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Qua, 30/Abr/14
Qua, 30/Abr/14

Veja mais aqui.

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Qua, 30/Abr/14

 

O Amante de Lady Chatterley é uma das obras adaptadas. Ler aqui.


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Qua, 30/Abr/14

 

«O escritor peruano Mario Vargas Llosa descartou a possibilidade de haver um novo "boom latino-americano" (movimento literário das décadas de 60 e 70 do qual participaram o próprio Vargas Llosa, Cortázar, Carlos Fuentes e García Márquez) pois, ainda que constantemente apareçam bons escritores, esse não despertam a mesma surpresa que a geração da década de 1970.» Ler no Diário Digital.


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Qua, 30/Abr/14

 

A 27.ª edição da Feira Internacional do Livro de Bogotá (FILBo) teve início ontem, 29, na capital colombiana, e decorre até ao dia 12 de maio. O Perú, que é em 2014 o país convidado de honra da feira, tem uma delegação em Bogotá composta por cerca de 250 pessoas, entre as quais 60 autores, encabeçados pelo vencedor do prémio Nobel da Literatura em 2010, Mario Vargas Llosa.

 

Em 2013, Portugal foi o país homenageado pela feira, e a língua portuguesa continua presente no evento. No dia 4 de maio, a FILBo acolhe a sessão «Dia da Língua Portuguesa e da Cultura da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa», em referência aos dois últimos convidados de honra da feira: Portugal e Brasil. Tal como anunciado, a língua portuguesa será o tema de uma série de debates, e serão lançadas algumas novidades editoriais.

 

Gabriel García Márquez é o grande homenageado do evento. O autor será lembrado um pouco por todos os espaços da FILBo, em especial no pavilhão colombiano do ministério da Cultura, onde será exposta parte da sua biblioteca privada.

 

Ler aquiaqui e aqui. Conheça o sítio da feira aqui.


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Qua, 30/Abr/14

 

Na próxima sexta-feira, dia 2, pelas 18.45, João Tordo e António-Pedro Vasconcelos participam no programa Ensaio Geral na Ferin, da Rádio Renascença, que se realiza no espaço da Livraria Ferin, numa sessão aberta ao público.

 

O escritor e o realizador vão estar à conversa com a jornalista Maria João Costa, em mais uma tertúlia do ciclo de conversas organizado conjuntamente pela Livraria Ferin, pela Rádio Renascença e pela Booktailors.

 

Esta é a sexta sessão do Ensaio Geral desde que o programa adquiriu um novo formato, no qual um escritor e uma personalidade de outra área debatem ideias.

 

A Livraria Ferin situa-se na rua Nova do Almada, 70-74.

 

No Ensaio Geral de outubro, a Ferin recebeu o escritor Afonso Cruz e o chef José Avillez. Ouça o programa aqui. Leia o artigo aqui.

 

No Ensaio Geral de dezembro, estiveram na Ferin D. Manuel Clemente e Gonçalo M. Tavares. Pode ouvir o programa aqui.

 

Em janeiro, a Ferin recebeu o escritor Pedro Vieira e o filósofo José Gil, programa que pode ouvir aqui.

 

Na edição de fevereiro, que pode ouvir aqui, o programa teve como convidados António Mega Ferreira e João Luís Carrilho da Graça.

Em março, o programa levou à Livraria Ferin Jacinto Lucas Pires e Mário Laginha (aqui).

 

No mês dos 40 anos do 25 de Abril de 1974, a Ferin recebeu o jornalista Adelino Gomes e o fotógrafo Alfredo Cunha (aqui).

 

Pode ainda conhecer os convidados da primeira edição do programa aqui.

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Ter, 29/Abr/14
Ter, 29/Abr/14


Figuras como a esposa de Vladimir Nabokov tiveram papéis essenciais de suporte: a mulher de Nabokov, por exemplo, salvou Lolita da incineração por várias vezes. Ler aqui.


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Ter, 29/Abr/14

 

«O escritor José Rentes de Carvalho será a figura homenageada na edição deste ano do festival Literatura em Viagem, que se realiza em Matosinhos entre sexta-feira e domingo.» Ler no Diário de Notícias.

 

«O escritor José Rentes de Carvalho vai ser homenageado a 10 de maio, em Matosinhos, na 8.ª edição do festival LeV - Literatura em Viagem, que apresenta como tema uma viagem aos territórios onde se move a literatura.

 

O ex-primeiro-ministro José Sócrates é a personalidade escolhida para a conferência inaugural desta edição do LeV, que decorre entre 09 e 11 de maio, na Biblioteca Municipal Florbela Espanca, em Matosinhos.

 

A Câmara de Matosinhos revelou hoje que, este ano, o LeV apresenta como tema "uma viagem aos territórios onde se move a literatura, através de mapas criados pelos livros", propondo aos convidados "uma reflexão sobre os novos mundos que a literatura contemporânea abre nesta 'era do vazio'".» Ler no Sol.

 

«Agendadas para sábado e domingo estão oito mesas de debate e uma mesa de encerramento. Os autores convidados serão desafiados a cartografar o quotidiano, o corpo, a identidade, as ideias, a história, a linguagem, até a própria literatura e viagem. Os debates serão protagonizados por Eduardo Lourenço, Carlos Fiolhais, Rui Ramos, António-Pedro Vasconcelos, Mafalda Veiga, Pedro Mexia, Miguel Araújo Jorge, Maria do Rosário Pedreira e Luís Miguel Rocha, entre muitos outros.» Ler no Marcador de Livros.

 

«A história, a identidade, as ideias, o quotidiano, são alguns dos muitos cenários onde se constrói o nosso património literário, pelo que o LeV decidiu juntar especialistas em ciência, cinema, história ou música para dialogar com autores lusófonos.» Ler no Projecto Adamastor.

 

«A sessão de homenagem a José Rentes de Carvalho, que terá lugar no dia 10, contará com a participação de Bruno Vieira Amaral, de Carlos Nogueira e do ex-secretário de Estado da Cultura Francisco José Viegas.» Ler no Diário de Notícias da Madeira.

 

Ler no BranMorrighan.


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Ter, 29/Abr/14

 

No entanto, a reprodução de elementos da obra ainda vai estar condicionada, lembrou em Bolonha o representante dos direitos da obra, Olivier d’Agay. Ler aqui.


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Ter, 29/Abr/14

 

«Numa data tão simbólica para Portugal, a Blimunda não poderia ficar alheia ao aniversário de 40 anos do 25 de Abril. Neste mês a revista dedica boa parte dos seus conteúdo à celebração da Revolução dos Cravos.» Via Fundação José Saramago.


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Ter, 29/Abr/14

 

«Para já anuncia-se uma nova tradução de Rilke, um dos seus poetas de sempre, no celebre Cartas a um Jovem Poeta, a sair nos próximos dia pela mão da editora portuense Modo de Ler.

 

Seguir-se-ão Retratos de Camões: um ensaio sobre os quadros que retratam o poeta renascentista português e ao qual Vasco Graça Moura se dedicou nos últimos meses de vida e que segundo ele "acrescentarão coisas novas ao que se sabe sobre a vida de Camões". Este ensaio sairá na editora Afrontamento.»

 

«Em declarações ao DN, o editor da Quetzal, Francisco José Viegas, anunciou que, provavelmente no próximo ano, deverá ser feita mais uma reedição da tradução da Divina Comédia de Dante, e de 366 Poemas que Falam de Amor». Ler no Diário de Notícias e no Notícias ao Minuto.

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Ter, 29/Abr/14

 

«O poeta e dramaturgo polaco Tadeusz Rózewicz, várias vezes candidato ao Nobel da Literatura e um dos autores mais importantes da literatura polaca do pós-guerra, morreu esta quinta-feira, aos 92 anos, em Wroclaw, no sudoeste do país, onde vivia desde meados dos anos 80.

 

Também romancista, argumentista e tradutor, Rózewicz recebeu em 2007, pelo conjunto da sua obra, o Prémio Europeu de Literatura». Ler no Público.


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Ter, 29/Abr/14

Curso de Livro Infantil,

por Carla Maia de Almeida

 

Objetivos:

Este curso não é um workshop de escrita criativa nem está vocacionado para ações pedagógicas associadas à leitura. Pretende-se, sim, explorar o universo do livro infantojuvenil tomando-o como objeto total, privilegiando a componente literária, mas sem negligenciar outros campos como a ilustração, a edição ou a tradução. Serão mostrados e trazidos à discussão dezenas de títulos recentes, sejam portugueses, traduções ou originais noutras línguas. Estas escolhas refletem o gosto pessoal e as idiossincrasias da formadora e não têm qualquer pretensão de exaustividade nem de doutrinação.

 

Público-alvo:

Estudantes de literatura, edição e educação; professores, bibliotecários e educadores; pais e outros mediadores da leitura junto das crianças; ilustradores; livreiros. Todos os que gostam de ler livros para crianças.

 

Formadora:

Carla Maia de Almeida nasceu em Matosinhos, a 12 de janeiro de 1969. É jornalista de imprensa desde 1992 e escreve atualmente na revista LER sobre livros infantojuvenis, área em que também faz traduções e formação. Licenciada e pós-graduada em Comunicação Social pela Universidade Nova de Lisboa, tem uma pós-graduação em Livro Infantil pela Universidade Católica Portuguesa. Na Caminho, publicou O Gato e a Rainha Só (ilustrações de Júlio Vanzeler, 2005); Não Quero Usar Óculos (ilustrações de André Letria, 2008), Ainda Falta Muito? (ilustrações de Alex Gozblau, 2009); e Onde Moram as Casas (ilustrações de Alexandre Esgaio, 2011). Publicou ainda um conto na coletânea Capuchinho Vermelho: Histórias Secretas e Outras Menos (Bags of Books, 2012) e A Lebre de Chumbo, uma edição da APCC — Associação para a Promoção Cultural da Criança (ilustrações de Alex Gozblau, 2012). Em 2013, saiu Irmão Lobo, o seu primeiro romance para o leitor adolescente e adulto, com ilustrações de António Jorge Gonçalves e a chancela do Planeta Tangerina. Vive em Lisboa e tem um blogue chamado O Jardim Assombrado.

 

Programa:

1.ª Sessão: Era uma vez um reino incerto

Apresentação. Que coisa é essa da «literatura infantil?»: algumas definições e aproximações críticas. Do livro de conceitos ao romance juvenil: diferentes géneros de um produto editorial específico mas pleno de ambiguidades. Alguns momentos-chave da história do livro infantil.

 

2.ª Sessão: Contar para dar nomes às coisas

Os contos como desdobramento da vida interior e construção de sentido. O lobo mau não é vegetariano: sobre a temida crueldade dos contos de fadas. Não há temas difíceis, apenas livros que funcionam (ou não). A importância de contar histórias e o impacto da tradição oral no livro infantil.

 

3.ª Sessão: A arte de iluminar as palavras

Breve história da ilustração do livro infantil. A evolução do picture story book (ou álbum) como campo contemporâneo de experimentação estética. Relação indissociável entre texto e imagem. O elo perdido no virar da página de um picture story bookPop-ups e livros só com imagens são literatura?

 

4.ª Sessão: Posso usar a palavra «vislumbrar»?

Escrever para crianças: a ilusão da facilidade. FAQ (Frequentes Atitudes Quadradas) e anti-FAQ de uma escritora. Como se faz um livro? Gestão de egos artísticos e metodologia de trabalho entre escritor e ilustrador. Escritores de livros para crianças e autoimagem.

 

5.ª Sessão: Some like it hot

Autores estrangeiros: dos clássicos da era de ouro das publicações juvenis aos nomes contemporâneos e indispensáveis num Plano Pessoal de Leitura. Anthony Browne, Babette Cole, David Almond, Edward Gorey, Emily Gravett, Jutta Bauer, Kate DiCamillo, Maurice Sendak, Neil Gaiman e Roald Dahl. Questões relativas à tradução.

 

6.ª Sessão: Isso não é para a tua idade!

Como escolher livros para crianças. Chaves de interpretação qualitativas para texto e ilustração. Orientação de leituras por idades, interesses temáticos e personalidade. A leitura literária como suporte de valores para o autoconhecimento e a interação da criança com o mundo.

 

Sugestões bibliográficas:

  • A Emancipação da Literatura Infantil, Manuel António Teixeira Araújo (Campo das Letras);
  • A Formação do Leitor Literário, Teresa Colomer (Global Editora);
  • Breve História da Literatura para Crianças em Portugal, Natércia Rocha (Caminho);
  • Children’s Literature, Peter Hunt (Blackwell Publishing);
  • Contar Con Los Cuentos, Estrella Ortiz (Palabras del Candil);
  • Illustrating Children's Books, Martin Salisbury (A & C Black);
  • Crítica, Teoria e Literatura Infantil, Peter Hunt (Cosac Naify);
  • Poética da Literatura para Crianças, Zohar Shavit (Caminho);
  • Psicanálise dos Contos de Fadas, Bruno Bettelheim (Bertrand);
  • Mujeres Que Correm Com Los Lobos, Clarissa Pinkola Estés (Ediciones B);
  • Words About Pictures, Perry Nodelman (Georgia).

