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Seg, 20/Jul/09
Seg, 20/Jul/09
Já se encontra à venda o livro que contém os textos vencedores deste prémio. Conforme noticiámos aqui e aqui, o prémio distingue trabalhos colectivos originais de alunos do 4.º ano do ensino básico.

Na Feira do Livro da Póvoa de Varzim, no próximo dia 6 de Agosto, será lançado esta obra, sendo ainda apresentado o regulamento para a próxima edição do prémio.


por Booktailors às 09:30 | comentar | partilhar

Sex, 22/Mai/09
Sex, 22/Mai/09

Póvoa de Varzim é o típico exemplo de como é possível colocar uma cidade no mapa, pela via cultural.
A prová-lo, a homenagem que o Salão do Livro Iberoamericano (Gijon) prestou à autarquia poveira como mentora do Correntes d’Escritas – Encontro de Escritores de Expressão Ibérica, que este ano comemorou dez anos.

Parabéns Póvoa de Varzim. Vemo-nos em Fevereiro, se o calor não apertar até lá.
(pf)


por Booktailors às 18:39 | comentar | partilhar

Qua, 22/Abr/09
Qua, 22/Abr/09
A provar que os encontros de literatura são também encontros de amigos e de pessoas que se dedicam a isto, colocamos uma foto da «equipa» Correntes D'Escritas (em particular e com bastante carinho, para a Manuela).


por Booktailors às 19:45 | comentar | partilhar

Qui, 19/Fev/09
Qui, 19/Fev/09
José Mário Silva disponibilizou no seu Bibliotecário de Babel o texto que leu perante um auditório cheio, na Correntes D'Escritas.

Ler aqui.


por Booktailors às 09:30 | comentar | partilhar

Qua, 18/Fev/09
Qua, 18/Fev/09
A edição deste ano do Correntes D'Escritas terminou. Já foi feito o seu balanço e só não foram contabilizadas as ligações entre pessoas, criadas durante o evento. Não só entre pessoas do meio, a adesão do público foi notável, enchendo tanto o Auditório como o renovado Museu Municipal, não só nos dez debates, mas também nos lançamentos de livros, nas sessões de poesia e mesmo nas iniciativas paralelas.

Dentro da edição deste ano, é de enaltecer a forma como decorreram os encontros entre os escritores e os alunos das escolas locais e de concelhos adjacentes. Este ano, com algumas alterações na dinâmica dos encontros, foi assim possível incentivar a leitura nos públicos mais novos.

Apesar da edição deste ano ter terminado, é ainda possível visitar as exposições inauguradas este ano.
No Diana Bar, «De Caras com a Escrita», de Rui Sousa, mostra fotografias de convidados das anteriores sessões do Correntes D'Escritas. É possível ver esta exposição até ao final do mês de Fevereiro.
«Circunstâncias», de Rui Anahory, é uma exposição constituída por escultura, pintura e fotografia e pode ser visitada até dia 28 de Abril, no Museu Municipal.
Por último, «Imago Libri» é a exposição de fotografia de Simon Doru Cristea, que pode ser visitada até ao final do presente mês de Fevereiro, na Biblioteca Municipal.
A edição deste ano terminou com dois debates em Lisboa, no Instituto Cervantes e na Casa da América Latina, que decorreram esta semana.

Espera-se agora pelo regulamento dos Prémios Literários da próxima edição, que deverão ser anunciados em breve, e pelas respectivas novidades que o público poderá encontrar na Póvoa de Varzim em 2010.


por Booktailors às 14:30 | comentar | partilhar

Qua, 18/Fev/09
18h30
12.ª MESA: Apenas à literatura é dada esperança

Antonio Sarabia
Héctor Abad Faciolince
João Paulo Cuenca
Oscar Málaga Gallegos
Maria Armandina Maia – moderadora
CASA DA AMÉRICA LATINA

Termina assim a programa paralelo do Correntes D'Escritas, com o objectivo de levar um pouco deste evento a quem não teve oportunidade de dirigir-se à Póvoa de Varzim.

Mais informações aqui.


por Booktailors às 09:30 | comentar | partilhar

Ter, 17/Fev/09
Ter, 17/Fev/09
«... posso dizer-vos que é sempre bom ir à Póvoa em Fevereiro. Numa opinião mais impressionista, dizer-vos que o sol chega com as Correntes e a Póvoa fica linda sem barracas, cheia de mar, cheia de si, cheia de nós. Mas também dizer que em dez anos as Correntes se instituiram como a data da reentré nacional. Existirão, talvez, três datas importantes na edição portuguesa: a Feira, Setembro e Outubro antecipando o Natal, Fevereiro e as Correntes abrindo o ano. Ora, quem consegue isso, seja num ano, seja em dez, consegue tudo. Consegue colocar um concelho no mapa. Consegue juntar quase toda a corporação (as Correntes fazem-me lembrar o avião das 7 de vem de Frankfurt para Lisboa - um acidente e deixava de existir edição em Portugal),...»

Aqui.


por Booktailors às 10:00 | comentar | partilhar

Ter, 17/Fev/09
18h30
11.ª MESA: Cada Homem é uma Língua

Antonio Garrido
Casimiro de Brito
Dulce Maria Cardoso
Ignacio del Valle
José Manuel Fajardo
Ondjaki
Vergílio Alberto Vieira – moderador
INSTITUTO CERVANTES

Primeira de duas mesas de debates do programa paralelo do Correntes D'Escritas.
O Correntes volta assim ao Instituto Cervantes, sendo que já o ano passado este espaço foi usado com esta finalidade.
Amanhã irá ocorrer, pela primeira vez, um debate na Casa da América Latina, também em Lisboa.

Mais informações aqui.
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por Booktailors às 09:00 | comentar | partilhar

Seg, 16/Fev/09
Seg, 16/Fev/09
«Há dez anos que as Correntes d'Escritas mobilizam centenas de nomes de autores da chamada expressão "ibero-americana" – vindos de Portugal, Espanha (com a Galiza em primeiro plano), Brasil e países latino-americanos e africanos de língua portuguesa.»

Aqui.
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por Booktailors às 13:00 | comentar | partilhar

Seg, 16/Fev/09
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por Booktailors às 10:00 | comentar | partilhar

Dom, 15/Fev/09
Dom, 15/Fev/09
Para fazer um balanço da edição deste ano, ninguém como os intervenientes directos para comentar esta década de Correntes D’Escritas.

Manuel Rui e Onésimo Teotónio de Almeida relembraram o primeiro ano, em 1999, considerando-o como «uma festa».
José Mário Silva, que participa pela primeira vez, afirmou ser «um acontecimento único em Portugal».
Outro «novato» nas andanças do Correntes, o chileno Bruno Serrano revelou que o Correntes é «o melhor encontro» que já assistiu.
Já Gastão Cruz, vencedor do Prémio Literário Casino da Póvoa, ficou impressionado com a «dimensão e dinâmica» do evento, assim como com a adesão do público.

Relativamente ao futuro, José Mário Silva pede só que o Correntes «não perca a sua identidade». Sentimento com que Fernando Pinto do Amaral concorda, achando que embora haja sempre espaço para melhorias, na sua opinião o Correntes D’Escritas «encontrou o tom certo».

A «festa das palavras», segundo Onésimo Teotónio de Almeida, termina após quatro dias de debates, lançamentos de livros, sessões de poesia e cinema, não esquecendo o teatro ou a música.
Espera-se que o Correntes D’Escritas possa servir de inspiração para todos os autores que passaram pela Póvoa e, quem sabe, talvez algumas das pessoas que vieram apenas assistir este ano, voltem em edições futuras, dessa vez como participantes.

Para mais informações, consulte o site da Câmara Municipal da Póvoa de Varzim.
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Dom, 15/Fev/09
Na sessão de encerramento da edição deste ano do Correntes D’Escritas, foram entregues os prémios aos respectivos vencedores, anunciados na passada quarta-feira.

Gastão Cruz, vencedor do Prémio Literário Casino da Póvoa, frisou que premiar poesia talvez possa chamar mais a atenção para esta forma de escrita.

