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Qua, 24/Set/14
Qua, 24/Set/14

 

«A Feira do Livro do Porto despediu-se no passado domingo dos jardins do Palácio de Cristal, tendo recebido, de 5 a 21 de setembro, mais de 200 mil pessoas. Este evento foi, pela primeira vez em mais de 80 anos, exclusivamente organizado pela Câmara Municipal do Porto, através do pelouro da Cultura e da empresa municipal PortoLazer.» Ler no Correio da Manhã.

 

«Na passada semana a APEL (Associação Portuguesa de Editores e Livreiros) disse estar disponível para voltar a organizar a feira, mas hoje Rui Moreira garantiu que a câmara não vai voltar a "fazer 'outsorcing' nos termos em que foi feito no passado".

 

"O nosso modelo é este. A APEL e os seus associados são livres de aderirem àquilo que é a Feira do Livro como a organizamos", frisou o autarca para quem esta edição foi um "enorme sucesso para a cidade".» Ler no Jornal de Notícias.


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Seg, 15/Set/14
Seg, 15/Set/14

 

«Quando a Câmara Municipal de Rui Moreira quiser retomar o diálogo para a organização futura da Feira do Livro do Porto, a APEL (Associação Portuguesa de Editores e Livreiros) estará disponível para falar e, quem sabe, voltar. Foi o que João Alvim, presidente da associação, defendeu nesta segunda-feira, destacando, no entanto, que a Feira do Livro de Lisboa, organizada pela APEL, e a Feira do Livro do Porto, organizada pela Câmara desta cidade, são eventos distintos com objectivos também eles diferentes.» Ler no Público.

 

«A Associação Portuguesa de Editores e Livreiros (APEL) está disponível para voltar a organizar a Feira do Livro do Porto, desde que se negoceie um acordo plurianual com a autarquia, disse hoje à Lusa João Alvim, presidente daquela entidade.

 

"Não se pode andar a organizar e a deixar de organizar ao sabor das boas e más vontades e de guerras políticas", considerou o presidente da APEL, ressalvando que a duração de um possível acordo seria " uma coisa a discutir" com a autarquia e frisando que "não se pode é andar numa situação de 'umas vezes sim, outras vezes não'".» Ler no Diário Digital e no Correio da Manhã.

 

«João Alvim declarou ainda que a Feira do Livro do Porto, "tal como foi desenvolvida este ano, é uma feira estruturalmente diferente daquela que a APEL faz", explicando que, embora até possa ser "um evento interessante, com muitas atividades", difere do modelo da APEL porque esse "não tem como objetivo o negócio" mas a "divulgação e promoção do livro, dos autores e da leitura".» Ler no Diário de Notícias.

 

«Em mais de oito décadas de realização do evento, este é o primeiro ano em que que a Câmara do Porto assume a total organização da Feira do Livro, antes promovida pela APEL, com quem o município mantinha um diferendo quanto aos custos da iniciativa.» Ler no iOnline.


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Seg, 15/Set/14

 

«O mercado livreiro em Portugal registou uma quebra de edições e faturação entre 2009 e 2012, revela a Associação Portuguesa de Livreiros (APEL).

 

Em 2012, havia em Portugal 562 livrarias, menos 132 que em 2004, o "primeiro ano com dados", segundo a APEL. Em 2012 registaram-se 442 editoras, dados que revelam uma quebra no número destas empresas desde 2008, conclui o estudo "Comércio livreiro em Portugal - Estado da Arte na segunda decada do século XXI".

 

O estudo hoje revelado aponta ainda quebras nos volumes de negócios no mercado livreiro. No caso das editoras, a faturação registou depois de 2008, ano em que se atingiu um pico com 404 milhões de euros, uma queda contínua até 2012, em que situou nos 356 milhões de euros.» Ler no Diário Digital e na Visão.

 

«A edição de e-books, que segundo o estudo registou "um forte crescimento" a partir de 2010, não chegou para compensar as quebras nas edições em papel. A venda de livros, jornais e artigos de papelaria nas grandes superfícies registou em 2009 um pico, com 229 milhões de euros de faturação, verificando-se a partir desse ano uma quebra, com a faturação, em 2012, a situar-se nos 203 milhões de euros.» Ler no Observador.

 

«Para João Alvim estes resultados "refletem uma alteração do retalho livreiro em Portugal e as dificuldades que o retalho independente vive". O presidente da APEL defende ainda que "a ação de livreiros especializados tem sido seriamente afetada pela pirataria. "Já devia ter havido uma intervenção governamental neste sentido. É preciso penalizar a sério porque a pirataria afeta seriamente a atividade de editores e livrarias", refere João Alvim.» Ler no Correio da Manhã.

 

«Estas são as principais conclusões de um estudo encomendado pela Associação Portuguesa de Editores e Livreiros (APEL) ao ISCTE-IUL, depois de no ano passado várias livrarias independentes terem acusado redes livreiras como a FNAC e a Bertrand de violarem a lei do preço fixo do livro. As conclusões não são propriamente uma novidade mas para o presidente da APEL vêm dar força à necessidade de uma mudança no mercado livreiro, que precisa de ser dinamizado.» Ler no Público.

 

«Estes dados afastam Portugal da média dos 27 países europeus em número de livrarias, afirma APEL. Entre 2008 e 2011, Portugal registou menos 9,1 por cento de empresas livreiras, enquanto na União Europeia o crescimento neste setor se situou nos 15 por cento.» Ler na RTP.


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Ter, 15/Jul/14
Ter, 15/Jul/14

 

«[...] a câmara [do Porto] decidiu organizar menos uma feira do que "um festival literário".

 

"Queremos marcar a diferença", diz Nuno Santos. "Queremos fazer o maior festival literário do País, que não se esgote na compra e venda de livros, mas que mobilize escritores e leitores em torno da paixão pelos livros."

 

Com um orçamento de 75 mil euros (o mesmo dinheiro que a APEL pedia para a organização da feira no Porto), Nuno Santos garante que a autarquia vai conseguir fazer mais, juntando concertos, dança e teatro, ciclos de cinema e exposições ao programa.»

 

«A Feira vai decorrer nos Jardins do Palácio de Cristal, de 5 a 21 de setembro, mas até dia 30 deste mês a câmara está a receber inscrições de editores e livreiros interessados em fazer-se representar no evento». Ler no Correio da Manhã.


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Qui, 12/Jun/14
Qui, 12/Jun/14

 

«A Livraria Cabeçudos, em Lisboa, foi escolhida como "Livraria Preferida", numa eleição promovida pela Associação Portuguesa de Editores e Livreiros (APEL), que divulgou hoje [ontem], na Feira do Livro de Lisboa, os resultados da votação, feita através da Internet.

 

Este foi o segundo ano que a APEL decidiu promover a escolha da livraria preferida dos consumidores, alargando-a ao território nacional. No ano passado, em que venceu a Livraria Bertrand do Chiado, em Lisboa, o concurso foi restrito à área geográfica da capital portuguesa.

 

A livraria Cabeçudos foi fundada em 2010, em Lisboa, virada em exclusivo para a literatura portuguesa e estrangeira para a infância e juventude. Fundada por Rui Andrade, a livraria tem como lema "O lugar onde os miúdos de hoje trarão os miúdos de amanhã" centrando-se na importância da leitura para a formação dos cidadãos desde a primeira idade.» Ler no Diário Digital.

 

«O top das cinco livrarias preferidas é completado com a LeYa na Buchholz, também em Lisboa, que ficou em 2.º lugar, a Aqui há Gato, em Santarém, em 3.º, a Bertrand do Chiado, no 4.º, e a Pó dos Livros, na avenida Marquês de Tomar, em Lisboa, que ficou em 5.º lugar.

 

Nas outras categorias a concurso, a Livraria Lello, no Porto, ganhou o Prémio para o Melhor Ambiente, a Livraria A das Artes, em Sines, o de Melhor Atendimento, a FNAC do Chiado, o Prémio para o Melhor Catálogo, e a Leya na Barata, na avenida de Roma, em Lisboa, o Prémio Conveniência.» Ler na RTP.


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Qua, 21/Mai/14
Qua, 21/Mai/14

A votação da Livraria Preferida, promovida anualmente pela Associação Portuguesa de Editores e Livreiros, abre-se em 2014 às livrarias de todo o país. Até 2013 a votação restringiu-se às livrarias lisboetas, com a Bertrand do Chiado a liderar as votações, seguida da Pó dos Livros e da Ler Devagar. A livraria preferida dos portugueses em 2014 será anunciada na Feira do Livro de Lisboa. Saiba mais no Sentido dos Livros.


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Qua, 16/Abr/14
Qua, 16/Abr/14

 

Pelo quarto ano consecutivo, a Rede de Bibliotecas de Lisboa e a Associação Portuguesa de Editores e Livreiros coorganizam uma programação dedicada ao livro, sob o título Ler em Todo o Lado.

 

O programa inclui atividades para famílias, escolas, público infantil, público adulto, lançamentos, encontros com autores, feiras do livro, música e conversas. Via O Bicho dos Livros.


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Ter, 25/Fev/14
Ter, 25/Fev/14

 

«Afinal, o Porto não vai ter Feira do Livro este ano. Depois de o vereador da Cultura da Câmara do Porto, Paulo Cunha e Silva, ter afirmado que o evento estava garantido e que iria realizar-se na Rotunda da Boavista, as declarações do presidente da APEL – Associação Portuguesa de Editores e Livreiros, João Alvim, pondo em dúvida a realização da feira caso o município não assumisse um compromisso financeiro plurianual, deitaram por terra as negociações. Em comunicado, a Câmara do Porto diz que, neste momento, "não vê satisfeitas as condições de confiança necessárias para a assinatura de qualquer protocolo com a APEL".» Ler no Público.

 

«A Câmara Municipal do Porto acusou hoje a Associação Portuguesa de Editores e Livreiros (APEL) de recuar nas negociações para a realização da Feira do Livro da cidade, declarando não haver condições para estas prosseguirem.» Ler no Diário Digital e na RTP.

 

«"As declarações do presidente da APEL hoje tornadas públicas sobre o assunto são, por isso, no mínimo, surpreendentes, impedindo a Câmara do Porto de prosseguir com o processo, porquanto representam uma grave quebra de confiança, senão entre as partes, pelo menos entre os representantes mandatados pela APEL para as negociações e o presidente da mesma associação", declara a autarquia, referindo-se a declarações de João Alvim, da APEL, ao Correio da Manhã, dizendo que o acordo não se tinha concretizado.» Ler na Renascença.