 

Dados técnicos:

N.º de sessões: 6.

Datas: 8, 10, 15, 17, 22 e 24 de julho de 2014.

Horário: 18.30-21.30.

Total de horas: 18.

Propina: 150,00 €.

Descontos: 10 % para todos os ex-alunos Booktailors e estudantes e para pagamentos em duas prestações. (Os descontos são acumuláveis.)

 

Local: Bookoffice —Travessa das Pedras Negras, n.º 1, 3.º Dto. Lisboa.

 

Para se inscrever, por favor envie CV (com a referência: LivInf X) para: formacao@booktailors.com.

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Seg, 28/Abr/14
Seg, 28/Abr/14
(C) DR

 

A morte de Vasco Graça Moura, poeta, romancista e tradutor, foi amplamente difundida na imprensa e na blogosfera nacional.

 

Na imprensa:
- A Bola, aqui;
- Correio da Manhãaqui, aqui;
- Diário Digitalaqui, aqui, aqui, aqui, aqui, aqui, aqui, aqui;
- Diário Económico, aqui;
- Diário de Notícias, aquiaqui, aqui, aqui, aqui, aqui, aqui, aqui, aqui;
- Dinheiro Vivo, aqui;
- Expresso, aqui, aqui, aqui, aqui;
- iOnlineaqui, aqui, aqui;
- Jornal da Madeira, aqui;
- Jornal de Notícias, aqui, aqui, aqui, aqui, aqui, aqui;
- Públicoaquiaquiaqui, aqui;


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Seg, 28/Abr/14

«A Austrália, que vive em democracia há mais de cem anos, ainda tem um livro proibido oficialmente. Já teve centenas, sobretudo entre os anos 1950 e 1970. Sobrou um. O que resta é o Psicopata Americano, de Bret Easton Ellis, publicado em 1991. Em toda a Austrália o livro só pode ser vendido selado e a maiores de 18 anos. Mas no estado de Queensland, que tem quatro milhões de habitantes, não pode mesmo ser vendido. Como em relação às bebidas alcoólicas nos dry counties norte-americanos, quem quiser o livro tem de atravessar a "fronteira" ou comprá-lo clandestinamente. Tento imaginar becos escuros em Brisbane, mas as imagens são tão feias que desisto.» Leia o texto de Bárbara Reis no Público.


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Seg, 28/Abr/14

 

«O ex-primeiro-ministro José Sócrates, autor de A Confiança no Mundo, Sobre a Tortura em Democracia (ed. Verbo), é a personalidade escolhida para a abertura oficial da 8.ª edição do festival LeV - Literatura em Viagem, que decorre entre 9 e 11 de Maio, na Biblioteca Municipal Florbela Espanca, em Matosinhos.

 

Guilherme Pinto, presidente da Câmara de Matosinhos, que organiza o festival, confirmou à agência Lusa o convite que fez e que foi aceite por José Sócrates para a sessão de abertura do 8.º LeV, marcada para dia 9 de Maio.» Ler no Público.

 

«O ex-primeiro-ministro José Sócrates vai marcar presença na abertura oficial da 8.ª edição do festival LeV – Literatura em Viagem, que se vai realizar na Biblioteca Municipal Florbela Espanca, em Matosinhos, entre os dias 9 e 11 de maio. Segundo explicou o presidente da autarquia local, Guilherme Pinto, responsável pela organização do certame, o arranque da iniciativa conta sempre com a participação de personalidades que não estão diretamente ligadas à literatura em viagem.» Ler no VIVA!.

 

«O LeV reúne todos os anos em Matosinhos dezenas de escritores, nacionais e estrangeiros, num "encontro que pretende não só facilitar a comunicação e o contacto direto com público leitor, mas também contribuir para uma reflexão em torno da importância que a literatura assume nos dias de hoje e da forma como interage com outras áreas do conhecimento".» Ler na SIC Notícias e na RTP.

 

«Nas últimas edições do festival passaram por Matosinhos nomes como Luis Sepúlveda, Mia Couto, Adolfo Garcia Ortega, Ondjaki, Paul Theroux, Eduardo Lourenço, Siza Vieira, Manuel Sobrinho Simões, Alexandre Quintanilha, Maria Barroso, Eduardo Prado Coelho, Richard Zimler, Rentes de Carvalho, Rui Zink, Gonçalo Cadilhe, Júlio Machado Vaz, José Medeiros Ferreira, José Jorge Letria, José Luís Peixoto, Nuno Júdice, Francisco José Viegas ou Sérgio Godinho.» Ler no Diário Digital.

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Seg, 28/Abr/14

 

Desde 21 de abril e até 26 de maio, estão abertas as candidaturas ao 18.º Prémio Nacional de Ilustração, promovido pela DGLAB.

 

O prémio, que distingue um ilustrador por um conjunto de ilustrações originais de uma obra para crianças ou jovens, publicada durante o ano de 2013, tem o valor de 5 mil euros, acrescidos de 1.500 euros destinados a apoiar uma deslocação à Feira Internacional do Livro Infantil e Juvenil de Bolonha.

 

O cartaz do prémio é de Ana Biscaia, a vencedora do prémio em 2013. Conheça o regulamento na página da DGLAB, aqui.


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Seg, 28/Abr/14

«José Rentes de Carvalho é hoje, aos 83 anos, um dos mais reconhecidos escritores portugueses. Mas, a viver na Holanda há mais de meio século, onde há muito vende milhares de exemplares dos seus livros, só há três anos a sua obra começou a ser devidamente editada entre nós.» Leia a entrevista no Sol.


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Seg, 28/Abr/14

 

«O escritor peruano Mario Vargas Llosa garantiu que levará para o túmulo o segredo sobre a sua zanga com o colombiano Gabriel García Márquez, falecido na semana passada, para honrar o "pacto" entre os dois prémios Nobel da Literatura.

 

"García Márquez e eu fizemos um pacto, o de não alimentar os rumores sobre as nossas relações, e assim, ele morreu mantendo a sua palavra e eu morrerei cumprindo a minha", declarou Vargas Llosa na quinta-feira, durante uma visita a Caracas.» Ler no iOnline e no Diário Digital.

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Seg, 28/Abr/14

 

«Uma equipa de investigadores espanhóis começa hoje a analisar o solo da Igreja de las Trinitarias, em Madrid, para ver se encontra os restos mortais do autor de Dom Quixote». Ler no iOnline.

 

«Uma vez recolhidos os restos mortais, a última fase passará por identificar os mesmos através de características antropológicas, tais como as lesões que o escritor sofreu na Batalha de Lepanto, em 1571 - dois tiros no peito e um na mão esquerda.» Ler na RTP.

 

«Quase 400 anos depois da morte de Miguel Cervantes, começam hoje as buscas dos seus restos mortais no Convento das Trinitarias de Madrid, onde se acredita que foi enterrado cumprindo o seu desejo.» Ler no Jornal de Notícias.


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Seg, 28/Abr/14

 

«Dois anos depois de ter aprovado um programa estratégico que previa a duplicação da área da Biblioteca da Penha de França, o município vai entregar as actuais instalações deste equipamento à junta de freguesia e transferi-lo para o piso térreo de "um edifício de habitação jovem", com uma área praticamente idêntica à actual.

 

A biblioteca, uma das que permaneceram na esfera da Câmara de Lisboa com a descentralização de competências para as juntas de freguesia concretizada no passado mês de Março, foi inaugurada em Abril de 1964. Desde então, o equipamento funcionou num edifício que, segundo informações divulgadas num site da responsabilidade do Departamento de Bibliotecas e Arquivos do município, "remonta provavelmente aos finais do século XVI, tendo sido a casa nobre da antiga quinta de Alperche".»

 

«O Programa Estratégico Biblioteca XXI, que foi aprovado em Maio de 2012, previa que, até 2024, a Biblioteca da Penha de França duplicasse de área. Confrontada com este dado, a Câmara de Lisboa confirmou que era essa a intenção, "face ao número de utilizadores e de munícipes", mas sublinhou que "no plano não estava definido qual o local das novas instalações".» Ler no Público.


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Seg, 28/Abr/14

 

«O município de Bogotá vai distribuir 100 mil exemplares de três contos do escritor colombiano Gabriel García Márquez na edição de maio de um programa de promoção da leitura, informaram, esta quinta-feira, fontes oficiais.

 

Os contos vão ser distribuídos designadamente pelas bibliotecas e escolas públicas da capital da Colômbia, indicou a secretária da Cultura e Desporto, Clarisa Ruiz, em declarações aos jornalistas.» Ler no iOnline.

 

«Esta iniciativa é uma "homenagem que Bogotá presta a este grande escritor", afirmou a mesma responsável, acrescentando que vão ser realizadas atividades paralelas, como tertúlias ou oficinas de escrita criativa.» Ler no Diário Digital.
«Escritores e artistas cubanos prestaram, esta sexta-feira [25], em Havana, uma homenagem póstuma ao Nobel da Literatura Gabriel García Márquez.» Ler no Diário Digital.


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Seg, 28/Abr/14

 

«A directora da Casa Fernando Pessoa (CPF), Inês Pedrosa, demitiu-se do cargo que ocupava desde 2008, afirmando que a sua decisão se ficou a dever ao desejo de se dedicar a novos projectos.» Ler no Público.

 

«"A minha saída deve-se ao desafio para novos projetos, dos quais ainda não posso falar. Paralelamente, estou a escrever um romance que tem como pano de fundo esta especial crise que o País atravessa – e há um limite na capacidade de desdobramento das pessoas, pelo menos quando, como é o meu caso, nos empenhamos no que fazemos", afirmou ao CM a escritora, cujo mandato terminaria em 2015.» Ler no Correio da Manhã.

 

«A demissão foi tornada pública por Inês Pedrosa numa mensagem que foi lida na noite de quinta-feira num debate sobre liberdade na Casa Fernando Pessoa, "uma noite bonita para o fazer", considerou, em alusão à véspera da comemoração dos 40 anos do 25 de Abril.» Ler no iOnline.

 

«A mensagem de Pedrosa foi lida pela poeta e jornalista Filipa Leal que é uma das organizadoras dos Espaços em Volta.» Ler no Diário de Notícias.

 

«A escritora disse que a demissão, comunicada "há alguns dias" à EGEAC (Empresa de Gestão de Equipamentos e Animação Cultural, tutelada pela Câmara Municipal de Lisboa), decorre também dos seis anos que leva à frente da Casa Fernando Pessoa. "Não quer dizer que não tenha gostado muito de cá estar, mas o essencial que queria fazer está feito."» Ler no Diário Digital.

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Seg, 28/Abr/14
(C) DR

 

«Aníbal Cavaco Silva já apresentou condolências à família de Vasco Graça Moura, tendo divulgado através da página da Presidência na Internet o teor da mensagem. Nela lamenta a morte "de um dos maiores escritores portugueses das últimas décadas e um dos intelectuais que mais contribuíram para a afirmação e a projeção internacional da nossa cultura".» Ler no Diário de Notícias, no Diário Digital, no Sol e na RTP. Ver na RTP.

 

«A presidente da Assembleia da República, Assunção Esteves, disse hoje ter recebido "com profunda tristeza" a notícia da morte de Vasco Graça Moura, personalidade que marcou "indelevelmente a cultura" portuguesa e europeia.

 

"Graça Moura marca indelevelmente a nossa cultura e também a cultura europeia. Percorreu em suprema arte todos os domínios da literatura, poesia, ficção, teatro, tradução", afirma Assunção Esteves, num comunicado divulgado esta noite, em que transmite um "abraço de sentido pesar" à família e amigos.» Ler no Diário Digital e no Jornal de Notícias.

 

«"Portugal perdeu hoje um dos seus maiores cidadãos", afirmou o chefe do Governo numa mensagem divulgada ao início da tarde, onde acrescenta que foi com um "profundo pesar" que soube morte do presidente do Centro Cultural de Belém.

 

Afirmando que ambos estavam ligados por "laços de amizade", Passos Coelho lembrou que Vasco Graça Moura deixou um "vasto legado literário, marcado pela inspiração e pela dedicação à língua portuguesa, que enriqueceu como poucos, uma constante procura da identidade nacional e um clarividente pensamento sobre as raízes, a herança política e filosófica e o futuro da Europa".» Ler no Diário de Notícias, no Diário Digital, noSol e no Jornal de Notícias. Ver na RTP. Ler na RTP.

