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Seg, 7/Set/15
Seg, 7/Set/15

 

 «A presidente e fundadora da Fundação Eça de Queiroz, Maria da Graça Salema de Castro, morreu hoje aos 95 anos, em Santa Cruz do Douro, concelho de Baião, distrito do Porto, disse à agência Lusa fonte da instituição.» Ler no Diário Digital

 

«Já depois da morte do marido, dando seguimento a um sonho de ambos, criou, em 1990, a Fundação Eça de Queiroz, uma instituição de utilidade pública sem fins lucrativos, cuja actividade é a divulgação e promoção nacional e internacional da obra do escritor, um dos maiores nomes da literatura portuguesa.» Ler no Público.

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Seg, 31/Ago/15
Seg, 31/Ago/15

 

«Oliver Sacks, o neurologista e escritor, que vendeu mais de um milhão de livros e inspirou filmes, morreu este fim de semana aos 82 anos.» Ler no Observador.

 

«Oliver Sacks, professor de neurologia da Universidade de Nova Iorque, autor de best-sellers cheios daquilo a que ele chamava de “contos clínicos” – e que deram origem a filmes de Hollywood como Despertares (com Robert de Niro e Robin Williams) e À primeira vista (com Val Kilmer e Mira Sorvino)». Ler no Público.

 

«A assistente pessoal de Sacks, Kate Edagr, confirmou ao diário norte-americano que a causa da morte foi o cancro que foi diagnosticado ao escritor há nove anos.» Ler no Diário de Notícias

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Sex, 28/Ago/15
Sex, 28/Ago/15

 

«O escritor Bento da Cruz, de 90 anos, autor, entre outras obras, de O Lobo Guerrilheiro, morreu, esta quarta-feira, no Porto, onde residia desde 1971, disse à Lusa fonte editorial.» Ler no Jornal de Notícias.

 

«Literariamente estreou-se em 1959 com a obra Hemoptise, assinada sob o o pseudónimo de Sabiel Truta. Ao longo de 50 anos de carreira literária publicou cerca de 25 títulos, entre contos, romances, biografia e crónicas, que compilou em três volumes sob o título "Prolegómenos", o mesmo da coluna que regularmente assinava no jornal Correio do Planalto, por si fundado depois do 25 de Abril de 1974.» Ler no Sol.

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Ter, 18/Ago/15
Ter, 18/Ago/15

 

«Foi o romancista que melhor retratou a crise económica e os respectivos escombros sociais que se lhe seguiram. O escritor espanhol Rafael Chirbes (Tavernes de la Valldigna, 1949) morreu neste sábado, aos 66 anos, de cancro.» Ler no Público. 

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Qui, 6/Ago/15
Qui, 6/Ago/15

 

«Como medir a grandeza de um artista? A pergunta, mais actual que nunca, ressurge quando desaparece uma figura como Ana Hatherly, que morreu esta quarta-feira em Lisboa. Autora de uma obra singular e única no meio artístico português, foi também alguém que tocou e continua a tocar a sensibilidade de jovens e menos jovens artistas.» Ler no Público.

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Qua, 5/Ago/15
Qua, 5/Ago/15

 

«A escritora e artista plástica Ana Hatherly, um dos nomes da vanguarda da poesia experimental, morreu hoje aos 86 anos num hospital em Lisboa, disse à agência Lusa fonte da Fundação Calouste Gulbenkian.» Ler no Diário Digital.

 

«Em 1958, com Um Ritmo Perdido iniciou a sua carreira literária, começando no ano seguinte as suas pesquisas no âmbito da poesia concreta e experimental. Em 1969 fez na Galeria Quadrante a exposição que marcou o início do seu percurso nas artes plásticas. Desde então, a escrita, o acto de escrever e as possibilidades visuais da palavra e da caligrafia estiveram ao centro da sua obra.» Ler no Público

 

«O espólio da autora está à guarda da Biblioteca Nacional, no Arquivo de Cultura Portuguesa Contemporânea, e parte da biblioteca pessoal está na Biblioteca de Arte da Fundação Calouste Gulbenkian. Nas artes visuais, tem obra presente em várias coleções, nomeadamente na Fundação Calouste Gulbenkian e no Museu de Arte Contemporânea de Serralves.» Ler no Observador.

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Seg, 27/Jul/15
Seg, 27/Jul/15

 

«O poeta cabo-verdiano Corsino Fortes morreu esta sexta-feira na sua cidade natal, Mindelo, aos 82 anos, vitimado por um cancro, escassos dois dias após ter lançado o seu último livro, Sinos de Silêncio.» Ler no Público.

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Qui, 23/Jul/15
Qui, 23/Jul/15

 

Tom Moore, cartunista da série de banda desenhada Archie, morreu na passada segunda-feira, no Texas, aos 86 anos.

 

Moore, que inicou a sua carreira de ilustrador durante a Guerra da Coreia, juntou-se a Archie em 1953, numa colaboração que durou perto de 30 anos.

 

Nascida nos anos 40, a série de banda desenhada Archie tornou-se desde então num fenómeno de popularidade, deixando uma marca na cultura pop norte-americana, como por exemplo a música de abertura do programa de animação televisivo Sugar, Sugar dos The Archies.

 

Mais recentemente a série sofreu grandes alterações pelas mãos de Mark Waid e Fiona Staples com o objetivo de apresentar Archie a uma nova geração de leitores. Para ler, aqui.


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Qua, 22/Jul/15
Qua, 22/Jul/15

 

«O romancista norte-americano Edgar Lawrence Doctorow, conhecido como E.L. Doctorow e considerado como o mestre da ficção histórica dos Estados Unidos, morreu na terça-feira, aos 84 anos, após complicações relacionadas com um cancro no pulmão.» Ler no jornal Sol.

 

«O autor de romances como Ragtime, que foi adaptado para musical da Broadway, e World's Fair, vencedor do Prémio Nacional do Livro dos Estados Unidos em 1986, morreu num hospital de Nova Iorque, informou ao jornal Los Angeles Times o filho do escritor, Richard Doctorow.» Ler no Jornal de Notícias.

 

«"E.L Doctorow foi um dos melhores romancistas dos Estados Unidos. Os seus livros ensinaram-me muito e a sua ausência será sentida", escreveu o presidente norte-americano.» Ler no Diário de Notícias.

 

«Billy Bathgate, Ragtime, A Cidade de Deus e o elogiadíssimo The March, uma pilhagem amigável a Fernando Pessoa e o escritor preferido de Obama a seguir a Shakespeare. O escritor Edgar Lawrence Doctorow, aliás E.L. Doctorow, morreu terça-feira em Nova Iorque aos 84 anos de cancro de pulmão.» Ler no Público.

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Seg, 22/Jun/15
Seg, 22/Jun/15

 

«O escritor norte-americano James Salter faleceu na sexta-feira, aos 90 anos, em Sag Harbor, Nova Iorque, informou o jornal New York Times.» Ler no Diário Digital.

 

«Membro da mesma geração que Richard Yates, considerado um mestre por Richard Ford e antigo estudante da academia militar de West Point, dois anos atrás de Jack Kerouac, Salter publicou o seu mais famoso romance, A Sport and a Pastime, em 1967, uma intensa aventura amorosa em França que hoje é considerada um clássico da literatura erótica.» Ler no jornal i.

 

«James Salter era um escritor de escritores. A frase foi muitas vezes repetida para sublinhar que as suas qualidades literárias mereciam ser melhor conhecidas. Morreu na sexta-feira, uma semana depois de ter completado 90 anos.» Ler no Público.

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Seg, 4/Mai/15
Seg, 4/Mai/15

 

«A escritora britânica de policiais Ruth Rendell, que havia sofrido um acidente vascular em janeiro, morreu este sábado aos 85 anos, anunciou a sua editora Penguin Random House.» Ler no Diário de Notícias.

 

«Ruth Rendell é autora de mais de 60 romances. Assinava também com o pseudónimo Barbara Vine. Estreou-se em 1964 com o romance From Doon with Death, depois de uma curta carreira como jornalista do extinto Chigwell Times.» Ler no Expresso.

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Qui, 23/Abr/15
Qui, 23/Abr/15

 

«O escritor e editor António Rebordão Navarro morreu na madrugada desta quarta-feira em casa, no Porto, aos 82 anos, indicou à agência Lusa a Sociedade Portuguesa de Autores (SPA), entidade da qual era associado e cooperador.» Ler no Público.

 

«Nascido no Porto, em 1933, o ficcionista e poeta Rebordão Navarro formou-se em Direito pela Universidade de Coimbra e exerceu advocacia antes de se tornar editor literário.» Ler no Jornal de Notícias.

 

«Num comunicado, a direcção e o conselho de administração manifestam "sentido pesar" pela morte do autor que era associado da SPA desde Junho de 1971, e cooperador desde Maio de 1993, tendo doado a sua casa, no Porto, à cooperativa, em 2010.» Ler no Sol.

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Ter, 14/Abr/15
Ter, 14/Abr/15

 

«O escritor uruguaio Eduardo Galeano morreu esta segunda-feira, aos 74 anos, em Montevideo, noticiou o jornal El País, na sua edição na internet, citando a editora do autor de Vagamundo.» Ler no Diário de Notícias

 

«Galeano, segundo o diário espanhol, encontrava-se internado desde sexta-feira, num hospital da capital uruguaia, por causa de um cancro nos pulmões, de que padecia.» Ler no Observador

 

«Hugo Chávez ofereceu um Galeano a Obama no primeiro encontro de ambos. Mas, recentemente, o escritor uruguaio distanciou-se da sua obra mais canónica, As Veias Abertas da América Latina». Ler no Público.

 

«Las Venas Abiertas de América Latina (As Veias da América Latina), que publicou em 1971, e Memoria del Fuego, de 1986, trilogia da História das diferentes Américas, destacam-se da sua obra, que se estende por mais de quatro décadas e que se encontra traduzida em mais de 20 idiomas.» Ler na Rádio Renascença

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Seg, 13/Abr/15
Seg, 13/Abr/15

 

«O escritor alemão Günter Grass morreu aos 87 anos, informou nesta segunda-feira a sua editora Steidl. O Prémio Nobel da Literatura morreu na cidade de Lübeck, na Alemanha.» Ler no Público

 

«Grass é considerado um dos principais escritores e vozes da Alemanha do pós-Guerra. Nunca fugiu a polémicas: quer com críticas à reunificação da Alemanha, quer com críticas a Israel, mais recentemente. É autor de uma extensa obra, distinguida em 1999 como Nobel da Literatura da Academia de Estocolmo.» Ler no Diário de Notícias

 

«Nascido ea 16 de Outubro de 1927, oriundo de uma família humilde e católica - os pais geriam uma mercearia em Gdansk, Polónia (outrora Danzig) -, Grass cresceu sob essa influência religiosa, mas também marcado pela ascenção de Hitler na Alemanha, tendo feito parte da Juventude Hitleriana e das Waffen-SS. Foram experiências das quais falou, embora apenas várias décadas depois, o que causou grande escândalo.» Ler no Expresso.

 

«Foi em Paris que escreveu O Tambor (The Tim Drum, em inglês), publicado em 1959, a obra que lhe deu notoriedade internacional e lhe permitiu que recuperasse a sua auto estima. Foi com O Tambor que abriu caminho para o Nobel, que viria a ganhar 40 anos depois.» Ler no Observador.

 

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Qui, 9/Abr/15
Qui, 9/Abr/15

 

Ion Trewin, director literário do prémio Man Booker , morreu nesta quarta-feira vítima de doença prolongada. Trewin dedicou toda a sua carreira à literatura tendo desempenhado vários cargos como editor e escritor. A sua influência no mundo literário levou-o à organização do prémio Man Booker no qual desempenhou vários cargos. Para ler na BBC.

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Sex, 27/Mar/15
Sex, 27/Mar/15

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O poeta sueco Tomas Tranströmer, Prémio Nobel de Literatura, morreu nesta quinta-feira aos 83 anos. O anúncio foi feito hoje pela Academia Sueca na sua conta de Twitter. Tomas Tranströmer recebeu o Nobel em 2011, altura em que o júri da Academia lhe elogiou «as imagens translúcidas e condensadas» da sua poesia. Vítima de um AVC em 1990, Tranströmer vivia com uma saúde debilitada desde essa altura. Ler no Público e no Observador

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Qui, 26/Mar/15
Qui, 26/Mar/15

Luís Miguel Rocha (C) Mário Santos Porto Editora

Foto: ©Mário Santos

 

«O escritor Luís Miguel Rocha, 39 anos, autor de obras como O Último Papa, morreu hoje em Mazarefes, distrito de Viana do Castelo, vítima de doença prolongada, disse à agência Lusa fonte próxima da família.» Ler na Visão.

 

«De acordo com a mesma fonte, o escritor encontrava-se doente há algum tempo, esteve internado no Hospital de Viana do Castelo e nos últimos dias estava em casa da família, em Mazarefes.» Ler no Diário Digital e no Observador.

 

«Nascido no Porto, em Fevereiro de 1976, o autor português escreveu vários livros com sucesso internacional, como o O Último Papa (2006, editora Saída de Emergência), que expõe uma teoria sobre a misteriosa morte de Albino Luciani, o Papa João Paulo I, envolvendo a maçonaria italiana, e A Filha do Papa (2013, Porto Editora), sobre segredos do Vaticano.» Ler no Sol, n'A Bola e no Jornal de Notícias.

 

«Autor de obras como O Último Papa e A Filha do Papa, o escritor foi o primeiro português a entrar para a lista de best sellers do jornal norte-americano em 2009». Ler na TVI24, na RTP e na Rádio Renascença

 

«Antes de ser escritor, foi também tradutor, repórter de imagem e guionista. Na TVI, foi responsável pela transmissão das missas.» Ler no Expresso.

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Qui, 26/Mar/15

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 É um dos dias mais tristes de que me lembro. 

