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Ter, 17/Abr/12
Ter, 17/Abr/12

«Até 23 de Abril, a Associação Portuguesa de Editores e Livreiros (APEL) promove a Semana dos Livreiros 2012. A iniciativa, que vai já na sua quarta edição, tem como objectivo a promoção dos hábitos de leitura junto de diversos públicos, bem como destacar o papel das livrarias na difusão e promoção do livro.» Ler no Diário Digital.

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Seg, 19/Mar/12
Seg, 19/Mar/12

«No primeiro semestre de 2011 venderam-se 1,3 milhões de livros de literatura infanto-juvenil em Portugal, representando 22% do total de vendas no período, segundo fonte da Associação Portuguesa de Editores e Livreiros (APEL).» Ler no Diário Digital.


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Sex, 2/Mar/12
Sex, 2/Mar/12

 

«A cópia ilegal de livros causa cerca de 60 milhões de euros de prejuízo por ano para o setor livreiro em Portugal, disse à agência Lusa o secretário-geral da Associação Portuguesa de Editores e Livreiros.» Ler no Jornal de Notícias, no Diário Digital, no Correio da Manhã e no iOnline.


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Seg, 17/Out/11
Seg, 17/Out/11

 

Agradecemos à APEL toda a simpatia, profissionalismo e amabilidade mais uma vez demonstrados durante a Feira do Livro de Frankfurt. O stand da APEL, pela disponibilização da rede wireless para acesso à internet, espaço para descanso (e café) tornaram a feira mais fácil de gerir.


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Ter, 21/Set/10
Ter, 21/Set/10
Realizou-se nos dias 13 e 14 de Setembro a reunião anual e Assembleia Geral das Agências de ISBN de todo o mundo. O encontro este ano decorreu em Portugal, com o apoio da Câmara Municipal de Cascais. Marcaram presença mais de setenta Agências do ISBN. O encontro centrou-se em quatro temas: o papel do ISBN na cadeia de oferta do comércio do livro, questões técnicas, a colaboração regional (Grupo das Agências Nórdicas e Bálticas e cooperação na América de língua espanhola e portuguesa) e os desafios apresentados pela edição e distribuição de livros em formato digital. A APEL, a agência portuguesa para o ISBN, fez-se representar por Henrique Mota, presidente do Conselho Técnico para a Internacionalização, Miguel Freitas da Costa, o Secretário Geral, e Bruno Pacheco, Secretário-Geral Adjunto (além de vários colaboradores do ISBN português e do Centro de Documentação Bibliográfica).


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Sex, 23/Abr/10
Sex, 23/Abr/10
A APEL - Associação Portuguesa de Editores e Livreiros, em conjunto com a Porto Editora, dão início à Semana dos Livreiros com o lançamento de Submundo, de Don Delillo. A festa decorrerá no Bar Entretanto do Hotel Chiado, em Lisboa, às 22h de hoje (Dia Mundial do Livro).


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Qua, 21/Abr/10
Qua, 21/Abr/10
De 22 a 29 de Abril, a APEL - Associação Portuguesa de Editores e Livreiros, com o apoio da Câmara Municipal de Lisboa, organizou um conjunto de actividades, por forma a celebrar a Semana dos Livreiros, e o Dia Mundial do Livro e do Direito de Autor. Algumas livrarias de Lisboa irão aderir às celebrações, organizando vendas de rua com 10% de desconto, para além de actividades de promoção do livro, como sessões de autógrafos, lançamentos e animação infantil. Relembramos que o Dia Mundial do Livro é no dia 23 de Abril.


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Qui, 8/Abr/10
Qui, 8/Abr/10
Foi anunciado pela APEL que, ainda este ano, será realizado o «primeiro Congresso Nacional de Editores». Tendo já havido anteriormente dois congressos organizados pela extinta União de Editores Portugueses, a APEL reunida retoma esse projecto e dá-lhe o relevo de Nacional, que pretenderá englobar todos os editores nacionais. Foi também anunciado que haverá um apoio forte por parte da APEL à candidatura de Lisboa a Capital Mundial do Livro, em 2013 (contrariamente à data previamente anunciada de 2012).

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Seg, 29/Mar/10
Seg, 29/Mar/10
A Associação Portuguesa de Editores e Livreiros tem uma nova imagem gráfica. Da autoria de Rita Maia e Moura, era desejo da APEL que a nova imagem «reflectisse, embora com a apropriada sobriedade, a renovada vitalidade da nossa associação e o dinamismo que pretendemos imprimir-lhe».

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Qui, 17/Dez/09
Qui, 17/Dez/09
«Vasco Teixeira, vice-presidente da Associação Portuguesa de Editores e Livreiros com o pelouro do livro escolar aplaudiu a decisão da ministra da Educação de não aplicar o acordo ortográfico nas escolas em 2010. Em declarações à TSF, Vasco Teixeira saudou esta quarta-feira uma decisão que diz "ir contra a corrente das asneiras deste e do anterior Governo".» Ler aqui.


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Qui, 1/Out/09
Qui, 1/Out/09
Foi ontem a eleição e tomada de posse da lista liderada por Paulo Teixeira Pinto, o único candidato às eleições da APEL.

Paulo Teixeira Pinto, que está à frente do Grupo Guimarães, é a partir de hoje o novo presidente da Associação Portuguesa de Editores e Livreiros. Ver mais aqui e aqui.

Ver aqui lista de Paulo Teixeira Pinto.

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Qui, 1/Out/09
«Paulo Teixeira Pinto (Guimarães Editores) foi hoje [ontem] eleito presidente da Associação Portuguesa de Editores e Livreiros (APEL) em assembleia-geral, sendo vice-presidentes Isaías Gomes Teixeira (Grupo LeYA) e Vasco Teixeira (Porto Editora).» Ler aqui.

«Paulo Teixeira Pinto, dono da Guimarães Editores, foi ontem eleito presidente da Associação Portuguesa de Editores e Livreiros (APEL) em assembleia geral, sendo vice-presidentes Isaías Gomes Teixeira (Grupo LeYa) e Vasco Teixeira (Porto Editora). Teixeira Pinto liderava a única lista que se apresentou ao escrutínio, marcado depois da demissão de Rui Beja, a 4 de Agosto, da direcção da APEL na sequência do processo de convergência de editores e livreiros numa só associação.» Ler no Diário de Notícias.

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Sex, 25/Set/09
Sex, 25/Set/09
«O acordo ortográfico e os livros técnicos e escolares estão entre as preocupações centrais de Paulo Teixeira Pinto para a próxima presidência da Associação Portuguesa de Editores e Livreiros (APEL).» Ler no Diário Digital.


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Qua, 23/Set/09
Qua, 23/Set/09
Está disponível no site da APEL o comunicado de imprensa relativo ao processo eleitoral do próximo dia 30 de Setembro.

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Ter, 22/Set/09
Ter, 22/Set/09
A APEL irá dar uma sessão de apresentação do mercado editorial português, dentro da iniciativa «Have a Look at...», promovida pela organização da Feira. A sessão decorrerá no dia 14 de Outubro, às 17h, no pavilhão 5.1, E946 (Client's Lounge).


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Qui, 17/Set/09
Qui, 17/Set/09
Conforme noticiámos aqui e aqui, Paulo Teixeira Pinto será único candidato à presidência da APEL, contando com Isaías Gomes Teixeira (Grupo LeYa) e Vasco Teixeira (Porto Editora), como vice-presidentes. A presidência do Conselho Fiscal ficará a cargo de Teresa Figueiredo (Bertrand) e a presidência da Assembleia-Geral deverá ser entregue a Pedro Moura Bessa (Civilização). Paulo Teireira Pinto anunciou ainda que será criado um conselho técnico para a internacionalização, presidido por Henrique Mota (Principia), assim como um conselho para as Feiras do Livro, presidido por João Espadinha (Editorial Presença). A Assembleia-Geral para eleição da presidência será no próximo dia 30 de Setembro. Ler aqui.

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Ter, 15/Set/09
Ter, 15/Set/09
«Paulo Teixeira Pinto é o único candidato à presidência da Associação portuguesa de Editores e Livreiros (APEL), cuja assembleia-geral eleitoral está marcada para 30 de Setembro, disse hoje à Lusa fonte da APEL.» Ler no Diário Digital.

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Sex, 11/Set/09
Sex, 11/Set/09
«Paulo Teixeira Pinto é até hoje o único candidato à próxima presidência da Associação Portuguesa de Editores e Livreiros (APEL), cuja assembleia-geral eleitoral está marcada para 30 de Setembro, disse à Lusa fonte ligada aos editores.» Ler no Diário Digital e no Sol.

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Qua, 2/Set/09
Qua, 2/Set/09
«A maioria dos 55 sócios votou a favor da extinção da União de Editores Portugueses (UEP) numa assembleia geral extraordinária realizada segunda-feira, disse hoje à agência Lusa fonte da UEP.» Ler no Diário de Notícias.

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Ter, 1/Set/09
Ter, 1/Set/09
«Dez anos depois de se terem dividido em duas associações distintas, os editores e livreiros estão agora prestes a unir-se novamente numa única organização.» Ler aqui.

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Sex, 21/Ago/09
Sex, 21/Ago/09
«A Comissão do Livro Escolar da Associação Portuguesa de Editores e Livreiros (APEL) sublinhou hoje que a actualização dos preços dos manuais escolares nos últimos seis anos situou-se 1,78 por cento abaixo do valor acumulado da inflação naquele período.»

Ler no Público.


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Qua, 5/Ago/09
Qua, 5/Ago/09
«O presidente demissionário da APEL, Rui Beja, disse à Lusa que sai com o sentido do dever cumprido, e que a união das associações “potencia o sector”.»

Ler no Destak.

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Qua, 5/Ago/09
«O Grupo LeYa, reagindo ao recente anúncio de unificação da APEL e da UEP, considerou que é "mais importante uma associação forte que duas associações".»

Ler no Diário Digital.

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Ter, 4/Ago/09
Ter, 4/Ago/09
«Direcção demite-se para viabilizar recomposição dos Órgãos Sociais.

Na sequência do processo de convergência de editores e livreiros numa só associação, noticiado há poucos dias, a Direcção da APEL – Associação Portuguesa de Editores e Livreiros vai apresentar a demissão ao presidente da Mesa da Assembleia Geral, Paulo Teixeira Pinto, com o objectivo de criar as condições para a convocação e realização de uma Assembleia Geral Eleitoral, que se prevê tenha lugar no fim do próximo mês de Setembro.

Esta decisão foi tomada na reunião da Direcção, realizada hoje, 4 de Agosto, na qual os membros se congratularam com os progressos alcançados no movimento associativo.

A formalização deste entendimento por via da filiação na APEL de actuais associados da UEP, nomeadamente o Grupo Leya, abre caminho a uma nova era no sector editorial e livreiro, criando condições para que os desafios de modernidade e competitividade que se colocam num mundo globalizado e em mudança acelerada, sejam enfrentados com a dinâmica e a capacidade de inovação que se impõem.

Este momento constitui o corolário do trabalho desenvolvido pela Direcção ao longo de um mandato que se iniciou em Julho de 2008 e que deu prioridade à valorização institucional, à organização interna e à concretização de projectos fundamentais para afirmação do sector do livro com realce para a organização da «Semana dos Livreiros» e a modernização das «Feiras do Livro de Lisboa e Porto».

Ao mesmo tempo, e como se podia ler no Manifesto de Candidatura da actual Direcção da APEL, era objectivo “diligenciar no sentido de se alcançar a articulação e harmonização do movimento associativo, com espírito de consenso, postura assertiva e respeito mútuo, procurando um modelo organizativo que, salvaguardando o património comum de editores e livreiros, permita encontrar soluções de trabalho comuns, flexíveis, eficazes e duradouras”.

É este cenário que agora se avizinha e que, na perspectiva de todos os envolvidos neste processo de convergência, melhor serve os interesses de editores, livreiros e restantes profissionais do livro.»

Ler no Público.

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Ter, 4/Ago/09
Anuncia a APEL que «foi alcançado um entendimento por via da união do sector do livro na APEL.
[...]
A Direcção da APEL [...] congratula-se com o progresso alcançado e de acordo com o decidido em reunião que hoje teve lugar, “vai apresentar a demissão ao presidente da Mesa da Assembleia Geral, Paulo Teixeira Pinto, com o objectivo de criar condições para a convocação e realização de uma Assembleia Geral Eleitoral, que se prevê tenha lugar no fim do próximo mês de Setembro”.
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Ler no Público.

