palácio de Cristal ou a Rotunda da Boavista. É, exatamente, o centro da cidade – o lugar onde devem estar os livros e onde os leitores devem ser autorizados a passear, a sentar-se e a falar com os seus autores preferidos. É no centro das cidades que devem estar, também, as escolas e os jardins. Se alguma coisa provou esta “nova feira do livro” portuense, não teve apenas a ver com os “números do negócio” (simpáticos em ano de crise) mas também com a humanização da cidade. Contra os que pensam numa cidade alastrando para o deserto, a “nova feira do livro” portuense foi um grandioso acto de resistência.» Ler na íntegra aqui.

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Sex, 25/Jun/10
«A Pangemedia Global, proprietária da TV Net, estabeleceu uma parceria com o grupo LeYa para o fornecimento de conteúdos multimédia de carácter pedagógico. “O acordo irá permitir que as editoras de conteúdos escolares do grupo LeYa possam incluir vários vídeos desenvolvidos pela TV Net nos manuais de Ciências da Natureza do 5º ano de escolaridade e de Português do 10º ano do próximo ano lectivo”, informa a empresa em nota enviada às redacções.» Ler no Meios & Publicidade.

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Sex, 25/Jun/10
«No ano do bicentenário de Alexandre Herculano (que nasceu a 28 de Março de 1810), a Associação Portuguesa de Escritores (APE) organiza um ciclo de debates para evocar "a figura de Herculano, que foi muito mais do que um escritor", explica ao DN Luís Machado, coordenador da iniciativa. "Queremos evocar o seu pensamento e a sua obra, o facto de ter sido um combatente pela liberdade e de ter investigado a História de Portugal." Afinal, recorda, "Alexandre Herculano está nos Jerónimos, o que não é para qualquer um".» Ler no Diário de Notícias.


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Sex, 25/Jun/10
«O fim anunciado do 24 Horas pode colocar em causa alguns dos postos de trabalho dos cerca de 50 jornalistas e gráficos que trabalham para o título da Controlinveste.» Ler no Público.

«Até agora não há confirmação oficial das notícias avançadas pelo Público e Correio da Manhã. Os trabalhadores do diário esperam esclarecimentos da administração.» Ler no jornal i.

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Sex, 25/Jun/10
A 16.ª edição da maior feira independente portuguesa decorre nos próximos dias 26 e 27, na Bedeteca, em Lisboa. A programação do evento engloba um conjunto de actividades, desde workshops a concertos, passando pela apresentação de algumas novidades editoriais. Ver mais aqui.


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Sex, 25/Jun/10

A Toshiba lançou esta semana um portátil com duas telas, para leitura de e-books ou periódicos, apresentando-se como concorrente ao Kindle, da Amazon, e ao iPad, da Apple. O preço deste aparelho deverá rondar os 1320 dólares (cerca de 1075 euros). Ver mais aqui.

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Sex, 25/Jun/10
UMA PROFISSÃO DE RISCO NO SÉCULO XXI (parte II),

por Francisco Vale (*)

N. E.: Publicado originalmente no livro Autores, Editores e Leitores (Relógio D’Água), editado em Novembro de 2009.


[Parte I]

Séculos de livro impresso

Na sociedade actual, a cultura deixou de ser sinónimo de livro manuscrito ou impresso como o foi ao longo de 2500 anos, desde os papiros pré-socráticos até à invenção da tipografia, passando pelos pergaminhos medievais que acolheram a forma de códice. No Egipto dos faraós, a leitura e a escrita foram privilégio de escribas e sacerdotes. Na Grécia Antiga, e na sua forma utilitária, essas tarefas eram atribuições de escravos. Os volumina romanos estiveram ao serviço da expansão do latim e do Império. Mais tarde, o livro seria consagrado pelo cristianismo medieval e renascentista para fins religiosos. Porém, e de um modo geral, as três religiões do Livro tiveram problemas com os seus congéneres profanos. Basta pensar em Espinosa, Giordano Bruno ou nos antecessores de Salman Rushdie. Nalguns países protestantes, as populações eram ensinadas a ler para conhecerem a Bíblia, mas não a escrever. A Igreja Católica chegou mesmo a desaconselhar a leitura do Antigo Testamento e durante a Inquisição muitas obras só existiam nos esconsos de algumas bibliotecas e no Índex do Santo Ofício.