 

«O secretário de Estado da Cultura, Jorge Barreto Xavier, (...) confessou ter perdido um amigo: "O Vasco Graça Moura demonstrou sempre um notável sentido do dever, uma brilhante capacidade de visão e realização e foi sempre convicto das suas ideias, não fazendo nunca concessões a ninguém em relação ao modo como defendia os seus ideais. Fê-lo no Parlamento Europeu como deputado – pela defesa das suas convicções sobre a língua portuguesa –  fê-lo sempre nos vários domínios em que se manifestou, sendo por isso uma referência para a sociedade portuguesa."» Ler na Renascença, no Diário Digital, na RTP, no Jornal de Notícias e na TVI24.

 

«"Vasco Graça Moura era um intelectual sem medo, que não hesitava em afrontar com frontalidade o pensamento dominante", refere Nuno Crato, em comunicado, acrescentando que era um "polemista respeitado, não procurava a controvérsia fácil, mas não hesitava em exprimir com clareza as suas discordâncias".» Ler no Jornal de Notícias.

 

«"Foi com muita tristeza que soube da morte de Vasco Graça Moura, um grande amigo. Perdemos hoje um homem de excecional cultura que ficará na História das Letras Portuguesas", afirmou José Manuel Durão Barroso, numa mensagem enviada à agência Lusa.» Ler no Diário Digital e na RTP.

 

«A Câmara do Porto decretou para hoje e terça-feira dois dias de luto municipal pela morte de Vasco Graça Moura, "um dos grandes vultos da literatura portuguesa", natural da cidade, refere a página da autarquia na internet.

 

"Vasco Graça Moura era um dos grandes vultos da literatura portuguesa. A Câmara do Porto, por decisão do seu presidente, decretará dois dias de luto municipal pela sua morte, que se cumprirão segunda e terça-feira", lê-se no site do município.» Ler no iOnline, na Renascença, no Sol, no Jornal de Notícias, na SIC Notícias e no Porto24.

 

«O presidente Associação Portuguesa de Escritores, José Manuel Mendes, reagiu hoje [ontem] "com amargura" à "morte de um amigo querido", que considera ser um escritor maior da língua portuguesa.» Ler no Sol.

 

«Sobre ele [Vasco Graça Moura] diz Francisco José Viegas, diretor editorial da Quetzal Editores: "Pessoalmente, era um homem superiormente inteligente, sensível, dedicado à literatura, inquietado pela literatura. Vasco Graça Moura é um dos nossos grandes poetas europeus, um clássico que ultrapassou a fragilidade e as maldições do tempo – a sua obra, a sua intuição minuciosa e cheia de cultura, de erudição e de leveza, deviam ser motivo suficiente para relermos, também, a beleza terrível da sua Poesia Reunida.

 

A Quetzal, que publica a sua poesia e a sua ficção, bem como as inúmeras traduções premiadas que nos deixou, sofre com a perda de um autor sublime. Como o próprio Vasco Graça Moura dizia recentemente, "está a faltar poesia em Portugal". Infelizmente, deixou-nos um dos nossos grandes poetas.» Ler no sítio da Quetzal.

 

«O poeta Nuno Júdice lamentou hoje [ontem] a morte de Vasco Graça Moura, que classificou como "uma enorme perda" para a cultura portuguesa, sublinhando que o autor deixa "uma obra considerável".» Ler no Diário de Notícias e no Sol. Ouvir na RTP.

 

«Num comentário à notícia da morte de Vasco Graça Moura, António Mega Ferreira, seu amigo há quase quatro décadas, afirmou ao DN que estamos "naturalmente perante uma grande perda" e sublinhou a importância dos contributos do atual presidente do CCB "no plano intelectual e de intervenção cívica".

 

Para António Mega Ferreira, que dirigiu o CCB até ser substituído por Vasco Graça Moura no início de 2012, com a morte deste "desapareceu um dos intelectuais mais distintos dos últimos 40 anos em Portugal".» Ler no Diário de Notícias.

 

«Em declarações à Antena 1, o amigo "íntimo há muitos anos" Miguel Veiga recorda "literariamente um génio, que ultrapassava em muitas medidas o que se costuma chamar de génio pela sua produção, criatividade, diversidade e pela obra que nos deixou e que ficará para sempre ligada à história da literatura portuguesa".

 


O embaixador José Cutileiro confessa à Antena 1 que fica "com muitas saudades" de Vasco Graça Moura, "um amigo excelente e pessoa atenciosa e dedicada". Fica a "memória de uma pessoa inteiramente dedicada à literatura e fiel à sua musa, isto é, ao gosto profundo que tinha pela poesia e pela literatura em geral".» Ler e ouvir na RTP.

 

«O presidente do Partido Popular Europeu (PPE), Joseph Daul, afirmou hoje que Vasco Graça Moura deixa "um legado e uma contribuição única para a literatura portuguesa e europeia" e apontou-o como um "grande poeta, político e intelectual".» Ler na RTP.

 

«A escritora, poeta e editora Maria do Rosário Pedreira afirmou ao PÚBLICO: "Com a morte de Vasco Graça Moura, perdemos um dos nossos últimos verdadeiros intelectuais: um homem com uma cultura extraordinária da grande e da pequena história, melómano, literato, e um criador invulgar que nos lega uma obra felizmente bastante extensa e ainda, por meio das suas traduções, a obra de muitos outros autores de épocas e estilos diferentes com a sua marca poética muito especial.» Ler no Público.

 

«A escritora e poetisa Maria Teresa Horta disse que Portugal perdeu um grande poeta e um defensor da língua portuguesa, com a morte de Vasco Graça Moura."Portugal perde um grande poeta, um defensor da língua portuguesa. O Vasco foi dos grandes defensores da pureza da linguagem contra esta mudança que se pretende, este terrível atentado contra a língua portuguesa que é o acordo ortográfico", disse.Em declarações à Lusa, a escritora lamentou a morte do seu amigo, afirmando que "os poetas não deviam morrer".»

 

«Também o poeta, tradutor e antigo administrador da Gulbenkian, Pedro Tamen, transmitiu admiração por Vasco Graça Moura, como homem e como artista, e recordou a sua "luta" contra "a aberração que é o acordo ortográfico".

 

"É uma tristíssima notícia, embora esperada [pois] sabia que ele estava gravemente doente. Eu admirava-o muito como figura, mas também como pessoa, como homem e como artista, sem dúvida alguma", disse à agência Lusa Pedro Tamen.» Ler na TVI24.

 

«A presidente do Instituto Camões lamentou hoje a morte de Vasco Graça Moura e realçou a sua importância na cultura portuguesa, da edição de clássicos, à tradução de grandes poetas e à dimensão de escritor, poeta e romancista. "Uma grande perda, um grande homem e ficamos todos de luto", disse à agência Lusa Ana Paula Laborinho, acrescentando que "era, de facto, uma figura fundamental da cultura portuguesa, mais recentemente à frente do Centro Cultural de Belém, também aí procurando imprimir essa orientação" no sentido da sua valorização.» Ler no iOnline e no Jornal de Notícias.

 

«É um grande amigo que perco, que conheço há cerca de quarenta anos e com quem tive sempre uma relação de admiração e estima pessoal. Membro activo do Centro Nacional de Cultura deixa-nos um lugar insubstituível. Sempre nos encontrámos numa ligação muito próxima e de confiança mútua. É uma das grandes referências da cultura portuguesa contemporânea. O Vasco era de uma inteligência viva, acutilante, claríssima e determinada. Não podemos esquecer o poeta e o ensaísta dotadíssimos.» Leia o texto de Guilherme d'Oliveira Martins na Renascença.

 

«O musicólogo Rui Vieira Nery defende que o escritor Vasco Graça Moura vai fazer falta no debate político e na vida cultural, destacando "este exemplo de alguém que não se refugia numa nuvem intelectual longe da realidade e que vem para a praça pública e discute, se interessa por política e tem opiniões e ajuda a formar a opinião pública".» Ler e ouvir na RTP.

 

«Vasco Graça Moura não era apenas Vasco Graça Moura. Era muitos Vasco Graça Moura. Era um cidadão politicamente empenhado. Bateu-se por todas as causas em que acreditava. Dizia sempre o que pensava. Ocupou muitos e importante cargos, todos de serviço público.  Era um combatente cívico pelas grandes causas. Foi, com Mega Ferreira, o responsável por Portugal se ter candidatado ao sonho de organizar a Expo 98 - e de ter ganho. A última causa porque se bateu denodadamente foi contra o Acordo Ortográfico.» Leia a opinião de Nicolau Santos no Expresso.

 

«Vasco foi para terras que ele conhece melhor do que eu, ou não tivesse traduzido primorosamente A Divina Comédia, de Dante Aligheri, obra em que os percursos depois da morte são pormenorizadamente explorados e explicados.» Leia o texto de Henrique Monteiro no Expresso.

 

«O ministro dos Negócios Estrangeiros, Rui Machete, recorda os tempos que conheceu o escritor e tradutor Vasco Graça Moura e salienta que a sua franqueza faz falta na sociedade portuguesa.» Ler e ouvir na RTP.

 

«Vasco Graça Moura, que conheci, graças às guerras contra o Acordo Ortográfico, era um homem muito bem educado. Mas não era um hipócrita. Quando entrava na eterna e bendita briga interpartidária, entrava com toda a força das cacetadas verbais, em que as "cacetadas" faziam questão de nunca serem físicas.» Leia o texto de Miguel Esteves Cardoso no Público.

 

«Temos de agradecer sobretudo a Vasco Graça Moura ele ser um mestre inspirador, precisamente neste tempo em que parece que vivemos com menos alma e que os mestres escasseiam.» Leia o texto de José Tolentino Mendonça na Renascença.

 

«Vasco Graça Moura encarnou nas últimas décadas, como nenhuma outra figura em Portugal, o espírito dos studia humanitatis que marcou os homens do Renascimento europeu, esforçando-se por transparecer esse espírito na dimensão criativa como na dimensão cívica.» Leia o texto do escritor Rui Lage no Público.

 

«Nestes dias que choram a sua morte, e diante da diversidade inabarcável dos seus talentos, muitos hesitam sobre o campo das artes ou das letras em que verdadeiramente foi genial. Uns preferem o ensaísta, muitos escolhem o poeta, outros elegem o tradutor, alguns visam o romancista, menos apontam o político, vários destacam o gestor cultural. Em todos estes campos das letras, das artes e da vida – das vidas, em suma –, ele se distinguiu e sobressaiu e, em todos eles, mesmo quando não foi genial, ele revelou o génio.» Leia o texto de Paulo Rangel no Público.

 

«Muitos recordarão sempre Vasco Graça Moura como escritor notável, poeta marcante, ou o incrível tradutor - o melhor que no mundo - d' "os italianos", mas também como o tradutor "oficial" de Dante, Moliére, Rostand, Racine, ou até como letrista de fados. Outros, que com ele lidaram de perto, lembrarão o Vasco como alguém de notável e mordaz humor, dilacerante e oportuno como poucos mas, sobretudo, um bom amigo e um bom "garfo".» Ler no Expresso.

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Seg, 28/Abr/14
(C) Paulo Sousa Coelho

 

«Poeta e tradutor de grandes poetas, romancista, ensaísta, dramaturgo, cronista, antologiador, historiador honoris causa, advogado, político, gestor cultural – e podiam acrescentar-se várias outras actividades –, [Vasco] Graça Moura foi um improvável espírito renascentista encarnado neste presente um pouco caótico de mais para o seu assumido gosto pela ordem e pela disciplina. Mesmo que nos fiquemos pela sua obra literária em sentido lato, seria talvez preciso recuarmos a um Jorge de Sena para encontrarmos um antecessor convincente da diversidade, qualidade e intensidade do seu trabalho criativo e intelectual.» Ler no Público.

 

«Quando se ordenam assim, ano a ano, os trabalhos e os dias de Vasco Graça Moura, o que mais impressiona é a sua capacidade de trabalho. Veja-se o ano de 1987: tem 45 anos e desempenha diversas e exigentes funções públicas, mas arranja tempo para publicar um livro de poemas, dois volumes de ensaios, o seu romance de estreia e uma peça de teatro.» Ver a cronologia no Público.

 

«Venceu diversos prémios, entre eles em 2008, o Prémio Tradução do Ministério da Cultura italiano pela tradução da Divina Comédia de de Dante. O Prémio Pessoa chegou em 1995. Um ano antes tinha ganho o Prémio da Poesia do PEN Club, entre outras distinções.» Ler na Renascença.

 

«Vasco Graça Moura, escritor e atual presidente do CCB, morreu este domingo, em Lisboa, vítima de doença prolongada.

 

O escritor, que morreu aos 72 anos, não resistiu a um cancro. Vasco Graça Moura nasceu no Porto e era advogado de formação, tendo enveredado depois pelo mundo da cultura, completando meio século de vida literária dedicada ao romance, poesia, ensaio, crónicas, diários e traduções.» Ler no Diário Digital.

 

«Poeta, ensaísta, romancista, dramaturgo, cronista e tradutor de clássicos, Vasco Graça Moura nasceu no Porto, na Foz do Douro, em 1942, licenciou-se em Direito, pela Universidade de Lisboa, e chegou a exercer a advocacia, de 1966 a 1983, até a carreira literária se estabelecer em pleno.