 
O Luís Miguel era um bom amigo, um grande amigo. Generoso como poucos, nunca lhe vi negar uma ajuda a quem dela precisava. Por várias vezes vi anular-se para os outros passarem, por várias vezes pôs-se em segundo plano. Sei do que falo. Sem me conhecer, um dia enviou-me um mail a felicitar-me por um evento. Era assim, o Luís: ligar só para felicitar alguém, dar força, perguntar se precisávamos de alguma ajuda. E de seguida, mesmo que disséssemos que não precisávamos, ele ajudava.
 
Encontrámo-nos pela primeira vez num comboio. Decidi apresentar-me. Fomos para a carruagem-bar e ficámos à conversa durante três horas. Seguiram-se muitas outras conversas, a última em casa de um amigo comum. Conversou-se, comeu-se bem, fizeram-se planos. 
 
Tínhamos uma viagem (de comboio, pois claro) programada a Paris, para o acompanhar na promoção do lançamento de O Último Papa, em França. Começávamos por estes dias a delinear o roteiro da viagem, que ele não quis deixar de fazer, por respeito aos leitores: um respeito que sempre mostrou e que era produto, uma vez mais, da sua generosidade.
 
O Luís era um bom amigo, um grande amigo, um exemplo. E eu vou ter muitas saudades dele.
 
Paulo Ferreira, 26.03.2015 

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Qua, 25/Mar/15
Qua, 25/Mar/15

 

«A poesia de Herberto Helder obriga a colocar esta questão: será que ainda é possível a poesia num mundo completamente secularizado?» Para ler no Público.

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Qua, 25/Mar/15

 

«Em dezembro de 1994, Herberto Helder foi o escolhido pelo júri do Prémio Pessoa. Mas ninguém tinha o telefone do poeta nem sabia bem onde o encontrar. Dois membros do júri, António Alçada Baptista e Clara Ferreira Alves, partiram de Seteais, onde a reunião do júri do Pessoa decorre todos os anos. Foram à procura do escritor, com uma única pista: o nome da rua. O relato desse encontro foi publicado pouco dias depois no Expresso, em dois textos separados. O Expresso republica os textos de António Alçada e de Clara Ferreira Alves, que recordam o encontro extraordinário com um dos maiores poetas da língua portuguesa, que morreu segunda-feira.» Para ler no Expresso.

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Ter, 24/Mar/15
Ter, 24/Mar/15

 

«O poeta Herberto Helder morreu, aos 84 anos, na segunda-feira em Cascais. O poeta que nasceu em 1930 no Funchal morreu em casa e não foi possível ainda apurar a causa da morte.» Em atualização no Público.

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Sex, 13/Mar/15
Sex, 13/Mar/15

 

«O escritor britânico Terry Pratchett, autor de mais de 70 obras, a maioria de ficção científica e fantasia, morreu hoje, aos 66 anos, em consequência da doença de Alzheimer, revelou a editora Transworld Publishers.» Ler no Diário Digital.

 

«Conhecido pela série cómica Discworld, Terry Pratchett sofria de Alzheimer há vários anos, mas fez questão de continuar a escrever. Em 2014, lançara o 41.º volume da saga, que usa o imaginário dos livros de feiticeiros para satirizar o mundo contemporâneo.» Ler no Público.

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Seg, 2/Mar/15
Seg, 2/Mar/15

 

«O grande escritor da geração anterior a Orhan Pamuk morreu no sábado, aos 92 anos, vítima de falência respiratória. Deixa uma obra incomparável, traduzida em mais de 40 línguas, que fundou a moderna literatura turca e uma parte da sua consciência.» Ler no Público.

 

 

«Yasar Kemal foi o primeiro escritor turco candidato a um prémio Nobel da Literatura.» Ler no Observador

 

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Qua, 18/Fev/15
Qua, 18/Fev/15

 

 «Nasceu em Vila Real e baptizaram-na Maria Luísa. Subiu às árvores até aos 50 anos. A tuberculose, que venceu aos 20, levou-a ao encontro da escrita e à invenção do pseudónimo literário. Um cancro, que superou aos 65 anos, reforçou-lhe a paixão pelo ensino, a seiva que lhe deu sustento. Morreu no fim de semana, aos 88 anos. O texto que se segue é escrito na primeira pessoa.» Para ler no Expresso.

 

«Se não tivesse sido professora e escritora, o que seria?, perguntámos na altura, numa conversa não antes publicada: “Eu queria ser bailarina de pontas. Mas não podia ser, porque na minha terra, Vila Real de Trás-os-Montes, não havia bailado.” E lamentou, com humor e exibindo as pernas com naturalidade: “Foi pena, porque eu tenho uns pés óptimos.” Seguiu-se uma gargalhada sonora e genuína.» Para ler no Público

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Seg, 16/Fev/15
Seg, 16/Fev/15

 

«O poeta norte-americano Philip Levine, autor premiado cujos poemas se centravam na vida da classe trabalhadora, morreu na sua residência em Fresno, na Califórnia, aos 87 anos, noticiou hoje o New York Times.» Ler no Diário Digital.


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Qui, 5/Fev/15
Qui, 5/Fev/15

 

«Martin Gilbert, biógrafo do primeiro-ministro britânico Winston Churchill, historiador do Holocausto e membro da comissão de inquérito sobre a guerra no Iraque, morreu na noite de terça-feira, aos 78 anos, anunciou esta quarta-feira John Chilcot, presidente deste organismo do Parlamento britânico.» Ler no Público.

 

«Martin Gilbert "morreu tranquilamente", após "uma longa e grave doença", precisou John Chilcot, descrevendo-o como "um historiador extraordinariamente importante", de cuja "sabedoria e perspicácia" o inquérito Chilcot beneficiou, e transmitindo as suas "condolências pessoais" à família.» Ler no Diário de Notícias, no Diário Digital e no Sol.

 

«Sir Martin Gilbert era conhecido mundialmente por ter escrito a biografia do chefe de Estado britânico Winston Churchill, num relato contundente sobre a vida do homem que liderou os Aliados na II Guerra Mundial. A monumental obra sobre a vida do estadista inglês foi escrita originalmente em 13 volumes, posteriormente condensados num livro único.» Ler no Expresso.

 

«"O século XX testemunhou alguns dos maiores feitos da humanidade e alguns dos seus piores excessos", assim começa a trilogia que Martin Gilbert dedicou àquele que seria o seu objecto de estudo durante uma vida inteira: o nosso tempo, nas suas grandezas e misérias.» Ler no Público.

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Sex, 30/Jan/15
Sex, 30/Jan/15

 

«Foi um poeta de sucesso, um dos mais populares nos Estados Unidos, cativando até aqueles que não gostavam de poesia. E foi o homem que assinou A Man Alone com Frank Sinatra. O norte-americano Rod McKuen morreu nesta quinta-feira em Los Angeles. Tinha 81 anos.

 

Estava doente há semanas. O poeta e compositor estava internado num centro de reabilitação em Beverly Hills, onde estava a ser tratado a uma pneumonia, disse à imprensa norte-americana o amigo e produtor Jim Pierson.» Ler no Público.


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Qui, 29/Jan/15
Qui, 29/Jan/15

 

«A escritora australiana Colleen McCullough, autora do best seller Pássaros Feridos (The Torn Birds, 1977), morreu esta quinta-feira, aos 77 anos, no hospital da ilha australiana de Norfolk, onde vivia com o seu marido Ric Robertson. Uma responsável da editora HarperCollins, Shona Martyn, confirmou a morte de McCullough, dizendo que a autora sofria nos últimos anos de graves problemas de saúde – sobreviveu a um cancro, estava quase cega, e tinha osteoporose, diabetes e uma artite incapacitante –, mas que não se deixava abater e continuava a trabalhar, ditando os seus livros.» Ler no Público.

 

«A escritora australiana Colleen McCullough, autora de Pássaros Feridos, morreu esta quinta-feira aos 77 anos. Pássaros Feridos foi um best-seller mundial e acabou por ser adaptado à televisão.» Ler no Diário Digital.

 

«McCullough, neurocientista de formação, escreveu os seus primeiros livros nos anos 70, enquanto trabalhava como investigadora na universidade de Yale, nos Estados Unidos. Um deles, Pássaros Feridos, tornou-se um best-seller em todo o mundo na década seguinte e foi adaptado ao pequeno ecrã numa minissérie protagonizada por Richard Chamberlain.» Ler no Diário de Notícias.

 

«A escritora publicou o seu último livro - Agridoce - em 2013. A escritora australiana Colleen McCullough, autora de "Pássaros Feridos", morreu esta quinta-feira. Tinha 77 anos.» Ler no iOnline.

 

«Colleen McCullough estava doente há vários anos - padecia de cegueira e artrite -, mas mantinha o ofício da escrita, ditando para terceiros. Em 2013 tinha editado o romance Agridoce e estava actualmente a trabalhar numa sequela.» Ler no Sol.

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Sex, 23/Jan/15
Sex, 23/Jan/15

 

«O escritor, performer e poeta chileno Pedro Lemebel morreu esta sexta-feira (22) aos 62 anos. Chamado pelo conterrâneo Roberto Bolaño (1953-2003) como o «maior poeta da sua geração», Lemebel lutava contra um cancro na laringe. A informação foi confirmada por amigos aos jornais locais.» Ler no Diário Digital.

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Qua, 14/Jan/15
Qua, 14/Jan/15

 

«Morreu esta terça-feira, aos 67 anos, o editor Claude Rouquet, que publicou em França, em edições de grande cuidado gráfico, dezenas de poetas portugueses, de Camões aos contemporâneos.

 

Marido de Sylviane Sambor, que organizou durante década e meia (1988-2003), em Bordéus, um festival internacional de literatura especialmente atento aos escritores portugueses, Rouquet fundou em 1991 a editora L’Escampette, que ao longo da década de 90 foi provavelmente o principal veículo de difusão da poesia portuguesa em França.» Ler no Público.


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Qua, 17/Dez/14
Qua, 17/Dez/14

 

«O escritor e ilustrador Norman Bridwell, criador da animação "Clifford, o Gigante Cão Vermelho", morreu na semana passada, aos 86 anos. De acordo com a sua editora, a Scholastic, Bridwell morreu a 12 de Dezembro em Martha Vineyard, Massachusetts, mas a informação só foi divulgada esta quarta-feira.» Ler no Diário Digital.


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Qui, 11/Dez/14
Qui, 11/Dez/14

 

Claudia Emerson, vencedora do Prémio Pulitzer em 2006 na categoria de Poesia, morreu de cancro aos 57 anos. Saiba mais aqui e aqui.

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Fique atento à próxima oferta de  formação da Booktailors relativa ao ano letivo 2015/2016.


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Seg, 1/Dez/14
Seg, 1/Dez/14

 

«O poeta Mark Strund, laureado nos EUA e vencedor de um Pulitzer de poesia, morreu aos 80 anos de idade, de acordo com a Academia de Poetas Americanos». Ler no Diário Digital.


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Qui, 27/Nov/14
Qui, 27/Nov/14

 

«A escritora britânica P.D. James morreu na manhã desta quinta-feira aos 94 anos, na sua casa, em Oxford, confirmou a sua agente à BBC». Ler no Público.

 

«A escritora inglesa Phyllis Dorothy James, conhecida como PD James, morreu esta quinta-feira, aos 94 anos. Segundo o agente, morreu em casa, em Oxford, Inglaterra.

 

Autora de romances policiais, PD James tem várias obras editadas em português como Morte em Pemberley, Mortalha Para Uma Enfermeira ou Uma Estranha Profissão Para Uma Mulher». Ler no Diário de Notícias.

 

«"Com grande tristeza, a família de P.D. James comunica que a autora morreu em paz, na sua casa em Oxford, na manhã de 27 de novembro de 2014 [hoje], aos 94 anos de idade", referiu um porta-voz da família». Ler no Jornal de Notícias.

 

«P. D. James, a escritora inglesa considerada a rainha do crime e da ficção policial, morreu esta quinta-feira, aos 94 anos. O papel central da sua obra foi desempenhado por Adam Dalgliesh, detetive "alto, moreno e elegante" que vivia num apartamento em frente ao rio Tamisa, em Londres, e que escrevia poesia e conduzia um Jaguar». Ler no Expresso.

 

«A autora britânica PD James, que o Guardian descreve como a rainha da literatura policial, morreu esta quinta-feira de manhã aos 94 anos. Foi a editora Faber and Faber que confirmou a notícia, ao dar conta que a escritora faleceu “pacificamente” e na sua casa em Oxford, Inglaterra». Ler no Observador.


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Qui, 13/Nov/14
Qui, 13/Nov/14

 

«O poeta brasileiro Manoel de Barros morreu esta quinta-feira, aos 97 anos, em Campo Grande no Brasil. 

 

O poeta que nasceu em Dezembro de 1916 em Cuiabá, no Estado de Mato Grosso, era o “poeta maior” do Brasil, nas palavras de Carlos Drummond de Andrade. Era também advogado e fazendeiro. Ao longo da sua longa carreira obteve importantes prémios literários, como o Prémio Nacional de Poesia (1966), o Prémio Jabuti (1989 e 2002) ou o Prémio da Academia Brasileira de Letras (2000). Em 2012 recebeu o prémio literário da Casa da América Latina». Ler no Público.

 

«O poeta brasileiro Manoel de Barros morreu esta quinta-feira, aos 97 anos. Manoel de Barros estava internado desde 24 de outubro num hospital de Campo Alegre, Mato Grosso do Sul, onde foi submetido a uma operação ao intestino». Ler no Diário de Notícias.

 

«Morreu o "maior poeta brasileiro", que precisava muito de escuro e que poucos conheciam». Ler no Expresso.

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Seg, 10/Nov/14
Seg, 10/Nov/14

 

«Aurora Bernárdez, viúva do escritor argentino Julio Cortázar e grande divulgadora da sua obra depois da morte dele, morreu neste sábado num hospital de Paris, a cidade onde vivia desde a juventude.

 

Tinha 94 anos, e sofrera no dia anterior um AVC que lhe provocou uma queda, que viria a ser fatal.» Ler no Público.