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Ter, 4/Ago/09
«A compra de livros em Portugal manteve-se estável no primeiro semestre de 2009, apesar da crise económica mundial e de "alguma contenção inicial na edição", segundo a avaliação da Associação Portuguesa de Editores e Livreiros (APEL).»

Ler no Diário Digital e no Público.

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Sex, 31/Jul/09
Sex, 31/Jul/09
A notícia era já conhecida no meio há alguns dias, mas é agora tornada pública.

A APEL e a UEP irão fundir-se, dando origem a uma nova entidade já a partir de Setembro.

A actual direcção irá abandonar o cargo, e haverá ser eleita uma direcção de consenso.

Ver reportagem no Jornal de Negócios.
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Qui, 30/Jul/09
Qui, 30/Jul/09
«A Associação Portuguesa de Editores e Livreiros (APEL) e a União de Editores Portugueses (UEP) preparam a convergência de editores e livreiros numa só associação, dez anos após a cisão no sector.»

Ler no Diário Digital.

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Ter, 21/Jul/09
Ter, 21/Jul/09
«Rui Beja assegura que a APEL representa tanto editores em suporte papel como electrónico e defende a coexistência dos dois formatos de livros.»

Ler no Correio da Manhã.

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Sex, 24/Abr/09
Sex, 24/Abr/09
O semanário Sol publicou na sua versão online um peça de Marta Clarinha sobre o Dia Mundial do Livro e a acção de concertação entre a APEL, a CML e algumas livrarias de Lisboa.

Queremos agradecer também ao jornal Sol por nós ter escutado, reforçando que é através de acções como estas que se captam públicos e se desenvolve o tão necessário pequeno retalho.

A ler e ver (vídeo) aqui.


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Ter, 7/Abr/09
Ter, 7/Abr/09
A Câmara Municipal de Lisboa, a Associação Portuguesa de Editores e Livreiros e diversos Livreiros de Lisboa uniram-se para celebrar o Dia Mundial do Livro.

A iniciativa chama-se «Semana das Livrarias» e terá lugar entre 20 e 25 de Abril.

Os pontos mais importantes desta iniciativa são:

- Todas as livrarias aderentes farão, entre os dias 20 e 25 de Abril, descontos de 10% sobre o preço dos livros.

- As livrarias poderão colocar livros à venda nas ruas adjacentes.

- Os livreiros organizarão animação de rua e outros eventos alusivos à comemoração do Dia Mundial do Livro.

- A CML irá associar a comemoração do Dia Mundial do Livro ao Dia Mundial da Terra (22 de Abril), promovendo “Piqueniques de Livros” no dia 23 de Abril, a realizar em jardins públicos e junto das bibliotecas municipais, onde estarão presentes milhares de crianças das escolas públicas do 3.º e do 4.º anos e em que cada uma receberá um cesto com fruta e um livro ou cupão de 1€ para aquisição de livros nas livrarias ou na Feira do Livro de Lisboa.

Nos Piqueniques irão realizar-se acções de leitura e dramatização de textos.

Via Pó dos Livros.
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Qui, 19/Fev/09
Qui, 19/Fev/09
Segundo o blog Livros à volta do Mundo, de Mafalda Avelar, a «Faculdade de Ciências Humanas da Universidade Católica Portuguesa assina hoje um Protocolo com a APEL – Associação Portuguesa de Editores e Livreiros, destinado a oferecer condições preferenciais de frequência desta Faculdade aos profissionais do sector editorial e livreiro.»

Ler aqui.

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Qua, 4/Fev/09
Qua, 4/Fev/09
Recordamos que, dentro de 30 minutos, na FIL - Expo, começará a sessão de esclarecimento da nova Feira do Livro de Lisboa, com protótipo dos pavilhões e discussão.
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Qua, 4/Fev/09
O Público dá conta da reunião, promovida pela APEL, que decorrerá na FIL de Lisboa, destinada aos profissionais do sector livreiro e editorial, com o objectivo de apresentar as novas feiras do Livro de Lisboa e Porto. Aqui.

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Ter, 3/Fev/09
Ter, 3/Fev/09
Na página da RTP, reforça-se o evento que decorrerá amanhã na FIL e que pretende servir de esclarecimento a todos os associados do que será a nova Feira do Livro. Aqui.

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Seg, 2/Fev/09
Seg, 2/Fev/09
Na próxima quarta-feira, dia 4 de Fevereiro, na FIL-EXPO, a partir das 15:00.

Todos os editores interessados deverão estar presentes para discutir as alterações à Feira do Livro, em especial, os novos pavilhões, cujo protótipo estará disponível.

Fonte: APEL.
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Dom, 1/Fev/09
Dom, 1/Fev/09
A APEL lamentou recentemente nunca ter sido recebida pelo Ministro da Cultura, Pinto Ribeiro. O Ministério já respondeu e veio recordar que a direcção da APEL (a anterior e a actual) foram ambas recebidas por Paula Fernandes dos Santos, secretária de Estado, pois tem «delegação de competências nesta área». Ler na Lusa.

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Sáb, 17/Jan/09
Sáb, 17/Jan/09
Saiu ontem no Diário Digital, via Agência Lusa, uma peça explicativa da nova Feira do Livro de Lisboa e Porto.

Segundo a Vereadora da Educação e Cultura, Rosalía Vargas, a CML reconhece «[...] a determinação em enfrentar os desafios colocados por um projecto cuja dimensão aponta para uma visão de futuro no sector dos editores e livreiros», «a proposta apresentada [...] inclui um aumento da área de restauração, mais qualificada, uma mini-feira do livro infanto-juvenil, melhorias dos acessos, instalações sanitárias, e sinalética».

Para ler aqui.

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Ter, 30/Dez/08
Ter, 30/Dez/08
«
Caros Associados

Considerando a realidade socioeconómica do nosso sector, assim como a importância que atribuímos à criação de valor para os nossos actuais Associados e ao estabelecimento de condições para adesão de novos Sócios, com consequente reforço da capacidade interventiva da APEL, decidimos afectar uma componente significativa do esforço de rentabilização de recursos em curso na nossa Associação, propondo à Assembleia Conjunta dos Órgãos Sociais as seguintes medidas em relação ao valor e sistema de pagamento de jóias e quotas para o ano de 2009:

• Manutenção dos escalões e do valor das quotas em vigor no ano de 2008;
• Isenção de jóia relativamente ao Sócios que adiram à nossa Associação durante o ano de 2009;
• Isenção de jóia e recuperação da antiguidade inicial, para ex-Associados da APEL, desvinculados até 31/12/2007 que se reinscrevam durante o ano de 2009;
• Manutenção das regras para determinação do valor das quotas anuais;
• Aumento de 3 para 4% relativamente a todos os Sócios que paguem a quota anual até 31de Janeiro de 2009;
• Estabelecimento de um desconto de 2% para todos os Sócios que paguem a quota anual entre 1 e 28 de Fevereiro de 2009;
• Criação de um sistema de pagamento da quota anual por “Débito Directo em Conta”, em quatro prestações trimestrais vincendas no primeiro mês de cada trimestre, sem custos adicionais para os Associados.

A proposta mereceu parecer favorável da Assembleia Conjunta dos Órgão Sociais realizada no passado dia 9 de Dezembro, pelo que em anexo enviamos a tabela de quotas e a documentação relativa às regras a seguir.

Estamos convictos que estas medidas vão de encontro às expectativas dos nossos Associados e constituirão um significativo contributo para a modernização que se impõe num contexto de crescente representatividade da nossa Associação. »


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Seg, 29/Dez/08
Seg, 29/Dez/08
«Caros Associados

Após a tomada de posse, em 24 de Julho deste ano, a Direcção concentrou-se em três domínios: fortalecer a intervenção institucional, dinamizar a actividade associativa, optimizar a organização interna

Neste contexto, damos conta das alterações organizativas que entrarão em vigor em 1 de Janeiro de 2009, tendo em vista rentabilizar os recursos e valorizar a imagem e o serviço prestado, no cumprimento do objectivo que justifica a existência da APEL: criar valor para actuais e futuros Associados.

“Nova APEL. Mais APEL”. Num período em que o sector vive e convive com os desafios de um mercado em transformação e de uma economia em convulsão, queremos criar condições para que a APEL ganhe mais dimensão e maior capacidade de intervenção, para um número crescente de associados. A estrutura organizativa passa, pois, a ter a seguinte configuração:

Coordenação executiva – exercida pelo Presidente em cooperação com os restantes membros da Direcção, sendo extinto o cargo de Secretário-Geral.

Relações Institucionais e Comunicação.
- Gabinete de Apoio ao Sócio APEL – comunicação entre os sócios e a Associação, através de um Secretariado habilitado a responder a questões correntes e a encaminhar questões específicas, e respectivo controlo de resposta, para a Direcção, Comissões Técnicas, ou Assessores Externos;

- Gabinete de Comunicação Institucional APEL – relação com os meios de comunicação social e relacionamento corrente com entidades públicas e empresariais, de âmbito nacional ou internacional.

• Centro de Documentação Bibliográfica / ISBN – recolha, actualização e disponibilização de informação bibliográfica, assim como gestão do ISBN Nacional e relação com a Agência Internacional do ISBN.

• Feiras e Eventos – Relação com fornecedores e participantes, e concretização operacional de Feiras do Livro, Nacionais e Internacionais, assim como de outros eventos em que a APEL seja interveniente.

• Serviços Administrativos
- Serviços Gerais de Escritório – recepção, telefones, correspondência, compras, economato e arquivo geral;
- Associados – processamento de quotas e outros débitos e créditos;
- Contabilidade e Tesouraria – processamento de facturação, recebimentos e pagamentos, bem como preparação de documentos contabilísticos, de gestão de tesouraria e de gestão de recursos humanos.»

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Sex, 26/Dez/08
Sex, 26/Dez/08
Reproduzimos aqui uma circular da APEL, na qual dá conta da criação do Gabinete de Apoio ao Sócio:

«
Caros Associados,
O Gabinete de Apoio aos Sócios APEL, a iniciar em Janeiro de 2009, constitui o primeiro de vários serviços a criar proximamente, correspondendo às expectativas dos nossos Associados.

Para que este Gabinete possa desempenhar de forma eficaz as funções para que foi criado e não gere falsas expectativas, importa tornar claro quais os objectivos centrais que prossegue:
i. Promover a aproximação dos associados à APEL;

ii. Conhecer as principais dificuldades e problemas sentidos pelos Associados;

iii. Encaminhar para estudo pelos Órgãos Sociais competentes, propostas que visem optimizar a gestão da APEL e o serviço prestado aos seus Associados;

iv. Coordenar o apoio solicitado pelos Associados, assegurando que seja eficaz e dado em tempo útil, nos seguintes domínios:
a. Questões profissionais de natureza técnica ou deontológica que se enquadrem no âmbito de actuação das Comissões Técnicas;
b. Questões técnicas correntes de natureza jurídica, fiscal e contabilística que se enquadrem no âmbito de prestação de serviços dos Consultores da Associação;

v. Dar apoio aos candidatos a Associados e promover a sua integração na APEL.

Os objectivos do Gabinete de Apoio ao Sócio APEL devem ser entendidos como orientados exclusivamente para a resolução de questões reais e não como um fórum de opiniões.

Não cabe na missão do Gabinete de Apoio ao Sócio APEL dar resposta a pedidos de esclarecimento e orientação solicitados no âmbito de questões de natureza negocial, nem patrocinar apoio técnico específico no domínio do exercício da actividade profissional, tanto operacional como administrativa, nomeadamente:
i. Intermediação ou tomada de posição relativamente a condições, práticas ou incumprimentos entre partes, que se situam no estrito domínio da relação entre empresas;

ii. Custear o apoio que os Associados pretendam obter através dos Consultores da APEL relativamente a acções judiciais, contencioso jurídico ou fiscal, apreciação e negociação de contratos, obtenção de pareceres técnicos escritos e matérias afins.