 

Na altura, apenas a poesia definia a sua expressão, com títulos como Modo mudando, estreia nas Letras, em 1962, a que se seguiram títulos como Semana inglesa e O mês de dezembro. Mas Vasco Graça Moura era também o jurista, o gestor e o político.» Ler no Diário de Notícias, na RTP e no Sol. Ver na RTP. Ver galeria fotográfica aqui.

 

«Integrou o 4.º e 6.º governos provisórios depois do 25 de Abril, foi diretor da RTP2 e, entre outros cargos, administrador da Casa da Moeda.» Ler na SIC Notícias.

 

«O corpo do escritor e poeta Vasco Graça Moura, que morreu ao fim da manhã [de ontem, 27], vai estar hoje [27] em câmara ardente, a partir das 19.00, na Basílica da Estrela, em Lisboa, disse fonte da agência funerária.

 

Na segunda-feira, terá lugar uma cerimónia de homenagem ao escritor e poeta na mesma basílica.

 

O funeral está marcado para terça-feira, estando as cerimónias religiosas marcadas para as 10.00, seguindo para o cemitério dos Olivais.» Ler no Diário Digital. Ver na RTP. Ler na RTP.

 

«O funeral realiza-se terça-feira às dez horas da manhã, com uma missa presidida pelo padre [José] Tolentino Mendonça. O corpo seguirá para o cemitério dos Olivais, onde será cremado.» Ler no Diário de Notícias e no Sol.

 

«A notícia provocou uma onda de reações de pesar junto de políticos e intelectuais portugueses, que se reuniram ao fim da tarde na Basílica da Estrela, em Lisboa, para prestar homenagem a uma figura que todos estimam "insubstituível".» Ler no Correio da Manhã.

 

«O Presidente da República e o primeiro-ministro estiveram entre as inúmeras figuras públicas que se deslocaram hoje [ontem, 27] à Basílica da Estrela, em Lisboa, para prestar homenagem ao poeta, ensaísta, romancista e tradutor Vasco Graça Moura, que morreu hoje vítima de cancro.» Ler no Diário de Notícias e no Jornal de Notícias.

 

«Detentor de vários prémios literários, foi um ativo crítico do acordo ortográfico atualmente em vigor em Portugal.» Ler no Diário de Notícias.

 

«Romancista, poeta, ensaísta, tradutor, ex-deputado e ex-secretário de Estado, Vasco Graça Moura foi alvo de várias homenagens este ano, nomeadamente pela Fundação Gulbenkian». Ler no iOnline e no Sol.

 

«O Expresso entrevistou Vasco Graça Moura a propósito dos 50 anos de carreira do escritor, a 26 de maio de 2012. Foram cinquenta perguntas para meio século de carreira literária de um poeta que gostaria de ter sido artista plástico e acabou por exercer a advocacia.» Ler a entrevista no Expresso.

 

«Recebeu o Prémio Pessoa, o Prémio Vergílio Ferreira, os prémios de Poesia do PEN Clube Português e da Associação Portuguesa de Escritores, que também lhe atribuiu o Grande Prémio de Romance e Novela, a Coroa de Ouro do Festival de Poesia de Struga, o Prémio Max Jacob de França para Poesia Estrangeira, o Prémio de Tradução do Ministério da Cultura de Itália e a Medalha de Florença, o Prémio Morgado de Mateus, para o conjunto da obra, o Prémio Europa - Cátedra David Mourão-Ferreira da Universidade de Bari, em Itália, e a Ordem de Santiago de Espada, entre outras distinções.» Ler no Record.

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Seg, 28/Abr/14

 

O escritor João Tordo e o realizador António-Pedro Vasconcelos são os convidados do Ensaio Geral na Ferin em maio.

 

João Tordo nasceu em Lisboa em 1975. Estudou Filosofia, Jornalismo e Escrita Criativa, em Londres e Nova Iorque, e trabalhou como guionista de séries televisivas e formador de workshops de escrita criativa. Com o romance As Três Vidas venceu, em 2009, o prémio José Saramago. Publicou, até à data, sete romances: O Livro dos Homens sem Luz (2004), Hotel Memória (2007), As Três Vidas (2009), O Bom Inverno (2010), Anatomia dos Mártires (2011), O Ano Sabático (2013) e o recém-lançado Biografia Involuntária dos Amantes (2014).

 

Nascido em 1939, António-Pedro Vasconcelos é um dos realizadores da vaga do Cinema Novo português. Realizou filmes como Perdido por Cem (1973), O Lugar do Morto (1984), Jaime (1999),  Call Girl (2007) e A Bela e o Paparazzo (2010). Dirigiu e colaborou com várias publicações no âmbito do cinema e da crítica literária, e foi um dos fundadores do Centro Português de Cinema. Presidiu à Associação Portuguesa de Realizadores, ao Secretariado Nacional do Audiovisual e ao Conselho de Opinião da RTP. Foi professor da Escola de Cinema do Conservatório Nacional e na Universidade Moderna de Lisboa. Em 1992, foi nomeado grande-oficial da Ordem do Infante D. Henrique.

 

O programa Ensaio Geral na Ferin é gravado na livraria na primeira sexta-feira de cada mês, numa organização conjunta da Rádio Renascença, Booktailors e Livraria Ferin. A entrada é livre.

 

O início da segunda edição do programa inaugurou também o seu novo formato, no qual, a partir de agora, um escritor e uma personalidade proveniente de outra área estarão em diálogo em cada sessão.

 

Ouça a edição de novembro aqui (que juntou Afonso Cruz e José Avillez), a edição de dezembro aqui (na qual estiveram D. Manuel Clemente e Gonçalo M. Tavares), a edição de janeiro aqui (que contou com Pedro Vieira e José Gil), a edição de fevereiro aqui (que teve como convidados António Mega Ferreira e João Luís Carrilho da Graça), a edição de março aqui (que levou à Ferin Jacinto Lucas Pires e Mário Laginha) e a edição de abril aqui(com Adelino Gomes e Alfredo Cunha).

 

Pode ainda conhecer os convidados da primeira edição do programa aqui.


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Seg, 28/Abr/14

Escrevi uma história para crianças – como posso melhorá-la?,

por Margarida Fonseca Santos

 

Objetivos:

Escreve-se muito para crianças, mas será esta escrita apurada, desafiante, divertida e profunda? Os perigos espreitam, com moralidades impostas, textos simplistas em vez de claros e intensos, com muletas em excesso, pois acreditamos, erradamente, que funcionam. Neste curso de 6 horas, iremos trabalhar sobre textos já construídos e perceber como podemos melhorá-los, subverter-lhes a previsibilidade, torná-los fonte de prazer, pensamento e crescimento, sem impor nada ao leitor.

 

Público-alvo

Autores de textos para crianças.

 

Formadora:

Margarida Fonseca Santos foi professora de Pedagogia e de Formação Musical em várias escolas, nomeadamente na Escola Superior de Música de Lisboa. Começou a escrever em 1993. Estudou Escrita Criativa, Escrita para Teatro, Guionismo e Curta-Metragem. Tem vários livros publicados, sendo a maioria na área infantojuvenil; mais de metade está incluída no PNL. Ganhou vários prémios literários em conto, novela e romance. Escreve regularmente para teatro, tanto para crianças como para adultos. Dinamiza oficinas de escrita criativa, escrita para teatro e escrita para crianças e jovens. O seu último romance é Deixa-me Entrar na Tua Vida. Escrita em Dia (2013) é um manual de escrita criativa, recheado de estratégias e exemplos. Publica todos os meses, no suplemente de Educação do Jornal de Letras, um conto. É responsável pelo blogue histórias em 77 palavras.

 

Programa:

1. A moralidade – o maior perigo

2. Personagens, espaço e tempo – a ação como ponto de partida

3. Diferença entre simplicidade e texto simplista

4. A metáfora na escrita para crianças

5. Narradores da vida real

 

Dados técnicos:

N.º de sessões: 2.

Datas: 13 e 15 de maio de 2014.

Horário: 18.30 – 21.30.

Total de horas: 6.

Propina: 55 €.

Descontos: 10% para todos os ex-alunos Booktailors e estudantes e para pagamentos em duas prestações. (Os descontos são acumuláveis.)

 

Local da formação: Bookoffice — Travessa das Pedras Negras, n.º 1, 3.º direito, 1100 - 404 Lisboa.

 

Para se inscrever, por favor envie CV (com a referência: EHC I) para: formacao@booktailors.com.

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Conheça a oferta formativa da Booktailors no 1.º semestre de 2014: Curso de Produção e Orçamentação GráficaEscrevi uma história para crianças – como posso melhorá-la?Curso de Revisão de Texto — nível intermédioOficina de Preparação de Original em Ambiente Digital, Curso de Livro Infantil.

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Dom, 27/Abr/14
Dom, 27/Abr/14

 

Retirado daqui.

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Sáb, 26/Abr/14
Sáb, 26/Abr/14

 

Retirado daqui.

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Sex, 25/Abr/14
Sex, 25/Abr/14

 

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Qui, 24/Abr/14
Qui, 24/Abr/14

 

«O escritor, músico e encenador uruguaio Álvaro García de Zúñiga, que vivia em Portugal desde os anos 1990, morreu na quarta-feira, aos 56 anos, revelou hoje fonte do Teatro Municipal São Luiz.» Ler no Diário Digital.

 

«O autor tinha prevista a encenação de Macbeth a peça escocesa, de Shakespeare, em maio, no Centro Cultural de Belém, mas a estreia foi cancelada.» Ler no Diário de Notícias.

 

«Nascido em Montevideo, em 1958, Zúñiga estudou violino e composição no Uruguai e na Argentina, onde passou a juventude, passando a residir e trabalhar em Portugal a partir dos anos 90.» Ler no Correio da Manhã.

 

«Para Alvaro García de Zúñiga, "a língua (e as línguas) são a matéria prima do trabalho.(...) Uma língua sem nacionalidade específica que se diverte a cruzar-se com outras línguas e a inverter as convenções linguísticas", lê-se na biografia na página oficial da associação blablaLab, que o autor fundou em 1996 com Teresa Albuquerque.» Ler no Público.

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Qui, 24/Abr/14

 


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Qui, 24/Abr/14

 

«O centenário de nascimento do poeta, cientista e crítico José Blanc de Portugal é assinalado pela Biblioteca Nacional, a partir de hoje, com uma exposição na Sala de Referência da instituição, em Lisboa.» Ler no Diário Digital.


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Qui, 24/Abr/14

 

De acordo com a organização, passaram pela feira cerca de 300 mil pessoas.

 

A proposta deverá ser votada na próxima terça-feira, segundo o presidente da câmara, Henrique Eduardo Alves.

 

A inclusão de conteúdos multimédia no Programa Nacional do Livro Didático (PNLD) para o ensino médio em escolas públicas a partir de 2015 vai, na avaliação das editoras, impulsionar o mercado de livros digitais.

 

A curva de crescimento das vendas de livros digitais no Brasil, no primeiro ano de atuação dos grandes plataformas internacionais (Amazon, Apple, Google, Kobo), é maior do que a curva de crescimento no mercado dos Estados Unidos na mesma situação.

 

O ciclo de conferências Fronteiras do Pensamento recebe o escritor britânico Salman Rushdie no dia 14 de maio e, no dia 28, o filósofo político norte-americano Michael Sandel.

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Qui, 24/Abr/14

 

O próximo Porto de Encontro, que tem lugar na Biblioteca Municipal Almeida Garret, no Porto, está marcado para sábado, 26 de abril, pelas 15.30, e celebra os 40 anos do 25 de Abril de 1974.

 

Adelino Gomes e José Salvador estarão na sessão como oradores, e estão ainda previstas leituras por Ilda Figueiredo, Paulo Cunha e Silva e Luís Humberto Marcos, bem como momentos musicais.

 

Saiba mais na página do evento no Facebook e no Babel.


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Qui, 24/Abr/14

 

«Duas obras de Eça de Queiroz vão estar reunidas no primeiro volume de uma coleção em chinês, a ser lançada em agosto, em Macau e na China, disse à agência Lusa o vice-presidente do Instituto Cultural, Yao Jing Ming.» Ler no Diário Digital.

 

«"Estamos na fase de concretização. O lançamento está previsto para agosto", afirmou hoje Yao Jing Ming, à margem de uma palestra sobre "O Livro e os Direitos de Autor".

 

A nova coleção, intitulada "Espelho do Mar" - um dos muitos nomes atribuídos a Macau -, resulta de um contrato assinado, este ano, entre o Instituto Cultural de Macau e a chinesa Editora de Literatura do Povo, para a coedição de autores estrangeiros em Macau e na China Continental.» Ler na RTP.


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Qui, 24/Abr/14

 

«A historiadora Maria de Fátima Bonifácio foi esta quarta-feira galardoada, em Lisboa, com o Prémio Grémio Literário 2013, que distingue obras originais de autores portugueses nas temáticas do século XIX em Portugal, anunciou aquela entidade.