Relembramos os vencedores dos prémios da 10.ª edição do Correntes D’Escritas:
Prémio Literário Casino da PóvoaA Moeda do Tempo, de Gastão Cruz, Assírio e Alvim (2006)
Prémio Literário Correntes D'Escritas/Papelaria LocusGeometria das Sombras, de Tatiana Vanessa Bessa, sob o pseudónimo Ophelia Nery
Prémio Conto Infantil Ilustrado Correntes D'Escritas/Porto EditoraUm susto e um presente, escrito pelos alunos da Escola Básica 1/JI de Aires

Foram também atribuídos os prémios para o segundo e terceiro classificados do Prémio Conto Infantil Ilustrado Correntes d'Escritas/Porto Editora, aos externatos Infantil e Primário Paraíso dos Pequeninos, em Santa Maria da Feira e Patinho Feio, na Amadora, respectivamente.
As instituições Escola de Rendufe, Amares, à Escola São João de Brito, de Lisboa, ao 4º ano da Escola de Lemenhe, Vila Nova de Famalicão e a uma escola portuguesa no Luxemburgo, receberam menções honrosas.

O vereador da cultura Luís Diamantino enalteceu a participação de todos, nestes dez anos de Correntes D’Escritas, assim como lembrou o apoio dos patrocinadores e parceiros ao evento anual.

Para mais informações, consulte o site da Câmara Municipal da Póvoa de Varzim.
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por Booktailors às 18:00 | comentar | partilhar

Dom, 15/Fev/09
«"A literatura é o meu sentido primeiro das coisas. Entre aquilo que leio e aquilo que escrevo. Correnteza de rio pelo caminho das pedras, até ao lugar onde as águas se misturam, se confundem, se fusionam, e só depois se separam, se alargam-alagam e nos contaminam…" O texto que Maria Teresa Horta escreveu, e leu hoje a propósito do tema "A Literatura é o sentido último das coisas", encantou o público, que encheu o Auditório Municipal para assistir à última mesa do Correntes D'Escritas. (...)

Hélia Correia "utilizou" o seu tempo para homenagear Maria Teresa Horta, pessoa a que está ligada por um "amor profundo". "É uma homenagem de uma leitora a uma escritora. Há sempre uma ovelha negra numa família. E como o Correntes D'Escritas é uma grande família, vou ser traquinas e fugir ao tema. A Maria Teresa Horta merece esta homenagem", explicou Hélia Correia.

José Manuel Fajardo brincou, dizendo que "Francisco Guedes e Manuela Ribeiro divertem-se a escolher temas provocatórios para as mesas. E este tema é incómodo, mas tudo o que é um incómodo é um estímulo." Fajardo explicou que "há 20 anos teria respondido sim ou não. Hoje tenho uma atitude mais maleável e digo que não sei se a literatura é o último sentido das coisas." (...)

"A filosofia é o último sentido das coisas, não fosse eu professor de filosofia…" brincou Miguel Real. Para o escritor não é possível conhecer a história de Portugal sem a literatura: "como conheceríamos a corte de D. Manuel sem a obra de Gil Vicente? Como saber quando a burguesia surgiu em Portugal sem 'Viagens da minha terra', de Almeida Garrett?"

Xosé Maria Alvarez Cáccamo contou que "a primeira coisa que fez quando me disseram o tema para esta mesa foi procurar o significado de último no dicionário." O escritor brincou afirmando que "não há sentido último das coisas, há um sentido primeiro que é o Big Bang." (...)

A Onésimo Teotónio de Almeida coube a última intervenção, com o humor característico do autor que arrancou gargalhadas ao público. "Será que nos tempos de crise que atravessamos a literatura é o que nos vai salvar?", perguntou Onésimo. (...)»

Para ler na íntegra o comunicado de imprensa do Pelouro da Cultura, clique aqui.

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por Booktailors às 17:00 | comentar | partilhar

Dom, 15/Fev/09
«Bruno Serrano, Eduíno de Jesus, Luiz Antonio de Assis Brasil, Manuel Rui, Margarida Vale de Gato e Nuno Júdice juntaram-se no Auditório Municipal para a penúltima mesa de debate do Correntes D´Escritas, moderada pelo espanhol Carlos Quiroga.
O tema "Escritas no vento, a universalidade da literatura" levou o poeta Nuno Júdice a citar Miguel Torga: "O universal é o local sem os muros". A ideia de "literatura do mundo, universal" apresentada por Goethe suscita dúvidas. "Não sei se acredito muito nesta ideia de universalidade", disse Nuno Júdice, explicando que, para si, "a universalidade não é uma fórmula, uma receita para encontrar o mínimo denominador comum" dos títulos da "literatura de aeroporto". Mais importante que o nome de um livro, ou o do seu autor, é a capacidade de falar aos outros, de deixar marcas, como as deixadas pela Cantiga de Amigo (do século XIII) que Nuno Júdice leu.
"Desisti de falar a toda a gente, de ser universal. Falo para mim, no espaço onde estou que é o espaço do meu universo", confidenciou ao muito público que o ouvia atentamente.

A universalidade da literatura foi também questionada por Eduíno de Jesus que considera as línguas "fronteiras" que separam as literaturas nacionais. E "essas fronteiras são intransponíveis", impedindo, por exemplo, um leitor português de ler um poema de um escritor russo. No entanto, pode existir universalidade, afirmou Eduíno de Jesus, "no sentido que os textos transportam".
Margarida Vale de Gato, tradutora de inglês e francês para português, que está a preparar o seu primeiro livro de poesia, defendeu que "Um enredo não faz necessariamente uma obra literária. O tema (o amor, a guerra, a loucura) também não", pelo que a universalidade, disse, não é "uma existência", é antes "uma aspiração". Quem escreve expressa-se individualmente porque acha que tem "coisas a dizer ao mundo. Referindo-se ao Correntes D´Escritas, Margarida Vale Gato aludiu ao facto "maravilhoso" que permite o encontro entre escritores jovens e consagrados.»
Comunicado de impresa do Pelouro da Cultura da Câmara Municipal da Póvoa de Varzim.
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por Booktailors às 16:00 | comentar | partilhar

Dom, 15/Fev/09
Uma pequena peça hoje no DN dá conta de algumas das várias participações na Correntes D'Escritas, ao longo dos dez anos de edições. Manuel Rui, Ivo Machado, Onésimo Teotónio Almeida, Vergílio Alberto Vieira, João Ubaldo Ribeiro, entre outros.


por Booktailors às 15:08 | comentar | partilhar

Sáb, 14/Fev/09
Sáb, 14/Fev/09
Com um tom informal começou este debate, contando com a participação de Santiago Gambôa, Eloy Santos, Fernando Pinto do Amaral, Francisco José Viegas, Gonçalo M. Tavares e Sergi Doria, com moderação de Carlos Vaz Marques.
O público aproveitou o bom tempo e o óbvio sucesso deste evento para encher o auditório Municipal da Póvoa de Varzim.

O tema levava à questão do mundo exterior influenciar a escrita, a influência que tem a vivência e a viagem na criatividade dum escritor.

Não dando tanta importância ao factor externo, Eloy Santos indicou que foi mais com a introspecção que começou a escrever, abrindo «as janelas interiores». Para o escritor, perante a página é que se abrem as ruas.
Santiago Gambôa revelou que foi preciso sair da sua cidade de Bogotá para começar a escrever sobre esta. Foi quando se mudou para Madrid que percebeu que queria escrever sobre a sua infância, nas ruas da cidade colombiana.

Fernando Pinto do Amaral centrou-se na interpretação da palavra «rua», dentro do tema do debate. Segundo este, a palavra pode ser vista «na perspectiva de quem escreve, na perspectiva da escrita, na perspectiva da rua como fonte de inspiração e também na perspectiva da recepção do livro». Isto levou-o a abordar a «rua» como um ponto de divulgação da escrita e dos livros, mas também afirmou que «A rua estimula a curiosidade.»
Na opinião de Gonçalo M. Tavares, é importante estar atento à realidade que se passa na rua. Só assim e através da junção da imaginação com a informação, é possível narrar uma história.

Sergi Doria aproveitou o tema para falar um pouco do seu livro, Guia de Barcelona de Carlos Ruiz Zafón. Neste, o autor espanhol preserva alguns locais e ruas da cidade, que se vão perdendo com o tempo.
Já Francisco José Viegas inverteu os papéis da questão e relembrou que não são só as ruas que permitam a criação de livros, mas que também estes tendem a imortalizar certos locais.