A democratização do livro inicia-se mais de três séculos depois de Gutenberg, sob o impulso dos ócios das famílias de comerciantes e das necessidades de literacia da revolução industrial. É nessa época que o livro chega aos domicílios burgueses, conhecendo, enquanto romance, um apogeu naquilo que os historiadores designam como o Grande Verão Europeu, e que foi da derrota de Napoleão à I Guerra Mundial. É desse período a identificação entre europeu culto e leitor.

Já em pleno século xx a importância do livro teve dois reconhecimentos indesejáveis. Sob o regime nazi as «obras degeneradas» eram purificadas à temperatura de 451 graus Fahrenheit. Estáline, por seu lado, preferia congelar em kolimás siberianos a imaginação de escritores refractários aos encantos do «realismo socialista».

A predominância das imagens

Entretanto, desde o início do século xx que uma nova mudança se fazia sentir. A fotografia generalizou-se e invadiu jornais e revistas. Nos anos 30, o cinema tornou-se popular na Europa, como arte influenciada pelos irmãos Lumière, e nos EUA, sobretudo como espectáculo inspirado nos «efeitos especiais» de Méliès. Na década de 50, surgiu a televisão que depressa se transformou no principal meio de comunicação de massas, recriando hábitos sociais e modos de fazer política e alterando as percepções do espaço público.

O livro, entretanto democratizado pela edição de bolso e pelos novos canais de distribuição, foi sendo secundarizado, e com ele a sociedade alfabética, pelas novas artes e meios de comunicação associados a imagem. A partir dos anos 80, com os computadores, a Internet, e depois os chats e as mensagens SMS, reforçou-se de novo a componente alfabética da sociedade após um longo período de afirmação da imagem. A escrita partilha mesmo hoje o fascínio dos ecrãs junto das novas gerações, embora ao preço de uma fragmentação simplificadora. É, no entanto, possível que o YouTube e a facilidade de envio de imagens em «banda larga» restabeleçam a situação anterior.

Para se entender a evolução próxima do livro impresso, é, pois, necessário considerá-lo na sua evolução específica e na relação com outros meios de comunicação. E para compreender o seu futuro é preciso relacioná-lo com os suportes digitais, os processos cognitivos e os novos hábitos de leitura, e mesmo com o destino da literatura a que tendencialmente poderá estar confinado.


[Parte III]
[Parte IV]
[Parte V]


(*) Francisco Vale foi um dos fundadores da Relógio D’Água em 1983, sendo desde então seu responsável editorial. É autor de dois romances, Cláudia Telefonou Depois e Os Amantes Prendem nos Braços Tudo o Que lhes Dói. Traduziu obras de Virginia Woolf, Katherine Mansfield, Djuna Barnes, Marguerite Yourcenar, Marguerite Duras, Le Clézio, Foucault, Ernesto Sabato, Javier Marías e Fernando Savater.

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Qui, 24/Jun/10
Qui, 24/Jun/10
«A Academia Brasileira de Letras (ABL) realiza hoje, no Rio de Janeiro, uma Sessão Saudade em homenagem ao escritor e membro da instituição José Saramago, falecido dia 18 aos 87 anos.» Ler no Público e no jornal i.

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Qui, 24/Jun/10
Fotografias da autoria da Agência Zero, enviadas por Marta Santos, da Lift.


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Qui, 24/Jun/10
«O Panda Labs está a alertar para a possibilidade de vírus desenvolvidos para comprometer iPhones afectarem os novos iPads, particularmente sensibilizando para o worm iPhone/Eeki.» Ler no Diário Digital.

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Qui, 24/Jun/10
A Quetzal Editores marca a sua presença na edição deste ano do Festival Silêncio, com a participação de alguns dos seus autores em debates e iniciativas do Festival. José Luís Peixoto conversa com Kalaf e Saul Williams, no «Conversas do Silêncio», às 21h30, no Auditório do Instituto Franco-Português. No Musicbox, à meia-noite, Mónica Marques e Afonso Cruz aceitam o desafio lançado a quatro autores, fazendo parte do «Writing Mirror». Amanhã, novamente no Auditório do Instituto Franco-Português, José Mário Silva e François Vallejo participarão na última sessão das «Conversas do Silêncio» deste ano. Ver mais aqui e aqui.