 

«Instado pelo Correio da Manhã, João Alvim, afirmou ser "certo que a autarquia disse estar com limitações financeiras, mas manifestou-se disponível para assinar um protocolo que, naturalmente, terá compromissos financeiros", ressalvando que sem que tal aconteça "é claro que a APEL não vai organizar a Feira do Livro no Porto".» Ler no Correio da Manhã e aqui.

 

«O acordo alcançado no dia 07 "definia o local, o calendário e as contrapartidas logísticas oferecidas pela Câmara Municipal do Porto, tendo ficado clara a inexistência de contrapartidas financeiras por parte do Município na edição deste ano", acrescentou a Câmara, que se fez representar nas negociações pelo vereador da Cultura, Paulo Cunha e Silva.» Ler na RTP.


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Sex, 26/Jul/13
Sex, 26/Jul/13

 

Numa iniciativa conjunta da APEL, com a marca de cafés Tofa, da Nestlé Portugal, foram reunidos cerca de 900 livros que foram entregues esta semana a instituições da Cruz Vermelha de Lisboa.

 

A iniciativa, que decorreu durante a última edição da Feira do Livro de Lisboa, desafiava os visitantes da feira a contribuir com livros usados ou novos que eram depositados numa chávena de café gigante presente no recinto, junto da zona infantil.


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Sex, 19/Abr/13
Sex, 19/Abr/13

 

«Associação Portuguesa de Editores e Livreiros explicou à Câmara do Porto não ter verba suficiente para realizar a feira.» Ler no Público.

 

«A Associação Portuguesa de Editores e Livreiros suspendeu a edição 2013 da Feira do Livro, alegando falta de meios financeiros. A câmara do Porto anunciou um evento alternativo, para julho.» Ler no Jornal de Notícias.

 

«A Associação Portuguesa de Editores e Livreiros (APEL) suspendeu a edição de 2013 da Feira do Livro no Porto por "falta de condições financeiras", informa hoje [ontem] a câmara, que "lamenta" tal decisão e garante organizar uma alternativa.» Ler no iOnline, no Diário Digital, no Diário de Notícias, no Correio da Manhã e no Sol.

 

«APEL e câmara não chegaram a acordo. Autarquia recusou este ano o apoio de 75 mil euros.» Ler no Correio da Manhã.

 

«O grupo Porto Editora lamentou hoje [ontem] a suspensão este ano da Feira do Livro no Porto, considerando-a uma "péssima notícia" que a cidade e a região "não mereciam receber".» Ler no Diário Digital, no Jornal de Notícias e no Sol.

 

«A Associação Portuguesa de Editores e Livreiros (APEL) criticou hoje [ontem] o entendimento "errado" da Câmara do Porto sobre a Feira do Livro na cidade, suspensa este ano por falta de financiamento, mas espera que o certame volte em 2014.» Ler no Diário Digital, no Diário de Notícias e no Sol.

 

«O presidente da Associação Portuguesa de Escritores (APE), José Manuel Mendes, lamentou hoje [ontem] a notícia da suspensão da Feira do Livro do Porto e disse que a ausência do evento "não faz o menor sentido".» Ler no Diário Digital e no Jornal de Notícias.


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Ter, 26/Mar/13
Ter, 26/Mar/13

 

«Entre 1 a 28 de Abril, Lisboa vai "Ler em Todo o Lado". Numa iniciativa co-produzida pela APEL - Associação Portuguesa de Editores e Livreiros e pela Câmara Municipal de Lisboa - Bibliotecas Municipais de Lisboa, a leitura vai invadir espaços e ambientes, saindo à rua e desafiando todos a participar no movimento.» Ler no Diário Digital.

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Ter, 26/Mar/13

 

«A Associação Portuguesa de Editores e Livreiros (APEL) continua em conversações com a autarquia do Porto, por causa da Feira do Livro na cidade, que, a acontecer, será só depois da feira de Lisboa, disse à Lusa o presidente da associação.» Ler no iOnline.


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Ter, 18/Set/12
Ter, 18/Set/12

 

«João Alvim é o novo presidente da Associação Portuguesa de Editores e Livreiros (APEL), eleito na quarta-feira, anunciou esta segunda-feira esta entidade.» Ler no Correio da Manhã.

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Ter, 17/Abr/12
Ter, 17/Abr/12

«Até 23 de Abril, a Associação Portuguesa de Editores e Livreiros (APEL) promove a Semana dos Livreiros 2012. A iniciativa, que vai já na sua quarta edição, tem como objectivo a promoção dos hábitos de leitura junto de diversos públicos, bem como destacar o papel das livrarias na difusão e promoção do livro.» Ler no Diário Digital.

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Seg, 19/Mar/12
Seg, 19/Mar/12

«No primeiro semestre de 2011 venderam-se 1,3 milhões de livros de literatura infanto-juvenil em Portugal, representando 22% do total de vendas no período, segundo fonte da Associação Portuguesa de Editores e Livreiros (APEL).» Ler no Diário Digital.


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Sex, 2/Mar/12
Sex, 2/Mar/12

 

«A cópia ilegal de livros causa cerca de 60 milhões de euros de prejuízo por ano para o setor livreiro em Portugal, disse à agência Lusa o secretário-geral da Associação Portuguesa de Editores e Livreiros.» Ler no Jornal de Notícias, no Diário Digital, no Correio da Manhã e no iOnline.


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Seg, 17/Out/11
Seg, 17/Out/11

 

Agradecemos à APEL toda a simpatia, profissionalismo e amabilidade mais uma vez demonstrados durante a Feira do Livro de Frankfurt. O stand da APEL, pela disponibilização da rede wireless para acesso à internet, espaço para descanso (e café) tornaram a feira mais fácil de gerir.


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Ter, 21/Set/10
Ter, 21/Set/10
Realizou-se nos dias 13 e 14 de Setembro a reunião anual e Assembleia Geral das Agências de ISBN de todo o mundo. O encontro este ano decorreu em Portugal, com o apoio da Câmara Municipal de Cascais. Marcaram presença mais de setenta Agências do ISBN. O encontro centrou-se em quatro temas: o papel do ISBN na cadeia de oferta do comércio do livro, questões técnicas, a colaboração regional (Grupo das Agências Nórdicas e Bálticas e cooperação na América de língua espanhola e portuguesa) e os desafios apresentados pela edição e distribuição de livros em formato digital. A APEL, a agência portuguesa para o ISBN, fez-se representar por Henrique Mota, presidente do Conselho Técnico para a Internacionalização, Miguel Freitas da Costa, o Secretário Geral, e Bruno Pacheco, Secretário-Geral Adjunto (além de vários colaboradores do ISBN português e do Centro de Documentação Bibliográfica).


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Sex, 23/Abr/10
Sex, 23/Abr/10
A APEL - Associação Portuguesa de Editores e Livreiros, em conjunto com a Porto Editora, dão início à Semana dos Livreiros com o lançamento de Submundo, de Don Delillo. A festa decorrerá no Bar Entretanto do Hotel Chiado, em Lisboa, às 22h de hoje (Dia Mundial do Livro).


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Qua, 21/Abr/10
Qua, 21/Abr/10
De 22 a 29 de Abril, a APEL - Associação Portuguesa de Editores e Livreiros, com o apoio da Câmara Municipal de Lisboa, organizou um conjunto de actividades, por forma a celebrar a Semana dos Livreiros, e o Dia Mundial do Livro e do Direito de Autor. Algumas livrarias de Lisboa irão aderir às celebrações, organizando vendas de rua com 10% de desconto, para além de actividades de promoção do livro, como sessões de autógrafos, lançamentos e animação infantil. Relembramos que o Dia Mundial do Livro é no dia 23 de Abril.


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Qui, 8/Abr/10
Qui, 8/Abr/10
Foi anunciado pela APEL que, ainda este ano, será realizado o «primeiro Congresso Nacional de Editores». Tendo já havido anteriormente dois congressos organizados pela extinta União de Editores Portugueses, a APEL reunida retoma esse projecto e dá-lhe o relevo de Nacional, que pretenderá englobar todos os editores nacionais. Foi também anunciado que haverá um apoio forte por parte da APEL à candidatura de Lisboa a Capital Mundial do Livro, em 2013 (contrariamente à data previamente anunciada de 2012).

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Seg, 29/Mar/10
Seg, 29/Mar/10
A Associação Portuguesa de Editores e Livreiros tem uma nova imagem gráfica. Da autoria de Rita Maia e Moura, era desejo da APEL que a nova imagem «reflectisse, embora com a apropriada sobriedade, a renovada vitalidade da nossa associação e o dinamismo que pretendemos imprimir-lhe».

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Qui, 17/Dez/09
Qui, 17/Dez/09
«Vasco Teixeira, vice-presidente da Associação Portuguesa de Editores e Livreiros com o pelouro do livro escolar aplaudiu a decisão da ministra da Educação de não aplicar o acordo ortográfico nas escolas em 2010. Em declarações à TSF, Vasco Teixeira saudou esta quarta-feira uma decisão que diz "ir contra a corrente das asneiras deste e do anterior Governo".» Ler aqui.


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Qui, 1/Out/09
Qui, 1/Out/09
Foi ontem a eleição e tomada de posse da lista liderada por Paulo Teixeira Pinto, o único candidato às eleições da APEL.

Paulo Teixeira Pinto, que está à frente do Grupo Guimarães, é a partir de hoje o novo presidente da Associação Portuguesa de Editores e Livreiros. Ver mais aqui e aqui.

Ver aqui lista de Paulo Teixeira Pinto.

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Qui, 1/Out/09
«Paulo Teixeira Pinto (Guimarães Editores) foi hoje [ontem] eleito presidente da Associação Portuguesa de Editores e Livreiros (APEL) em assembleia-geral, sendo vice-presidentes Isaías Gomes Teixeira (Grupo LeYA) e Vasco Teixeira (Porto Editora).» Ler aqui.

«Paulo Teixeira Pinto, dono da Guimarães Editores, foi ontem eleito presidente da Associação Portuguesa de Editores e Livreiros (APEL) em assembleia geral, sendo vice-presidentes Isaías Gomes Teixeira (Grupo LeYa) e Vasco Teixeira (Porto Editora). Teixeira Pinto liderava a única lista que se apresentou ao escrutínio, marcado depois da demissão de Rui Beja, a 4 de Agosto, da direcção da APEL na sequência do processo de convergência de editores e livreiros numa só associação.» Ler no Diário de Notícias.