Para mais informações, consulte o site da Câmara Municipal da Póvoa de Varzim.
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por Booktailors às 16:33 | comentar | partilhar

Sáb, 14/Fev/09
Moderado por Vergílio Alberto Vieira e contando com a participação de Antonio Orlando Rodriguez, Inês Pedrosa, Jorge Arrimar, José Mário Silva, Paula Izquierdo e Rui Costa, este debate trouxe algumas surpresas a nível de organização. Cada um dos participantes teve direito a um envelope numerado, uma cidade e um escritor a ela relacionado.

Antonio Orlando Rodriguez ficou com o envelope número um, começando assim o debate.

O autor cubano revelou que, embora não tivesse nascido numa casa de leitores, o que é certo é que tinha «nascido leitor» e, desde cedo, começou a usar os livros para o levarem a «lugares inesperados».
Já Rui Costa apresentou uma forma curiosa de enfrentar a leitura sendo que, segundo o autor, este tende a ler coisas de escritores com quem não sente afinidade, por forma a que a viagem proporcionada pelo livro o leve a «perder o preconceito» e a «aprender mais».
Primeira das coincidências da tarde, foi a atribuição do livro Paris, de Mário Sá Carneiro a José Mário Silva. Foi precisamente nesta cidade que nasceu. Participando pela primeira vez nestes debates do Correntes, o escritor começou por comentar os temas dos debates, considerando-os «sabiamente armadilhados», falando ainda de como o livro poderá ser «um qualquer meio de transporte no sentido metafísico».
A segunda coincidência surgiu logo de seguida, já que Lisboa de Fernando Pessoa calhou a Inês Pedrosa, directora da Casa Fernando Pessoa. Na sua participação, Inês Pedrosa mostrou a sua preferência por livros que a «inquietem», em detrimento de livros considerados de «entretenimento» ou os de auto-ajuda. Continuou, dizendo que embora já tenha ido a muitos sítios fisicamente, também os livros a ajudaram a conhecer o mundo e que para ela, a vida é inconcebível sem o «calmante das palavras».
Embora tenha feito alguma confusão com os temas, pensando que o debate iria abordar a forma como a crise poderá afectar o meio, o que é certo é que Paula Izquierdo acabou por desenvencilhar-se com naturalidade e um toque de humor. Concordando com os participantes anteriores, na opinião da psicóloga e escritora, «Ler um livro é o mais barato que se pode fazer sem sair de casa.»
O último intervelinente, Jorge Arrimar, começou da melhor forma, com humor: «Se eu vos falar de livros que já li, estou a falar-vos de livros que já leram. Por isso vou falar de livros que de certeza vocês nunca leram ou ouviram falar, que são os meus.» Autor viajado, os seus livros refletem isso mesmo, tendo escrito um da sua terra-natal de Angola, antes de ter emigrado. Tem mais dois, dos Açores e de Macau, por onde passou. E escreveu ainda outro sobre Angola, antes de voltar.

Pelo mundo fora viajou esta mesa de debate, no terceiro dia deste Correntes D’Escritas, sempre com a ajuda dos livos.

Para mais informações, consulte o site da Câmara Municipal da Póvoa de Varzim.
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por Booktailors às 14:00 | comentar | partilhar

Sáb, 14/Fev/09
No auditório Municipal, juntaram-se Antonio Garrido, Eugénio Lisboa, Liberto Cruz, Manuel Gusmão e Pedro Sena-Lino. O debate foi moderado por Ivan Junqueira.

Com um tema considerado «controverso» por alguns, o debate deu-se com referências a física, geometria ou filosofia.

Eugénio Lisboa afirmou que «a literatura mostra, pinta, exibe, alimenta-se de tudo: evidências e não evidências».
Já Liberto Cruz, que considerou o tema não só controverso, como «rebarbativo», considera a literatura como «a mais impura das artes».
Manuel Gusmão acabou por ler alguns excertos de alguns poemas, por forma a demonstrar que «a evidência mata a poesia».
Antonio Garrido fechou o debate com uma ideia mais simples, dando como exemplo uma experiência pessoal. Quando era criança e estava doente, leu livros que muitos consideram como sendo de autores menores. No entanto, para o escritor espanhol, estes livros são especiais, pois foram os que o «fizeram gostar de literatura».

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Sáb, 14/Fev/09
10h30
9.ª MESA: Escritas no vento, a universalidade da literatura

Bruno Serrano
Eduíno de Jesus
Luiz Antonio de Assis Brasil
Manuel Rui
Margarida Vale de Gato
Nuno Júdice
Carlos Quiroga – moderador
AUDITÓRIO MUNICIPAL

16h00
Sessão de Homenagem
Eduardo Guerra Carneiro – Vítor Quelhas
Eduardo Prado Coelho – Francisco Belard
Henrique Abranches – Ondjaki
José António Gonçalves – Luís Carlos Patraquim
Michel Laban – Luandino Vieira
Ramiro Fonte – Vergílio Alberto Vieira
Ray-Güte Mertin – José Manuel Fajardo
Luís Diamantino – moderador
AUDITÓRIO MUNICIPAL

17h00
10.ª MESA: A Literatura é o sentido último das coisas
Hélia Correia
José Manuel Fajardo
Maria Teresa Horta
Miguel Real
Onésimo Teotónio de Almeida
Xosé Maria Alvarez Cáccamo
Maria Flor Pedroso – moderadora
AUDITÓRIO MUNICIPAL

19h00
Encerramento
Entrega dos Prémios Literários Casino da Póvoa, Correntes d’ Escritas Papelaria Locus e Conto Infantil Ilustrado Correntes d’Escritas Porto Editora
AUDITÓRIO MUNICIPAL

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por Booktailors às 08:00 | comentar | partilhar

Sex, 13/Fev/09
Sex, 13/Fev/09
O poeta açoriano marcou presença em duas escolas, nos dois primeiros dias do Correntes D'Escritas.

Ontem, Ivo Machado juntou-se a Conceição Lima para visitar o Colégio de Amorim.
Tendo sempre como base a escrita de poesia, ambos os autores recordaram histórias de infância. Momentos íntimos que os marcaram como pessoas e artistas.
Ivo Machado contou como a avó, quando este era novo, disse-lhe que «quando deixasse de ler é porque a morte estaria próxima». Segundo o autor, há dez anos atrás visitou a avó nos Açores, encontrando-a em frente a um televisor desligado. Ao perguntar o que a avó estava a ler, esta respondeu que já há algum tempo que não tinha vontade de ler. Passado dois meses, a senhora faleceu.
Outro momento tocante deu-se quando o autor revelou que o primeiro poema que ouviu foi de sua mãe, quando este lhe sussurrou ao ouvido «meu filho, eu amo-te!».
O tom extremamente emotivo manteve-se, com Conceição Lima a contar como é que se apercebeu do poder das palavras. Quando a mãe se chateava com o pai, costumava ser sempre por algo que este tinha dito. Para apaziguar a mãe, o pai da autora oriunda de São Tomé e Príncipe compunha músicas. Segundo Conceição Lima, as palavras que faziam as letras daquelas músicas «tinham o poder de trazer a paz».

Hoje, Ivo Machado teve a companhia de Eucanaã Ferraz, na visita à Escola Secundária D. Afonso Sanches, de Vila do Conde, no Diana Bar. A sessão tinha como tema «O limite das palavras».

Ivo Machado contestou a expressão, afirmando que são as pessoas que impõem limites às palavras. Adiantou ainda que «A poesia é que nos vem dizer o quão pouco claras são as coisas que nos aparecem claras».
Já Eucanaã Ferraz começou por frisar que «quanto mais palavras se tem, maior é o nosso mundo», indicando que, por muito que as palavras possam ter limites, estes devem ser «esticados».
Mostrou ainda a sua preferência pelo poesia em relação à prosa, apelando a que a «poesia é mais rígida mas faz tudo caber nela».
Ambos declamaram alguns dos seus poemas, partilhando ainda histórias e vivências.
No primeiro dia, Ivo Machado e Conceição Lima comentaram que, para eles, visitar escolas era «uma emoção».
Se houvesse dúvidas, ficou mais que provado a honestidade dos autores. Certamente, o mesmo será verdade para todos os que participam nestas iniciativas do Correntes D'Escritas.

