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Qua, 29/Fev/12
Qua, 29/Fev/12

 

Se compararmos aspetos como a textura, a disponibilidade e o preço, será melhor passar a noite com um livro ou com uma mulher? Descubra aqui


por Booktailors às 17:00 | comentar | ver comentários (1) | partilhar

Qua, 29/Fev/12

 

«O dicionário de língua portuguesa Houaiss corre o risco de ser retirado de circulação no Brasil, em função de uma ação civil pública que acusa a publicação de difundir expressões preconceituosas a respeito da etnia cigana.» Ler no Diário Digital e no Correio da Manhã.

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por Booktailors às 16:00 | comentar | partilhar

Qua, 29/Fev/12

 

«Os leitores da revista Comic Heroes, especializada em banda desenhada, elegeram o Batman como o melhor super-herói de sempre. Logo atrás está o Homem-Aranha, em segundo, e o Super Homem, em terceiro.» Ler no Público.


por Booktailors às 15:20 | comentar | partilhar

Qua, 29/Fev/12

 

O lançamento do iBooks Author, plataforma de autopublicação da Apple, esteve envolvido numa pequena polémica, graças a um invulgar fraseamento no contrato de uso, que levou várias pessoas a pensar que a empresa americana restringia a comercialização de quaisquer conteúdos produzidos com o programa. Agora, a Apple esclarece que não é bem assim. Leia aqui.


por Booktailors às 15:00 | comentar | partilhar

Qua, 29/Fev/12

 

«Um tribunal alemão deu razão à Apple num processo apresentado pela Motorola Mobility e conseguiu impedir o bloqueio temporário das vendas de alguns modelos do iPad e iPhone naquele país.» Ler no Sol.


por Booktailors às 14:30 | comentar | partilhar

Qua, 29/Fev/12

 

Foi ontem, dia 28, inaugurado o novo sítio do Clube da Leitura, um espaço destinado à discussão literária em comunidade, dividido em pequenos clubes temáticos que se adequam às mais diversas preferências. O sítio promete, para breve, versões em brasileiro, espanhol e inglês. Confira aqui.

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por Booktailors às 13:00 | comentar | partilhar

Qua, 29/Fev/12

 

O autor da Gradiva foi distinguido com a marca «personalidade de confiança» tanto na categoria de jornalista como na de escritor, atribuída este ano pela primeira vez, depois de ser o mais votado pelos 12 mil assinantes da revista Selecções do Reader's Digest, ultrapassando nomes como José Saramago e Miguel Sousa Tavares.


por Booktailors às 12:00 | comentar | partilhar

Qua, 29/Fev/12

 

Decorre hoje o terceiro dia do FCH OpenWeek 2012, no edifício da Faculdade de Ciências Humanas, tendo como tema dominante a gestão de carreiras. A Booktailors estará presente, através de uma banca orientada por Nuno Quintas e da participação de Paulo Ferreira no workshop de entrepreneurship, às 16 horas. Conheça o programa para o que resta do dia:

 

12.00

Painel: "Resultados de estudos sobre competências"

Eng.º Roberto Carneiro, professor da Universidade Católica Portuguesa

Dr. Luís Bento, especialista em recursos humanos/consultor-membro da OIT

EDIFÍCIO FCH: AUDITÓRIO A1

 

14.00

Conferência para as escolas secundárias: "Escolha de sucesso: a minha carreira, o meu futuro"

Testemunhos de antigos alunos

EDIFÍCIO FCH: AUDITÓRIO A2

 

14.30

Workshop: Intrapreneurship

Prof. Doutor José Manuel Seruya (Chairman), professor da Universidade Católica Portuguesa e coordenador da Escola de Pós Graduação e Formação Avançada da FCH

Com participação:

Dr. Nuno Ferreira Pires, diretor de marketing ibérico da Dyrup

Dr.ª Maria Manuel Seabra da Costa, diretora da Human Capital Consulting da PwC

EDIFÍCIO FCH: AUDITÓRIO A1

 

16.00

Workshop: Entrepreneurship

Prof. Doutor António Augusto Fernandes, professor da Extremadura Business School, CEO da DLC

Com participação:

Dr. Paulo Ferreira, diretor-geral da Booktailors

Dr. António Brás Monteiro e Nuno Abreu, diretores da revista Outras Coordenadas

EDIFÍCIO FCH: AUDITÓRIO A1

 

17.30

Entrega de prémios de empreendedorismo (e-learning)

Prof. Doutora Ana Maria Fernandes, diretora-geral da DLC

EDIFÍCIO FCH: AUDITÓRIO A1

 

18.00

Programa Mentoring: encontro/convívio entre mentores e mentorados

EDIFÍCIO FCH: SALA 121


por Booktailors às 11:00 | comentar | partilhar

Qua, 29/Fev/12

 

«O secretário de Estado da Cultura entende que existe a “possibilidade” de, até 2015, se mudarem algumas normas inscritas no novo Acordo Ortográfico (AO). “Temos essa possibilidade e eu acho que vamos usá-la. Temos de aperfeiçoar aquilo que há para aperfeiçoar”, disse Francisco José Viegas, nesta terça-feira à noite.» Ler no Público.


por Booktailors às 10:15 | comentar | partilhar

Qua, 29/Fev/12

 

«O iPad 3 será apresentado no próximo dia 7. A Apple anunciou que realizará uma apresentação nesse dia e no mesmo local onde apresentou as versões anteriores do tablet.» Ler no Jornal de Notícias.

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por Booktailors às 10:00 | comentar | partilhar

Qua, 29/Fev/12

 

Os três autores do dia da edição de 2012 da London Book Fair já foram anunciados: Peter James, Bi Feiyu e Patrick Ness, nos dias 16, 17 e 18 de abril, respetivamente. Leia aqui


por Booktailors às 09:30 | comentar | partilhar

Qua, 29/Fev/12

Phillip Jones, do FutureBook, acredita que os editores deviam aprender com o sucesso dos autores independentes. Sugere que as editoras se baseiem no modelo da Macmillan New Writing, criem comunidades ou «cortejem» os autores de self-publishing de sucesso. Leia aqui

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Campanha «Formai-vos!»: desconto de 50% para desempregados e recém-licenciados. Novidades 2012: [Lisboa] Oficina sobre o novo Acordo Ortográfico, Oficina de Preparação de Original em Ambiente Digital, Comunicação Editorial, Livro InfantilRevisão de Texto - nível inicial; [Porto] Revisão de Texto - nível intermédio.

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por Booktailors às 09:00 | comentar | partilhar

Ter, 28/Fev/12
Ter, 28/Fev/12

 

A secção erótica da Amazon não está só cheia de histórias de luxúria, incesto e violência como também é aproveitada para mascarar casos de violação de direitos de autor. Aparentemente, a empresa não está muito preocupada com parar estes casos de plágio. Leia aqui

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por Booktailors às 17:00 | comentar | partilhar

Ter, 28/Fev/12

 

Foram criados dois clubes de leitura para os apreciadores de literatura fantástica. Um é orientado por Rogério Ribeiro na Bertrand do Chiado, em Lisboa, e outro por Rui Baptista na Bertrand do Porto Gran Plaza. Leia aqui.

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Ter, 28/Fev/12

«O fundador do movimento de software livre, Richard Stallman, considera que é necessário "legalizar a partilha", um elemento que considera fundamental para se fazer hoje parte de uma comunidade.» Ler no Jornal de Notícias.