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Seg, 29/Set/14
Seg, 29/Set/14

«O primeiro a editar na íntegra a obra do Marquês de Sade e o polémico A História de O ficou conhecido pela projecção de obras de referência da literatura erótica e pelo acumular de processos judiciais.» Ler no Público.


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Qua, 6/Ago/14
Qua, 6/Ago/14

 

«O jornalista Rui Camacho, que foi chefe de redacção da ANOP, que mais tarde deu origem à agência Lusa, morreu nesta terça-feira aos 78 anos, disse à Lusa um amigo.» Ler no Público, no Diário de Notícias, no Correio da Manhã, no Jornal de Notícias e no Diário Digital.

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Qui, 24/Jul/14
Qui, 24/Jul/14

 

«Conhecido sobretudo como dramaturgo – e em particular pela peça O Auto da Compadecida, que em 1956 o tornou célebre no Brasil e o deu a conhecer no estrangeiro –, tem também uma breve mas relevante obra ficcional, da qual se destaca Romance d'A Pedra do Reino e o Príncipe do Sangue do Vai-e-Volta (1971), vulgo A Pedra do Reino, e ele próprio prezava a sua obra de poeta e lamentava que esta fosse comparativamente ignorada pelo público e pela crítica.» Ler no Público.

 

«Natural de João Pessoa, capital do Estado da Paraíba, Suassuna foi um grande propagador da cultural da região nordeste do Brasil, sendo "O Auto da Compadecida" um dos seus trabalhos mais conhecidos, com versões para a televisão e para o cinema.» Ler no Diário de Notícias.

 

«As primeiras linhas da sua biografia escrevem-se em Nossa Senhora das Neves, actual João Pessoa, onde nasceu, um de nove irmãos, a 16 de Junho de 1927; um ano mais tarde na fazenda Acauchan, cenário sertanejo para onde a família se mudou depois de o seu pai abandonar o governo da Paraíba. A Revolução de 30 desmembrou a família Suassuna, que perdeu o patriarca, assassinado por motivos políticos, no Rio de Janeiro. O clã fixa-se então, durante quatro anos, em Taperoá, onde Ariano contacta pela primeira vez com as artes do palco. É aqui que regressa, já licenciado, para debelar uma doença pulmonar e escrever as peças Torturas de Um Coração e a premiada Auto de João da Cruz.» Ler no iOnline.

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Seg, 21/Jul/14
Seg, 21/Jul/14

 

«Morreu na manhã deste sábado [19] o escritor Rubem Alves, de 80 anos, devido a problemas em vários órgãos.»

 

«O escritor, psicanalista, teólogo e educador estava internado nas urgências da unidade hospitalar devido a uma insuficiência respiratória provocada por uma pneumonia.

 

Rubem Alves, com uma bibliografia de mais de 120 títulos, era considerado um dos maiores pensadores contemporâneos da educação no Brasil.» Ler no Diário Digital.

 

«O escritor era um dos intelectuais mais respeitados do Brasil, tendo publicado diversos artigos em jornais e revistas. Foi cronista, pedagogo, poeta, filósofo, contador de histórias, ensaísta, teólogo, académico, autor de livros infantis e até psicanalista (...)». Ler no Jornal de Notícias e  no Diário de Notícias. Ver na RTP.

 

«Algumas das suas obras publicadas em Portugal são As Mais Belas Histórias, que faz parte do programa Ler+ ou Programa Nacional de Leitura, Conversas Com Quem Gosta de Ensinar e O Que é Científico?.» Ler no Observador.

 

«Rubem Alves, casado e com três filhos, nasceu a 15 de setembro de 1933 em Dores da Boa Esperança, no sul de Minas Gerais, e morava em Campinas há décadas.» Ler no Expresso.

 

«Em 1963, viajou para Nova Iorque, onde fez uma pós-graduação e regressou à paróquia em Lavras, Minas Gerais, durante a ditadura militar, tendo sido perseguido pelos militares.

 

Exilou-se então com a família e foi estudar para a Universidade de Princeton, nos Estados Unidos, onde se doutorou. A sua tese foi publicada em 1969 com o título A Theology of Human Hope (Teologia da Esperança Humana).

 

Segundo a edição online do jornal O Globo, regressou ao Brasil em 1968 e abandonou a Igreja Presbiteriana. Foi professor de filosofia na Faculdade de Filosofia Ciências e Letras de Rio Claro (Fafi), actualmente Unesp, onde esteve até 1974.

 

Nesse ano, entrou para o Instituto de Filosofia da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), onde esteve até se aposentar no início da década de 1990. Exerceu ainda psicologia clínica, pois também se formou nesta área do saber.» Ler na Renascença.

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Sex, 18/Jul/14
Sex, 18/Jul/14

 

«Morreu nesta sexta-feira, aos 73 anos, o escritor João Ubaldo Ribeiro, imortal da Academia Brasileira de Letras (...). Segundo o Bom Dia Rio, o escritor - autor, entre outros livros, de Sargento Getúlio e O sorriso do lagarto -, teve uma embolia pulmonar.

 

Em 7 de outubro de 1993, João Ubaldo Ribeiro foi eleito para a Academia Brasileira de Letras, passando a ser o sétimo ocupante da cadeira número 34.» Ler aqui, no Diário Digital, na TSF e na TVI24.

 

«O escritor João Ubaldo Ribeiro morreu nesta sexta-feira, aos 73 anos, na sua casa no Leblon no Rio de Janeiro divulgou o jornal O Globo. O Prémio Camões 2008 sofreu uma embolia pulmonar.» Ler no Público.

 

«João Ubaldo Ribeiro, que hoje morreu no Rio de Janeiro, aos 73 anos, é "um escritor inconfundível", autor de uma obra "muito diversa e rica", afirmou à Lusa o presidente da Associação Portuguesa de Escritores, José Manuel Mendes.» Ler no iOnline.

 

«João Ubaldo Ribeiro nasceu na ilha de Itaparica, no estado da Bahia, a 23 de janeiro de 1941 e entre os seus livros estão Setembro Não Faz Sentido, Sargento Getúlio, que teve o Prémio Jabuti da Câmara Brasileira do Livro, em 1972, Viva o Povo Brasileiro, O Sorriso do Lagarto e A Casa dos Budas Ditosos.

 

O escritor viveu em Lisboa em 1981, com uma bolsa da Fundação Calouste Gulbenkian, e ao longo da sua carreira recebeu vários prémios e teve algumas obras adaptadas para televisão.» Ler no Expresso.

 

«O autor esteve algumas vezes em Portugal, onde lançou várias obras, nomeadamente A Casa dos Budas Ditosos, sobre a luxúria, que gerou polémica, depois de algumas cadeias de supermercados se terem recusado a vendê-lo.» Ler na Renascença e no Sol.

 

«Na morte de João Ubaldo Ribeiro, 73 anos, Prémio Camões, um dos mais importantes escritores e cronista brasileiros e de língua portuguesa, recuperamos a autobiografia que escreveu para o JL de 12 de outubro de 2005, com o título Pré-defunto chato e reaccionário.» Ler na Visão.

 

«"A literatura brasileira perde um grande nome com a morte de João Ubaldo Ribeiro", disse a Presidente [Dilma Rousseff], numa declaração oficial, em que manifesta ainda as suas condolências aos familiares, amigos e leitores do vencedor do prémio Camões 2008.» Ler no Diário Digital.

 

«

João Ubaldo Ribeiro, que morreu hoje no Rio de Janeiro, aos 73 anos, foi um escritor "de muita criatividade e originalidade", que era lido de "uma forma apaixonada", disse à Lusa o editor livreiro Nelson de Matos.

 

Nelson de Matos publicou algumas obras do autor brasileiro, designadamente A Casa dos Budas Ditosos e Viva o Povo Brasileiro, tanto como editor das Publicações Dom Quixote, quer na sua nova chancela, em nome próprio.» Ler no Diário Digital e no Sol.

 

«"Ainda na semana passada ele tinha-me enviado um e-mail a perguntar pela minha saúde a que eu respondi. Esta notícia da sua morte, poucos dias depois, é de uma enorme brutalidade. Foi uma verdadeira surpresa, ele estava bem", diz Nélson de Matos à Renascença.» Ler na Renascença.

 

«O secretário de Estado da Cultura lamenta a morte do escritor brasileiro João Ubaldo Ribeiro, ocorrida hoje, autor no qual reconhece "a riqueza literária, a ironia e a capacidade de tirar partido das particularidades da língua portuguesa".» Ler no Diário Digital e no Notícias ao Minuto.

 

«João Ubaldo Ribeiro, que hoje morreu no Rio de Janeiro, aos 73 anos, é "um escritor inconfundível", autor de uma obra "muito diversa e rica", afirmou à Lusa o presidente da Associação Portuguesa de Escritores, José Manuel Mendes.» Ler no Diário Digital.

 

«João Ubaldo Ribeiro, que morreu hoje aos 73 anos, no Rio de Janeiro, foi um "grande escritor [e] era um querido ser humano", afirma o ensaísta e professor Onésimo Teotónio de Almeida, numa nota divulgada à imprensa.» Ler na RTP.

 

«Além de acompanhar as suas crónicas no Globo, li e reli com gosto os romances Casa dos Budas Ditosos (1999) e Sargento Getúlio (1971). Getúlio é mesmo uma das minhas personagens favoritas.» Leia a opinião de Henrique Reposo no Expresso.


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Seg, 14/Jul/14
Seg, 14/Jul/14

 

«A escritora sul-africana Nadine Gordimer, prémio Nobel da Literatura em 1991 e activista anti-appartheid, morreu no domingo, aos 90 anos. Um comunicado da família informa que a autora "morreu pacificamente" na sua casa de Joanesburgo.» Ler no Público, na TVI e aqui.

 

«A escritora [...] morreu na noite deste domingo (13), informou a editora Feltrinelli. Tinha 90 anos e lutava contra um cancro no pâncreas. Em Março deste ano, Gordimer declarou que já não conseguia escrever por culpa da doença.» Ler no Diário Digital.

 

«Nadine Gordimer, novelista e ativista anti-apartheid, nasceu em Springs, no Transvaal, a 23 de Novembro de 1923. Aos nove anos esreveu o seu primeiro conto e, em 1949, publicou o seu primeiro livro, uma colectânea de contos intitulada Face To Face, onde revelou as suas preocupações quanto à segregação racial na sociedade sul-africana.

 

A escritora "orgulhava-se não só de ter recebido o Nobel da Literatura em 1991, mas também de ter testemunhado (num processo) em 1986 e ter contribuído para salvar a vida de 22 membros do Congresso Nacional Africano (ANC), acusados de traição", lembram os filhos da escritora no comunicado em que é anunciado o falecimento.» Ler no Diário Digital e no Jornal de Notícias.

 

«Estreou-se na literatura em 1953 com The Lying Days. Em 1974 venceu o Booker Prize com O Conservador.» Ler no Diário de Notícias e na RTP.

 

«[...] a obra que a tornou mundialmente conhecida foi o romance A Filha de Burger, publicado em 1980.» Ler na Renascença.

 

«Autora de 15 romances e vários volumes de contos, Nadine Gordimer observou as desgraças da sua sociedade de forma sóbria e sem concessões.» Ler no iOnline e no Sol.

 

«Filha de um fabricante de relógios natural da Lituânia, de origem judaica, e de uma inglesa, Nadine nasceu em 1923 no território que seduzira já a sua avó materna em 1890, à semelhança de outros imigrantes europeus atraídos por uma terra de oportunidades chamada África do Sul. Quando se viu arredada dos bancos da escola, descobriu "tudo e todos", como confessou em 1979 numa entrevista à The Paris Review. "De Henry Miller a Upton Sinclair. Foi A Selva, de Sinclair, que me fez começar a pensar em política. Meu Deus, aquelas pessoas exploradas numa fábrica são tal qual os negros aqui."

 

Chegou a frequentar a Universidade de Witwatersrand antes de um casamento breve e pouco feliz. Ficou aquém do diploma, mas a ausência de diploma em nada condicionou a sua passagem por prestigiadas instituições, como Harvard e Princeton, na qualidade de conferencista.» Ler no iOnline.

 

«No momento em que o Comité do Prémio Nobel homenageou Gordimer, destacou-a pela sua "escrita épica magnífica", que foi "de grande benefício para a humanidade", relembrou a BBC. Nadine Gordimer era filha de imigrantes judeus, estudou numa escola de orientação cristã e viveu sempre na África do Sul. Aos 15 anos, publiou o seu primeiro livro Come Again Tomorrow e aos 88, o último, No Time Like Present.» Ler no Observador.


por Booktailors às 15:17 | comentar | partilhar

Seg, 7/Jul/14
Seg, 7/Jul/14

 

«Ignacio García Valiño começou a escrever muito jovem, tendo em 1993 vencido o prémio Isabel de Portugal com o livro de contos La caja de música (A caixa de música).

 

Dos vários livros que escreveu, foi editado em Portugal o título As duas mortes de Sócrates, publicado pela Bizâncio, em 2004.» Ler no Diário de Notícias.

 

«Além de escritor, Ignacio García Valiño, nascido de 1968, era psicólogo e trabalhava na área da educação.

 

Nas suas obras, mostrava a sua "obsessão" pela psicologia e as emoções, tendo os seus livros, em certa medida, acabado por ser estudos diferentes sobre o tema.» Ler no Sol e no Jornal de Notícias.


por Booktailors às 11:30 | comentar | partilhar

Qua, 25/Jun/14
Qua, 25/Jun/14

 

«A escritora espanhola Ana Maria Matute, que foi Prémio Cervantes de literatura, morreu hoje em Barcelona aos 88 anos, informou a sua editora.» Ler no Diário de Notícias.

 

«Matute, considerada uma das autoras de prosa com maior capacidade de fabulação, foi também Prémio Nacional das Letras.

 

Terceira mulher a conseguir o Cervantes, por uma obra extensa, com um mundo e linguagem muito próprios, Ana Maria Matute fez da literatura a sua forma de estar no mundo.» Ler no iOnline.

