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Associações e Institutos de Investigação
Feiras internacionais
Seg, 22/Set/14
Seg, 22/Set/14

 

A Associação Cultural e Artística Elucid’Arte, em parceria com a Câmara Municipal de Setúbal, iniciou esta manhã a promoção da ação Clipe de Leitura. Sob o mote «Traga um livro e leve outro!», a ação iniciou-se com a instalação de uma dezena de suportes para publicações na área compreendida entre a Biblioteca Pública Municipal, o coreto e o Parque do Bonfim, em Setúbal.

 

Com a instalação de suportes metálicos para a colocação de todo o tipo de livros e jornais, da imprensa local à nacional, a Elucid'Arte espera cativar os utilizadores do espaço público para a leitura, fazendo com que os livros e jornais disponibilizados circulem pelos habitantes de Setúbal. O número de suportes poderá vir a ser alargar-se a outros locais da cidade.

 

«O objetivo primordial é promover a leitura no espaço público», destaca Rui Pereira, da Associação Cultural e Artística Elucid’Arte, adiantando que a iniciativa surgiu «após um trabalho de pesquisa, no qual a associação procurou pequenas intervenções que poderiam ser implementadas na área urbana de Setúbal», inspirando-se numa iniciativa holandesa semelhante.

 

Neste momento inicial da ação, os exemplares serão acompanhados por separadores personalizados, com poemas e imagens alusivas à temática das Comemorações Bocagianas. Os livros, cedidos pela Elucid’Arte e pela Biblioteca Pública Municipal, estarão cobertos por um invólucro de plástico para proteção da chuva. A ação será mantida até ao final do ano de 2014, podendo ter continuidade consoante a adesão à iniciativa. Saiba mais aqui.


por Booktailors às 16:00 | comentar | partilhar

Seg, 18/Ago/14
Seg, 18/Ago/14

 

A Rede de Bibliotecas Escolares participa na 43.ª Conferência Internacional da Associação Internacional de Bibliotecas Escolares, que decorre em Moscovo, onde irá apresentar o Quadro Estratégico 2014-2020. A RBE é membro da IASL desde a sua fundação, em 1996. Ler aqui.

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No segundo semestre, a formação da Booktailors regressa com os vales-ofertaPara saber mais, esteja atento ao Blogtailors.


por Booktailors às 09:00 | comentar | partilhar

Ter, 29/Jul/14
Ter, 29/Jul/14

 

A Associação de Editores Alemães falhou ao tentar convencer o tribunal alemão a encerrar o sítio Tom Kabinet, onde são vendidos em linha livros digitais usados. Christiaan Alberdingk Thijm, o advogado da associação, defende que o sítio Tom Kabinet infringe a lei do copyright. Ler aqui.

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2 livros por 20€ A Edição de Livros e a Gestão Estratégica e um volume da coleção «Protagonistas da Edição» (Fernando Guedes: O decano dos editores portugueses ou Carlos da Veiga Ferreira: Os editores não se abatem. Encomendas através do e-mail encomendas@booktailors.comPortes de envio incluídos (válido para território nacional).


por Booktailors às 09:00 | comentar | partilhar

Qua, 11/Jun/14
Qua, 11/Jun/14

 

«O editor livreiro Henrique Mota, de 56 anos, fundador da Principia, foi eleito vice-presidente da Federação Europeia de Editores (FEP), que passa a ser liderada nos próximos dois anos pelo francês Pierre Dutilleul.

 

Em declarações à Lusa, Henrique Mota afirmou-se satisfeito com a eleição, mas sublinhou que não é um cargo apenas por si, "mas também de reconhecimento da actividade APEL [Associação Portuguesa de Editores e Livreiros], e dos portugueses".» Ler no Público.

 

«À Renascença, Henrique Mota indica as prioridades que quer defender neste novo cargo. "Em primeiro lugar a defesa do copyright, nomeadamente por causa da pirataria, e em segundo lugar a harmonização fiscal relativamente aos diversos tipos de livros, quer sejam livros impressos, livros electrónicos ou áudio-livros", disse.» Ler na Renascença.

 

«Relativamente aos Direitos de Autor, Henrique Mota afirmou que, em sintonia com a FEP, irá ser intransigente na sua defesa. "Devemos manter uma política de proteção dos Direitos de Autor, sem a qual a indústria europeia do livro perderá o seu dinamismo, e recorde-se que a Europa lidera o mercado mundial, porque tem o regime adequado de proteção dos Direitos de Autor e isto tem contribuído decisivamente para se terem instalado na Europa sete das dez maiores editoras e aqui se realizarem as três maiores feiras do livro". "A mudança das leis do 'copyright' põe em risco esta liderança", alertou o editor.» Ler no Diário de Notícias.

 

«Para o editor, "esta eleição é um reconhecimento da importância da indústria editorial portuguesa e, além da sua realidade, da indústria livreira lusófona".

 

Esta é a primeira vez que um português é eleito para um alto cargo na FEP. Anteriormente Fernando Guedes, editor da Verbo, tinha presidido ao Grupo de Editores de Livros da União Europeia, organismo que antecedeu a FEP, que agrega todos os editores da União Europeia e do Espaço Económico Europeu.» Ler no iOnline.

 

«"Esta eleição significa que há momentos em que todos temos de assumir responsabilidades e a APEL foi chamada a responsabilidades maiores, reconhecendo o esforço permanente que tem feito na realidade internacional dos livros, e do qual tem retirado vantagens para os seus associados e para o mundo editorial português", disse à Lusa Henrique Mota.» Ler no Expresso, na RTP, no Diário Digital e no Notícias ao Minuto.


por Booktailors às 10:24 | comentar | partilhar

Sex, 19/Out/12
Sex, 19/Out/12

 

A American Booksellers Association associou-se à Book Industry Charitable Foundation (Binc Foundation) num programa de assistência financeira que vai ajudar empregados de livrarias independentes com dificuldades económicas. Para ler aqui


por Booktailors às 15:00 | comentar | partilhar

Qua, 16/Mai/12
Qua, 16/Mai/12

A Publishers Association britânica quer seguir o exemplo do Luxemburgo e da França e baixar o valor do IVA aplicado aos e-books, contrariando as diretivas europeias, que estabelecem um imposto que não deve ser inferior a 15 por cento. Leia aqui


por Booktailors às 13:00 | comentar | partilhar

Sex, 28/Mai/10
Sex, 28/Mai/10
Podemos ler no blogue da Assírio & Alvim a opinião da editora sobre o prolongamento da Feira do Livro de Lisboa, assim como sobre a campanha hora H que resultaram na crítica de alguns dos mais importantes livreiros independentes.

Para além disso, fica o pedido no blogue, que passamos a transmitir:
«Achamos que este é um debate necessário e urgente. Seguimo-lo com muito interesse e apelamos a que outros entrem num DEBATE que deve dar corpo e sequência ao PROTESTO e que, para além do prolongamento, pense outras questões, como a duração da Feira do Livro (não seriam suficientes 9, 10 dias?), as datas das feiras de Lisboa e Porto (não é já claro que estas datas não servem?), a proliferação de feiras que praticam descontos escandalosos em livros acabados de chegar às livrarias, a aplicação da Lei do Preço Fixo, etc., etc., um sem fim de questões que pedem, há muito, solução.»


por Booktailors às 13:45 | comentar | partilhar

Qua, 11/Mar/09
Qua, 11/Mar/09
Conforme noticiámos aqui e aqui, decorreram as eleições para os corpos gerentes do PEN Clube, no passado dia 3 de Março. Saiu vencedora a Lista A, liderada por Teresa Salema.

O blogue Da Literatura apresenta aqui os resultados das eleições.


por Booktailors às 14:30 | comentar | partilhar

Qua, 4/Mar/09
Qua, 4/Mar/09
«A escritora Teresa Salema foi eleita presidente do Pen Club Português, nas eleições para os corpos sociais da associação, que decorreram terça-feira em Lisboa, com 64 votos de um total de 119 contabilizados.»

Ler na página de cultura da RTP.

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por Booktailors às 19:36 | comentar | partilhar

Sex, 27/Fev/09
Sex, 27/Fev/09
No blogue Da Literatura, estão disponíveis as listas candidatas às eleições para os corpos gerentes do PEN Clube, a realizarem-se no próximo dia 3 de Março.

Ver aqui.


por Booktailors às 11:00 | comentar | partilhar

Sex, 6/Fev/09
Sex, 6/Fev/09
«A Feira do Livro de Lisboa será inaugurada a 30 de Abril e terminará a 17 de Maio. O Brasil será convidado como país-tema, informou hoje o Presidente da Associação Portuguesa de Editores e Livreiros (APEL»

Ler mais no Público.
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por Booktailors às 01:17 | comentar | partilhar

Qua, 4/Fev/09
Qua, 4/Fev/09
O Público dá conta da reunião, promovida pela APEL, que decorrerá na FIL de Lisboa, destinada aos profissionais do sector livreiro e editorial, com o objectivo de apresentar as novas feiras do Livro de Lisboa e Porto. Aqui.

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por Booktailors às 10:02 | comentar | partilhar

Ter, 3/Fev/09
Ter, 3/Fev/09
Na página da RTP, reforça-se o evento que decorrerá amanhã na FIL e que pretende servir de esclarecimento a todos os associados do que será a nova Feira do Livro. Aqui.

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Dom, 1/Fev/09
Dom, 1/Fev/09
A APEL lamentou recentemente nunca ter sido recebida pelo Ministro da Cultura, Pinto Ribeiro. O Ministério já respondeu e veio recordar que a direcção da APEL (a anterior e a actual) foram ambas recebidas por Paula Fernandes dos Santos, secretária de Estado, pois tem «delegação de competências nesta área». Ler na Lusa.

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por Booktailors às 19:54 | comentar | partilhar

Seg, 26/Jan/09
Seg, 26/Jan/09
Aparentemente inédito, nas próximas eleições para a direcção do Pen Clube Português terá duas listas concorrentes.

«O escritor Rui Costa lidera uma lista que qualifica de "alternativa" e que visa "democratizar" o Pen Clube, presidido desde há nove anos pelo poeta Casimiro de Brito, que não se recandidatará».

Fonte: Agência Lusa.

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Ter, 30/Dez/08
Ter, 30/Dez/08
«
Caros Associados

Considerando a realidade socioeconómica do nosso sector, assim como a importância que atribuímos à criação de valor para os nossos actuais Associados e ao estabelecimento de condições para adesão de novos Sócios, com consequente reforço da capacidade interventiva da APEL, decidimos afectar uma componente significativa do esforço de rentabilização de recursos em curso na nossa Associação, propondo à Assembleia Conjunta dos Órgãos Sociais as seguintes medidas em relação ao valor e sistema de pagamento de jóias e quotas para o ano de 2009:

• Manutenção dos escalões e do valor das quotas em vigor no ano de 2008;
• Isenção de jóia relativamente ao Sócios que adiram à nossa Associação durante o ano de 2009;
• Isenção de jóia e recuperação da antiguidade inicial, para ex-Associados da APEL, desvinculados até 31/12/2007 que se reinscrevam durante o ano de 2009;
• Manutenção das regras para determinação do valor das quotas anuais;
• Aumento de 3 para 4% relativamente a todos os Sócios que paguem a quota anual até 31de Janeiro de 2009;
• Estabelecimento de um desconto de 2% para todos os Sócios que paguem a quota anual entre 1 e 28 de Fevereiro de 2009;
• Criação de um sistema de pagamento da quota anual por “Débito Directo em Conta”, em quatro prestações trimestrais vincendas no primeiro mês de cada trimestre, sem custos adicionais para os Associados.

A proposta mereceu parecer favorável da Assembleia Conjunta dos Órgão Sociais realizada no passado dia 9 de Dezembro, pelo que em anexo enviamos a tabela de quotas e a documentação relativa às regras a seguir.