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Ter, 28/Fev/12

Segundo a Amazon, os utilizadores do Kindle alugaram 295 mil títulos do KDP Select em dezembro. A plataforma em questão permite que autores independentes, assim como editoras, disponibilizem os seus livros para empréstimo. Leia aqui


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Ter, 28/Fev/12

«A Eucleia Editora divulgou um comunicado a informar que será responsável pela sua própria distribuição, referindo ao mesmo tempo que "não autorizou nenhuma distribuidora a utilizar a sua imagem e nome, nem a fazer a prospecção e a receber eventuais encomendas dos nossos livros".» Ler no Diário Digital.


por Booktailors às 13:00 | comentar | partilhar

Ter, 28/Fev/12

«Livros importantes do século XV ou XVI ou que estiveram na origem de movimentos literários estão a sair do País.» Ler no Diário de Notícias.

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Ter, 28/Fev/12

 

«[António Feijó] considera o novo Acordo Ortográfico uma violência que um governo não tem legitimidade para impor». Ler no iOnline.


por Booktailors às 11:00 | comentar | partilhar

Ter, 28/Fev/12

Foi ontem realizada a cerimónia de entrega de prémios da Sociedade Portuguesa de Autores. Na área da literatura, Tiago Veiga. Uma Biografia de Mário Cláudio foi distinguido como melhor livro de ficção narrativa, A Mão na Água que Corre de José Manuel de Vasconcelos como melhor livro de poesia e A Casa Sincronizada de Inês Pupo e Gonçalo Pratas, com ilustração de Pedro Brito, como melhor livro infantojuvenil. Ler no Público e no iOnline.


por Booktailors às 10:25 | comentar | partilhar

Ter, 28/Fev/12

«O poeta e dramaturgo José Viale Moutinho foi distinguido pelo PEN Clube da Galiza com os Prémios Rosalía de Castro 2012 na categoria de Língua Portuguesa, revelou [no sábado] à agência Lusa o escritor, que confessou "surpresa".» Ler no Diário de Notícias.

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por Booktailors às 10:00 | comentar | partilhar

Ter, 28/Fev/12

 

18.00

Apresentação do livro Últimas Notícias do Sul, de Luís Sepúlveda e Daniel Mordzinski

Inauguração da exposição de fotografias De tinta y luz. Una mirada al alma de las letras hispanoamericanas, de Daniel Mordzinski

INSTITUTO CERVANTES

 

18.30

8ª MESA: «Traços de crise enriquecem o texto literário»

Afonso Cruz, Ana Paula Tavares, Care Santos, Manuel Moya, Valeria Luiselli

Helena Vasconcelos - moderadora

INSTITUTO CERVANTES


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Ter, 28/Fev/12

 

Esta entrevista fala de hooligans, de Cícero, de Cavaco Silva, de física quântica e de motores diesel com pistões de terceira geração, ou seja, é uma entrevista sobre crítica literária. Fizemos a pergunta dos 10 milhões a Sara Figueiredo Costa, e ela falou em banda desenhada. Falámos sobre assessores de comunicação, e ela respondeu com o Abominável Homem das Neves. Quisemos saber se se acha com poder para destruir uma carreira, e ela dissertou sobre a Carris. Tudo o que precisa de saber sobre crítica literária numa entrevista cinco estrelas.

 

Já alguma vez um autor lhe deixou de falar na sequência de uma crítica literária?

Que eu saiba, não. Já tive algumas trocas de e-mails, felizmente, sempre civilizadas. E, ao contrário do que as pessoas possam imaginar, uma discussão (repito a ideia, sempre civilizada) pode ser a melhor consequência de uma recensão publicada na imprensa. Afinal, queremos ou não queremos suscitar o debate e a reflexão?

 

Sobre que autor nunca faria uma recensão?

Respondendo com a retidão académica desejável, nunca faria uma recensão sobre um autor que tivesse escrito sobre temas que me são pouco familiares (física quântica, por exemplo). Mas não era isto que queriam, pois não? Então, vamos lá. Posso dizer, sem mentir, que não tenho embirrações muito grandes, e as que tenho não partiram de nenhuma questão pessoal, mas sim da obra escrita. Como tenho alguma margem para escolher os livros sobre os quais escrevo, abstenho-me de escrever sobre livros que sei, à partida, que não me interessam (arriscando-me a não descobrir alguma coisa interessante por causa desse pré-conceito, mas ainda assim).

 

O que é fundamental para se ser um bom crítico literário?

Isto podia ocupar muitas páginas… Para simplificar uma coisa que não é simples, saltando por cima dos diferentes modos da crítica (da academia ao jornalismo, há muitas nuances) e partindo do princípio de que a pergunta se refere à crítica jornalística, diria que um crítico tem de saber ler, e não estou a falar de literacia básica. Tem, igualmente, de ter lido muito, porque não se pode pensar e escrever sobre um livro sem a consciência do que está para trás (sob pena de se descrever como absolutamente inovador um tipo de discurso que Faulkner já construiu muito melhor, por exemplo). Alguns conhecimentos de teoria literária também ajudam (e não estou a dizer que é preciso ter um curso superior na área; há bons livros sobre o tema e qualquer pessoa pode lê-los). Nos tempos que correm, diria que é fundamental gostar do que se faz e não ter demasiadas expectativas financeiras quanto ao retorno.

 

A crítica ainda tem poder para destruir uma carreira ou uma obra?

Uma carreira, não creio. A «carreira» é o tipo de coisa que vive mais das aparições, da construção de uma imagem pessoal adaptada aos gostos do dia, com uma pitadinha de originalidade rebelde e bem projetada naquilo a que chamamos espaço público. E o mais comum é que as pessoas que apostam na «carreira», e não tanto na obra, não tenham a crítica em grande conta (o normal é falarem dela com o mesmo grau de consciência, informação e inteligência com que os utentes da Carris falam do Salazar e do atual Governo, qualquer que ele seja). Ou seja, a «carreira» não se perturba se um crítico se dá ao trabalho de ler um livro, pensar sobre ele, cruzar a sua leitura com uma série de outras referências, etc., etc. A obra é outra coisa, e não creio que a crítica, sobretudo hoje, uma época em que se entende a crítica como uma nota de exame e não tanto como um processo de reflexão e juízo balizado por várias variáveis, tenha grande influência na boa ou na má fortuna de uma obra. Mas parece que ajuda a vender livros, pelo que me dizem alguns livreiros.

 

Como vê a redução de espaço dedicado à cultura nos meios de comunicação social?

Daqui a nada já nem vejo, tal é o processo de redução em curso. Diz-se que as pessoas não querem ler textos grandes, e por isso reduz-se o número de caracteres até ao ridículo; diz-se que as pessoas não querem ler sobre cultura, e então corta-se nas secções… Mas se as pessoas compram jornais com suplementos culturais, querem ler o quê? Parece-me que a desculpa não é boa, e a consequência ainda é pior.

 

O Brasil vai salvar a indústria editorial portuguesa?