As opiniões expressas através do Gabinete de Apoio ao Sócio APEL devem ser sempre entendidas numa perspectiva de aconselhamento, ou interpretação, de assuntos de carácter corrente, e sem carácter vinculativo.
O contacto com o Gabinete de Apoio do Sócio APEL deve ser estabelecido através de:
Isabel Lopes
Telefone: 21 843 51 87
E-mail: associados@apel.pt


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Seg, 22/Dez/08
Seg, 22/Dez/08
A APEL emitiu uma circular pelos seus associados, na qual apresenta as principais vantagens dos novos pavilhões. Reproduzimos aqui, com a devida autorização da APEL este documento. A APEL, através do email comissaofeiras@apel.pt, convida ainda a que todos dirijam à Associação as dúvidas e sugestões que considerem necessárias / pertinentes.

«
I
Pontos críticos dos pavilhões existentes que corrigimos com os novos:

• Montagem/desmontagem difícil e morosa;
• Abertura lenta, a carecer de duas pessoas para a sua efectivação e com perigo de danos físicos;
• Estrados desadequados para o fim a que se destinam;
• Não é possível interligá-los;
• Entrar e sair, quando está em funcionamento, é desconfortável e difícil;
• Estética obsoleta;
• Demasiado grandes, 400 cm x 250 cm:
o Precisam de muitos livros;
o São de difícil transporte;
o Em terreno inclinado ficam com grandes diferenças de quota entre pontas;
• Os proprietários, de uma forma geral, são os participantes, com as seguintes desvantagens:
o Temos de pagar a armazenagem, quer em instalações próprias, quer em alheias;
o Dificulta, ou impossibilita, a mudança de todos os pavilhões de uma só vez.
• Economicamente dispendiosos;
• Difíceis de controlar no roubo de livros e atendimento devido às laterais;

II
Características dos pavilhões propostos:
• Montagem/desmontagem relativamente simples e mais rápida;
• Podem ser montados de três formas:
o Balcão completo (fig-1)
o Aberto (fig-2)
o Misto (fig-3)
• Abertura e encerramento muito simples, realizável com uma só pessoa e sem perigo de danos
físicos;
• Permitem ligação lateral, com comunicação interior, de ‘n’ pavilhões;
• Porta lateral que permite entrar e sair facilmente, mesmo quando se encontram em
funcionamento;
• Estética moderna;
• Mais pequenos, 319 cm x 201 cm, com as seguintes vantagens:
o Ficam apresentáveis com menos livros, o que facilita a vida aos editores mais pequenos;
o São de transporte fácil;
o Em terreno inclinado ficam com diferenças de quota, entre pontas, pouco significativas;
o O custo de participação é menos elevado;
• Os participantes deixam de ser os proprietários, com as seguintes vantagens:
o Permitem a renovação integral da feira a cada 4-5 anos;
o A sua armazenagem, montagem/desmontagem e manutenção deixam de ser
problema/encargo dos participantes;
o Deixa de ser necessário o investimento de compra;
• Área de atendimento mais reduzida e somente frontal (supressão das laterais):
o Dificulta o roubo dos livros;
o Aumenta a eficácia do atendimento;
o Facilita a abertura e o encerramento, tornando-os mais rápidos;
o Possibilita a colocação de estantes nas laterais interiores;
o Permite a porta lateral de entrada/saída;
o Permite a acoplagem lateral de diversos pavilhões
• Estantes na retaguarda, laterais e por baixo do balcão;
• Materiais leves.




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Seg, 22/Dez/08
Uma notícia do Público dá conta das medidas que a APEL pretende levar a cabo para «fortalecer e unir o sector». Realçando que a APEL foi a única associação empresarial "que representou os editores portugueses na última de Feira de Frankfurt" e que a sua associação representa 75% do sector editorial portuguesa em 2009", Rui Beja aponta as acções para o futuro (para além das Feiras do Livro de Lisboa e Porto):

- realização de tertúlias;

- reactivação da formação profissional;

- criação de laços de comunicação mais estreitos, nomeadamente através do envio regular de uma "newsletter" aos associados;

- criação de um gabinete próprio de comunicação, e um outro para os sócios;
- fortalecimento de relação com organismos nacionais e internacionais.

Rui Beja anunciou ainda que, em 2010, a agência do ISBN realizará o seu congresso internacional em Lisboa.

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Qui, 4/Dez/08
Qui, 4/Dez/08
No website da APEL já está disponível um resumo do Projecto de Modernização da Feira do Livro, assim como alguns dos anexos de apoio.

Para mais informações ver aqui.


por Booktailors às 15:55 | comentar | partilhar

Qui, 4/Dez/08
A próxima Feira do Livro do Porto deverá realizar-se na Avenida dos Aliados entre meados de Maio e princípios de Junho, com uma nova imagem, disse à Lusa o presidente da APEL.

«Indo ao encontro da vontade de todos, a feira regressa aos Aliados, integrando o projecto de revitalização da Baixa portuense», precisou Rui Beja, presidente da Associação Portuguesa de Editores e Livreiros (APEL).

Segundo este responsável, «o problema do atravessamento está em vias de ser resolvido em colaboração com a Câmara do Porto».

Referindo-se à nova data, observou que «as condições meteorológicas são boas e o desfasamento da de Lisboa permite uma maior atenção à feira portuense».
A Feira do Porto do próximo ano utilizará os novos pavilhões da de Lisboa, «mais modernos e flexíveis».

A feira de Lisboa realizar-se-á de 23 de Abril a meados de Maio, criando um intervalo que permite o transporte e montagem dos novos pavilhões no Porto.

Aqui.


por Booktailors às 13:33 | comentar | partilhar

Qui, 4/Dez/08
«A Feira do Livro de Lisboa do próximo ano apresentará um novo plano com pavilhões modernos, contemplando a diferenciação, e deverá abrir a 23 de Abril, segundo a proposta apresentada pela APEL à Câmara de Lisboa.

Em declarações à Lusa, o presidente da Associação Portuguesa de Editores e Livreiros (APEL), Rui Beja, informou que a proposta de «modernização e renovação» da Feira do Livro foi já entregue à Câmara de Lisboa.

«Abrir a Feira no Dia Mundial do Livro tornará a inauguração um grande evento cultural como pretendemos para a grande festa do livro que é a feira», sublinhou.
Referindo-se à «diferenciação de pavilhões», Rui Beja frisou que esta «terá regras em prol de uma desejada harmonização».

«Há constrangimentos naturais como as copas das árvores, corredores de segurança, e acessibilidades», assinalou.

A proposta apresentada, segundo o mesmo responsável, inclui «uma aumento da área de restauração, mais qualificada, uma mini-feira do livro infanto-juvenil, melhorias dos acessos, instalações sanitárias, e sinalética».

O projecto apresentado teve em conta as conclusões do inquérito feito aos visitantes da Feira realizada este ano. «A esmagadora maioria» escolheu o Parque Eduardo VII como «o local ideal».

«A nova Feira apresentará uma grande renovação, contemplando o projecto cinco componentes que referimos como plural, cultural, nacional, inovador e inclusivo», referiu ainda.

Referindo-se ao novo formato dos pavilhões, precisou que eles «serão diferentes, com materiais mais modernos, mas reflectindo a tradição».

«Estes pavilhões - adiantou - serão modulares, permitindo acoplarem-se uns nos outros, podendo cada editor dispô-los como entender e facilitando também o acesso a crianças e a pessoas com deficiências. São mais flexíveis e permitem uma utilização pelas diferentes editoras sem custos adicionais na inscrição e haverá até uma certa economia».

Aqui.


por Booktailors às 13:11 | comentar | partilhar

Seg, 24/Nov/08
Seg, 24/Nov/08
«Rogério Mendes de Moura, que deixa saudades, foi um grande editor deste País. Mereceu sempre o respeito de todos os colegas pela sua lealdade e também pela sua disponibilidade em todas as situações. É uma grande perda para o nosso Mundo editorial."»

Aqui.

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por Booktailors às 15:10 | comentar | partilhar

Seg, 24/Nov/08
«Com o falecimento do Dr. Rogério de Moura a edição portuguesa perde uma das suas grandes figuras de referência e a APEL deixa de poder contar com o ilustre membro que, para além de ter sido seu Presidente, sempre viveu esta casa com grande entusiasmo, dando o melhor do seu contributo como editor e como cidadão empenhado no interesse comum, nomeadamente no âmbito do movimento associativo.

Tive o privilégio de privar com o Dr. Rogério de Moura nos anos sessenta, longe de imaginar que alguns anos passados nos viríamos a reencontrar por força da profissão que já então o apaixonava. É com muita emoção que recordo o Homem e o Editor que agora desaparece do nosso convívio e que, pelas suas qualidade humanas e profissionais, deixa um enorme vazio em todos os Colegas e amigos que o respeitavam e que admiravam o seu saber e a sua simpatia.

À família enlutada apresento as mais sinceras condolências, em meu nome pessoal e em nome dos Órgãos Sociais da Associação Portuguesa de Editores e Livreiros.»

Aqui.

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por Booktailors às 15:09 | comentar | partilhar

Seg, 24/Nov/08
«O Rogério Mendes de Moura deixa na nossa profissão um vazio que não será preenchido.

Durante os meus cinquenta anos de editor sempre encontrei o Rogério, nas horas boas e principalmente nas más, inevitavelmente com um enorme sentido das suas responabilidades como editor e como homem de cultura, discreto mas eficiente.

A nossa Associação teve nele sempre um dirigente, ou um colaborador, indispensável e só o avançar da idade e da doença o fez reduzir (e por fim cessar) a sua colaboração interessada, activa e profiqua.

Paz à sua alma."

Aqui.

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por Booktailors às 15:08 | comentar | partilhar

Seg, 24/Nov/08
Passamos a reproduzir os vários testemunhos presentes no site da APEL que pretendem homenagear o editor Rogério Mendes de Moura:

«Era o mais antigo editor ainda no activo. Apaixonado pelo Livro e pela sua profissão, apesar dos seus 83 anos, Rogério Mendes de Moura era uma presença assídua nos Livros Horizonte onde procurava manter sempre viva a sua grande paixão de sempre. Como ele dizia" nada substitui o prazer de mexer no livro".

Rogério Mendes de Moura era uma personalidade “sui generis”, que encantava quem com ele privava ou simplesmente cruzava para dois dedos de conversa.

Rogério Mendes de Moura foi Presidente da APEL entre 1972 e 1974.

Foi condecorado pelo Presidente Jorge Sampaio em 2003.

E o que pensam dele alguns dos que com ele privaram e viveram a mesma paixão pelo Livro e pela Leitura?»

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por Booktailors às 15:06 | comentar | partilhar

Sex, 24/Out/08
Sex, 24/Out/08
A simpática equipa da APEL destacada para Frankfurt: Carlos Beirão e Ana Tristão. Sem eles teria sido mais difícil (leia-se impossível) actualizar o blog directamente de Frankfurt.

Obrigado obrigado obrigado.

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Sex, 24/Out/08


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Qui, 23/Out/08
Qui, 23/Out/08
A APEL celebrou um Porto de honra no seu stand no dia 16 de Outubro - oportunidade para confraternização entre pares.



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Sex, 17/Out/08
Sex, 17/Out/08
O stand da Associação Portuguesa de Editores e Livreiros (APEL) alberga uma série de editoras que tem ali o seu quartel-general para reunir com parceiros e também para descansar um pouco. Cada editora tem o seu próprio espaço, dispondo de cadeiras e mesas, havendo café disponível para que o solicitar. O stand tem uma área aproximada de 100 metros quadrados.

São 18 as editoras presentes, a saber:

- Assembleia da República;

- Bertrand;

- Bizâncio;

- Centro Atlântico;

- Cotovia;

- Dinapress;

- Editorial Estampa;

- Editorial Presença;

-Gótica 2000;

- Grupo Editorial Plátano;

- Instituto Piaget;

- Lidel; :

- Livros do Brasil;

- Porto Editora

- Princípia

- Ulisseia

- Verbo

- Texto & Grafia.

Abaixo estão algumas fotos do stand da APEL. Em breve publicaremos mais.



por Booktailors às 16:23 | comentar | partilhar

Qua, 10/Set/08
Qua, 10/Set/08
«Após quatro anos consecutivos em que os preços dos manuais escolares estiveram congelados,
verifica-se, para o ano lectivo 2008/2009, uma actualização de preços entre os 3,7% e os 5,4%.

