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Ter, 20/Mai/08
Ter, 20/Mai/08
Via Lusa.

« A Associação de Editores e Livreiros (APEL) justificou hoje o atraso da Feira do Livro de Lisboa, que deverá começar no fim-de-semana, com a vontade de ter o maior número de autores e editores de sempre.

Vasco Teixeira, que liderou a delegação da APEL nas negociações de segunda-feira com a Câmara de Lisboa e a União de Editores Portugueses (UEP), disse: "A realização da feira chegou a estar em causa, mas procurámos garantir o maior número de autores e editores de sempre".

Em causa está o diferendo com o Grupo LeYa que congrega um grande número de editoras pertencentes à UEP, que pretendia "pavilhões diferenciados" na Feira, que já não começará quarta-feira como o previsto, mas permitindo a participação de editoras como a Editorial Caminho ou as Publicações D. Quixote e de autores como José Saramago, António Lobo Antunes ou Lídia Jorge.

O responsável da Porto Editora, que falava aos jornalistas nas instalações da Lisboa Editora, afirmou que "houve pressões de vários quadrantes, nomeadamente do presidente da Câmara" e não estranhou os agradecimentos do administrador-delegado do Grupo LeYa ao autarca e ao director municipal de Cultural, Rui Pereira.

"É do conhecimento público o apoio do presidente António Costa e de Rui Pereira às pretensões do Grupo LeYa", disse.

Afirmando que "esta guerra entre a APEL e a UEP vem de trás", Vasco Teixeira salientou que "que a voz da UEP é na essência a voz da LeYa", grupo que vê contemplado pelo Memorando a diferenciação de pavilhões.

Vasco Teixeira disse ainda que o Memorando de Entendimento entre a Câmara, a UEP e a APEL, assinado segunda-feira à noite, "procura que em próximas feiras não se repita qualquer situação de impasse".

"Garantir a estabilidade é uma das preocupações expressas pelo acordo", disse.

Vasco Teixeira citou o artigo 10º do Memorando segundo o qual as duas associações se comprometem "a um esforço conjunto" para a organização das feiras a partir de 2010.
Relativamente à Feira do próximo ano, prevista para se realizar de 15 de Maio a 15 de Junho, a sua organização caberá à APEL, que tem até 30 de Novembro para apresentar uma plano de modernização.

Referindo-se a este prazo, Vasco Teixeira afirmou que "é apertado para se desenvolver o plano, mas tardio para se implementar".

O editor afirmou que a questão da modernização não é consensual dentro da APEL, "fundamentalmente por razões financeiras".

Segundo Vasco Teixeira "foi a questão financeira que não permitiu um projecto de modernização aquando presidência de João Soares" na Cãmara de Lisboa (1995-2001).

"Temos de estudar quem pode apoiar, se a Câmara também apoia e há que encontrar patrocinadores", disse, frisando que essa é uma questão para a nova direcção da APEL que será eleita em finais de Junho.

Questionado porque razão o Presidente da APEL, Baptista Lopes, não liderou as negociações com a edilidade e a UEP, Vasco Teixeira afirmou que foi por vontade do próprio "para dar mais capacidade negocial à APEL" que se via confrontada nas negociações com uma delegação da UEP mais numerosa.

"Não há críticas à direcção, foi constituída uma comissão que aliás sempre o apoiou e que foi aprovada por todos os órgão sociais da APEL", sublinhou Vasco Teixeira.
A delegação da APEL foi liderada por Vasco Teixeira e constituída ainda por João Espadinha e José Pinho.

Para Vasco Teixeira, o Memorando "salvaguarda uma das maiores riquezas da Feira, que é a sua diversidade e dar espaço aos pequenos editores".

"É garantido o acesso a todos, pequenos, médios e grandes editores e também aos livreiros que apenas têm representação através da APEL", enfatizou.

Referindo-se ao Memorando afirmou: "É fundamentalmente uma declaração de intenções".


por Booktailors às 19:27 | comentar | partilhar

10 comentários:
De Rui Pedro Lérias a 20 de Maio de 2008 às 20:41
O que eu não compreendo é como alguém se acha no direito de falar sobre a Câmara Municipal de Lisboa nos termos pejorativos em que este senhor fala e depois consegue ficar com o subsídio para vender os seus livros.

Será que os orgãos eleitos não se dão ao respeito?