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Sex, 13/Fev/09
O Novotel Vermar foi novamente palco de um evento do Correntes D'Escritas, na noite de ontem. Desta vez deu-se o lançamento de obras de vários géneros, desde a poesia ao romance, passando pelo ensaio.

Sexodependentes de Paula Izquierdo, Cavalo de Ferro
A Escriba de Antonio Garrido, Porto Editora
A Arte de Matar Dragões de Ignacio del Valle, Porto Editora
O Mundo desde o Fim de Antonio Cicero, Quasi Edições
Cinemateca de Eucanãa Ferraz, Quasi Edições
Guia de Barcelona de Carlos Ruiz Záfon de Sergi Dória, Planeta Editora
O Mundo de Juan José Millás, Planeta Editora
Chiquita de Antonio Orlando Rodriguez, Quidnovi

Após a apresentação dos livros pelos respectivos autores, deu-se a usual sessão de poesia, contando com a participação de Aurelino Costa, Xosé Maria Alvarez Cáccamo, Conceição Lima, Uberto Stabile, Corsino Fortes, Ángela Ramos Díaz, Xavier Queipo, Mara Romero, Ana Luísa Amaral, Rui Machado e Maria Rosário Pedreira, acompanhados pela viola de José Peixoto
A noite terminou com um concerto de voz e guitarra de Américo Appiano.

Na manhã seguinte, foram apresentados mais três livros, com a apresentação dos respectivos autores.

A Inexistência de Eva, de Filipa Leal, Deriva Editores
Ártico, de Xavier Queipo, Livraria Livrododia
Dragona, de Xavier Queipo, Deriva Editores

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por Booktailors às 21:00 | comentar | partilhar

Sex, 13/Fev/09
«José Norton, Karla Suarez, Júlio Moreira e João Luís Barreto Guimarães estiveram esta tarde à conversa com alunos da Escola Eça de Queirós sobre o tema "O Risco das Palavras".

José Norton começou por dizer que "os escritores que estão nesta mesa têm outras profissões, exactamente porque escrever é um risco." O autor considera-se "um vampiro, já que busco na vida das outras pessoas inspiração para a minha escrita". Brincando, José Norton afirmou que "o Homem é o único animal que fala sem ter nada para dizer".

Karla Suarez confidenciou que "é um prazer estar numa escola que se chama Eça de Queirós porque conheci o meu companheiro aqui na Póvoa de Varzim, onde o escritor nasceu, e vivo com ele em Paris, no bairro onde o escritor faleceu". A novelista contou que "quando tinha a vossa idade, treze, catorze anos, se alguém me dissesse que eu iria ser escritora, eu não acreditaria". Acerca do tema, Karla Suarez explicou que "com as palavras pode destruir-se o mundo ou construir-se um mundo melhor".

"Hoje pode dizer-se tudo. Apesar disto, as palavras continuam a ter responsabilidade e é preciso assumir a consciência do que se diz." A frase é de Júlio Moreira que considera que "as palavras são poderosas e têm conduzido o mundo a grandes tragédias".

João Luís Barreto Guimarães explicou que "porque as palavras têm poder, temos que pensar antes de as dizer ou escrever. Quando querem namorar com alguém perguntam 'queres andar comigo?'. Não perguntam 'queres namorar comigo?' porque caso a pessoa vos diga que sim, sabem que ela aceitou namorar. Caso ela diga que não, podem sempre dizer que não pediram para namorar, e sim para andar daqui até ali", brincou o poeta. Barreto Guimarães afirmou que "uma só palavra pode estragar um poema ou salvá-lo".»

Comunicado de impresa do Pelouro da Cultura da Câmara Municipal da Póvoa de Varzim.
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Sex, 13/Fev/09
«“Essa Palavra Sonho” é o nome do DVD que Ondjaki apresentou esta tarde, às 17h15, no Auditório Municipal, no âmbito do 10º Correntes D’Escritas.

Reunidas estão imagens recolhidas na Póvoa, em 2003, durante o 4º Correntes D’Escritas.

Fragmentos de conversas, Aurelino Costa a declamar poesia sobre o mar da Póvoa e os poveiros, testemunhos de escritores presentes, imagens das viagens de autocarro, dos momentos de convívio e lazer, quer durante as animadas refeições, quer até numa partida de matraquilhos. Tudo isto pode ver-se neste trabalho de Ondjaki, apresentado agora, como forma de assinalar os dez anos do Correntes D’Escritas. O escritor angolano explica que é também uma forma de homenagear “aquelas pessoas que ainda fazem parte destas Correntes mas que já não estão cá” e também de trazer uma nova linguagem, a vídeo-falada, juntando-se assim “à língua escrita e falada”, permitindo também “dar lugar à imagem em movimento”.

“Espaço de amizade”, assim define Ondjaki as Correntes D’Escritas, nas quais participa há largos anos. “É um espaço de divulgação e debate, também de expressão política, mas é acima de tudo um espaço afectivo.”»

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Sex, 13/Fev/09
«Não houve limites para as palavras que preencheram parte da manhã de alunos da Escola E.B. 2/3 Dr. Flávio Gonçalves que contaram com a presença de Jorge Sousa Braga e Valter Hugo Mãe para a primeira Sessão nas Escolas que integra o programa da 10ª edição do Correntes D’Escritas.

Sobre o tema “O limite das palavras”, Valter Hugo Mãe reconheceu que “eventualmente, as palavras podem ter limites para os escritores. A utopia de ser escritor é fazer com que as palavras nos possam dizer coisas que nunca foram ditas.” “Acredito numa dimensão mágica dos textos” revelou o escritor que disse ainda que tenta abusar um pouco das palavras. “Tenho uma relação muito pouco passiva com as palavras. Não me importo de lhes bater” afirmou Valter Hugo Mãe que divertiu a plateia ao dizer que as palavras deixam de lhe obedecer todos os dias.

Apesar de considerar o tema misterioso, Jorge Sousa Braga abordou-o dizendo que “É impossível traduzir tudo por palavras. Muitas vezes, as palavras funcionam como canadianas, outras vezes dão-nos asas e permitem-nos voar”. O escritor considera que não há limites para a invenção de novas palavras, “o limite somos nós”, prosseguiu dizendo que os dicionários estão cheios de palavras que não usamos e a este propósito convidou os alunos a formarem consigo o Clube dos Amigos das Palavras em vias de extinção.
Os alunos também propuseram um desafio aos escritores convidados, colocando-lhes algumas questões sobre a temática “O limite das palavras”. À pergunta “Que palavra arrastaria por lhe pesar muito?”, José Sousa Braga respondeu “chumbo” e Valter Hugo Mãe “mãe” e “Qual a palavra que diriam a toda a gente?”, teve como resposta “tangerina” e “amor”, respectivamente. Questionados sobre “Debaixo de que palavra procurariam abrigo?”, ambos deram como resposta “mãe” e também partilharam a palavra “futuro” para responder à pergunta “Que palavra moeria no seu moinho para servir de alimento?”.

Foi um momento de partilha de experiências e opiniões em torno da palavra que permitiu aos mais novos conhecer um pouco melhor os escritores Jorge Sousa Braga e Valter Hugo Mãe que participam nesta edição comemorativa do maior encontro de autores de expressão ibérica – Correntes D’Escritas.»
Comunicado de impresa do Pelouro da Cultura da Câmara Municipal da Póvoa de Varzim.
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por Booktailors às 19:45 | comentar | partilhar

Sex, 13/Fev/09
«Embora o tema fosse “A literatura rasga a realidade”, a proximidade do Dia dos Namorados, que se comemora já amanhã, fez com que o tema central da conversa entre Antonio Cícero, Casimiro de Brito e Uberto Stabile e os alunos da Escola Rocha Peixoto fosse o amor. Antonio Cícero, que escreve letras para as músicas de Adriana Calcanhoto, disse que “não consegue falar sobre o amor, então, o que não consegue explicar em prosa ou na oralidade diz nos poemas”. Para Cícero, poesia e filosofia são duas áreas completamente distintas: “quando me sinto poeta o filósofo vai embora. Quando me sinto filósofo, então é que o poeta nem chega perto.”