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Sex, 25/Set/09
Sex, 25/Set/09
«O acordo ortográfico e os livros técnicos e escolares estão entre as preocupações centrais de Paulo Teixeira Pinto para a próxima presidência da Associação Portuguesa de Editores e Livreiros (APEL).» Ler no Diário Digital.


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Qua, 23/Set/09
Qua, 23/Set/09
Está disponível no site da APEL o comunicado de imprensa relativo ao processo eleitoral do próximo dia 30 de Setembro.

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Ter, 22/Set/09
Ter, 22/Set/09
A APEL irá dar uma sessão de apresentação do mercado editorial português, dentro da iniciativa «Have a Look at...», promovida pela organização da Feira. A sessão decorrerá no dia 14 de Outubro, às 17h, no pavilhão 5.1, E946 (Client's Lounge).


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Qui, 17/Set/09
Qui, 17/Set/09
Conforme noticiámos aqui e aqui, Paulo Teixeira Pinto será único candidato à presidência da APEL, contando com Isaías Gomes Teixeira (Grupo LeYa) e Vasco Teixeira (Porto Editora), como vice-presidentes. A presidência do Conselho Fiscal ficará a cargo de Teresa Figueiredo (Bertrand) e a presidência da Assembleia-Geral deverá ser entregue a Pedro Moura Bessa (Civilização). Paulo Teireira Pinto anunciou ainda que será criado um conselho técnico para a internacionalização, presidido por Henrique Mota (Principia), assim como um conselho para as Feiras do Livro, presidido por João Espadinha (Editorial Presença). A Assembleia-Geral para eleição da presidência será no próximo dia 30 de Setembro. Ler aqui.

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Ter, 15/Set/09
Ter, 15/Set/09
«Paulo Teixeira Pinto é o único candidato à presidência da Associação portuguesa de Editores e Livreiros (APEL), cuja assembleia-geral eleitoral está marcada para 30 de Setembro, disse hoje à Lusa fonte da APEL.» Ler no Diário Digital.

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Sex, 11/Set/09
Sex, 11/Set/09
«Paulo Teixeira Pinto é até hoje o único candidato à próxima presidência da Associação Portuguesa de Editores e Livreiros (APEL), cuja assembleia-geral eleitoral está marcada para 30 de Setembro, disse à Lusa fonte ligada aos editores.» Ler no Diário Digital e no Sol.

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Qua, 2/Set/09
Qua, 2/Set/09
«A maioria dos 55 sócios votou a favor da extinção da União de Editores Portugueses (UEP) numa assembleia geral extraordinária realizada segunda-feira, disse hoje à agência Lusa fonte da UEP.» Ler no Diário de Notícias.

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Ter, 1/Set/09
Ter, 1/Set/09
«Dez anos depois de se terem dividido em duas associações distintas, os editores e livreiros estão agora prestes a unir-se novamente numa única organização.» Ler aqui.

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Sex, 21/Ago/09
Sex, 21/Ago/09
«A Comissão do Livro Escolar da Associação Portuguesa de Editores e Livreiros (APEL) sublinhou hoje que a actualização dos preços dos manuais escolares nos últimos seis anos situou-se 1,78 por cento abaixo do valor acumulado da inflação naquele período.»

Ler no Público.


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Qua, 5/Ago/09
Qua, 5/Ago/09
«O presidente demissionário da APEL, Rui Beja, disse à Lusa que sai com o sentido do dever cumprido, e que a união das associações “potencia o sector”.»

Ler no Destak.

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Qua, 5/Ago/09
«O Grupo LeYa, reagindo ao recente anúncio de unificação da APEL e da UEP, considerou que é "mais importante uma associação forte que duas associações".»

Ler no Diário Digital.

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Ter, 4/Ago/09
Ter, 4/Ago/09
«Direcção demite-se para viabilizar recomposição dos Órgãos Sociais.

Na sequência do processo de convergência de editores e livreiros numa só associação, noticiado há poucos dias, a Direcção da APEL – Associação Portuguesa de Editores e Livreiros vai apresentar a demissão ao presidente da Mesa da Assembleia Geral, Paulo Teixeira Pinto, com o objectivo de criar as condições para a convocação e realização de uma Assembleia Geral Eleitoral, que se prevê tenha lugar no fim do próximo mês de Setembro.

Esta decisão foi tomada na reunião da Direcção, realizada hoje, 4 de Agosto, na qual os membros se congratularam com os progressos alcançados no movimento associativo.

A formalização deste entendimento por via da filiação na APEL de actuais associados da UEP, nomeadamente o Grupo Leya, abre caminho a uma nova era no sector editorial e livreiro, criando condições para que os desafios de modernidade e competitividade que se colocam num mundo globalizado e em mudança acelerada, sejam enfrentados com a dinâmica e a capacidade de inovação que se impõem.

Este momento constitui o corolário do trabalho desenvolvido pela Direcção ao longo de um mandato que se iniciou em Julho de 2008 e que deu prioridade à valorização institucional, à organização interna e à concretização de projectos fundamentais para afirmação do sector do livro com realce para a organização da «Semana dos Livreiros» e a modernização das «Feiras do Livro de Lisboa e Porto».

Ao mesmo tempo, e como se podia ler no Manifesto de Candidatura da actual Direcção da APEL, era objectivo “diligenciar no sentido de se alcançar a articulação e harmonização do movimento associativo, com espírito de consenso, postura assertiva e respeito mútuo, procurando um modelo organizativo que, salvaguardando o património comum de editores e livreiros, permita encontrar soluções de trabalho comuns, flexíveis, eficazes e duradouras”.

É este cenário que agora se avizinha e que, na perspectiva de todos os envolvidos neste processo de convergência, melhor serve os interesses de editores, livreiros e restantes profissionais do livro.»

Ler no Público.

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Ter, 4/Ago/09
Anuncia a APEL que «foi alcançado um entendimento por via da união do sector do livro na APEL.
[...]
A Direcção da APEL [...] congratula-se com o progresso alcançado e de acordo com o decidido em reunião que hoje teve lugar, “vai apresentar a demissão ao presidente da Mesa da Assembleia Geral, Paulo Teixeira Pinto, com o objectivo de criar condições para a convocação e realização de uma Assembleia Geral Eleitoral, que se prevê tenha lugar no fim do próximo mês de Setembro”.
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Ler no Público.

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Ter, 4/Ago/09
«A compra de livros em Portugal manteve-se estável no primeiro semestre de 2009, apesar da crise económica mundial e de "alguma contenção inicial na edição", segundo a avaliação da Associação Portuguesa de Editores e Livreiros (APEL).»

Ler no Diário Digital e no Público.

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Sex, 31/Jul/09
Sex, 31/Jul/09
A notícia era já conhecida no meio há alguns dias, mas é agora tornada pública.

A APEL e a UEP irão fundir-se, dando origem a uma nova entidade já a partir de Setembro.

A actual direcção irá abandonar o cargo, e haverá ser eleita uma direcção de consenso.

Ver reportagem no Jornal de Negócios.
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Qui, 30/Jul/09
Qui, 30/Jul/09
«A Associação Portuguesa de Editores e Livreiros (APEL) e a União de Editores Portugueses (UEP) preparam a convergência de editores e livreiros numa só associação, dez anos após a cisão no sector.»

Ler no Diário Digital.

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por Booktailors às 14:45 | comentar | partilhar

Ter, 21/Jul/09
Ter, 21/Jul/09
«Rui Beja assegura que a APEL representa tanto editores em suporte papel como electrónico e defende a coexistência dos dois formatos de livros.»

Ler no Correio da Manhã.

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por Booktailors às 12:00 | comentar | partilhar

Sex, 24/Abr/09
Sex, 24/Abr/09
O semanário Sol publicou na sua versão online um peça de Marta Clarinha sobre o Dia Mundial do Livro e a acção de concertação entre a APEL, a CML e algumas livrarias de Lisboa.

Queremos agradecer também ao jornal Sol por nós ter escutado, reforçando que é através de acções como estas que se captam públicos e se desenvolve o tão necessário pequeno retalho.

A ler e ver (vídeo) aqui.


por Booktailors às 10:36 | comentar | partilhar

Ter, 7/Abr/09
Ter, 7/Abr/09
A Câmara Municipal de Lisboa, a Associação Portuguesa de Editores e Livreiros e diversos Livreiros de Lisboa uniram-se para celebrar o Dia Mundial do Livro.

A iniciativa chama-se «Semana das Livrarias» e terá lugar entre 20 e 25 de Abril.

Os pontos mais importantes desta iniciativa são:

- Todas as livrarias aderentes farão, entre os dias 20 e 25 de Abril, descontos de 10% sobre o preço dos livros.

- As livrarias poderão colocar livros à venda nas ruas adjacentes.

- Os livreiros organizarão animação de rua e outros eventos alusivos à comemoração do Dia Mundial do Livro.

- A CML irá associar a comemoração do Dia Mundial do Livro ao Dia Mundial da Terra (22 de Abril), promovendo “Piqueniques de Livros” no dia 23 de Abril, a realizar em jardins públicos e junto das bibliotecas municipais, onde estarão presentes milhares de crianças das escolas públicas do 3.º e do 4.º anos e em que cada uma receberá um cesto com fruta e um livro ou cupão de 1€ para aquisição de livros nas livrarias ou na Feira do Livro de Lisboa.

Nos Piqueniques irão realizar-se acções de leitura e dramatização de textos.

Via Pó dos Livros.
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por Booktailors às 10:35 | comentar | partilhar

Qui, 19/Fev/09
Qui, 19/Fev/09
Segundo o blog Livros à volta do Mundo, de Mafalda Avelar, a «Faculdade de Ciências Humanas da Universidade Católica Portuguesa assina hoje um Protocolo com a APEL – Associação Portuguesa de Editores e Livreiros, destinado a oferecer condições preferenciais de frequência desta Faculdade aos profissionais do sector editorial e livreiro.»

Ler aqui.

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por Booktailors às 15:37 | comentar | partilhar

Qua, 4/Fev/09
Qua, 4/Fev/09
Recordamos que, dentro de 30 minutos, na FIL - Expo, começará a sessão de esclarecimento da nova Feira do Livro de Lisboa, com protótipo dos pavilhões e discussão.
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por Booktailors às 14:30 | comentar | partilhar

Qua, 4/Fev/09
O Público dá conta da reunião, promovida pela APEL, que decorrerá na FIL de Lisboa, destinada aos profissionais do sector livreiro e editorial, com o objectivo de apresentar as novas feiras do Livro de Lisboa e Porto. Aqui.

