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Sáb, 31/Mai/14
Sáb, 31/Mai/14

 

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Conheça a oferta formativa da Booktailors no 1.º semestre de 2014Oficina de Preparação de Original em Ambiente DigitalCurso de Revisão de Texto — nível intermédioCurso de Livro Infantil.


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Sex, 30/Mai/14
Sex, 30/Mai/14

Veja todas aqui.

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Sex, 30/Mai/14

 

Entre autores, especialistas, editores e representantes das entidades ligadas à literatura infantil e juvenil, a comitiva argentina leva ao Brasil mais de 300 títulos e uma mostra de 26 ilustradores. Também o prémio Hans Christian Andersen, conquistado pela primeira vez por um brasileiro em 2014, Roger Mello, é celebrado nesta feira.

 

A Câmara Brasileira do Livro tem abertas as inscrições para o stand do Brasil na Feira Internacional do Livro de Guadalajara, que decorre de 29 de novembro a 7 de dezembro de 2014.

 

A Câmara dos Deputados recebeu um projeto-lei que quer proibir as administrações públicas (federal, estaduais e municipais) de adquirirem publicações gráficas estrangeiras. «A necessidade de crescimento da economia nacional obriga-nos a voltar as atenções aos produtos produzidos internamente. [...] Necessitamos da adoção de restrições à importação de livro e demais publicações gráficas comummente adquiridas», defendeu o deputado Vicentinho no projeto.

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Sex, 30/Mai/14

 

«A partir de hoje [ontem], e até ao dia 15 de Junho, a Feira do Livro regressa a Lisboa para encher o Parque Eduardo VII de literatura. Com mais de 500 editoras e chancelas, distribuídas por 250 pavilhões, vários deles para alfarrabistas, é possível encontrar aqui fundos de catálogo, com milhares de títulos que dificilmente se encontram em livrarias.» Ler no Sol.

 

«Entre as entidades presentes na inauguração da Feira do Livro estava o secretário de Estado da Cultura, Jorge Barreto Xavier, que no seu discurso valorizou a importância da leitura e o apoio da Câmara Municipal de Lisboa ao evento.» Ler no Diário de Notícias.

 

«O presidente da Associação Portuguesa de Editores e Livreiros (APEL) alertou hoje, na abertura da 84.ª Feira do Livro de Lisboa, para a necessidade de defesa de conteúdos e direitos de autor, nas novas tecnologias de informação.» Ler no Diário Digital.

 

Ver na RTP.


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Sex, 30/Mai/14

 

Desde ontem, 29 de maio, que o jornal Público convida um editor a escrever sobre um livro, na rubrica «Um editor por dia, um livro por dia». O início da rubrica coincide com o primeiro dia da 84.ª Feira do Livro de Lisboa.

 

Pode ler as duas sugestões já publicadas, de Marta Ramires (Casa das Letras, LeYa) e Francisco Vale (Relógio D'Água), aqui e aqui.


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Sex, 30/Mai/14

«O escritor Rui Cardoso Martins, cuja obra tem sido publicada pela Dom Quixote, chancela pertencente ao grupo Leya, será, a partir de agora, um autor da Tinta-da-China, revelou quarta-feira à Lusa a editora Bárbara Bulhosa.»

«À Lusa, Rui Cardoso Martins sublinhou que a sua saída da Leya não foi motivada pela existência de qualquer tipo de conflito, explicando apenas que, "às vezes, é preciso uma mudança".» Ler no Público.


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Sex, 30/Mai/14

«Entre tudo o que se editou em Portugal nos últimos anos, são muitos os títulos que se perderam na memória, em fundos de catálogo, nos becos sem saída da distribuição. Mais do que as novidades, as grandes obras esquecidas são os achados de cada Feira do Livro. Estas 24 correspondem a uma escolha tão subjectiva quanto possível - acrescente, se puder». Ler no Público.


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Sex, 30/Mai/14

 

A conferência, organizada por Ana Mourato, tem lugar no dia 10 de junho na APIA, das 10.00 às 17.00. Retirado daqui.

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Qui, 29/Mai/14
Qui, 29/Mai/14

 

Os agentes Andrew Wylie (fundador da Wylie Agency) e Carmen Balcells fundiram as suas agências, naquela que passará a denominar-se Balcells & Wylie. Segundo o El País, o acordo terá sido firmado no dia 27 de maio.

 

Autores como V. S. Naipaul, Philip Roth, Milan Kundera, Gabriel García Márquez, Mario Vargas Llosa, Jorge Amado, Júlio Cortazar, Italo Calvino e Jorge Luis Borges passam agora a ser representados pela nova agência, que contará com mais de mil nomes de autores agenciados.

 

«Seguimo-nos e admirámo-nos mutuamente durante muitos anos, e desejamos trabalhar estreitamente a partir de agora. O nosso objetivo é dar mais força, alcance e duração à representação dos clientes, e estamos entusiasmados e totalmente comprometidos com as oportunidades que se nos apresentam», declararam os agentes em comunicado, reproduzido pelo El País.


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Qui, 29/Mai/14

Não se pode prever se um livro irá ficar na história ou não, nem descrever o processo que levará a que assim seja. Livros como The Virgin Soldiers, de Leslie Thomas, desapareceram da história da literatura mundial sem deixar rasto. Ler aqui.

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Qui, 29/Mai/14

 

«Num dos seus romances, José Saramago faz a Península Ibérica viajar, como se fosse uma "jangada de pedra". Nesta edição de maio, a Blimunda convida os seus leitores a empreender viagens para vários sítios: a Lanzarote, para conhecer melhor o livro de fotos de João Francisco Vilhena sobre a ilha de Saramago; a Lisboa, que recebeu mais uma edição do Festival da Máscara Ibérica; ao Brasil de Zuenir Ventura e Luis Fernando Veríssimo e à sua visão sobre o 25 de Abril, com passagens pelo universo mágico de João Lizardo ou o assustador cinema de Tobe Hooper.» Via Fundação José Saramago.


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Qui, 29/Mai/14

 

«Elvas recebe a oitava edição da Feira Ibérica do Livro. A abertura do evento está marcada para sexta-feira, às 18.30, e os três dias prometem ser palco de inúmeras actividades.

 

A feira, promovida pela Câmara Municipal de Elvas, decorre na Praça da República, até domingo, e conta com a participação de mais de 30 editoras e livreiros provenientes de Portugal e Espanha.» Ler no Público.

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Qui, 29/Mai/14

 

«Começa hoje mais uma edição da Feira do Livro de Lisboa. O evento conta este ano com 250 pavilhões e 537 editoras e chancelas, mais 80 do que no ano passado. São esperados mais de 500 mil visitantes. A Feira do Livro abre esta quinta-feira, às cinco horas da tarde, e encerra no dia 15 de junho.» Ver e ouvir na RTP, aqui e aqui.

 

«Esta quinta-feira, quando a 84.ª edição da Feira do Livro de Lisboa abrir portas, os fãs de José Saramago vão ter uma surpresa. Alguns livros do Nobel português – aqueles cujos contratos já terminaram com a Leya – estarão disponíveis para venda nos pavilhões da Porto Editora.» Ler no Correio da Manhã.


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Qui, 29/Mai/14

 

«O vencedor do Prémio Camões 2014, galardão criado por Portugal e pelo Brasil para distinguir autores de língua portuguesa, vai ser anunciado na sexta-feira em Lisboa, revelou hoje a secretaria de Estado da Cultura.

 

Em 2013, o prémio foi atribuído ao escritor moçambicano Mia Couto.

 

O anúncio do galardoado ou galardoada de 2014 será feito na sexta-feira, às 18.30, no Hotel Tivoli, na presença do júri: Rita Marnoto, professora universitária, José Carlos Vasconcelos, jornalista, e os escritores Affonso Romano de Sant’Anna, António Carlos Secchin, Mia Couto e José Eduardo Agualusa.

 

Também estará presente o secretário de Estado da Cultura, Jorge Barreto Xavier.» Ler no iOnline e no Diário Digital.


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Qui, 29/Mai/14

 

«A inauguração oficial será às 17.00 com o secretário de Estado da Cultura e o presidente da Câmara de Lisboa. Há um pavilhão dedicado exclusivamente a Fernando Pessoa e a José Saramago.»

 

«A feira ficará aberta até 15 de Junho no Parque Eduardo VII, de segunda a quinta das 12.30 às 23.00, às sextas das 12.30 às 24.00, sábados e vésperas de feriado das 11.00 às 24.00 e domingos e feriados das 11.00 às 23.00» Ler no Público.


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Qui, 29/Mai/14

 

O IlustraTour, que decorre em Valladolid até 11 de julho, é um festival direcionado para ilustradores, com atividades abertas ao público. Durante o evento, podem encontrar-se atividades como workshops de ilustração, seminários e palestras, exposições, encontros entre ilustradores e editores, entre outras.

 

Desde o início do festival, em 2008, já passaram pelo evento ilustradores de todo o mundo como Kveta Packovska, Jutta Bauer, Lisbeth Zwerger, Satoshi Kitamura, Tony Ross, Rebecca Dautremer, Hervé Tullet or Isidro Ferrer, Oliver Jeffers, Chris Haughton, Kitty Crowther, Axel Scheffler, David Wiesner, Puño, Marc Boutavant. Saiba mais no sítio do evento, aqui.


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Qui, 29/Mai/14

 

 

A Booktailors quer criar cada vez mais oportunidades para os seus formandos, tornando mais abrangente a possibilidade de frequentar os nossos cursos. Desta forma, proporcionamos prazos alargados de pagamento, divididos em várias prestações, entre outros.