“Há três coisas essenciais na minha vida: amar, viajar e escrever”, confidenciou Casimiro de Brito. O escritor contou que escreve em qualquer lado, “num guardanapo, numa toalha de papel, até em papel higiénico, herança que já passei à minha filha de doze anos”. O poeta algarvio explicou que “a poesia não tem como função salvar o mundo, mas sim apontar os seus defeitos”. Para o escritor “a língua portuguesa é a mais bela do mundo, por toda a sua beleza e doçura que se devem a todos os que nos visitaram ao longo da história, árabes, fenícios, romanos”. Assumidamente romântico, Casimiro revelou que “só se devem fazer três coisas com uma mulher: amá-la, sofrer por ela e escrever sobre ela”. No final, um conselho, “apenas se curvem diante do amor e não diante dos poderosos”.

Uberto Stabile, na sua comovente apresentação, confessou que precisamente há onze anos “vi morrer o meu pai. O homem que me disse as primeiras palavras embalando-me nos seus braços abandonava-me, agora entre os meus. Despediu-se com as mesmas palavras calorosas e seguras que sempre me dizia: “Sê feliz Uberto. Amo-te muito.” Estas palavras, segundo o poeta, “souberam a carícias e converteram-se num gesto, num acto que me ajudaram a compreender a beleza da vida, que inclui a consciência do seu final. Esta é a sua grandeza e a sua grande lição.”

“A linguagem com a qual decidi armar-me frente à realidade foi a poesia. A literatura não rasga apenas a realidade, entra nela, irrompe como o vento que faz bater portas e janelas, intervém e modifica, cria possibilidades”, explicou Uberto Stabile.»

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por Booktailors às 19:30 | comentar | partilhar

Sex, 13/Fev/09
«Os alunos da Escola E.B. 2/3 de Aver-o-Mar receberam, esta manhã, os escritores Filipa Leal e Pedro Teixeira Neves para uma sessão sobre o tema "O limite das palavras".

Pedro Teixeira Neves afirmou que enquanto escritor não podia admitir que as palavras tivessem limites, no entanto, achava que havia momentos em que tinham, ou seja, o escritor e jornalista considera que quando escreve poesia, os limites em termos de liberdade de expressão são mais apertados do que no romance. "Hoje, sem limites, posso dizer aquilo que me apetece como escritor. Mas houve momentos da nossa História em que isso não aconteceu" disse Pedro Neves referindo-se ao tempo da ditadura. O jornalista revelou que escreve para expressar sentimentos, emoções e partilhar histórias divulgando que o gosto pela escrita surgiu-lhe muito cedo talvez pelo facto de viver numa casa repleta de livros. E questionado sobre o livro que mais gostou de escrever Pedro Neves respondeu "De todos" comparando à relação que se tem com os filhos, "gostamos de todos da mesma maneira".
Apesar de os dois jornalistas partilharem a ideia de que é difícil ser escritor em Portugal, "Nós publicamos porque gostamos das palavras e do livro como objecto mas é impossível viver dos livros em Portugal, temos que ter outra profissão", é também comum a Filipa Leal e Pedro Neves a opinião de que escrever é uma realização pessoal, "É aquilo que queremos fazer mais do que tudo o resto", confessaram. "Desistir de escrever, nunca. Desistir de publicar, talvez" acrescentou Pedro Neves para quem escrever é sinónimo de respirar.

Já Filipa Leal identificou escrever com voar e revelou que aos onze anos escreveu o primeiro poema num caderno que ainda guarda, referindo-se à escrita como algo que acontece, "como a chuva". Quanto ao "limite das palavras", a escritora acredita que não há limite para a palavras se não houver limite para a imaginação" e deixou o apelo à imaginação dos mais novos, "Por favor, quando lerem tentem ser livres e ver o que vos apetecer".»

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por Booktailors às 19:15 | comentar | partilhar

Sex, 13/Fev/09
Os exemplares da obra de Hector Abad Faciolince, presente nas Correntes D'Escritas e publicado em Portugal pela Quetzal, esgotaram.

Resta-nos uma visita a livraria Minerva, na Rua da Junqueira
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por Booktailors às 18:53 | comentar | partilhar

Sex, 13/Fev/09
Decorreu esta manhã, sexta-feira 13, a 5.ª mesa do Correntes D'Escritas, sob o título «O Medo ou o Fascínio do Desconhecido».

Estiveram na mesa Andrea Blanqué (Uruguai), Jesus del Campo (Espanha), Joaquim Arena (Portugal/Cabo-Verde), Rui Machado (Portugal) e Moacyr Scliar, com a moderação de José Carlos Vasconcelos.

Esta foi uma sessão marcada pelo humor e pela boa disposição, em particular nas intervenções de Moacyr Scliar e Andra Blanqué.

Moacyr Scliar começou com falar «da banana como baliza do desconhecido».
Recordando a luso-brasileira Carmen Miranda, Moacyr falou do desconhecido do Brasil do início do séc. XX, quando seu pai, refugiado da guerra civil soviética após a revolução, embarcou num cargueiro para Porto Alegre, no Brasil.
«As frutas brasileiras eram o sonho europeu», continuou Moacyr, falando de um mundo nunca visto pelo seu pai, e a surpresa que teve ao receber de gaúcho um fruta estranha e desconhecida, uma banana.
Pesquisando o desconhecido, retirou a casca e jogou o caroço fora, comendo somente o resto «ou seja, a casca».
O desconhecido era assim marcado pelo olhar deslumbrado e privilegiado de quem nunca viu, da inocência e da primeira visão.

Rui Machado abordou a importância do medo - o seu fascínio e a forma como nos faz avançar, nos atrai e nos torna cautelosos.
Andrea Blanqué, preferiu falar das desconhecidas, ou seja, das personagens.
Numa conversa alegre e descontraída, que por mais do que uma vez trouxe o riso à sala, Andrea explicou que as personagens são desconhecidas, são «outras» que lhe chegam nas alturas mais impróprias e lhe contam a sua história, «desconhecidas» de quem ela nem sequer sabe muitas coisas, apenas a sua imagem e aquilo que elas lhe disseram.

Joaquim Arenas trouxe a infância e a mãe para o seu discurso, recordando «os quatro livros que tinha da na sua casa», uma pensão clandestina para emigrantes que vinham de Cabo-Verde e pernoitavam em Lisboa em trânsito para outros destinos.
Recordou o fascínio por esses livros, e a forma como a mãe os colocava na mesa sempre que escrevia as cartas semanais para a família espalhada pelo mundo.
Só mais tarde descobriu que em cada um desses livros eram guardados os selos respectivos.

Jesus del Campo, por fim, contou histórias cruzadas, falou do que (factualmente) estavam a fazer Casanova, Goethe, James Cook e um emigrante russo num dia de natal de há muitos anos atrás. Falou dos «links existentes entre eles, de como esse russo iria fazer parte da história, por ter sido bisavô de Kidd, parceiro de Sundance (ver o filme Dois Homens e um Destino), e falou em especial do que não se sabe, da atracção pelo desconhecido, pela paixão de saber quem eram os soldados columbianos que mataram os «outlaws», quem era D. Gloria, a presa de então de Casanova, ou com quem iria Goethe tomar chá nesse dia.
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por Booktailors às 18:44 | comentar | partilhar

Sex, 13/Fev/09
Neste debate, moderado por Helena Vasconcelos, e que contou com a presença de autores de África, América Latina e Europa, os focos centraram-se na relação imagem versus palavra, que muitas ideias espoletou.

Luis Fernando Veríssimo deu o exemplo do recurso a imagens quando as palavras são proibidas. Paulina Chiziane, para além de explicar a sua metodologia de trabalho, associou a palavra não só à imagem, como ainda ao som, com o auxílio do próprio público que assistia ao debate.
Também Mário Cláudio associou a palavra não só à imagem como ainda à falta desta, sendo a cegueira uma das características da escrita, na sua opinião.
Entrando no campo das novas tecnologias, Almeida Faria acabou por descrever o seu percurso nos hábitos de escrita, revelando que prefere escrever os seus textos à mão do que confiar em computadores.
Aproveitando este desenrolar da conversa, Alice Vieira acabou por revelar um pormenor curioso, quando passou da máquina de escrever para o computador. Segundo a escritora, esta gravou o som das teclas da máquina de escrever, para reproduzir enquando usava o novo insonoro teclado de computador.
Finalmente, Álvaro Uribe não conseguiu responder à questão de se «a caneta vê», mas adiantou que «a caneta faz ver», explanando que a visão é que dá «uma espécie de partitura à escrita».