De Anónimo a 20 de Maio de 2008 às 22:23
Deve ser com o mesmo direito com que o administrador-delegado da Leya diz numa semana que não participa na feira do livro do Porto por alegadamente não ter um volume de negócios suficiente e na semana seguinte dizer que é um defensor do livro e da cultura e, por isso, querer participar na feira do livro de Lisboa, arrogando-se ao direito de fazer tábua rasa das decisões previamente tomadas por dezenas de editores há meses atrás no quadro de duas associações do sector legitimamente eleitas pela esmagadora maioria dos editores como suas representantes, direito que a LeYa não tem por não ter sido eleita por ninguém, nomeadamente para representante nas negociações com a CML. E esta a verdadeira questão que todos os que se interessam pelo livro devem fazer: Com que direito é que Leya se julga para interferir na negociação de uma feira já negociada pelos órgãos próprios e no devido tempo e depois ir beneficiar de um subsídio para vender os seus livros?


De Anónimo a 21 de Maio de 2008 às 00:25
Porque raios de razao vem estes senhores arrogar "que a voz da UEP é na essência a voz da LeYa"?
como pode dizer isso quem tem o rabo preso?! pela boca morre o peixe meu caro!!!
entao a Apel é o quê? entao Apel faz o quê? entao o que é a Porto Editora dentro da Apel? um grilo falante? nao é mais do que isso!
é trsite ouvir isto vindo de uma associaçao que, mais que todas as outras, deveria ser isenta e nao se sujeitar a mesquinahs presoes da Porto Editora e do grupo economico estrageiro que controla muitas das suas editoras associadas!
É triste meus senhores, muito triste!
pelo menos a LeYa fala por ela! dá a cara! nem que seja para agradecer a alguem que mediou a birra de putos!
tem muito que crescer meus senhores!


De Anónimo a 21 de Maio de 2008 às 10:04
A LeYa dá o quê!!?? Se a LeYa dá a cara que venha explicar porque é que 2 meses antes de realizar a feira começou a usar das vias informais - sim, cunhas - para boicotar, depoios de ter recusado participar nas reuniões preparatórias para a feira do livro.

E nenhuma editora tem que ser isenta. De outra forma, como explicar a postura de má fé da LeYa em todo este processo?

Devo recordar que o fundo de investimento de Paes do Amaral é composto por 60% de capital estrangeiro.


De Rui Pedro Lérias a 21 de Maio de 2008 às 10:33
Pelos comentários de quem defende a APEL torna-se claro que aprender é algo que não fazem desde 1930.

A Leya, farta dos boicotinhos da Porto Editora via APEL, levou a sua batalha a quem de direito e ganhou. É de admirar.


De Serafim Gonçalves a 21 de Maio de 2008 às 12:17
O que é verdadeiramente de admirar é a estreiteza de vistas de muitos que não percebem, ou não querem perceber, nem querem que se perceba, que a LeYa não tem a mínima intenção de resolver os problemas do sector do livro. Está, pelo contrário, a aproveitar-se ao máximo deles para poder obter dividendos da fragilização do movimento associativo, nem que seja à custa de pôr em causa um evento com verdadeira utilidade pública como é a feira do livro, imprescíndivel para a visibilidade de muitas pequenas e médias editoras que não têm o poder financeiro que a LeYa tem para se promoverem ao longo do ano.

Mas será a LeYa obrigada a contribuir para a viabilidade dessas editoras? Claro que não. Tenham é a honestidade e o pudor de não insultar a inteligência das pessoas de virem dizer que estão cá por amor ao livro e que são todos umas vítimas, quando se tornou claro há muito tempo que toda esta questão da Feira do Livro foi premeditada pela LeYa. A prova é que os problemas do associativismo livreiro há muito que persistem, mas nunca a realização da feira esteve tão em perigo como agora. Bem longe de contribuir para a resolução daqueles problemas, o que a LeYa fez foi agudizá-los. Com que intenção, só o tempo dirá, quando o Pais do Amaral espremer bem o que tem para espremer e vender o grupo ao que pagar melhor. Deixando os problemas que suscitou para os outros resolverem.


De Rui Pedro Lérias a 21 de Maio de 2008 às 22:19
Caro Serafim,

Eu estou longe de achar que a Leya é santa e inocente. Mas tenho considerado as reacções ao grupo completamente desproporcionadas e injustas.

O problema do associativismo livreiro é o facto de não existir. É impossível uma mesma associação defender os interesses dos editores e dos livreiros, já que os interesses destes dois grupos estão frequentemente em conflito. Daí eu considerar que os livreiros devem formar a sua própria associação.

O que eu considero estranho também é atribuirem à Leya atitudes que ainda não teve tempo de tomar (como abuso de posição dominante no mercado) quando um outro grupo, a Bertelsman, mostrou há meses atrás,de forma muito mais perigosa a sua posição dominante, detendo a cadeia de livrarias Bertrand, quando tentou forçar várias editoras a baixarem só para a Bertrand os seus preços de revenda.

E no entanto esta atitude da Bertrand - que considerei muito preocupante - não despertou nem um décimo dos anticorpos que a Leya já despertou. Porquê? Não lhe parece desproporcionado e injusto?