Estamos convictos que estas medidas vão de encontro às expectativas dos nossos Associados e constituirão um significativo contributo para a modernização que se impõe num contexto de crescente representatividade da nossa Associação. »


por Booktailors às 09:54 | comentar | partilhar

Sex, 26/Dez/08
Sex, 26/Dez/08
Reproduzimos aqui uma circular da APEL, na qual dá conta da criação do Gabinete de Apoio ao Sócio:

«
Caros Associados,
O Gabinete de Apoio aos Sócios APEL, a iniciar em Janeiro de 2009, constitui o primeiro de vários serviços a criar proximamente, correspondendo às expectativas dos nossos Associados.

Para que este Gabinete possa desempenhar de forma eficaz as funções para que foi criado e não gere falsas expectativas, importa tornar claro quais os objectivos centrais que prossegue:
i. Promover a aproximação dos associados à APEL;

ii. Conhecer as principais dificuldades e problemas sentidos pelos Associados;

iii. Encaminhar para estudo pelos Órgãos Sociais competentes, propostas que visem optimizar a gestão da APEL e o serviço prestado aos seus Associados;

iv. Coordenar o apoio solicitado pelos Associados, assegurando que seja eficaz e dado em tempo útil, nos seguintes domínios:
a. Questões profissionais de natureza técnica ou deontológica que se enquadrem no âmbito de actuação das Comissões Técnicas;
b. Questões técnicas correntes de natureza jurídica, fiscal e contabilística que se enquadrem no âmbito de prestação de serviços dos Consultores da Associação;

v. Dar apoio aos candidatos a Associados e promover a sua integração na APEL.

Os objectivos do Gabinete de Apoio ao Sócio APEL devem ser entendidos como orientados exclusivamente para a resolução de questões reais e não como um fórum de opiniões.

Não cabe na missão do Gabinete de Apoio ao Sócio APEL dar resposta a pedidos de esclarecimento e orientação solicitados no âmbito de questões de natureza negocial, nem patrocinar apoio técnico específico no domínio do exercício da actividade profissional, tanto operacional como administrativa, nomeadamente:
i. Intermediação ou tomada de posição relativamente a condições, práticas ou incumprimentos entre partes, que se situam no estrito domínio da relação entre empresas;

ii. Custear o apoio que os Associados pretendam obter através dos Consultores da APEL relativamente a acções judiciais, contencioso jurídico ou fiscal, apreciação e negociação de contratos, obtenção de pareceres técnicos escritos e matérias afins.

As opiniões expressas através do Gabinete de Apoio ao Sócio APEL devem ser sempre entendidas numa perspectiva de aconselhamento, ou interpretação, de assuntos de carácter corrente, e sem carácter vinculativo.
O contacto com o Gabinete de Apoio do Sócio APEL deve ser estabelecido através de:
Isabel Lopes
Telefone: 21 843 51 87
E-mail: associados@apel.pt


por Booktailors às 13:48 | comentar | partilhar

Qui, 4/Dez/08
Qui, 4/Dez/08
A próxima Feira do Livro do Porto deverá realizar-se na Avenida dos Aliados entre meados de Maio e princípios de Junho, com uma nova imagem, disse à Lusa o presidente da APEL.

«Indo ao encontro da vontade de todos, a feira regressa aos Aliados, integrando o projecto de revitalização da Baixa portuense», precisou Rui Beja, presidente da Associação Portuguesa de Editores e Livreiros (APEL).

Segundo este responsável, «o problema do atravessamento está em vias de ser resolvido em colaboração com a Câmara do Porto».

Referindo-se à nova data, observou que «as condições meteorológicas são boas e o desfasamento da de Lisboa permite uma maior atenção à feira portuense».
A Feira do Porto do próximo ano utilizará os novos pavilhões da de Lisboa, «mais modernos e flexíveis».

A feira de Lisboa realizar-se-á de 23 de Abril a meados de Maio, criando um intervalo que permite o transporte e montagem dos novos pavilhões no Porto.

Aqui.


por Booktailors às 13:33 | comentar | partilhar

Qui, 4/Dez/08
«A Feira do Livro de Lisboa do próximo ano apresentará um novo plano com pavilhões modernos, contemplando a diferenciação, e deverá abrir a 23 de Abril, segundo a proposta apresentada pela APEL à Câmara de Lisboa.

Em declarações à Lusa, o presidente da Associação Portuguesa de Editores e Livreiros (APEL), Rui Beja, informou que a proposta de «modernização e renovação» da Feira do Livro foi já entregue à Câmara de Lisboa.

«Abrir a Feira no Dia Mundial do Livro tornará a inauguração um grande evento cultural como pretendemos para a grande festa do livro que é a feira», sublinhou.
Referindo-se à «diferenciação de pavilhões», Rui Beja frisou que esta «terá regras em prol de uma desejada harmonização».

«Há constrangimentos naturais como as copas das árvores, corredores de segurança, e acessibilidades», assinalou.

A proposta apresentada, segundo o mesmo responsável, inclui «uma aumento da área de restauração, mais qualificada, uma mini-feira do livro infanto-juvenil, melhorias dos acessos, instalações sanitárias, e sinalética».

O projecto apresentado teve em conta as conclusões do inquérito feito aos visitantes da Feira realizada este ano. «A esmagadora maioria» escolheu o Parque Eduardo VII como «o local ideal».

«A nova Feira apresentará uma grande renovação, contemplando o projecto cinco componentes que referimos como plural, cultural, nacional, inovador e inclusivo», referiu ainda.

Referindo-se ao novo formato dos pavilhões, precisou que eles «serão diferentes, com materiais mais modernos, mas reflectindo a tradição».

«Estes pavilhões - adiantou - serão modulares, permitindo acoplarem-se uns nos outros, podendo cada editor dispô-los como entender e facilitando também o acesso a crianças e a pessoas com deficiências. São mais flexíveis e permitem uma utilização pelas diferentes editoras sem custos adicionais na inscrição e haverá até uma certa economia».

Aqui.


por Booktailors às 13:11 | comentar | partilhar

Sex, 17/Out/08
Sex, 17/Out/08
O stand da Associação Portuguesa de Editores e Livreiros (APEL) alberga uma série de editoras que tem ali o seu quartel-general para reunir com parceiros e também para descansar um pouco. Cada editora tem o seu próprio espaço, dispondo de cadeiras e mesas, havendo café disponível para que o solicitar. O stand tem uma área aproximada de 100 metros quadrados.

São 18 as editoras presentes, a saber:

- Assembleia da República;

- Bertrand;

- Bizâncio;

- Centro Atlântico;

- Cotovia;

- Dinapress;

- Editorial Estampa;

- Editorial Presença;

-Gótica 2000;

- Grupo Editorial Plátano;

- Instituto Piaget;

- Lidel; :

- Livros do Brasil;

- Porto Editora

- Princípia

- Ulisseia

- Verbo

- Texto & Grafia.

Abaixo estão algumas fotos do stand da APEL. Em breve publicaremos mais.



por Booktailors às 16:23 | comentar | partilhar

Sex, 17/Out/08
A importância da edição italiana também se observará este ano na Feira do Livro de Guadalajara, a mais importante feira de língua hispânica, a decorrer entre 29 de Novembro e 7 de Dezembro.

Mas a sua importância também se deve ao forte associativismo da indústria editorial de Itália, assim como à importância de Milão enquanto motor impulsionador da edição.

A AIE (Associazione Italiana Editori) tem cerca de 420 associados e cobre cerca de 90% da indústria editorial daquele país, sendo a mais importante associação, seguida pela recém-denominada FILE (Federazione Italiana Liberi Editori), nascida da anterior FNPE (Federazione Nazionale Piccoli Editori).

A AIE tem quase 150 anos de existência, tendo-se modificado progressivamente com o passar dos anos e assumido diferentes denominações e tendências.


por Booktailors às 09:20 | comentar | partilhar

Qui, 16/Out/08
Qui, 16/Out/08
Herman P. Sprujit foi ontem eleito, em Frankfurt, pelos seus pares, para a presidência da International Publishers Association (IPA).


por Booktailors às 12:28 | comentar | partilhar

Qua, 8/Out/08
Qua, 8/Out/08
A anterior responsável pelo desenvolvimento internacional da Feira do Livro de Londres irá assumir, a partir de Janeiro, a presidência da emblemática associação.

Emma House é a primeira mulher a assumir o cargo. Aqui.


por Booktailors às 17:25 | comentar | partilhar

Qua, 8/Out/08
«A Feco Portugal, primeira associação de cartonistas portugueses, foi oficializada na última sexta-feira para defender os profissionais do ramo, numa altura em que “os dias não vão ser famosos para a classe e a imprensa começa a prescindir dos cartoons”, disse ao PÚBLICO Zé Oliveira, presidente da organização».

Mais desenvolvimentos no Público.


por Booktailors às 13:01 | comentar | partilhar

Sex, 3/Out/08
Sex, 3/Out/08
«A Associação Portuguesa de Editores e Livreiros esclareceu esta quinta-feira que os manuais escolares e respectivos cadernos de actividades podem ser comprados em separado, na sequência da denúncia de uma confederação de pais de que alguns livreiros só vendem os manuais em «packs», noticia a Lusa.»

Mais desenvolvimentos aqui.


por Booktailors às 19:48 | comentar | ver comentários (1) | partilhar

Qua, 1/Out/08
Qua, 1/Out/08
«A Assembleia Geral (AG) Extraordinária dos Cooperadores da Sociedade Portuguesa de Autores, que decorreu segunda-feira à noite, foi suspensa por perturbações na sala, disse hoje à Lusa o presidente da mesa, José Niza. »

Mais desenvolvimentos no Diário Digital.


por Booktailors às 10:07 | comentar | partilhar

Qua, 10/Set/08
Qua, 10/Set/08
«Após quatro anos consecutivos em que os preços dos manuais escolares estiveram congelados,
verifica-se, para o ano lectivo 2008/2009, uma actualização de preços entre os 3,7% e os 5,4%.

Contudo, a Comissão do Livro Escolar da Associação Portuguesa de Editores e Livreiros (CLE/APEL) sublinha que esta medida não reflecte o enorme aumento verificado nos custos de
produção editorial causado por vários factores, nomeadamente a enorme subida verificada nos
combustíveis.

Tal como foi anunciado em Comunicado de Imprensa de 29 de Agosto último, a CLE/APEL
assinou uma convenção com os Ministérios da Educação e da Economia que regula os preços dos
manuais escolares que estão disponíveis no mercado.

Nesse contexto, e após análise feita com base naquela convenção, a CLE/APEL informa que a actualização dos preços dos manuais escolares se situa entre os 5,4% no 1.º ano de escolaridade e os 3,7% no 9.º ano de escolaridade (ver quadro), valores estes que incluem o índice de inflação.

Apesar desta actualização, os manuais escolares em Portugal continuam a ser mais baratos que na esmagadora maioria dos países europeus.

A CLE/APEL sublinha que os manuais escolares portugueses são considerados internacionalmente como dos melhores ao nível científico-pedagógico, consequência do elevado investimento de editores, autores, revisores científicos e pedagógicos, bem como dos restantes profissionais especializados que trabalham na edição escolar.

Lisboa, 8 de Setembro de 2008

A Comissão do Livro Escolar da Associação Portuguesa de Editores e Livreiros»


por Booktailors às 11:41 | comentar | ver comentários (2) | partilhar

Sex, 29/Ago/08
Sex, 29/Ago/08
«A associação Portuguesa de Editores e Livreiros garantiu esta sexta-feira que mais de 95 por cento dos livros escolares já estão disponíveis nas livrarias, com "preços controlados»

Mais desenvolvimentos no Correio da Manhã.


por Booktailors às 17:35 | comentar | ver comentários (1) | partilhar

Ter, 10/Jun/08
Ter, 10/Jun/08
«E da polémica da Feira do Livro?
Acho ridícula, porque a feira, toda ela, precisa de ser renovada há que tempos. A APEL está agarrada ao muito dinheiro que recebe da CML. E o que a Leya pretende fazer era bom que todos os outros fizessem: ter um espaço em que se pode mexer nos livros, ter bancos
para as pessoas se sentarem a ler, a conviver com os autores. Coisa que aquelas barraquinhas caducas não conseguem. Aquilo não funciona e digo-o há anos. As pessoas dirão Ah, está comprada pela Leya. Não é verdade.»