 

«Ana Maria Matute, que estava atualmente a trabalhar numa nova obra, nasceu em Barcelona a 26 de julho de 1925 e em 2010 foi galardoada com o Prémio Cervantes, o reconhecimento mais importante das letras em Espanha, atribuído pelo Ministério da Cultura.» Ler no Jornal de Notícias.

 

«Ana María Matute tinha já recebido o Prémio Nacional das Letras em 2007, o Prémio Ciutat de Barcelona em 1996 com El verdadero final de la Bella Durmiente, o Prémio Nadal em 1959 com Primera Memoria, o Prémio Nacional da Literatura e da Crítica em 1958 com Los hijos muertos e o Prémio Planeta em 1954 com Pequeno teatro.

 

Considerada uma das autoras mais importantes da época posterior à Guerra Civil Espanhola, Ana María Matute fazia frequentemente referências ao conflito na sua obra. Escreve o El País que a escritora "foi capaz como poucos de interligar na sua escrita as indispensáveis doses de realismo com um inegável lirismo".» Ler no Público.

 

«Há muito tempo apontada como uma das candidatas favoritas ao Nobel, Ana María Matute sempre teve no seu discurso a mesma sinceridade incisiva de quem sabia bem o lugar que ocupava no mundo. "Já morreram todos os que mo poderiam dar [Prémio Nobel]. Não o espero nem creio nisso", disse ao numa entrevista em 2011, quando esteve em Lisboa para o lançamento do seu romance de tema medieval, A Torre de Vigia, com chancela da Planeta.» Ler no iOnline.


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Qua, 28/Mai/14
Qua, 28/Mai/14

 

«A poetisa e activista dos direitos dos afro-americanosa Maya Angelou morreu esta quarta-feira aos 86 anos, na sua casa em Winston-Salem, nos Estados Unidos.» Ler no Sol e aqui.

 

«Angelou  foi uma das escritoras negras mais lidas nos Estados Unidos e foi convidada a ler poemas em duas tomadas de posse presidenciais – em 1993, com Bill Clinton, e de novo em 2009, com Barack Obama.

 

Entre as suas obras mais conhecidas estão I Know Why the Caged Bird Sings, de 1969, e Carta à minha filha: um legado inspirador para todas as mulheres que amam, sofrem e lutam pela vida – dedicado à filha que nunca tive, de 2008 mas editado em Portugal em 2009.» Ler no Público.

 

«Poeta, escritora, dramaturga e atriz, Maya Angelou foi também uma figura de primeiro plano na luta pelos direitos cívicos da população negra nos Estados Unidos e próxima de Martim Luther King.» Ler no Diário Digital e no Correio da Manhã.

 

«Nasceu Marguerite Ann Johnson a 4 de Abril de 1928, em St. Louis. Porque as letras lhe roubaram quase todo o espaço que tinha reservado para possíveis paixões, foi naturalmente cedo que decidiu contar a sua história, a que lhe moldou o resto da vida, num livro que haveria de se tornar um sucesso de crítica e de vendas. I Know Why The Caged Bird Sings (1969) é o título da autobiografia, focada nos primeiros anos da vida de Maya e que a acompanha desde frágil criança até mulher feita de determinação. E este foi apenas o primeiro de uma série de sete volumes que relatam toda a vida da escritora.» Ler no iOnline, aqui e aqui.

 

«Um dos seus poemas mais conhecidos, intitulado On the Pulse of Morning, foi recitado durante a tomada de posse presidencial de Bill Clinton, em 1993. Em 2006, voltou a ser convidada para a posse presidencial de Barack Obama.» Ler no Expresso.

 

«Além de escritora, foi bailarina, autora de peças de teatro, atriz e a primeira realizadora negra de cinema de Hollywood.» Ler no Jornal de Notícias.


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Qui, 8/Mai/14
Qui, 8/Mai/14

 

Deborah Rogers representou autores como Ian McEwan, Kazuo Ishiguro, Philip Roth ou Salman Rusdie. Rogers trabalhou como agente literária durante toda a vida, tendo fundado a própria agência em 1967: a Rogers, Coleridge and White. Ler aqui e aqui.


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Ter, 29/Abr/14
Ter, 29/Abr/14

 

«O poeta e dramaturgo polaco Tadeusz Rózewicz, várias vezes candidato ao Nobel da Literatura e um dos autores mais importantes da literatura polaca do pós-guerra, morreu esta quinta-feira, aos 92 anos, em Wroclaw, no sudoeste do país, onde vivia desde meados dos anos 80.

 

Também romancista, argumentista e tradutor, Rózewicz recebeu em 2007, pelo conjunto da sua obra, o Prémio Europeu de Literatura». Ler no Público.


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Seg, 28/Abr/14
Seg, 28/Abr/14
(C) DR

 

A morte de Vasco Graça Moura, poeta, romancista e tradutor, foi amplamente difundida na imprensa e na blogosfera nacional.

 

Na imprensa:
- A Bola, aqui;
- Correio da Manhãaqui, aqui;
- Diário Digitalaqui, aqui, aqui, aqui, aqui, aqui, aqui, aqui;
- Diário Económico, aqui;
- Diário de Notícias, aquiaqui, aqui, aqui, aqui, aqui, aqui, aqui, aqui;
- Dinheiro Vivo, aqui;
- Expresso, aqui, aqui, aqui, aqui;
- iOnlineaqui, aqui, aqui;
- Jornal da Madeira, aqui;
- Jornal de Notícias, aqui, aqui, aqui, aqui, aqui, aqui;
- Públicoaquiaquiaqui, aqui;


por Booktailors às 17:00 | comentar | partilhar

Seg, 28/Abr/14
(C) DR

 

«Aníbal Cavaco Silva já apresentou condolências à família de Vasco Graça Moura, tendo divulgado através da página da Presidência na Internet o teor da mensagem. Nela lamenta a morte "de um dos maiores escritores portugueses das últimas décadas e um dos intelectuais que mais contribuíram para a afirmação e a projeção internacional da nossa cultura".» Ler no Diário de Notícias, no Diário Digital, no Sol e na RTP. Ver na RTP.

 

«A presidente da Assembleia da República, Assunção Esteves, disse hoje ter recebido "com profunda tristeza" a notícia da morte de Vasco Graça Moura, personalidade que marcou "indelevelmente a cultura" portuguesa e europeia.

 

"Graça Moura marca indelevelmente a nossa cultura e também a cultura europeia. Percorreu em suprema arte todos os domínios da literatura, poesia, ficção, teatro, tradução", afirma Assunção Esteves, num comunicado divulgado esta noite, em que transmite um "abraço de sentido pesar" à família e amigos.» Ler no Diário Digital e no Jornal de Notícias.

 

«"Portugal perdeu hoje um dos seus maiores cidadãos", afirmou o chefe do Governo numa mensagem divulgada ao início da tarde, onde acrescenta que foi com um "profundo pesar" que soube morte do presidente do Centro Cultural de Belém.

 

Afirmando que ambos estavam ligados por "laços de amizade", Passos Coelho lembrou que Vasco Graça Moura deixou um "vasto legado literário, marcado pela inspiração e pela dedicação à língua portuguesa, que enriqueceu como poucos, uma constante procura da identidade nacional e um clarividente pensamento sobre as raízes, a herança política e filosófica e o futuro da Europa".» Ler no Diário de Notícias, no Diário Digital, noSol e no Jornal de Notícias. Ver na RTP. Ler na RTP.

 

«O secretário de Estado da Cultura, Jorge Barreto Xavier, (...) confessou ter perdido um amigo: "O Vasco Graça Moura demonstrou sempre um notável sentido do dever, uma brilhante capacidade de visão e realização e foi sempre convicto das suas ideias, não fazendo nunca concessões a ninguém em relação ao modo como defendia os seus ideais. Fê-lo no Parlamento Europeu como deputado – pela defesa das suas convicções sobre a língua portuguesa –  fê-lo sempre nos vários domínios em que se manifestou, sendo por isso uma referência para a sociedade portuguesa."» Ler na Renascença, no Diário Digital, na RTP, no Jornal de Notícias e na TVI24.

 

«"Vasco Graça Moura era um intelectual sem medo, que não hesitava em afrontar com frontalidade o pensamento dominante", refere Nuno Crato, em comunicado, acrescentando que era um "polemista respeitado, não procurava a controvérsia fácil, mas não hesitava em exprimir com clareza as suas discordâncias".» Ler no Jornal de Notícias.

 

«"Foi com muita tristeza que soube da morte de Vasco Graça Moura, um grande amigo. Perdemos hoje um homem de excecional cultura que ficará na História das Letras Portuguesas", afirmou José Manuel Durão Barroso, numa mensagem enviada à agência Lusa.» Ler no Diário Digital e na RTP.

 

«A Câmara do Porto decretou para hoje e terça-feira dois dias de luto municipal pela morte de Vasco Graça Moura, "um dos grandes vultos da literatura portuguesa", natural da cidade, refere a página da autarquia na internet.

 

"Vasco Graça Moura era um dos grandes vultos da literatura portuguesa. A Câmara do Porto, por decisão do seu presidente, decretará dois dias de luto municipal pela sua morte, que se cumprirão segunda e terça-feira", lê-se no site do município.» Ler no iOnline, na Renascença, no Sol, no Jornal de Notícias, na SIC Notícias e no Porto24.

 

«O presidente Associação Portuguesa de Escritores, José Manuel Mendes, reagiu hoje [ontem] "com amargura" à "morte de um amigo querido", que considera ser um escritor maior da língua portuguesa.» Ler no Sol.

 

«Sobre ele [Vasco Graça Moura] diz Francisco José Viegas, diretor editorial da Quetzal Editores: "Pessoalmente, era um homem superiormente inteligente, sensível, dedicado à literatura, inquietado pela literatura. Vasco Graça Moura é um dos nossos grandes poetas europeus, um clássico que ultrapassou a fragilidade e as maldições do tempo – a sua obra, a sua intuição minuciosa e cheia de cultura, de erudição e de leveza, deviam ser motivo suficiente para relermos, também, a beleza terrível da sua Poesia Reunida.

 

A Quetzal, que publica a sua poesia e a sua ficção, bem como as inúmeras traduções premiadas que nos deixou, sofre com a perda de um autor sublime. Como o próprio Vasco Graça Moura dizia recentemente, "está a faltar poesia em Portugal". Infelizmente, deixou-nos um dos nossos grandes poetas.» Ler no sítio da Quetzal.

 

«O poeta Nuno Júdice lamentou hoje [ontem] a morte de Vasco Graça Moura, que classificou como "uma enorme perda" para a cultura portuguesa, sublinhando que o autor deixa "uma obra considerável".» Ler no Diário de Notícias e no Sol. Ouvir na RTP.

 

«Num comentário à notícia da morte de Vasco Graça Moura, António Mega Ferreira, seu amigo há quase quatro décadas, afirmou ao DN que estamos "naturalmente perante uma grande perda" e sublinhou a importância dos contributos do atual presidente do CCB "no plano intelectual e de intervenção cívica".

 

Para António Mega Ferreira, que dirigiu o CCB até ser substituído por Vasco Graça Moura no início de 2012, com a morte deste "desapareceu um dos intelectuais mais distintos dos últimos 40 anos em Portugal".» Ler no Diário de Notícias.

 

«Em declarações à Antena 1, o amigo "íntimo há muitos anos" Miguel Veiga recorda "literariamente um génio, que ultrapassava em muitas medidas o que se costuma chamar de génio pela sua produção, criatividade, diversidade e pela obra que nos deixou e que ficará para sempre ligada à história da literatura portuguesa".

 


O embaixador José Cutileiro confessa à Antena 1 que fica "com muitas saudades" de Vasco Graça Moura, "um amigo excelente e pessoa atenciosa e dedicada". Fica a "memória de uma pessoa inteiramente dedicada à literatura e fiel à sua musa, isto é, ao gosto profundo que tinha pela poesia e pela literatura em geral".» Ler e ouvir na RTP.

 

«O presidente do Partido Popular Europeu (PPE), Joseph Daul, afirmou hoje que Vasco Graça Moura deixa "um legado e uma contribuição única para a literatura portuguesa e europeia" e apontou-o como um "grande poeta, político e intelectual".» Ler na RTP.

 

«A escritora, poeta e editora Maria do Rosário Pedreira afirmou ao PÚBLICO: "Com a morte de Vasco Graça Moura, perdemos um dos nossos últimos verdadeiros intelectuais: um homem com uma cultura extraordinária da grande e da pequena história, melómano, literato, e um criador invulgar que nos lega uma obra felizmente bastante extensa e ainda, por meio das suas traduções, a obra de muitos outros autores de épocas e estilos diferentes com a sua marca poética muito especial.» Ler no Público.

 

«A escritora e poetisa Maria Teresa Horta disse que Portugal perdeu um grande poeta e um defensor da língua portuguesa, com a morte de Vasco Graça Moura."Portugal perde um grande poeta, um defensor da língua portuguesa. O Vasco foi dos grandes defensores da pureza da linguagem contra esta mudança que se pretende, este terrível atentado contra a língua portuguesa que é o acordo ortográfico", disse.Em declarações à Lusa, a escritora lamentou a morte do seu amigo, afirmando que "os poetas não deviam morrer".»

 

«Também o poeta, tradutor e antigo administrador da Gulbenkian, Pedro Tamen, transmitiu admiração por Vasco Graça Moura, como homem e como artista, e recordou a sua "luta" contra "a aberração que é o acordo ortográfico".

 

"É uma tristíssima notícia, embora esperada [pois] sabia que ele estava gravemente doente. Eu admirava-o muito como figura, mas também como pessoa, como homem e como artista, sem dúvida alguma", disse à agência Lusa Pedro Tamen.» Ler na TVI24.