 

De acordo com o presidente do Grémio Literário, José Macedo e Cunha, o júri decidiu atribuir o prémio à obra da historiadora Um homem singular - Rodrigo da Fonseca Magalhães 1787-1858, publicado pelas Edições Dom Quixote, em 2013.» Ler no Público.

 

«Para a escolha da obra, o júri, presidido por José Augusto França, pesou "a excelência da biografia política que faltava, sobre uma personagem fundamental da História de Portugal de meados do século XIX".» Ler no Diário Digital.

 

«A sessão, que assinalou o 168.º aniversário do Grémio Literário, contou com a presença do secretário de Estado da Cultura, Jorge Barreto Xavier, por ocasião do Dia Mundial do Livro.» Ler na RTP.


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Qui, 24/Abr/14

 

Em maio, o Ensaio Geral na Ferin junta à jornalista Maria João Costa o escritor João Tordo e o realizador António-Pedro Vasconcelos. Transmitido semanalmente e gravado uma vez por mês na Livraria Ferin (rua Nova do Almada, 70-74, Lisboa), o Ensaio Geral tem lugar na livraria no dia 2 de maio, pelas 18.45. A entrada é livre.

 

Este ciclo de tertúlias tem levado, nas primeiras sextas-feiras de cada mês, um autor e uma personalidade de outra área ao espaço desta livraria, para debate de ideias e uma conversa com o público presente.

 

O Ensaio Geral é uma iniciativa conjunta da Livraria Ferin, Rádio Renascença e Booktailors.

 

Ouça a edição de novembro aqui (que juntou Afonso Cruz e José Avillez), a edição de dezembro aqui (na qual estiveram D. Manuel Clemente e Gonçalo M. Tavares), a edição de janeiro aqui (que contou com Pedro Vieira e José Gil), a edição de fevereiro aqui (que teve como convidados António Mega Ferreira e João Luís Carrilho da Graça), a edição de março aqui (que levou à Ferin Jacinto Lucas Pires e Mário Laginha) e a edição de abril aqui (com Adelino Gomes e Alfredo Cunha).

 

Pode ainda conhecer os convidados da primeira edição do programa aqui.


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Qui, 24/Abr/14
O Grupo Bertrand Círculo pretende admitir um livreiro ou livreira para uma loja Bertrand de Lisboa.

 

Perfil pretendido:
- experiência profissional em atendimento ao público;
- habilitações literárias ao nível do 12.º ano;
- boa apresentação e postura;
- sentido de responsabilidade;
- perspicácia;
- disponibilidade para trabalhar em horários diferenciados, em regime de part-time.

Oferta:
-integração em empresa de grande prestígio no mercado livreiro;
- formação.

Contacto: Para se candidatar deve preencher o seu Curriculum Vitae no sítio da Bertrand, aqui.

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Qua, 23/Abr/14
Qua, 23/Abr/14

 

«Em colaboração com o especialista na obra do escritor português, o colombiano Jerónimo Pizarro, vai ser lançado um livro com poemas de Pessoa "escritos em inglês e inéditos".

 

A livraria móvel de Lisboa Tell a Story vai começar a editar livros ainda antes do verão, anunciou esta quarta-feira um dos responsáveis do projeto, Domingos Cruz.» Ler no Correio da Manhã.

 

«O responsável falava aos jornalistas no âmbito da visita turística 'Lisboa literária' e acrescentou que a editora vai lançar uma adaptação em inglês do Livro do Desassossego, também de Pessoa, com uma escolha de passagens (do mesmo livro) que se concentram em Lisboa.

 

Por altura do Feira do Livro, a nova editora quer também apresentar a primeira tradução do livro de Afonso Cruz, Jesus Cristo Bebia Cerveja.» Ler no Sol.

 

«Durante algum tempo estas obras serão de venda exclusiva na livraria móvel, mas depois deverão ficar disponíveis nas lojas do aeroporto e em locais turísticos como o castelo da capital.» Ler no Diário de Notícias.

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Qua, 23/Abr/14

Conheça-as aqui.

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Qua, 23/Abr/14

 

O espaço Coworklisboa recebe hoje, pelas 18.30, uma sessão com cinco autores. «A Minha Vida deu um Livro» vai juntar Rui Marques, Paulo M. Morais, Laura Alves, Maria do Carmo Piçarra e Octávio dos Santos, que falarão sobre os seus livros, o que os levou a escrever e as dificuldades que enfrentaram.

 

O Coworklisboa situa-se na LX Factory, em Alcântara. Saiba mais aqui e no Facebook.


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Qua, 23/Abr/14

 

A propósito do Dia Mundial do Livro, a FNAC lança hoje mais uma edição de «O Prazer da Leitura», uma série que reúne contos inéditos de autores portugueses.

 

O sétimo volume é ilustrado por António Jorge Gonçalves e apresenta trabalhos inéditos de David Machado, Hélia Correia, Luís Carlos Patraquim, Nuno Camarneiro e Teolinda Gersão.

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Qua, 23/Abr/14

 

«Livreiro há 46 anos, Antero Braga, da Livraria Lello, continua a acreditar no papel da leitura na formação de cidadãos conscientes e críticos. E diz que "a liberdade e a cultura são indispensáveis para que se seja feliz". Hoje é Dia do Livro.» Ler no Público.


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Qua, 23/Abr/14

«Desde 1969 que a Biblioteca Nacional [de Portugal (BNP)] empresta livros em braile e áudio-livros. Agora lançou o livro digital, que é enviado por e-mail aos leitores cegos.

Para ter acesso a estes livros é necessário ter acesso às novas tecnologias, nomeadamente a um smartphone ou um pequeno teclado braille, explica à Renascença o responsável pela área de leitura para deficientes visuais da Biblioteca Nacional, ele próprio cego de nascença.» Ler e ouvir na Renascença.


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Qua, 23/Abr/14

 

No Dia Mundial do Livro, a Livraria Bertrand Shopping Cidade do Porto promove uma conversa entre três autores sobre os livros que marcaram as suas vidas.

 

A sessão, que tem início pelas 18.30, vai juntar Manuel Jorge Marmelo, o mais recente vencedor do Prémio Literário Correntes d'Escritas, Miguel Miranda e Richard Zimler. A moderação estará a cargo de Tito Couto.


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Qua, 23/Abr/14

«Em Barcelinhos, no concelho de Barcelos, há uma biblioteca original. O restauro de uma cabine telefónica criou o espaço para as prateleiras que suportam algumas dezenas de livros, jornais e roteiros turísticos da região minhota.» Ler e ouvir na RTP.


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Qua, 23/Abr/14

«O Jardim da Fundação Gulbenkian é em Lisboa um dos locais preferidos dos amantes dos livros para pôr a leitura em dia. Neste Dia Mundial do Livro a Antena 1 foi ao jardim, que se situa numa das zonas mais movimentadas da cidade.» Ler e ouvir na RTP.


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Qua, 23/Abr/14

«A data que hoje se assinala foi proclamada em 1995, pela organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura (UNESCO), como Dia Mundial do Livro e dos Direitos de Autor, e tem por base a data que se toma para o nascimento e a morte de William Shakespeare e o nascimento de Miguel de Cervantes.

A Fnac Portugal inaugura hoje o sítio na Internet da revista Estante, e permite a descarga gratuita de A Quinceañera e de O Outro, contos inéditos de João Tordo, assim como de História Alegre de Portugal, de Manuel Pinheiro Chagas, e de Contos, de Eça de Queirós.» Ler no Diário Digital.


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Qua, 23/Abr/14

 

«Escritores britânicos realçam actualidade do dramaturgo e poeta inglês no momento em que arrancam dois anos de comemorações: dos 450 anos do nascimento aos 400 anos da sua morte, em 2016». Ler no Público.


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Qua, 23/Abr/14

 

A partir das 18.30 de hoje, a Livraria Bertrand do Chiado recebe Alice Vieira, Pedro Vieira, Teolinda Gersão e os editores Guilhermina Gomes e Manuel Alberto Valente para mais uma sessão LER no Chiado.

 

No Dia Mundial do Livro, e perto das comemorações dos 40 anos do 25 de Abril, o tema «O livro ainda é uma arma?» será o mote para a conversa dos convidados, com moderação de Anabela Mota Ribeiro. Via Marcador de Livros.


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Qua, 23/Abr/14

 

Ana Saldanha é a entrevistada do Blogtailors no mês de abril. A escritora, que se destaca pela vasta obra no domínio infantojuvenil e que é também tradutora, nomeia o livro que traduziu, mas que gostava de ter escrito.

 

Os jovens portugueses estão a ler mais? Há motivos para ter esperança?

Estão a ler mais e melhor. A leitura de obras de ficção e de não-ficção e a leitura e a escrita dos mais variados textos em todo o tipo de suporte têm agora um papel mais importante e abrangem um número muito maior de jovens do que na minha juventude.

 

A adolescência é mais parecida com um western ou com um centro comercial?

A adolescência é uma aventura com os perigos e os conflitos de um western e com as tentações e as alienações de um centro comercial. Em Texas, Uma Aventura no Faroeste, a protagonista está à espera dos amigos no Texas, um centro comercial fictício que aparece noutros livros meus.

 

Nos seus romances juvenis e contos, tem abordado temas fortes como a pedofilia, a gravidez na adolescência, a diabetes. É importante pôr os mais novos a refletir sobre esses temas através da leitura?

Não abordo esses temas com intenções didáticas explícitas. Também não pretendo veicular uma mensagem específica. É claro que as minhas reflexões e opiniões estão no texto e que quero estabelecer um diálogo com os meus leitores e proporcionar-lhes uma oportunidade para refletirem sobre esses tópicos.

 

Há temas tabu? E devem os pais controlar as leituras dos mais novos?

Não há temas tabu, mas há formas de tratar os temas que são mais adequadas a determinadas faixas etárias. Embora não defenda a censura, acredito que, como os pais e os encarregados de educação têm uma enorme responsabilidade na formação das crianças e dos jovens a seu cargo, têm também deveres e direitos na seleção do que lhes é apresentado. O ideal seria que os adultos lessem os livros previamente.

 

O humor é determinante para agarrar os leitores mais novos?

É determinante para agarrar todos os leitores, mas não é obrigatório que provoque gargalhadas; basta que provoque um sorriso de reconhecimento do absurdo de certos comportamentos ou diálogos, por exemplo. Mesmo nas situações mais trágicas é possível encontrar momentos de comédia. Uma frase que ouvi na rua: «Aproveitaram o funeral do avô para batizar a Teresinha.»

 

Discute-se muito o isolamento das crianças, que já não convivem tanto entre elas, fechando-se nas redes sociais e videojogos. Será que a leitura se pode pôr nesse mesmo patamar de convite ao isolamento?

É uma falácia dos nossos tempos, a do isolamento dos mais novos causado pelas novas tecnologias. As redes sociais, os videojogos, a Internet em geral podem propiciar esse isolamento, mas não são uma causa direta. Convidam ao convívio e à partilha. A leitura, muito menos: não isola, integra.

 

Leitora, tradutora e escritora: onde se sente mais feliz?

São três atividades que se complementam e me completam. Custa-me imaginar a minha vida sem uma delas — e menos ainda sem as três.

 

Que pergunta deveríamos ter feito e não fizemos?

Dos livros que já traduziu, qual gostaria de ter escrito? A resposta: Colheita, de Jim Crace, publicado pela Presença.

 

 

© Ana Saldanha

 

Ana Saldanha nasceu no Porto, em 1959. Tem uma licenciatura em Línguas e Literaturas Modernas pela Faculdade de Letras da Universidade do Porto e fez um mestrado em Literatura Inglesa e um doutoramento sobre a obra de Rudyard Kipling e Teoria da Tradução no Reino Unido. Entre as obras que traduziu destacam-se Longo Caminho para a Liberdade, a autobiografia de Nelson Mandela (Campo das Letras) e Uma História da Leitura, de Alberto Manguel (Presença). Escreveu cerca de três dezenas de livros para crianças e jovens, dos quais se destacam Três Semanas com a AvóUma Questão de CorO Papão no DesvãoPara Maiores de Dezasseis e O Galo que Nunca Mais Cantou. O seu livro mais recente é o romance juvenil Texas, Uma Aventura no Faroeste.

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Ter, 22/Abr/14
Ter, 22/Abr/14

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Ter, 22/Abr/14

A obra de Donna Tart superou os finalistas Phillipp Meyer, com The Son, e Bob Shacochis, com The Woman Who Lost Her Soul. Ler aqui. Conheça os restantes premiados aqui.


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Ter, 22/Abr/14

 

Entre 7 e 21 de maio, a Universidade de Aveiro (UA) recebe três conferências no âmbito do III Ciclo de Conferências para a Infância e Juventude.