A escrita misturada com os sentidos. Assim se poderia resumir o cerne deste debate.

Mais informação no site da Câmara Municipal da Póvoa de Varzim.

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por Booktailors às 18:14 | comentar | partilhar

Sex, 13/Fev/09
Luísa Monteiro comparou o amor à escrita, na sessão das escolas que decorreu esta manhã, na Escola EB 2/3 de Beiriz.
Da mesma forma que é difícil verbalizar os sentimentos por outra pessoa, também um escritor por vezes tem dificuldades em passar para o papel a totalidade daquilo que lhe passa pele cabeça, tendo mesmo uma necessidade de «inventar palavras».
A autora explicou que os escritores tendem a colocar-se nas suas histórias, revelando ainda como começou a escrever.

O ilustrador Luís Silva concordou com Luísa Monteiro relativamente à limitação das palavras, mas acrescentou que o recurso à imagem também não é solução para a completa expressão dos sentimentos.
Confirmando esta afirmação, o autor usou como exemplo o seu livro ilustrado Livro da Avó, mostrando a última página onde se podem ler as palavras «fazes-me falta».

Mais informação no site da Câmara Municipal da Póvoa de Varzim.
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por Booktailors às 17:15 | comentar | partilhar

Sex, 13/Fev/09
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por Booktailors às 16:00 | comentar | partilhar

Sex, 13/Fev/09
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por Booktailors às 15:30 | comentar | partilhar

Sex, 13/Fev/09
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por Booktailors às 14:47 | comentar | partilhar

Sex, 13/Fev/09
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por Booktailors às 13:28 | comentar | partilhar

Sex, 13/Fev/09
Foram seis os livro apresentados na Casa da Juventude, ontem.
Cinco publicados pela Quetzal Editores e um da Editora Portugália.
José Ribeiro foi o representante da Editora Portugália.

Lista de livros apresentados ontem, no Correntes D'Escritas:
A Infância é um Território Desconhecido, de Helena Vasconcelos, Quetzal Editores
Oficina do Tempo, de Álvaro Uribe, Quetzal Editores
A Passageira, de Andrea Blanqué, Quetzal Editores
Rakushisha, de Adriana Lisboa, Quetzal Editores
Somos o Esquecimento que Seremos, do colombiano Héctor Abad Faciolince, Quetzal Editores
Ai, Amor!, de Ascêncio de Freitas, Editora Portugália

Mais informação no site da Câmara Municipal da Póvoa de Varzim.
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por Booktailors às 11:48 | comentar | partilhar

Sex, 13/Fev/09
A não perder, no 1979, a cobertura que o Luis Filipe Cristóvão está a fazer das Correntes. Para seguir aqui.

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por Booktailors às 11:07 | comentar | partilhar

Sex, 13/Fev/09
«O Diana Bar acolheu, esta tarde [ontem], uma sessão com os escritores Fernando Esteves Pinto e José Mário Silva e os alunos da Escola Secundária José Régio sobre o tema "Palavras não são pátria de ninguém".

Fernando Esteves Pinto começou por partilhar com os adolescentes o facto de ter nascido numa casa sem livros, ou seja, na sua infância, desconhecia o mundo das palavras, mas desde que o descobriu considera "que as palavras são a nossa pátria". "Para um escritor, tudo o que ele escreve é uma ocupação sobre o outro, as palavras existem para serem ocupadas pelo leitor", afirmou Fernando Esteves Pinto, convicto de que, na escrita, nunca se tinha sentido um clandestino.
Apesar de considerar o tema ambíguo, José Mário Silva afirmou que a língua é a pátria comum que possuímos, afirmando-se como o património mais rico que temos. Por outro lado, cada pessoa apropria-se das palavras de maneira diferente. "A mesma palavra pode significar muitas coisas e palavras aparentemente opostas para o poeta podem querer dizer a mesma coisa" afirmou o crítico literário referindo-se ao valor que as palavras têm por si mesmas. José Mário Silva alertou a plateia para o respeito que é necessário ter perante as palavras para que estas não se degradem visto que são matéria muito frágil mas muito poderosa.

Após manifestarem a sua opinião sobre a temática, os escritores desafiaram os alunos a falarem sobre os seus hábitos e preferências de leitura, dizendo que a melhor forma de melhorar a escrita é através da leitura, pois esta é o melhor instrumento para evoluir no acto de escrever. A este propósito, revelaram ainda que "o autor é feito das leituras que vai fazendo", "a leitura é o combustível da escrita".

José Mário Silva confessou que quanto mais lê mais vontade tem de ler e de escrever e "não há nada que lhe dê mais prazer do que o mergulho num romance". "Gostava que depois desta conversa, vocês ficassem com mais vontade de ler", manifestou o escritor tentando despertar o desejo pela leitura nos adolescentes.»

Comunicado de imprensa do Pelouro da Cultura da Câmara Municipal da Póvoa de Varzim.


por Booktailors às 11:00 | comentar | partilhar

Sex, 13/Fev/09
«Se a "tribo dos artesãos escreventes" (as palavras são do moderador, o jornalista Carlos Pinto Coelho), decidisse que estava farta de palavras seria um escândalo idêntico ao de um concílio que decreta que Deus não existe.
António Sarabia, Daniel Galera, Eduardo Bettencourt Pinto, Paulo Teixeira Pinto, Rui Cardoso Martins e Victor Andresco juntaram-se hoje [ontem] à tarde no Auditório Municipal na 3.ª Mesa do Correntes d´ Escritas (com o tema "Estou farto de palavras"), deixando ao muito público presente alguns testemunhos particularmente emotivos.

Foi o caso do escritor mexicano Antonio Sarabia que num tom incisivo disse estar farto daquilo a que chamou as "palavras-prostitutas", aquelas que todos usam para os fins que mais convêm. Sarabia deu alguns exemplos: democracia, bloqueio, terrorismo, resgate, terrorista. Palavras tantas vezes usadas extropiadas do seu "verdadeiro sentido".

Numa referência à morte da mulher, Tereza Coelho, jornalista e ex-editora das Publicações D. Quixote, falecida no passado mês de Janeiro, o jornalista e escritor Rui Cardoso Martins explicou como passou a conhecer o significado de palavras como luto e viúvo. Por mais vazias que por vezes, em determinadas circunstâncias, possam parecer, "as palavras são salvadoras. Sem palavras não somos nada", afirmou Rui Cardoso Martins.

"No tempo certo", as palavras podem ser "o aconchego, o alento, a saciedade", acrescentaria, já perto do final, Carlos Pinto Coelho.

Para Paulo Teixeira Pinto, ex-administrador do BCP e ex-governante, "A vida não deixa de ser o que é por estarmos fartos dela e com a literatura é exactamente a mesma coisa". Definindo a literatura como um jogo que "consiste em encontrar a ordem certa das palavras, ordem outra que não a alfabética", permitindo "pensar, sonhar e fantasiar". E quanto ao mistério das palavras, ele "está na sua própria essência. Em rigor não há duas palavras iguais".

Vindo do Canadá, Eduardo Bettencourt Pinto centrou a sua intervenção na leitura de uma Ode ao Pai, escrita num tom intimista.

No final das intervenções, uma cidadã natural da Irlanda e que vive há um ano na Póvoa de Varzim, falou em português e foi aplaudida após um relato breve da importância que atribui à língua.»