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Ter, 3/Fev/09
Ter, 3/Fev/09
Na página da RTP, reforça-se o evento que decorrerá amanhã na FIL e que pretende servir de esclarecimento a todos os associados do que será a nova Feira do Livro. Aqui.

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por Booktailors às 17:10 | comentar | ver comentários (1) | partilhar

Seg, 2/Fev/09
Seg, 2/Fev/09
Na próxima quarta-feira, dia 4 de Fevereiro, na FIL-EXPO, a partir das 15:00.

Todos os editores interessados deverão estar presentes para discutir as alterações à Feira do Livro, em especial, os novos pavilhões, cujo protótipo estará disponível.

Fonte: APEL.
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por Booktailors às 11:19 | comentar | partilhar

Dom, 1/Fev/09
Dom, 1/Fev/09
A APEL lamentou recentemente nunca ter sido recebida pelo Ministro da Cultura, Pinto Ribeiro. O Ministério já respondeu e veio recordar que a direcção da APEL (a anterior e a actual) foram ambas recebidas por Paula Fernandes dos Santos, secretária de Estado, pois tem «delegação de competências nesta área». Ler na Lusa.

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por Booktailors às 19:54 | comentar | partilhar

Sáb, 17/Jan/09
Sáb, 17/Jan/09
Saiu ontem no Diário Digital, via Agência Lusa, uma peça explicativa da nova Feira do Livro de Lisboa e Porto.

Segundo a Vereadora da Educação e Cultura, Rosalía Vargas, a CML reconhece «[...] a determinação em enfrentar os desafios colocados por um projecto cuja dimensão aponta para uma visão de futuro no sector dos editores e livreiros», «a proposta apresentada [...] inclui um aumento da área de restauração, mais qualificada, uma mini-feira do livro infanto-juvenil, melhorias dos acessos, instalações sanitárias, e sinalética».

Para ler aqui.

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por Booktailors às 11:48 | comentar | partilhar

Ter, 30/Dez/08
Ter, 30/Dez/08
«
Caros Associados

Considerando a realidade socioeconómica do nosso sector, assim como a importância que atribuímos à criação de valor para os nossos actuais Associados e ao estabelecimento de condições para adesão de novos Sócios, com consequente reforço da capacidade interventiva da APEL, decidimos afectar uma componente significativa do esforço de rentabilização de recursos em curso na nossa Associação, propondo à Assembleia Conjunta dos Órgãos Sociais as seguintes medidas em relação ao valor e sistema de pagamento de jóias e quotas para o ano de 2009:

• Manutenção dos escalões e do valor das quotas em vigor no ano de 2008;
• Isenção de jóia relativamente ao Sócios que adiram à nossa Associação durante o ano de 2009;
• Isenção de jóia e recuperação da antiguidade inicial, para ex-Associados da APEL, desvinculados até 31/12/2007 que se reinscrevam durante o ano de 2009;
• Manutenção das regras para determinação do valor das quotas anuais;
• Aumento de 3 para 4% relativamente a todos os Sócios que paguem a quota anual até 31de Janeiro de 2009;
• Estabelecimento de um desconto de 2% para todos os Sócios que paguem a quota anual entre 1 e 28 de Fevereiro de 2009;
• Criação de um sistema de pagamento da quota anual por “Débito Directo em Conta”, em quatro prestações trimestrais vincendas no primeiro mês de cada trimestre, sem custos adicionais para os Associados.

A proposta mereceu parecer favorável da Assembleia Conjunta dos Órgão Sociais realizada no passado dia 9 de Dezembro, pelo que em anexo enviamos a tabela de quotas e a documentação relativa às regras a seguir.

Estamos convictos que estas medidas vão de encontro às expectativas dos nossos Associados e constituirão um significativo contributo para a modernização que se impõe num contexto de crescente representatividade da nossa Associação. »


por Booktailors às 09:54 | comentar | partilhar

Seg, 29/Dez/08
Seg, 29/Dez/08
«Caros Associados

Após a tomada de posse, em 24 de Julho deste ano, a Direcção concentrou-se em três domínios: fortalecer a intervenção institucional, dinamizar a actividade associativa, optimizar a organização interna

Neste contexto, damos conta das alterações organizativas que entrarão em vigor em 1 de Janeiro de 2009, tendo em vista rentabilizar os recursos e valorizar a imagem e o serviço prestado, no cumprimento do objectivo que justifica a existência da APEL: criar valor para actuais e futuros Associados.

“Nova APEL. Mais APEL”. Num período em que o sector vive e convive com os desafios de um mercado em transformação e de uma economia em convulsão, queremos criar condições para que a APEL ganhe mais dimensão e maior capacidade de intervenção, para um número crescente de associados. A estrutura organizativa passa, pois, a ter a seguinte configuração:

Coordenação executiva – exercida pelo Presidente em cooperação com os restantes membros da Direcção, sendo extinto o cargo de Secretário-Geral.

Relações Institucionais e Comunicação.
- Gabinete de Apoio ao Sócio APEL – comunicação entre os sócios e a Associação, através de um Secretariado habilitado a responder a questões correntes e a encaminhar questões específicas, e respectivo controlo de resposta, para a Direcção, Comissões Técnicas, ou Assessores Externos;

- Gabinete de Comunicação Institucional APEL – relação com os meios de comunicação social e relacionamento corrente com entidades públicas e empresariais, de âmbito nacional ou internacional.

• Centro de Documentação Bibliográfica / ISBN – recolha, actualização e disponibilização de informação bibliográfica, assim como gestão do ISBN Nacional e relação com a Agência Internacional do ISBN.

• Feiras e Eventos – Relação com fornecedores e participantes, e concretização operacional de Feiras do Livro, Nacionais e Internacionais, assim como de outros eventos em que a APEL seja interveniente.

• Serviços Administrativos
- Serviços Gerais de Escritório – recepção, telefones, correspondência, compras, economato e arquivo geral;
- Associados – processamento de quotas e outros débitos e créditos;
- Contabilidade e Tesouraria – processamento de facturação, recebimentos e pagamentos, bem como preparação de documentos contabilísticos, de gestão de tesouraria e de gestão de recursos humanos.»

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por Booktailors às 08:52 | comentar | partilhar

Sex, 26/Dez/08
Sex, 26/Dez/08
Reproduzimos aqui uma circular da APEL, na qual dá conta da criação do Gabinete de Apoio ao Sócio:

«
Caros Associados,
O Gabinete de Apoio aos Sócios APEL, a iniciar em Janeiro de 2009, constitui o primeiro de vários serviços a criar proximamente, correspondendo às expectativas dos nossos Associados.

Para que este Gabinete possa desempenhar de forma eficaz as funções para que foi criado e não gere falsas expectativas, importa tornar claro quais os objectivos centrais que prossegue:
i. Promover a aproximação dos associados à APEL;

ii. Conhecer as principais dificuldades e problemas sentidos pelos Associados;

iii. Encaminhar para estudo pelos Órgãos Sociais competentes, propostas que visem optimizar a gestão da APEL e o serviço prestado aos seus Associados;

iv. Coordenar o apoio solicitado pelos Associados, assegurando que seja eficaz e dado em tempo útil, nos seguintes domínios:
a. Questões profissionais de natureza técnica ou deontológica que se enquadrem no âmbito de actuação das Comissões Técnicas;
b. Questões técnicas correntes de natureza jurídica, fiscal e contabilística que se enquadrem no âmbito de prestação de serviços dos Consultores da Associação;

v. Dar apoio aos candidatos a Associados e promover a sua integração na APEL.

Os objectivos do Gabinete de Apoio ao Sócio APEL devem ser entendidos como orientados exclusivamente para a resolução de questões reais e não como um fórum de opiniões.

Não cabe na missão do Gabinete de Apoio ao Sócio APEL dar resposta a pedidos de esclarecimento e orientação solicitados no âmbito de questões de natureza negocial, nem patrocinar apoio técnico específico no domínio do exercício da actividade profissional, tanto operacional como administrativa, nomeadamente:
i. Intermediação ou tomada de posição relativamente a condições, práticas ou incumprimentos entre partes, que se situam no estrito domínio da relação entre empresas;

ii. Custear o apoio que os Associados pretendam obter através dos Consultores da APEL relativamente a acções judiciais, contencioso jurídico ou fiscal, apreciação e negociação de contratos, obtenção de pareceres técnicos escritos e matérias afins.

As opiniões expressas através do Gabinete de Apoio ao Sócio APEL devem ser sempre entendidas numa perspectiva de aconselhamento, ou interpretação, de assuntos de carácter corrente, e sem carácter vinculativo.
O contacto com o Gabinete de Apoio do Sócio APEL deve ser estabelecido através de:
Isabel Lopes
Telefone: 21 843 51 87
E-mail: associados@apel.pt


por Booktailors às 13:48 | comentar | partilhar

Seg, 22/Dez/08
Seg, 22/Dez/08
A APEL emitiu uma circular pelos seus associados, na qual apresenta as principais vantagens dos novos pavilhões. Reproduzimos aqui, com a devida autorização da APEL este documento. A APEL, através do email comissaofeiras@apel.pt, convida ainda a que todos dirijam à Associação as dúvidas e sugestões que considerem necessárias / pertinentes.

«
I
Pontos críticos dos pavilhões existentes que corrigimos com os novos:

• Montagem/desmontagem difícil e morosa;
• Abertura lenta, a carecer de duas pessoas para a sua efectivação e com perigo de danos físicos;
• Estrados desadequados para o fim a que se destinam;
• Não é possível interligá-los;
• Entrar e sair, quando está em funcionamento, é desconfortável e difícil;
• Estética obsoleta;
• Demasiado grandes, 400 cm x 250 cm:
o Precisam de muitos livros;
o São de difícil transporte;
o Em terreno inclinado ficam com grandes diferenças de quota entre pontas;
• Os proprietários, de uma forma geral, são os participantes, com as seguintes desvantagens:
o Temos de pagar a armazenagem, quer em instalações próprias, quer em alheias;
o Dificulta, ou impossibilita, a mudança de todos os pavilhões de uma só vez.
• Economicamente dispendiosos;
• Difíceis de controlar no roubo de livros e atendimento devido às laterais;

II
Características dos pavilhões propostos:
• Montagem/desmontagem relativamente simples e mais rápida;
• Podem ser montados de três formas:
o Balcão completo (fig-1)
o Aberto (fig-2)
o Misto (fig-3)
• Abertura e encerramento muito simples, realizável com uma só pessoa e sem perigo de danos
físicos;
• Permitem ligação lateral, com comunicação interior, de ‘n’ pavilhões;
• Porta lateral que permite entrar e sair facilmente, mesmo quando se encontram em
funcionamento;
• Estética moderna;
• Mais pequenos, 319 cm x 201 cm, com as seguintes vantagens:
o Ficam apresentáveis com menos livros, o que facilita a vida aos editores mais pequenos;
o São de transporte fácil;
o Em terreno inclinado ficam com diferenças de quota, entre pontas, pouco significativas;
o O custo de participação é menos elevado;
• Os participantes deixam de ser os proprietários, com as seguintes vantagens:
o Permitem a renovação integral da feira a cada 4-5 anos;
o A sua armazenagem, montagem/desmontagem e manutenção deixam de ser
problema/encargo dos participantes;
o Deixa de ser necessário o investimento de compra;
• Área de atendimento mais reduzida e somente frontal (supressão das laterais):
o Dificulta o roubo dos livros;
o Aumenta a eficácia do atendimento;
o Facilita a abertura e o encerramento, tornando-os mais rápidos;
o Possibilita a colocação de estantes nas laterais interiores;
o Permite a porta lateral de entrada/saída;
o Permite a acoplagem lateral de diversos pavilhões
• Estantes na retaguarda, laterais e por baixo do balcão;
• Materiais leves.