Inês Pedrosa, Sexta, 06.06.2008, p. 15


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Ter, 3/Jun/08
Ter, 3/Jun/08
José Mário Silva publica um post no qual faz um resumo do encontro da passada quinta-feira na Casa Fernando Pessoa. Pela pertinência, tomamos a liberdade de transcrever todo o post:

«...o debate “Livros em Desassossego” voltou a fazer jus ao título pessoano. Com algumas das principais figuras do nosso meio editorial presentes, na mesa ou na assistência, houve mosquitos por cordas, tentativas de reconciliação, palavras contra palavras, frases venenosas e grosserias, indirectas e retórica barata, um festim. Com paciência de santa, a Sara Figueiredo Costa resumiu neste post os factos mais importantes da longa maratona. A mim, o que me impressionou foi ver como interagem e discutem, nem sempre com a civilidade exigível, meia dúzia de indivíduos que protagonizaram, desde os anos 70, os grandes cismas do associativismo editorial português, da criação do Clube dos Editores à UEP, passando pelas desavenças internas dentro desta estrutura que se perfilou como alternativa à APEL (desavenças acentuadas, este ano, com a crise em torno da Feira do Livro de Lisboa).

Quem chegasse ontem à sala principal da Casa Fernando Pessoa, por volta das onze da noite, deparava com um cenário digno de RGA estudantil ou Assembleia-Geral do Benfica. Depois de uma aparente aproximação entre a UEP e a APEL, proposta por um Carlos da Veiga Ferreira que nem sequer exclui o cenário de fusão, Tito Lyon de Castro quebrou o verniz, ao repetir que a associação de que faz parte (UEP) o tratou, e a outros membros, “abaixo de parvos”. Em causa estava a verdadeira história da preparação da Feira deste ano e logo se entrou numa troca de galhardetes absolutamente incompreensível para quem não acompanha de perto as tricas do meio, com referências a jantares no restaurante Faz Figura, em Santa Apolónia, à emergência da LeYa, à arregimentação dos votos de pequenos associados (como a “Papelaria das Barrocas” ou a “Casa dos Óculos”) e outras considerações mais ou menos conspirativas. Em suma, foi um pouco triste verificar que os fantasmas do passado ainda ensombram o presente, boicotando à partida qualquer discussão sobre o que pode e deve mudar no mundo editorial português.

Da longa noite de escaramuças e boutades salvou-se Osvaldo Manuel Silvestre, editor da pequena Angelus Novus, que lamentou o facto de os editores estarem “sempre à pancada uns com os outros”, recordou o problema essencial do espaço de exposição nas livrarias (cada vez mais um factor de redução da diversidade) e sugeriu três excelentes livros que ele gostava de ter editado: Diário 1941-1943, de Etty Hillesum (Assírio & Alvim); O Homem Sem Qualidades, de Robert Musil (Dom Quixote) e O Mundo Num Segundo, de Isabel Minhos Martins e Bernardo Carvalho (Planeta Tangerina).»


por Booktailors às 18:13 | comentar | partilhar

Sex, 30/Mai/08
Sex, 30/Mai/08
Nélson de Matos deixa no seu blog um breve comentário aos acontecimentos de ontem, na Casa Fernando Pessoa.

Para ler também o post praticamente na hora do LerBlog. Aqui.


por Booktailors às 23:40 | comentar | partilhar

Sex, 30/Mai/08
«Com a sala da Casa Fernando Pessoa composta, anunciava-se um debate aceso e foi isso que se viu. Descrever todas as intervenções seria um processo longo, mas resumindo, pode dizer-se que o entendimento entre APEL e UEP que já se configurava antes da Feira do Livro parece manter-se como uma possibilidade viável. Claro que isto poderá parecer estranho se tivermos em conta os argumentos discutidos e o calor com que se apresentaram, mas a ideia geral parece ser essa. Antes, porém, será preciso arrumar ambas as casas e, talvez, enterrar alguns diferendos, também entre membros de cada associação.»

Sara Figueiredo Costa fala do encontro de ontem na Casa Fernando Pessoa. Para ler aqui.


por Booktailors às 09:38 | comentar | partilhar

Sáb, 24/Mai/08
Sáb, 24/Mai/08
Um artigo hoje no DN de Leonor Figueiredo dá conta do alargamento do certame até dia 15 de Junho.

Depois de Baptista Lopes ter lamentado não ter sido possível a união das duas editoras, Carlos Veiga Ferreira fala pelo mesmo tom e avança que é desejável a união das duas associações: «"Penso que o acordo [com a APEL] permite dizer que a feira de 2009 já está assente em boas bases. Prevê-se que até ao fim de Novembro esteja tudo firmado. Para 2010 desejo que a feira seja organizada por uma associação que englobe APEL e UEL"».

Mais desenvolvimentos no DN.


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Sex, 23/Mai/08
Sex, 23/Mai/08
Hoje, aquando da apresentação da programação da Feira do Livro de Lisboa, Baptista Lopes lamentou que a fusão entre as duas associações de editores e livreiros não tenha sido concretizada.
Apesar da fusão das associações ter sido dado como certa, Baptista Lopes isentou a LeYa de qualquer ligação a este "fracasso".

Mais desenvolvimentos na página de cultura da RTP.

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Qui, 22/Mai/08
Qui, 22/Mai/08
Hoje, no DN, um artigo de Alfredo Mendes, sobre a Feira do Livro do Porto (FLP).

Nesta notícia, Baptista Lopes avança já com a localização da próxima edição da Feira - A Avenida dos Aliados. Esta declaração viria a ser secundada por Rui Rio.

Por números:
- 96 stands;
- 60 editoras inscritas (menos cinco que na edição anterior);
- 9 editoras novas com stand próprio;
- estreia de dois participantes institucionais: a Fundação de Serralves e o Parque Biológico de Gaia.


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Qua, 21/Mai/08
Qua, 21/Mai/08
...para a abertura da Feira do Livro do Porto.

Às 18h, dar-se-á a inauguração Oficial, com a presença de Rui Rio. O tema deste ano é o Porto:

Sexta-feira, 23 de Mai / 21:30
Sabores do Porto - Debate com: Chef Hélio Loureiro, Dr. Júlio Couto, Dr. Manuel Pinheiro

Domingo, 25 de Mai / 17:00
As Instituições Culturais do Porto Debate com: Dr. Carlos Nelson Amador, Dr. Silvestre Lacerda, Dr.ª Nassalete Miranda. Moderação de Drª Alexandra Beleza Moreira

Sexta-feira, 30 de Mai / 21:30
A Cidade e o Seu Património - a Perspectiva da Reabilitação da Baixa da Cidade. Debate com: Dr. Alfredo Mendes, Francisco Rocha Antunes, Dr. Helder Pacheco, Arq. Rui Loza

Sábado, 31 de Mai / 17:00Escritores do Porto. Debate com: Dr. Albano Martins, Dr.ª Inês Lourenço, Dr. Mário Cláudio

Sábado, 31 de Mai / 21:30
A Arte na Cidade - Espaços Alternativos de Exposição.Debate com: André Sousa, Pauo Mendes, Manuel Santos Maia, Isabel Carvalho, Isabel Ribeiro, Marco Mendes , Miguel Carneiro, Ricardo Nicolau, Moderação de Dr.ª Alexandra Beleza Moreira

Sexta-feira, 06 de Jun / 21:30
A Importância da Universidade do Porto na Afirmação da Região .Debate com : Prof. Dr. Nuno Grande, Prof. Dr. Sobrinho Simões

(pf)


por Booktailors às 14:59 | comentar | ver comentários (3) | partilhar

Qua, 21/Mai/08
«A Feira do Livro de Lisboa abre ao público no Parque Eduardo VII dia 24 de Maio, sábado, às 15:00 e encerra no dia 15 de Junho, informou hoje a Associação Portuguesa de Editores e Livreiros, APEL.

Segundo a associação, a cerimónia oficial de inauguração realiza-se, no sábado, às 17h00.»

Fonte: Lusa. Desenvolvimentos no Público.

--
Relembramos que se encontram abertos as inscrições para o Curso de Marketing de Livro, pelos Booktailors. Mais informação aqui.


por Booktailors às 12:28 | comentar | partilhar

Qua, 21/Mai/08

Ruben de Carvalho publicou no 1º caderno do jornal expresso, p.44,17.05.2008, um artigo de opinião sobre a Feira do Livro, intitulado "Por mim, quero ir à feira!". Sobre a feira do Livro de Lisboa ou sobre a APEL, não dá para perceber bem...


«...a Feira ligou-se intimamente à Associação Portuguesa de Editores e Livreiros, a APEL. Ora, não pode deixar de se apontar que a APEL é uma organização com traços originais, apenas compreensíveis quando se recorda que reflecte a realidade criada pelo salazarismo e o seu genético obscurantismo cultural.
É fácil depreender ser relativamente estranho que surjam associados numa mesma estrutura entidades que, lidando embora com a mesma realidade, com o mesmo produto – o livro – não têm em relação a ele exactamente os mesmos interesses. (...)

O facto da APEL se ter constituído releva da herança política e cultural do salazarismo: por um lado, alguma herança (mais que não fosse orgânica) do quadro legal fascista e da mistificação corporativa – os grémios – tentando iludir as contradições que inevitavelmente atravessam as sociedades; por outro, e mais importante exactamente o facto de à época editores e livreiros terem um adversário comum - a repressão censória, a apreensão, a perseguição policial - que criou, como em tantas outras áreas da sociedade portuguesa, a evidência de que acabava sendo mais importante quanto os identificava do que quanto os separava. E tal evidência ainda mais floriu com os cravos de Abril.

Decorridas três décadas, naturalmente que lógicas diferenças de interesses se vieram a revelar ou avolumar, o que acabou por dar origem ao surgimento de nova organização associando exclusivamente editores, enquanto se manteve a APEL, procurando manter a postura de conjugar interesses e tradições nas actividades dignificadas pela comum ligação ao livro.
Das técnicas gráficas à entrada de grandes capitais na produção e na distribuição livreira, foram entretanto enormes as modificações. E, previsivelmente, agravaram-se contradições não apenas entre os protagonistas, mas em geral. Para muitos dos seus participantes, a Feira do Livro de Lisboa tem visto diminuir a sua antiga relevância económica e não podem ser ignoradas as já antigas advertências de que alguma coisa tinha de mudar face à perda de eficácia dos generosos critérios de organização e funcionamento.»

Versão completa aqui.


por Booktailors às 08:12 | comentar | partilhar

Ter, 20/Mai/08
Ter, 20/Mai/08
«A Associação Portuguesa de Editores e Livreiros (APEL), que organiza a Feira do Livro de Lisboa, faz depender do Grupo LeYa a abertura do certame. Num comunicado hoje enviado, a APEL "assegura que todos os stands da sua responsabilidade, bem como o espaço envolvente, estarão prontos na quinta-feira, dia 22 de Maio", fazendo depender da conclusão dos pavilhões o grupo LeYa a abertura da Feira, prevista para o fim-de-semana»

Mais desenvolvimentos no Público.


por Booktailors às 21:36 | comentar | ver comentários (4) | partilhar

Ter, 20/Mai/08
Reproduzimos o comunicado da Porto Editora, acabado de chegar, intitulado " APEL assegura organização da Feira do Livro de Lisboa para 2009":

«Após uma intensa maratona negocial, foi celebrado na noite de ontem, segunda-feira, 19 de Maio, um Memorando de Entendimento sobre a Feira do Livro de Lisboa entre a Câmara Municipal de Lisboa (CML), a Associação Portuguesa de Editores e Livreiros– APEL e a União de Editores Portugueses (UEP).