 

«A presidente do Instituto Camões lamentou hoje a morte de Vasco Graça Moura e realçou a sua importância na cultura portuguesa, da edição de clássicos, à tradução de grandes poetas e à dimensão de escritor, poeta e romancista. "Uma grande perda, um grande homem e ficamos todos de luto", disse à agência Lusa Ana Paula Laborinho, acrescentando que "era, de facto, uma figura fundamental da cultura portuguesa, mais recentemente à frente do Centro Cultural de Belém, também aí procurando imprimir essa orientação" no sentido da sua valorização.» Ler no iOnline e no Jornal de Notícias.

 

«É um grande amigo que perco, que conheço há cerca de quarenta anos e com quem tive sempre uma relação de admiração e estima pessoal. Membro activo do Centro Nacional de Cultura deixa-nos um lugar insubstituível. Sempre nos encontrámos numa ligação muito próxima e de confiança mútua. É uma das grandes referências da cultura portuguesa contemporânea. O Vasco era de uma inteligência viva, acutilante, claríssima e determinada. Não podemos esquecer o poeta e o ensaísta dotadíssimos.» Leia o texto de Guilherme d'Oliveira Martins na Renascença.

 

«O musicólogo Rui Vieira Nery defende que o escritor Vasco Graça Moura vai fazer falta no debate político e na vida cultural, destacando "este exemplo de alguém que não se refugia numa nuvem intelectual longe da realidade e que vem para a praça pública e discute, se interessa por política e tem opiniões e ajuda a formar a opinião pública".» Ler e ouvir na RTP.

 

«Vasco Graça Moura não era apenas Vasco Graça Moura. Era muitos Vasco Graça Moura. Era um cidadão politicamente empenhado. Bateu-se por todas as causas em que acreditava. Dizia sempre o que pensava. Ocupou muitos e importante cargos, todos de serviço público.  Era um combatente cívico pelas grandes causas. Foi, com Mega Ferreira, o responsável por Portugal se ter candidatado ao sonho de organizar a Expo 98 - e de ter ganho. A última causa porque se bateu denodadamente foi contra o Acordo Ortográfico.» Leia a opinião de Nicolau Santos no Expresso.

 

«Vasco foi para terras que ele conhece melhor do que eu, ou não tivesse traduzido primorosamente A Divina Comédia, de Dante Aligheri, obra em que os percursos depois da morte são pormenorizadamente explorados e explicados.» Leia o texto de Henrique Monteiro no Expresso.

 

«O ministro dos Negócios Estrangeiros, Rui Machete, recorda os tempos que conheceu o escritor e tradutor Vasco Graça Moura e salienta que a sua franqueza faz falta na sociedade portuguesa.» Ler e ouvir na RTP.

 

«Vasco Graça Moura, que conheci, graças às guerras contra o Acordo Ortográfico, era um homem muito bem educado. Mas não era um hipócrita. Quando entrava na eterna e bendita briga interpartidária, entrava com toda a força das cacetadas verbais, em que as "cacetadas" faziam questão de nunca serem físicas.» Leia o texto de Miguel Esteves Cardoso no Público.

 

«Temos de agradecer sobretudo a Vasco Graça Moura ele ser um mestre inspirador, precisamente neste tempo em que parece que vivemos com menos alma e que os mestres escasseiam.» Leia o texto de José Tolentino Mendonça na Renascença.

 

«Vasco Graça Moura encarnou nas últimas décadas, como nenhuma outra figura em Portugal, o espírito dos studia humanitatis que marcou os homens do Renascimento europeu, esforçando-se por transparecer esse espírito na dimensão criativa como na dimensão cívica.» Leia o texto do escritor Rui Lage no Público.

 

«Nestes dias que choram a sua morte, e diante da diversidade inabarcável dos seus talentos, muitos hesitam sobre o campo das artes ou das letras em que verdadeiramente foi genial. Uns preferem o ensaísta, muitos escolhem o poeta, outros elegem o tradutor, alguns visam o romancista, menos apontam o político, vários destacam o gestor cultural. Em todos estes campos das letras, das artes e da vida – das vidas, em suma –, ele se distinguiu e sobressaiu e, em todos eles, mesmo quando não foi genial, ele revelou o génio.» Leia o texto de Paulo Rangel no Público.

 

«Muitos recordarão sempre Vasco Graça Moura como escritor notável, poeta marcante, ou o incrível tradutor - o melhor que no mundo - d' "os italianos", mas também como o tradutor "oficial" de Dante, Moliére, Rostand, Racine, ou até como letrista de fados. Outros, que com ele lidaram de perto, lembrarão o Vasco como alguém de notável e mordaz humor, dilacerante e oportuno como poucos mas, sobretudo, um bom amigo e um bom "garfo".» Ler no Expresso.

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Seg, 28/Abr/14
(C) Paulo Sousa Coelho

 

«Poeta e tradutor de grandes poetas, romancista, ensaísta, dramaturgo, cronista, antologiador, historiador honoris causa, advogado, político, gestor cultural – e podiam acrescentar-se várias outras actividades –, [Vasco] Graça Moura foi um improvável espírito renascentista encarnado neste presente um pouco caótico de mais para o seu assumido gosto pela ordem e pela disciplina. Mesmo que nos fiquemos pela sua obra literária em sentido lato, seria talvez preciso recuarmos a um Jorge de Sena para encontrarmos um antecessor convincente da diversidade, qualidade e intensidade do seu trabalho criativo e intelectual.» Ler no Público.

 

«Quando se ordenam assim, ano a ano, os trabalhos e os dias de Vasco Graça Moura, o que mais impressiona é a sua capacidade de trabalho. Veja-se o ano de 1987: tem 45 anos e desempenha diversas e exigentes funções públicas, mas arranja tempo para publicar um livro de poemas, dois volumes de ensaios, o seu romance de estreia e uma peça de teatro.» Ver a cronologia no Público.

 

«Venceu diversos prémios, entre eles em 2008, o Prémio Tradução do Ministério da Cultura italiano pela tradução da Divina Comédia de de Dante. O Prémio Pessoa chegou em 1995. Um ano antes tinha ganho o Prémio da Poesia do PEN Club, entre outras distinções.» Ler na Renascença.

 

«Vasco Graça Moura, escritor e atual presidente do CCB, morreu este domingo, em Lisboa, vítima de doença prolongada.

 

O escritor, que morreu aos 72 anos, não resistiu a um cancro. Vasco Graça Moura nasceu no Porto e era advogado de formação, tendo enveredado depois pelo mundo da cultura, completando meio século de vida literária dedicada ao romance, poesia, ensaio, crónicas, diários e traduções.» Ler no Diário Digital.

 

«Poeta, ensaísta, romancista, dramaturgo, cronista e tradutor de clássicos, Vasco Graça Moura nasceu no Porto, na Foz do Douro, em 1942, licenciou-se em Direito, pela Universidade de Lisboa, e chegou a exercer a advocacia, de 1966 a 1983, até a carreira literária se estabelecer em pleno.

 

Na altura, apenas a poesia definia a sua expressão, com títulos como Modo mudando, estreia nas Letras, em 1962, a que se seguiram títulos como Semana inglesa e O mês de dezembro. Mas Vasco Graça Moura era também o jurista, o gestor e o político.» Ler no Diário de Notícias, na RTP e no Sol. Ver na RTP. Ver galeria fotográfica aqui.

 

«Integrou o 4.º e 6.º governos provisórios depois do 25 de Abril, foi diretor da RTP2 e, entre outros cargos, administrador da Casa da Moeda.» Ler na SIC Notícias.

 

«O corpo do escritor e poeta Vasco Graça Moura, que morreu ao fim da manhã [de ontem, 27], vai estar hoje [27] em câmara ardente, a partir das 19.00, na Basílica da Estrela, em Lisboa, disse fonte da agência funerária.

 

Na segunda-feira, terá lugar uma cerimónia de homenagem ao escritor e poeta na mesma basílica.

 

O funeral está marcado para terça-feira, estando as cerimónias religiosas marcadas para as 10.00, seguindo para o cemitério dos Olivais.» Ler no Diário Digital. Ver na RTP. Ler na RTP.

 

«O funeral realiza-se terça-feira às dez horas da manhã, com uma missa presidida pelo padre [José] Tolentino Mendonça. O corpo seguirá para o cemitério dos Olivais, onde será cremado.» Ler no Diário de Notícias e no Sol.

 

«A notícia provocou uma onda de reações de pesar junto de políticos e intelectuais portugueses, que se reuniram ao fim da tarde na Basílica da Estrela, em Lisboa, para prestar homenagem a uma figura que todos estimam "insubstituível".» Ler no Correio da Manhã.

 

«O Presidente da República e o primeiro-ministro estiveram entre as inúmeras figuras públicas que se deslocaram hoje [ontem, 27] à Basílica da Estrela, em Lisboa, para prestar homenagem ao poeta, ensaísta, romancista e tradutor Vasco Graça Moura, que morreu hoje vítima de cancro.» Ler no Diário de Notícias e no Jornal de Notícias.

 

«Detentor de vários prémios literários, foi um ativo crítico do acordo ortográfico atualmente em vigor em Portugal.» Ler no Diário de Notícias.

 

«Romancista, poeta, ensaísta, tradutor, ex-deputado e ex-secretário de Estado, Vasco Graça Moura foi alvo de várias homenagens este ano, nomeadamente pela Fundação Gulbenkian». Ler no iOnline e no Sol.

 

«O Expresso entrevistou Vasco Graça Moura a propósito dos 50 anos de carreira do escritor, a 26 de maio de 2012. Foram cinquenta perguntas para meio século de carreira literária de um poeta que gostaria de ter sido artista plástico e acabou por exercer a advocacia.» Ler a entrevista no Expresso.

 

«Recebeu o Prémio Pessoa, o Prémio Vergílio Ferreira, os prémios de Poesia do PEN Clube Português e da Associação Portuguesa de Escritores, que também lhe atribuiu o Grande Prémio de Romance e Novela, a Coroa de Ouro do Festival de Poesia de Struga, o Prémio Max Jacob de França para Poesia Estrangeira, o Prémio de Tradução do Ministério da Cultura de Itália e a Medalha de Florença, o Prémio Morgado de Mateus, para o conjunto da obra, o Prémio Europa - Cátedra David Mourão-Ferreira da Universidade de Bari, em Itália, e a Ordem de Santiago de Espada, entre outras distinções.» Ler no Record.

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Qui, 24/Abr/14
Qui, 24/Abr/14

 

«O escritor, músico e encenador uruguaio Álvaro García de Zúñiga, que vivia em Portugal desde os anos 1990, morreu na quarta-feira, aos 56 anos, revelou hoje fonte do Teatro Municipal São Luiz.» Ler no Diário Digital.

 

«O autor tinha prevista a encenação de Macbeth a peça escocesa, de Shakespeare, em maio, no Centro Cultural de Belém, mas a estreia foi cancelada.» Ler no Diário de Notícias.

 

«Nascido em Montevideo, em 1958, Zúñiga estudou violino e composição no Uruguai e na Argentina, onde passou a juventude, passando a residir e trabalhar em Portugal a partir dos anos 90.» Ler no Correio da Manhã.

 

«Para Alvaro García de Zúñiga, "a língua (e as línguas) são a matéria prima do trabalho.(...) Uma língua sem nacionalidade específica que se diverte a cruzar-se com outras línguas e a inverter as convenções linguísticas", lê-se na biografia na página oficial da associação blablaLab, que o autor fundou em 1996 com Teresa Albuquerque.» Ler no Público.

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Ter, 22/Abr/14
Ter, 22/Abr/14

 

«O Presidente da Colômbia, Juan Manuel Santos, destacou hoje a figura literária e humana de Gabriel García Márquez, afirmando que, além dos seus textos, "viverá para sempre nas esperanças da Humanidade".
Juan Manuel Santos participou, esta segunda-feira, na homenagem, que teve lugar no Palácio das Artes, na capital mexicana, ao escritor colombiano que morreu, na quinta-feira, aos 87 anos.» Ler no Diário Digital e na RTP.

 

«Milhares de pessoas rumaram ao Palácio de Belas Artes da capital do México para prestar a última homenagem ao escritor colombiano Gabriel García Márquez.

A cerimónia solene, que teve início pouco depois das 16.00 locais (22.00 em Lisboa), pouco depois da chegada da urna com as suas cinzas, a qual foi colocada num pedestal e rodeada por vários arranjos de rosas amarelas - as favoritas do escritor.» Ler no Diário Digital e no iOnline. Ver na RTP, aqui e aqui.

 

«A viúva de Gabriel García Márquez, Mercedes Barcha, e os seus filhos, Gonzalo e Rodrigo, agradeceram, esta segunda-feira, os gestos de admiração e carinho para com o escritor, falecido na quinta-feira, na capital mexicana.» Ler no Diário Digital, na RTP, no iOnline, no Jornal de Notícias e no Diário de Notícias.

 

Ver a fotorreportagem no Público.


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Seg, 21/Abr/14
Seg, 21/Abr/14

 

«Esta quinta-feira o presidente colombiano, Juan Manuel Santos, escreveu na sua conta de Twitter : "Mil anos de solidão e tristeza pela morte do maior colombiano de todos os tempos! Solidariedade e condolências a Gabo e família". E acrescentou: "Os gigantes nunca morrem."

 

O primeiro a dar a notícia foi o jornalista da cadeia mexicana Televisa, Joaquin Lopez-Doriga, que também o anunciou na sua conta no Twitter.» Ler no Público.

 

«A editora Cecília Andrade, da D. Quixote (onde a sua obra está publicada em Portugal) sentiu esta perda como uma "Crónica de uma morte anunciada", disse à agência Lusa parafraseando um dos muitos títulos do autor colombiano.

 

Lembrou também que o escritor "fez escola e muitos escritores seguem-lhe o estilo desde esse fabuloso romance que é Cem anos de solidão. Uma escola, a do realismo mágico, que não se restringe à América Latina ou ao universo da Língua Espanhola, e que tem seguidores em todo o mundo, incluindo Portugal".» Ler no Público.