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Seg, 22/Dez/08
Uma notícia do Público dá conta das medidas que a APEL pretende levar a cabo para «fortalecer e unir o sector». Realçando que a APEL foi a única associação empresarial "que representou os editores portugueses na última de Feira de Frankfurt" e que a sua associação representa 75% do sector editorial portuguesa em 2009", Rui Beja aponta as acções para o futuro (para além das Feiras do Livro de Lisboa e Porto):

- realização de tertúlias;

- reactivação da formação profissional;

- criação de laços de comunicação mais estreitos, nomeadamente através do envio regular de uma "newsletter" aos associados;

- criação de um gabinete próprio de comunicação, e um outro para os sócios;
- fortalecimento de relação com organismos nacionais e internacionais.

Rui Beja anunciou ainda que, em 2010, a agência do ISBN realizará o seu congresso internacional em Lisboa.

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Qui, 4/Dez/08
Qui, 4/Dez/08
No website da APEL já está disponível um resumo do Projecto de Modernização da Feira do Livro, assim como alguns dos anexos de apoio.

Para mais informações ver aqui.


por Booktailors às 15:55 | comentar | partilhar

Qui, 4/Dez/08
A próxima Feira do Livro do Porto deverá realizar-se na Avenida dos Aliados entre meados de Maio e princípios de Junho, com uma nova imagem, disse à Lusa o presidente da APEL.

«Indo ao encontro da vontade de todos, a feira regressa aos Aliados, integrando o projecto de revitalização da Baixa portuense», precisou Rui Beja, presidente da Associação Portuguesa de Editores e Livreiros (APEL).

Segundo este responsável, «o problema do atravessamento está em vias de ser resolvido em colaboração com a Câmara do Porto».

Referindo-se à nova data, observou que «as condições meteorológicas são boas e o desfasamento da de Lisboa permite uma maior atenção à feira portuense».
A Feira do Porto do próximo ano utilizará os novos pavilhões da de Lisboa, «mais modernos e flexíveis».

A feira de Lisboa realizar-se-á de 23 de Abril a meados de Maio, criando um intervalo que permite o transporte e montagem dos novos pavilhões no Porto.

Aqui.


por Booktailors às 13:33 | comentar | partilhar

Qui, 4/Dez/08
«A Feira do Livro de Lisboa do próximo ano apresentará um novo plano com pavilhões modernos, contemplando a diferenciação, e deverá abrir a 23 de Abril, segundo a proposta apresentada pela APEL à Câmara de Lisboa.

Em declarações à Lusa, o presidente da Associação Portuguesa de Editores e Livreiros (APEL), Rui Beja, informou que a proposta de «modernização e renovação» da Feira do Livro foi já entregue à Câmara de Lisboa.

«Abrir a Feira no Dia Mundial do Livro tornará a inauguração um grande evento cultural como pretendemos para a grande festa do livro que é a feira», sublinhou.
Referindo-se à «diferenciação de pavilhões», Rui Beja frisou que esta «terá regras em prol de uma desejada harmonização».

«Há constrangimentos naturais como as copas das árvores, corredores de segurança, e acessibilidades», assinalou.

A proposta apresentada, segundo o mesmo responsável, inclui «uma aumento da área de restauração, mais qualificada, uma mini-feira do livro infanto-juvenil, melhorias dos acessos, instalações sanitárias, e sinalética».

O projecto apresentado teve em conta as conclusões do inquérito feito aos visitantes da Feira realizada este ano. «A esmagadora maioria» escolheu o Parque Eduardo VII como «o local ideal».

«A nova Feira apresentará uma grande renovação, contemplando o projecto cinco componentes que referimos como plural, cultural, nacional, inovador e inclusivo», referiu ainda.

Referindo-se ao novo formato dos pavilhões, precisou que eles «serão diferentes, com materiais mais modernos, mas reflectindo a tradição».

«Estes pavilhões - adiantou - serão modulares, permitindo acoplarem-se uns nos outros, podendo cada editor dispô-los como entender e facilitando também o acesso a crianças e a pessoas com deficiências. São mais flexíveis e permitem uma utilização pelas diferentes editoras sem custos adicionais na inscrição e haverá até uma certa economia».

Aqui.


por Booktailors às 13:11 | comentar | partilhar

Seg, 24/Nov/08
Seg, 24/Nov/08
«Rogério Mendes de Moura, que deixa saudades, foi um grande editor deste País. Mereceu sempre o respeito de todos os colegas pela sua lealdade e também pela sua disponibilidade em todas as situações. É uma grande perda para o nosso Mundo editorial."»

Aqui.

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por Booktailors às 15:10 | comentar | partilhar

Seg, 24/Nov/08
«Com o falecimento do Dr. Rogério de Moura a edição portuguesa perde uma das suas grandes figuras de referência e a APEL deixa de poder contar com o ilustre membro que, para além de ter sido seu Presidente, sempre viveu esta casa com grande entusiasmo, dando o melhor do seu contributo como editor e como cidadão empenhado no interesse comum, nomeadamente no âmbito do movimento associativo.

Tive o privilégio de privar com o Dr. Rogério de Moura nos anos sessenta, longe de imaginar que alguns anos passados nos viríamos a reencontrar por força da profissão que já então o apaixonava. É com muita emoção que recordo o Homem e o Editor que agora desaparece do nosso convívio e que, pelas suas qualidade humanas e profissionais, deixa um enorme vazio em todos os Colegas e amigos que o respeitavam e que admiravam o seu saber e a sua simpatia.

À família enlutada apresento as mais sinceras condolências, em meu nome pessoal e em nome dos Órgãos Sociais da Associação Portuguesa de Editores e Livreiros.»

Aqui.

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por Booktailors às 15:09 | comentar | partilhar

Seg, 24/Nov/08
«O Rogério Mendes de Moura deixa na nossa profissão um vazio que não será preenchido.

Durante os meus cinquenta anos de editor sempre encontrei o Rogério, nas horas boas e principalmente nas más, inevitavelmente com um enorme sentido das suas responabilidades como editor e como homem de cultura, discreto mas eficiente.

A nossa Associação teve nele sempre um dirigente, ou um colaborador, indispensável e só o avançar da idade e da doença o fez reduzir (e por fim cessar) a sua colaboração interessada, activa e profiqua.

Paz à sua alma."

Aqui.

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por Booktailors às 15:08 | comentar | partilhar

Seg, 24/Nov/08
Passamos a reproduzir os vários testemunhos presentes no site da APEL que pretendem homenagear o editor Rogério Mendes de Moura:

«Era o mais antigo editor ainda no activo. Apaixonado pelo Livro e pela sua profissão, apesar dos seus 83 anos, Rogério Mendes de Moura era uma presença assídua nos Livros Horizonte onde procurava manter sempre viva a sua grande paixão de sempre. Como ele dizia" nada substitui o prazer de mexer no livro".

Rogério Mendes de Moura era uma personalidade “sui generis”, que encantava quem com ele privava ou simplesmente cruzava para dois dedos de conversa.

Rogério Mendes de Moura foi Presidente da APEL entre 1972 e 1974.

Foi condecorado pelo Presidente Jorge Sampaio em 2003.

E o que pensam dele alguns dos que com ele privaram e viveram a mesma paixão pelo Livro e pela Leitura?»

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por Booktailors às 15:06 | comentar | partilhar

Sex, 24/Out/08
Sex, 24/Out/08
A simpática equipa da APEL destacada para Frankfurt: Carlos Beirão e Ana Tristão. Sem eles teria sido mais difícil (leia-se impossível) actualizar o blog directamente de Frankfurt.

Obrigado obrigado obrigado.

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por Booktailors às 17:18 | comentar | partilhar

Sex, 24/Out/08


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Qui, 23/Out/08
Qui, 23/Out/08
A APEL celebrou um Porto de honra no seu stand no dia 16 de Outubro - oportunidade para confraternização entre pares.



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por Booktailors às 10:35 | comentar | partilhar

Sex, 17/Out/08
Sex, 17/Out/08
O stand da Associação Portuguesa de Editores e Livreiros (APEL) alberga uma série de editoras que tem ali o seu quartel-general para reunir com parceiros e também para descansar um pouco. Cada editora tem o seu próprio espaço, dispondo de cadeiras e mesas, havendo café disponível para que o solicitar. O stand tem uma área aproximada de 100 metros quadrados.

São 18 as editoras presentes, a saber:

- Assembleia da República;

- Bertrand;

- Bizâncio;

- Centro Atlântico;

- Cotovia;

- Dinapress;

- Editorial Estampa;

- Editorial Presença;

-Gótica 2000;

- Grupo Editorial Plátano;

- Instituto Piaget;

- Lidel; :

- Livros do Brasil;

- Porto Editora

- Princípia

- Ulisseia

- Verbo

- Texto & Grafia.

Abaixo estão algumas fotos do stand da APEL. Em breve publicaremos mais.



por Booktailors às 16:23 | comentar | partilhar

Qua, 10/Set/08
Qua, 10/Set/08
«Após quatro anos consecutivos em que os preços dos manuais escolares estiveram congelados,
verifica-se, para o ano lectivo 2008/2009, uma actualização de preços entre os 3,7% e os 5,4%.

Contudo, a Comissão do Livro Escolar da Associação Portuguesa de Editores e Livreiros (CLE/APEL) sublinha que esta medida não reflecte o enorme aumento verificado nos custos de
produção editorial causado por vários factores, nomeadamente a enorme subida verificada nos
combustíveis.