A APEL partiu para esta derradeira etapa de negociação com três objectivos muito
claros:
- garantir a realização da 78.ª Feira do Livro de Lisboa, que se encontrava verdadeiramente em risco;
- assegurar que a edição deste ano tivesse o maior número de participantes e representasse o universo editorial português na sua plenitude, pois é esse o verdadeiro espírito da Feira do Livro;
- e acautelar, desde já, a organização da Feira do Livro de Lisboa de 2009 com base num processo de renovação que defendesse os interesses de todos os participantes, independentemente da dimensão empresarial.

Estes três aspectos estão devidamente consagrados no referido Memorando de Entendimento, que reafirma a APEL como organizadora da Feira do Livro de Lisboa de 2008 e atribui-lhe a responsabilidade pela Feira do Livro de Lisboa de 2009.

Neste contexto, a participação, a título excepcional, do Grupo Leya através de stands diferenciados só teve a concordância da APEL a partir do momento em que ficou definida, para o projecto de modernização a implementar em 2009, a garantia de “igualdade de oportunidades aos editores e livreiros de diferentes dimensão e capacidade financeira, com particular atenção às necessidades dos pequenos editores”.

A APEL confia que só com base nestas premissas se respeita o inegável interesse público da “maior livraria do país”, a única que possibilita o acesso a toda a edição portuguesa, com especial destaque para os livros e autores que, no resto do ano, são particularmente difíceis de encontrar nos diferentes espaços comerciais.

Por fim, a APEL afirma que se empenhará para que, apesar de todas as contrariedades, a 78.ª Feira do Livro de Lisboa seja um sucesso e mereça a visita de todos os que gostam do livro.

A DIRECÇÃO

20 de Maio de 2008»


por Booktailors às 20:10 | comentar | ver comentários (6) | partilhar

Ter, 20/Mai/08
É daqui a pouco. Mantenham-se sintonizados.

Nota: afinal, tratou-se apenas de uma notícia sobre a Feira do Livro. As nossas desculpas.


por Booktailors às 20:09 | comentar | partilhar

Ter, 20/Mai/08
Deixamos aqui igualmente o comunicado da APEL:

«A Associação Portuguesa de Editores e Livreiros é responsável pela organização da Feira do Livro de Lisboa desde 1930 com o sucesso que todos conhecem.

A 78ª edição em 2008 não fugiu à regra.São de todos, no entanto, conhecidas as peripécias que acompanharam e perturbaram o normal desenvolvimento da implantação da 78 ªFeira do Livro de Lisboa cuja data de inauguração vai ser anunciada dentro de horas.

A APEL como instituição com maior expressão no sector editorial português e a única que representa o sector livreiro que também marca presença na Feira do Livro de Lisboa tudo tem feito para que ela continue a ser, como até aqui, o mais importante evento cultural da cidade e o maior do país.

A APEL assegura, pelo respeito que lhe merecem os participantes e o público em geral, que não poupará esforços para que a 78.ª Feira do Livro de Lisboa resulte num evento de grande sucesso, digno do seu historial, em nome da promoção do livro e da leitura.»


por Booktailors às 19:27 | comentar | ver comentários (6) | partilhar

Ter, 20/Mai/08
Via Lusa.

« A Associação de Editores e Livreiros (APEL) justificou hoje o atraso da Feira do Livro de Lisboa, que deverá começar no fim-de-semana, com a vontade de ter o maior número de autores e editores de sempre.

Vasco Teixeira, que liderou a delegação da APEL nas negociações de segunda-feira com a Câmara de Lisboa e a União de Editores Portugueses (UEP), disse: "A realização da feira chegou a estar em causa, mas procurámos garantir o maior número de autores e editores de sempre".

Em causa está o diferendo com o Grupo LeYa que congrega um grande número de editoras pertencentes à UEP, que pretendia "pavilhões diferenciados" na Feira, que já não começará quarta-feira como o previsto, mas permitindo a participação de editoras como a Editorial Caminho ou as Publicações D. Quixote e de autores como José Saramago, António Lobo Antunes ou Lídia Jorge.

O responsável da Porto Editora, que falava aos jornalistas nas instalações da Lisboa Editora, afirmou que "houve pressões de vários quadrantes, nomeadamente do presidente da Câmara" e não estranhou os agradecimentos do administrador-delegado do Grupo LeYa ao autarca e ao director municipal de Cultural, Rui Pereira.

"É do conhecimento público o apoio do presidente António Costa e de Rui Pereira às pretensões do Grupo LeYa", disse.

Afirmando que "esta guerra entre a APEL e a UEP vem de trás", Vasco Teixeira salientou que "que a voz da UEP é na essência a voz da LeYa", grupo que vê contemplado pelo Memorando a diferenciação de pavilhões.

Vasco Teixeira disse ainda que o Memorando de Entendimento entre a Câmara, a UEP e a APEL, assinado segunda-feira à noite, "procura que em próximas feiras não se repita qualquer situação de impasse".

"Garantir a estabilidade é uma das preocupações expressas pelo acordo", disse.

Vasco Teixeira citou o artigo 10º do Memorando segundo o qual as duas associações se comprometem "a um esforço conjunto" para a organização das feiras a partir de 2010.
Relativamente à Feira do próximo ano, prevista para se realizar de 15 de Maio a 15 de Junho, a sua organização caberá à APEL, que tem até 30 de Novembro para apresentar uma plano de modernização.

Referindo-se a este prazo, Vasco Teixeira afirmou que "é apertado para se desenvolver o plano, mas tardio para se implementar".

O editor afirmou que a questão da modernização não é consensual dentro da APEL, "fundamentalmente por razões financeiras".

Segundo Vasco Teixeira "foi a questão financeira que não permitiu um projecto de modernização aquando presidência de João Soares" na Cãmara de Lisboa (1995-2001).

"Temos de estudar quem pode apoiar, se a Câmara também apoia e há que encontrar patrocinadores", disse, frisando que essa é uma questão para a nova direcção da APEL que será eleita em finais de Junho.

Questionado porque razão o Presidente da APEL, Baptista Lopes, não liderou as negociações com a edilidade e a UEP, Vasco Teixeira afirmou que foi por vontade do próprio "para dar mais capacidade negocial à APEL" que se via confrontada nas negociações com uma delegação da UEP mais numerosa.

"Não há críticas à direcção, foi constituída uma comissão que aliás sempre o apoiou e que foi aprovada por todos os órgão sociais da APEL", sublinhou Vasco Teixeira.
A delegação da APEL foi liderada por Vasco Teixeira e constituída ainda por João Espadinha e José Pinho.

Para Vasco Teixeira, o Memorando "salvaguarda uma das maiores riquezas da Feira, que é a sua diversidade e dar espaço aos pequenos editores".

"É garantido o acesso a todos, pequenos, médios e grandes editores e também aos livreiros que apenas têm representação através da APEL", enfatizou.

Referindo-se ao Memorando afirmou: "É fundamentalmente uma declaração de intenções".


por Booktailors às 19:27 | comentar | ver comentários (10) | partilhar

Ter, 20/Mai/08
Últimas:

- A Feira do Livro de Lisboa abrirá ao público no próximo sábado, desejavelmente no sábado. Hoje ainda será anunciado a data exacta;

- LeYa participará na Feira com 15 módulos de três dimensões diferentes, que serão instalados no topo direito Parque Eduardo VII;


por Booktailors às 14:48 | comentar | ver comentários (1) | partilhar

Ter, 20/Mai/08
Via LER.

Texto integral do protocolo de entendimento assinado entre a CML, a APEL e a UEP, e subscrito por, respectivamente, Rosalía Vargas, Vasco Teixeira e Carlos da Veiga Ferreira.

«Considerando que:
a) a Feira do Livro de Lisboa é um dos mais importantes eventos culturais da cidade e de toda a área metropolitana em que está inserida, tendo, por isso, um inegável interesse público;
b) Tal interesse se evidencia pela forte adesão popular registada em todas as 77 edições já realizadas;
c) A Câmara Municipal de Lisboa sempre reconheceu essa importância e o estatuto de interesse público e cultural, através de apoios directos e indirectos atribuídos à organização da Feira do Livro de Lisboa.
d) O espírito que sustenta a realização deste evento é o de expor toda a oferta editorial de língua portuguesa, assegurando a necessária diversidade e abrangência, num quadro de igualdade de oportunidades a todos os participantes, na prossecução da efectiva promoção do livro e da leitura;
e) a APEL é responsável pela organização da Feira do Livro de Lisboa desde 1930, aqui incluindo todas as 77 edições anteriores, com notório sucesso, bem como a 78ª edição, que se realiza este ano;
f) A responsabilidade de organizar um certame como a Feira do Livro de Lisboa exige da APEL uma posição de salvaguarda dos direitos e interesses de todos os participantes, não devendo, pois, permitir que qualquer editor ou grupo editorial usufrua de quaisquer privilégios e condições excepcionalmente vantajosas em relação a todos os participantes e que possam desvirtuar o objectivo da própria Feira do Livro de Lisboa;
g) a APEL é a instituição com maior expressão no sector editorial português e a única que representa o sector livreiro, que também marca presença na Feira do Livro de Lisboa;
h) A União dos Editores Portugueses (UEP) é uma entidade que congrega algumas das mais importantes editoras portuguesas;
i) O impasse que se verifica com a realização da 78ª Feira do Livro de Lisboa, resultante de diferendos entre a APEL e a UEP, pode colocar em perigo a concretização de tão importante evento ou, pelo menos, prejudicando a abrangência de representação de editores, livreiros, autores e livros.
j) A CML, a APEL e a UEP consideram fundamental assegurar que o certame continue a realizar-se com as virtualidades que tem manifestado em prol da divulgação do livro e do estímulo à leitura;

É redigido o presente Memorando de Entendimento entre a CML, a APEL e a UEP, cujas vontades se expressam nos seguintes termos:

1. Compete à APEL, a responsabilidade de realizar, em 2008 e 2009, a Feira do Livro de Lisboa, facto pelo qual a CML se obriga a não autorizar a realização, no mesmo local, de um evento de características similares e/ou concorrencial durante o período de realização da Feira do Livro, assim como nos três meses anteriores e posteriores à data da realização da mesma.

2. A realização da Feira do Livro de Lisboa terá lugar entre 15 de Maio e 15 de Junho, com a duração a fixar pela APEL, excepto se outras datas vierem a ser acordadas entre a APEL e a CML, ouvida a UEP.

3. Todos os processos relativos à montagem e desmontagem da Feira do Livro de Lisboa competem à APEL, carecendo de aprovação da CML.

4. A CML disponibilizará à APEL para a Feira do Livro de Lisboa o espaço suficiente para o seu funcionamento, em local adequado para o efeito, e sem quaisquer encargos que respeitem à utilização do local, promoção e funcionamento da Feira, incluindo serviços a ela inerentes.

5. Até 31 de Março, a CML acordará com a APEL a lista de equipamentos e serviços infra-estruturais que disponibilizará, tendo em atenção as circunstâncias de cada edição do evento.

6. A APEL compromete-se a apresentar até 30 de Novembro de 2008 um projecto de modernização da Feira do Livro de Lisboa, tendo em vista a 79ª edição a realizar em 2009.

7. O projecto de modernização terá de ser apreciado pela CML no prazo de 30 dias após a entrega do projecto à edilidade.

8. O projecto de modernização deverá garantir igualdade de oportunidades aos participantes do sector de diferente dimensão e capacidade financeira, com particular atenção às necessidades dos pequenos editores que garantam a exposição de livros difíceis de encontrar nos circuitos comerciais habituais.

9. Na 78ª edição da Feira do Livro de Lisboa, a APEL aceita a inscrição de stands de características diferentes dos tradicionais, com a implementação e tipologia que foram acordadas entre as partes.