 

Proporcionamos ainda um desconto de 10 por cento a estudantes e ex-alunos Booktailors, que é acumulável com o desconto acima referido. Consulte as campanhas de desconto em vigor aqui.

 

Com os nossos vales-formação, que permitem a inscrição num dos cursos no Porto ou em Lisboa, lembramos que tem a possibilidade de oferecer uma formação Booktailors. Saiba mais aqui.

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Conheça a oferta formativa da Booktailors no 1.º semestre de 2014Oficina de Preparação de Original em Ambiente DigitalCurso de Revisão de Texto — nível intermédioCurso de Livro Infantil.


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Qua, 28/Mai/14
Qua, 28/Mai/14

Um estudo levado a cabo nos EUA pela Common Sense Media mostra um declínio claro ao longo dos anos: cerca de metade dos adolescentes com 17 anos dizem ler por iniciativa própria apenas uma ou duas vezes por ano. Ler aqui.


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Qua, 28/Mai/14

«Foi cancelada a peça O Lago Constança, com dramaturgia e encenação de Pedro Mexia, que deveria integrar a nova revista ao vivo, Cabide, que decorre no Cinema São Jorge, em Lisboa. Contactado pelo DN, Pedro Mexia remeteu para a publicação de hoje no seu blogue, O Malparado: "Uma vez que os responsáveis do Cinema São Jorge mantiveram uma constante e incompreensível indisponibilidade para dar ao projecto O Lago Constança o mínimo apoio técnico exigível, o espectáculo está cancelado. Agradeço o convite feito por João Pombeiro, da Cabide. Agradeço o empenho dos atores Cristóvão Campos, Maya Booth e Teresa Tavares. Agradeço o contributo musical de Marcos Lázaro, cenográfico de Maria Azevedo, e coreográfico de Paula Careto. Lamento todo o trabalho em vão, e o descaso com que fomos tratados."» Ler no Diário de Notícias.


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Qua, 28/Mai/14

 

«A Porto Editora apresentou na manhã desta quarta-feira, 28 de maio, na Casa dos Bicos, as nove primeiras obras de Saramago a serem publicadas pela sua nova casa editorial em Portugal.

 

Numa conferência de imprensa realizada na sede da Fundação José Saramago foram apresentadas as novas edições. A principal novidade consiste no facto de as capas serem "assinadas" por personalidades do mundo cultural português. Cada uma delas escreveu pelo próprio próprio punho o título das obras - o trabalho gráfico ficou a cargo do atelier Silvadesigners.» Ler no sítio da Fundação José Saramago.

 

«Hoje, durante a apresentação dos novos livros, na Fundação José Saramago, o editor Manuel Alberto Valente referiu que houve um extremo cuidado na fixação e revisão dos textos para corrigir pequenas imperfeições e gralhas existentes nas edições anteriores, mas sublinhou principalmente a novidade que considerou inédita em termos mundiais: os títulos de todos os livros, cada um com uma cor própria (o amarelo era a cor dominante na Caminho, editora que publicou os livros de Saramago durante décadas), são reproduzidos na caligrafia de várias figuras da cultura portuguesa. No caso concreto, nove personalidades ímpares: Álvaro Siza Vieira, Mário de Carvalho, Lídia Jorge, Dulce Maria Cardoso, Armando Baptista-Bastos, Júlio Pomar, Eduardo Lourenço, Gonçalo M. Tavares e Valter Hugo Mãe.» Ler no Diário Digital.

 

«A Caverna, A Noite, A Viagem do Elefante, As Intermitências da Morte, As Pequenas Memórias, Ensaio sobre a Lucidez, História do Cerco de Lisboa, Manual de Caligrafia e O Homem Duplicado são os primeiros livros lançados pela Porto Editora, a escolhida pelas herdeiras do escritor para a publicação da sua obra.» Ler no Diário de Notícias.

 

«Durante a apresentação das novas edições dos livros de José Saramago, o editor da Porto Editora, Manuel Alberto Valente, salientou que as herdeiras do Prémio Nobel, a viúva Pilar del Rio e a filha Violante Saramago Marques, não ganharam mais por deixarem a Caminho, "como muitos acusam nas redes sociais".» Ler no Diário Digital, aqui e aqui.

 

«Além dos nove títulos já publicados, outras obras de José Saramago deverão seguir o rumo desta nova edição, tendo-se referido como as seguintes Levantado do Chão, Os Poemas Possíveis, Provavelmente Alegria e O Caderno. Pilar del Río confirmou ainda que o romance inédito de Saramago, Alabardas, Alabardas, Espingardas, Espingardas será publicado em Setembro. As nove edição publicadas variam entre os 13,30 € e os 17,70 €.» Ler no iOnline.

 

«Para além de publicar as obras do Prémio Nobel da Literatura português, a Porto Editora vai também apoiar financeira e logisticamente a Fundação José Saramago, disse Manuel Alberto Valente, editor, na conferência de imprensa de apresentação dos nove títulos do escritor que chegam esta quinta-feira às livrarias. Para além do apoio financeiro, o grupo editorial vai também apoiar a fundação, por exemplo, na publicação de ensaios, disse Pilar del Río.

 

"Estamos a desenhar um plano de colaboração para apoiar [a fundação] financeiramente nalgumas actividades", disse Vasco Teixeira, administrador da Porto Editora, acrescentando que vão dar apoio logístico sempre que necessário.» LEr no Público.

 

«"Além da dedicação e do profissionalismo com que estamos já a cuidar das edições do Prémio Nobel da Literatura, a Porto Editora vai [também] apoiar diretamente a Fundação José Saramago, para que esta instituição possa continuar a cumprir, nas melhores condições, a sua missão de promover o estudo e a divulgação da obra de José Saramago", anunciou, na sessão de apresentação, o administrador do Grupo Porto Editora, Vasco Teixeira.» Ler no Jornal de Notícias.


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Qua, 28/Mai/14

 

«A poetisa e activista dos direitos dos afro-americanosa Maya Angelou morreu esta quarta-feira aos 86 anos, na sua casa em Winston-Salem, nos Estados Unidos.» Ler no Sol e aqui.

 

«Angelou  foi uma das escritoras negras mais lidas nos Estados Unidos e foi convidada a ler poemas em duas tomadas de posse presidenciais – em 1993, com Bill Clinton, e de novo em 2009, com Barack Obama.

 

Entre as suas obras mais conhecidas estão I Know Why the Caged Bird Sings, de 1969, e Carta à minha filha: um legado inspirador para todas as mulheres que amam, sofrem e lutam pela vida – dedicado à filha que nunca tive, de 2008 mas editado em Portugal em 2009.» Ler no Público.

 

«Poeta, escritora, dramaturga e atriz, Maya Angelou foi também uma figura de primeiro plano na luta pelos direitos cívicos da população negra nos Estados Unidos e próxima de Martim Luther King.» Ler no Diário Digital e no Correio da Manhã.

 

«Nasceu Marguerite Ann Johnson a 4 de Abril de 1928, em St. Louis. Porque as letras lhe roubaram quase todo o espaço que tinha reservado para possíveis paixões, foi naturalmente cedo que decidiu contar a sua história, a que lhe moldou o resto da vida, num livro que haveria de se tornar um sucesso de crítica e de vendas. I Know Why The Caged Bird Sings (1969) é o título da autobiografia, focada nos primeiros anos da vida de Maya e que a acompanha desde frágil criança até mulher feita de determinação. E este foi apenas o primeiro de uma série de sete volumes que relatam toda a vida da escritora.» Ler no iOnline, aqui e aqui.

 

«Um dos seus poemas mais conhecidos, intitulado On the Pulse of Morning, foi recitado durante a tomada de posse presidencial de Bill Clinton, em 1993. Em 2006, voltou a ser convidada para a posse presidencial de Barack Obama.» Ler no Expresso.

 

«Além de escritora, foi bailarina, autora de peças de teatro, atriz e a primeira realizadora negra de cinema de Hollywood.» Ler no Jornal de Notícias.


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Qua, 28/Mai/14

O Centro Atlântico está a promover, no Facebook, o passatempo «O Guardador de Rebanhos em Vídeo», convidando os interessados a gravar um vídeo com a leitura de um dos poemas de Alberto Caeiro e a partilhá-lo na sua página de Facebook. Ao atingir 100 gostos, o vídeo poderá concorrer a «499 Euros em prémios», divulga a página. Saiba mais na página do concurso, aqui.

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Qua, 28/Mai/14

 

«Cinco dias, quase 30 escritores, teatro, cinema, música e muita conversa. Será assim a 3ª edição do Festival Livros a Oeste, que decorre entre 28 de Maio e 1 de Junho, no concelho da Lourinhã. No ano em que inaugurou a nova biblioteca municipal, a Lourinhã recebe no Centro Cultural Dr. Afonso Rodrigues Pereira, situado no local da antiga biblioteca, escritores como Mário Zambujal, Rui Zink, Afonso Cruz, David Machado, Patricia Portela, o poeta Nuno Júdice ou Margarida Fonseca Santos.

 

Organizado pela autarquia, o festival que tem este ano como tema o "Mundo Global".» Ler na Renascença.


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Qua, 28/Mai/14

 

«A 84.ª Feira do Livro de Lisboa abre na quinta-feira, no Parque Eduardo VII, com 250 novos pavilhões de 537 editoras e chancelas, mais 80 do que no ano passado, e um conjunto de atividades que inclui um "picnic literário".

 

O número de pavilhões é semelhante ao do ano passado, mas com um design novo, disse à Lusa fonte da Associação Portuguesa de Editores e Livreiros (APEL), que organiza o evento.» Ler no iOnline.