Tal como foi anunciado em Comunicado de Imprensa de 29 de Agosto último, a CLE/APEL
assinou uma convenção com os Ministérios da Educação e da Economia que regula os preços dos
manuais escolares que estão disponíveis no mercado.

Nesse contexto, e após análise feita com base naquela convenção, a CLE/APEL informa que a actualização dos preços dos manuais escolares se situa entre os 5,4% no 1.º ano de escolaridade e os 3,7% no 9.º ano de escolaridade (ver quadro), valores estes que incluem o índice de inflação.

Apesar desta actualização, os manuais escolares em Portugal continuam a ser mais baratos que na esmagadora maioria dos países europeus.

A CLE/APEL sublinha que os manuais escolares portugueses são considerados internacionalmente como dos melhores ao nível científico-pedagógico, consequência do elevado investimento de editores, autores, revisores científicos e pedagógicos, bem como dos restantes profissionais especializados que trabalham na edição escolar.

Lisboa, 8 de Setembro de 2008

A Comissão do Livro Escolar da Associação Portuguesa de Editores e Livreiros»


por Booktailors às 11:41 | comentar | ver comentários (2) | partilhar

Sex, 29/Ago/08
Sex, 29/Ago/08
«A associação Portuguesa de Editores e Livreiros garantiu esta sexta-feira que mais de 95 por cento dos livros escolares já estão disponíveis nas livrarias, com "preços controlados»

Mais desenvolvimentos no Correio da Manhã.


por Booktailors às 17:35 | comentar | ver comentários (1) | partilhar

Sex, 25/Jul/08
Sex, 25/Jul/08
«Rui Beja, administrador da Lisboa Editora, foi eleito hoje, por unanimidade, presidente da Associação Portuguesa de Editores e Livreiros (APEL) para o triénio 2008-2011.»

Mais desenvolvimentos no Diário Digital.

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por Booktailors às 11:59 | comentar | ver comentários (3) | partilhar

Qui, 24/Jul/08
Qui, 24/Jul/08
«Quais os objectivos da sua candidatura?
Há que arrancar para uma vida nova, mais dinâmica, com o desenvolvimento de acções que despertem o interesse dos associados com uma comunicação mais forte, fluente e permanente. (...) Quis fazer uma equipa forte, coesa e representativa. Temos representantes dos maiores grupos de editores e livreiros, dos mais pequenos, dos editores independentes, de pessoas que já fizeram parte dos orgãos da instituição e de outros estreantes. Penso que é importante: cativar novos sócios e organizar sessões que permitam o diálogo e a discussão de temas de relevância para os associados. O objectivo é encontrar ideias que ajudem as grandes e pequenas empresas a desenvolverem a sua actividade da melhor forma possível.


Quais os maiores desafios que espera encontrar?

A curto prazo temos a preparação das feriras do livro de 2009.(...) Há que fazer um caminho sustentado, com uma discussão prévia, de modo a encontrar fórmulas de compromisso que garantam que tudo correrá de maneira a ir ao encontro dos interessados dos leitores, dos editores e dos livreiros. A organização das feiras é da APEL, mas podemos encontrar fórmulas de uma participação abrangente e de uma maior harmonia que a de 2008. Trata-se de um acontecimento ludico-cultural, que deve ser organizado com alguma diferenciação entre os vários participantes, mas de forma equilibrada, equitativa e harmónica. Penso que a partir de dois ou três modelos se poderá chegar a um consenso.


Como está a relação com a UEP?

Entre Dezembro e Janeiro tive várias conversas com colegas da UEP para saber o que pensavam da hipótese de uma reunificação. A receptividade nessa altura (...) foi de bastante abertura. Tem que ser algo do interesse de ambas as partes, sem se passar a ideia que há vencedores e vencidos. Em termos de modelo organizativo há várias possibilidades, como a constituição de uma "federação residente", onde as associações coabitem nas mesmas instalações, tendo serviços comuns. Na prática, deveria passar por um memorando de entendimento com algumas alterações estatutárias que se adequem aos tempos modernos. Temos que dinamiar a APEL sem deixar de ter em atenção as possibilidades de harmonização com outras associações.»

Rui Beja, in JL, 16 a 29 de Julho de 2009, p. 2.


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Seg, 21/Jul/08
Seg, 21/Jul/08

A Associação Portuguesa de Editores e Livreiros (APEL) possui um novo website. O endereço mantém-se (http://www.apel.pt/), a imagem é que (felizmente) não, apresentando uma homepage totalmente dinâmica, totalmente ocupada maioritariamente por destaques e notícias.

A realçar ainda o centro de documentação (legislação, estudos, apoios,...), que contém uma série de documentos essenciais para os profissionais do sector. Aqui encontram ainda um somatório de feiras do livro nacionais.

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Qui, 17/Jul/08
Qui, 17/Jul/08
Rui Manuel Monteiro de Oliveira Beja, nascido em Lisboa em 1944, casado, três filhos, é licenciado em Controlo Financeiro pelo “Instituto Superior de Contabilidade e Administração de Lisboa”.

É membro da “Ordem dos Economistas”, da “Ordem dos Revisores Oficiais de Contas” e da “Associação Portuguesa de Peritos Contabilistas”, bem como da “Associação Portuguesa de Gestão de Riscos e Seguros” e do ”Instituto Português de Corporate Governance”.

É Administrador não Executivo e Consultor da Administração da Lisboa Editora SA / Grupo Porto Editora. Tem exercido actividade no âmbito do ensino, da revisão oficial de contas e da consultoria de gestão, com especial incidência nos domínios da gestão editorial, da governação e organização empresarial, da gestão dos riscos do negócio e da responsabilidade social das empresas.


É docente da disciplina de “Gestão Editorial” no mestrado em “Estudos Editoriais – 2º semestre 2007/2008, como Professor Auxiliar Convidado da Universidade de Aveiro.

Integrou a “Comissão Técnica do Desenvolvimento Sustentável” da “Ordem dos Revisores Oficiais de Contas”, no triénio 2002/2005 e, em representação da OROC, foi membro do “Management Committee dos ESRA – European Sustainability Reporting Awards”, tendo feito parte do respectivo júri internacional, em 2004, e presidido ao júri nacional em 2004 e 2005.


Exerceu funções como Presidente do Conselho de Administração do “Círculo de Leitores”, entre Julho de 1992 e Dezembro de 2001. Ao longo de 30 anos esteve ligado a esta empresa editorial subsidiária da “Bertelsmann”, o maior grupo europeu de media. Tendo iniciado a actividade no “Círculo de Leitores”, em 1971, como Director Financeiro, foi Director Geral Adjunto desde 1986 até ser até ser empossado como primeiro responsável pela gestão da empresa; acumulou este cargo com a presidência do Conselho de Administração da “Fundação Círculo de Leitores”, desde a sua constituição em 1995. Foi também presidente da “Bertelsmann Portuguesa,

SGPS” e representou o grupo na qualidade de Country Information Officer. Participou na evolução do “Círculo de Leitores” desde o seu primeiro ano de actividade operacional, em 1971, e era seu presidente quando esta editora em sistema de «clube do livro» foi distinguida, em 1998, com o prémio da “Revista Exame” para a “Melhor entre as Maiores” empresas do sector de “Edição, Informação e Artes Gráficas”.

Esteve envolvido em vários projectos de âmbito editorial e sócio-cultural, com destaque para a publicação de importantes obras de referência na historiografia portuguesa, bem como a criação da editora “Temas e Debates”, da “Fundação Círculo de Leitores”, do “Prémio Literário José Saramago” e das “Olimpíadas da Leitura”.

Em razão da actividade desenvolvida neste grupo editorial fez parte do “Núcleo de Consultores e Colaboradore Especiais” da “Notícias do Milénio” e, em 10 de Junho de 2002, foi agraciado pelo Presidente da República com o grau de Comendador da Ordem do Mérito.


Publicou diversos artigos nas revistas “Contabilidade e Finanças”, “Revisores & Empresas” e “Im))pactus”, versando as temáticas do planeamento estratégico, gestão dos riscos do negócio e responsabilidade social das empresas.

Participou como orador em várias conferências e seminários, promovidos por instituições académicas e empresariais e apresentou uma comunicação sobre “Relato e Auditoria dos Riscos do Negócio” no “X Congresso da Contabilidade”, em Novembro de 2004. É autor do livro “Risk Management – Gestão, Relato e Auditoria dos Riscos do Negócio”, publicado pela Áreas Editora em Outubro de 2004.

É autor do livro “Risk Management – Gestão, Relato e Auditoria dos Riscos do Negócio”, publicado pela Áreas Editora em Outubro de 2004.

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por Booktailors às 08:24 | comentar | partilhar

Qua, 16/Jul/08
Qua, 16/Jul/08
«Em declarações à Lusa, Rui Beja assinalou que perspectiva "uma mudança estatutária" para a qual equacionou duas hipóteses.

"Uma estrutura que junte livreiros e editores no que aos dois sectores diz respeito, mas que crie especificidades para cada área - explicitou - Outra hipótese poderá ir no sentido da criação de uma federação que agrupe os diversos sectores, e cuja direcção seria eleita a partir das respectivas direcções".
(...)
Duas das questões que a nova direcção terá em mãos são a modernização da Feira do Livro de Lisboa e um novo local para a do Porto.
(...)
Noutro passo da entrevista, disse pretender "uma aproximação" à congénere União de Editores Portugueses (UEP) na medida em que "no essencial estamos todos de acordo
(...)
O Acordo Ortográfico é outro assunto com que a sua presidência irá lidar e a propósito do qual considerou serem "as famílias e o Estado Português os grandes prejudicados".

"Contrário" ao Acordo Ortográfico, Rui Beja alega que este "vem no sentido contrário aos dos objectivos do Plano nacional de Leitura, e que mais razão têm os seus críticos do que os poucos defensores".»

Mais desenvolvimentos aqui.

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por Booktailors às 13:20 | comentar | partilhar

Qua, 16/Jul/08
A pedido de algumas pessoas, voltamos a publicar a lista da equipa candidata à direcção da APEL, agora com as respectivas referências às editoras/livrarias representadas.