10. A APEL e a UEP, por via deste Acordo, retiram os pedidos de organização da Feira do livro de Lisboa já apresentados. As duas associações comprometem-se a um esforço conjunto para a organização das Feiras do Livro de Lisboa para o ano 2010 e seguintes. No caso de não chegarem a acordo para o ano 2010 e seguintes, a CML avaliará a respresentatividade das associações do sector e terá essa avaliação em conta na atribuição do espaço para a organização da Feira do Livro.Lisboa, 19 de Maio de 2008.»


por Booktailors às 14:45 | comentar | partilhar

Ter, 20/Mai/08
««Foi assinado ontem um memorando de entendimento entre a Câmara Municipal de Lisboa, a Associação Portuguesa de Editores e Livreiros e a União de Editores Portugueses, que define os termos em que se realizará a Feira do Livro de Lisboa em 2008 e em 2009, cuja organização compete à APEL.

A CML congratula-se com o facto de ter sido possível este entendimento entre as duas entidades representativas do sector do livro.

A CML, que actuou como mediadora deste processo, saúda que tenha sido possível garantir, através deste entendimento, a realização da Feira do Livro de Lisboa deste e do próximo ano, entendendo-a como uma grande manifestação em prol da divulgação do livro e do estímulo à leitura, com a participação do maior número possível de editoras e autores portugueses.»

Via LER.


por Booktailors às 12:57 | comentar | partilhar

Seg, 19/Mai/08
Seg, 19/Mai/08
Quem nos dá a novidade é a Isabel Coutinho, no seu Ciberescritas:

«Finalmente foi assinado o acordo entre as duas associações de editores, APEL e UEP. A Leya vai ter pavilhões diferenciados, a UEP prescinde de organizar a Feira do Livro de Lisboa para o ano e a data de abertura está só dependente de pormenores técnicos e da capacidade de montagem dos pavilhões. Foi necessária a intervenção do presidente da Câmara de Lisboa, António Costa. A reunião terminou há pouco.»

Ver também no Público.


por Booktailors às 23:11 | comentar | ver comentários (2) | partilhar

Seg, 19/Mai/08
«O Prémio Nobel da Literatura, José Saramago, lamentou hoje [ontem] que a Feira do Livro, em Lisboa, tenha sido adiada "sine die" e criticou a possibilidade de existirem pavilhões diferenciados, alegando que isso é diferenciar as classes.»

Mais desenvolvimentos no Público.


por Booktailors às 15:37 | comentar | ver comentários (1) | partilhar

Sáb, 17/Mai/08
Sáb, 17/Mai/08
- Rua da Castela, Jorge Reis-Sá: «daqui a um ano quem agora está a comandar o destino da Leya estará a concentrar o atomizado mercado da apicultura em Portugal. E a Leya será pertença - finalmente! - de gente que faz da sua vida os livros: Bertelsmann, Planeta ou Prisa.»

- Cadeirão de Voltaire, Sara Figueiredo Costa: «Até agora, a Leya fica para a história como o motivo pelo qual não temos feira em Lisboa para a semana. Esperemos que não fique também para a história como o motivo pelo qual não temos feira em Lisboa, nem para a semana nem este ano.»


por Booktailors às 15:37 | comentar | partilhar

Sáb, 17/Mai/08
A FLL foi adiada. Na segunda-feira, a CML anunciará a nova data.

«Associação Portuguesa de Editores e Livreiros assegurou que a reunião havia sido "inconclusiva". De acordo com a direcção da APEL, "as negociações vão prosseguir durante o fim-de-semana e as conclusões que, eventualmente, daí resultarem serão dadas a conhecer primeiramente aos associados da APEL, para que estes se possam pronunciar. (...)
A APEL requereu, entretanto, à autarquia a declaração de interesse público para o certame, remetendo para a Leya qualquer responsabilidade pela ausência de escritores editados pelo grupo, como Lobo Antunes, Mário de Carvalho ou Lídia Jorge.»

Mais desenvolvimentos no Público.


por Booktailors às 12:07 | comentar | ver comentários (1) | partilhar

Sex, 16/Mai/08
Sex, 16/Mai/08
Via LER.

O blog da LER dá conta do comunicado lançado pela CML que dá conta do entendimento entre todas as partes: «A CML, a APEL e a UEP chegaram a acordo quanto à organização da 78.ª Feira do Livro de Lisboa. Na próxima 2.ª feira será formalizado o memorando do entendimento.
A inaguração da Feira do Livro de Lisboa fica adiada para data próxima a anunciar também na 2.ª feira.»


por Booktailors às 23:06 | comentar | ver comentários (1) | partilhar

Sex, 16/Mai/08
[Via LER]

«A Feira do Livro realizar-se-á conforme era esperado. Todos participam. A LeYa terá os seus pavilhões à parte. Ou seja, todos cederam, todos ganharam e todos perderam. É Portugal, é bonito.»


por Booktailors às 18:35 | comentar | ver comentários (1) | partilhar

Sex, 16/Mai/08
É o que parece, segundo a notícia do Público.

«O acordo entre editores para a realização da Feira do Livro de Lisboa pode concretizar-se hoje ainda, depois de mais de um mês de polémica sobre o formato dos pavilhões a utilizar.
(...) Ao contrário que tinha feito até aqui, a APEL mostrou hoje alguma abertura nas negociações que estão a decorrer, o mesmo tendo acontecido com o grupo Leya, de Pais do Amaral(...) Segundo a APEL, caso a suspensão da montagem da feira não seja levantada hoje ainda pela Câmara de Lisboa dificilmente o evento poderá arrancar no dia 21, como estava previsto.»


por Booktailors às 17:43 | comentar | ver comentários (1) | partilhar

Sex, 16/Mai/08
O Pedro está em grande.
Mais uma imagem-síntese.


por Booktailors às 17:40 | comentar | partilhar

Sex, 16/Mai/08
A Assembleia Geral e Conferência de imprensa da APEL marcada para hoje ao final do dia foi suspensa. Espera-se "fumo branco" ainda hoje, no que à feira diz respeito.


por Booktailors às 16:48 | comentar | partilhar

Sex, 16/Mai/08

A APEL vai solicitar ao presidente da Câmara municipal de Lisboa que “revogue a decisão [tomada na quarta-feira] de suspender a montagem da Feira do Livro”. Este é um dos pedidos que consta do memorando que a APEL entregará à Autarquia.

Para a APEL, «passadas as primeiras horas da onda de choque desde que se conheceu a decisão de suspender a montagem da Feira do Livro de Lisboa, é por demais evidente que os interesses meramente comerciais do Grupo Leya, de Miguel Pais do Amaral, estão a tentar condicionar e influenciar as atitudes e comportamentos dos serviços camarários”».

António Baptista Lopes ontem reafirmou que, participação da LeYa, só com os pavilhões tradicionais, iguais aos de todos os editores. Posição reafirmada mais tarde por Vasco Teixeira, na RTP-N.

Mais desenvolvimentos no Público.


por Booktailors às 16:28 | comentar | partilhar

Sex, 16/Mai/08
Hugo Xavier enviou-nos o texto que reproduzimos abaixo. Hugo Xavier é bastante claro ao referir que esta é a sua opinião pessoal e que a mesma «pode não reflectir as opiniões dos outros editores da Cavalo de Ferro»

«Para começar acho que chega, de uma vez por todas, de se ser hipócrita no mundo da edição em Portugal. Tenho lido "n" comentários neste blogue em que se argumenta uma eventual distinção entre editoras e empresas ou grupos empresariais. Ninguém me convence que a preocupação com a publicação de livros seja maior ou menor numa comparação entre, digamos, a Cavalo de Ferro e o Grupo Leya. Ambos queremos que os livros que publicamos sejam um sucesso e que vendam para podermos continuar a publicar mais e ganharmos dinheiro com isso. Ora essa questão é vital quando falamos de uma Feira do Livro que representa um bom naco das vendas anuais dos editores portugueses.

As Feiras de Lisboa e Porto (como quaisquer outras no nosso país) são feiras de venda, não de apresentação ou exposição. Ora diga a Leya o que quiser e, salvo no segmento do livro escolar, a feira vai ser sempre importante para qualquer editor pela quantidade de leitores que aglomera. Sobretudo numa época em que se tem vindo a verificar que as pessoas não compram livros no primeiro semestre do ano à espera das grandes feiras.

No que toca ao problema da organização da Feira e a guerra entre as duas associações que, todos sabemos, existem devido a guerras entre editores do segmento do livro escolar - e não me venham dizer que alguma vez poderá haver consenso quando a divisão parte de conflictos inconciliáveis e inimizades pessoais - , mais uma vez assistimos ao triste espectáculo dos últimos anos. Em cima da Feira do Livro - um evento que, pela dimensão que agora se apregoa, merecia ter sido discutido e aprovado com muito mais antecedência - é que se começa a puxar a brasa à sua sardinha. Esta discussão devia ter-se dado desde o começo do ano ou mesmo desde o final do ano transacto. O ideal seria mesmo que se discutisse a Feira do Livro do ano seguinte após a do ano presente, altura em que os problemas e situações a alterar estariam mais presentes na mente de todos os intervenientes.

As posições das Associações foram infantis. Tendo a CML pedido comedimento enquanto preparava a sua resposta vimos a APEL a apostar numa política de desinformação constante e de show off. A UEP, por sua vez, colocou-se numa posição de expectativa e silêncio de uma inocência ridícula face aos comunicados, cartas abertas e supostas reuniões organizados pela APEL.

Nessa altura, como ainda recentemente neste blogue se citava alguém a defender, dizia-se que a participação das editoras devia ser feita em pé de igualdade. Não percebo. Quem diz isso quer porventura insinuar que a Cavalo de Ferro pode comparar-se ao Grupo Leya? Em qualquer feira internacional (veja-se Frankfurt) as editoras têm os espaços que o seu poder económico permite. Aliás o pavilhão dos pequenos editores é um bom exemplo disso. E ninguém pode garantir que, havendo mais liberdade dentro de limites gerais, a Cavalo de Ferro não pudesse montar um espaço e um conjunto de campanhas mais atractivos do que o Grupo.Leya.

É urgente que as associações percebam o papel real que representam. Esse papel é, para a maioria das editoras, apenas o de, estando a elas associados, poderem participar na Feira do Livro.

Sabemos que a Feira do Livro representa um dos poucos encaixes financeiros para qualquer das Associações mas, em vez de lutarem por ele de forma baixa e mesquinha, conviria que analisassem o porquê dessa situação de total ineficiência no sector.

O associativismo de um sector que, por tradição, no nosso país, nunca se conseguiu unir - nem de longe nem de perto - não é útil. Enquanto os editores portugueses não perceberem que estão a perder a guerra e que essa guerra não é contra outros editores ou associações ou sequer o Estado. Que é uma guerra contra a tremenda situação de um país com quase 10 milhões de habitantes e no qual há 100.000 grandes leitores (aqueles que lêem, supostamente, mais de 10 livros por ano), não vamos passar da cêpa torta. Vamos continuar a parecer uma classe profissional (muito pouco, aliás) ridícula e mesquinha nas atitudes que toma.

A luta dos editores deve ser contra o analfabetismo intelectual, contra um sistema de ensino podre que não traz qualquer incentivo à leitura e à edificação e qualquer batalha só pode ser considerada ganha quando traz para o campo dos leitores pessoas que o não eram. Sem leitores não ganha nem a Cavalo de Ferro nem o Grupo Leya.

No que toca à posição e comportamento do Grupo Leya, se não concordo com os resultados, tenho de concordar com os motivos: se, como agora, a minha editora vê uma fonte de rendimento essencial em risco de não se realizar por causa de duas associações com posições ridículas, eu não hesitaria em usar todos os contactos e trâmites legais ou não para conseguir garantir a minha presença e, se isso pudesse acontecer dentro dos moldes que entendo ideais para o seu sucesso, tanto melhor.