Vai? Bom, da maneira que isto está a correr, o Brasil bem pode salvar-nos a todos, porque fazer as malas e procurar poiso do lado de lá do Atlântico começa a ser uma (a única?) perspetiva de futuro. Mas para ficarmos pela indústria editorial, não sei responder e não tenho grande veia para a futurologia. Se a pergunta se relaciona com a ideia de o Acordo Ortográfico ser uma coisa muito boa para editarmos livros no Brasil, então a resposta é «não», com a respetiva remissão para umas perguntas adiante. Se não é isso, resta-me dizer que imagino o mercado brasileiro tão exigente como os maiores mercados do mundo, e ainda por cima em crescimento, pelo que quem quiser singrar por lá terá de saber fazer um trabalho bem feito. Pessoalmente, gostava que os livros portugueses circulassem no Brasil e os brasileiros em Portugal, mas isto é uma visão que só tem metade de altruísmo: era bom para as editoras portuguesas e era bom para mim, que já podia comprar os livros que se editam no Brasil sem ter de pagar o dobro do preço de capa por causa da importação.

 

Se for na rua e vir um assessor de comunicação de uma editora, muda de passeio?

Em princípio, só mudo de passeio se me cruzar com o Abominável Homem das Neves, o Papão ou algum hooligan. Mesmo que esteja à beira de cruzar-me com algum governante dos últimos anos, não mudo, porque posso sempre aproveitar para espirrar e dizer coisas feias ao mesmo tempo. Até se me cruzar com o Dr. Cavaco, não mudo, e ainda lhe dou uma moedinha para ver se o bom homem consegue pagar as contas do mês. Mas a ideia era levar-me a falar sobre os assessores, não era? Ora bem, como em qualquer parte, há assessores de comunicação muito simpáticos e outros com quem não teríamos vontade de tomar café, há os que conhecem os livros de que falam e os que nem imaginam, e há os que acompanham o trabalho dos jornalistas e os que tentam impingir livros sobre gestão de empresas a críticos que só escrevem sobre ficção literária. É um mundo, como todos os mundos.

 

A banda desenhada não tem expressão em Portugal por falta de leitores ou por falta de atenção de jornalistas e críticos?

Ui, essa é a pergunta dos dez milhões, e o espaço que me possam dar não seria suficiente. Vejamos, há várias questões que devem apontar-se para explicar essa falta de expressão, e todas funcionam numa espécie de conluio. Por um lado, o desconhecimento de muitos livreiros em relação à BD fez com que os livros fossem expostos algures na secção infantil, e isto na época em que se editava muito mais e muito melhor do que agora. Isso impediu, ou distorceu, a perceção do público e fez com que livros adultos e geniais, que em França ou nos EUA são citados com a mesma pompa de Proust, ficassem relegados para um plano invisível. Depois, temos alguma receção da imprensa deturpada por uma coisa que em Portugal alastra e a que se poderia chamar «bedofilia». Essa coisa, nefasta, vive na ilusão de que a BD é um espaço de fantasia que nos remete para a infância, onde tudo eram cavaleiros andantes e mundos de aventuras. Ora, a BD não é um género, um estilo ou um tema, e sim uma linguagem, um meio, a partir da qual se pode construir toda a espécie de discursos (as aventuras, sim, mas igualmente a reportagem, a autobiografia, a novela histórica ou, até, a pornografia). Quando isto for assumido por toda a gente, e quando a visão dos fãs deixar de se sobrepor, no espaço público, à crítica e à análise, avançaremos um pouco mais. Nessa altura, talvez os editores arrisquem publicar livros que lá fora são referências de qualquer leitor culto (leitor em geral, não exclusivamente de BD) e que cá são apenas conhecidos por uma pequena minoria, parte dela interessada em ler, outra parte mais dedicada a bater palmas a tudo o que seja «aos quadradinhos». Acredito que, nessa altura, vamos todos saber quem é Edmond Baudoin, ou Seth, ou Töpffer, só para citar alguns, entre modernos e clássicos.

 

O e-book vai resgatar do caos as casas dos jornalistas e críticos literários?

Não sei. Vai? Se um e-book conseguir acrescentar duas assoalhadas ao modesto T2 do meu senhorio, eu compro já. Mas sobre a questão recorrente do fim do livro em papel, o que ainda haverá por dizer que não tenha já sido dito? Sim, a revolução digital está aí e por aí vai continuar, sem que ninguém consiga imaginar que inovações vai trazer daqui a três meses, ou até daqui a três dias. No entanto, um livro é um livro, não é um conteúdo, pelo que o lugar dos livros está, creio, assegurado. Claro, todas aquelas pessoas que alimentaram o mercado dos best-sellers e dos livros da moda quando se descobriu que Portugal andava a ler imenso, que passaram a transportar o seu livro nos transportes dentro de um saquinho de papel e que permitiram que os livros se vendessem nos supermercados, nas bombas de gasolina, em todo o lado, preferencialmente com descontos impossíveis e campanhas promocionais capazes de darem cabo de qualquer concorrência leal, essas pessoas talvez passem a descarregar os seus conteúdos num aparelho qualquer. As pessoas que gostam de livros continuarão a comprá-los, mesmo que tenham um e-reader e que leiam nele algumas edições. Vejamos: um e-book é muito útil para aceder, na internet, a milhares de livros antigos, já sem direitos de qualquer espécie, que algumas bibliotecas gentilmente disponibilizam e que, de outro modo, não conseguiríamos ler; é igualmente muito útil para acedermos a livros que não existem em papel, coisa que já acontece e que acontecerá mais vezes, ou para os livros que temos de ler por qualquer obrigação profissional, mas que dispensamos ter, ou ainda para aquelas coisas que não são, realmente, livros, mas que as lojas de aplicações vendem como tal (onde há animação, imagens a três dimensões, áudio, etc., etc.). Em todas essas situações, um e-book funciona como o computador que nos liga à net, com a vantagem da portabilidade e do conforto ergonómico, que mimetiza a disposição da leitura de um livro, e com as vantagens adicionais (mas não essenciais, convenhamos) das muitas aplicações que fazem isto e aquilo. Nada disso é igual à relação que se constrói com o livro em papel e com a biblioteca. E não estou a falar do cheiro dos livros ou de sentimentalismos, mas de processos de leitura, de formas de organização da informação lida e de gestos e modos que se repetem há muitos séculos e que não são substituíveis em dois minutos, que seria um tempo mais ou menos equivalente, em proporção, à cronologia que entretanto passou desde que o ser humano lê livros, por uma revolução digital cujos contornos ainda não conseguimos apreender. E para encerrar uma reflexão que merecia ser longa, digamos que o que me deixa mais feliz, no meio de tudo isto, é começar a desconfiar de uma coisa: por entre os mortos e feridos da dita revolução digital, talvez os únicos a safarem-se sejam as editoras artesanais e as muito pequenas, de nicho, e as livrarias independentes que conseguirem suportar este embate atual. Não é uma profecia, claro, mas talvez tenha algum sentido. E agora vou cravar o iPad a alguém para ler o livro sobre o qual escreverei na próxima LER.

 

Que palavra já não consegue ouvir?

Austeridade. Porque alimenta as notícias e está na boca de todos os pobrezinhos com dez mil euros de reforma, mas não produz nenhum movimento que possa resolver os nossos males.

 

Qual o seu maior ódio de estimação?