Mesa da Assembleia Geral
- Paulo Teixeira Pinto (Presidente, Guimarães Editora)
- Sebastião Sena Esteves (1º secretário, Editora Ulisseia)
- David Belo Ferreira (2º secretário, FNAC)

Direcção
- Rui Beja (Presidente, Lisboa Editora)
- João Espadinha (Vice-Presidente, Editorial Presença)
- Henrique Mota (Vice-Presidente, Principia Editora)
- Pedro Cabrita Carneiro (Vogal, Círculo de Leitores)
- Ana Neves (Vogal, El Corte Inglés)
- Jorge Reis-Sá (Suplente, Do Impensável)
- Margarida Dias Pinheiro (Suplente, Livraria Ferin)

Conselho Fiscal
- António Baptista Lopes (Presidente, Âncora Editora)
- Ana Paula Tavares (Vogal, Áreas Editora)
- Pedro Prata Ginja (Vogal, Plátano Editora)

Conselho Técnico de Editores
- Pedro Cabrita Carneiro (Presidente, Círculo de Leitores)
- Frederico Annes (Vogal, Lidel Editora)
- Joel Antero Amaro (Vogal, Dinalivro, Editor, importador e distribuidor)

Conselho Técnico de Livreiros
- Ana Neves (Presidente, El Corte Inglés)
- Maria Alexandra Vieira (Vogal, Livraria Arquivo - Leiria)
- Célia Franco (Vogal, Livraria Pretexto - Viseu)

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por Booktailors às 11:58 | comentar | ver comentários (4) | partilhar

Ter, 15/Jul/08
Ter, 15/Jul/08
«O CONTEXTO ACTUAL DA ACTIVIDADE EDITORIAL E LIVREIRA


O negócio do livro, da edição às diferentes formas de difusão e comercialização de conteúdos, tem sido objecto de profundas transformações a nível global e também no nosso país:

- Significativos movimentos de concentração em grupos com forte capacidade económica e operacional, tanto do lado da edição como da distribuição/retalho;

- Aparecimento recente de numerosos e relevantes projectos editoriais e livreiros independentes, de micro e pequena dimensão, a par do fortalecimento de outras iniciativas;

- Surgimento de novos e importantes canais de distribuição, dos já “instalados” hipermercados e lojas FNAC aos mais recentes: quiosques (essencialmente “ofertas” promocionais de jornais e revistas), lojas de conveniência (incluindo aeroportos e gasolineiras), livrarias virtuais e empresas abertas ao público (caso dos CTT)

- Redução substancial da quantidade de livrarias independentes e do volume de negócios efectuados pelas que subsistem;

- Implementação e crescimento de novas tecnologias digitais e meios electrónicos de comunicação, com impactes contraditórios no mercado do livro impresso: alguns favoráveis (viabilização de pequenas edições, divulgação de títulos e estímulo de vendas através de consulta/promoção via Internet...) e outros desfavoráveis (substituição de livros de referência por buscas na Internet, apetência emergente para livros electrónicos de teor técnico-profissional, versões electrónicas “pirateadas”...);

- Vulgarização da fotocópia de livros, sem que a salvaguarda dos interesses profissionais e comerciais esteja adequadamente regulamentada e instituída

- Aumento das excepções à utilização e reprodução de obras protegidas pelo Código do Direito de Autor, por via da transposição de Directiva Comunitária (Lei n.° 50/2004, artigo 75.°);

- Alterações relevantes nas políticas editoriais, com um assinalável crescendo de novos títulos disponibilizados e redução drástica do período de vida útil de cada novidade;

- Continuado aparecimento de actividades lúdico-culturais que concorrem directamente com a leitura, em atractividade e na ocupação de tempos livres;

- Modificação das preferências de leitura, com concentração da escolha dos consumidores num número restrito de autores, por efeitos mediáticos; e

- Incremento de plataformas tecnológicas de ensino à distância com apoio audiovisual, reduzindo as potencialidades de crescimento dos livros escolares e técnico-profissionais

O movimento associativo na área do livro, em Portugal, não obstante o empenhamento e a qualidade profissional dos seus dirigentes, tem sido afectado por vicissitudes limitativas de uma adequação eficaz às novas realidades:

- Dimensão pequena e predominantemente familiar, ou mesmo unipessoal, da maioria das empresas do sector, inibidora de um relacionamento institucional sólido;

- Multiplicidade, contradição e cruzamento de interesses entre associados com diferentes âmbitos de actividade (editores, distribuidores, livreiros, alfarrabistas), frequentemente sobrepostos na mesma entidade ou grupo;

- Interacção complexa com múltiplas entidades organicamente
externas mas funcionalmente interdependentes, tanto a nível
individual como associativo e institucional;

- Fragilização adicional em resultado da cisão na APEL e constituição da UEP, com consequências indesejáveis nos domínios da postura institucional, da dispersão de atenções, da utilização de meios e do consumo de energias.

A ORIENTAÇÃO ESTRATÉGICA
Retomar o processo de aproximação entre as Direcções da APEL e da UEP, que culminou, no final de 2007, com o saneamento do contencioso legal que até aí vinha subsistindo, tendo como objectivo a formalização de um acordo sólido e consequente que, não excluindo melhores alternativas, poderá passar pelo ajustamento dos actuais Estatutos, ou por reconversão da APEL numa Federação Portuguesa do Livro que funcione como “Federação Residente” de pelo menos duas entidades a constituir em simultâneo com a extinção da APEL e da UEP: a Associação
de Editores e a Associação de Livreiros”, porquanto:

- O retalho livreiro continua, em boa parte, a ser exercido por grupos com actividade vertical (editor e livreiro), filiados ou não na APEL e/ou na UEP;

- As características do sector, sintetizadas no “Enquadramento Geral”, tendem a privilegiar a existência de uma entidade associativa, com dimensão crítica e capacidade negocial, que potencie a defesa dos muitos interesses comuns e minimize os diferentes interesses e perspectivas que se colocam em qualquer instituição deste tipo;

- A APEL, para além do longo historial de uma instituição com mais de 80 anos de existência, beneficia da qualidade de “Pessoa Colectiva de Utilidade Pública” (reconhecida em 4 de Maio de 1995, nos termos do Decreto-Lei n.° 460/77, de 7 de Novembro) e, não menos importante, tem atribuições institucionais, a nível nacional e internacional, cuja transferência para outra qualquer entidade que não resulte da sua própria reconversão ocasionaria uma indesejável desconcentração no objectivo essencial que se pretende atingir: a valorização das actividades editorial e livreira e a defesa dos legítimos interesses dos seus intervenientes.

Potenciar o movimento associativo, por via do seguinte enfoque estratégico:
- Fortalecer a intervenção institucional;

- Dinamizar a actividade associativa; e

- Optimizar a organização interna.

AS LINHAS PROGRAMÁTICAS
Fortalecer a Intervenção Institucional
- Rever e ajustar os Estatutos tendo em vista a respectiva adequação às novas realidades;

- Dotar os Órgãos Sociais de uma composição representativa, coesa e empenhada;

- Potenciar todo o capital de prestígio e credibilidade granjeado, ao longo dos tempos, pelos profissionais do livro e pelos seus lídimos representantes;

Dar prioridade à resolução de todos os assuntos que se encontrem pendentes de decisão ou acordo com outras instituições;

- Garantir um relacionamento estável e profícuo com as personalidades e órgãos estatais influentes na área do livro e da leitura;

- Manter e reforçar um relacionamento activo com todas as entidades, nacionais e internacionais – de âmbito cultural, social e económico –, relevantes para o mercado do livro;

- Trabalhar em articulação com Associações, Federações e Confederações representativas de actividades congéneres;

- Privilegiar a relação com instituições congéneres de países lusófonos ou estimular a sua criação nos países onde ainda não existam;

- Assegurar o adequado poder de intervenção em todas as matérias directa ou indirectamente relacionadas com a actividade e os objectivos da Associação;

- Pugnar pela manutenção da Lei do Preço Fixo;

- Estabelecer uma relação estreita e continuada com os media; e

- Desenvolver todas as acções necessárias e compatíveis com uma notoriedade pública elevada e positiva.

Dinamizar a actividade associativa
- Fomentar a filiação de empresas e outras entidades ligadas à produção, comercialização e divulgação do livro, agora afastadas da área associativa;

- Envolver os associados em todas as questões de maior relevância para o desenvolvimento da actividade, estabelecendo,conforme as circunstâncias concretas, meios apropriados de informação, auscultação ou deliberação;

- Desenvolver um projecto de formação para associados e um outro para terceiros interessados em obter conhecimentos nesta área de actividade;

- Estudar a viabilidade e interesse de um “Gabinete de Serviços Partilhados” facilitador de apoio de back office a associados de menor dimensão;

- Instituir uma newsletter electrónica, mensal, complementada por emails informativos emitidos sempre que existam razões para tal;

- Estudar a viabilidade e interesse da criação de um APEL--blogue que viabilize uma maior dinâmica, actualidade e interactividade na comunicação entre a APEL, os seus associados e a comunidade em geral;

- Realizar pelo menos um “Congresso do Livro”, em cada triénio, e estudar a viabilidade de conjugar este evento com uma Feira Internacional do Livro;

- Organizar regularmente seminários, conferências e outras formas de estabelecer uma maior relação entre os associados e com outros actores do mundo do livro, da leitura e da cultura em geral;

- Prosseguir a implementação de um serviço de ISBN eficaz e credível;

- Dar continuidade ao Projecto APEL Digital e aos ajustamentos
adequados;

- Concretizar o processo em curso para envolvimento do INE na obtenção de dados estatísticos fiáveis sobre a edição e o comércio de livros em Portugal;

- Reforçar as diligências para a alteração do sistema de “depósito legal”;

- Avaliar o actual modelo das Feiras do Livro de Lisboa e do Porto e introduzir as alterações modificativas que se justifiquem e sejam viáveis, com salvaguarda da dignidade e interesse público do evento, tendo nomeadamente em conta a sua localização, a compatibilidade dos descontos praticados com o facto de não se tratar de “feiras de saldos” e a garantia de igualdade de oportunidades aos editores e livreiros de diferente dimensão e capacidade financeira, com particular atenção às necessidades dos pequenos editores;

- Elaborar um projecto de modernização da Feira do Livro de Lisboa, a apresentar à CML até 2008-11-30, conforme o “Memorando de Entendimento” assinado em 2008-05-19 entre a CML, a APEL e a UEP;

- Diligenciar no sentido de uma melhor e mais ampla representação nas Feiras Internacionais, tanto através de um apoio estatal consentâneo com o seu manifesto interesse para a divulgação da cultura portuguesa, como do possível estabelecimento de parcerias com patrocinadores privados;

- Acompanhar de perto a evolução do livro electrónico e o respectivo enquadramento legal;

- Promover, em cooperação com as partes interessadas (associados e instituições públicas e privadas), uma forte campanha de sensibilização e combate à pirataria de conteúdos, à utilização abusiva da cópia privada e à violação dos direitos de autor e de propriedade intelectual;

- Actuar junto das entidades competentes, no sentido de maior divulgação do livro português no estrangeiro e nas comunidades lusófonas em particular;

- Sensibilizar os responsáveis políticos para a dinamização das aquisições de livros por parte das bibliotecas, em especial as escolares; e

- Escrutinar e participar na evolução do processo de ratificação e dos prazos para implementação do “Acordo Ortográfico” por parte de Portugal, contribuindo activamente para uma avaliação abrangente de todas as implicações culturais que do mesmo decorrem, assim como para a salvaguarda das fortes implicações económicas e operacionais que se farão sentir na actividade editorial.