Contudo, a Comissão do Livro Escolar da Associação Portuguesa de Editores e Livreiros (CLE/APEL) sublinha que esta medida não reflecte o enorme aumento verificado nos custos de
produção editorial causado por vários factores, nomeadamente a enorme subida verificada nos
combustíveis.

Tal como foi anunciado em Comunicado de Imprensa de 29 de Agosto último, a CLE/APEL
assinou uma convenção com os Ministérios da Educação e da Economia que regula os preços dos
manuais escolares que estão disponíveis no mercado.

Nesse contexto, e após análise feita com base naquela convenção, a CLE/APEL informa que a actualização dos preços dos manuais escolares se situa entre os 5,4% no 1.º ano de escolaridade e os 3,7% no 9.º ano de escolaridade (ver quadro), valores estes que incluem o índice de inflação.

Apesar desta actualização, os manuais escolares em Portugal continuam a ser mais baratos que na esmagadora maioria dos países europeus.

A CLE/APEL sublinha que os manuais escolares portugueses são considerados internacionalmente como dos melhores ao nível científico-pedagógico, consequência do elevado investimento de editores, autores, revisores científicos e pedagógicos, bem como dos restantes profissionais especializados que trabalham na edição escolar.

Lisboa, 8 de Setembro de 2008

A Comissão do Livro Escolar da Associação Portuguesa de Editores e Livreiros»


por Booktailors às 11:41 | comentar | ver comentários (2) | partilhar

Sex, 29/Ago/08
Sex, 29/Ago/08
«A associação Portuguesa de Editores e Livreiros garantiu esta sexta-feira que mais de 95 por cento dos livros escolares já estão disponíveis nas livrarias, com "preços controlados»

Mais desenvolvimentos no Correio da Manhã.


por Booktailors às 17:35 | comentar | ver comentários (1) | partilhar

Sex, 25/Jul/08
Sex, 25/Jul/08
«Rui Beja, administrador da Lisboa Editora, foi eleito hoje, por unanimidade, presidente da Associação Portuguesa de Editores e Livreiros (APEL) para o triénio 2008-2011.»

Mais desenvolvimentos no Diário Digital.

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por Booktailors às 11:59 | comentar | ver comentários (3) | partilhar

Qui, 24/Jul/08
Qui, 24/Jul/08
«Quais os objectivos da sua candidatura?
Há que arrancar para uma vida nova, mais dinâmica, com o desenvolvimento de acções que despertem o interesse dos associados com uma comunicação mais forte, fluente e permanente. (...) Quis fazer uma equipa forte, coesa e representativa. Temos representantes dos maiores grupos de editores e livreiros, dos mais pequenos, dos editores independentes, de pessoas que já fizeram parte dos orgãos da instituição e de outros estreantes. Penso que é importante: cativar novos sócios e organizar sessões que permitam o diálogo e a discussão de temas de relevância para os associados. O objectivo é encontrar ideias que ajudem as grandes e pequenas empresas a desenvolverem a sua actividade da melhor forma possível.


Quais os maiores desafios que espera encontrar?

A curto prazo temos a preparação das feriras do livro de 2009.(...) Há que fazer um caminho sustentado, com uma discussão prévia, de modo a encontrar fórmulas de compromisso que garantam que tudo correrá de maneira a ir ao encontro dos interessados dos leitores, dos editores e dos livreiros. A organização das feiras é da APEL, mas podemos encontrar fórmulas de uma participação abrangente e de uma maior harmonia que a de 2008. Trata-se de um acontecimento ludico-cultural, que deve ser organizado com alguma diferenciação entre os vários participantes, mas de forma equilibrada, equitativa e harmónica. Penso que a partir de dois ou três modelos se poderá chegar a um consenso.


Como está a relação com a UEP?

Entre Dezembro e Janeiro tive várias conversas com colegas da UEP para saber o que pensavam da hipótese de uma reunificação. A receptividade nessa altura (...) foi de bastante abertura. Tem que ser algo do interesse de ambas as partes, sem se passar a ideia que há vencedores e vencidos. Em termos de modelo organizativo há várias possibilidades, como a constituição de uma "federação residente", onde as associações coabitem nas mesmas instalações, tendo serviços comuns. Na prática, deveria passar por um memorando de entendimento com algumas alterações estatutárias que se adequem aos tempos modernos. Temos que dinamiar a APEL sem deixar de ter em atenção as possibilidades de harmonização com outras associações.»

Rui Beja, in JL, 16 a 29 de Julho de 2009, p. 2.


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Seg, 21/Jul/08
Seg, 21/Jul/08

A Associação Portuguesa de Editores e Livreiros (APEL) possui um novo website. O endereço mantém-se (http://www.apel.pt/), a imagem é que (felizmente) não, apresentando uma homepage totalmente dinâmica, totalmente ocupada maioritariamente por destaques e notícias.

A realçar ainda o centro de documentação (legislação, estudos, apoios,...), que contém uma série de documentos essenciais para os profissionais do sector. Aqui encontram ainda um somatório de feiras do livro nacionais.

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por Booktailors às 11:53 | comentar | partilhar

Qui, 17/Jul/08
Qui, 17/Jul/08
Rui Manuel Monteiro de Oliveira Beja, nascido em Lisboa em 1944, casado, três filhos, é licenciado em Controlo Financeiro pelo “Instituto Superior de Contabilidade e Administração de Lisboa”.

É membro da “Ordem dos Economistas”, da “Ordem dos Revisores Oficiais de Contas” e da “Associação Portuguesa de Peritos Contabilistas”, bem como da “Associação Portuguesa de Gestão de Riscos e Seguros” e do ”Instituto Português de Corporate Governance”.

É Administrador não Executivo e Consultor da Administração da Lisboa Editora SA / Grupo Porto Editora. Tem exercido actividade no âmbito do ensino, da revisão oficial de contas e da consultoria de gestão, com especial incidência nos domínios da gestão editorial, da governação e organização empresarial, da gestão dos riscos do negócio e da responsabilidade social das empresas.


É docente da disciplina de “Gestão Editorial” no mestrado em “Estudos Editoriais – 2º semestre 2007/2008, como Professor Auxiliar Convidado da Universidade de Aveiro.

Integrou a “Comissão Técnica do Desenvolvimento Sustentável” da “Ordem dos Revisores Oficiais de Contas”, no triénio 2002/2005 e, em representação da OROC, foi membro do “Management Committee dos ESRA – European Sustainability Reporting Awards”, tendo feito parte do respectivo júri internacional, em 2004, e presidido ao júri nacional em 2004 e 2005.


Exerceu funções como Presidente do Conselho de Administração do “Círculo de Leitores”, entre Julho de 1992 e Dezembro de 2001. Ao longo de 30 anos esteve ligado a esta empresa editorial subsidiária da “Bertelsmann”, o maior grupo europeu de media. Tendo iniciado a actividade no “Círculo de Leitores”, em 1971, como Director Financeiro, foi Director Geral Adjunto desde 1986 até ser até ser empossado como primeiro responsável pela gestão da empresa; acumulou este cargo com a presidência do Conselho de Administração da “Fundação Círculo de Leitores”, desde a sua constituição em 1995. Foi também presidente da “Bertelsmann Portuguesa,

SGPS” e representou o grupo na qualidade de Country Information Officer. Participou na evolução do “Círculo de Leitores” desde o seu primeiro ano de actividade operacional, em 1971, e era seu presidente quando esta editora em sistema de «clube do livro» foi distinguida, em 1998, com o prémio da “Revista Exame” para a “Melhor entre as Maiores” empresas do sector de “Edição, Informação e Artes Gráficas”.

Esteve envolvido em vários projectos de âmbito editorial e sócio-cultural, com destaque para a publicação de importantes obras de referência na historiografia portuguesa, bem como a criação da editora “Temas e Debates”, da “Fundação Círculo de Leitores”, do “Prémio Literário José Saramago” e das “Olimpíadas da Leitura”.

Em razão da actividade desenvolvida neste grupo editorial fez parte do “Núcleo de Consultores e Colaboradore Especiais” da “Notícias do Milénio” e, em 10 de Junho de 2002, foi agraciado pelo Presidente da República com o grau de Comendador da Ordem do Mérito.


Publicou diversos artigos nas revistas “Contabilidade e Finanças”, “Revisores & Empresas” e “Im))pactus”, versando as temáticas do planeamento estratégico, gestão dos riscos do negócio e responsabilidade social das empresas.

Participou como orador em várias conferências e seminários, promovidos por instituições académicas e empresariais e apresentou uma comunicação sobre “Relato e Auditoria dos Riscos do Negócio” no “X Congresso da Contabilidade”, em Novembro de 2004. É autor do livro “Risk Management – Gestão, Relato e Auditoria dos Riscos do Negócio”, publicado pela Áreas Editora em Outubro de 2004.

É autor do livro “Risk Management – Gestão, Relato e Auditoria dos Riscos do Negócio”, publicado pela Áreas Editora em Outubro de 2004.

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por Booktailors às 08:24 | comentar | partilhar

Qua, 16/Jul/08
Qua, 16/Jul/08
«Em declarações à Lusa, Rui Beja assinalou que perspectiva "uma mudança estatutária" para a qual equacionou duas hipóteses.

"Uma estrutura que junte livreiros e editores no que aos dois sectores diz respeito, mas que crie especificidades para cada área - explicitou - Outra hipótese poderá ir no sentido da criação de uma federação que agrupe os diversos sectores, e cuja direcção seria eleita a partir das respectivas direcções".
(...)
Duas das questões que a nova direcção terá em mãos são a modernização da Feira do Livro de Lisboa e um novo local para a do Porto.
(...)
Noutro passo da entrevista, disse pretender "uma aproximação" à congénere União de Editores Portugueses (UEP) na medida em que "no essencial estamos todos de acordo
(...)
O Acordo Ortográfico é outro assunto com que a sua presidência irá lidar e a propósito do qual considerou serem "as famílias e o Estado Português os grandes prejudicados".

"Contrário" ao Acordo Ortográfico, Rui Beja alega que este "vem no sentido contrário aos dos objectivos do Plano nacional de Leitura, e que mais razão têm os seus críticos do que os poucos defensores".»

Mais desenvolvimentos aqui.

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por Booktailors às 13:20 | comentar | partilhar

Qua, 16/Jul/08
A pedido de algumas pessoas, voltamos a publicar a lista da equipa candidata à direcção da APEL, agora com as respectivas referências às editoras/livrarias representadas.

Mesa da Assembleia Geral
- Paulo Teixeira Pinto (Presidente, Guimarães Editora)
- Sebastião Sena Esteves (1º secretário, Editora Ulisseia)
- David Belo Ferreira (2º secretário, FNAC)

Direcção
- Rui Beja (Presidente, Lisboa Editora)
- João Espadinha (Vice-Presidente, Editorial Presença)
- Henrique Mota (Vice-Presidente, Principia Editora)
- Pedro Cabrita Carneiro (Vogal, Círculo de Leitores)
- Ana Neves (Vogal, El Corte Inglés)
- Jorge Reis-Sá (Suplente, Do Impensável)
- Margarida Dias Pinheiro (Suplente, Livraria Ferin)

Conselho Fiscal
- António Baptista Lopes (Presidente, Âncora Editora)
- Ana Paula Tavares (Vogal, Áreas Editora)
- Pedro Prata Ginja (Vogal, Plátano Editora)

Conselho Técnico de Editores
- Pedro Cabrita Carneiro (Presidente, Círculo de Leitores)
- Frederico Annes (Vogal, Lidel Editora)
- Joel Antero Amaro (Vogal, Dinalivro, Editor, importador e distribuidor)

Conselho Técnico de Livreiros
- Ana Neves (Presidente, El Corte Inglés)
- Maria Alexandra Vieira (Vogal, Livraria Arquivo - Leiria)
- Célia Franco (Vogal, Livraria Pretexto - Viseu)

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Ter, 15/Jul/08
Ter, 15/Jul/08
«O CONTEXTO ACTUAL DA ACTIVIDADE EDITORIAL E LIVREIRA


O negócio do livro, da edição às diferentes formas de difusão e comercialização de conteúdos, tem sido objecto de profundas transformações a nível global e também no nosso país:

- Significativos movimentos de concentração em grupos com forte capacidade económica e operacional, tanto do lado da edição como da distribuição/retalho;