O meu contacto prolongado com os textos teológicos medievais da tradição judaico-cristã não me permite ter ódios, e isto apesar de eu própria não ter religião (mas os livros entram-nos na cabeça, não há como evitá-lo). Mas que há coisas que me irritam profundamente, isso há. Por exemplo, gente que cospe para o chão, ou que clama pela bondade do Dr. Salazar nos transportes públicos (em vez de dar um tiro na cabeça para se juntar a ele, como um autocolante de rua sugeria há uns tempos), ou que acha que os seus preconceitos deviam ditar a vida individual de cada um. Nos livros, irritam-me aquelas edições com brinde, cachecóis, lenços de seda e coisas parecidas, as livrarias que podiam ser supermercados e a resposta «está esgotado» perante a indagação por edições que o interlocutor não faz ideia se alguma vez existiram e se podem repousar, aos molhos, nalgum armazém distraído.

 

Se pudesse fazer uma pergunta ao atual secretário de Estado da Cultura, qual seria?

Se pudesse? Tanto quanto sei, e pese embora os acontecimentos dos últimos tempos, ainda vivemos em democracia, pelo que o questionar dos governantes ainda não foi proibido, estando à disposição dos cidadãos. Para além disso, tenho a pessoa que mora no secretário de Estado em boa conta e não acredito que fugisse a uma pergunta minha. Dito isto, acho que perguntaria ao secretário de Estado da Cultura se não quer regressar ao Jaime Ramos, que deixou saudades, à poesia, às muitas dinamizações culturais, aos textos sobre livros, comidas, memórias, afinal uma e a mesma coisa, em vez de participar no Governo que vai dando a machadada final naquilo que ainda, talvez, quem sabe, com algum jeito e muitas mudanças sérias, poderia ser uma sociedade democrática com preocupações de ordem social e cultural. As boas intenções não chegam para o que estamos a viver, e o Governo PSD/CDS tem tanto interesse e preocupação pela cultura como eu pelos motores a diesel com pistões de terceira geração.

 

Na atual conjuntura, como fazemos para que a língua portuguesa valha mais do que a PT, como apontou o ex-ministro da Cultura Pinto Ribeiro?

Isto deve ter algum sentido para quem cultiva aquela linha de pensamento que transforma em produto toda e qualquer coisa e que acredita piamente na possibilidade de atribuir um valor mensurável a coisas imateriais. Ou seja, não sei responder. Sabemos quanto vale a PT? E vale isso antes ou depois de pagar uns impostos sobre umas mais-valias de que ouvi falar nas notícias, que parece que todas as empresas teriam de pagar mas a PT terá ficado de fora (só ouvi dizer…)? Depois de sabermos isso, como é que sabemos quanto vale a língua portuguesa? Sim, percebo que é possível definir certos indicadores com a ajuda da sociologia, da economia e de outras ciências essenciais à nossa leitura do mundo, mas não sei se é possível dizer que a língua portuguesa vale X. Dito isto, creio que fechar leitorados no estrangeiro e reduzir drasticamente a promoção da cultura portuguesa no exterior e as relações produtivas (ou seja, as trocas e partilhas culturais que resultam em alguma coisa visível, não as reuniões intermináveis entre comissões de qualquer coisa) entre diversos agentes da chamada cultura lusófona é capaz de não ser uma boa maneira de alcançar o tal objetivo do valor, ou qualquer outro que valha a pena. E esta visão aplica-se, também, ao que se faz cá dentro, porque o tal valor da língua não deve ser só para inglês ver. Por exemplo, o que é que vai acontecer ao cinema português depois de deixar de receber a verba oriunda da publicidade que lhe era devida? E à promoção da leitura, se deixámos de ouvir falar na Carteira de Itinerâncias da DGLB? São só dois exemplos que confirmam que se não somos capazes de manter o que já foi feito e crescer com novas propostas, então não há pastel de nata que nos salve.

 

Acha que o novo Acordo Ortográfico é fundamental para a sobrevivência e expansão da língua portuguesa?

Pelo contrário. Acho que é fundamental para a derrocada de uma unidade e de uma lógica linguísticas que incluem a história da língua, a etimologia e a sua ligação com a definição de regras ortográficas, a própria noção de ortografia, que nunca incluiu a ideia peregrina de cada um escrever «como diz». E isto não tem nada a ver com patriotismo barato nem com aquela noção que algumas pessoas têm de que as línguas são coisas imutáveis (normalmente são as mesmas pessoas que acham que o mundo vai acabar porque usamos palavras inglesas, como se ainda falássemos todos latim, como se alguma vez tivéssemos falado o latim dos textos de Cícero). Mas sobre os atentados que o Acordo representa, há por aí vários textos bem fundamentados de linguistas e não só que bem podiam ser lidos.

 

Dê-nos uma boa ideia para o setor editorial português.

Tem de ser só uma? Vá lá… Uma ideia quantitativa: reduzir o número de títulos que se colocam nos escaparates, para ver se não rebentamos com o mercado em três tempos ou menos. Uma do foro legal: cumprir a lei do preço fixo, para não vermos constantemente livros recentes a preço de saldo em feiras e promoções malucas por essas grandes livrarias afora. Uma que junta a didática e a arrumação livreira: acabar com o erro (é mesmo um erro, e de palmatória, não é uma opinião ou um ponto de vista) de considerar que a banda desenhada é um género e passar a repartir os livros de BD pelos géneros respetivos, deixando de colocá-los na «secção infantil» onde as crianças talvez não percebam o porquê de o Manara estar ao lado das princesas da Disney, ou numa secção única, onde os nerds que decoram as vinhetas do Lanterna Verde e acham que o Super-Homem existe mesmo não entendem a presença de livros da Marjane Satrapi ou do Edmond Baudoin. Não é preciso um curso de marketing ou de comunicação; algum conhecimento e muito bom senso podem ser suficientes.

 

 

©Ricardo Duarte


Nasceu em Lisboa, em 1978. É licenciada em Línguas e Literatura Modernas — Estudos Portugueses e mestre em Linguística Portuguesa pela Universidade Nova de Lisboa. Jornalista freelancer, colabora com diversas publicações na área da crítica literária e do jornalismo cultural (LER, Time Out e Expresso). Mantém, desde 2007, o blogue Cadeirão Voltaire, sobre livros e edição, e desde 2003, o Beco das Imagens, dedicado à banda desenhada e à ilustração. É um dos membros fundadores da Oficina do Cego, onde leciona os módulos teóricos sobre história do livro e edição das formações sobre autoedição. 

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Campanha «Formai-vos!»: desconto de 50% para desempregados e recém-licenciados. Novidades 2012: [Lisboa] Oficina de Preparação de Original em Ambiente Digital, Comunicação Editorial, Livro InfantilRevisão de Texto - nível inicial; [Porto] Revisão de Texto - nível intermédio.


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Seg, 27/Fev/12
Seg, 27/Fev/12

 

Encerradas as atividades na Póvoa de Varzim, o Correntes d'Escritas 2012 ruma a Lisboa, mais concretamente ao Instituto Cervantes, onde daqui a pouco, às 18.30, Rosa Monteiro e Inês Pedrosa estarão à conversa a propósito do livro Lágrimas na Chuva.


por Booktailors às 17:00 | comentar | partilhar

Seg, 27/Fev/12

 

Na cerimónia de encerramento do Correntes d'Escritas 2012, recordou-se Maria Lúcia Lepecki, Rui Costa e Moacyr Scliar, fez-se a entrega dos prémios do evento e anunciou-se os vencedores dos Prémios de Edição LER/Booktailors. Leia aqui.


por Booktailors às 16:00 | comentar | partilhar

Seg, 27/Fev/12

 

«Quando no final da cerimónia em que recebeu a Medalha de Mérito Municipal Grau de Ouro, "como reconhecimento da Câmara Municipal de Lisboa pela sua brilhante carreira", o escritor brasileiro Rubem Fonseca foi à varanda da República, do alto da Praça do Município levantou o braço e brincou: "Portugueses, proclamo a Nova República!"» Ler no Público.