Optimizar a organização interna
- Propor à Assembleia-Geral, nos termos dos Estatutos (parágrafo único, do artigo 36.°), a criação de um Conselho Técnico do Livro Escolar, oficializando e regulamentando a actividade que de há muito tem vindo a ser desenvolvida
pela Comissão do Livro Escolar;

- Propor à Assembleia-Geral, nos termos dos Estatutos (parágrafo único, do artigo 36.°), a criação de um Conselho Técnico das Feiras do Livro, de forma a instituir um órgão especializado na organização de eventos que, pela sua relevância e regularidade, requerem experiência específica e concentração continuada;

- Aprofundar regras para uma eficaz articulação de responsabilidades entre os Órgãos Sociais e entre estes e o(a) Secretário( a)-Geral;
- Estabelecer adequados fluxos de comunicação entre os Órgãos Sociais, o(a) Secretário(a)-Geral e os Associados;

- Definir o perfil e o âmbito das funções a desempenhar pelo(a) Secretário(a)-Geral;
- Analisar as funções e responsabilidades atribuídas aos diversos colaboradores e levar a cabo os ajustamentos e as acções de formação que se mostrarem necessários;

- Avaliar as condições de trabalho existentes, nomeadamente a funcionalidade das instalações e a adequação dos equipamentos e dos sistemas informáticos;


- Apreciar o tipo, a eficácia e o custo dos serviços prestados por consultores externos;

- Contratar os serviços de um Revisor Oficial de Contas (ou Sociedade de ROC) que proceda à auditoria financeira e à avaliação do sistema de controlo interno à data de início de funções dos novos Órgãos Sociais; e

- Contratar um ROC (ou SROC) para auditoria e certificação anual de contas.»

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por Booktailors às 13:06 | comentar | partilhar

Ter, 15/Jul/08
«Acreditamos no livro, na palavra escrita e nos hábitos de leitura como um dos principais factores de desenvolvimento democrático e enriquecimento sociocultural da Humanidade.

Acreditamos no papel fundamental que cabe a editores e livreiros como garante do futuro do livro e da palavra escrita. Acreditamos no querer e na competência de editores e livreiros para enfrentarem com sucesso os desafios que se colocam à sociedade em geral, e à nossa actividade em particular, com a transição de paradigma da “Era da Galáxia Gutenberg” para a “Era da Informação Globalizada”.

Em particular, acreditamos nas virtudes de um mundo editorial diversificado, conjugando diferentes projectos editoriais nas ideias, nas formas, nas vinculações empresariais e nas respectivas dimensões.

Acreditamos que os editores e os livreiros comungam da nossa convicção de que, para o sucesso da nossa actividade, é imprescindível um movimento associativo forte e coeso que congregue vontades, potencie os muitos interesses comuns e consensualize as divergências que ao longo da última década nos têm dividido.

Com base nestas convicções, apresentamo-nos ao sufrágio dos associados da APEL com um Programa de Candidatura e uma Lista de Candidatos que enfatiza os seguintes princípios:
- Defender intransigentemente a ética, os deveres e os direitos dos associados, em todos os domínios de intervenção que são competência da APEL;

- Representar os interesses de todo o tipo de empresas editoriais e livreiras, nomeadamente do mundo editorial e livreiro independente, contribuindo para a sua organização e funcionamento, através de projectos de cooperação de ideias e de partilha de esforços;

- Dar continuidade à modernização de métodos e meios de trabalho e optimizar metodologias de comunicação e informação entre os associados e entre estes e a sociedade em geral, tanto no que respeita aos instrumentos utilizados como na organização e concretização de acções de formação e de eventos públicos
relevantes;

- Ajustar os Estatutos da APEL e a sua organização interna em tudo quanto se mostre adequado para fortalecer a representação dos interesses dos editores e livreiros e o movimento associativo, dinamizar a actividade editorial e livreira, valorizar a imagem pública do sector e incrementar a capacidade de intervenção institucional que lhe é própria, potenciando todo o capital de prestígio e credibilidade granjeado, ao longo dos tempos, pelos profissionais do livro e pelos seus lídimos representantes; e

- Diligenciar no sentido de se alcançar a articulação e harmonização do movimento associativo, com espírito de consenso, postura assertiva e respeito mútuo, procurando um modelo organizativo que, salvaguardando o património comum de editores e livreiros, permita encontrar soluções de trabalho comuns, flexíveis, eficazes e duradouras.»

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por Booktailors às 13:03 | comentar | partilhar

Ter, 15/Jul/08
Deixamos aqui a carta de apresentação de Rui Beja para a candidatura à presidência da APEL:


ELEIÇÕES DOS ÓRGÃOS ASSOCIATIVOS TRIÉNIO 2008-2011

APRESENTAÇÃO DE CANDIDATURA
O LIVRO QUE NOS UNE – O DESAFIO QUE NOS MOTIVA

Projecção de Editores e Livreiros na divulgação do Livro e dos Hábitos de Leitura


Caros Colegas

Terminado o mandato dos actuais Órgãos Associativos e passado o período de prorrogação de exercício de funções que abnegadamente aceitaram cumprir para organização e concretização das Feiras do Livro de Lisboa e do Porto, foi, como é do vosso conhecimento, convocada para o próximo dia 24 de Julho uma Assembleia-Geral Ordinária para Eleição dos Órgãos Associativos para o Triénio 2008-2011.

No contexto de profunda mudança e significativa tensão que tem caracterizado os tempos mais recentes do mundo editorial e livreiro e da sua vida associativa, o presente acto eleitoral reveste-se de importância e responsabilidades acrescidas.

A adequação às realidades emergentes, o acompanhamento e apoio à dinamização da actividade editorial e livreira, a valorização da imagem pública do sector e o incremento da capacidade de intervenção institucional, potenciando todo o capital de prestígio e de credibilidade granjeado ao longo dos tempos pelos profissionais do livro e pelos seus lídimos representantes, constituem, do nosso ponto de vista, os principais objectivos estratégicos a prosseguir no futuro próximo pelos Órgãos Associativos da APEL.

É neste quadro, conscientes dos relevantes desafios que nos aguardam e empenhados em dar o melhor do nosso esforço para obter os resultados que de nós são esperados, que os membros da Lista de Candidatura que tenho a honra de liderar se apresentam a sufrágio, norteados pelos princípios constantes do Manifesto e Programa que em anexo enviamos para vosso conhecimento e apreciação.

Porque acreditamos que todos não somos de mais para alcançar os objectivos ambiciosos que pretendemos atingir, contamos com a participação, a crítica construtiva e a cooperação activa de todos os Colegas.

A força que nos transmitam para o exercício da missão que nos propomos levar a cabo é para nós da maior importância. Apelamos, pois, à vossa participação massiva no acto eleitoral do próximo dia 24.

Cordiais saudações.

Rui Beja

Candidato a Presidente da Direcção da APEL

Lisboa, 7 de Julho de 2008

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Ter, 10/Jun/08
Ter, 10/Jun/08
«E da polémica da Feira do Livro?
Acho ridícula, porque a feira, toda ela, precisa de ser renovada há que tempos. A APEL está agarrada ao muito dinheiro que recebe da CML. E o que a Leya pretende fazer era bom que todos os outros fizessem: ter um espaço em que se pode mexer nos livros, ter bancos
para as pessoas se sentarem a ler, a conviver com os autores. Coisa que aquelas barraquinhas caducas não conseguem. Aquilo não funciona e digo-o há anos. As pessoas dirão Ah, está comprada pela Leya. Não é verdade.»

Inês Pedrosa, Sexta, 06.06.2008, p. 15


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Dom, 1/Jun/08
Dom, 1/Jun/08
A sessão foi também pautada pela História.

Foi dessa forma que assistimos à descrição em primeira mão do processo de cisão da APEL e de criação da UEP, há cerca de uma década atrás.

A história, contada de diferentes ângulos, permitiu fazer a ponte entre o que então sucedeu e o que alguns dos associados da UEP, não inseridos no Grupo LeYa (nomeadamente a Europa-América e a Gradiva), sentem que está actualmente a suceder.

Tito Lyon de Castro argumentou que, tal como então foram «arregimentados» votos (por procuração, de associados nunca antes envolvidos nas lides associativas) e «contadas espingardas» para vencer a eleição (após a queda precoce da direcção anterior), o Grupo LeYa estaria actualmente a arregimentar os restantes associados da UEP na prossecução dos seus interesses actuais.

Foi também referida outra questão importante, e relacionada com os pavilhões diferenciados. Apesar de ter havido uma vontade e pressão conjunta por parte da quase totalidade dos associados da UEP (uma exigência antiga, aliás), o processo de apresentação de projectos foi iniciado muito tardiamente, tendo tido como prazo máximo uma semana.

A juntar a isso, Tito Lyon de Castro referiu que, já em Dezembro de 2007 - aquando da primeira abordagem informal nesse sentido, pelo Grupo LeYa, no seio da UEP -, pôde observar que a LeYa teria projectos preparados para os novos pavilhões.

Relativamente à UEP, houve igualmente certas questões que necessitaram de ser esclarecidas, nomeadamente a «confusão» que na comunicação social houve em relação à entidade que liderava as negociações. Para isso, Carlos Veiga Ferreira explicou que a presença de Isaías Gomes Teixeira (Grupo LeYa) nas negociações tripartidas (CML/APEL/UEP) se deveu à saída do anterior vice-presidente da UEP (Dr. Manuel Ferrão, representante da Texto Editora), substituído nessas funções por Isaías Gomes Teixeira.

A mesma questão surgiu relativamente à presença do Eng. Vasco Teixeira nessas sessões, justificada pelo Dr. Rui Beja como representando a Lisboa Editora (pertencente ao Grupo Porto Editora), que assume actualmente um dos cargos da vice-presidência da APEL.

(a continuar)

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