 

«O secretário de Estado da Cultura, Jorge Barreto Xavier, o presidente da Câmara de Lisboa, António Costa, e o presidente da Associação Portuguesa de Editores e Livreiros, João Alvim, inauguram na quinta-feira a Feira do Livro de Lisboa.

 

O parque Eduardo VII volta a ser o cenário da Feira do Livro, que, nesta 84.ª edição, espera receber mais de 500 mil visitantes e muitos autores e ilustradores, entre eles, Jeff Kinney, autor de «O Diário de um Banana», e que foi nomeado pela revista Time como uma das pessoas mais influentes em todo o mundo.» Ler no Diário de Notícias.

 

«O Grupo LeYa está presente com 14 pavilhões, de acordo com os números da editora, organizados numa praça própria e, pela primeira vez, fará entrega do Prémio LeYa, no valor de 100.000 euros, na feira.

O Prémio Leya 2013 foi ganho por Gabriela Ruivo Trindade, pelo romance, Uma outra voz, e será entregue no dia 7 de junho, por Miguel Pais do Amaral, presidente do Conselho de Administração do Grupo.

 

A LeYa mantém a tradição de entregar também os Prémios do Concurso Literário Uma Aventura, que acontecerá no dia 2 de junho, com a presença das autoras Ana Maria Magalhães e Isabel Alçada, e de cerca de mil alunos, segundo previsões da LeYa.

 

O grupo, que inclui, entre outros, a Editorial Caminho e a Casa das Letras, apresenta no certame uma nova imagem e "um programa forte e diversificado assente, também ele, na diversidade dos livros e dos autores publicados", disse à Lusa fonte editorial.» Ler na RTP.

 

«Além das editoras e suas chancelas e da participação de Moçambique, que se inscreveu, a Feira conta ainda com a participação de dez alfarrabistas.

A modernização do equipamento da Feira passa também pelo seu auditório, a meio do Parque Eduardo VII, um espaço fechado de 90 metros quadrados, climatizado, com capacidade para 80 pessoas. Aqui se realizarão vários debates, palestras e apresentações de livros.» Ler na TVI24.


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Qua, 28/Mai/14

 

«Cabide é uma revista: tem um plano editorial jornalístico e uma posição editorial, mas nada disto é vendido em papel na banca de um quiosque, ou até mesmo online. Nenhum dos seus conteúdos está sequer escrito. Cabide é uma revista "ao vivo", em que as entrevistas, os debates, os ensaios acontecem no palco à frente dos leitores.

 

Entre quinta-feira e domingo, no Cinema S. Jorge, em Lisboa, o jornalista João Pombeiro e o designer Luís Alegre, directores da revista, apresentam o plano editorial que organizaram para responder à pergunta do primeiro número: "Saberemos tomar conta de nós?" Todas as edições desta revista semestral – o número dois acontece pelo final deste ano – vão ter como ponto de partida uma pergunta que se prende com actualidade. Neste caso, a pergunta é motivada pela saída da troika e pelas eleições europeias. "Apesar da pergunta ter uma origem política, não vamos ter respostas só ao nível político-partidário", diz João Pombeiro, que sublinha querer uma revista abrangente.» Ler no Público.
«A resposta à pergunta da capa da Cabide - "Saberemos tomar conta de nós?"  - poderá estar numa entrevista ao vivo a Eduardo Lourenço, numa conferência de Gonçalo M. Tavares ou num ensaio de Pedro Rosa Mendes para ver e ouvir, explica à Renascença o jornalista João Pombeiro, director da revista.» Ler e ouvir na Renascença. Ver na RTP.
«"A pessoa, quando entra na sala, é como se estivesse a entrar num artigo." Para imaginar o que é uma revista ao vivo, o que tem de fazer é conceber a ideia que acaba de ler, tal e qual, como foi explicada por João Pombeiro. Não se trata de um jogo, mas sim de uma nova proposta jornalística que tem como nome Cabide, nada mais nada menos que uma revista ao vivo que a partir de hoje e até domingo vai ocupar as salas do Cinema São Jorge, em Lisboa.» Ler no iOnline.

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Qua, 28/Mai/14

 

No mês de junho, o poeta Gastão Cruz e o coreógrafo Rui Lopes Graça juntam-se à jornalista Maria João Costa para o Ensaio Geral na Ferin. Transmitido semanalmente e gravado uma vez por mês na Livraria Ferin (rua Nova do Almada, 70-74, Lisboa), o Ensaio Geral tem lugar na livraria no dia 6 de junho, pelas 18.45. A entrada é livre.

 

Este ciclo de tertúlias tem levado, nas primeiras sextas-feiras de cada mês, um autor e uma personalidade de outra área ao espaço desta livraria, para debate de ideias e uma conversa com o público presente.

 

O Ensaio Geral é uma iniciativa conjunta da Livraria Ferin, Rádio Renascença e Booktailors.

 

Ouça a edição de novembro aqui (que juntou Afonso Cruz e José Avillez), a edição de dezembro aqui (na qual estiveram D. Manuel Clemente e Gonçalo M. Tavares), a edição de janeiro aqui (que contou com Pedro Vieira e José Gil), a edição de fevereiro aqui (que teve como convidados António Mega Ferreira e João Luís Carrilho da Graça), a edição de março aqui (que levou à Ferin Jacinto Lucas Pires e Mário Laginha), a edição de abril aqui (com Adelino Gomes e Alfredo Cunha) e o programa de maio, com João Tordo e António-Pedro Vasconcelos, aqui.

 

Pode ainda conhecer os convidados da primeira edição do programa aqui.


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Qua, 28/Mai/14

 

O entrevistado do Blogtailors no mês de maio é poeta, tradutor e professor na Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra, onde dirige o programa de doutoramento em Materialidades da Literatura. Manuel Portela é também o investigador que coordena o projeto do Arquivo Digital do Livro do Desassossego, adiantando que deverá estar concluído no verão de 2015.

 

Lidera, neste momento, a constituição do arquivo digital do Livro do Desassossego (LdoD). Originalmente, de onde partiu a ideia do projeto? E porquê o Livro do Desassossego?

A ideia tem origem na investigação que realizei desde o início da década de 2000 sobre edições e arquivos digitais de obras do património literário impresso. Pelo menos desde meados da década de 90 que um conjunto significativo de projetos de investigação desenvolveu modelos de edição digital a partir da consciência de que uma parte significativa do património cultural da humanidade iria ser progressivamente digitalizado à medida que a comunicação digital em rede instituía um novo espaço de publicação. No caso da literatura, muitos desses projetos pioneiros chegaram a um modelo de edição que passava pela reconstituição digital do arquivo das obras, isto é, do conjunto de documentos da sua história material.

 

Igualmente importante para a conceptualização deste projeto foi a ideia de que o meio digital poderia ser usado não só para efeitos de representação textual (dos autógrafos e das edições já existentes), mas também para efeitos de simulação dos próprios processos literários de ler, escrever e editar, tirando partido da processabilidade e da natureza dinâmica e colaborativa da Web 2.0. O Arquivo LdoD terá assim um conjunto de funcionalidades de virtualização do LdoD que permitirão aos leitores assumirem diferentes papéis no estudo, manipulação e apropriação da obra. Porquê o Livro do Desassossego? Pela sua natureza material de obra inacabada e fragmentária, e pelo seu grande apelo imaginativo para inúmeros leitores em todo o mundo, o LdoD surgiu como a obra ideal para levar a cabo esta experiência conceptual e técnica.

 

O projeto teve início em março de 2012 e tem a sua conclusão prevista para o fim de fevereiro de 2015. Quais as fases que atravessou? E qual a fase em que está no momento?

O projeto tem três componentes de investigação: uma de natureza textual, que implica a análise dos documentos autorais e análise das quatro edições principais da obra (Jacinto do Prado Coelho, 1982; Teresa Sobral Cunha [1990–91] 2013; Richard Zenith [1998] 2012; Jerónimo Pizarro [2010] 2013); outra de natureza computacional, que passa pela construção de um modelo de codificação eletrónica XML para todos os textos do LdoD e pelo desenvolvimento da programação adequada ao conjunto de funcionalidades do modelo de virtualização concebido; e uma terceira, de natureza teórica, que pretende investigar a relação entre escrita e livro nas práticas modernistas, incorporando nessa investigação os conhecimentos obtidos no processo de remediação digital da obra. Se tudo correr bem, o Arquivo LdoD será publicado no verão de 2015.

 

Como é que os suportes e as materialidades da literatura a influenciam? A máxima de Marshall MacLuhan «o meio é a mensagem» aplica-se de alguma forma à literatura?

Este projeto parte precisamente da análise material e textual dos documentos autógrafos, tal como aconteceu com as quatro edições principais ao fazerem as suas transcrições, seleções e organizações particulares dos elementos do livro. O projeto parte ainda da exploração da processabilidade simulatória do meio digital para criar um espaço de virtualização que permita compreender simultaneamente os processos de construção autoral e de construção editorial do LdoD. A relação particular entre meio e mensagem pode observar-se nos modos de construção material e social da obra enquanto livro impresso, por um lado, e enquanto arquivo digital, por outro. Um exemplo: a edição sob a forma impressa obriga a uma tomada de decisão sobre a ordenação relativa dos fragmentos; no entanto, esta ordenação pode tornar-se flexível e reconfigurável no espaço digital, dando origem a um conjunto diferente de princípios editoriais. Se usarmos a linguagem de MacLuhan, podemos dizer que a recriação do arquivo autoral e das edições do LdoD em meio digital altera a escala das nossas interações com os textos.

 

Está postulado como sendo um dos objetivos do arquivo digital «representar a dinâmica dos atos de escrita e de edição na produção do LdoD». Quanto a isso, qual é o balanço da dinâmica da edição da obra?