 

No dia 7 de maio, a UA recebe um encontro com o escritor Álvaro Magalhães; no dia 14, com a ilustradora Catarina Sobral; e, no dia 21, uma sessão sobre a investigação em Literatura Infantil. Via O Jardim Assombrado.


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Ter, 22/Abr/14

 

«O Presidente da Colômbia, Juan Manuel Santos, destacou hoje a figura literária e humana de Gabriel García Márquez, afirmando que, além dos seus textos, "viverá para sempre nas esperanças da Humanidade".
Juan Manuel Santos participou, esta segunda-feira, na homenagem, que teve lugar no Palácio das Artes, na capital mexicana, ao escritor colombiano que morreu, na quinta-feira, aos 87 anos.» Ler no Diário Digital e na RTP.

 

«Milhares de pessoas rumaram ao Palácio de Belas Artes da capital do México para prestar a última homenagem ao escritor colombiano Gabriel García Márquez.

A cerimónia solene, que teve início pouco depois das 16.00 locais (22.00 em Lisboa), pouco depois da chegada da urna com as suas cinzas, a qual foi colocada num pedestal e rodeada por vários arranjos de rosas amarelas - as favoritas do escritor.» Ler no Diário Digital e no iOnline. Ver na RTP, aqui e aqui.

 

«A viúva de Gabriel García Márquez, Mercedes Barcha, e os seus filhos, Gonzalo e Rodrigo, agradeceram, esta segunda-feira, os gestos de admiração e carinho para com o escritor, falecido na quinta-feira, na capital mexicana.» Ler no Diário Digital, na RTP, no iOnline, no Jornal de Notícias e no Diário de Notícias.

 

Ver a fotorreportagem no Público.


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Ter, 22/Abr/14

 

«O grupo Porto Editora lança esta terça-feira uma nova chancela exclusivamente dedicada à edição de livros em suporte digital. A Coolbooks arranca com sete títulos de ficção, que incluem vários formatos, do romance ao livro de contos, e abarcam os mais diversos sub-géneros , do policial à literatura erótica ou de terror.

 

O responsável pela chancela, Vítor Gonçalves, explica que a variedade das obras escolhidas para inaugurar o catálogo foi intencional e se destina a mostrar que a Coolbooks "é uma editora generalista, que pretende ir ao encontro dos gostos de vários tipos de leitores". Os livros, de autores inéditos ou muito pouco conhecidos, estão já disponíveis no site da editora  (www.coolbooks.pt) e na livraria virtual do grupo, a Wook, com preços que vão de 2,99 a 8,99 euros.» Ler no Público. Ver na SIC.

 

«Na véspera do Dia Mundial do Livro, o Grupo Porto Editora acaba de anunciar que lançou um novo projecto editorial que visa dar a conhecer novos autores de língua portuguesa.» Ler no Diário Digital. Ler no Dinheiro Vivo.


por Booktailors às 10:24 | comentar | partilhar

Ter, 22/Abr/14

Curso de Produção e Orçamentação Gráfica,

por João Costa

 

Objetivo:

Munir os formandos de valências, ferramentas e conhecimentos ao nível da produção gráfica e da sua orçamentação na área do livro. Como pedir e comparar orçamentos? Como lidar com gráficas e reconhecer os erros, antecipando problemas? Que critérios deveremos seguir para a seleção dos parceiros na área gráfica? Quais os melhores materiais e acabamentos para elaborar livros que vão ao encontro das nossas necessidades?

 

Público-alvo:

Profissionais do setor do livro, na área editorial e promoção (assistentes editoriais, colaboradores dos departamentos de marketing e comunicação).

 

Formador:

João Costa é produtor gráfico da Finepaper e ex-diretor de produção da Cavalo de Ferro, com mais de 10 anos de experiência em edição, tendo sido professor na Escola Profissional Bento de Jesus Caraça e no Curso de Especialização para Técnicos Editoriais da FLUL. Leciona o módulo de Produção Gráfica no curso de Gestão de Projetos Editoriais na Booktailors.

 

Programa:

1. Da escolha dos materiais.

2. Da escolha dos acabamentos.

3. Da escolha do tipo de impressão.

4. Da seleção das gráficas.

5. Do acompanhamento da produção.

 

Nota: No final do curso os formandos farão uma visita a uma gráfica, situada na área da Grande Lisboa.

 

Dados técnicos: 

N.º de sessões: 5, mais dia de visita a gráfica.

Datas: 5, 7, 12, 14 e 19 de maio de 2014, mais data a acordar.

Horário: 18.30-21.30.

Total de horas: 15, mais visita a gráfica.

Propina: 150 €.

Descontos: 10% para todos os ex-alunos Booktailors e estudantes e para pagamentos em duas prestações. (Os descontos são acumuláveis.)

 

Local: Bookoffice — Travessa das Pedras Negras, n.º 1, 3.º direito, 1100 - 404 Lisboa.

 

Para se inscrever, por favor envie CV (com a referência: POG VI) para:formacao@booktailors.com.

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Seg, 21/Abr/14
Seg, 21/Abr/14

«O manuscrito do romance inacabado En Agosto nos Vemos de Gabriel García Márquez poderá será publicado, se essa for a vontade dos herdeiros, disse o editor de García Márquez, Claudio López, da Penguin Random House, em entrevista à rádio espanhola RAC 1. O editor, que já leu o manuscrito, diz que apenas 85 por cento do livro está escrito.» Ler no Público.


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Seg, 21/Abr/14

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Seg, 21/Abr/14

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Seg, 21/Abr/14

 

«A obra integral de Cesário Verde, pela primeira vez fixada, com a produção poética revista e ordenada, a biografia organizada e a correspondência anotada, pelo catedrático Ricardo Daunt, é apresentada em Lisboa.» Ler no Diário de Notícias, no iOnline e no Diário Digital.

 

«A sessão realiza-se às 18.30 na Fnac do Vasco da Gama, em Lisboa, e conta com Ricardo Daunt, catedrático da Universidade de S. Paulo, e a professora da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa Annabela Rita, anunciou a Embaixada do Brasil.» Ler no iOnline.

 

«A Obra Poética Integral de Cesário Verde foi "revista e ordenada, de acordo com a semelhança formal e temática dos poemas publicados em vida, a biografia organizada cronologicamente e toda a correspondência acompanhada por notas elucidativas", afirma em comunicado a editora DinaLivro, que chancela a obra.» Ler no Sol.

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Seg, 21/Abr/14

«A obra literária de John Fante afigura-se-me como uma das mais originais do século XX. Obviamente teremos de descontar os autores do período damitteleuropa, entre os quais Musil não tem quem se lhe compare. Mas é justamente porque se contrapõe a uma literatura erudita e refinada que John Fante ganha um lugar entre os grandes do século e provavelmente entre os mais esquecidos.» Leia a opinião de António Jacinto Pascoal no Público.


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Seg, 21/Abr/14

 

«Esta quinta-feira o presidente colombiano, Juan Manuel Santos, escreveu na sua conta de Twitter : "Mil anos de solidão e tristeza pela morte do maior colombiano de todos os tempos! Solidariedade e condolências a Gabo e família". E acrescentou: "Os gigantes nunca morrem."

 

O primeiro a dar a notícia foi o jornalista da cadeia mexicana Televisa, Joaquin Lopez-Doriga, que também o anunciou na sua conta no Twitter.» Ler no Público.

 

«A editora Cecília Andrade, da D. Quixote (onde a sua obra está publicada em Portugal) sentiu esta perda como uma "Crónica de uma morte anunciada", disse à agência Lusa parafraseando um dos muitos títulos do autor colombiano.

 

Lembrou também que o escritor "fez escola e muitos escritores seguem-lhe o estilo desde esse fabuloso romance que é Cem anos de solidão. Uma escola, a do realismo mágico, que não se restringe à América Latina ou ao universo da Língua Espanhola, e que tem seguidores em todo o mundo, incluindo Portugal".» Ler no Público.

 

«Francisco José Viegas tinha 14 anos quando leu Cem Anos de Solidão, de Gabriel García Márquez (1927-2014). Agora, na morte do escritor, lembra-nos que reduzir a obra de García Márquez a uma espécie de solidão maravilhosa de contador de histórias é injusto para o miniaturista meticuloso e entusiasta que trabalha até à exaustão o seu universo de personagens e fontes de informação.» Leia o texto de Francisco José Viegas no Público.

 

«As mensagens de condolências surgem também do mundo político. Depois de Barack Obama, Vladimir Putin e Dilma Rousseff, o presidente cubano Raúl Castro junta a sua voz à de outros chefes de estado, ao afirmar que os cubanos perderam "um grande amigo, íntimo e solidário".» Ler na RTP.

 

«O secretário de Estado da Cultura, Jorge Barreto Xavier, considerou hoje que as obras e o contributo para a sociedade do escritor Gabriel García Márquez, "um dos mais notáveis escritores do século XX", permanecerão "na memória de todos".

 

"Fica-nos a todos a faltar um dos mais notáveis escritores do século XX, a quem temos de agradecer a singularidade discursiva, hoje património da Humanidade", referiu Jorge Barreto Xavier, numa nota pública de pesar pelo falecimento do escritor Gabriel García Márquez, hoje [18] enviada às redacções.» Ler no Sol.

 

«O coordenador do Plano Nacional de Leitura, Fernando Pinto do Amaral, destaca uma característica transversal na obra de Gabriel García Márquez: uma aliança entre a memória, a cultura e a imaginação.

 

"O García Márquez teve a capacidade de conseguir aliar aquilo que é fundamental na ficção que é a memória e a imaginação. É um autor com uma imaginação extraordinária, muito rica, com um universo próprio, mas ao mesmo tempo descendo às raízes, mergulhando naquilo que eram as suas memórias de cultura, do seu país, da sua família, da sua infância", disse.

 

Já a presidente da Fundação José Saramago, Pilar del Rio, revelou à Renascença que o Nobel português da Literatura disse um dia a Garcia Márquez que, se tivesse de salvar um livro, não salvaria Cem Anos de Solidão. A escolha de Saramago, apesar de gostar muito daquele livro, seria um outro, de 1961, intitulado Ninguém Escreve ao Coronel». Ler na Renascença.

 

«Otelo Saraiva de Carvalho recorda o escritor Gabriel García Márquez, hoje falecido, como "um repórter apaixonado pela situação que se vivia em Portugal" com a revolução do 25 de Abril.» Ler no Diário Digital.

 

«"Foi uma pessoa que influenciou imenso a literatura e alguns escritores, aliás, ele é um escritor de charneira. Ainda hoje quando alguém descreve um livro com  realismo mágico identificam logo com Gabriel García Márquez", disse ao Expresso Afonso Cruz.

 

O escritor João Tordo defende, por seu turno, que o Prémio Nobel da Literatura em 1982 não se pode resumir a um só género literário, tendo escrito várias obras sob outras influências.

 

"O livro Ninguém Escreve ao Coronel devo ter lido com 18 e 20 anos e hoje vejo que não tinha nada de realismo mágico. Esse rótulo também lhe foi colado muito injustamente. A sua influência é muito mais do que ter dado nome a um género. Ele é universal", afirmou.» Ler no Expresso.

 

«Gabriel García Márquez, hoje [17 de abril] falecido aos 87 anos, "é o mais genial escritor do século XX, um narrador fantástico", disse o jornalista José Carlos Vasconcelos, que o conheceu em 1975. 

 

"Na realidade ele era sim grande amigo do [escritor] José Cardoso Pires, mas convivemos e até se fez um jantar com outros escritores, entre eles o José Gomes Ferreira e o Carlos Oliveira", disse o diretor do JL-Jornal de Artes, Letras & Ideias, referindo-se à visita do escritor a Lisboa, em 1975.» Ler no Expresso.

 

«O Presidente colombiano, Juan Manuel Santos, manifestou hoje [17 de abril] "mil anos de saudade e tristeza" pela morte do Nobel da Literatura Gabriel García Márquez, que qualificou como "o maior colombiano de todos os tempos".» Ler no Diário Digital.

 

«Pilar del Rio, mulher do ex-Nobel da Literatura José Saramago, manifestou hoje [17 de abril] "grande tristeza" pela morte do escritor colombiano Gabriel García Márquez, que classificou como "um homem que definiu o século XX".

 

"Foi um homem que definiu o século XX com a sua forma de escrever, de estar no mundo, de utilizar a imaginação, a criatividade, a natureza, a vida", assinalou Pilar del Rio, em declarações à agência Lusa, a propósito do falecimento do Nobel da Literatura de 1982.» Ler no Diário Digital.

 

«O Presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, lamentou, quinta-feira, a morte do escritor colombiano e Prémio Nobel da Literatura, Gabriel Garcia Marques (Gabo), vincando que foi "amigo sincero e leal" dos líderes revolucionários da América Latina.» Ler no Diário Digital.

 

«O presidente da Comissão Europeia, Durão Barroso, destacou hoje o escritor Gabriel García Marquez como "uma voz da América Latina e do mundo".