 

«Francisco José Viegas tinha 14 anos quando leu Cem Anos de Solidão, de Gabriel García Márquez (1927-2014). Agora, na morte do escritor, lembra-nos que reduzir a obra de García Márquez a uma espécie de solidão maravilhosa de contador de histórias é injusto para o miniaturista meticuloso e entusiasta que trabalha até à exaustão o seu universo de personagens e fontes de informação.» Leia o texto de Francisco José Viegas no Público.

 

«As mensagens de condolências surgem também do mundo político. Depois de Barack Obama, Vladimir Putin e Dilma Rousseff, o presidente cubano Raúl Castro junta a sua voz à de outros chefes de estado, ao afirmar que os cubanos perderam "um grande amigo, íntimo e solidário".» Ler na RTP.

 

«O secretário de Estado da Cultura, Jorge Barreto Xavier, considerou hoje que as obras e o contributo para a sociedade do escritor Gabriel García Márquez, "um dos mais notáveis escritores do século XX", permanecerão "na memória de todos".

 

"Fica-nos a todos a faltar um dos mais notáveis escritores do século XX, a quem temos de agradecer a singularidade discursiva, hoje património da Humanidade", referiu Jorge Barreto Xavier, numa nota pública de pesar pelo falecimento do escritor Gabriel García Márquez, hoje [18] enviada às redacções.» Ler no Sol.

 

«O coordenador do Plano Nacional de Leitura, Fernando Pinto do Amaral, destaca uma característica transversal na obra de Gabriel García Márquez: uma aliança entre a memória, a cultura e a imaginação.

 

"O García Márquez teve a capacidade de conseguir aliar aquilo que é fundamental na ficção que é a memória e a imaginação. É um autor com uma imaginação extraordinária, muito rica, com um universo próprio, mas ao mesmo tempo descendo às raízes, mergulhando naquilo que eram as suas memórias de cultura, do seu país, da sua família, da sua infância", disse.

 

Já a presidente da Fundação José Saramago, Pilar del Rio, revelou à Renascença que o Nobel português da Literatura disse um dia a Garcia Márquez que, se tivesse de salvar um livro, não salvaria Cem Anos de Solidão. A escolha de Saramago, apesar de gostar muito daquele livro, seria um outro, de 1961, intitulado Ninguém Escreve ao Coronel». Ler na Renascença.

 

«Otelo Saraiva de Carvalho recorda o escritor Gabriel García Márquez, hoje falecido, como "um repórter apaixonado pela situação que se vivia em Portugal" com a revolução do 25 de Abril.» Ler no Diário Digital.

 

«"Foi uma pessoa que influenciou imenso a literatura e alguns escritores, aliás, ele é um escritor de charneira. Ainda hoje quando alguém descreve um livro com  realismo mágico identificam logo com Gabriel García Márquez", disse ao Expresso Afonso Cruz.

 

O escritor João Tordo defende, por seu turno, que o Prémio Nobel da Literatura em 1982 não se pode resumir a um só género literário, tendo escrito várias obras sob outras influências.

 

"O livro Ninguém Escreve ao Coronel devo ter lido com 18 e 20 anos e hoje vejo que não tinha nada de realismo mágico. Esse rótulo também lhe foi colado muito injustamente. A sua influência é muito mais do que ter dado nome a um género. Ele é universal", afirmou.» Ler no Expresso.

 

«Gabriel García Márquez, hoje [17 de abril] falecido aos 87 anos, "é o mais genial escritor do século XX, um narrador fantástico", disse o jornalista José Carlos Vasconcelos, que o conheceu em 1975. 

 

"Na realidade ele era sim grande amigo do [escritor] José Cardoso Pires, mas convivemos e até se fez um jantar com outros escritores, entre eles o José Gomes Ferreira e o Carlos Oliveira", disse o diretor do JL-Jornal de Artes, Letras & Ideias, referindo-se à visita do escritor a Lisboa, em 1975.» Ler no Expresso.

 

«O Presidente colombiano, Juan Manuel Santos, manifestou hoje [17 de abril] "mil anos de saudade e tristeza" pela morte do Nobel da Literatura Gabriel García Márquez, que qualificou como "o maior colombiano de todos os tempos".» Ler no Diário Digital.

 

«Pilar del Rio, mulher do ex-Nobel da Literatura José Saramago, manifestou hoje [17 de abril] "grande tristeza" pela morte do escritor colombiano Gabriel García Márquez, que classificou como "um homem que definiu o século XX".

 

"Foi um homem que definiu o século XX com a sua forma de escrever, de estar no mundo, de utilizar a imaginação, a criatividade, a natureza, a vida", assinalou Pilar del Rio, em declarações à agência Lusa, a propósito do falecimento do Nobel da Literatura de 1982.» Ler no Diário Digital.

 

«O Presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, lamentou, quinta-feira, a morte do escritor colombiano e Prémio Nobel da Literatura, Gabriel Garcia Marques (Gabo), vincando que foi "amigo sincero e leal" dos líderes revolucionários da América Latina.» Ler no Diário Digital.

 

«O presidente da Comissão Europeia, Durão Barroso, destacou hoje o escritor Gabriel García Marquez como "uma voz da América Latina e do mundo".

 

"Recebi com profunda tristeza a notícia do falecimento de Gabriel García Marquez", afirmou Durão Barroso, num comunicado, em que envia as suas condolências à família do Prémio Nobel da Literatura.» Ler no Diário Digital e no Sol.

 

«A escritora chilena Isabel Allende afirmou na quinta-feira que sente uma "pena imensa" pela morte do escritor colombiano Gabriel García Márquez, sublinhando que a sua obra "é imortal".

 

Isabel Allende disse, numa conferência de imprensa no Instituto Cervantes de Nova Iorque, que García Márquez "era um maestro para todos", e que todos os escritores latino-americanos contemporâneos foram influenciados pela sua obra.» Ler no Diário Digital e no Sol.

 

«O escritor peruano Mario Vargas Llosa, prémio Nobel da Literatura de 2010, mostrou-se hoje [18] "muito incomodado" com a morte de Gabriel García Márquez, mas salientou que as suas obras irão sobreviver no futuro.

 

Vargas Llosa soube da notícia na cidade andina de Ayacucho, onde estava com a família, refere o Canal N de televisão, citado pela agência Efe.

 

"Morreu um grande escritor cujas obras deram grande difusão e prestígio à literatura da nossa língua", declarou Vargas Llosa, com sinais de evidente incómodo com a notícia.

 

O autor peruano acrescentou que as obras de García Márquez "sobreviver-lhe-ão e continuarão a ganhar leitores em todos os lugares".» Ler no Sol.

 

«Aracataca, terra natal de Gabriel Garcia Marquez, amanheceu hoje [18 de abril] de luto, pela morte do Nobel colombiano, na quinta-feira, na Cidade do México, aos 87 anos.

 

A câmara de Aracataca decretou, logo na quinta-feira, cinco dias de luto e mandou colocar a meia haste as bandeiras da Colômbia e do município com 38.000 habitantes, na região de Magdalena.» Ler no Diário Digital.

 

«O Presidente mexicano, Enrique Peña Nieto, expressou ontem o seu pesar pela morte do escritor colombiano Gabriel García Márquez, na cidade do México, aos 87 anos.

 

"Em nome do México, expresso o meu pesar pelo falecimento de um dos maiores escritores dos nossos tempos: Gabriel García Márquez", escreveu o Presidente do México, na sua conta da rede social Twitter.» Ler no Sol.

 

«O Presidente colombiano, Juan Manuel Santos, pediu sexta-feira "um minuto de silêncio e reflexão" pela alma de Gabriel García Márquez, que faleceu quinta-feira no México aos 87 anos.

 

"Oremos durante esse minuto pela alma do nosso nobel García Márquez", disse o Presidente na localidade de Mompox, no norte do país.» Ler no Diário Digital.

 

«O ex-Presidente norte-americano Bill Clinton manifestou "tristeza" pela morte de García Márquez, referindo que desde que leu Cem anos de solidão, há mais de 40 anos, sempre ficou "assombrado" pela "imaginação, clareza de pensamento e honestidade emocional" do escritor.» Ler no Sol.

 

«O presidente do Equador, Rafael Correa, enviou as condolências pela morte de Gabriel García Márquez, considerando que o mundo vai ter "anos de solidão" com o desaparecimento do escritor colombiano.» Ler no Jornal de Notícias.

 

«O escritor José Eduardo Agualusa apontou Gabriel García Márquez como "uma referência muito importante" para os escritores da sua geração e "alguém que tinha muito de africano".

 

"Além de ter criado um estilo muito próprio, era também um contador de histórias, o que é raro", comentou o escritor, em declarações à agência Lusa a propósito da morte do escritor colombiano, Nobel da Literatura em 1992, que faleceu, esta quinta-feira, com 87 anos.» Ler no Jornal de Notícias.

 

«García Márquez, ao criar Macondo, alcançou algo que só os artistas tocados por essa força desconhecida que ilumina raros seres humanos conseguem.» Leia o texto de Gérman Santamaría, embaixador da Colômbia em Portugal, no Público.


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Seg, 21/Abr/14

 

«O escritor colombiano e prémio Nobel da Literatura Gabriel García Márquez morreu nesta quinta-feira [17 de abril] na Cidade do México aos 87 anos, noticiou o jornal El País. Estava na sua casa, com a mulher Mercedes e os seus dois filhos.» Ler no Público.

 

«O autor de obras tão emblemáticas como Cem anos de solidão, O amor nos tempos de cólera, Crónica de uma morte anunciada e O general no seu labirinto, faleceu hoje [17 de abril], com 87 anos, vítima de pneumonia, indica a AP.» Ler no Diário Digital.

 

«O romancista colombiano Gabriel García Márquez, autor de Cem Anos de Solidão , morreu esta quinta-feira na Cidade do México, aos 87 anos. A causa da morte de "Gabo", como os amigos lhe chamavam, não foi divulgada, mas o escritor tinha estado internado há poucos dias, com infecções nos pulmões e no tracto urinário.» Ler no Público.
«Gabriel García Márquez, de 87 anos, distinguido com o Prémio Nobel da Literatura em 1982, que morreu hoje na Cidade do México, não publicava desde 2010, quando foi dado à estampa Yo no vengo a decir un discurso (Eu não venho dizer um discurso).

 

O autor de Cem anos de solidão, que os amigos tratavam por "Gabo", tinha anunciado em 2009 que se retirava, e o livro publicado no ano seguinte, reuniu apenas material disperso das suas alocuções em público, as quais iniciava invariavelmente com a frase Eu não venho dizer [fazer] um discurso, informou na altura a editora Mondadori.» Ler no Sol.

 

«O escritor e jornalista colombiano, Gabriel Garcia Marquez, morreu esta quinta-feira. O Prémio Nobel da Literatura em 1982 tinha 87 anos e sofria de problemas respiratórios há vários anos. A informação foi avançada por vários órgãos de informação internacionais e confirmada pela família.» Ler, ver e ouvir na Renascença.

 

«Aclamado como escritor, sempre se considerou sobretudo jornalista. Foi correspondente do diário colombiano El Espetador em Genebra, Paris e Roma. Passou também pela Checoslováquia, Polónia, Rússia e Ucrânia. Num artigo publicado no diário espanhol El País, a 20 de outubro de 1996, referiu-se ao jornalismo como "o melhor emprego do mundo".» Ler no Expresso.

 

«O México presta segunda-feira [hoje] homenagem a Gabriel García Márquez no Palácio das Belas Artes, o principal recinto cultural do país, revelou quinta-feira o presidente do Conselho Nacional para a Cultura e Artes, Rafael Tovar.» Ler no Diário Digital, no Jornal de Notícias e no Sol.
«O corpo do escritor Gabriel García Marquez vai ser cremado numa cerimónia privada. Foi María Cristina García Cepeda, diretora do Instituto Nacional de Belas Artes, quem revelou a informação ao ler um comunicado em nome da família do escritor colombiano.» Ler no Correio da Manhã.

 

«O corpo do escritor Gabriel García Márquez, que morreu quinta-feira no México, será cremado "em privado" e na tarde de segunda-feira terá lugar uma homenagem no palácio das Belas Artes da capital mexicana.» Ler no Diário Digital e no Jornal de Notícias e no Sol.

 

«As cinzas do prémio Nobel Gabriel García Márquez serão divididas entre o México e a Colômbia, afirmou sexta-feira o embaixador colombiano na capital mexicana, José Gabriel Ortiz.

 

O diplomata falava à porta da casa de Gabriel García Márquez, na Cidade do México, onde o escritor faleceu quinta-feira aos 87 anos.

 

"No México ficará uma parte e penso que podem levar outra parte para a Colômbia, onde ficarão em repouso parte das cinzas", disse o embaixador.» Ler no Diário Digital, no Diário de Notícias, no iOnline, no Jornal de Notícias e na RTP.

 

«Desde quinta-feira que não param de chegar à casa do escritor, no México, muitas flores, sobretudo flores amarelas, as preferidas de García Márquez» Ler e ver na RTP.


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Sex, 11/Abr/14
Sex, 11/Abr/14

 

«A escritora inglesa Sue Townsend, autora dos "Diários" de Adrian Mole, morreu esta noite, com 68 anos.» Ler no Diário de Notícias. Ver na RTP.

 

«Quando, aos 36 anos, escreveu "O Diário Secreto de Adrian Mole", jamais imaginou o sucesso que toda a série viria a alcançar, não só em Inglaterra, como em quase todos os países da Europa e até no Japão.» Ler no Diário Digital e no Sol.

 

«Além dos seis volumes da série Adrian Mole, é autora dos livros A Rainha e Eu e Número Dez.» Ler na Renascença.

 

«Sue Townsend, a escritora britânica que criou Adrian Mole, o rapaz de 13 anos e ¾ em cujo diário os adolescentes ingleses dos anos 80 se sentiram retratados, morreu na quinta-feira em sua casa. Tinha 68 anos e sofria há muito de diabetes, que a foram progressivamente cegando: os seus últimos livros foram já ditados ao seu filho mais velho.» Ler no Público.