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Seg, 27/Fev/12

 

Com o Auditório Municipal cheio como nunca, a última mesa do Correntes d'Escrita 2012 na Póvoa de Varzim teve como tema a frase «as ideias são fundos que nunca darão juros nas mãos do talento». Os participantes, moderados por Maria Flor Pedroso, foram Eugénio Lisboa, Gonçalo M. Tavares, Helena Vasconcelos, João de Melo, Luís Sepúlveda e Onésimo Teotónio Almeida. Leia aqui.


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Seg, 27/Fev/12

 

Moderados por Onésimo Teotónio Almeida, os convidados Carmo Neto, João Pedro Marques, Miguel Real, Sandro William Junqueira, Valeria Luiselli e Salgado Maranhão discutiram, na sexta mesa do Correntes d'Escritas 2012, a frase «da crise da escrita não se pode fugir». Ler no Cadeirão Voltaire e aqui.


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Seg, 27/Fev/12

 

Na noite do penúltimo dia do Correntes d'Escritas 2012, teve lugar uma das mais animadas mesas do evento. Subordinada ao tema «a escrita é um investimento inesgotável no prazer», contou com os participantes Afonso Cruz, Ana Luísa Amaral, Júlio Magalhães, Manuel Moya, Rui Zink e Valter Hugo Mãe, num debate moderado por Henrique Cayatte. Ler no iOnline, no Sol, no Cadeirão Voltaire e aqui.


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Seg, 27/Fev/12

 

«Depois do escândalo das escutas que arrasou com o News of the World, Rupert Murdoch está de regresso ao mercado dos semanários com um novo jornal. Chama-se Sun on Sunday, custa 60 cêntimos (50 pences), promete respeitar a ética jornalística e esmagar a concorrência com uma impiedosa guerra de preços.» Ler no iOnline.


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Seg, 27/Fev/12

 

«"Toda a literatura é pura especulação" foi o tema da penúltima mesa de [sexta-feira], dia 24, que sob os inúmeros olhares atentos, decorreu com a moderação de Bia Corrêa do Lago e contou com a presença de Eduardo Sacheri, Inês Pedrosa, João Bouza da Costa, Manuel Jorge Marmelo, Pedro Rosa Mendes e Rosa Montero.» Leia aqui.


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Seg, 27/Fev/12

 

Depois de ter sido galardoado na passada quinta-feira com o Prémio Literário Casino da Póvoa no Correntes d'Escritas 2012, «a Câmara Munic­i­pal de Lis­boa entrega hoje, 27 de Fevereiro pelas 12h, a Medalha de Mérito Munic­i­pal Grau Ouro ao escritor brasileiro, Rubem Fon­seca, como recon­hec­i­mento [...] pela sua bril­hante car­reira.» Ler no Ciberescritas.


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Seg, 27/Fev/12

«Os Prémios LER/Booktailors 2011 foram entregues neste sábado no Correntes d' Escritas. O romance O Retorno, de Dulce Maria Cardoso, recebeu o Prémio Especial da Crítica.» Ler no Público.


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Seg, 27/Fev/12

 

 

O sítio bibliotecativa.com organiza em março duas edições do workshop Como Criar uma BibliotecAtiva. A primeira realiza-se nos dias 17 e 18, na Biblioteca Municipal de Silves, e a segunda nos dias 30 e 31, na Biblioteca Municipal de Pombal. Mais informações aqui e aqui.


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Seg, 27/Fev/12

«Chegámos ao tempo dos exageros, potenciado pelas redes sociais e novas tecnologias. Os amantes dos livros têm o pelo eriçado por tudo o que ameaça o livro na sua forma tradicional. As piores ameaças apontadas são os e-books e a morte das chamadas livrarias tradicionais ou de bairro, sendo que esta última é claramente mais trágica do que a primeira. Esta vem muitas vezes acompanhada pela equiparada morte do “livreiro”, essa profissão tantas vezes menosprezada. Associa-se com facilidade o bom livreiro à livraria tradicional e o mau livreiro às livrarias de grupo.» Leia na íntegra aqui

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Seg, 27/Fev/12

À margem da sua participação no Correntes d'Escritas 2012, Manuel Moya defendeu que «hoje, mais do que nunca, precisa-se de um 25 de abril». O autor espanhol afirmou ainda que o seu livro Cinzas de Abril foi uma forma de «pagar uma dívida com Portugal». Ler no Diário Digital.

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Campanha «Formai-vos!»: desconto de 50% para desempregados e recém-licenciados. Novidades 2012: [Lisboa] Oficina sobre o novo Acordo Ortográfico, Oficina de Preparação de Original em Ambiente Digital, Comunicação Editorial, Livro Infantil, Revisão de Texto - nível inicial; [Porto] Revisão de Texto - nível intermédio.


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Dom, 26/Fev/12
Dom, 26/Fev/12

 

Veja mais em Omnivoracious.

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Campanha «Formai-vos!»: desconto de 50% para desempregados e recém-licenciados. Novidades 2012: [Lisboa] Oficina sobre o novo Acordo Ortográfico, Oficina de Preparação de Original em Ambiente Digital, Comunicação Editorial, Livro InfantilRevisão de Texto - nível inicial; [Porto] Revisão de Texto - nível intermédio.

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Sáb, 25/Fev/12
Sáb, 25/Fev/12

 

10.30

6ª MESA: «Da crise da escrita não se pode fugir»

Carmo Neto, João Pedro Marques, Miguel Real, Sandro William Junqueira, Valeria Luiselli, Salgado Maranhão

Onésimo Teotónio Almeida - moderador

AUDITÓRIO MUNICIPAL

 

12.30

Lançamento de livros

Humilhação e Glória, Helena Vasconcelos, Quetzal

Rostos na Multidão, Valeria Luiselli, Bertrand

CASA DA JUVENTUDE

 

16.00

7ª MESA: «As ideias são fundos que nunca darão juros nas mãos do talento»

Eugénio Lisboa, Gonçalo M. Tavares, Helena Vasconcelos, João de Melo, Luís Sepúlveda, Onésimo Teotónio Almeida

Maria Flor Pedroso - moderadora

AUDITÓRIO MUNICIPAL

 

18.00

Lançamento de livros

Nova Teoria do Mal, Miguel Real, Dom Quixote

Um Piano para Cavalos Altos, Sandro William Junqueira, Caminho

CASA DA JUVENTUDE

 

18.30

Encerramento

 

Recordar: Maria Lúcia Lepecki, Rui Costa e Moacyr Scliar

 

Entrega dos Prémios Literários Casino da Póvoa; Correntes d'Escritas/Papelaria Locus; Conto Infantil Ilustrado Correntes d'Escritas/Porto Editora; Correntes d'Escritas/Fundação Dr. Luís Rainha

AUDITÓRIO MUNICIPAL

 

Anúncio dos vencedores dos Prémios de Edição Ler/Booktailors

AUDITÓRIO MUNICIPAL

 

Intervenção poética pelo Varazim Teatro

AUDITÓRIO MUNICIPAL

 

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Campanha «Formai-vos!»: desconto de 50% para desempregados e recém-licenciados. Novidades 2012: [Lisboa] Oficina sobre o novo Acordo Ortográfico, Oficina de Preparação de Original em Ambiente Digital, Comunicação Editorial, Livro InfantilRevisão de Texto - nível inicial; [Porto] Revisão de Texto - nível intermédio.