Quanto à APEL, a sua existência nos moldes actuais não deveria poder continuar. Não conheço mais nenhuma associação de outro país que pretenda representar editores e livreiros ao mesmo tempo.

Mas como estamos em Portugal...


De Serafim Gonçalves a 23 de Maio de 2008 às 11:27
Caro Rui Pedro Lérias,

Concordo consigo no ponto do associativismo do sector editorial ser muito pouco funcional, ou pelo menos não ser mais útil do que poderia ser. Mas a cisão de algumas editoras, há uns anos atrás, que sairam para formar a UEP, motivada muito mais por questões comerciais do que por problemas associativos (pelas rivalidades entre a Porto Editora e a Texto Editores), não veio ajudar a que este cenário melhorasse. Mas nos últimos anos as questões já estavam a apaziguar-se e já se estava a caminhar para um entendimento e para um fusão das duas associações, APEL e UEP. O problema é que a LeYa veio agora ressuscitar os problemas, porque não está claramente interessada num associativismo minimamente organizado. É-lhes muito mais fácil mover-se num sector dividido, onde pode fazer valer a sua força financeira perante os concorrentes.

Em princípio também concordaria consigo em que os livreiros formassem a sua própria associação. Apesar de não terem interesses necessariamente antagónicos em relação às editoras, são suficientemente diferentes para terem uma associação própria. Uma associação onde poderiam, inclusiva e exclusivamente, concentrar-se na discussão e resolução dos seus problemas. Mas o sector livreiro, à semelhança do sector das editoras, também se caracteriza pelo macrocefalismo, com 2 redes livreiras preponderantes (FNAC e Bertrand), cujo peso numa associação específica anularia completamente a defesa dos interesses das livrarias pequenas e independentes. Por isso, não é mau de todo que estejam juntos. Assim, o peso de 2-3 editoras grandes e de 2-3 redes livreiras anula-se e têm mesmo que se entender todos. Entendimento este que poderia ser mais célere se o poder público intervisse no sentido de impôr algumas boas práticas no que toca à produção e distribuição de livros. E a mim parece-me que é mesmo aqui que reside o busílis da questão: no sector não há entendimento porque não são legalmente obrigados a entender-se.

Mas não concordo consigo quando diz que a LeYa ainda não teve tempo de abusar da sua posição dominante. A sua postura nesta questão da Feira do Livro de Lisboa é disso a prova. Mas já deu outras. Por exemplo, já está a começar a dificultar o fornecimento de pequenas livrarias. O Luís Filipe Cristóvão já deu o seu testemunho no seu blogue (http://milnove79.blogspot.com/2008/05/no-leya.html). Não será caso único.
Por outro lado, já há notícias de dentro das editoras do grupo de «abates» de autores que não têm boas percentagens de vendas, independentemente do seu valor cultural. E estão a fazê-lo pela calada, enquanto os administradores vêm para as televisões dizer que estão cá para promover o livro e a língua portuguesa, entre outras areias que nos vão atirando aos olhos. Numa recente entrevista, o Isaías Teixeira, administrador-delegado da LeYa, veio dizer que iam respeitar a autonomia de cada editor, mas entretanto já despediram o Manuel Valente, director-geral da ASA, um dos editores portugueses mais conceituados, que mais percebe de livros e que tem sido responsável pela subida da bitola da qualidade da oferta editorial em Portugal nas últimas décadas.

E são tantas as situações e episódios em que o grupo LeYa tem demonstrado não só abusar da sua posição de força, mas revelado comportamentos de desprezo e de arrogância em relação aos outros agentes do sector. Foi o acumular de tensões que fez o estalar do verniz com esta questão da feira do livro, que teve alguma visibilidade pública.


De Francisco Norega a 23 de Maio de 2008 às 16:36
Serafim,

Só uma pergunta - o MAV não saiu de livre vontade? É certo que foi por consequência das atitudes da LeYa, mas se bem me lembro foi ele que se demitiu.


De Serafim Gonçalves a 23 de Maio de 2008 às 20:37
Caro Francisco Norega,

O MAV saiu porque, seguramente, não se identificou com os objectivos do grupo que iam contra aquilo que ele vinha fazendo, e o que vinha fazendo era um excelente trabalho de promoção e diversificação da oferta editorial; e porque não encontrou o necessário apoio da parte da administração para levar a cabo o seu trabalho.

E nestas coisas de demissões de directores, normalmente a iniciativa de quem pede a demissão éum mero proforma. E na LeYa esavam interessadíssimos que ele saisse. Por exemplo, por lei ele tem que avisar com 4 meses de antecedência a sua intenção de sair. Mas eles não quiseram, e disseram que ele podia sair logo no dia a seguir.


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