- Aparecimento recente de numerosos e relevantes projectos editoriais e livreiros independentes, de micro e pequena dimensão, a par do fortalecimento de outras iniciativas;

- Surgimento de novos e importantes canais de distribuição, dos já “instalados” hipermercados e lojas FNAC aos mais recentes: quiosques (essencialmente “ofertas” promocionais de jornais e revistas), lojas de conveniência (incluindo aeroportos e gasolineiras), livrarias virtuais e empresas abertas ao público (caso dos CTT)

- Redução substancial da quantidade de livrarias independentes e do volume de negócios efectuados pelas que subsistem;

- Implementação e crescimento de novas tecnologias digitais e meios electrónicos de comunicação, com impactes contraditórios no mercado do livro impresso: alguns favoráveis (viabilização de pequenas edições, divulgação de títulos e estímulo de vendas através de consulta/promoção via Internet...) e outros desfavoráveis (substituição de livros de referência por buscas na Internet, apetência emergente para livros electrónicos de teor técnico-profissional, versões electrónicas “pirateadas”...);

- Vulgarização da fotocópia de livros, sem que a salvaguarda dos interesses profissionais e comerciais esteja adequadamente regulamentada e instituída

- Aumento das excepções à utilização e reprodução de obras protegidas pelo Código do Direito de Autor, por via da transposição de Directiva Comunitária (Lei n.° 50/2004, artigo 75.°);

- Alterações relevantes nas políticas editoriais, com um assinalável crescendo de novos títulos disponibilizados e redução drástica do período de vida útil de cada novidade;

- Continuado aparecimento de actividades lúdico-culturais que concorrem directamente com a leitura, em atractividade e na ocupação de tempos livres;

- Modificação das preferências de leitura, com concentração da escolha dos consumidores num número restrito de autores, por efeitos mediáticos; e

- Incremento de plataformas tecnológicas de ensino à distância com apoio audiovisual, reduzindo as potencialidades de crescimento dos livros escolares e técnico-profissionais

O movimento associativo na área do livro, em Portugal, não obstante o empenhamento e a qualidade profissional dos seus dirigentes, tem sido afectado por vicissitudes limitativas de uma adequação eficaz às novas realidades:

- Dimensão pequena e predominantemente familiar, ou mesmo unipessoal, da maioria das empresas do sector, inibidora de um relacionamento institucional sólido;

- Multiplicidade, contradição e cruzamento de interesses entre associados com diferentes âmbitos de actividade (editores, distribuidores, livreiros, alfarrabistas), frequentemente sobrepostos na mesma entidade ou grupo;

- Interacção complexa com múltiplas entidades organicamente
externas mas funcionalmente interdependentes, tanto a nível
individual como associativo e institucional;

- Fragilização adicional em resultado da cisão na APEL e constituição da UEP, com consequências indesejáveis nos domínios da postura institucional, da dispersão de atenções, da utilização de meios e do consumo de energias.

A ORIENTAÇÃO ESTRATÉGICA
Retomar o processo de aproximação entre as Direcções da APEL e da UEP, que culminou, no final de 2007, com o saneamento do contencioso legal que até aí vinha subsistindo, tendo como objectivo a formalização de um acordo sólido e consequente que, não excluindo melhores alternativas, poderá passar pelo ajustamento dos actuais Estatutos, ou por reconversão da APEL numa Federação Portuguesa do Livro que funcione como “Federação Residente” de pelo menos duas entidades a constituir em simultâneo com a extinção da APEL e da UEP: a Associação
de Editores e a Associação de Livreiros”, porquanto:

- O retalho livreiro continua, em boa parte, a ser exercido por grupos com actividade vertical (editor e livreiro), filiados ou não na APEL e/ou na UEP;

- As características do sector, sintetizadas no “Enquadramento Geral”, tendem a privilegiar a existência de uma entidade associativa, com dimensão crítica e capacidade negocial, que potencie a defesa dos muitos interesses comuns e minimize os diferentes interesses e perspectivas que se colocam em qualquer instituição deste tipo;

- A APEL, para além do longo historial de uma instituição com mais de 80 anos de existência, beneficia da qualidade de “Pessoa Colectiva de Utilidade Pública” (reconhecida em 4 de Maio de 1995, nos termos do Decreto-Lei n.° 460/77, de 7 de Novembro) e, não menos importante, tem atribuições institucionais, a nível nacional e internacional, cuja transferência para outra qualquer entidade que não resulte da sua própria reconversão ocasionaria uma indesejável desconcentração no objectivo essencial que se pretende atingir: a valorização das actividades editorial e livreira e a defesa dos legítimos interesses dos seus intervenientes.

Potenciar o movimento associativo, por via do seguinte enfoque estratégico:
- Fortalecer a intervenção institucional;

- Dinamizar a actividade associativa; e

- Optimizar a organização interna.

AS LINHAS PROGRAMÁTICAS
Fortalecer a Intervenção Institucional
- Rever e ajustar os Estatutos tendo em vista a respectiva adequação às novas realidades;

- Dotar os Órgãos Sociais de uma composição representativa, coesa e empenhada;

- Potenciar todo o capital de prestígio e credibilidade granjeado, ao longo dos tempos, pelos profissionais do livro e pelos seus lídimos representantes;

Dar prioridade à resolução de todos os assuntos que se encontrem pendentes de decisão ou acordo com outras instituições;

- Garantir um relacionamento estável e profícuo com as personalidades e órgãos estatais influentes na área do livro e da leitura;

- Manter e reforçar um relacionamento activo com todas as entidades, nacionais e internacionais – de âmbito cultural, social e económico –, relevantes para o mercado do livro;

- Trabalhar em articulação com Associações, Federações e Confederações representativas de actividades congéneres;

- Privilegiar a relação com instituições congéneres de países lusófonos ou estimular a sua criação nos países onde ainda não existam;

- Assegurar o adequado poder de intervenção em todas as matérias directa ou indirectamente relacionadas com a actividade e os objectivos da Associação;

- Pugnar pela manutenção da Lei do Preço Fixo;

- Estabelecer uma relação estreita e continuada com os media; e

- Desenvolver todas as acções necessárias e compatíveis com uma notoriedade pública elevada e positiva.

Dinamizar a actividade associativa
- Fomentar a filiação de empresas e outras entidades ligadas à produção, comercialização e divulgação do livro, agora afastadas da área associativa;

- Envolver os associados em todas as questões de maior relevância para o desenvolvimento da actividade, estabelecendo,conforme as circunstâncias concretas, meios apropriados de informação, auscultação ou deliberação;

- Desenvolver um projecto de formação para associados e um outro para terceiros interessados em obter conhecimentos nesta área de actividade;

- Estudar a viabilidade e interesse de um “Gabinete de Serviços Partilhados” facilitador de apoio de back office a associados de menor dimensão;

- Instituir uma newsletter electrónica, mensal, complementada por emails informativos emitidos sempre que existam razões para tal;

- Estudar a viabilidade e interesse da criação de um APEL--blogue que viabilize uma maior dinâmica, actualidade e interactividade na comunicação entre a APEL, os seus associados e a comunidade em geral;

- Realizar pelo menos um “Congresso do Livro”, em cada triénio, e estudar a viabilidade de conjugar este evento com uma Feira Internacional do Livro;

- Organizar regularmente seminários, conferências e outras formas de estabelecer uma maior relação entre os associados e com outros actores do mundo do livro, da leitura e da cultura em geral;

- Prosseguir a implementação de um serviço de ISBN eficaz e credível;

- Dar continuidade ao Projecto APEL Digital e aos ajustamentos
adequados;

- Concretizar o processo em curso para envolvimento do INE na obtenção de dados estatísticos fiáveis sobre a edição e o comércio de livros em Portugal;

- Reforçar as diligências para a alteração do sistema de “depósito legal”;

- Avaliar o actual modelo das Feiras do Livro de Lisboa e do Porto e introduzir as alterações modificativas que se justifiquem e sejam viáveis, com salvaguarda da dignidade e interesse público do evento, tendo nomeadamente em conta a sua localização, a compatibilidade dos descontos praticados com o facto de não se tratar de “feiras de saldos” e a garantia de igualdade de oportunidades aos editores e livreiros de diferente dimensão e capacidade financeira, com particular atenção às necessidades dos pequenos editores;

- Elaborar um projecto de modernização da Feira do Livro de Lisboa, a apresentar à CML até 2008-11-30, conforme o “Memorando de Entendimento” assinado em 2008-05-19 entre a CML, a APEL e a UEP;

- Diligenciar no sentido de uma melhor e mais ampla representação nas Feiras Internacionais, tanto através de um apoio estatal consentâneo com o seu manifesto interesse para a divulgação da cultura portuguesa, como do possível estabelecimento de parcerias com patrocinadores privados;

- Acompanhar de perto a evolução do livro electrónico e o respectivo enquadramento legal;

- Promover, em cooperação com as partes interessadas (associados e instituições públicas e privadas), uma forte campanha de sensibilização e combate à pirataria de conteúdos, à utilização abusiva da cópia privada e à violação dos direitos de autor e de propriedade intelectual;

- Actuar junto das entidades competentes, no sentido de maior divulgação do livro português no estrangeiro e nas comunidades lusófonas em particular;

- Sensibilizar os responsáveis políticos para a dinamização das aquisições de livros por parte das bibliotecas, em especial as escolares; e

- Escrutinar e participar na evolução do processo de ratificação e dos prazos para implementação do “Acordo Ortográfico” por parte de Portugal, contribuindo activamente para uma avaliação abrangente de todas as implicações culturais que do mesmo decorrem, assim como para a salvaguarda das fortes implicações económicas e operacionais que se farão sentir na actividade editorial.

Optimizar a organização interna
- Propor à Assembleia-Geral, nos termos dos Estatutos (parágrafo único, do artigo 36.°), a criação de um Conselho Técnico do Livro Escolar, oficializando e regulamentando a actividade que de há muito tem vindo a ser desenvolvida
pela Comissão do Livro Escolar;

- Propor à Assembleia-Geral, nos termos dos Estatutos (parágrafo único, do artigo 36.°), a criação de um Conselho Técnico das Feiras do Livro, de forma a instituir um órgão especializado na organização de eventos que, pela sua relevância e regularidade, requerem experiência específica e concentração continuada;

- Aprofundar regras para uma eficaz articulação de responsabilidades entre os Órgãos Sociais e entre estes e o(a) Secretário( a)-Geral;
- Estabelecer adequados fluxos de comunicação entre os Órgãos Sociais, o(a) Secretário(a)-Geral e os Associados;

- Definir o perfil e o âmbito das funções a desempenhar pelo(a) Secretário(a)-Geral;
- Analisar as funções e responsabilidades atribuídas aos diversos colaboradores e levar a cabo os ajustamentos e as acções de formação que se mostrarem necessários;

- Avaliar as condições de trabalho existentes, nomeadamente a funcionalidade das instalações e a adequação dos equipamentos e dos sistemas informáticos;


- Apreciar o tipo, a eficácia e o custo dos serviços prestados por consultores externos;

- Contratar os serviços de um Revisor Oficial de Contas (ou Sociedade de ROC) que proceda à auditoria financeira e à avaliação do sistema de controlo interno à data de início de funções dos novos Órgãos Sociais; e

- Contratar um ROC (ou SROC) para auditoria e certificação anual de contas.»

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por Booktailors às 13:06 | comentar | partilhar

Ter, 15/Jul/08
«Acreditamos no livro, na palavra escrita e nos hábitos de leitura como um dos principais factores de desenvolvimento democrático e enriquecimento sociocultural da Humanidade.

Acreditamos no papel fundamental que cabe a editores e livreiros como garante do futuro do livro e da palavra escrita. Acreditamos no querer e na competência de editores e livreiros para enfrentarem com sucesso os desafios que se colocam à sociedade em geral, e à nossa actividade em particular, com a transição de paradigma da “Era da Galáxia Gutenberg” para a “Era da Informação Globalizada”.

Em particular, acreditamos nas virtudes de um mundo editorial diversificado, conjugando diferentes projectos editoriais nas ideias, nas formas, nas vinculações empresariais e nas respectivas dimensões.

Acreditamos que os editores e os livreiros comungam da nossa convicção de que, para o sucesso da nossa actividade, é imprescindível um movimento associativo forte e coeso que congregue vontades, potencie os muitos interesses comuns e consensualize as divergências que ao longo da última década nos têm dividido.