No que se refere à dinâmica da edição da obra, observamos quatro modelos distintos de construção do LdoD. Poderíamos resumi-la deste modo: um modelo que procura associar os fragmentos combinando afinidade temática e proximidade cronológica; um modelo que considera dois períodos e heterónimos diferenciados (Vicente Guedes e Bernardo Soares) e que, dentro de cada um deles, tenta reforçar a unidade discursiva dos fragmentos, por exemplo através da eliminação da numeração ou da reordenação interna do texto de alguns manuscritos fragmentários; um terceiro modelo, que coloca a produção de Bernardo Soares como eixo da obra e intercala os restantes fragmentos de modo que haja preponderância da voz Soares, relegando para uma parte final os grandes trechos; finalmente, um modelo que reconstitui crítica e geneticamente a cronologia dos fragmentos, aproximando o livro do arquivo da obra. É claramente observável o modo como as edições lutam entre si para legitimarem os seus modos particulares de construção do LdoD a partir do arquivo de Pessoa. Uma luta que reflete também a dinâmica comercial de concorrência no mercado do livro. Ou seja, as variações na forma textual interna do LdoD não dependem só dos critérios explícitos invocados pelos organizadores de cada uma das edições, mas também de um conjunto de fatores socioliterários implícitos.

 

Como descreve a abrangência do doutoramento em Materialidades da Literatura, criado pela Universidade de Coimbra?

O doutoramento em Materialidades da Literatura surgiu a partir do trabalho de investigação  desenvolvido ao longo da última década, que, no meu caso, incidiu especialmente sobre as questões da história e da materialidade do livro, assim como sobre a criação literária e artística em meio digital. Enquanto área de investigação, este doutoramento resulta da interseção do trabalho de vários investigadores, a trabalhar sobre problemas como a voz, a escrita, o cinema e a imagem técnica em geral; a história e as tecnologias de virtualização; e as teorias materiais da cultura — problemas com uma forte incidência na teorização literária da última década. Por outro lado, este contexto de investigação local ocorre num contexto internacional de expansão dos estudos comparados dos média e de uma teorização das mudanças sistémicas em curso nas tecnologias de inscrição e de literacia em consequência da crescente digitalização das formas culturais e dos processos sociais.

 

Nos 17 projetos de doutoramento em curso, é possível observar a emergência de uma constelação de problemas de investigação centrados na questão da materialidade e das tecnologias mediais de inscrição e comunicação na sua relação com a significação literária. Este é provavelmente o aspeto principal da reorientação metodológica que nos permitiu construir objetos de investigação diferentes daqueles que têm tido como base apenas a articulação entre literatura e cultura. A perspetiva do programa tende a ser interdisciplinar e intermedial, procurando integrar múltiplos contextos culturais, sociais e linguísticos. 

 

Portugal é um país que ainda não privilegia a leitura de livros em formato digital, quando comparado com outros países. Em que é que isto nos pode tornar diferentes de outros países na compreensão da leitura?

Independentemente dos formatos vistos como «livro digital» num sentido restrito, o facto importante a assinalar é o de que a leitura é hoje predominantemente digital e que é feita em rede, ou seja, segundo uma lógica hipertextual, que salta de documento em documento e de género em género, sem respeitar as fronteiras discursivas impostas pelos limites materiais dos meios analógicos.

A pergunta parece referir-se essencialmente à transposição da experiência do códice impresso para os tabletes digitais, cuja portabilidade permitiu que assumissem nos últimos anos a condição de principais emuladores do livro, como se neste dispositivo se tivesse consolidado um vínculo entre hardware e software que o tornasse apto a ser percebido como a reencarnação digital do livro. De facto, a publicação e a distribuição simultânea de livros nos dois formatos, que já se generalizou em alguns mercados livreiros, está ainda pouco desenvolvida em Portugal. No entanto, não vejo que decorra daí qualquer diferença na compreensão da leitura, já que a diferença específica das literacias atuais é determinada pela leitura multimodal em rede e que essa experiência caracteriza as nossas interações com os dispositivos, interfaces gráficas e conteúdos digitais, nas suas diferentes configurações, independentemente de uma distribuição de ficheiros chamados «livros» para serem lidos em e-book readers. A identificação tradicional entre leitura e livro impede-nos de perceber um conjunto vasto de outras práticas de leitura que têm lugar quer no universo impresso quer no universo digital que não dependem do «livro» enquanto formato específico.

 

Quais os principais desafios das humanidades perante a era digital?

As tendências de investigação recentes neste campo epistemológico mostram dois conjuntos de respostas diferentes no processo de remediação digital dos objetos e dos métodos das humanidades. Um grupo de respostas incorpora as ferramentas digitais, muitas das quais concebidas em domínios científicos com uma natureza fortemente instrumental, procurando transformar os métodos da disciplina em causa de modo a conformar-se à lógica da ferramenta. Disso são exemplos projetos de prospeção e visualização de dados em grandes quantidades de texto ou de imagem ou de imagem em movimento. Trata-se de adotar metodologias quantitativas no domínio da análise da linguagem, da literatura, da história, da cultura e das artes, que suplementam ou desafiam as práticas de análise hermenêutica de objetos singulares ou de pequenos conjuntos de objetos. Um segundo grupo de respostas procura conceber as próprias ferramentas digitais de acordo com os protocolos de conhecimento das práticas das humanidades, isto é, com a consciência da dimensão interpretativa e intersubjetiva do conhecimento humanístico. Por outras palavras, trata-se de usar as capacidades da tecnologia digital de modo infletido que consiga incorporar categorias como a temporalidade, a historicidade e a subjetividade específica das representações e dos seus códigos próprios. A configuração futura das «Humanidades Digitais» resultará da dinâmica entre a componente humanística e a componente digital. Creio que o principal desafio consiste na apropriação dos instrumentos computacionais para modificar os métodos das disciplinas, mas também para desenvolver métodos computacionais reflexivos e conscientes da natureza interpretativa e construída dos seus objetos.

 

A literatura está dependente da era digital? Como encarar a atitude de alguns autores de permanecerem apenas do lado de uma criação física, em papel?

Esta pergunta tem várias respostas: num certo sentido, a literatura já está dependente da era digital desde que os processos de escrita, composição tipográfica, paginação e impressão incorporaram o computador. A maior parte das obras produzidas desde a década de 1980 são digitais, mesmo quando a sua distribuição final é feita sob a forma de códice impresso. A história do processador de texto e a história dos programas de paginação demonstram que a digitalização da literatura precede a sua distribuição eletrónica em rede, que tende a constituir para nós, hoje, a perceção tipificadora dessa transformação tecnológica. Outra resposta possível: à medida que a experiência de leitura se torna predominantemente hipertextual e se centra no ecrã, a experiência literária passará a ocorrer também (e, eventualmente, sobretudo) nesse meio. Esta experiência literária digital, por sua vez, pode ser pensada de dois modos: ou como transposição dos formatos impressos para formatos digitais que mantêm a modularidade do impresso e a maior parte das suas convenções; ou como a criação de formas programadas e com origem no próprio meio digital, como acontece com a chamada «literatura eletrónica» ou «literatura digital», que incorpora como elemento da sua retórica literária a programabilidade e outras propriedades materiais do meio digital.

 

Uma terceira resposta possível, uma das que poderia ser dada pelos autores que querem permanecer do lado do papel: a intensidade da atenção e do envolvimento que o livro de papel implica, na sua ergonomia de leitura, é um elemento essencial da leitura e da experiência literária. Para estes autores, a atenção interrompida, extrospetiva, multimedial e descontínua da hiperleitura não seria compatível com a leitura contínua, introspetiva e intensa que define a experiência literária. Quer dizer que a defesa da leitura em papel é, muitas vezes, a defesa desta prática de leitura e da perceção desta prática como essencial à produção do literário enquanto tal. A meu ver, mais do que pensar na concorrência e na oposição entre digital e papel, devemos pensar na interação criativa entre papel e digital, e entre digital e papel. É isso que alguns escritores têm feito, tentando inventar experiências literárias digitais ou experiências literárias no códice intensificadas pelo uso de meios digitais. Claro que persiste o problema de saber qual será a forma típica da experiência literária na nova ecologia medial, em que a interrupção da atenção e a multimodalidade se tornam modos de interação privilegiados.

Uma pergunta possível seria esta: quais as formas e práticas que reconheceremos como experiências literárias no meio digital? Aquelas em que reconhecemos um vínculo com experiências de leitura das operações de linguagem intensificadas pelo códice? Aquelas em que reconheceremos uma profunda consciência do novo meio e das suas modalidades próprias de inscrição? Outra pergunta ainda: qual o lugar relativo da escrita e dos processos de uso e transformação da linguagem verbal na produção da experiência literária em meio digital? Poderá a experiência literária sobreviver à desvinculação entre «letra» e «literatura», permitindo-nos reconhecer «literatura» também em formas sem mediação dos códigos da escrita (formas sonoras, visuais, audiovisuais, cinéticas)? Residirá a experiência literária na apropriação do espaço eletrónico como espaço de escrita e leitura através da construção explícita e socializada de ligações entre os objetos que entendemos ler como literários? A «literatura» como categoria tem de ser produzida: não decorre da simples vinculação a determinada forma ou formato material.