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Sex, 24/Fev/12
Sex, 24/Fev/12

 

Durante a manhã, na segunda mesa do Correntes d'Escritas 2012, Alberto S. Santos, Fernando Pinto do Amaral, José Jorge Letria, Luís Quintais, Sofia Marrecas Ferreira e Care Santos debateram um verso de Fernando Pessoa: «o fim da arte superior é libertar». Leia aqui.


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Sex, 24/Fev/12

 

A terceira mesa do Correntes d'Escritas 2012 foi composta por Jaime Rocha, João Luís Barreto Guimarães, Manuel António Pina, Manuel Rui e Margarida Vale de Gato, que debateram o tema «a poesia é o resultado de uma perfeita economia de palavras». Ler no Cadeirão Voltaire.


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Sex, 24/Fev/12

 

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Sex, 24/Fev/12

 

«A Microsoft está a preparar uma versão do Office para dispositivos iPad, que deverá ser submetida em breve a aprovação para ser incluída na App Store do iTunes.» Ler no Diário Digital.

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Sex, 24/Fev/12

 

Foi feito o download ilegal de dezenas de livros comerciais, incluindo a saga Harry Potter, através do Android Market oficial da Google. O upload dos livros em questão foi feito por uma editora não autorizada em janeiro. Leia aqui.  


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Sex, 24/Fev/12

«Os Prémios de Revelação Associação Portuguesa de Escritores (APE)/Babel foram atribuídos, na poesia, à obra Geometrias do Desejo, de Helena Carvalho e, em ensaio literário, a Do Paraíso, de Ivo Lima do Carmo, anunciou esta sexta-feira a organização.» Ler no Público.

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Sex, 24/Fev/12

 

 

Confira dois dos principais momentos do Correntes d'Escritas 2012: primeiro, Rubem Fonseca agradece a medalha de mérito cultural que lhe é entregue por Francisco José Viegas; e depois, o autor dirige-se à plateia na primeira mesa do evento. Via Bibliotecário de Babel.


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Sex, 24/Fev/12

 

Na conferência de abertura das Correntes d'Escritas 2012, realizada ontem à tarde, D. Manuel Clemente, bispo do Porto, lotou o Auditório Municipal, discursando sobre a escrita lusófona. Leia no Cadeirão Voltaire, no Bibliotecário de Babel, n'A Volta do Parafuso e aqui.


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Sex, 24/Fev/12

 

Na primeira mesa das Correntes d'Escritas deste ano, subordinada ao tema «a escrita é um risco», participaram nomes como Almeida Faria, Ana Paula Tavares, Eduardo Lourenço, Hélia Correia e Rubem Fonseca. A surpresa chegou quando o autor brasileiro, considerado habitualmente um homem reservado, que não gosta de aparecer, se levantou e deambulou pelo palco, dissertando livremente sobre as características que um escritor deve ter. Leia no Diário Digital, no Cadeirão Voltaire e n'A Volta do Parafuso.


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Sex, 24/Fev/12

 

O autor, vencedor do prémio Booker, acusou o seu editor de exagerar a sua importância depois de este ter afirmado que modificou um dos diálogos na coleção de contos Stars of the New Curfew. Leia aqui

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Sex, 24/Fev/12

 

Começa amanhã a Feira do Livro de Nova Deli que decorrerá até dia 4 de Março. 


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Sex, 24/Fev/12

 

10.30

2ª MESA: «O fim da arte superior é libertar»

Alberto S. Santos, Fernando Pinto do Amaral, José Jorge Letria, Luís Quintais, Sofia Marrecas Ferreira, Care Santos

João Gobern - moderador

AUDITÓRIO MUNICIPAL

 

12.30

Lançamento de livros

A Cor da Memória, Care Santos, Planeta

O Murmúrio do Mundo, Almeida Faria com ilustrações de Bárbara Assis Pacheco, Tinta da China

CASA DA JUVENTUDE

 

15.00

3ª MESA: «A poesia é o resultado de uma perfeita economia de palavras»

Jaime Rocha, João Luís Barreto Guimarães, Manuel António Pina, Manuel Rui, Margarida Vale de Gato

Ivo Machado - moderador

AUDITÓRIO MUNICIPAL

 

17.00

Lançamento de livros

Últimas Notícias do Sul, Luís Sepúlveda e Daniel Mordzinski, Porto Editora

CASA DA JUVENTUDE

 

17.30

4ª MESA: «Toda a literatura é pura especulação»

Eduardo Sacheri, Inês Pedrosa, João Bouza da Costa, Manuel Jorge Marmelo, Pedro Rosa Mendes, Rosa Montero

Bia Corrêa do Lago - moderadora

AUDITÓRIO MUNICIPAL

 

21.45

Performance poético-teatral pelo Varazim Teatro

AUDITÓRIO MUNICIPAL

 

22.00

5ª MESA: «A escrita é um investimento inesgotável no prazer»

Afonso Cruz, Ana Luísa Amaral, Júlio Magalhães, Manuel Moya, Rui Zink, Valter Hugo Mãe

Henrique Cayatte - moderador

AUDITÓRIO MUNICIPAL

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Campanha «Formai-vos!»: desconto de 50% para desempregados e recém-licenciados. Novidades 2012: [Lisboa] Oficina de Preparação de Original em Ambiente Digital, Comunicação Editorial, Livro Infantil, Revisão de Texto - nível inicial; [Porto] Revisão de Texto - nível intermédio.


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Qui, 23/Fev/12
Qui, 23/Fev/12

 

«A escritora britânica J. K. Rowling, autora da saga Harry Potter, acaba de anunciar que lançará em breve um novo romance, mas desta feita para adultos e “muito diferente” do seu habitual. A obra sairá simultaneamente em livro e formato digital, mas o título, data de publicação e conteúdo estão, para já, no segredo dos deuses.» Ler no Correio da Manhã e no iOnline.


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Qui, 23/Fev/12

«Uma colecção de histórias em BD que havia sido encontrada num sótão arrecadou 3,5 milhões de dólares num leilão em Nova Iorque na quarta-feira.» Ler no Diário Digital.


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Qui, 23/Fev/12

 

«Humbert Humbert, de Lolita, do escritor Vladimir Nabokov, ou Emma Bovary, de Madame Bovary, de Gustave Flaubert, e Lisbeth Salander, da trilogia Millennium, de Stieg Larsson, são algumas das personagens cujos rostos o público já pode ver online no site The Composites, do artista nova-iorquino [Brian Joseph Davis].» Ler no Diário Digital.

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Qui, 23/Fev/12

 

«Na sessão de abertura das Correntes d’Escritas foi apresentada a revista deste ano, dedicada a Eduardo Lourenço.» Ler no Cadeirão Voltaire.