Com base nestas convicções, apresentamo-nos ao sufrágio dos associados da APEL com um Programa de Candidatura e uma Lista de Candidatos que enfatiza os seguintes princípios:
- Defender intransigentemente a ética, os deveres e os direitos dos associados, em todos os domínios de intervenção que são competência da APEL;

- Representar os interesses de todo o tipo de empresas editoriais e livreiras, nomeadamente do mundo editorial e livreiro independente, contribuindo para a sua organização e funcionamento, através de projectos de cooperação de ideias e de partilha de esforços;

- Dar continuidade à modernização de métodos e meios de trabalho e optimizar metodologias de comunicação e informação entre os associados e entre estes e a sociedade em geral, tanto no que respeita aos instrumentos utilizados como na organização e concretização de acções de formação e de eventos públicos
relevantes;

- Ajustar os Estatutos da APEL e a sua organização interna em tudo quanto se mostre adequado para fortalecer a representação dos interesses dos editores e livreiros e o movimento associativo, dinamizar a actividade editorial e livreira, valorizar a imagem pública do sector e incrementar a capacidade de intervenção institucional que lhe é própria, potenciando todo o capital de prestígio e credibilidade granjeado, ao longo dos tempos, pelos profissionais do livro e pelos seus lídimos representantes; e

- Diligenciar no sentido de se alcançar a articulação e harmonização do movimento associativo, com espírito de consenso, postura assertiva e respeito mútuo, procurando um modelo organizativo que, salvaguardando o património comum de editores e livreiros, permita encontrar soluções de trabalho comuns, flexíveis, eficazes e duradouras.»

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por Booktailors às 13:03 | comentar | partilhar

Ter, 15/Jul/08
Deixamos aqui a carta de apresentação de Rui Beja para a candidatura à presidência da APEL:


ELEIÇÕES DOS ÓRGÃOS ASSOCIATIVOS TRIÉNIO 2008-2011

APRESENTAÇÃO DE CANDIDATURA
O LIVRO QUE NOS UNE – O DESAFIO QUE NOS MOTIVA

Projecção de Editores e Livreiros na divulgação do Livro e dos Hábitos de Leitura


Caros Colegas

Terminado o mandato dos actuais Órgãos Associativos e passado o período de prorrogação de exercício de funções que abnegadamente aceitaram cumprir para organização e concretização das Feiras do Livro de Lisboa e do Porto, foi, como é do vosso conhecimento, convocada para o próximo dia 24 de Julho uma Assembleia-Geral Ordinária para Eleição dos Órgãos Associativos para o Triénio 2008-2011.

No contexto de profunda mudança e significativa tensão que tem caracterizado os tempos mais recentes do mundo editorial e livreiro e da sua vida associativa, o presente acto eleitoral reveste-se de importância e responsabilidades acrescidas.

A adequação às realidades emergentes, o acompanhamento e apoio à dinamização da actividade editorial e livreira, a valorização da imagem pública do sector e o incremento da capacidade de intervenção institucional, potenciando todo o capital de prestígio e de credibilidade granjeado ao longo dos tempos pelos profissionais do livro e pelos seus lídimos representantes, constituem, do nosso ponto de vista, os principais objectivos estratégicos a prosseguir no futuro próximo pelos Órgãos Associativos da APEL.

É neste quadro, conscientes dos relevantes desafios que nos aguardam e empenhados em dar o melhor do nosso esforço para obter os resultados que de nós são esperados, que os membros da Lista de Candidatura que tenho a honra de liderar se apresentam a sufrágio, norteados pelos princípios constantes do Manifesto e Programa que em anexo enviamos para vosso conhecimento e apreciação.

Porque acreditamos que todos não somos de mais para alcançar os objectivos ambiciosos que pretendemos atingir, contamos com a participação, a crítica construtiva e a cooperação activa de todos os Colegas.

A força que nos transmitam para o exercício da missão que nos propomos levar a cabo é para nós da maior importância. Apelamos, pois, à vossa participação massiva no acto eleitoral do próximo dia 24.

Cordiais saudações.

Rui Beja

Candidato a Presidente da Direcção da APEL

Lisboa, 7 de Julho de 2008

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por Booktailors às 12:57 | comentar | partilhar

Ter, 10/Jun/08
Ter, 10/Jun/08
«E da polémica da Feira do Livro?
Acho ridícula, porque a feira, toda ela, precisa de ser renovada há que tempos. A APEL está agarrada ao muito dinheiro que recebe da CML. E o que a Leya pretende fazer era bom que todos os outros fizessem: ter um espaço em que se pode mexer nos livros, ter bancos
para as pessoas se sentarem a ler, a conviver com os autores. Coisa que aquelas barraquinhas caducas não conseguem. Aquilo não funciona e digo-o há anos. As pessoas dirão Ah, está comprada pela Leya. Não é verdade.»

Inês Pedrosa, Sexta, 06.06.2008, p. 15


por Booktailors às 14:57 | comentar | ver comentários (4) | partilhar

Dom, 1/Jun/08
Dom, 1/Jun/08
A sessão foi também pautada pela História.

Foi dessa forma que assistimos à descrição em primeira mão do processo de cisão da APEL e de criação da UEP, há cerca de uma década atrás.

A história, contada de diferentes ângulos, permitiu fazer a ponte entre o que então sucedeu e o que alguns dos associados da UEP, não inseridos no Grupo LeYa (nomeadamente a Europa-América e a Gradiva), sentem que está actualmente a suceder.

Tito Lyon de Castro argumentou que, tal como então foram «arregimentados» votos (por procuração, de associados nunca antes envolvidos nas lides associativas) e «contadas espingardas» para vencer a eleição (após a queda precoce da direcção anterior), o Grupo LeYa estaria actualmente a arregimentar os restantes associados da UEP na prossecução dos seus interesses actuais.

Foi também referida outra questão importante, e relacionada com os pavilhões diferenciados. Apesar de ter havido uma vontade e pressão conjunta por parte da quase totalidade dos associados da UEP (uma exigência antiga, aliás), o processo de apresentação de projectos foi iniciado muito tardiamente, tendo tido como prazo máximo uma semana.

A juntar a isso, Tito Lyon de Castro referiu que, já em Dezembro de 2007 - aquando da primeira abordagem informal nesse sentido, pelo Grupo LeYa, no seio da UEP -, pôde observar que a LeYa teria projectos preparados para os novos pavilhões.

Relativamente à UEP, houve igualmente certas questões que necessitaram de ser esclarecidas, nomeadamente a «confusão» que na comunicação social houve em relação à entidade que liderava as negociações. Para isso, Carlos Veiga Ferreira explicou que a presença de Isaías Gomes Teixeira (Grupo LeYa) nas negociações tripartidas (CML/APEL/UEP) se deveu à saída do anterior vice-presidente da UEP (Dr. Manuel Ferrão, representante da Texto Editora), substituído nessas funções por Isaías Gomes Teixeira.

A mesma questão surgiu relativamente à presença do Eng. Vasco Teixeira nessas sessões, justificada pelo Dr. Rui Beja como representando a Lisboa Editora (pertencente ao Grupo Porto Editora), que assume actualmente um dos cargos da vice-presidência da APEL.

(a continuar)

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por Booktailors às 12:00 | comentar | partilhar

Sex, 30/Mai/08
Sex, 30/Mai/08
A sessão de ontem, acorrida q.b. pelo sector e por poucas mais pessoas, teve como pano de fundo as diferenças APEL/ UEP, a Feira do Livro, a Câmara Municipal de Lisboa (CML) e as questões de fundo dentro do seio da UEP (posição da LeYa face aos restantes sócios).

Tendo iniciado de modo conciliatório, com discursos que apontam caminhos para as duas associações, Tito Lyon de Castro abriu a conversa de forma mais directa e, como já nos habituou, com uma franqueza desarmante.

Com os contributos de Guilherme Valente e as respostas (surpreendentemente directas) do Director da Cultura da Câmara Municipal de Lisboa, os ânimos exaltaram-se e foram ditas coisas que ainda não tinham saído a público, assim como exclarecidas algumas situações.

Faltar, faltar, só faltou Baptista Lopes, referenciado mais do que uma vez no decurso da sua actuação nas negociações com a UEP e a CML.

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Livros de Mês

Osvaldo Silvestre, o «editor do mês», escolheu para livros do mês (os que gostaria de ter publicado), as seguintes obras:
- Diário (1941-19433) de Etty Hillesum (Assírio & Alvim);
- O Mundo num Segundo, Isabel Martins e Bernardo Carvalho (Planeta Tangerina), tendo sido bastante elogiado o trabalho do ilustrador português Bernardo Carvalho (não confundir com o romancista brasileiro);
- O Homem sem Qualidades (vol. II), Robert Musil (D. Quixote);

O que divide os editores?

Esta foi a pergunta que iniciou a conversa.
Carlos Vaz Marques, dirigindo-se a Carlos Veiga Ferreira, teve como resposta uma abordagem histórica, assente em duas tradições e duas épocas distintas: uma primeira época corporativa (do grémio), onde se dividiam de acordo com a sua posição política e dependência do Estado. Quando pedido para explicitar, Carlos Veiga Ferreira referiu a diferença entre as editoras que cresciam à conta do Estado (tendo sido referenciada a Porto Editora e a Verbo, após questão directa de CarlosVaz Marques) e os que eram independentes do Estado (tendo sido referenciada a Europa-América).

Após o 25 de Abril, diz Carlos Veiga Ferreira, mantiveram-se duas tradições, agora já não tão divididas por questões de ideologia política (apesar de Tito Lyon de Castro ter abordado os fundamentos políticos de esquerda subjacentes ao Clube dos Editores e, posteriormente, à UEP), mas sim por questões de conformidade face às alterações, assim como na forma de se pretenderem relacionar com as instâncias do poder político.

Apesar das «tradições», Carlos Veiga Ferreira entendeu que, actualmente, não há questões pessoais pendentes (que afectem ao nível profissional ou associativo), e que existem muitos interesses comuns e visões coincidentes daquilo que se quer fazer do mercado.

Referiu também o quanto o sector tem sido prejudicado pela cisão, nomeadamente ao nível da perda progressiva de apoio público.

(a continuar)

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por Booktailors às 09:46 | comentar | partilhar

Qua, 28/Mai/08
Qua, 28/Mai/08
Na sua newsletter, a Caixotim divulgou o texto que abaixo reproduzimos. Tema: Feira do Livro.
«Abriu há poucos dias a 78.ª Feira do Livro do Porto. Embora sem os focos polémicos que rodearam a Feira do Livro de Lisboa, envolvendo as associações de editores e livreiros e espelhados na comunicação social, também a Feira do Livro do Porto apresenta algumas diferenças em relação aos anos transactos, designadamente quanto à disposição dos expositores na Tenda exterior e a ausência de serviços que penalizam aqueles que nela participam (bastará citar o caso da falta de funcionamento do restaurante que dava apoio a todos quantos nela estão a trabalhar entre as 15 e as 24 horas ou a inexistência de uma instituição bancária, a qual servia múltiplas operações decorrentes deste certame). Além disso, poucos terão deixado de reparar que, na proximidade temporal desta 78.ª Feira do Livro do Porto – e entrando mesmo na data da sua realização – se instalou na Avenida dos Aliados uma tenda de comercialização de livros a preços baixos, não descatalogados pelos editores, rotulada "primavera dos livros", acção em que estiveram envolvidos responsáveis pela Organização oficial da Feira que decorre agora no Palácio de Cristal. Não acreditamos que a APEL e a UEP desconheçam esta situação, pelo que essa iniciativa só pode revelar que o sector do livro e as práticas livreiras se tornaram uma actividade exclusivamente lucrativa, com regras pouco claras e até ostensiva desfaçatez. Por outro lado, contrariando o disposto no artigo 1.º do Regulamento, permite-se a instalação de quem apenas comercializa livros em língua estrangeira, quando só o poderia fazer para a líng ua portuguesa. Por tudo isto (e o mais que aqui se omite) pergunta-se: que motivos levam a que actualmente a Feira do Livro do Porto não seja organizada e programada por Editores e Livreiros da Cidade, como acontecia no passado? Acaso os certames que tinham lugar nos Aliados e que estiveram, ao longo de decénios, sob a responsabilidade de editores como Fernando Machado, Tavares Martins, Manuel Vieira, Fraga Lamares e tantos outros, não constituíram importantes realizações, com larga participação de instituições e dos portuenses em geral?