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Seg, 7/Abr/14
Seg, 7/Abr/14

 

«O escritor norte-americano Peter Matthiessen, fundador da Paris Review e único autor a vencer o National Book Award nas categorias de ficção e não ficção, morreu neste sábado aos 86 anos. Autor de mais de 30 livros, Matthiessen morreu de leucemia.

 

Peter Matthiessen, que não tem nenhuma obra publicada em Portugal, era um dos últimos sobreviventes da geração de escritores que surgiu imediatamente depois da Segunda Guerra Mundial, como lembra o New York Times, que coloca o autor ao lado de nomes como William Styron, James Jones, Kurt Vonnegut e E. L. Doctorow.

 

Apesar de nenhuma obra de Peter Matthiessen estar traduzida para português, em Portugal estão publicadas, pela Tinta-da-china, com edição e tradução de Carlos Vaz Marques, várias entrevistas que o autor fez na revistaThe Paris Review, a escritores como William Faulkner, Ernest Hemingway ou Jorge Luis Borges. A Paris Review foi aliás fundada por Matthiessen com George Plimpton e Harold L. Humes.» Ler no Público.

 

«Matthiessen tinha 86 anos, terminara recentemente o seu último romance In Paradise (No Paraíso) e sobrevivera a uma leucemia, que dera por curada em 2013.» Ler no Diário de Notícias.

 

«Na Primavera de 1953, o editorial do número de arranque fixava o propósito do projecto: "acolher nas suas páginas os bons escritores, os bons poetas, sem esquecer a crítica", escrevia William Styron, um dos fundadores da The Paris Review, que cumpriu o objectivo. Partilhou trabalhos de Jack Kerouac, Philip Larkin, V. S. Naipaul, Philip Roth, Italo Calvino, Samuel Beckett, Nadine Gordimer, ou Jean Genet, e entrevistas a William Faulkner, Elizabeth Bishop, Vladimir Nabokov, Ezra Pound, Ernest Hemingway, Truman Capote, Joan Didion, ou T. S. Eliot.» Ler no iOnline.

 

«"Peter faleceu esta noite", anunciou a Riverhead Books. "Estamos honrados por termos conhecido [o escritor] e o seu pensamento belo e selvagem", lê-se no comunicado divulgado na noite de sábado em Nova Iorque, madrugada de domingo na Europa.» Ler no Diário Digital e na RTP.


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Sex, 21/Mar/14
Sex, 21/Mar/14

 

«O escritor e jornalista Khushwant Singh, autor do romance Comboio para o Paquistão sobre a partição do subcontinente indiano, morreu hoje em Nova Deli aos 99 anos devido a problemas respiratórios, informou a família.

 

Conhecido pelo seu humor ácido e pelas suas posições políticas liberais, Singh morreu na sua casa na capital indiana de modo "muito, muito tranquilo", disse o seu filho Rahul Singh à televisão local NDTV.»

 

«Em Portugal estão editados pela Cavalo de Ferro os romances Comboio para o Paquistão e Deli e o livro de contos Uma Esposa para o Sahib.

 

I Shall Not Hear the Nightingale, Burial at Sea, The Company of Women e Truth, Love and a Little Malice são outros dos seus livros mais conhecidos.» Ler no Diário Digital.

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Qui, 6/Mar/14
Qui, 6/Mar/14

 

«Leopoldo María Panero considerado o enfant terrible da poesia espanhola surgida a partir da década de 1970, morreu esta quinta-feira aos 65 anos. O poeta terá morrido esta madrugada no Hospital Rey Juan Carlos I, em Gran Canária, onde estava internado na unidade psiquiátrica.» Ler no Público.

 

«Nascido em Madrid a 16 de Junho de 1948, Leopoldo María Panero é autor de uma obra "extremista", tantas vezes baseada nas suas experiências de vida. Além de ter passado parte dos anos que viveu em manicómios, o espanhol lutou ainda contra a dependência de drogas e álcool. Em Portugal, Leopoldo María Panero tem editado Poemas do Manicómio de Mondragón, pela editora Alma-Azul.» Ler no iOnline.

 

«Estudou Filosofia e Letras, mas acabaria por abandonar a universidade em protesto contra o "conhecimento formal", tendo passado várias fases da vida, a partir dos 19 anos, em hospitais psiquiátricos.» Ler no Correio da Manhã.

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Seg, 17/Fev/14
Seg, 17/Fev/14

 

«O escritor mexicano Federico Campbell morreu no México no sábado aos 72 anos devido a um derrame cerebral, disse à Efe o seu filho Federico.» Ler no Diário de Notícias.

 

«O autor de Infame turba (1971) e da série Tijuanenses (1989), ensaísta, jornalista, tradutor e editor faleceu num hospital da Cidade do México, onde estava internado devido à gripe AH1N1, que tinha contraído há duas semanas e que se tinha complicado nos últimos dias.

 

Campbell (1941-2014) era presidente honorário da Feira do Livro de Tijuana.» Ler no Diário Digital e na RTP.

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Ter, 4/Fev/14
Ter, 4/Fev/14

«A escritora cabo-verdiana Orlanda Amarílis, autora de Cais do Sodré Té Salamansa e considerada a "renovadora do conto" no arquipélago, morreu no sábado em Lisboa, aos 89 anos.

Mulher do escritor e ensaísta Manuel Ferreira (1917-1994), grande estudioso e divulgador das literaturas africanas de expressão portuguesa, Orlanda Amarílis nasceu em 1924, na Assomada, Santa Catarina, ilha de Santiago, e destacou-se sobretudo como contista e autora de livros para crianças.» Ler no Público.

«Orlanda Amarílis Lopes Rodrigues Fernandes Ferreira nasceu em 1924, na Assomada, Santa Catarina, ilha de Santiago, é considerada "uma notável contista" da ficção cabo-verdiana, temas "marcantes" das suas obras, que envolve perspetivas na área de literatura feminina, retratos da vida da mulher cabo-verdiana e da diáspora.

A viver em Portugal desde meados dos anos 1950, após uma estada em Angola, Orlanda Amarílis pertenceu ao movimento literário "Certeza" (1944), revista que, depois da Claridade, segundo a crítica, marcou um "momento significativo" na vida cultural cabo-verdiana.» Ler no Jornal de Notícias.

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Sex, 31/Jan/14
Sex, 31/Jan/14

 

«O fundador dos históricos Hara-Kiri e Charlie-Hebdo, publicações que descompuseram o até aí muito burgês (e muito "próprio") humor francês, morreu a poucas semanas de fazer 91 anos.» Ler no Público.

 

«Nos anos 1960 e 1970 ficou famoso pelas suas criações satíricas, como o citado Hara Kiri, e pelos livros autobiográficos Les Ritals, sobre a sua infância num bairro de imigrantes italianos, e Les Russkofs, sobre a prisão.

 

A vocação satírica nunca o abandonou, nem nos últimos anos, em particular com numerosas indirectas ao ex-presidente francês Nicolas Sarkozy.» Ler no Diário Digital.

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Seg, 27/Jan/14
Seg, 27/Jan/14

 

«Segundo o jornal espanhol El País, desapareceu um dos escritores contemporâneos mais importantes da língua espanhola, ou, por outras palavras, um "dos grandes poetas latino-americanos das últimas décadas". O mesmo jornal cita o escritor Carlos Fuentes, outra referência das letras espanholas, que em 2009, no ano em que Pacheco foi distinguido com o Prémio Cervantes, escreveu: "A sua obra é universal, e participa da glória das letras de todos os tempos."» Ler no Público.

 

«O escritor e poeta mexicano José Emilio Pacheco, vencedor do Prémio Cervantes em 2009, morreu no domingo aos 74 anos, anunciou hoje a sua filha Laura Emilia Pacheco.» Ler no Diário Digital.

 

«"Morreu tranquilo, morreu em paz", disse a filha, ao referir que a morte foi causada por uma paragem cardiorrespiratória pelas 18.30 de domingo (00.30 de segunda-feira em Lisboa).

 

José Emilio Pacheco tinha sido hospitalizado no dia anterior na cidade do México.

 

Membro do Colégio Nacional mexicano desde 1986 e criador emérito em 1994 do Sistema Nacional de Criadores Artísticos (SNCA), foi director e editor de colecções bibliográficas e de diversas publicações e suplementos culturais.» Ler no Diário de Notícias e na RTP.

 

«Da sua obra de tradutor destacam-se Cómo es (Samuel Beckett), De profundis (Oscar Wilde), Un tranvía llamado deseo (Tennesse Williams), Cuatro cuartetos (T.S. Eliot) e Vidas imaginarias (Marcel Schwob).

 

Como poeta, escreveu, entre outros títulos, Los elementos de la noche (1963), El reposo del fuego (1966), Irás y no volverás (1973), Islas a la deriva (1976), Desde entonces (1980), Trabajos en el mar (1983), El silencio de la luna (1995) Siglo passado (2000), En resumidas cuentas (2004) e Como la lluvia (2009).

 

Na ficção assinou El viento distante y otros relatos (1963), Morirás lejos (1967), El principio del placer (1972), Batallas en el desierto (1981) e Tarde de agosto (1992).» Ler no iOnline

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Seg, 27/Jan/14

«O poeta cabo-verdiano Aguinaldo Brito Fonseca, autor dos célebres poemas Mãe Negra e Canção dos Rapazes da Ilha, faleceu na madrugada de hoje [sexta-feira] em Lisboa.

 

O corpo de Aguinaldo Fonseca, 91 anos, encontra-se em câmara ardente na Igreja do Campo Grande, em Lisboa, e o funeral decorrerá a partir das 15.30 no Cemitério dos Olivais, onde será cremado.» Ler no Expresso e no Jornal de Notícias.

 

«Natural do Mindelo, na ilha cabo-verdiana de São Vicente, onde nasceu a 22 de setembro de 1922, Aguinaldo Fonseca instalou-se em Lisboa em 1945, tendo visto os seus poemas publicados em vários jornais portugueses de então.

 

A poesia de Aguinaldo Fonseca, que foi o primeiro autor a utilizar África na substância poética de Cabo Verde, está difundida na Internet e em várias antologias e obras coletivas editadas em diversos países, sendo Mãe Negra o seu poema de eleição.» Ler no iOnline.

 

«O Governo de Cabo Verde expressou, este domingo, "profundo pesar" pela morte de Aguinaldo Brito Fonseca, falecido sexta-feira em Lisboa, aos 91 anos, considerando-o "poeta maior" da literatura cabo-verdiana e "grande filho da Pátria".

 

Numa nota, em que adianta ter estado representado no funeral do "poeta esquecido", realizado sábado no Cemitério dos Olivais, em Lisboa, cidade onde residia desde 1945, o primeiro-ministro cabo-verdiano, José Maria Neves, exaltou os "méritos literários" de Aguinaldo Fonseca.» Ler no Jornal de Notícias.

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Qui, 23/Jan/14
Qui, 23/Jan/14

«O repórter de guerra e escritor espanhol Manuel Leguineche, 73 anos, morreu hoje em Madrid, vítima de insuficiência respiratória.

O jornal EL Pais recorda - na notícia do seu obituário- que Leguineche escreveu que a II Guerra Mundial começou na sua terra: Guernica. Talvez por isso, a guerra, os seus desafios, medos e angústias, acabaram por ser uma constante na vida deste homem que aprecisava a paz, autor de dezenas de livros, e fundador das agências noticiosas  Colpisa e Faxpress.» Ler no Expresso.

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Seg, 20/Jan/14
Seg, 20/Jan/14

«O poeta José Terra, de 83 anos, faleceu hoje de manhã [dia 17, sexta-feira] em Paris, disse à Lusa o poeta Luís Amaro, seu amigo e ex-diretor adjunto da revista Colóquio Letras.

 

José Terra é o pseudónimo de José Fernandes da Silva, nascido a 24 de maio de 1928 em Prozelo, no concelho de Arcos de Valdevez.» Ler no Diário de Notícias.

 

«Filólogo, historiador, ensaísta, crítico e tradutor, José Terra foi professor desde 1984 até à jubilação, na Universidade Sorbonne - Paris III.» Ler no Diário Digital.

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Qua, 15/Jan/14
Qua, 15/Jan/14

 

«Deixa uma obra marcada pelo amor, a dor e a morte. Lutou contra a ditadura militar responsável pelo assassinato do seu filho e foi forçado ao exílio em 1976. Nunca deixou de se bater pelos direitos humanos, contra qualquer forma de poder absoluto.» Ler no Público, também aqui.

 

«O escritor argentino residente no México Juan Gelman, de 83 anos, faleceu na terça-feira, informaram fontes familiares e oficiais.» Ler no Diário de Notícias.

 

«Prémio Cervantes 2007 e Prémio Rainha Sofia de Poesia Ibero-americana em 2005, Juan Gelman viveu exilado desde o golpe de Estado de 1976 na Argentina. O poeta viveu em Itália, França e México, onde residia há mais de 20 anos.» Ler no Diário Digital e no Jornal de Notícias.

 

«"Morreu tranquilo, na sua casa, rodeado da sua família de uma doença que se chama síndrome mielodisplásica" (disfunção da medula óssea), disse uma fonte da família citada pela agência Efe.» Ler no Correio da Manhã e na RTP.

 

«Juan Gelman, um dos maiores poetas vivos da língua castelhana, esperou 13 anos para enterrar o filho, vítima da ditadura argentina. E reencontrou a neta, nascida em cativeiro, 23 anos depois.» Ler no Expresso.

 

Ler o perfil no El País.

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Seg, 13/Jan/14
Seg, 13/Jan/14

Amiri Baraka era considerado uma das maiores forças dos movimentos artísticos das décadas de 60 e 70, que operavam na luta pelos direitos civis dos afroamericanos. Tinha 79 anos. Ler aqui.


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Qui, 9/Jan/14
Qui, 9/Jan/14

Um texto da agente literária Laura Morris, que trabalhou com Tom Rosenthal na editora Secker & Warburg e na Andre Deutsch. Ler aqui.