 

"Recebi com profunda tristeza a notícia do falecimento de Gabriel García Marquez", afirmou Durão Barroso, num comunicado, em que envia as suas condolências à família do Prémio Nobel da Literatura.» Ler no Diário Digital e no Sol.

 

«A escritora chilena Isabel Allende afirmou na quinta-feira que sente uma "pena imensa" pela morte do escritor colombiano Gabriel García Márquez, sublinhando que a sua obra "é imortal".

 

Isabel Allende disse, numa conferência de imprensa no Instituto Cervantes de Nova Iorque, que García Márquez "era um maestro para todos", e que todos os escritores latino-americanos contemporâneos foram influenciados pela sua obra.» Ler no Diário Digital e no Sol.

 

«O escritor peruano Mario Vargas Llosa, prémio Nobel da Literatura de 2010, mostrou-se hoje [18] "muito incomodado" com a morte de Gabriel García Márquez, mas salientou que as suas obras irão sobreviver no futuro.

 

Vargas Llosa soube da notícia na cidade andina de Ayacucho, onde estava com a família, refere o Canal N de televisão, citado pela agência Efe.

 

"Morreu um grande escritor cujas obras deram grande difusão e prestígio à literatura da nossa língua", declarou Vargas Llosa, com sinais de evidente incómodo com a notícia.

 

O autor peruano acrescentou que as obras de García Márquez "sobreviver-lhe-ão e continuarão a ganhar leitores em todos os lugares".» Ler no Sol.

 

«Aracataca, terra natal de Gabriel Garcia Marquez, amanheceu hoje [18 de abril] de luto, pela morte do Nobel colombiano, na quinta-feira, na Cidade do México, aos 87 anos.

 

A câmara de Aracataca decretou, logo na quinta-feira, cinco dias de luto e mandou colocar a meia haste as bandeiras da Colômbia e do município com 38.000 habitantes, na região de Magdalena.» Ler no Diário Digital.

 

«O Presidente mexicano, Enrique Peña Nieto, expressou ontem o seu pesar pela morte do escritor colombiano Gabriel García Márquez, na cidade do México, aos 87 anos.

 

"Em nome do México, expresso o meu pesar pelo falecimento de um dos maiores escritores dos nossos tempos: Gabriel García Márquez", escreveu o Presidente do México, na sua conta da rede social Twitter.» Ler no Sol.

 

«O Presidente colombiano, Juan Manuel Santos, pediu sexta-feira "um minuto de silêncio e reflexão" pela alma de Gabriel García Márquez, que faleceu quinta-feira no México aos 87 anos.

 

"Oremos durante esse minuto pela alma do nosso nobel García Márquez", disse o Presidente na localidade de Mompox, no norte do país.» Ler no Diário Digital.

 

«O ex-Presidente norte-americano Bill Clinton manifestou "tristeza" pela morte de García Márquez, referindo que desde que leu Cem anos de solidão, há mais de 40 anos, sempre ficou "assombrado" pela "imaginação, clareza de pensamento e honestidade emocional" do escritor.» Ler no Sol.

 

«O presidente do Equador, Rafael Correa, enviou as condolências pela morte de Gabriel García Márquez, considerando que o mundo vai ter "anos de solidão" com o desaparecimento do escritor colombiano.» Ler no Jornal de Notícias.

 

«O escritor José Eduardo Agualusa apontou Gabriel García Márquez como "uma referência muito importante" para os escritores da sua geração e "alguém que tinha muito de africano".

 

"Além de ter criado um estilo muito próprio, era também um contador de histórias, o que é raro", comentou o escritor, em declarações à agência Lusa a propósito da morte do escritor colombiano, Nobel da Literatura em 1992, que faleceu, esta quinta-feira, com 87 anos.» Ler no Jornal de Notícias.

 

«García Márquez, ao criar Macondo, alcançou algo que só os artistas tocados por essa força desconhecida que ilumina raros seres humanos conseguem.» Leia o texto de Gérman Santamaría, embaixador da Colômbia em Portugal, no Público.


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Seg, 21/Abr/14

 

«O escritor colombiano e prémio Nobel da Literatura Gabriel García Márquez morreu nesta quinta-feira [17 de abril] na Cidade do México aos 87 anos, noticiou o jornal El País. Estava na sua casa, com a mulher Mercedes e os seus dois filhos.» Ler no Público.

 

«O autor de obras tão emblemáticas como Cem anos de solidão, O amor nos tempos de cólera, Crónica de uma morte anunciada e O general no seu labirinto, faleceu hoje [17 de abril], com 87 anos, vítima de pneumonia, indica a AP.» Ler no Diário Digital.

 

«O romancista colombiano Gabriel García Márquez, autor de Cem Anos de Solidão , morreu esta quinta-feira na Cidade do México, aos 87 anos. A causa da morte de "Gabo", como os amigos lhe chamavam, não foi divulgada, mas o escritor tinha estado internado há poucos dias, com infecções nos pulmões e no tracto urinário.» Ler no Público.
«Gabriel García Márquez, de 87 anos, distinguido com o Prémio Nobel da Literatura em 1982, que morreu hoje na Cidade do México, não publicava desde 2010, quando foi dado à estampa Yo no vengo a decir un discurso (Eu não venho dizer um discurso).

 

O autor de Cem anos de solidão, que os amigos tratavam por "Gabo", tinha anunciado em 2009 que se retirava, e o livro publicado no ano seguinte, reuniu apenas material disperso das suas alocuções em público, as quais iniciava invariavelmente com a frase Eu não venho dizer [fazer] um discurso, informou na altura a editora Mondadori.» Ler no Sol.

 

«O escritor e jornalista colombiano, Gabriel Garcia Marquez, morreu esta quinta-feira. O Prémio Nobel da Literatura em 1982 tinha 87 anos e sofria de problemas respiratórios há vários anos. A informação foi avançada por vários órgãos de informação internacionais e confirmada pela família.» Ler, ver e ouvir na Renascença.

 

«Aclamado como escritor, sempre se considerou sobretudo jornalista. Foi correspondente do diário colombiano El Espetador em Genebra, Paris e Roma. Passou também pela Checoslováquia, Polónia, Rússia e Ucrânia. Num artigo publicado no diário espanhol El País, a 20 de outubro de 1996, referiu-se ao jornalismo como "o melhor emprego do mundo".» Ler no Expresso.

 

«O México presta segunda-feira [hoje] homenagem a Gabriel García Márquez no Palácio das Belas Artes, o principal recinto cultural do país, revelou quinta-feira o presidente do Conselho Nacional para a Cultura e Artes, Rafael Tovar.» Ler no Diário Digital, no Jornal de Notícias e no Sol.
«O corpo do escritor Gabriel García Marquez vai ser cremado numa cerimónia privada. Foi María Cristina García Cepeda, diretora do Instituto Nacional de Belas Artes, quem revelou a informação ao ler um comunicado em nome da família do escritor colombiano.» Ler no Correio da Manhã.

 

«O corpo do escritor Gabriel García Márquez, que morreu quinta-feira no México, será cremado "em privado" e na tarde de segunda-feira terá lugar uma homenagem no palácio das Belas Artes da capital mexicana.» Ler no Diário Digital e no Jornal de Notícias e no Sol.

 

«As cinzas do prémio Nobel Gabriel García Márquez serão divididas entre o México e a Colômbia, afirmou sexta-feira o embaixador colombiano na capital mexicana, José Gabriel Ortiz.

 

O diplomata falava à porta da casa de Gabriel García Márquez, na Cidade do México, onde o escritor faleceu quinta-feira aos 87 anos.

 

"No México ficará uma parte e penso que podem levar outra parte para a Colômbia, onde ficarão em repouso parte das cinzas", disse o embaixador.» Ler no Diário Digital, no Diário de Notícias, no iOnline, no Jornal de Notícias e na RTP.

 

«Desde quinta-feira que não param de chegar à casa do escritor, no México, muitas flores, sobretudo flores amarelas, as preferidas de García Márquez» Ler e ver na RTP.


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Seg, 21/Abr/14

Escrevi uma história para crianças – como posso melhorá-la?,

por Margarida Fonseca Santos

 

Objetivos:

Escreve-se muito para crianças, mas será esta escrita apurada, desafiante, divertida e profunda? Os perigos espreitam, com moralidades impostas, textos simplistas em vez de claros e intensos, com muletas em excesso, pois acreditamos, erradamente, que funcionam. Neste curso de 6 horas, iremos trabalhar sobre textos já construídos e perceber como podemos melhorá-los, subverter-lhes a previsibilidade, torná-los fonte de prazer, pensamento e crescimento, sem impor nada ao leitor.

 

Público-alvo

Autores de textos para crianças.

 

Formadora:

Margarida Fonseca Santos foi professora de Pedagogia e de Formação Musical em várias escolas, nomeadamente na Escola Superior de Música de Lisboa. Começou a escrever em 1993. Estudou Escrita Criativa, Escrita para Teatro, Guionismo e Curta-Metragem. Tem vários livros publicados, sendo a maioria na área infantojuvenil; mais de metade está incluída no PNL. Ganhou vários prémios literários em conto, novela e romance. Escreve regularmente para teatro, tanto para crianças como para adultos. Dinamiza oficinas de escrita criativa, escrita para teatro e escrita para crianças e jovens. O seu último romance é Deixa-me Entrar na Tua Vida. Escrita em Dia (2013) é um manual de escrita criativa, recheado de estratégias e exemplos. Publica todos os meses, no suplemente de Educação do Jornal de Letras, um conto. É responsável pelo blogue histórias em 77 palavras.

 

Programa:

1. A moralidade – o maior perigo

2. Personagens, espaço e tempo – a ação como ponto de partida

3. Diferença entre simplicidade e texto simplista

4. A metáfora na escrita para crianças

5. Narradores da vida real

 

Dados técnicos:

N.º de sessões: 2.

Datas: 13 e 15 de maio de 2014.

Horário: 18.30 – 21.30.

Total de horas: 6.

Propina: 55 €.

Descontos: 10% para todos os ex-alunos Booktailors e estudantes e para pagamentos em duas prestações. (Os descontos são acumuláveis.)

 

Local da formação: Bookoffice — Travessa das Pedras Negras, n.º 1, 3.º direito, 1100 - 404 Lisboa.

 

Para se inscrever, por favor envie CV (com a referência: EHC I) para: formacao@booktailors.com.

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Dom, 20/Abr/14
Dom, 20/Abr/14

 

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Sáb, 19/Abr/14
Sáb, 19/Abr/14

 

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Sex, 18/Abr/14
Sex, 18/Abr/14

 

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Qui, 17/Abr/14
Qui, 17/Abr/14

 

O Caminhos de Leitura – XII Encontro de Literatura Infantojuvenil decorre em Pombal e vai receber vários especialistas nacionais e internacionais na área do livro e da leitura. Via Ler ebooks.


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Qui, 17/Abr/14

 

No dia 23 de abril, Dia Mundial do Livro, a Bertrand vai espalhar, em vários espaços de 29 cidades do país, cerca de mil livros.

 

Cada livro libertado nesta ação, apelidada de bookdropping, terá  um vale de 5 euros pronto a ser usado nas Livrarias Bertrand.

 

Ainda para celebrar o Dia Mundial do Livro, a Bertrand promove o já habitual LER no Chiado, moderado pela jornalista Anabela Mota Ribeiro. Sob o mote «O Livro é Uma Arma», esta sessão será dedicada aos livros e à liberdade de expressão, na qual estarão escritores, jornalistas e editores. No mesmo dia, no Porto, na Bertrand Shopping Cidade do Porto, realiza-se um encontro com Manuel Jorge Marmelo, Miguel Miranda e Richard Zimler.

 

Este mês, a rede edita mais um número da revista Somos Livros, com um conto inédito de Valério Romão e uma entrevista a Beatriz Batarda.


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Qui, 17/Abr/14

 

«Mafalda, a personagem de banda desenhada criada pelo argentino Quino há 50 anos, será o estandarte das celebrações do Dia Mundial do Livro e do Direito de Autor da UNESCO, a 23 de abril, indicou [ontem] a organização.» Ler no iOnline e no Jornal de Notícias.


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Qui, 17/Abr/14
Quatro técnicos da equipa que assegura o funcionamento da Biblioteca Municipal da Nazaré não obtiveram a renovação dos seus contratos. A Câmara Municipal da Nazaré justificou esta decisão com questões de natureza económica, alegando uma política global de redução do número de trabalhadores, renovando, no entanto, contratos em outras áreas profissionais.
O funcionamento e o futuro da Biblioteca Municipal, sem a presença de técnicos competentes na área, ficam assim em causa. Foi colocada a circular uma petição on-line a apelar à manutenção da equipa técnica da biblioteca municipal da Nazaré. Esta petição, que transcrevemos abaixo, foi assinada por nomes da cultura como Francisco José Viegas, Rui Vieira Nery ou Manuel Maria Carrilho.
Texto da petição:
«A Nazaré tem uma excelente biblioteca que, além de ter um vasto acervo, tem óptimas condições para ser usada como local de estudo. Isso não acontece por acaso: é obra do esforço dos técnicos que lá trabalham e que estão sempre disponíveis para responder às solicitações dos utentes. 
 