Entretanto, alargando o âmbito desta análise, ao declarar abertamente, através da comunicação social, o seu desinteresse na participação da Feira do Livro do Porto, justificando-o por uma premissa de ordem comercial, o Grupo LeYa manifestou, para com os leitores do Norte, em geral, e os portuenses, em particular, um total alheamento, senão desprezo, mitigado por uma solução de remedeio encontrada à última hora e que se traduz na presença de uma distribuidora que expõe e comercializa os livros das editoras desse Grupo.

Depois, subsiste o que aconteceu e ainda se verifica em Lisboa, com a pretensão, concretizada, da diferenciação expositiva dessa mesma empresa. Aquilo que diversos Editores, ao longo dos anos, não conseguiram pela força dos argumentos, foi conseguido, de forma sobranceira e diferenciadora, à custa do poder financeiro (senão de outras influências) por uma empresa recém-criada, que agregou numa holding várias editoras de renome. De facto, aquando da primeira participação de «Edições Caixotim» na Feira do Livro de Lisboa — e até por essa razão, dado a inexistência de pavilhão anterior — solicitou-se à APEL a inclusão de um pavilhão idêntico aos demais no seu desenho exterior, mas com algumas diferenças quanto aos materiais de fabrico e na sua disposição interna. Os motivos prendiam-se com a exposição de «edições especiais», que constituem uma das vertentes de maior prestígio desta Editora. Não se buscava, com essa atitude, criar graus de distinção ou supremacia entre editores ou autores literários, mas simplesmente apresentar de forma particular e ainda mais digna o resultado de um trabalho de vários anos, conseguido por uma grande exigência de qualidade editorial e gráfica.

Contudo, tal não foi autorizado pela APEL, que invocou o princípio de se evitar criar assimetrias entre todos os expositores, respeitando com isso não uma uniformidade no que é exposto por cada um, mas reconhecendo que as opções e os interesses dos leitores devem centrar-se exclusivamente nos autores e na qualidade das obras apresentadas e não em elementos externos da esfera do design ou do marketing. Como é evidente, respeitámos essa decisão e compreendemos as razões.

Perante os recentes episódios que envolvem a Feira do Livro de Lisboa temos assistido a uma declarada leviandade no modo como a situação tem sido entendida por analistas e pela comunicação social. Nada haveria, com certeza, a divergir ou até a opor se o Grupo LeYa organizasse a sua própria venda de livros, nesta ou noutra altura, à margem da sazonal Feira do Livro. Todavia, é procurando capitalizar as sinergias de uma iniciativa que tem largas dezenas de anos e que constituiu, sobretudo no passado, um das acções mais emblemáticas para a apresentação e divulgação de livros e autores, que o Grupo LeYa se arroga numa participação sem cumprimento das regras, desde os prazos da inscrição até aos regulamentos vigentes, conforme tem noticiado a APEL. É isso que está em causa, com toda a perturbação e demagogia de razões que têm sido invocadas para essa diferenciação.

«Edições Caixotim» é uma editora do Porto, inscrita na APEL, com mais de sete anos de actividade. A importância da sua actividade editorial pode ser avaliada através do habitual catálogo ou no sítio electrónico http://www.caixotim.pt/. É público o reconhecimento que instituições, entidades públicas e privadas, Universidades e Centros de Investigação, autores e leitores têm manifestado por esta Editora e pelo seu papel na edição portuguesa actual. O editor está, por diversos modos, inserido nesta actividade há mais de vinte e cinco anos, inclusive, numa vertente pessoal, investigando e publicando textos sobre a edição de livros, a história de algumas editoras, editores, livreiros e alfarrabistas. Por isso, não pode deixar de assumir uma posição crítica pelo modo como finalizou o processo da Feira do Livro de Lisboa, tanto mais que esta é apenas uma das facetas visíveis de uma atitude e prática que poderá subverter não só o universo da edição em Portugal, como condicionar, certamente, o futuro das opções de leitura de cada um de nós. Como sabemos, neste particular a procura tem por base a oferta e, condicionada esta (os chamados tops e indicadores de venda imprescindíveis aos «gestores de produto» são disso exemplo), o espectro do que se quer fica necessariamente ao sabor do que se propõe…

Lamenta-se, por outro lado, que quer as entidades associativas e institucionais, quer a comunicação social e, principalmente, aqueles que detêm a qualidade de "autores", não tomem posição quanto ao que significa esta atitude do Grupo LeYa, que se estende ao teor da sua apresentação na Web. Não nos cabe pactuar com a apatia geral e o manifesto desinteresse com que outros aceitam esta posição de força, indicativa de meros interesses empresariais, entenda-se, comerciais. Na nossa perspectiva, é a própria história da edição em Portugal e o que esta representou no surgimento de autores, correntes literárias, movimentos culturais, que serviram a dar fisionomia criativa, literária e cultural a Portugal que paulatinamente será posta em causa. Nesta Editora não há a estultícia de ensinar quem quer que seja a editar, ainda que se mantenha o propósito de lutar pela memória das artes gráficas e pelo saber daqueles que fizeram emparceirar a "arte negra" ao lado das mais elevadas criações do espírito humano, mas, por isso mesmo, com o saber da História e os testemunhos do passado, jamais se poderá aceitar o advento de quem pretende, a modos de descoberta paraclética, "despertar as múltiplas geografias da alma lusófona" e "transformar […] a alma lusófona em linguagem universal». Não o aceitamos porque reconhecemos, sem miopia, que essa vocação tem sido assumida ao longo de mais de um século por muitos Editores e, principalmente por aqueles que estando distantes das esferas comerciais, fazem da sua vida uma via de p ensamento e de acção cultural. Afinal, para que serve a demagogia das palavras, quando a realidade das afirmações e da prática se mostra despudoradamente outra?

O Editor

Paulo Samuel»


por Booktailors às 18:20 | comentar | ver comentários (4) | partilhar

Sáb, 24/Mai/08
Sáb, 24/Mai/08
Um artigo hoje no DN de Leonor Figueiredo dá conta do alargamento do certame até dia 15 de Junho.

Depois de Baptista Lopes ter lamentado não ter sido possível a união das duas editoras, Carlos Veiga Ferreira fala pelo mesmo tom e avança que é desejável a união das duas associações: «"Penso que o acordo [com a APEL] permite dizer que a feira de 2009 já está assente em boas bases. Prevê-se que até ao fim de Novembro esteja tudo firmado. Para 2010 desejo que a feira seja organizada por uma associação que englobe APEL e UEL"».

Mais desenvolvimentos no DN.


por Booktailors às 13:44 | comentar | partilhar

Qua, 21/Mai/08
Qua, 21/Mai/08

Ruben de Carvalho publicou no 1º caderno do jornal expresso, p.44,17.05.2008, um artigo de opinião sobre a Feira do Livro, intitulado "Por mim, quero ir à feira!". Sobre a feira do Livro de Lisboa ou sobre a APEL, não dá para perceber bem...


«...a Feira ligou-se intimamente à Associação Portuguesa de Editores e Livreiros, a APEL. Ora, não pode deixar de se apontar que a APEL é uma organização com traços originais, apenas compreensíveis quando se recorda que reflecte a realidade criada pelo salazarismo e o seu genético obscurantismo cultural.
É fácil depreender ser relativamente estranho que surjam associados numa mesma estrutura entidades que, lidando embora com a mesma realidade, com o mesmo produto – o livro – não têm em relação a ele exactamente os mesmos interesses. (...)

O facto da APEL se ter constituído releva da herança política e cultural do salazarismo: por um lado, alguma herança (mais que não fosse orgânica) do quadro legal fascista e da mistificação corporativa – os grémios – tentando iludir as contradições que inevitavelmente atravessam as sociedades; por outro, e mais importante exactamente o facto de à época editores e livreiros terem um adversário comum - a repressão censória, a apreensão, a perseguição policial - que criou, como em tantas outras áreas da sociedade portuguesa, a evidência de que acabava sendo mais importante quanto os identificava do que quanto os separava. E tal evidência ainda mais floriu com os cravos de Abril.

Decorridas três décadas, naturalmente que lógicas diferenças de interesses se vieram a revelar ou avolumar, o que acabou por dar origem ao surgimento de nova organização associando exclusivamente editores, enquanto se manteve a APEL, procurando manter a postura de conjugar interesses e tradições nas actividades dignificadas pela comum ligação ao livro.
Das técnicas gráficas à entrada de grandes capitais na produção e na distribuição livreira, foram entretanto enormes as modificações. E, previsivelmente, agravaram-se contradições não apenas entre os protagonistas, mas em geral. Para muitos dos seus participantes, a Feira do Livro de Lisboa tem visto diminuir a sua antiga relevância económica e não podem ser ignoradas as já antigas advertências de que alguma coisa tinha de mudar face à perda de eficácia dos generosos critérios de organização e funcionamento.»

Versão completa aqui.


por Booktailors às 08:12 | comentar | partilhar

Ter, 20/Mai/08
Ter, 20/Mai/08
«A Associação Portuguesa de Editores e Livreiros (APEL), que organiza a Feira do Livro de Lisboa, faz depender do Grupo LeYa a abertura do certame. Num comunicado hoje enviado, a APEL "assegura que todos os stands da sua responsabilidade, bem como o espaço envolvente, estarão prontos na quinta-feira, dia 22 de Maio", fazendo depender da conclusão dos pavilhões o grupo LeYa a abertura da Feira, prevista para o fim-de-semana»

Mais desenvolvimentos no Público.


por Booktailors às 21:36 | comentar | ver comentários (4) | partilhar

Ter, 20/Mai/08
Está a decorrer, neste preciso momento, uma conferência da Porto Editora.

Logo que possível divulgaremos o conteúdo lá difundido.

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por Booktailors às 16:37 | comentar | ver comentários (2) | partilhar

Qui, 15/Mai/08
Qui, 15/Mai/08
Acrescentando só mais algumas coisas escutadas no Fórum TSF, às 11:30, e já referenciado pelo post da Sara, gostaríamos de dizer que Isaías Gomes Teixeira também disse que:

O despacho da Câmara Municipal terá chamado claramente o Presidente da APEL de mentiroso;
e que a Leya, ao contrário de outros editores que vão para a Feira "feirar"[!] e ganhar dinheiro, entende a Feira do Livro como uma festa, uma oportunidade de mostrar o seus livros e o seu fundo de catálogo. Não é uma oportunidade de ganhar dinheiro.

Já agora, perguntamos nós, qual foi mesmo o motivo que o levou a dizer que não estariam presentes na Feira do Porto?


por Booktailors às 14:47 | comentar | ver comentários (2) | partilhar

Qui, 15/Mai/08
Deixamos o comunicado veiculado ontem pela APEL a horas tardias. Com este comunicado, confessamos não ter certezas quanto à validade do post anterior, que dava conta de uma conferência de imprensa da APEL para hoje, ao final do dia. As nossas desculpas pela confusão. Mas apenas tivemos acesso ao texto da APEL via LER, que recebeu o comunicado.

«Os trabalhos de montagem da Feira do Livro de Lisboa foram inesperadamente suspensos, esta manhã, nos termos de uma decisão verbal do Senhor Director Municipal de Cultura, que não foi fundamentada nem formalizada até este momento.

A APEL não entende a posição tomada pelo Senhor Director Municipal de Cultura que só serve os propósitos empresariais do Grupo Leya e menospreza os interesses comuns e gerais do mundo editorial português representado maioritariamente na feira, já que a associação salvaguardou todos os requisitos impostos pela Câmara Municipal de Lisboa para a cedência do espaço e para o apoio a este evento:

(1) dinamização massiva do mundo editorial português, incluindo a maioria dos editores associados da UEP, traduzido na presença de um número de participantes maior que em 2007:
(2) entrega de layout da Feira dentro dos prazos e nos termos determinados pelos responsáveis municipais.

Em face desta situação, que compromete a realização da feira, a APEL manifesta a sua estranheza e incompreensão em face dos graves inconvenientes, transtornos e prejuízos para os editores portugueses e relativamente aos quais declina, desde já, qualquer responsabilidade moral ou económica.