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Ter, 17/Dez/13
Ter, 17/Dez/13

 

O autor dos romances As Sete Estradinhas do Catete e A Despedida de José de Alemparte tinha 50 anos. Via Cadeirão Voltaire.

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Seg, 9/Dez/13
Seg, 9/Dez/13

«O poeta moçambicano Virgílio de Lemos, de 84 anos, morreu na sexta-feira perto de Paris, disse este sábado à agência Lusa fonte familiar. Para o ensaísta Eduardo Lourenço, Virgílio de Lemos é "um dos incontornáveis pensadores portugueses do século XX" e, juntamente com José Craveirinha e Rui Knopfli, "um dos três poetas de vulto de Moçambique". Considerado um dos vanguardistas da lírica moçambicana, a sua poesia aborda temas como a liberdade do desejo e contém críticas às injustiças sociais e à repressão colonial». Ler no Público.

«O poeta, que foi submetido recentemente a uma intervenção cirúrgica às carótidas que o deixou paralisado de um lado, terá morrido de causas naturais na sua residência nos arredores de Paris, acrescentou a mesma fonte». Ler na TVI24.

«Diogo Virgílio de Lemos - que assinava Virgílio de Lemos - nasceu a 29 de novembro de 1929, na ilha de Ibo, em Moçambique. Escreveu os primeiros poemas entre 1944 e 1948 e entre 1947 e 1948 colaborou no Jornal da Mocidade Portuguesa, com o irmão e artista plástico Eugénio de Lemos, e com o jornalista Guilherme de Melo, onde foi redator até 1949». Ler no Diário de Notícias e n'A Bola.

«Com diversos livros de poesia publicados em França e em Portugal, Virgílio de Lemos foi anticolonialista em Moçambique antes de se exilar em França, nos anos 1960. Na ex-colónia portuguesa foi contemporâneo e amigo de escritores como Noémia de Sousa, José Craveirinha, Fonseca Amaral e Rui Knopfli, com os quais partilhou o amor pela literatura e o empenhamento na emancipação anticolonista». Ler no Expresso.

«Virgílio de Lemos criou também três heterónimos: Lee-Li Yang, pelo seu erotismo; Duarte Galvão, pelo seu engajamento, e Bruno dos Reis, pela sua poesia geracional, associando a cada um uma temática poética». Ler no Diário Digital.

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Qua, 4/Dez/13
Qua, 4/Dez/13

«O poeta egípcio Ahmed Fouad Negm, conhecido pela sua poesia revolucionária e pelas críticas duras aos líderes políticos, morreu esta terça-feira aos 84 anos.

O poeta, reconhecido como um herói popular devido aos seus poemas revolucionários, foi citado por diversos manifestantes, que em 2011, durante a revolta contra Mubarak, protestavam na icónica Praça Tahir, no Cairo, o epicentro da contestação ao antigo líder egípcio, que se prolongou por 18 dias». Ler na RTP.

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Seg, 2/Dez/13
Seg, 2/Dez/13
©New York Times

 

«Morreu André Schiffrin, o editor norte-americano que começou a sua carreira na New American Library e integrou os quadros da Pantheon a partir 1961. No início da década de 90, já com o mercado dominado pelos conglomerados editoriais e pela lógica do lucro rápido e do monopólio, André Schiffrin foi afastado pela Random House, dona da Pantheon, e dois anos depois fundou a New Press, em parceria com Diane Wachtel. Filho de Jacques Schiffrin (criador das edições Pléiade, em França, e mais tarde um dos editores da Pantheon Books), André Schiffrin escreveu sobre edição no livro The Business of Books: How International Conglomerates Took Over Publishing and Changed the Way We Read, publicado em 2000 e recentemente editado em português pela Letra Livre (...)». Ler no Cadeirão Voltaireaqui e aqui.

 

«André Schiffrin, um dos principais editores de livros dos EUA por 50 anos, morreu em Paris neste domingo, aos 78 anos, em decorrência de um cancro pancreático, segundo a sua filha, Natalia Schiffrin .(...)». Ler aqui.

 

«(...) Alinhado com intelectuais socialistas, publicou importantes autores, entre eles Sartre, Simone de Beauvoir, Foucault, Marguerite Duras e Julio Cortázar .(...)». Ler aqui.


«Schiffrin ficou mais conhecido em 1990, quando deixou a Pantheon Books com críticas ao foco cada vez maior da editora na publicidade e no lucro. Na ocasião, o CEO da Random House, à qual pertence a Pantheon, argumentara que Schiffrin estava "publicando vários livros que ninguém quer ler" e ordenara o corte de lançamentos e funcionários.


Em resposta, Schiffrin pediu a demissão, sendo seguido por outros editores e levando autores como Arthur Miller e Nadine Gordimer a assinar um abaixo-assinado em sua defesa. Outros nomes, como Kurt Vonnegut e E.L. Doctorow, participaram de um protesto que reuniu cerca de 200 escritores em frente ao prédio da editora». Ler aqui.

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Seg, 2/Dez/13

«Morreu este domingo à tarde em Lisboa, aos 85 anos, Annie Salomon de Faria, a mulher de Eduardo Lourenço. Tradutora dos ensaios publicados em francês pelo autor de O Labirinto da Saudade, como Montaigne ou la Vie Écrite ou L’Europe Introuvable, entre muitos outros, teve um papel determinante na divulgação da obra de Eduardo Lourenço em França». Ler no Público e no Expresso.

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Seg, 18/Nov/13
Seg, 18/Nov/13

«A escritora britânica Doris Lessing, que recebeu em 2007 o Nobel da Literatura, morreu este domingo aos 94 anos.

Autora de mais de 50 romances e com uma obra diversificada, Lessing foi descrita pela Academia Sueca, que lhe atribuiu o Prémio Nobel da Literatura em 2007, como "uma épica da experiência feminina que, com cepticismo, fogo e poder visionário, sujeitou uma civilização ao escrutínio"». Ler no Público.

«A escritora britânica Doris Lessing, prémio Nobel da Literatura em 2007, que hoje [ontem] faleceu, aos 94 anos de idade, "foi uma das grandes vozes literárias do século XX", na opinião das escritoras Maria Teresa Horta e Lídia Jorge». Ler no Diário Digital.

«Há já algum tempo que Doris Lessing tinha perdido a memória de um dia ter sido escritora, Prémio Nobel da Literatura e quase tudo o resto. Porém ainda adorava ouvir ler. Quando a visitavam os amigos liam-lhe excertos de livros que ele escrevera, por vezes ela emocionava-se mas não se lembrava de os ter escrito». Ler no Diário de Notícias.

«Doris Lessing, que ganhou o Nobel da Literatura em 2007, era uma das principais autoras de língua inglesa. Depois de ganhar o prémio da Academia Sueca diz que ficou sem energia para escrever, após tantas sessões de entrevistas e fotográficas». Ler na Renascença.

«Nascida a 22 de outubro de 1919 em Kermanshah na Pérsia, atualmente Irão, Doris Lessing é autora de uma obra vasta e diversificada com cerca de 50 títulos. Ficou conhecida pela sua militância de esquerda, mas também pelas suas posições anti-apartheid, anti-colonialistas e feministas». Ler no iOnline.

«Nascida no Irão, cresceu na floresta africana do Zimbabwé, onde escreveu em 1950 A Erva Canta. Por essa altura muda-se para Londres onde viveu o resto da vida». Ler no Correio da Manhã.

«Doris Lessing morreu em casa, em Londres, aos 94 anos. A mulher que ganhou o Prémio Nobel da Literatura em 2007 era considerada uma das mais importantes escritoras de língua inglesa do século XX». Ler na RTP, aqui e aqui.

«Nascida na antiga Pérsia, actual Irão, em 1919, Lessing foi autora de títulos como Amar de Novo, Os Diários de Jane Somers, A Boa Terrorista ou O Quinto Filho». Ler no Sol.

«"Ela era uma escritora maravilhosa, com um espírito fascinante e original. Foi um privilégio trabalhar com ela e ela vai fazer muita falta", acrescentou Jonathan Clowes [agente da autora]». Ler no Jornal de Notícias.

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Seg, 4/Nov/13
Seg, 4/Nov/13

 

«O escritor francês Gérard de Villiers, um dos autores mais prolíficos da literatura de espionagem, morreu esta quinta-feira [dia 31], aos 83 anos. Criador de Marko Linge, vulgo SAS, princípe austríaco e agente secreto ao serviço da CIA, Villiers escreveu, desde 1965, duzentas novelas protagonizadas por este seu herói, além de várias outras obras de diversa natureza, e calcula-se que tenha vendido mais de 100 milhões de livros em todo o mundo.» Ler no Público.

«No início de fevereiro, o New York Times consagrou-o como o "autor de romances de espionagem que sabia demais". Villiers tinha acabado de passar 10 dias no Afeganistão, palco dos seus dois próximos SAS, o 198.º e 199.º da série, iniciada nos anos 1960.» Ler no Expresso e no Jornal de Notícias.

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Qua, 30/Out/13
Qua, 30/Out/13

Morreu, no passado fim-de-semana, Fernanda Pinto Rodrigues, tradutora de alguns dos nomes mais relevantes da literatura anglo-saxónica. Com uma vida dedicada à tradução, pelas suas mãos passaram autores como Doris Lessing, Nabokov, Rex Stout, Agatha Christie, J. G. Ballard, J. R. R. Tolkien, Stephen King, Ray Bradbury, Henry Miller, Hervé Bazin, Bernanos, Ian McEwan, A.S. Byatt, Hermann Hesse, Collette, Soljenitsine, Ishiguro, Defoe, Updike, Orwell, Malcolm Lowry, Jane Austen, Raymond Chandler, Mark Twain, Patricia Highsmith, Ruth Rendell, Saul Bellow, Steinbeck.

 

Recebeu, em 1995, o Grande Prémio de Tradução, atribuído pelo P. E. N. Clube Português e pela Associação Portuguesa de Tradutores. Para assinalar a sua carreira notável, a tradutora foi inclusivamente distinguida, em 2009, com o Prémio Especial Tradução dos Prémios LER/BOOKTAILORS, anunciado durante a 10.ª edição do Correntes d'Escritas.

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Qua, 23/Out/13
Qua, 23/Out/13

 

Morreu esta manhã, em Setúbal, aos 77 anos, Manuel Medeiros, livreiro da livraria Culsete, que assinala este 40 anos desde a sua fundação. Via Cadeirão Voltaire.

 

«O mais antigo livreiro de Setúbal abriu a Culsete há 40 anos, fundou o Encontro Livreiro há quatro e sabia que “sem leitura não há cultura”.» ler no Público.

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Seg, 14/Out/13
Seg, 14/Out/13

 

«O escritor cubano-norte-americano Óscar Hijuelos, o primeiro romancista hispânico que ganhou um Prémio Pulitzer, morreu sábado, aos 62 anos, em Nova Iorque, noticiou o The New York Times.» Ler no Diário Digital e no Diário de Notícias.

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Qua, 2/Out/13
Qua, 2/Out/13

 

«O autor de best-sellers e policais de espionagem Tom Clancy morreu terça-feira, aos 66 anos, num hospital de Baltimore. A confirmação foi dada ao The New York Times pelo seu editor.» Ler no Público.

 

«O escritor norte-americano Tom Clancy, celebrizado pelos seus romances de espionagem que muitas vezes integraram as listas dos mais vendidos e foram adaptados ao cinema, morreu aos 66 anos, noticiou hoje o The New York Times.» Ler no iOnline, no Diário Digital, no Jornal de Notícias e no Sol.

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Seg, 23/Set/13
Seg, 23/Set/13

 

O poeta António Ramos Rosa morreu ao início da tarde de hoje. Tinha 88 anos.

 

«Poeta, ensaísta e tradutor, António Ramos Rosa nasceu em Faro, em 1924. A sua obra poética, iniciada em 1958 com a publicação de O Grito Claro, abarca quase oitenta títulos, não contando já com antologias, compilações e livros escritos a meia com outros autores.» Ler no Público e na TSF.

 

«O poeta e ensaista António Ramos Rosa, de 88 anos, morreu cerca das 14h de hoje, no Hospital Egas Moniz, em Lisboa, onde estava internado desde quinta-feira com uma pneumonia, disse ao Expresso uma sobrinha do escritor.» Ler no Expresso.

 

«António Ramos Rosa ganhou o Prémio Pessoa em 1988.» Ler na Visão.

 

«Faro, que o viu nascer e abandonar o ensino secundário por problemas de saúde, recebe parte do seu espólio académico e literário, bem como distinções várias, que o autor doou no início deste mês. Os bens do poeta ficam sob alçada da Biblioteca Municipal de Faro, a que Ramos Rosa dá nome». Ler no iOnline.

 

«António Ramos Rosa, que deu ainda nome a um prémio nacional de poesia, recebeu o Prémio Pessoa em 1988, na altura trinta anos depois de ter publicado o primeiro livro de poesia, O grito claro (1958)». Ler no Diário de Notícias.

 

«O Presidente da República, Aníbal Cavaco Silva, enviou condolências à família do poeta António Ramos Rosa numa mensagem em que destacou o seu papel "na defesa da liberdade"». Ler no Público e no Diário Digital.

 

«A SPA sublinha que propôs três vezes o nome de António Ramos Rosa para Prémio Nobel da Literatura, prerrogativa que faz parte das suas competências institucionais». Ler no Diário Digital.

 

«O pintor Júlio Pomar lamentou hoje a morte do poeta António Ramos Rosa e recordou a resistência política do escritor, durante a ditadura de Oliveira Salazar, quando ambos chegaram a ser presos pela polícia política». Ler no Diário Digital.

 

«O corpo do poeta estará em câmara ardente a partir de terça-feira [hoje] na capela do Rato, em Lisboa, onde se realizará o velório com o padre e poeta José Tolentino Mendonça.

O funeral realiza-se na quarta-feira no Cemitério dos Prazeres, em Lisboa, e o corpo do escritor ficará no jazigo dos escritores, não estando ainda confirmada a hora». Ler no Diário Digital.

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