A Biblioteca Municipal da Nazaré também é conhecida pelas conferências que realiza. Uma conferência não é um evento fácil de organizar e de acomodar ao dia-a-dia da biblioteca. É nestes momentos que se distingue a qualidade dos seus funcionários. 
 
Além de serem uma mais valia para as pessoas da Nazaré, que já puderam assistir a palestras de oradores de nomeada das mais diferentes áreas de conhecimento, também movimentam o comércio, que beneficia da presença de pessoas que vêm de fora do concelho para comparecer ao evento (algumas conferências tiveram público de todo o país). 
 
Vivemos tempo de crise profunda, e o já reduzido consumo de cultura por parte dos Portugueses vai ainda baixar drasticamente e passar a basear-se em ofertas gratuitas. As bibliotecas têm aqui um papel fundamental e é da maior importância que funcionem de forma ajustada nestes tempos difíceis. 
 
A Biblioteca Municipal da Nazaré cumpre bem o seu papel de excelência. Os seus indicadores estatísticos estão muito acima da média nacional de acordo com os relatórios da DGLAB (Direcção -Geral do Livro, Arquivos e Bibliotecas). E se assim é, isso deve-se em grande parte ao trabalho desenvolvido pelos seus técnicos. 
 
Foi por isso com grande pesar que soubemos da notícia da não renovação dos contratos dos funcionários técnicos acima citados. 
 
É uma situação lamentável: uma biblioteca sem pessoal especializado não é uma biblioteca, é um espaço onde (também) há livros. É revoltante constatar que a autarquia, em vez de apoiar, decide castigar as pessoas que têm feito um excelente trabalho à frente da Biblioteca, esse veículo de cultura e educação que tem contribuído para a formação das gentes da Nazaré e arredores. 
 
Todos os que apreciam a cultura, e a Biblioteca da Nazaré em particular, devem fazer ouvir a sua voz e mostrar a sua solidariedade para com os envolvidos nesta situação deplorável. 
 
Nós, subscritores desta petição, esperamos que esta situação, seja corrigida pelas autoridades competentes. Além de prejudicial para a Biblioteca Municipal da Nazaré, é socialmente desastrosa, com destruição efectiva de postos de trabalho.»

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Qua, 16/Abr/14
Qua, 16/Abr/14

Segundo a Flavorwire. Conheça-os aqui.

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Qua, 16/Abr/14

© Susana Almeida

 

Bruno Vieira Amaral, autor da Bookoffice que recentemente recebeu o prémio de livro do ano pela revista Time Out, subiu ontem ao palco da Culturgest para receber a distinção Prémios Novos para a área da literatura.

 

A 2.ª edição destes prémios, que visam distinguir as personalidades portuguesas mais importantes com menos de 35 anos em diferentes áreas criativas (moda, música, cinema, teatro, Internet, entre outros) são uma organização Cego Surdo e Mudo, com apoios da Caixa Geral de Depósitos, Delta Cafés e Guronsan.

 

A apresentação da sessão, que contou com atuações de Salvador Martinha, Gisela João, Isaque Ferreira e Joana Gama, ficou a cargo de Fernando Alvim e Inês Castel-Branco.

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Qua, 16/Abr/14

 

Pelo quarto ano consecutivo, a Rede de Bibliotecas de Lisboa e a Associação Portuguesa de Editores e Livreiros coorganizam uma programação dedicada ao livro, sob o título Ler em Todo o Lado.

 

O programa inclui atividades para famílias, escolas, público infantil, público adulto, lançamentos, encontros com autores, feiras do livro, música e conversas. Via O Bicho dos Livros.


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Qua, 16/Abr/14

Quando começou, José Pinho estava sozinho. «Tinha de ser naquele momento», relata. Assim, alugou 12 lugares de um parque de estacionamento no Bairro Alto e lá montou a sua livraria. Os amigos chegaram a seguir, amigos que passaram a 20 sócios. Perspetiva inicial: «não temos clientes, mas fazemos a livraria na mesma». Nasceu assim há 15 anos a Ler Devagar, na rua de São Boaventura no Bairro Alto, numa altura em que já lá não existiam livrarias, lembra o fundador.

 

Entretanto, o edifício onde se situava, propriedade da Litografia de Portugal, foi vendido a uma imobiliária. A livraria teve de sair do Bairro. Apareceu a hipótese de se mudar para a zona de Braço de Brata, onde se poderia montar uma livraria semelhante, mas numa área maior. Foi «um tiro no escuro», diz José Pinho. Em Braço de Prata, esperava o dia inteiro «que alguém aparecesse»: «ninguém se habituava a ir lá».

 

Parece que José Pinho tem tendência para ir contra a corrente, mas porquê? Hoje, explica que não procurou sítios onde não estivessem pessoas; mas a necessidade era mais forte, especialmente na vantagem em conseguir rendas baixas. Ao mesmo tempo, houve uma tentativa de recuperar espaços e zonas de Lisboa que estavam abandonadas. Não via a sua livraria a funcionar no Chiado, por exemplo, porque acha que «estar nas ruas movimentadas interessa mais para as novidades».

 

 

A livraria Ler Devagar está, desde 23 de abril de 2009, no complexo da LX Factory, em Alcântara, depois de José Pinho ter sido convidado pelos proprietários dos edifícios a fazer algo semelhante ao que estava no Braço de Prata. «Demorámos quase meio ano a aceitar», lembra — e, durante os primeiros dois anos, «a livraria não tinha ninguém».

 

Como disse Príamo, «tudo o que é bom é feito devagar ou com vagar». Apesar das dificuldades iniciais, por onde a livraria tem passado é isto que tem acontecido: devagar, vai criando um público fiel. Hoje, a Ler Devagar recebe «incomparavelmente mais gente». «Independentemente dos sítios, se houver alguma coisa interessante as pessoas acabam por ir», é a convicção (já provada) de José Pinho. Agora, as possibilidades são outras, e assegura que cada vez mais lhe interessa criar um público. O nome da livraria vai precisamente beber àquela frase e à revista literária e de crítica social Devagar, que José Pinho editou nos anos 90, juntamente com um amigo, António Ferreira.

 

 

A Ler Devagar distancia-se das «livrarias de novidades» porque se baseia numa outra lógica: é uma livraria de fundos (sendo mesmo este o nome da empresa). Quando, há 17 anos, frequentou um curso de técnicos editoriais na Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, os colegas de José Pinho, na maioria editores, já se queixavam de que «os armazéns estavam cheios de livros». Apesar de se afirmar como livraria de fundos, a Ler Devagar flexibilizou-se neste aspeto e disponibiliza novidades editoriais portuguesas, sendo que esta fatia representa apenas 1 % dos livros. «No Bairro Alto não vendíamos [José] Saramago; agora temos tudo [do autor]». A livraria destaca-se também numa outra política: não pratica descontos sobre os livros.

 

Onde a livraria mais se destaca é… um pouco por todo o mundo. Nos últimos anos, figurou no guia da Taschen do New York Times (que escolhe 125 locais da Europa para visitar em 36 horas), na lista das 20 livrarias mais bonitas do mundo para a Flavorwire e é ainda destaque no Louis Vuitton European City Guides. Já em 2014, foi mencionada em três revistas orientais do Japão, Coreia e China. Desta forma, os turistas que vêm a Lisboa têm já a Ler Devagar assinalada nas suas rotas. Os brasileiros são alguns dos melhores clientes. José Pinho lembra alguns casos mais pontuais, como o de um cliente francês que adquiriu 1000 euros em livros, ou o de um cliente chinês que adquiriu 4500 euros em livros de arte e arquitetura, que iria vender na China — isto porque terá conhecido a livraria numa revista. Como afirma José Pinho, a livraria «presta este serviço à cidade: projeta Lisboa para outro patamar».

 

 

José Pinho viajou bastante, e «só para ver livrarias»: correu países como EUA, Holanda, França, Canadá, Itália, à procura de ideias para os seus projetos. «Em Montreal, as pessoas tiravam livros, enciclopédias, punham no chão e sentavam-se em cima, a conversar», mas José Pinho considera que ainda hoje seria estranho ver isso acontecer em Portugal. Pensa ter conseguido com a sua livraria aquilo que mais ninguém tem conseguido: para o fundador, a Ler Devagar presta um «serviço público: há muita coisa para aí [bibliotecas], mas nada como isto. Não há obrigação de consumir. Só o bar é pago».

 

No edifício da Ler Devagar em Alcântara esteve antes a Gráfica Mirandela, que imprimia jornais como o Público, o Expresso e A Bola. A enorme maquinaria de impressão foi deixada quase intacta, emprestando como que uma estética industrial à livraria. A maquinaria acabou também por permitir que a livraria tivesse um 2.º piso, sustentado por ela. Nesse piso está a discoteca Ouvir Devagar, onde existem oito postos para ouvir música (predominando a música lusófona), um restaurante, uma galeria e a exposição de objetos cinemáticos de Pietro Prosérpio, o construtor da emblemática bicicleta que hoje identifica a livraria. Tudo isto «sem consumir nem um café» e sem a obrigatoriedade de comprar um livro, sublinha José Pinho.

 

 

Todos os sócios da livraria — cerca de 140, neste momento — têm outra atividade profissional. José Pinho foi também, até 2005, diretor-geral de uma agência de gestão de dados e promoções, Internet e novas tecnologias, ano em que passou a dedicar-se à Ler Devagar. O único sócio em permanência na livraria explica um pouco das convicções que a gerem: «todos os accionistas da Ler Devagar têm a certeza de que nunca mais o vão ver [o dinheiro investido]»; e, no entanto, «vão ver para que serviu o dinheiro». «As pessoas vêm e sabem que o dinheiro está aqui. Se o quiserem levar de volta, podem vir buscar livros». Dessa forma, a livraria tem um stock «de valor semelhante ao capital social», explica, materializado nos cerca de 60 mil livros (42 mil títulos) que estão na Ler Devagar. «Quando ganhamos dinheiro  não damos aos sócios: compramos livros e apostamos», explica José Pinho. A Vila Literária de Óbidos tem sido uma dessas apostas.

 

 

Apesar de reconhecer na livraria, com algum humor, «um vício caro», assegura que esta tem mantido a sua viabilidade. Nos últimos três anos, as vendas globais aumentaram, em cada ano, mais de 20 %, e é a venda de livros que mais cresce. Os livros são «o indicador de saúde do negócio», representando entre 65 % e 70 % das vendas. Tal como noutras livrarias em Lisboa, O que o turista deve ver, de Fernando Pessoa (Livros Horizonte), e O Principezinho, de Antoine Saint-Éxupery (Editorial Presença), são alguns dos livros mais procurados. José Pinho destaca também O Animalário Universal do Professor Revillod (Orfeu Negro), bastante procurado pelos turistas. Durante o dia, a livraria tem inclusive mais clientes estrangeiros, de todas as idades e nacionalidades; os portugueses aparecem à noite. Durante a semana, José Pinho vê entrar na livraria cerca de 200 pessoas por dia, número que mais do que duplica ao fim de semana.

 

Futuramente, José Pinho pensa voltar a dinamizar a galeria da livraria, bem como retomar o seu espaço infantil. Tem dedicado mais tempo à Vila Literária de Óbidos, um projeto em curso nesta vila do Oeste e que vai abrir, até 2015, 11 livrarias em espaços como escolas, mercados biológicos e adegas; 7 delas já estão em funcionamento. Um investimento apenas permitido pela filosofia dos acionistas da livraria: «nenhum de nós pensa em enriquecer», assegura José Pinho, «isto é para nossa satisfação e prazer. Um egoísmo um pouco altruísta», carateriza.


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Qua, 16/Abr/14
© Paulo Sousa Coelho

 

O poeta e teólogo José Tolentino Mendonça é o novo autor da agência literária Bookoffice.

 

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Ter, 15/Abr/14
Ter, 15/Abr/14


Entre as nomeadas para o prémio estão Donna Tartt e Jhumpa Lahiri. Leia sobre as nomeadas aqui e o artigo sobre Helen Fraser, a presidente do júri do prémio, aqui.


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Ter, 15/Abr/14

 

J. K. Rowling: A Bibliography será lançado em dezembro pela Bloomsbury Academic. Ler aqui.


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Ter, 15/Abr/14

 

«Há cada vez menos desculpas para não dar uma nova vida aos livros escolares arrumados lá em casa. Se, até agora, ainda não os tinha entregado a um banco de livros para que fossem reutilizados por outras crianças ou jovens, porque o banco era longe, agora só tem mesmo de ir à loja CTT mais próxima para ajudar uma família a cortar na despesa anual com os manuais obrigatórios. E é tudo gratuito.» Ler no Público.


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