 

 

 

Manuel Portela é licenciado em Línguas e Literaturas Modernas, variante de Estudos Portugueses e Ingleses, pela Universidade de Coimbra, e é doutorado em Cultura Inglesa pela mesma universidade. É professor auxiliar com agregação no Departmento de Línguas, Literaturas e Culturas da Universidade de Coimbra, onde dirige o programa doutoral em Estudos Avançados em Materialidades da Literatura. É investigador do Centro de Literatura Portuguesa da Universidade de Coimbra. É o investigador responsável do projecto «Nenhum Problema Tem Solução: Um Arquivo Digital do Livro do Desassossego» (Universidade de Coimbra, 2012–15). Dos seus muitos ensaios, destaque para os livros Scripting Reading Motions: The Codex and the Computer as Self-Reflexive Machines (MIT Press, 2013), e O Comércio da Literatura: Mercado e Representação (Antígona, 2003).Traduziu para português Laurence Sterne, William Blake e Samuel Beckett. Em 1998 recebeu o Grande Prémio de Tradução pela tradução de The Life and Opinions of Tristram Shandy.

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Ter, 27/Mai/14
Ter, 27/Mai/14

Saiba mais aqui.

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Ter, 27/Mai/14

 

A editora Guerra e Paz anuncia o lançamento, a 3 de junho, de Retratos de Camões. O último livro de Vasco Graça Moura será apresentado na Sociedade Portuguesa de Autores (SPA), pelas 18.30, no Auditório Maestro Frederico de Freitas. Estarão presentes no lançamento José de Guimarães, Vítor Aguiar e Silva e José Jorge Letria, presidente da SPA. O livro chega às livrarias no dia 4 de junho.

 

A poucos dias do 10 de Junho, Dia de Camões, «a Guerra e Paz Editores, em parceria com a Sociedade Portuguesa de Autores, tem a honra de fazer chegar aos leitores um livro de Vasco Graça Moura sobre a iconografia camoniana. É um pequeno livro, encadernado, com ilustrações a cores, que inclui retratos contemporâneos de Camões da autoria de Júlio Pomar, José de Guimarães, João Cutileiro e José Aurélio, a par dos retratos clássicos», divulga a editora em comunicado. Retratos de Camões é uma obra de não-ficção, ensaística, «um estudo histórico dos retratos de Camões, identificando os que terão sido feitos em vida do poeta e os que, posteriormente, deram substância à imagem que hoje temos dele».

 


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Ter, 27/Mai/14

 

«Os escritores Arlete Piedade Louro e Samuel Pimenta organizam a caravana de poesia e música "A poesia está na rua" no dia 31 de Maio (sábado), pelas 15.30, pelas ruas da Baixa de Lisboa, para comemorar os 40 anos do 25 de Abril.

 

A iniciativa conta com a parceria da Associação 25 de Abril, da "Literarte - Associação Internacional de Escritores e Artistas", da "U.L.L.A - União Lusófona das Letras e das Artes" e da "Associação Internacional de Poetas".» Ler no Diário Digital.

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Ter, 27/Mai/14

 

A Cabide define-se como «a primeira revista portuguesa ao vivo». O primeiro número sai entre os dias 29 de maio e 1 de junho e está em exibição em Lisboa, no cinema São Jorge. Saiba mais no sítio da Cabide, aqui.


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Ter, 27/Mai/14

 

Jeff Kinney, autor da coleção «O Diário de Um Banana» (editada em Portugal pela Booksmile, chancela do grupo 20|20 Editora), vai estar na Feira do Livro de Lisboa no dia 15 de junho. O autor estará na Praça Verde entre as 16.00 e as 19.00, naquela que é a sua primeira visita a Portugal.

 

Nomeado pela revista Time como uma das pessoas mais influentes, Jeff Kinney foi considerado, em 2013, como o sexto autor mais bem-sucedido do mundo. A coleção «O Diário de Um Banana» está na lista de bestsellers do New York Times desde 2007, totalizando cerca de 115 milhões de exemplares vendidos em todo o mundo.

 

Em Portugal, a coleção de Jeff Kinney já vendeu cerca de 540 mil exemplares.

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Seg, 26/Mai/14
Seg, 26/Mai/14

 

Há cinco áreas em que a articulação do marketing com a publicidade pode potenciar o sucesso de um livro. Conheça-as aqui.


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Seg, 26/Mai/14

 

«O festival Livros a Oeste, na Lourinhã, começa já esta quarta-feira (dia 28). O epicentro do evento será no Centro Cultural Dr. Afonso Rodrigues Pereira. [...]

 

Logo após a cerimónia de abertura, às 10.00, uma hora depois haverá uma sessão com a escritora Margarida Fonseca Santos dirigida aos alunos do 2.º e 3.º ciclo. Já às 15.00 decorrerá a projecção das curtas-metragens "Sem Respirar", de Pedro Brito e guião de Filipe Homem Fonseca, e "Histórias de Molero I, II e II", com textos de Dinis Machado, adaptados por Afonso Cruz.

 

Pelas 17.00 haverá um workshop de escrita criativa com Margarida Fonseca Santos e, a terminar a programação de primeiro dia, ocorrerá um debate entre o público e Filipe Homem Fonseca e Bruno Vieira Amaral, moderado por João Morales, programador do festival.

 

O festival, que se prolonga até 1 de Junho, tem como grande destaque este ano a presença dos escritores Adelino Gomes, Ana Meireles, André Gago, Afonso Cruz, David Machado, Mário Zambujal, Margarida Fonseca Santos, Nuno Júdice, Rui Zink e Waldir Araújo, entre outros.» Ler no Diário Digital.


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Seg, 26/Mai/14

Em 2003, foram contabilizados 64 cursos de escrita criativa no Reino Unido, contra os atuais (em 2013) 504. Ler aqui.


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Seg, 26/Mai/14

 

A obra completa de José Saramago, que, em janeiro, passou para a Porto Editora, estará nas livrarias na próxima quinta-feira, dia 29. No dia 28, pelas 11.30, a Fundação José Saramago dará a conhecer as novas edições em conferência de imprensa, que contará com a presença de Pilar del Río e do administrador da Porto Editora, Vasco Teixeira.


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Seg, 26/Mai/14

 

«Não se sabe ainda quem foi o comprador, mas, depois de uma batalha de licitações de cerca de 15 minutos, um coleccionador norte-americano levou para casa a prancha original que detém o novo record mundial para venda de BD: 2,6 milhões de euros, incluindo taxas (2,1 milhões sem taxas), que estão a levar alguns especialistas a falar num novo nicho no mercado dos leilões.

 

Assinada por Hergé em 1937 a prancha levada à praça em Paris pela francesa Artcurial é uma página dupla feita a tinta-da-china que viria a dar origem a capas de álbuns publicados entre 1937 e 1958. Veio duplicar o valor do anterior record de 1,3 milhões que pertencia também a Tintin – pela venda, há exactamente dois anos, da prancha de 1932 que deu origem à capa de Tintin na América.» Ler no Público.

 

«Na imagem, desenhada para ser verso de capa e contracapa dos álbuns publicados entre 1937 e 1958, aparecem Tintin e o cão Milu em 34 situações diferentes, cada uma referente a um momento emblemático das aventuras daquela personagem.» Ler n'A Bola.

 

«O anterior recorde já era de Hergé e foi obtido pela famosa capa de Tintin na América, realizada em 1932 e vendida por 1,3 milhões de euros em junho de 2012, igualmente pela Artcurial.» Ler no iOnline, no Diário Digital,  no Observador e no Jornal de Notícias.


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Seg, 26/Mai/14

 

Lanzarote, A Janela de Saramago (Porto Editora, 2014), obra do fotógrafo João Francisco Vilhena e com textos de José Saramago, é o primeiro livro na categoria dos Projetos Especiais apresentados pela Bookoffice. O conjunto de fotografias de João Francisco Vilhena feitas com o Nobel português em Lanzarote tem corrido várias paragens, na exposição que toma o nome da obra.

 

No próximo dia 30 de maio, sexta-feira, pelas 18.30, o livro será apresentado na sede do Camões — Instituto de Cooperação e da Língua (avenida da Liberdade, n.º 270, Lisboa). Nesta data abre ao público, no mesmo edifício, a exposição fotográfica, que será inaugurada pelo presidente do Cabildo de Lanzarote, Pedro Sans Ginés Gutiérrez. No dia 10 de junho, a exposição abre em Barcelona. 

 

Depois de ter sido inaugurada em Lanzarote, no dia 10 de abril, a mostra de 29 fotografias acompanhou também o festival LeV — Literatura em Viagem. Durante o festival, a exposição esteve patente na Biblioteca Municipal Florbela Espanca, que também recebeu, no dia 10 de maio, o lançamento do livro, com a presença do fotógrafo e a apresentação de Pilar del Río.

 

Saiba mais sobre a obra no sítio da Bookoffice, aqui.

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Dom, 25/Mai/14
Dom, 25/Mai/14

 

Retirado daqui.

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Sáb, 24/Mai/14
Sáb, 24/Mai/14

 

Retirado daqui.

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Sex, 23/Mai/14
Sex, 23/Mai/14

 

Via Diário Digital.


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Sex, 23/Mai/14

Veja mais aqui.

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Sex, 23/Mai/14

 

Segundo a organização da Flip, o escritor justificou o cancelamento com «compromissos académicos inadiáveis», depois de ter sido convidado para assumir uma cadeira na Universidade de Columbia, em Nova Iorque. A organização da Flip anunciará um novo nome até ao final do mês de maio.

 

Preocupada com a rediscussão do AO, a Associação Brasileira das Editoras Universitárias levou o tema à sua última Assembleia Geral, realizada no início de maio, em Campina Grande. O documento foi subscrito por 61 representantes de editoras universitárias das 121 editoras associadas.

 

Decorre entre os dias 28 de maio e 8 de junho a 16.ª edição do Salão FNLIJ (Fundação Nacional do Livro Infantil e Juvenil). O evento acontece no Centro de Convenções SulAmérica, no Rio de Janeiro, onde estarão mais de 55 editoras.