Por último e talvez o mais importante: o comportamento e posições da CML perante este assunto. Indignos de uma edilidade de tal importância. Em primeiro lugar, aquando dos conflictos entre as associações, não soube impor ordem e respeito. Ao aceitar a proposta da APEL por ter tido primazia em termos cronológicos, revela ter cedido a um facilitismo intolerável. Mais valia ter cancelado de imediato a Feira - isso seria coerente. Mas não, aceita a candidatura da APEL - candidatura que, todos sabemos, defende uma moldura clássica para a Feira do Livro - , posteriormente e fora de todos os prazos admite a participação do Grupo Leya dentro de moldes específicos e fora do modelo clássico da Feira.

Como argumento para a importância da presença da Leya a CML diz que a participação de autores como Lobo Antunes, Saramago ou Lídia Jorge constitui interesse público. Não percebo. Estamos a falar dos livros ou das pessoas/autores? É do interesse público haver sessões de autógrafos? Ou que os leitores comprem os livros desses autores - tenho a certeza de que os alfarrabistas poderiam colmatar facilmente a ausência desses autores mas mais me pergunto: caso a Feira não se realize será que a ausência da Feira da Cavalo de Ferro, que representa 7 prémios Nobel e largas dezenas de autores vencedores de prémios como o Cervantes, o Goncourt, o Nadal, o Grinzane-Cavour, o Strega, o prémio de melhor romance europeu, o Fémina, o Príncipe das Astúrias, e muitos, muitos outros; de nomes como Ariosto, Boccaccio, Laxness, Rulfo, Cortázar, Andric, Flannery O'Connor e de várias obras que, inclusivamente, fazem parte da «Lista de Obras Representativas da Humanidade, escolhidas pela UNESCO», não será também ela contra o interesse público?

Sinceramente penso que de entre todos os intervenientes não se eleva uma voz inteligente e inteligível. Acho a situação vergonhosa e sinto-me muito mal por estar nela envolvido. Infelizmente não esperava outra coisa de um país onde uma agência nacional funciona dentro de uma associação comercial ou onde não há qualquer fiscalização jurídica e laboral num sector tão vital como o do livro ou ainda num país onde todos os envolvidos no sector sabem da falta de mecanismos para realizarem com eficiência o seu trabalho (como uma base de dados de stocks que ligue distribuidoras, livreiros e editores) pelo simples motivo de que muitos deles preferem continuar a trabalhar ilegalmente. Assim e pelo meu lado vou continuar a, calmamente, esperar que nasçam os dentinhos das crianças envolvidas passando assim as birrinhas e que o horizonte se desanuvie. A única vantagem de um eventual atraso é que o tempo anda mau.

Com os melhores cumprimentos e votos de continuação de bom trabalho.

Hugo Freitas Xavier

Coordenador Editorial Cavalo de Ferro Editores»


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Qui, 15/Mai/08
Qui, 15/Mai/08
Ideias principais:

Nota prévia: A LeYa foi contactada para prestar declarações e estar presente naquele encontro, mas não aceitou;

- Confrontada com a pergunta directa do jornalista se iria haver Feira do Livro de Lisboa (FLL), a vereadora Rosália Vargas (RV) foi clara ao dizer que sendo a APEL "idónea", possuindo "grande experiência" e "tal como de sua directa responsabilidade" irá decerto levar a cabo a missão de realizar a Feira. A declaração da vereadora, longe de um elogio, teve como intenção responsabilizar a organização mandatada para a organização da Feira;

- À pergunta "A Câmara apoia ou não a Feira?", a resposta de RV foi que seria "um ponto em análise".

- RV deixou claro que a CML sempre se disponibilizou para auxiliar no que estivesse ao seu alcance, no sentido de conseguir um acordo que implicasse a participação de todos. Que é "isenta";

- RV defendeu a posição tomada com a suspensão da FLL, negando pressão de qualquer género e apresentando o argumento de que pretendem ter "presenças fortes" (leia-se autores) na Feira. É por aqui que será medido o interesse público da FLL;

- RV elencou de que forma a CML apoia a FLL: isenção de taxas de ocupação do espaço público; apoio à montagem de infraestruturas da FLL; fornecimento de serviços de limpeza; reforço de segurança; reforço de fornecimento de energia eléctrica e iluminação

- Vão existir duas Feiras? RV foi clara ao dizer que não podem haver duas feiras, ao mesmo tempo, no mesmo espaço.

- Questionando Vasco Teixeira (VT) que representou, e bem, a APEL (a propósito, e sem despeito pelo Engº Vasco Teixeira que foi claro como água nas suas intervenções... onde está o Dr. Baptista Lopes numa situação crítica como esta?), questionado sobre a questão de se valia a pena colocar em causa a Feira por causa dos stands, VT começou por esclarecer que era responsável por um "grande grupo" e que a Feira representava menos de 0,5% da sua facturação. E que por isso estava ali, representando a APEL sim, mas igualmente preocupado com os pequenos editores. E não teve meias palavras ao dizer que Paes do Amaral, dono de 23 stands da Feira em virtude das suas aquisições, não é menos importante que os pequenos editores.

- VT adiantou que a divergência da APEL é com o grupo LeYa, pela forma como este decidiu encetar negociações e não com a CML; Janeiro teria sido uma boa altura para falar sobre o modelo da Feira, agora já é tarde de mais. "Todos concordam que a feira está antiquada", apenas este não é o momento para estar a ter esse tipo de discussão. Adiantou ainda que que modernizar todos os pavilhões teria um custo na ordem dos 10 a 20 milhões, algo incomportável para a esmagadora maioria dos pequenos editores. Que a Porto Editora (PE) que facturava 84 milhões de euros conseguiria suportar este esforço, mais alguns editores também, mas a maioria seria excluída da Feira. VT manifestou gosto em participar numa Feira onde todos são «iguais».

- VT acentuou o carácter cultural da feira no sentido de permitir aos editores apresentarem os seus títulos. Não entram no Continente, mas entram na Feira de Lisboa. Realçou ainda o aspecto de a Feira, tal qual está, permitir o livre acesso de todos. Os que facturam 84 milhões de euros e os que facturam 10 mil euros.

- VT foi claro ao afirmar que o Grupo LeYa decidiu promover-se à custa da Feira do Livro, deixando uma vez mais no ar a ideia que a feira é dos livros, leitores e de todos os editores, independentemente da sua dimensão;

- O jornalista perguntou a VT se iriam reiniciar-se as clivagens entre as duas associaçoes e este apontou o facto de esta UEP de agora já não ser a mesma UEP de há uns tempos atrás, aludindo desta forma à crescente predominância do grupo LeYa no seio da UEP, tendo inclusive referido a compra, por parte do grupo LeYa, da editora do presidente da UEP (Teorema);

- VT lamentou ainda a pouca atenção e adesão que é dada à Feira do Livro do Porto por parte dos editores. Referiu que uma das preocupações de futuro da APEL deverá ser, inclusive, entrar em diálogo com a CM Porto, de forma a conseguir que a Feira do Livro do Porto assuma outra pujança;


- Ficou para amanhã a entrega de um documento da APEL à CML, no qual esta associação indicará de que forma esta situação de impasse poderá ser ultrapassada. RV disse estar confiante que tudo seria resolvido pelo melhor. Confrontada com a pergunta de como se sentia ao ter a "batata quente", diplomaticamente RV foi dizendo que a "batata quente" estava do lado da APEL, na medida em que tinha sido a esta associação que tinha sido designada para a organização da FLL.


por Booktailors às 22:11 | comentar | ver comentários (1) | partilhar

Qui, 15/Mai/08
Vasco Teixeira, da Porto Editora, e Rosália Vargas, da CML, na RTP-N.


por Booktailors às 21:44 | comentar | ver comentários (1) | partilhar

Qui, 15/Mai/08
A Câmara Municipal de Lisboa, via António Costa, reagiu hoje. No Público.

«"Apoiámos uma feira como a feira tem sido, onde todos têm espaço e todos existem, uma grande festa do livro e da leitura. A feira transformada em palco de guerras comerciais, isso não estamos disponíveis para financiar",
(...)
A entrega do "layout" com a organização da feira por parte da APEL aos serviços da autarquia, que não tinha acontecido até ontem, "está ultrapassada", afirmou o autarca, que se escusou a avançar se a montagem dos pavilhões foi retomada, depois de ter sido suspensa quarta-feira devido à falta desse documento.
(...)
Na reunião, o director municipal de Cultura, Rui Pereira, apresentou um "memorando sobre como o processo tem decorrido e como tem havido uma posição de incompreensível intransigência e até de violação de compromisso, que deve existir entre pessoas de bem, por parte da APEL", disse.

(...)Questionado sobre a autorização da câmara à instalação por parte do grupo Leya de pavilhões no local onde se realiza a feira, Parque Eduardo VII, António Costa disse que aquele grupo editorial "apresentou à câmara um projecto de pavilhão e a câmara não tem qualquer objecção do ponto de vista técnico a esse modelo de pavilhão". "Foi só a isso que a câmara respondeu", sublinhou. António Costa reiterou que a feira do livro "não é uma organização da câmara e os problemas deste ano não são propriamente inéditos, aparentemente são recorrentes". "Ninguém culpa a câmara, e não é justo que o faça, pelo facto de as partes não se entenderem. Espero que todos acabem por ter bom senso", afirmou, sublinhando que a autarquia procurou mediar este "conflito entre privados »


por Booktailors às 21:30 | comentar | ver comentários (1) | partilhar

Qui, 15/Mai/08
Ainda com referência à notícia do Público, no último parágrafo, a revelação: «Guilherme Valente, da Gradiva (...)anunciou há poucos minutos a sua saída desta associação. “A situação e o comportamento do Grupo Leya na UEP (União dos Editores Portugueses), perverte, em meu entender, o seu carácter e inviabiliza a sua acção de Associação de Editores. Sendo assim, não resta a mim próprio nem à Gradiva outra alternativa de inteligência, dignidade e coerência que não seja a desvinculação da UEP”, explica o editor, em comunicado.»


por Booktailors às 16:57 | comentar | partilhar

Qui, 15/Mai/08
Segundo notícia do Público, a APEL acusou o director municipal de cultura da CML «de favorecer os interesses do maior grupo editorial português, o grupo Leya».

Ignoramos se a expressão «maior grupo editorial português» seja da responsabilidade da APEL, bem como os critérios utilizados para classificar o grupo de Isaías Gomes Teixeira o "maior grupo editorial português" (facturação? número de marcas? número de colaboradores?), mas não é aí que está o enfoque.

«Em causa está o facto de o município ter autorizado a Leya a usar pavilhões diferenciados na Feira, cujo arranque está marcado para o próximo dia 21, contra a vontade da APEL. Ontem os serviços camarários suspenderam a montagem dos pavilhões, alegando que a APEL não tinha submetido à sua consideração o “layout” final da implantação dos “stands” no recinto

APEL diz não compreender a posição do director municipal, “que só serve os propósitos empresariais do Grupo Leya e menospreza os interesses comuns e gerais do mundo editorial português representado maioritariamente na feira”. E assegura que “salvaguardou todos os requisitos impostos pela Câmara Municipal de Lisboa para a cedência do espaço e para o apoio a este evento” – algo que a autarquia tem posto em causa, alegando que a associação se comprometeu a autorizar pavilhões diferentes das tradicionais barraquinhas em troca da cedência do espaço?»

Para continuar a ler no Público.

(pf)


por Booktailors às 16:52 | comentar | partilhar

Qui, 15/Mai/08
Hoje, no Portugal Diário, uma notícia sobre a situação da Feira do Livro. Excertos:

«Ao PortugalDiário, a vereadora do pelouro da Cultura da Câmara de Lisboa, Rosália Vargas, explica que se as editoras da Leya não estiverem presentes na Feira do Livro, devido à «intransigência» da APEL, a autarquia «pode considerar que não estão reunidas as condições de garante de serviço público» e decidir não atribuir o subsídio.
(...)
«Se houver uma alteração muito significativa desse interesse público, a câmara pode decidir não manter esse apoio. A autarquia não pode dirimir conflitos entre privados, o que nos interessa é que haja uma participação ampla porque o evento é de grande importância cultural para a cidade», esclarece Rosália Vargas.