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Qui, 23/Fev/12

«Diz-se muitas vezes que os jovens lêem pouco porque têm hoje uma variedade de coisas à sua disposição que, no imediato, são menos exigentes e lhes oferecem entretenimento garantido: televisão, jogos de computador e consola, Internet,chats, filmes que, frequentemente, são pirateados e vistos no computador. Estes últimos, porém, podem fazer alguma coisa pela leitura. Parece que, desde que foram distribuídos os filmes da série "Millenium" (primeiro, os suecos e, agora, a versão norte-americana do volume inicial), a leitura de policiais e afins está a aumentar em todo o mundo, diminuindo na mesma proporção as vendas de livros xaroposos ou de testemunhos algo demagógicos de mulheres e crianças maltratadas, que os especialistas crêem estar a dar as últimas.» Ler na íntegra aqui

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Qui, 23/Fev/12

 

Depois de ser galardoado com o Prémio Literário Casino da Póvoa/Correntes d'Escritas, Rubem Fonseca declarou efusivamente amar a língua portuguesa e terminou o discurso lendo o soneto «Busque Amor novas artes, novo engenho» de Luís de Camões. Leia no iOnline e n'A Volta do Parafuso, e veja o vídeo no Cadeirão Voltaire.


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Qui, 23/Fev/12

 

«Entre hoje e sábado a Póvoa de Varzim torna-se o epicentro da literatura nacional com o Correntes d'Escrita. Um festival que celebra os livros e os escritores de língua portuguesa e castelhana.» Espera-se que «mais de meia centena de escritores» esteja presente no evento. Ler no Diário de Notícias e no Diário Digital.


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Qui, 23/Fev/12

 

«O escritor brasileiro Rubem Fonseca é o vencedor do Prémio Literário Casino da Póvoa, atribuído no âmbito da 13ª edição do encontro literário Correntes D’Escritas, com o livro Bufo e Spallanzan. O vencedor do prémio, no valor de 20 mil euros, foi anunciado esta manhã.» Ler no Público.


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Qui, 23/Fev/12

«Angola pretende continuar a "divulgar e difundir os seus escritores, não só em Portugal, mas também no mundo", disse à Lusa Carmo Neto, escritor e secretário geral da União dos Escritores Angolanos, à margem do Correntes d'Escritas que começou [a noite passada] na Póvoa de Varzim.» Ler no Diário Digital.


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Qui, 23/Fev/12

 

Após a criação da secção 15/25, que tem o objetivo de publicar trabalhos em texto, ilustração e fotografia enviados por leitores entre os 15 e os 25 anos, a LER avança agora com uma nova iniciativa: Volta a Portugal 15/25. Todos os meses, escritores e colaboradores da revista visitarão escolas e bibliotecas do país a fim de divulgar o concurso. A ação arranca hoje, no âmbito do Correntes d'Escritas 2012 na Póvoa de Varzim. Leia aqui.


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Qui, 23/Fev/12

 

Começa hoje a Feira do Livro de Vilnius que decorrerá até dia 26 de fevereiro. 


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Qui, 23/Fev/12

 

É responsável por um dos mais francos sorrisos da Póvoa, e aí residirá um dos segredos da magia das Correntes. Luís Diamantino, paradoxalmente, é vereador e não anda em bicos de pés, daí que manifeste orgulho no nascimento de novos festivais inspirados nas Correntes e se preocupe com a criação de mais leitores. Diz-se farto de ouvir falar em crise e assume-se perverso q.b. para a enfrentar.

 

Quando as Correntes d’Escritas começaram, alguma vez pensou que atingiriam as proporções de hoje?

Quando começamos a fazer algo em que acreditamos, esperamos sempre conseguir o melhor. É com este espírito que estamos na vida e nas Correntes. Queremos sempre chegar mais longe. Como diz Cesário: «Os obstáculos estimulam-me, tornam-me perverso.»

 

Que outras medidas, na área da promoção da leitura, exerce a Câmara Municipal da Póvoa do Varzim ao longo do ano?

Na primeira quinzena de agosto, temos a Feira do Livro, sendo a 3.ª em volume de vendas no país. Temos uma média de 4 livros lançados, por mês, ao longo do ano. Somos uma Câmara Municipal com uma linha editorial própria, criando uma coleção e editando ou coeditando com uma grande frequência. Na nossa Biblioteca, possuímos espólios de grandes escritores e pensadores como Alexandre Pinheiro Torres, Francisco Gomes de Amorim, Flávio Gonçalves, Luísa Dacosta, Sousa Rebelo…

 

Como vê o aparecimento de outros festivais literários, que de alguma forma vão buscar a inspiração às Correntes d’Escritas?

Alguns deles revelam essa fonte. Sentimo-nos orgulhosos por sermos uma referência no campo cultural. O aparecimento de outros acontecimentos literários vem enriquecer o panorama cultural do país, motivar escritores e editores e, seguramente, criar mais leitores.

 

Como é que olha para o modelo da FLIP, em que os encontros são pagos? As Correntes d’Escritas poderão evoluir para esse sistema?

Em Portugal, ainda não chegámos a esse patamar. Podemos pagar, e bem, para assistir a um jogo de futebol; no entanto, sentimos alguma dificuldade em fazer o mesmo num evento cultural. Penso que havemos de lá chegar.

 

Que futuro prevê para os festivais literários em Portugal?

O futuro é moldado por nós. Os eventos que têm valor sairão reforçados. Só temos de adaptá-los à evolução dos tempos.

 

O que nos pode desvendar da edição de 2012 das Correntes d’Escritas?

Continuaremos a dar voz a jovens escritores, incentivaremos o gosto pela leitura e pela escrita junto dos mais novos, através de prémios literários direcionados a turmas do 4.º ano de escolaridade e a jovens até aos 18 anos. Iremos às escolas falar de livros e de literatura. Teremos na conferência de abertura a presença sempre sábia e cativante de D. Manuel Clemente, Bispo do Porto. Uma importante exposição de fotografias de Jorge Barros. A entrega dos prémios LER/Booktailors, muitos escritores, jornalistas, editores e uma multidão de leitores. Gostaria de realçar as presenças de Eduardo Lourenço e de Rubem Fonseca.

 

Que palavra já não consegue ouvir?

«Crise.»

 

Qual o seu maior ódio de estimação?

Não tenho ódios, muito menos de estimação. Mas não posso com a inveja.

 

Se pudesse fazer uma pergunta ao atual secretário de Estado da Cultura, qual seria?

E agora, Francisco José?!

 

Na atual conjuntura, como fazemos para que a língua portuguesa valha mais do que a PT, como apontou o ex-ministro da Cultura Pinto Ribeiro?

Deveríamos valorizá-la, não esquecendo os clássicos, como, infelizmente, estamos a fazer no ensino. A poesia trovadoresca faz parte da nossa vivência literária, Camões, Gil Vicente, Camilo… Acredito que o bom uso da língua dará origem a melhores falantes.

 

Acha que devíamos implementar o novo Acordo Ortográfico?

Não vejo grande necessidade. E Angola e Moçambique?…

 

Acha que o novo Acordo Ortográfico é fundamental para a sobrevivência e expansão da língua portuguesa?

A língua não se molda à força, ou por decreto. Ela adapta-se à região, ao clima e aos que a utilizam.

 

Dê-nos uma boa ideia para o setor editorial português.

Qualidade. Só qualidade!