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Sex, 23/Mai/14

 

«A sede da Sociedade Portuguesa de Autores (SPA), em Lisboa, quase foi pequena para o público que assistiu à entrega das distinções do Dia do Autor Português.

 

"Receber um prémio de consagração de carreira literária faz-me olhar para trás, medir o feito e o imperfeito (...) fiquei perplexa, sem saber como contabilizar, avaliar o trajeto de décadas e décadas..." O texto (parte dele) lido ontem por Maria Teresa Horta comoveu os presentes na cerimónia de entrega dos prémios da Sociedade Portuguesa de Autores (SPA).»

 

«Aos habituaias galardões atribuídos pela SPA, somou-se este ano um "prémio surpresa". A entrega de placas de prata às comemoração dos 40 anos do 25 de Abril, também homenageados com uma exposição de trabalhos de fotógrafos que assistiram à madrugada da Revolução e de outros que nasceram nesse dia.

 

Os prémios foram entregues a Manuel Alegre, que partilhou a placa com "todos os poetas que fizeram da poesia uma arma contra a ditadura"(...)». Ler no Diário de Notícias.


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Sex, 23/Mai/14

 

No dia 7 de junho, pelas 19.00, a blogger Sofia Teixeira convida os autores Afonso Cruz, Pedro Garcia Rosado e Tânia Ganho a juntarem-se aos bloggers Vera Brandão e Márcia Balsas, para uma tertúlia moderada pelo jornalista João Paulo Sacadura. A sessão abordará temas como «os diferentes géneros literários, os gostos dos portugueses, a nova moda dos blogues, entre outros». Poderá assistir à sessão no Auditório da Feira do Livro de Lisboa. Via Bran Morrighan.

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Qui, 22/Mai/14
Qui, 22/Mai/14

 

A investigação é uma atividade que as universidades ensinam e pela qual cobram. Por esse motivo, não faz sentido disponibilizar trabalhos de investigação académicos com acesso livre. Para ler aqui.

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Qui, 22/Mai/14

«A Feira do Livro de Évora, que costuma 'sair à rua' este mês, vai realizar-se integrada na Feira de S. João, entre 20 e 29 de junho, numa decisão da câmara para ultrapassar dificuldades financeiras. A nova data surge depois de a Câmara de Évora ter anunciado, recentemente, a suspensão temporária da edição deste ano do certame, alegando "dificuldades financeiras".» Ler no Correio da Manhã.


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Qui, 22/Mai/14

 

«A Sociedade Portuguesa de Autores (SPA) celebra hoje 89 anos e o Dia do Autor Português, com a entrega de uma série de prémios, nomeadamente, o Prémio de Consagração de Carreira, à poetisa e jornalista Maria Teresa Horta.» Ler no Diário Digital.

 

«Hoje também será conhecido o vencedor do Grande Prémio de Teatro SPA/Novo Grupo e serão entregues sete Medalhas de Honra a "autores que se destacaram", afirma a cooperativa de autores em comunicado enviado à Lusa.

Sete personalidades recebem também hoje os Prémios Pró-Autor, "por se terem evidenciado na defesa dos autores e das suas obras".

 

A cerimónia de entrega está marcada para as 18.00, na Sala-Galeria Carlos Paredes, no edifício 02 da cooperativa, na rua Gonçalves Crespo, em Lisboa, e inclui uma intervenção do presidente da SPA, José Jorge Letria, e a leitura da mensagem do Dia do Autor, de autoria do escritor António Torrado.» Ler na RTP.

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Qui, 22/Mai/14

 

«Mafalda nasceu por duas vezes – a primeira a 15 de Março de 1962 para uma campanha publicitária que acabou por não sair à rua, a segunda (a oficial) dois anos depois, a 29 de Setembro de 1964, quando foi publicada a sua primeira tira no semanário Primera Plana, em Buenos Aires. Desde então, Quino, o autor, abandonou a sua mais conhecida personagem – deixou-a passados dez anos, em 1973. Já a personagem, como sabemos todos, é tenaz, e insiste em não o abandonar a ele: tornou-o esta quarta-feira vencedor do Prémio Príncipe das Astúrias na categoria de Comunicação e Humanidades.» Ler no Público.

 

«O desenhador gráfico argentino Quino, criador da personagem Mafalda, foi distinguido hoje [ontem] com o Prémio Príncipe das Astúrias de Comunicação e Humanidades, anunciou a organização em Oviedo, Espanha.

 

Quino, nascido Joaquín Lavado, há 81 anos em Mendoza, recebe este galardão, no valor de 50.000 euros, no ano em que a personagem Mafalda, protagonista de centenas de tiras de banda desenhada, celebra cinquenta anos de existência.» Ler no Diário Digital.

 

«Apesar de ter desenhado e publicado vários livros de desenho gráfico para um público mais adulto, nos quais predomina um humor corrosivo e negro sobre a realidade social e política, Quino fica célebre por uma personagem que se tornou numa das mais improváveis comentadoras políticas da actualidade.» Ler no Diário de Notícias.

 

«O júri, presidido pelo director do Instituto Cervantes, Victor Garcia, revelou que Quino era favorito para ganhar o prémio. Entre os 22 candidatos estavam Jacobo Zabludovsky, escritor mexicano, os fundadores do Skype, e o filósofo espanhol Emílio Lledó.» Ler no Correio da Manhã e no Jornal de Notícias.

 

Ver na RTP.


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Qui, 22/Mai/14

 

O décimo Festival Internacional de Banda Desenhada de Beja é inaugurado no dia 31 de maio, na Casa da Cultura da cidade, pelas 14.30. Durante o festival estarão patentes 21 exposições. Saiba mais na página de Facebook do evento, aqui.

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Qua, 21/Mai/14
Qua, 21/Mai/14

 

A parceria entre a Feira do Livro de Lisboa (FLL) e a Fundação Francisco Manuel dos Santos (FFMS), bem como a representação de Moçambique no evento, são duas das mais significativas novidades da 84.ª edição da FLL, que decorre entre 29 de maio e 15 de junho no Parque Eduardo VII, em Lisboa.

 

Durante a feira, a FFMS lança um ciclo de debates sobre Portugal e quatro novas obras, com a apresentação, a 7 de junho, de uma nova coleção no auditório renovado da feira. Graças à parceria com a feira, a FFMS pretende, num «espaço privilegiado», «colocar todos os conteúdos que a fundação tem criado junto da sociedade civil», declara Mariana Lopes, da FFMS.

 

Na conferência de imprensa desta tarde, anunciou-se ainda a existência de um espaço dedicado à literatura moçambicana, a primeira representação internacional de um país na FLL e «um primeiro passo de aproximação» entre os dois países na área do livro, sugere Eduardo Boavida, da comissão organizadora da feira.

 

As infraestruturas apresentam também alterações na edição que se aproxima. João Alvim, presidente da Associação Portuguesa de Editores e Livreiros (APEL), entidade organizadora da feira, anunciou um «novo design, um pouco mais moderno» para os stands das editoras: cada estrutura terá cerca de mais meio metro de profundidade, o que disponibilizará mais espaço para arrumação interior e melhor manuseamento por parte dos visitantes, num investimento em que a APEL procurou adquirir materiais de «maior durabilidade». O presidente da APEL garante, no entanto, que esta reestruturação não implicou acréscimo no custo de inscrição das editoras.

 

O número de pavilhões, 250, mantém-se semelhante ao da edição de 2013; aumenta, no entanto, o número de editoras na feira, com a participação de 537 editoras e chancelas nesta edição. Mantém-se ainda a happy hour, com preços reduzidos nos stands aderentes. Anuncia-se igualmente a escolha, entre 100 candidaturas recebidas, de 30 voluntários, contra os 80 do ano anterior.

 

Em 2014, a FLL terá também ao dispor do público maior quantidade de espaços de restauração: mais de 30. Na 84.ª edição, será possível encontrar vários tipos de zonas, como espaços gourmet ou zonas de bebidas.

 

Alguns pormenores da programação

No dia 6 de junho, termina a votação da Livraria Preferida de Portugal, que será anunciada e premiada no dia 11, num espaço da feira a anunciar. Outras atividades foram ainda divulgadas, como um Pic Nic Literário a 10 de junho e um encontro para um blind book, que implicará trocas de livros com outros participantes na atividade. No dia 7 de junho, a FLL associa-se à Noite de Literatura Europeia, recebendo as atividades promovidas pelo evento.

 

O apoio da Câmara Municipal de Lisboa continua a ser «semelhante» ao dos anos anteriores, contando-se a habitual parceria com a Rede BLX, que terá stand próprio e vai promover diversas atividades para crianças e adultos.

 

A participação dos clubes de leitura é outra das apostas dinamizadoras da feira: pelo menos 10 clubes da zona de Lisboa marcam presença e dinamizam espaços com conversas sobre livros e autores; Lídia Jorge, Afonso Cruz, Bruno Vieira Amaral e Dulce Maria Cardoso contam-se entre os escritores convidados.

 

Um balanço da edição de 2013

Eduardo Boavida salientou que, relativamente ao ano anterior, as atividades na FLL cresceram 30 %, com mais de 100 ações a decorrer no período da feira. Com a presença de mais chancelas nesta edição, Boavida prevê «alcançar um número mais expressivo» em 2014, visto que a atividade cultural da feira assenta essencialmente «nos parceiros e editoras». A organização espera assim superar os 500 mil visitantes de 2013.

 

O novo sítio da FLL pode ser consultado em feiradolivrodelisboa.pt. Em 2014, o sítio renovado adapta-se já à leitura em tablet e smartphone, com toda a programação da feira a ser disponibilizada em linha a 29 de maio.