Comunicado de impresa do Pelouro da Cultura da Câmara Municipal da Póvoa de Varzim, referente à 3ª mesa do Correntes D'Escritas.
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por Booktailors às 09:57 | comentar | partilhar

Sex, 13/Fev/09
10h00
SESSÕES NAS ESCOLAS
E.B. 2/3 Aver-o-mar, Filipa Leal e Pedro Teixeira Neves
Tema: O limite das palavras
Esc. Sec. Eça de Queirós, Adriana Lisboa, Ignacio del Valle, Jaime Rocha e Juan Carlos Mestre
Tema: É escritor quem tropeça nas palavras
Esc. Sec. Rocha Peixoto, Ángela Vallvey, Antonio Cicero, Casimiro de Brito e Uberto Stabile
Tema: A literatura rasga a realidade

10h30
SESSÕES NAS ESCOLAS

E.B. 2/3 Cego do Maio, Penalves António Ferra e Rui Vieira
E.B. 2/3 Rates, Luís Carlos Patraquim e Maria do Rosário Pedreira
Tema: O limite das palavras

10h30
5.ª MESA: O Medo ou o fascínio do desconhecido
Andrea Blanqué
Jesus del Campo
Joaquim Arena
Miguel Anxo Fernan-Vello
Moacyr Scliar
Rui Machado
José Carlos de Vasconcelos – moderador
AUDITÓRIO MUNICIPAL

12h30
Lançamento de Livros
CASA DA JUVENTUDE
A Inexistência de Eva, Filipa Leal, Deriva
Ártico, Xavier Queipo, Livrododia
Dragona, Xavier Queipo, Deriva

15h00
SESSÕES NAS ESCOLAS
Esc. Sec. Eça de Queirós, João Luís Barreto Guimarães, José Norton, Júlio Moreira e Karla Suarez
Tema: O risco das palavras

15h00
6.ª MESA: É literatura tudo o que não é evidente
Antonio Garrido
Eugénio Lisboa
Liberto Cruz
Manuel Gusmão
Pedro Sena-Lino
Ivan Junqueira – moderador
AUDITÓRIO MUNICIPAL

15h00
SESSÕES NAS ESCOLAS
E.B. 2/3 Aver-o-mar, Guita Júnior e Nuno Higino
E.B. 2/3 Cego do Maio, Penalves Amadeu Baptista e Ondjaki
Tema: O limite das palavras
Esc. Sec. Rocha Peixoto, Hélia Correia, Leonardo Padura, Possidónio Cachapa e Xavier Queipo
Tema: Sou do tamanho do que escrevo

17h00
Lançamento de Livros

CASA DA JUVENTUDE
69 poemas de Amor, Casimiro de Brito, 4 Águas
A Cabeça de Fernando Pessoa, Luís Filipe Cristóvão, Ardósia
Blues de Um Gato Velho, Oscar Málaga Gallegos, Teorema
Fértil Província I Desterrada, Bruno Serrano, Yaganes
O Mundo é a Nossa Casa, Júlio Moreira, Guimarães

17h30
7.ª MESA: Por onde me levam os livros

Antonio Orlando Rodriguez
Inês Pedrosa
Jorge Arrimar
José Mário Silva
Paula Izquierdo
Rui Costa
Vergílio Alberto Vieira – moderador
AUDITÓRIO MUNICIPAL

22h00
8.ª MESA: A rua faz o livro
Eloy Santos
Fernando Pinto do Amaral
Francisco José Viegas
Gonçalo M. Tavares
Santiago Gamboa
Sergi Doria
Carlos Vaz Marques – moderador
AUDITÓRIO MUNICIPAL

INICIATIVAS PARALELAS
10h30
Sessões com alunos do 4.º ano do 1.º ciclo do ensino básico


Tema: A cor das palavras
Agrupamento Campo Aberto, Guita Júnior e Nuno Higino
E.B. 2/3 CAMPO ABERTO, BEIRIZ
Agrupamento Dr. Flávio Gonçalves, Ana Luísa Amaral e Aurelino Costa
E.B. 2/3 DR. FLÁVIO GONÇALVES

10h30
Sessões nas Escolas
E.B. 2/3 Dr. Augusto César Pires de Lima, Alice Vieira
BIBLIOTECA MUNICIPAL

11h30
E.B. 2/3 Dr. Augusto César Pires de Lima, Ondjaki
BIBLIOTECA MUNICIPAL

15h30
Sessões nas Escolas

Tema: O limite das palavras
Esc. Sec. D. Afonso Sanches, Ivo Machado e Eucanaã Ferraz
DIANA BAR

FEIRA DO LIVRO
CASA DA JUVENTUDE

Mais informações aqui.
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por Booktailors às 08:00 | comentar | partilhar

Qui, 12/Fev/09
Qui, 12/Fev/09
O que fazer perante o grande «desafio da folha em branco»? O que sente o autor perante esta realidade.

Foi este o tema da 2.ª mesa do Correntes D'Escritas, no segundo dia do evento. Moderada por Maria Armandina Maia, o debate contou com a participação dos escritores Amílcar Bettega, Ângela Ramos Diaz, Germano Almeida, Héctor Abad Faciolince, Hélder Macedo e Teolinda Gersão.

Enquanto alguns não desistem até preencherem a página, outros apelam a que, quando a escrita não flui, a medida a tomar é sempre ir fazer outra coisa e voltar à labuta mais tarde.
Há ainda os que afirmam que só se sentam para escrever quando têm algo definido nas suas cabeças, sendo que a página não fica em branco por muito tempo.

E depois temos os que se deparam com o problema de escrever páginas a mais!

Mais detalhes na Câmara Municipal da Póvoa de Varzim.
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por Booktailors às 19:11 | comentar | partilhar

Qui, 12/Fev/09
É este o problema do vox populi. Abrem-se as perguntas e alguém coloca uma questão demasiado pessoal a Paulo Teixeira Pinto. Carlos Pinto Coelho explicou que apenas passava o microfone porque o gestor da Guimarães Editores se mostrou disponível para responder.

Carlos Pinto Coelho, e bem, apontou que a questão fugia, em absoluto, ao âmbito do encontro.

Apetece sugerir que as perguntas do público passem por um filtro prévio.


por Booktailors às 17:20 | comentar | partilhar

Qui, 12/Fev/09
Foi o momento mais tocante de todos os presenciados neste Correntes D'Escritas.

Rui Cardoso Martins, a propósito das tristes mensagens que tem recebido nos últimos dias e que avançam que, em tais momentos, as palavras nada importam, disse-nos que, na verdade, as palavras têm sido importantes: «Que as palavras salvam.»

E terminou perguntando-se, perguntando-nos: «Se neste momento eu não tivesse as palavras, o que me restaria?»

Este momento ocorreu durante o debate da 3.ª Mesa do Correntes D'Escritas, com o tema «Estou farto de palavras».


por Booktailors às 16:11 | comentar | partilhar

Qui, 12/Fev/09
Mesa n.º 1 - «Os desafios da escrita»
Eduardo Lourenço: «Fernando Pessoa é Shakespear ao quadrado»

Exposição de Daniel Mordzinsky


por Booktailors às 14:30 | comentar | partilhar

Qui, 12/Fev/09
A conferência do ministro da Cultura Pinto Ribeiro, a reabertura do Museu Municipal e o anúncio dos vencedores dos prémios da edição deste ano do Correntes D'Escritas foram os pontos principais do primeiro dia de festividades. Pelo meio, as apresentações de livros pelos próprios autores e pelas respectivas editoras, completou o dia e noite.

Dá-se destaque à editora Caminho, representada pelo editor Zeferino Coelho, que viu seis das obras da editora serem apresentados pelos seus autores e associados. Contudo, nem todos os autores vêem-se com o à vontade de falar em público e alguns recorreram às suas obras para falarem por si. Foi o caso de Luís Caros Patraquim e Ondjaki que, apenas com breves introduções, acabaram por ler alguns textos das suas obras, Pneuma e Materiais para a Confecção de um Espanador de Tristezas, respectivamente.

Já Manuel Rui, autor de Janela de Sónia, acabou por desvendar alguns pormenores por detrás da sua criação. Dentro de outras apresentações, regista-se Mãos de Cavalo, do Daniel Galera, O Dia Matroianni, de João Paulo Cuenca e Os Lados do Círculo, de Amilcar Bettega.

No Hotel Vermar deu-se a apresentação duma antologia poética bilingue, editada pela TFM e organizada por Michael Zegler. Esta obra contempla poemas de vários escritores que marcaram presença nas várias editões do Correntes. Muitos foram os autores que declamaram poemas pela noite dentro, ao som da viola de José Peixoto.