Ainda assim, adianta a autarca, se não houver susídio camarário, a APEl pode continuar a realizar a Feira do Livro, «tem autorização para isso».
(...)
«APEL está a ser pressionada por duas ou três editoras»
Quanto à União de Editores Livreiros (UEL), que representa o Grupo Leya, vai esperar pelo esclarecimento da APEL à autarquia. Se a APEL não recuar na sua decisão de uniformidade nos stands, «uma parte dos editores participará, outra não», esclareceu Carlos Veiga Ferreira ao PortugalDiário.

O presidente da UEP adianta, no entanto, que se a autarquia não isentar as editoras de taxas municipais «fica incomportável em termos financeiros. São caríssimas». Carlos Veiga Ferreira lamenta ainda que a APEL tenha quebrado a sua palavra em todo este processo e só encontra uma explicação: «Está a ser pressionada por duas ou três editoras a quem não interessa o aparecimento da Leya».

Num e-mail de 10 de Abril trocado entre a direcção da APEL e da UEP, a que o PortugalDiário teve acesso, o presidente da APEL considerava «ser admissível a participação de stands diferentes dos tradicionais com pé-direito e área a serem devidamente consideradas em função da estética da feira e da tipologia do terreno de implantação».
(...)
...foi «evocado o compromisso verbal assumido pela Direcção da APEL perante a CML (Presidente, Vereadora e Director Municipal)» e que o vice-presidente da direcção da APEL, Dr. José Pinho, «declarou que esse compromisso nunca tinha sido lavrado por escrito e portanto não se sentiam na obrigação de o cumprir».
A autarquia lisboeta pede, agora à APEL que esclareça tudo. Disso depende a atribuição de 200 mil euros de subsídio e a isenção de taxas municipais.
(...)
Esta questão entre a APEL e a Leya não acontece no Porto. Aqui a Feira do Livro arranca no dia 21 (prolonga-se até 10 de Junho), no Pavilhão Rosa Mota, e com uma dimensão semelhante à do ano passado: 94 stands. As maiores editoras do recém-formado grupo Leya vão estar presentes, ainda que indirectamente.»


por Booktailors às 16:29 | comentar | partilhar

Qui, 15/Mai/08
O Grupo LeYa confirmou hoje que vai participar na Feira do Livro de Lisboa, com os seus pavilhões e autores.

Na Feira do Livro do Porto irá participar de forma indirecta: «No Porto, as maiores editores do recém-formado grupo Leya vão fazer-se representar indirectamenteatravés da Inovação à Leitura, de acordo com declarações proferidas por Francisco Madruga, da comissão organizadora da Feira do Livro.»

No Público.


por Booktailors às 16:00 | comentar | partilhar

Qui, 15/Mai/08
Deixamos o comunicado veiculado ontem pela APEL a horas tardias. Com este comunicado, confessamos não ter certezas quanto à validade do post anterior, que dava conta de uma conferência de imprensa da APEL para hoje, ao final do dia. As nossas desculpas pela confusão. Mas apenas tivemos acesso ao texto da APEL via LER, que recebeu o comunicado.

«Os trabalhos de montagem da Feira do Livro de Lisboa foram inesperadamente suspensos, esta manhã, nos termos de uma decisão verbal do Senhor Director Municipal de Cultura, que não foi fundamentada nem formalizada até este momento.

A APEL não entende a posição tomada pelo Senhor Director Municipal de Cultura que só serve os propósitos empresariais do Grupo Leya e menospreza os interesses comuns e gerais do mundo editorial português representado maioritariamente na feira, já que a associação salvaguardou todos os requisitos impostos pela Câmara Municipal de Lisboa para a cedência do espaço e para o apoio a este evento:

(1) dinamização massiva do mundo editorial português, incluindo a maioria dos editores associados da UEP, traduzido na presença de um número de participantes maior que em 2007:
(2) entrega de layout da Feira dentro dos prazos e nos termos determinados pelos responsáveis municipais.

Em face desta situação, que compromete a realização da feira, a APEL manifesta a sua estranheza e incompreensão em face dos graves inconvenientes, transtornos e prejuízos para os editores portugueses e relativamente aos quais declina, desde já, qualquer responsabilidade moral ou económica.

No sentido de esclarecer os mais de 120 editores inscritos na Feira do Livro de Lisboa, a APEL solicitou hoje uma audiência à Senhora Vereadora da Cultura e marcou uma nova assembleia de participantes para a próxima sexta-feira às 1800h.»


por Booktailors às 13:45 | comentar | partilhar

Qui, 15/Mai/08
«A Associação Portuguesa de Editores e Livreiros (APEL) desvalorizou hoje a possibilidade de a Câmara de Lisboa não apoiar a Feira do Livro, garantindo que vai responder ao ofício camarário relacionado com a instalação de novos modelos de pavilhões.»

Ficamos assim à espera da reacção da APEL. Realçamos o parágrafo que contempla uma reacção de de Baptista Lopes (bold nosso): « O presidente concretizou que esse ofício integra o “único assunto polémico” relacionado com a edição da Feira do Livro deste ano e que tem a ver com a instalação de novos modelos de pavilhões, nomeadamente do grupo Leya.»

A duas semanas do início, ainda estamos nisto. Uma marca que é uma daquelas coisas que demora anos a construir e segundos a construir. A APEL convém não se esquecer disto. E já agora a LeYa...

Mais desenvolvimentos no Público.


por Booktailors às 12:48 | comentar | partilhar

Qua, 14/Mai/08
Qua, 14/Mai/08
Está marcada para amanhã, 15 de maio, ao final do dia, uma conferência da APEL, subordinada ao tema da Feira do Livro.


por Booktailors às 22:05 | comentar | partilhar

Ter, 13/Mai/08
Ter, 13/Mai/08
A LeYa terá chegado hoje, perto das 15h30, com dois camiões ao Parque Eduardo VII para descarregar o seu material.

A APEL, por seu lado, terá impedido que a LeYa descarregasse os seus materiais...


por Booktailors às 17:55 | comentar | partilhar

Seg, 12/Mai/08
Seg, 12/Mai/08
Deixamos aqui o mais recente comunicado de imprensa da APEL sobre o tema "Feira do Livro", intitulado " A Feira do Livro de Lisboa e as pressões do Grupo Leya".

A grande novidade parece ser o facto da LeYa «ter delegado a sua representação numa livraria de Braga que, para esse efeito, requereu mais um stand para comercializar os livros das
editoras daquele grupo».

Aqui fica o press na íntegra.

«Já passaram 12 dias do fim do prazo oficial de inscrição na 78.ª edição da Feira do Livro de Lisboa.

Já passaram cinco dias do prazo especial acordado com a União de Editores Portugueses (UEP) para os respectivos associados se inscreverem no certame.

Todos – sublinhamos: todos – se inscreveram de acordo com os regulamentos: 119 participantes, dos quais 21 são membros da UEP. A excepção é, como se sabe, o Grupo Leya, que, pese embora ter beneficiado de um período excepcional para se inscrever até às 12:00 da passada sexta-feira, dia 9 de Maio, não o fez.

Entretanto, foram tornados públicos alguns comentários em relação a esta situação que revelam ou falta de conhecimento sobre todos os factos ou, pior, uma percepção enviesada ou politicamente comprometida da realidade.


Acontece que já se ouvem vozes críticas de dentro da própria UEP em relação à atitude do Grupo Leya, o que vem dar ainda mais força às razões que assistem à Associação Portuguesa de Editores e Livreiros – APEL.

Ainda assim, e para que não subsistam quaisquer dúvidas, a APEL relembra que:


- a opção pela utilização do modelo tradicional de stands foi ratificada em duas Assembleias Gerais de Participantes da Feira do Livro de Lisboa;

- a segunda dessas Assembleias Gerais, realizada a 17 de Abril último, foi marcada propositadamente para que os responsáveis do Grupo Leya pudessem apresentar os seus projectos de novos stands;

- infelizmente, e apesar de ter sido expressamente convidada para o efeito, o Grupo Leya não se fez representar nem tão pouco deu qualquer resposta ao convite formulado;

- é objectivo primordial da Feira do Livro assegurar que toda a oferta editorial em língua portuguesa esteja disponível ao público, em condições de equidade, em contraponto ao que se passa durante todo o ano, em que as regras de mercado definem o que está nos tops e nos escaparates das livrarias e espaços de grande consumo;

- a responsabilidade de organizar um certame como a Feira do Livro de Lisboa exige da APEL uma posição de salvaguarda dos direitos e interesses de todos os participantes, não devendo, pois, permitir que qualquer editor ou grupo editorial, por maior que seja, usufrua de quaisquer privilégios e condições excepcionalmente vantajosas em relação a todos os participantes e que desvirtuam o objectivo da própria Feira do Livro;

- esta responsabilidade da APEL é sustentada pelo apoio dado pelos seus associados e, sublinhe-se, por membros da UEP, que inclusive já denunciaram as pressões que o Grupo Leya tem feito quer dentro daquela agremiação quer, segundo os próprios, junto da Câmara Municipal de Lisboa;

- ninguém mais do que a APEL está interessada na modernização da Feira do Livro de Lisboa e na sua adequação às novas exigências; no entanto, tal propósito não pode ser imposto à pressa, só para alguns e sob a forma de chantagem, antes deve ser pensado a longo prazo. É por isso que foi criada uma Comissão Técnica que já está a trabalhar no novo projecto para a edição de 2009, o qual se espera venha a ser apresentado dentro de algumas semanas.


Neste momento, a 78.ª edição da Feira do Livro de Lisboa apresenta-se com cerca de 190 stands, o que constitui, por si só, um sinal do empenhamento e entusiasmo dos agentes do sector e uma elevada representatividade editorial, factores essenciais para o sucesso do evento.


Naturalmente, estes elementos serão ainda mais satisfatórios se os 23 stands referentes às editoras do Grupo Leya se juntarem ao plano da Feira de Lisboa. Para isso, só é necessário que os responsáveis por aquele grupo respeitem as mesmas regras que todos os participantes, da APEL e da UEP, aceitaram livremente.

O que o Grupo Leya fez na Feira do Livro do Porto não constitui a melhor solução. Relembre-se que o Grupo Leya tornou público que não estaria presente naquele evento; contudo, posteriormente, delegou a sua representação numa livraria de Braga que, para esse efeito, requereu mais um stand para comercializar os livros das editoras daquele grupo.

Enfim, em nome de todos os inscritos na 78.ª Feira do Livro de Lisboa, só resta à Direcção da APEL que o bom senso leve os responsáveis do Grupo Leya a reconsiderarem a sua posição e se inscrevam num dos mais importantes eventos culturais da cidade, sendo certo que a APEL tudo fará para garantir a montagem dos stands mesmo que a inscrição só ocorra a escassos dias da abertura da feira.

A Leya, os seus livros e os seus autores só não estarão na 78.ª Feira do Livro de Lisboa se os responsáveis pelo grupo assim não o quiserem.

A DIRECÇÃO
12 de Maio de 2008»


por Booktailors às 19:10 | comentar | ver comentários (1) | partilhar

Seg, 12/Mai/08
Retirado daqui.


por Booktailors às 01:28 | comentar | ver comentários (3) | partilhar

Seg, 12/Mai/08
Na edição do DN de Sábado, artigo de Isabel Lucas, ficamos a saber que afinal a LeYa vai mesmo à feira. A APEL, por seu lado, «diz que tem reservados 23 pavilhões para acolher no Parque Eduardo VII as editoras que compõem a Leya».