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Qui, 24/Jun/10
«O leilão do arquivo e objectos pessoais de John Steinbeck, quarta-feira em Nova Iorque, ficou aquém das expectativas da leiloeira e dos resultados alcançados numa sucessão de leilões de objectos de outros escritores norte-americanos na última semana.» Ler no Público.

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Qui, 24/Jun/10
A obra Se eu fosse… nacionalidades, de Francisco José Viegas (texto) e Rui Penedo (ilustração), publicada pela Booksmile, terá uma versão iPad, que foi apresentada no lançamento de ontem, na Fábrica dos Pastéis de Belém. Que nos tenhamos dado conta, esta parece ser a primeira incursão de uma editora portuguesa neste domínio.


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Qui, 24/Jun/10
É o primeiro livro de Maria do Rosário Pedreira na LeYa e por isso mesmo o destaque ao lançamento de hoje. É na livraria LeYa Barata, pelas 18h30. Recorde-se que Maria do Rosário Pedreira foi contratada pelo Grupo LeYa para descobrir novos autores – estratégia que começa a surtir efeito.

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Qui, 24/Jun/10
«Edifício na Avenida de Casal Ribeiro dará lugar a empreendimento de luxo. Directora da Casa Fernando Pessoa não se opõe mas diz que "isto prova que não estimamos o nosso património".» Ler no Público.

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Qui, 24/Jun/10
Decorrerá no próximo dia 25, uma maratona de leitura de O Ano da Morte de Ricardo Reis, de José Saramago. A leitura integral da obra terá o seu início às 12h, estando já os seguintes leitores confirmados: Pilar del Rio, Leonor Xavier, José Luís Peixoto, António Mega Ferreira, José Mário Silva, Luísa Costa Gomes, Gonçalo M. Tavares, Fernando Pinto do Amaral, Clara Pinto Correia e Patrícia Reis.

«Será Pilar del Río a abrir a maratona de leitura de O Ano da Morte de Ricardo Reis amanhã, a partir das 12h, na Casa Fernando Pessoa, em Lisboa.» Ler no Público.

«Uma maratona de leitura, que deve durar mais de 14 horas e prolongar-se pela madrugada de sábado, assinala hoje em Lisboa o sétimo dia sobre a morte do Nobel da Literatura José Saramago.» Ler no jornal i.

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Qui, 24/Jun/10
Leia aqui o artigo do New York Times. Via en minúscula.

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Qui, 24/Jun/10
«Criador de um universo muito próprio, por vezes alojado entre o real e o fantástico, Saramago acreditava, à semelhança de Laurence Sterne, que talvez intercetasse pensamentos que os céus destinavam a outros homens.» Ler na íntegra aqui.
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Qua, 23/Jun/10
Qua, 23/Jun/10
Imagem retirada daqui.

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Qua, 23/Jun/10
«O Parlamento aprovou hoje um voto de pesar e observou um minuto de silêncio em plenário pela morte do escritor José Saramago, falecido na sexta-feira aos 87 anos.» Ler no jornal i.

«Fez-se um minuto de silêncio no plenário e a Assembleia da República aprovou, por unanimidade, um voto de pesar pelo falecimento do escritor José Saramago, sexta-feira, aos 87 anos. "A morte de José Saramago constitui uma perda irreparável para Portugal, para o povo português, para a cultura portuguesa”, ouviu-se na voz da vice-presidente do parlamento, Celeste Correia.» Ler no Público.

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Qua, 23/Jun/10
Segundo dados da Porto Editora, a edição deste ano da Feira do Livro do Porto apresentou um aumento de 45% no volume de vendas, comparativamente a 2009. Ver mais aqui.


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Qua, 23/Jun/10
«O ministro dos Negócios Estrangeiros, Luís Amado, declarou ontem, por ocasião da formalização do Conselho Estratégico e do Conselho Consultivo do Instituto Camões (IC), ser necessário promover "com mais eficácia" a língua portuguesa, através de uma rede qualificada de ensino do português, já organizada pelo Instituto.» Ler no Diário de Notícias.


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Qua, 23/Jun/10
«A Assembleia da República (AR) vai prestar esta quarta-feira homenagem a José Saramago, antes dos trabalhos da ordem do dia.» Ler no Diário Digital.

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