 

Ler mais na TVI24, no Local.pt, no Público., no iOnline,  no Diário de Notícias, no Diário Digital, no Sol, no Jornal de Notícias e no Correio da Manhã.


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Qua, 21/Mai/14

Conheça-os aqui.


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Qua, 21/Mai/14

 

Como habitual, o Parque Eduardo VII recebe a 84.ª edição da Feira do Livro de Lisboa, que apresentará novidades na organização e construção dos pavilhões das editoras. Espera-se ainda uma mesa redonda de autores e bloggers, a ter lugar no dia 7 de junho. Via Bran Morrighan.


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Qua, 21/Mai/14

A votação da Livraria Preferida, promovida anualmente pela Associação Portuguesa de Editores e Livreiros, abre-se em 2014 às livrarias de todo o país. Até 2013 a votação restringiu-se às livrarias lisboetas, com a Bertrand do Chiado a liderar as votações, seguida da Pó dos Livros e da Ler Devagar. A livraria preferida dos portugueses em 2014 será anunciada na Feira do Livro de Lisboa. Saiba mais no Sentido dos Livros.


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Qua, 21/Mai/14

«Philip Roth já tinha anunciado em Novembro de 2012 que ia deixar de escrever. Esta semana dá uma entrevista à BBC e garante que é a última vez que alguém o vê ou ouve a falar em público. O escritor sai de cena.» Ler no Sol e aqui.


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Qua, 21/Mai/14

Contra as expetativas formadas em tempos de crise, abriu na Baixa de Lisboa, em setembro de 2013, a Fyodor Books, uma livraria alfarrabista que pratica uma política de preços incomum: um livro, 3 euros; dois livros, 5 euros; e cinco livros, 10 euros. Os preços são fixos para todos os títulos expostos, salvo (muito) raras exceções que são marcadas pelo preço máximo de 5 euros, o que já faz, nas palavras de Paulo Rodrigues Ferreira, um dos proprietários, com que os próprios proprietários se sintam «mal»: «Gostamos da ideia de as pessoas levarem muitos livros [por um preço] barato.» A livraria deixou já a calçada Nova de São Francisco para inaugurar, no dia 15, a sua nova morada na avenida Óscar Monteiro Torres, n.º 13B, muito perto do Campo Pequeno.

 

 

Contextualizar o nascimento e a política de preços da livraria não é imprudente. Sara Ferreira e Paulo Rodrigues Ferreira, de 27 e 29 anos (que juntos criaram e gerem a Fyodor Books), não hesitam em afirmar que é esta política que os diferencia das restantes livrarias e alfarrabistas lisboetas. «Não fazemos especulação com o preço. Às vezes pode ser um tiro nos pés, vender livros que valem 100 euros a 5 euros», explica Paulo Rodrigues Ferreira. A primeira venda que Sara fez na loja foi, precisamente, uma afamada 1.ª edição de uma obra de Herberto Helder, pela módica quantia de 3 euros, que estaria avaliada pelo menos em 200.

 

Em plena crise económica, os dois criaram a sua livraria inspirada nos modelos das que conheceram nos Estados Unidos da América: desse país, admiram as referências culturais, as livrarias e os autores, bem como a relação menos descomplexada da população com os livros. Asseguram que não pretendem educar ninguém, mas gostariam de «tentar mudar mentalidades», porque os entristece a perceção de que «as pessoas não têm qualquer relação com os livros em Portugal». «Gostava que estas gerações não tivessem a sensação de que um livro custa 20 euros e que não [o] podem comprar», explica Sara Ferreira. Este é o motivo da existência da Fyodor Books.

 

 

O livro «pode ser comprado regularmente»

«O livro não tem de ser caro e pode ser comprado regularmente», assegura Paulo, explicando que os clientes chegam ao ponto de «estranhar o preço dos livros por ser tão baixo», e que apenas uns raros «10 % da população, a população rica» compra livros caros. Nota, por vezes, alguns preconceitos quanto ao livro usado, vindo especialmente de clientes mais velhos, mas também estes começam a aparecer na Fyodor.

 

A relação mais descomplexada dos jovens com o livro usado faz deles os grandes clientes da Fyodor. Sair do Chiado e partir para o Campo Pequeno foi também uma questão de estratégia: na nova morada, estão rodeados das maiores universidades de Lisboa e adquiriram maior visibilidade. Sara e Paulo orgulham-se de chamar «muito público novo» à sua livraria: alunos de Belas-Artes, Arquitetura, Engenharia, que «muitas vezes nem tinham relação com a leitura», salienta Sara. Ao tentarem fugir «ao estereótipo do que é uma livraria e das sugestões das revistas», os proprietários lançam uma diversidade que lhes agrada (também proporcionada pelo acaso dos livros que encontram) e cativam um público que está focado em ler os clássicos da literatura e que não adquire best-sellers. Chegaram a tentar vender um livro de Dan Brown por apenas 1 euro, mas sem sucesso. Os leitores gostam do que encontram na livraria, escrevem sobre o que leem e até trocam opiniões com os proprietários.

 

 

O que os clientes mais procuram na Fyodor pertence a áreas como a literatura estrangeira, a filosofia e a história. A literatura portuguesa não está contemplada nos livros mais procurados, exceto quando se fala de autores como José Saramago, António Lobo Antunes ou Fernando Pessoa (especialmente o Livro do Desassossego). Têm livros em inglês, francês, castelhano, e pretendem disponibilizar mais livros em língua inglesa. Dos títulos mais vendidos, existem aqueles que, segundo a experiência dos dois livreiros, não ficarão muito tempo nas estantes: A Metamorfose, de Franz Kafka; O Estrangeiro, de Albert Camus; 1984, de George Orwell; Siddartha, de Hermann Hesse; O Admirável Mundo Novo, de Aldous Huxley; e os livros de Dostoiévski, que dá nome à livraria. Dos autores portugueses, as obras de Luiz Pacheco desaparecem quase automaticamente das estantes.

 

«Trabalho de arqueólogo»

Parte das funções de Sara e Paulo são o que chamam «trabalho de arqueólogo», para que todas as semanas cheguem livros novos às prateleiras da Fyodor Books. A sua busca por novos livos é incessante, visto que não trabalham com catálogos, e é também o que mantém a livraria ativa. De anúncios em jornais a contactos que recebem de particulares e pesquisas na internet, a vida de alfarrabista nem sempre é facilitada, e a «persistência», dizem, é a chave. Falam com alguma «desilusão» das editoras, que não demonstraram interesse em vender fundos de catálogo a preço mais reduzido. Por outro lado, riem-se de situações caricatas com que já se depararam: propostas para a compra de uma Bíblia por 700 euros, ou contactos para venda de bibliotecas que, no fim de contas, se resumiam a uma pessoa «numa motinha com um livro». «Uma das coisas de ser livreiro é ficar com histórias para contar», congratula-se Paulo.

 

 

Por contraponto com o «trabalho de arqueólogo», é para o futuro da livraria que Sara e Paulo trabalham, de olhos postos em vários projetos. Querendo «fugir aos nichos das editoras independentes», preveem arrancar com edição própria, pela chancela Fyodor, no início do próximo mês, com a obra O Apocalipse Estável. Aforismos, de Karl Kraus, apoiada pela Embaixada da Áustria em Portugal. Depois, continuarão na edição de autores portugueses não consagrados.

 

 

Querem também promover, futuramente, alguns pequenos leilões, exposições e apresentações de livros, bem como iniciar a venda de merchandising da loja, com sacos, cadernos e canetas. O seu grande projeto está no franchising das lojas Fyodor Books, que gostariam de fazer chegar a algumas cidades portuguesas, embora trabalhem com o grande objetivo de alargar a sua loja à Europa e aos Estados Unidos. «Queremos estar sempre a existir de alguma forma», afirma Paulo Rodrigues Ferreira. Para já, pode visitar a Fyodor Books entre as 11.00 e as 20.00, de segunda-feira a sábado, e levar sacos cheios de livros para casa por pouco dinheiro: como lembra Paulo, «isto sai mais barato que maços de tabaco e cafés no Starbucks».

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Ter, 20/Mai/14
Ter, 20/Mai/14

Saiba quais foram aqui.

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Ter, 20/Mai/14

Ler aqui.


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Ter, 20/Mai/14

Ler aqui e aqui.


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Ter, 20/Mai/14

 

O For Studio Architects, um coletivo de arquitetos de Lisboa, está nomeado para o Prémio Internacional de Arquitetura FAD2014 com o pavilhão da presença portuguesa na Feira do Livro de Bogotá (FILBo) em 2013. O prémio FAD é concedido anualmente pela associação catalã Arquinfad, e é considerado o mais importante prémio ibérico de arquitetura. Pode ver a nomeação do pavilhão português aqui.

 

A Booktailors – Consultores Editoriais, que foi responsável por toda a produção executiva da presença portuguesa na feira, congratula-se com mais uma distinção do parceiro em arquitetura. Em janeiro, o coletivo viu já a revista italiana Casabella incluir o projeto na lista das 40 melhores obras de todo o mundo projetadas por arquitetos com menos de 30 anos (ver aqui).

 

O coletivo For Studio Architects é composto por Fábio Neves, Ivone Gonçalves, Luís Ricardo e Ricardo Paulino.

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Ter, 20/Mai/14

«Terminam já no próximo dia 31 de maio as inscrições para o Prémio Literário Fernando Namora, da Estoril-Sol, que tem o valor pecuniário de 15 mil euros e que é atribuído anualmente para distinguir "uma obra de ficção (romance ou novela), de autor português, editada em 2013, desde que o escritor não tenha sido premiado nas três edições anteriores".» Ler no Correio da Manhã.