Por outro lado ainda, segundo o Público de Sábado, a confusão já chegou à Câmara Municipal e os vereadores da CML trocam acusações: «Saavedra diz que, já depois de o director municipal da Cultura, o social-democrata Rui Pereira, ter conseguido acalmar os ânimos, autorizando stands diferenciados à Leya, Rosalia "terá cedido a pressões de outros" editores para "excluir" este grupo editorial. "Ou então estamos perante um caso inexplicável de loucura" dos responsáveis camarários, observa a vereadora do PSD.» Ver notícia no blog da Ler.

Segundo a última notícia ainda, a UEP já terá pedido licença para organizar as duas próximas sessões da Feira do Livro. Às vezes, a ficção (neste caso o ridículo), ultrapassa a realidade. Não foi há muito tempo que, nas caixas de comentários do Blogtailors, alguns leitores referiam que o melhor seria já pedir as licenças todas até 2020.

Tudo isto só me faz lembrar uma história que se conta sobre Einstein. Confrontado com a pergunta "como acha que será a III Guerra Mundial?", ele terá respondido "A Terceira não sei; a quarta é à pedrada".

A continuarem as guerras e guerrinhas, os amuos e as descoordenações, o mais certo é que as pessoas se cansem. Os editores também. E já agora, depois, p.f., não se venham queixar se os jornalistas não ligarem pevide à Feira do Livro....

(pf)


por Booktailors às 00:49 | comentar | ver comentários (3) | partilhar

Sex, 9/Mai/08
Sex, 9/Mai/08
'As editoras do Grupo Leya vão estar representadas na 78ª edição da Feira do Livro de Lisboa, ao contrário do que indicava um comunicado da Associação Portuguesa de Editores e Livreiros (APEL) emitido na quarta-feira ao fim do dia.»

Mais desenvolvimentos no Jornal de Notícias.


por Booktailors às 10:23 | comentar | partilhar

Ter, 29/Abr/08
Ter, 29/Abr/08
A UEP deixou nas mãos de cada associados a possibilidade de participação na Feira. A UEP enquanto entidade não assumirá qualquer orientação. Bruno Pacheco, contudo, refere que a «"A APEL (Associação Portuguesa de Editores e Livreiros) comporta-se como dona da feira

O Grupo LeYa ainda não divulgou a sua posição.


por Booktailors às 10:59 | comentar | partilhar

Seg, 28/Abr/08
Seg, 28/Abr/08
«A Associação Portuguesa de Editores e Livreiros (APEL) apelou hoje a uma «solução de compromisso» com a União de Editores Portugueses e com o grupo Leya para a Feira do Livro de Lisboa, ressalvando que o evento voltará a ter um modelo tradicional. »

Mais desenvolvimentos no Diário Digital.


por Booktailors às 22:40 | comentar | partilhar

Qui, 24/Abr/08
Qui, 24/Abr/08
«A Câmara Municipal de Lisboa decidiu ontem atribuir a organização do evento à Associação Portuguesa de Editores e Livreiros (APEL), porque foi esta entidade a primeira a entregar o pedido de realização no Parque Eduardo VII.

Perante esta decisão, a UEP anunciou hoje que reúne os seus associados na segunda-feira, tendo em cima da mesa vários cenários, entre os quais a integração nas duas feiras ou a realização de um outro evento semelhante. "Todos os cenários são possíveis", afirmou o secretário-geral da UEP, Bruno Pires Pacheco, sublinhando que alguns editores associados manifestaram intenção de não participar nas feiras do livro de Lisboa e do Porto.»

Mais desenvolvimentos no última Hora do Público.


por Booktailors às 22:37 | comentar | partilhar

Dom, 20/Abr/08
Dom, 20/Abr/08
O imprescindível blog da Ler (pelo menos se queremos saber ao minuto o que se está a passar) publicou um comunicado da APEL. Tema? Feira do Livro, pois claro:

«No quadro das nossas responsabilidades na organização das Feiras do Livro de Lisboa e Porto, lançámos no passado dia 14, segunda-feira, os respectivos processos de inscrição. Entretanto, os nossos colegas da UEP lançaram idêntico procedimento, numa atitude de irresponsabilidade, e que em nada contribui para a boa organização das feiras. Como é do conhecimento geral, as Feiras de Lisboa e Porto têm a preciosa colaboração das respectivas Câmaras Municipais não apenas quanto à cedência do espaço para a sua realização, como igualmente no apoio logístico, inscrevendo-se inclusivamente nas Festas das Cidades, e sendo dos mais relevantes acontecimentos culturais de Lisboa e Porto. Afirmando-se no comunicado da UEP que a Feira que supostamente pretendem organizar seria em colaboração com a Câmara Municipal de Lisboa, tal se revela absolutamente falso, porquanto, ao que sabemos, a Câmara Municipal de Lisboa ainda não tomou qualquer decisão quanto à questão da organização da Feira. Temos a forte convicção que a decisão a tomar não poderá deixar de estar em consonância com as posições que vimos defendendo, enquanto organização de 77 Feiras do Livro, património de que muito nos orgulhamos, e com a participação de todos os editores que nela queiram participar. Relativamente à Feira do Livro do Porto, informamos estarmos a trabalhar em estreita ligação com a respectiva Câmara Municipal, que uma vez mais nos cedeu o Pavilhão Rosa Mota, naturalmente em regime de exclusividade, nada autorizando a UEP a lançar um processo de inscrições para um evento que nunca foi objecto de qualquer contacto entre as duas associações. Apesar da conflitualidade que não criámos, continuamos disponíveis para a renovação do protocolo com os nossos colegas da UEP que nos permitiu realizar as Feiras do Livro de Lisboa e Porto de 2003 a 2007 num quadro de pacificação do movimento associativo. Informamos igualmente que na Assembleia de Participantes da Feira do Livro de Lisboa, por nós convocada e ontem realizada, e que contou com a presença de dezenas de editores das duas associações, fomos mandatados para continuarmos a desenvolver os contactos com a Câmara Municipal de Lisboa e a UEP em ordem à boa realização da Feira. Na ocasião um conjunto de editores promoveram uma Carta Aberta sobre a feira do Livro de Lisboa [...] Aproveitamos para informar que os trabalhos de organização de ambas as feiras decorrem normalmente e que a data de abertura prevista é o dia 21 de Maio.»


por Booktailors às 01:02 | comentar | partilhar

Sex, 18/Abr/08
Sex, 18/Abr/08
Reproduzimos aqui a carta aberta, intitulada "A Feira do Livro é de Lisboa!", apresentada ontem na Assembleia de Participantes, que conta já com a subscrição de dezenas de editores e livreiros da APEL.

«A Feira do Livro é de Lisboa!

A pouco mais de um mês da data agendada para o início da 78.ª Feira do Livro de Lisboa – próximo dia 21 de Maio – existem sérias dúvidas quanto à realização e sucesso deste evento, um dos mais importantes e significativos da cidade de Lisboa na área da cultura.

A causa para esta desagradável situação reside na atitude de um grupo editorial, recentemente criado após um processo de aquisições de várias editoras, que insiste numa lógica de defesa dos seus objectivos de marketing em detrimento do espírito que define a essência e a própria razão de ser da Feira do Livro de Lisboa.

A tal atitude tem-se oposto a Associação Portuguesa de Editores e Livreiros – APEL, desde sempre responsável pela organização das Feiras do Livro de Lisboa e Porto e que entende que o evento existe para servir os seus habituais visitantes, promovendo o livro e a leitura através da disponibilização de toda a produção bibliográfica portuguesa.

Para que todos possam reflectir sobre o que está em causa, os subscritores desta carta, editores e livreiros participantes há longa data na Feira do Livro de Lisboa, partilham, por este meio, a visão que têm sobre o que é a Feira do Livro. Trata-se, em concreto, da posição da APEL, como Associação Portuguesa de Editores e Livreiros, e não apenas de Editores.

O nosso entendimento é que o certame deve ser um dos mais importantes acontecimentos culturais da cidade – e, reconheça-se, tem-no sido ano após ano – e deve servir um grande objectivo: expor a edição portuguesa disponível. Este modelo de Feira é claramente distinto dos certames profissionais de entradas pagas, como a FIL ou a Feira de Frankfurt, de Londres ou de Paris e as muitas mais fora do âmbito do livro.

A Feira do Livro de Lisboa estará, sim, bem mais próxima de uma Feira do Livro de Madrid: realiza-se ao ar livre, apresenta-se com pavilhões homogéneos, oferece animação em prol da leitura, tanto para adultos como para crianças... É uma Feira concebida para promover o livro e a leitura e não como operação de marketing para concorrer com os livreiros.

No formato da nossa Feira, deve estar bem presente o primado da exposição bibliográfica sobre o comércio do livro, no interesse de todos os que a visitam, pois as Feiras não devem arvorar-se em concorrentes dos livreiros.

Esta visão de Feira do Livro, que assim é de Lisboa, tem-se concretizado ao longo do tempo e, por conseguinte, também nos últimos cinco anos, graças ao entendimento entre a APEL e a União de Editores Portugueses (UEP), uma associação estritamente de editores que tem colaborado na organização da Feira do Livro de Lisboa.

Ora, parte precisamente de alguns editores da UEP, num movimento liderado pelo Grupo Leya, a intenção de transformar a Feira do Livro num acontecimento de características puramente comerciais.

Para nós, tal como para a APEL, tal tipo de Feira, a concretizar-se, deve realizar-se noutro momento e local não coincidentes com a realização da Feira do Livro de Lisboa, que, sob a organização da APEL, tem conseguido dignificar o livro, promover a leitura e, ao mesmo tempo, estimular o comércio livreiro, cujo papel nesta festa da cidade não deve ser ignorado.

Não vemos, portanto, qualquer viabilidade ou interesse público numa eventual fusão destes dois tipos de realizações sem que tal coloque em causa o atrás exposto. Acreditamos que a Câmara Municipal de Lisboa reconhecerá as razões que nos assistem.

Consideramos que a APEL, como Associação Portuguesa de Editores e Livreiros, tem uma visão equilibrada dos interesses em presença e por isso mesmo defende uma Feira que se opõe à concorrência com o circuito livreiro. A Feira é para dar a conhecer todos os livros em circulação, sendo que este conhecimento, se por um lado promove as vendas na própria Feira, por outro contribui também para a dinamização do mercado livreiro.

Por fim, e para que as decisões a tomar não fiquem reféns dos caprichos de quem não vê para lá dos seus interesses comerciais, importa sublinhar que, a concretizarem-se as ameaças de ausência de determinadas (poucas) editoras, as eventuais perdas seriam recuperadas e o impacto seria muito menor do que uma descaracterização da Feira do Livro de Lisboa. Aí, as perdas seriam, para todos, verdadeiramente irreparáveis.»


por Booktailors às 16:04 | comentar | ver comentários (3) | partilhar

Qui, 17/Abr/08
Qui, 17/Abr/08
Preocupados com a tomada de posição da Amazon, que ameaçou vir a praticar os preços de desconto disponibilizado pelos editores nos seus próprios websites, a Associação de editores inglesa veio em defesa dos seus associados para repudiar a intenção da livraria e relembrar que uma só entidade não poderá pôr em causa um acordo que foi feito pelas duas partes.


por Booktailors às 18:45 | comentar | partilhar

Ter, 15/Abr/08
Ter, 15/Abr/08
«A APEL marcou uma Assembleia de Participantes na Feira do Livro para a próxima quinta-feira e vai instar o Grupo Leya a apresentar as suas propostas e pretensões, disse à Lusa fonte da associação.»

Mais desenvolvimentos no Diário Digital.


por Booktailors às 20:05 | comentar | partilhar

Qua, 9/Abr/08
Qua, 9/Abr/08

A APEL participará este ano, pela primeira vez, na Feira do Livro de Londres (14 a 16 de abril). De salientar ainda que a Porto Editora e a Plátano Editora também estarão presentes.

É certo que este será um dos pontos pelo qual passaremos...

Mais desenvolvimentos na página de Cultura da RTP.


por Booktailors às 20:56 | comentar | partilhar


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