No sentido de esclarecer os mais de 120 editores inscritos na Feira do Livro de Lisboa, a APEL solicitou hoje uma audiência à Senhora Vereadora da Cultura e marcou uma nova assembleia de participantes para a próxima sexta-feira às 1800h.»


por Booktailors às 13:45 | comentar | partilhar

Seg, 12/Mai/08
Seg, 12/Mai/08
Deixamos aqui o mais recente comunicado de imprensa da APEL sobre o tema "Feira do Livro", intitulado " A Feira do Livro de Lisboa e as pressões do Grupo Leya".

A grande novidade parece ser o facto da LeYa «ter delegado a sua representação numa livraria de Braga que, para esse efeito, requereu mais um stand para comercializar os livros das
editoras daquele grupo».

Aqui fica o press na íntegra.

«Já passaram 12 dias do fim do prazo oficial de inscrição na 78.ª edição da Feira do Livro de Lisboa.

Já passaram cinco dias do prazo especial acordado com a União de Editores Portugueses (UEP) para os respectivos associados se inscreverem no certame.

Todos – sublinhamos: todos – se inscreveram de acordo com os regulamentos: 119 participantes, dos quais 21 são membros da UEP. A excepção é, como se sabe, o Grupo Leya, que, pese embora ter beneficiado de um período excepcional para se inscrever até às 12:00 da passada sexta-feira, dia 9 de Maio, não o fez.

Entretanto, foram tornados públicos alguns comentários em relação a esta situação que revelam ou falta de conhecimento sobre todos os factos ou, pior, uma percepção enviesada ou politicamente comprometida da realidade.


Acontece que já se ouvem vozes críticas de dentro da própria UEP em relação à atitude do Grupo Leya, o que vem dar ainda mais força às razões que assistem à Associação Portuguesa de Editores e Livreiros – APEL.

Ainda assim, e para que não subsistam quaisquer dúvidas, a APEL relembra que:


- a opção pela utilização do modelo tradicional de stands foi ratificada em duas Assembleias Gerais de Participantes da Feira do Livro de Lisboa;

- a segunda dessas Assembleias Gerais, realizada a 17 de Abril último, foi marcada propositadamente para que os responsáveis do Grupo Leya pudessem apresentar os seus projectos de novos stands;

- infelizmente, e apesar de ter sido expressamente convidada para o efeito, o Grupo Leya não se fez representar nem tão pouco deu qualquer resposta ao convite formulado;

- é objectivo primordial da Feira do Livro assegurar que toda a oferta editorial em língua portuguesa esteja disponível ao público, em condições de equidade, em contraponto ao que se passa durante todo o ano, em que as regras de mercado definem o que está nos tops e nos escaparates das livrarias e espaços de grande consumo;

- a responsabilidade de organizar um certame como a Feira do Livro de Lisboa exige da APEL uma posição de salvaguarda dos direitos e interesses de todos os participantes, não devendo, pois, permitir que qualquer editor ou grupo editorial, por maior que seja, usufrua de quaisquer privilégios e condições excepcionalmente vantajosas em relação a todos os participantes e que desvirtuam o objectivo da própria Feira do Livro;

- esta responsabilidade da APEL é sustentada pelo apoio dado pelos seus associados e, sublinhe-se, por membros da UEP, que inclusive já denunciaram as pressões que o Grupo Leya tem feito quer dentro daquela agremiação quer, segundo os próprios, junto da Câmara Municipal de Lisboa;

- ninguém mais do que a APEL está interessada na modernização da Feira do Livro de Lisboa e na sua adequação às novas exigências; no entanto, tal propósito não pode ser imposto à pressa, só para alguns e sob a forma de chantagem, antes deve ser pensado a longo prazo. É por isso que foi criada uma Comissão Técnica que já está a trabalhar no novo projecto para a edição de 2009, o qual se espera venha a ser apresentado dentro de algumas semanas.


Neste momento, a 78.ª edição da Feira do Livro de Lisboa apresenta-se com cerca de 190 stands, o que constitui, por si só, um sinal do empenhamento e entusiasmo dos agentes do sector e uma elevada representatividade editorial, factores essenciais para o sucesso do evento.


Naturalmente, estes elementos serão ainda mais satisfatórios se os 23 stands referentes às editoras do Grupo Leya se juntarem ao plano da Feira de Lisboa. Para isso, só é necessário que os responsáveis por aquele grupo respeitem as mesmas regras que todos os participantes, da APEL e da UEP, aceitaram livremente.

O que o Grupo Leya fez na Feira do Livro do Porto não constitui a melhor solução. Relembre-se que o Grupo Leya tornou público que não estaria presente naquele evento; contudo, posteriormente, delegou a sua representação numa livraria de Braga que, para esse efeito, requereu mais um stand para comercializar os livros das editoras daquele grupo.

Enfim, em nome de todos os inscritos na 78.ª Feira do Livro de Lisboa, só resta à Direcção da APEL que o bom senso leve os responsáveis do Grupo Leya a reconsiderarem a sua posição e se inscrevam num dos mais importantes eventos culturais da cidade, sendo certo que a APEL tudo fará para garantir a montagem dos stands mesmo que a inscrição só ocorra a escassos dias da abertura da feira.

A Leya, os seus livros e os seus autores só não estarão na 78.ª Feira do Livro de Lisboa se os responsáveis pelo grupo assim não o quiserem.

A DIRECÇÃO
12 de Maio de 2008»


por Booktailors às 19:10 | comentar | ver comentários (1) | partilhar

Sex, 9/Mai/08
Sex, 9/Mai/08
Transcrevemos o press enviado pela APEL:

«COMUNICADO DE IMPRENSA

APEL reafirma: Grupo Leya não se inscreveu na 78.ª Feira do Livro de Lisboa

A Associação Portuguesa de Editores e Livreiros – APEL vem, por este meio, reafirmar que o Grupo Leya não se inscreveu na 78.ª Feira do Livro de Lisboa, apesar de o término do período de inscrições, inicialmente definido para o passado dia 30 de Abril, ter sido especialmente prolongado até às 12:00 de ontem, quarta-feira, dia 7 de Maio.

A APEL informa também que só na manhã de hoje, 8 de Maio, um representante do Grupo Leya se deslocou à sede da APEL para, em mão,entregar uma carta daquele grupo, acompanhada de outros documentos que não estão de acordo com os regulamentos, com o objectivo de tentar a inscrição de uma designada “Praça Leya”, com 720 m2 – setecentos e vinte metrosquadrados –, cujas características não são enquadráveis com o formato da 78.ªFeira do Livro de Lisboa, na opinião quer dos técnicos da APEL responsáveis pela montagem do certame quer de outros especialistas.

A APEL sublinha, também, que, hoje mesmo, a CML confirmou que a APEL,enquanto organizadora da Feira do Livro de Lisboa, é a única entidade competente para submeter à CML quaisquer projectos de alteração de estrutura daquele certame.

Por conseguinte, a APEL faz saber que, nesta tarde, contactou o Grupo Leya informando que a documentação entregue hoje de manhã não cumpre o que está estipulado nos regulamentos aplicáveis a todos os participantes na Feira do Livro de Lisboa, o que significa que, mesmo que as inscrições fossem reabertas, as pretensões daquele grupo editorial não poderiam ser aceites por respeito ao que foi decidido nas duas Assembleias de Participantes da Feira do Livro de Lisboa que se realizaram nas últimas semanas.

Ainda assim, considerando o superior interesse dos leitores e o próprio prestígio deste importante evento cultural, a APEL afirma estar disponível para apreciar a viabilidade da inscrição do Grupo Leya na Feira do Livro de Lisboa desde que à luz dos respectivos regulamentos e sem quaisquer privilégio e discriminação em relação aos demais participantes, tendo as 12:00 de amanhã como limite para fazer chegar à APEL os documentos necessários.

Posto isto, a APEL assegura que não poupará esforços para que a 78.ª Feira do Livro de Lisboa resulte num evento de grande sucesso, digno do seu historial, em nome da promoção do livro e da leitura.

A DIRECÇÃO


por Booktailors às 21:00 | comentar | partilhar

Seg, 14/Abr/08
Seg, 14/Abr/08
Sim, estamos na Feira do Livro de Londres, mas Lisboa continua na nossa lembrança e, hoje, soubemos de mais novidades no caso Feira do Livro de Lisboa.

Apesar de ainda nada estar decidido na Câmara de Lisboa, a APEL já começou a preparar a organização da 78ª feira, abrindo as inscrições.

Todos os associados foram convidados para estarem presentes numa assembleia geral (dia 17 às 18:30 no Hotel Roma) onde, e se o Grupo Leya quiser e estiver disponível, todos poderão ouvir as exigência deste grupo, de modo a conseguir alcançar-se um resultado melhor.


por Booktailors às 22:03 | comentar | partilhar

Qui, 10/Abr/08
Qui, 10/Abr/08
O Blogtailors teve acesso e resolveu transcrever a carta da APEL à Presidência da Câmara de Lisboa:

«… informamos termos tomado conhecimento da iniciativa da União de Editores Portugueses (UEP) de solicitar a disponibilização do espaço referente ao Parque Eduardo VII, para os dias coincidentes com a realização da 78ª Feira do Livro de Lisboa, com vista à organização de uma feira do livro paralela da responsabilidade daquela entidade. Uma intenção que, sabemos também, motivou a UEP a convocar uma reunião com os seus associados para apresentar as resoluções tomadas.

Entendemos ser nosso dever alertar V. Exa. para os graves problemas que estas atitudes podem trazer para a realização e sucesso da 78ª Feira do Livro de Lisboa, agendada para o próximo mês de Maio, sobretudo se a Câmara Municipal de Lisboa deferir o pedido feito pela UEP. Problemas que, sublinhe-se, se agudizariam no próximo ano.

De facto, conceder à UEP espaço para a organização de um evento em simultâneo com a 78ª Feira do Livro de Lisboa potenciaria a desvalorização cultural da feira que os lisboetas tanto estimam. Pior, constituiria um precedente que se revelaria extremamente difícil de gerir e cujas consequências afectariam a feira deste ano mas também os trabalhos de organização da Feira do Livro de 2009.

Isto porque passaria a haver toda a legitimidade para que outras associações de livreiros, de distribuidores, de alfarrabistas ou similares também apresentassem à Câmara Municipal de Lisboa um pedido de espaço para organização de uma feira do livro em simultâneo. Tal problema poderia ser mesmo extensível a outros sectores e outro tipo de eventos em espaço público.

Não é, pois, nenhum exagero afirmar que uma eventual resposta positiva à pretensão da UEP representaria abrir “uma caixa de Pandora” que, para além de todos os constrangimentos e polémicas, resultaria na descaracterização de um evento que tão bem tem servido os lisboetas e a cidade de Lisboa.

De caminho, é pertinente sublinhar que, objectivamente, não há qualquer argumento substantivo para que a organização da Feira do Livro de Lisboa não seja da responsabilidade da APEL, como aconteceu em 77 edições do certame.

Ao longo dos anos, a APEL soube sempre honrar os compromissos assumidos, com o rigor e o sentido de responsabilidade que decorre de organizar algo que é comummente considerado como a verdadeira festa do livro e que constitui um património bem mais valioso que qualquer pretensão de determinado agente ou conjunto de agentes.

É com base na justeza dos argumentos apresentados que apelamos a V. Exa. para a cedência do Parque Eduardo VII num quadro de exclusividade à nossa associação, em nome do sucesso da 78ª Feira do Livro de Lisboa, que pretendemos realizar entre o dia 21 de Maio e 10 de Junho.
Por fim, informamos V. Exa., que a APEL e a UEP continuam a desenvolver contactos por forma a tentar contribuir para a resolução deste impasse.

Certos que o acima exposto mereça de V. Exa. a devida consideração, agradecemos a atenção dispensada e subscrevemo-nos,

António Baptista Lopes»

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por Booktailors às 18:56 | comentar | partilhar

Qua, 9/Abr/08
Qua, 9/Abr/08

A APEL participará este ano, pela primeira vez, na Feira do Livro de Londres (14 a 16 de abril). De salientar ainda que a Porto Editora e a Plátano Editora também estarão presentes.

É certo que este será um dos pontos pelo qual passaremos...

Mais desenvolvimentos na página de Cultura da RTP.


por Booktailors às 20:56 | comentar | partilhar






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