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Ter, 20/Mai/14

 

Editoras como a Bayard Jeunesse, a Flamarion e a Gallimard (que vai lançar nova editora no Quebec) dividem a sua presença, quase sempre em linhas editoriais independentes. No entanto, o mercado da literatura em francês continua resistente ao mercado internacional de direitos. Ler aqui e aqui.

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Seg, 19/Mai/14
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Leia aqui.

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Seg, 19/Mai/14


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Seg, 19/Mai/14

Na Casa Fernando Pessoa, a partir das 18.00. Via Mundo Pessoa.


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Seg, 19/Mai/14

«A 19 de maio de 1890 nascia, em Lisboa, Mário de Sá-Carneiro. Foi há 124 anos, um número demasiado grande se tivermos em conta que a curta vida do poeta terminou aos 25 anos pelas suas próprias mãos. É quase impossível falar sobre Sá-Carneiro sem mencionar Fernando Pessoa, que lhe dedicou o poema anterior em 1924, oito anos após o seu suicídio. Não só porque foram grandes amigos, mas porque Mário de Sá-Carneiro terá sido a primeira pessoa em Portugal a reconhecer o génio de Pessoa. O que não é dizer pouco.» Ler no Observador.

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Seg, 19/Mai/14

«A venda de livros em Portugal (excluíndo os manuais escolares) teve uma ligeira queda de 1 % ao longo do ano passado, fechando 2013, segundo dados da analista GfK, com uma facturação de 147 milhões de euros. Feitas as contas também às descidas na música, filmes e videojogos, este foi o sector que menos se ressentiu.»

«Os números mostram também que os livros conseguiram ganhar terreno nos gastos dos consumidores. O sector livreiro acabou o ano passado a representar uma fatia de 55 % da facturação total daquelas quatro áreas de entretenimento. Em 2012, os livros já representavam mais de metade do mercado: tinham então uma parcela de 52 % do total, uma subida face aos 47 % de 2011. Este sector tem sido também marcado por um decréscimo do número de livros editados (foram 30 por dia em 2013, contra 57 em 2010) e das editoras (4000 no ano passado, menos 1200 do que em 2010). Os hiper e supermercados têm vindo a ganhar importância nas vendas de livros, embora paulatinamente. No ano passado, foi nestas superfícies que se fizeram  31 % vendas. Há quatro anos, este valor era de 27 %.» Ler no Público.


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Seg, 19/Mai/14

 

Até 30 de junho, a FNAC recebe os textos inéditos de autores com idade igual ou superior a 18 anos. O júri do prémio é composto por Valter Hugo Mãe, Carlos da Veiga Ferreira e Dóris Graça Dias. Saiba mais no Sentido dos Livros.

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Dom, 18/Mai/14
Dom, 18/Mai/14

 

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Sáb, 17/Mai/14
Sáb, 17/Mai/14

 

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Sex, 16/Mai/14
Sex, 16/Mai/14


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Sex, 16/Mai/14

 

Até 30 de maio, o pelouro da Cultura da Câmara Municipal do Porto promove o programa Cultura em Revolução, que apresenta debates em torno dos 40 anos do 25 de Abril de 1974.

 

Hoje, pelas 21.30, sob o mote «25 de Abril gráfico», está agendada uma conversa dedicada às Artes Gráficas com Armando Alves, Joana & Mariana e Mário Moura. No dia 30 de maio, pelas 21.30, Nuno Cardoso e João Mota conversam a propósito do tema «Máscaras de Abril» sobre as marcas da revolução na dramaturgia portuguesa, numa sessão moderada por Eugénia Vasques. Retirado daqui.

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Sex, 16/Mai/14

 

A sede do Sindicato Nacional dos Editores de Livros (SNEL) recebe, no próximo dia 21, o seminário «Desafios do crescimento do mercado editorial brasileiro», no qual serão apresentados os resultados de um estudo que pretende compreender os desafios das empresas do setor. O seminário terá ainda um debate sobre o mesmo tema.

 

A Biblioteca Pedro Aleixo, da Câmara dos Deputados do Brasil, está a digitalizar 200 obras que em breve estarão disponíveis para acesso na internet. Os livros que serão adicionados datam dos séculos XVI a XX.

 

Através de uma parceria com a Nielsen Bookscan, a PublishNews passará a publicar todos os meses a Lista Nielsen PublishNews de Livros mais vendidos. Em abril, Augusto Cury figurou com 6 livros, contando-se também na lista Paulo Coelho, Luis Fernando Veríssimo, Machado de Assis, Jorge Amado e Clarice Lispector.

 

Com a curadoria de Paulo Werneck, a 12.ª edição da Flip, que decorre entre 30 de julho e 3 de agosto, tem convidados como Jhumpa Lahiri, Etgar Keret e Elanor Catton, além de brasileiros como a autora e atriz Fernanda Torres e Antonio Prata.

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Sex, 16/Mai/14

 

Apresentada ontem em conferência de imprensa, na Lourinhã, a 3.ª edição do festival Livros a Oeste decorrerá entre 28 de maio e 1 de junho, no Centro Cultural Dr. Afonso Rodrigues Pereira.

 

O festival literário, promovido pelo munícipio da Lourinhã, tem no «Mundo Global» o tema de 2014. Como transmitido em comunicado de imprensa, «as iniciativas programadas traduzem esta ideia de uma comunicação mais ampla e universal.»

 

Saiba mais sobre o Livros a Oeste no blogue do festival, aqui.

 

«O festival Livros a Oeste, organizado pelo município da Lourinhã, já com três edições, decorre este ano entre os dias 28 de Maio e 1 de Junho, no Centro Cultural Dr. Afonso Rodrigues Pereira. O grande destaque da programação vai para a presença dos escritores Adelino Gomes, Ana Meireles, André Gago, Afonso Cruz, David Machado, Mário Zambujal, Margarida Fonseca Santos, Nuno Júdice, Rui Zink e Waldir Araújo, entre outros.» Ler no Diário Digital.

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Sex, 16/Mai/14

 

A News Corporation detém também a HarperCollins. Ler aqui, aqui e aqui.


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Sex, 16/Mai/14

 

«Jorge Sousa Braga é o autor em destaque na edição deste mês do Porto de Encontro, que se realiza já neste domingo, às 17.00, na Biblioteca Almeida Garrett, no Porto.

 

Durante a sessão vai ser apresentada a nova edição de O poeta nu, livro que recolhe a poesia integral publicada pelo autor.

 

O também poeta e médico João Luís Barreto Guimarães é o convidado especial de uma sessão em que participam, como diseurs, Ana Celeste Ferreira e José Carlos Tinoco.» Ler no Babel.


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Sex, 16/Mai/14

 

«A escritora Maria Teresa Horta é distinguida este ano com o Prémio de Consagração de Carreira, atribuído pela Sociedade Portuguesa de Autores (SPA).

 

O galardão, que é entregue no próximo dia 22, Dia do Autor Português, distingue a poeta e ficcionista, "pela qualidade, extensão e representatividade da sua obra", lê-se no comunicado da SPA.

 

"Maria Teresa Horta tem vindo a ser galardoada com alguns dos mais importantes prémios literários portugueses; recorde-se que Maria Teresa Horta, jornalista de profissão durante décadas, foi uma das autoras das Novas Cartas Portuguesas e é autora de uma vasta obra poética e também de ficção narrativa", escreve a SPA.» Ler no iOnline, no Diário Digital e na RTP.

 

«Maria Teresa Horta afirmou à Lusa que está "muito satisfeita" pela distinção pelos seus pares, com o Prémio de Consagração de Carreira, atribuído pela Sociedade Portuguesa de Autores (SPA), e garantiu que o vai receber pessoalmente.» Ler no Diário Digital e na RTP.

 

«A escritora Maria Teresa Horta é distinguida, dia 22, com o Prémio de Consagração de Carreira, atribuído pela Sociedade Portuguesa de Autores (SPA). A cerimónia será transmitida em direto pelo DN.» Ler no Diário de Notícias.


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Sex, 16/Mai/14

 

A Livros de Bordo nasceu em 2013, mas é em 2014 que inicia a sua atividade editorial com a reedição de Paisagens da China e do Japão, de Wenceslau de Moraes.

 

Direcionada para a edição de livros sobre a Ásia e o Oriente, a Livros de Bordo publicará em 2014 e 2015 algumas obras inéditas em Portugal, entre temas que vão da História às viagens ao ensaio, com reedições e títulos nunca antes publicados em língua portuguesa.

 

Pode consultar a página da Livros de Bordo aqui e conhecer o seu Facebook aqui

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Qui, 15/Mai/14
Qui, 15/Mai/14

 

A Associação dos Editores e Livreiros da República Checa está em campanha pela diminuição dos impostos nos livros. Nos últimos anos, o governo checo tem vindo a aumentar continuamente os impostos sobre este produto: entre 2008 e 2012, a taxa subiu de 9 % para 14 %, e a atual taxa de 15 % foi imposta em 2013. Ler aqui.


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Qui, 15/Mai/14

«O auditório do Camões-Instituto da Cooperação e da Língua, na Embaixada de Portugal em Brasília, recebeu, nesta quarta-feira (14), o evento de encerramento do Simpósio Internacional de Estudos de Literaturas de Língua Portuguesa, nos 80 anos de Mensagem, de Fernando Pessoa.

O simpósio, organizado pela Cátedra Agostinho da Silva, da Universidade de Brasília, e pela Cátedra Fernando Pessoa, da Universidade dos Andes, decorreu esta semana nas dependências da Embaixada de Portugal no Brasil e da Universidade de Brasília (UnB).» Ler no Portugal Digital.


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