 

 

©Rui Sousa 


Licenciatura em Línguas e Literaturas Modernas (Português/Francês) pela Faculdade de Letras da Universidade do Porto. Início de funções docentes em 1980/81, na Escola Secundária de Águas Santas. Adjunto do Gabinete de Apoio à Presidência da Câmara Municipal da Póvoa de Varzim, em 1994/96. Vereador, a tempo inteiro, na Câmara Municipal da Póvoa de Varzim, nas áreas do Turismo, Acção Social, Juventude, e Desporto, em 1996/97; nas áreas do Turismo, Acção Social, Desporto, Educação e Cultura, em 1998/2001, nas áreas do Turismo, Educação, Cultura, Juventude e do Desenvolvimento Local, entre 2001 e 2005; nas áreas da Educação e Ação Social, entre 2005 e 2009. Presidente da Direção da Associação Pró-Música, responsável pela Escola de Música da Póvoa de Varzim. Presidente do Conselho de Administração da Empresa Municipal Varzim Lazer, desde 2011. No presente mandato é vereador de Educação e Cultura.

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Campanha «Formai-vos!»: desconto de 50% para desempregados e recém-licenciados. Novidades 2012: [Lisboa] Oficina de Preparação de Original em Ambiente Digital, Comunicação Editorial, Livro InfantilRevisão de Texto - nível inicial; [Porto] Revisão de Texto - nível intermédio.


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Qua, 22/Fev/12
Qua, 22/Fev/12

 

«O Correntes d’Escritas, que acontece de 23 a 25 de Fevereiro, é uma “edição milagre”, porque este ano, em contexto de crise, foi conseguido “quase sem dinheiro, mas mantendo a qualidade”.» Ler no Porto 24.


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Qua, 22/Fev/12

 

«Os Correios de Portugal vão lançar na quinta-feira, 23, uma emissão filatélica e um livro, ambos com o título ‘A Palavra e a Imagem’.» O livro, da autoria de Paulo Mendes Pinto, «propõe ao leitor um percurso através de 50 episódios bíblicos retratados na arte portuguesa, numa conjugação entre a estética da pintura com a hermenêutica da palavra.» Ler no Correio da Manhã.

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Qua, 22/Fev/12

 

A Romance Writers Ink de Oklahoma criou uma polémica ao proibir que histórias sobre o amor entre pessoas do mesmo sexo participem no seu concurso literário. Devido à pressão da comunidade literária, a organização foi obrigada a cancelar o concurso e pedir desculpa através de uma declaração que, mesmo assim, não parece suficiente para os que se sentiram ofendidos. Leia aqui

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Qua, 22/Fev/12

O número de aquisições e investimentos da indústria editorial alemã aumentou significativamente em 2011, sobretudo devido ao investimento em modelos digitais. Leia aqui


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Qua, 22/Fev/12

 

«Um tribunal da localidade de Huizhou deu razão a uma queixa apresentada pela Proview, a empresa chinesa que afirma deter os direitos da marca iPad na China, e ordenou a retirada dos tablets da Apple das lojas chinesas.» Ler no Sol.

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Qua, 22/Fev/12

«Rui Zink é, além de escritor, professor universitário – e passam pelas suas mãos muitos estudantes que querem fazer carreira na edição (a Madalena, meu braço-direito cada vez mais indispensável, foi sua aluna de mestrado). E, apesar de ter uma imagem pública que se associa facilmente à paródia, à irreverência e à má-língua, diz coisas muito sérias que devem ser tomadas em conta sobretudo por quem escreve e deseja ver os seus textos publicados.» Ler na íntegra aqui

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Qua, 22/Fev/12

«Os sites library.nu e ifile.it, que permitiam fazer o download de livros protegidos pelos direitos de autor, foram encerrados.» Ler no Sol.


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Qua, 22/Fev/12

 

«Há 30 anos, o escritor britânico [Martin Amis] publicou um livro sobre videojogos com prefácio de Steven Spielberg. Na internet chega a custar 150 euros.» Ler no iOnline.


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Qua, 22/Fev/12

 

No sábado, dia 25, a partir das 19.30, no Auditório Municipal da Póvoa de Varzim, integrado na programação do festival Correntes d'Escritas 2012.


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Qua, 22/Fev/12

 

A Alemanha aderiu à Noite Mundial do Livro, iniciativa que teve origem no Reino Unido no ano passado. O objetivo do World Book Night é promover o prazer pela leitura e pelos livros, o que passa pela distribuição de um milhão de títulos com a ajuda de milhares de voluntários. A Alemanha vem juntar-se aos Estados Unidos e à Irlanda como os novos países a participarem na maior noite de livros do mundo. Leia aqui.   


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Qua, 22/Fev/12

No Reino Unido, os efeitos do corte nos fundos das bibliotecas públicas estão a ser muito debatidos. No entanto, há quem pense logo em maneiras de resolver o problema, desenvolvendo novas estratégias para aproveitar o máximo dos recursos disponíveis, novas tecnologias e até voluntariado para garantir que a qualidade de serviços não diminua. Leia aqui

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Campanha «Formai-vos!»: desconto de 50% para desempregados e recém-licenciados. Novidades 2012: [Lisboa] Oficina sobre o novo Acordo Ortográfico, Oficina de Preparação de Original em Ambiente Digital, Comunicação Editorial, Livro InfantilRevisão de Texto - nível inicial; [Porto] Revisão de Texto - nível intermédio.


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Ter, 21/Fev/12
Ter, 21/Fev/12

A Câmara Municipal das Lajes do Pico, em conjunto com a VerAçor Editores, promove o Prémio Literário Nacional Dias de Melo. São aceites a concurso obras inéditas ou editadas em 2011, nas categorias de romance, novela, conto e poesia. Os trabalhos devem ser entregues até dia 30 de maio. Saiba mais aqui.


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Ter, 21/Fev/12

O domínio da Amazon sobre a indústria do livro é tão grande, que os editores e livreiros se preocupam se esta influência terá fim. Por muito que as editoras não gostem das táticas usadas pela empresa, continuam a depender dela para vender livros. Leia aqui.


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Ter, 21/Fev/12

 

Para os agentes literários, a ideia de que a Amazon ia começar a editar livros foi extremamente positiva, porque imaginavam que o gigante tecnológico conseguiria oferecer adiantamentos maiores. Leia aqui.

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Ter, 21/Fev/12

O jornal britânico The Daily Mirror lançou em janeiro uma campanha chamada «We Love Reading», que durará o ano inteiro. O objetivo é promover o prazer pela leitura, focando-se principalmente nos leitores jovens. Leia mais aqui.   


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Ter, 21/Fev/12

 

É possível descarregar o iBook Author da Apple através do iTunes. O eBook Portugal sugere que os leitores criem o seu livro e o exponham no seu sítio. Leia aqui


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Ter, 21/Fev/12

 

Apesar de o conceito de manual digital ser demasiado recente para se avaliar a dimensão do seu sucesso, os valores adiantados pelo Global Equities Research provam que a iniciativa da Apple não está a correr nada mal, vendendo 350 mil títulos nos seus três primeiros dias. Leia aqui


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Ter, 21/Fev/12

 

Segundo o jornal Le Parisien, o presidente francês Nicolas Sarkozy está a preparar a edição de um livro com um certo teor autocrítico sobre o seu mandato. Entre os vários livros já editados por Sarkozy, destaca-se Ensemble, lançado durante a sua campanha presidencial em 2007. Leia aqui.  

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