Provando que nem só de literatura vive o Correntes, a noite terminou com um concerto do chileno Américo Appiano.

Para mais informação, consultar o site da Câmara Municipal da Póvoa de Varzim.
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por Booktailors às 13:00 | comentar | partilhar

Qui, 12/Fev/09
A sessão de hoje é marcada pela presença de jovens da região da Póvoa.



Num auditório de grande dimensão os espaços escasseiam e os sorrisos seguem os risos que discurso de autores com o dom da oralidade – como Héctor Abat Faciolince – conseguem tirar.
«É um diabo permanente», assim se descrevia a necessidade de escrever.

Nesta mesa bem disposta, a escrita é descrita não como criação, mas como recordação de quem não tem memória e necessita de preencher os espaços com a sua criação.
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por Booktailors às 11:51 | comentar | partilhar

Qui, 12/Fev/09
«Na primeira mesa de debate do 10º Correntes d'Escritas reuniram-se Eduardo Lourenço, Lêdo Ivo, Corsino Fortes, Juan José Millás e Ana Luísa Amaral. O tema, "Os desafios da escrita", fazia adivinhar a multiplicidade de interpretações de cada autor. Afinal, "são raízes e experiências diversas", frisou João Gobern, moderador do debate, "não existem sentidos proibidos nem velocidades recomendadas."

Eduardo Lourenço tomou a palavra perante uma plateia repleta como já é habitual em cada edição do Correntes. Para ele, o maior desafio apresenta-se àqueles que se propõem a acrescentar "mais alguma coisa a essa torrente de coisas já escritas." E para exemplificar, contou como ficava com dores de cabeça nas visitas à Biblioteca, apercebendo-se da impossibilidade de tudo ler e sentindo-se "um doido" por, ao sentir a tentação de escrever "mais duas linhas", querer "acrescentar uma centelha ao universo da coisa escrita." Mas, esta tentação "que cada geração tem de se lançar na escrita "é, ao mesmo tempo, inevitável, fatal e desesperante." Por isso, "no passado como no presente, sem cessar, cada geração vai tentar aceder a esse poço sem fim - a procura de um sentido para aquilo que ele vive seja traduzido. Chama-se escrita." Mas Eduardo Lourenço questionou "para quê tantos desafios quando os maiores podem resumir aquilo que eles procuram? Pode ser Shakespeare, por exemplo."

Corsino Fortes, poeta cabo-verdiano, utilizando um quadro de contemporaneidade que tem em conta, simultaneamente, a evolução de um jovem poeta e a do seu país, considera que "a poesia, para além de expressão estética, lúdica e de prazer, se assume também como uma arma de resistência." Por isso, nesse contexto, os novos desafios passam "pela procura de uma renovação possível, inovação a cada obra." E deu conta de três desafios com que se foi deparando em diferentes etapas da sua vida: "toda a poesia é desenvolvimento de uma exclamação"; "antes do poema, as palavras são vivenciadas até à abertura de um espaço pictórico"; e por último, "a poesia é uma expressão dinâmica de um caos existencial." E para terminar, num momento que acabou também por exemplificar o desafio da sonoridade de um texto, leu um poema seu em crioulo e depois em português.
Lêdo Ivo foi o primeiro a pôr em causa o tema. "Confesso que estou muito constrangido porque eu não sei que desafios são estes. Não sei se a escrita literária enfrenta desafios. São externos ou internos? De que lado estão estes desafios? Estão com o autor ou estão com o escritor?" De facto, o autor brasileiro trouxe ainda mais questões para a mesa, pois, como afirmou, "o auditório é que deve e dar a resposta. Nós somos escritores porque temos perguntas a fazer." Mas lá acabou por identificar um desafio que a Literatura agora enfrenta: a emergência de novas linguagens. E até a pluralidade de significados atribuídos a um texto é um desafio. "O que eu tenho a dizer, se é que quis dizer alguma coisa, encontra muitas versões", e assim, "o texto literário não só é ambíguo como múltiplo." Por isso, e porque na sua opinião a Literatura existe "para proporcionar o prazer de ler", o leitor deve extrair dos textos aquilo que o escritor quis dizer "a sua verdade, a verdade da imaginação."
Afinal, "a literatura não é um desafio, é uma felicidade." Utilizando uma analogia entre a "desescrita" e a política agrícola da União Europeia, Juan José Millás acredita que, da mesma maneira que se atribuiram cotas para a produção de leite, chegando mesmo a pagar para que os agricultores destruíssem a sua produção ou não produzissem, também na Literatura tal se passa de forma subtil. "Não é de um modo descarado e o desafio maior será resistir a esta amarga etapa de desescrita", chegando mesmo a gracejar sobre o célebre autor que desescreveu um grande romance, ou então o poeta que só pode fazer três poemas por ano.

"Que relação estabelece o escritor com a Palavra?" A pergunta é de Ana Luísa Amaral, e a resposta não tardou. "No meu caso é uma relação de sedução e isto é um movimento duplo - se há um momento em que eu controlo, existem outros em que ele me controla por completo." E o desafio reside aí, quando a palavra toma caminhos próprios e depois não quer voltar "ao seu redil, ao papel, à caneta, aos neurónios." E depois existe a relação entre quem escreve e entre quem lê. "Ninguém escreve para a gaveta, pode escrever para uma só pessoa e essa só pessoa já é um público. Esta necessidade de comunicação faz-nos humanos, mas não nos faz divinos."

As mesas de debate continuam amanhã, no Auditório Municipal.»

Comunicado de imprensa feito pela organização do Correntes D'Escritas.
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por Booktailors às 11:05 | comentar | partilhar

Qui, 12/Fev/09
10h00
SESSÕES NAS ESCOLAS
E.B. 2/3 Dr. Flávio Gonçalves, Jorge Sousa Braga e Valter Hugo Mãe
Tema: O limite das palavras

10h30
SESSÕES NAS ESCOLAS

Colégio de Amorim Conceição Lima e Ivo Machado
E.B. 2/3 Campo Aberto, Beiriz Dulce Maria Cardoso e João Paulo Cuenca
Tema: O limite das palavras

10h30
2.ª MESA: O desafio da folha em branco
Amilcar Bettega
Ángela Ramos Díaz
Germano Almeida
Héctor Abad Faciolince
Helder Macedo
Teolinda Gersão
Maria Armandina Maia – moderadora
AUDITÓRIO MUNICIPAL

12h30
Lançamento de Livros
CASA DA JUVENTUDE
Natália, Helder Macedo, Presença
Poesia Reunida, Maria Teresa Horta, Dom Quixote
Sexodependentes, Paula Izquierdo, Cavalo de Ferro

15h00
3.ª MESA: “Estou farto de palavras”
Antonio Sarabia
Daniel Galera
Eduardo Bettencourt Pinto
Paulo Teixeira Pinto
Rui Cardoso Martins
Victor Andresco
Carlos Pinto Coelho – moderador
AUDITÓRIO MUNICIPAL

15h30
SESSÕES NAS ESCOLAS
Colégio de Amorim Sofia Marrecas Ferreira e Amadeu Baptista
E.B. 2/3 Dr. Flávio Gonçalves José Luís Peixoto e Maria Antonieta Preto
E.B. 2/3 Campo Aberto, Beiriz Luís Silva e Luísa Monteiro
E.B. 2/3 Rates Eucanaã Ferraz e Pedro Eiras
Tema: O limite das palavras

17h00
Lançamento de Livros
CASA DA JUVENTUDE
A Infância é um Território Desconhecido, Helena Vasconcelos, Quetzal
A Oficina do Tempo, Álvaro Uribe, Quetzal
A Passageira, Andrea Blanqué, Quetzal
Ai, Amor!, Ascêncio de Freitas, Portugália
Rakushisha, Adriana Lisboa, Quetzal
Somos o Esquecimento que Seremos, Héctor Abad Faciolince, Quetzal

17h15
Apresentação de DVD “Essa Palavra Sonho”, de Ondjaki
AUDITÓRIO MUNICIPAL

17h30
4.ª MESA: “O olhar escreve ou melhor a caneta vê”
Almeida Faria
Alice Vieira
Álvaro Uribe
Luis Fernando Veríssimo
Mário Cláudio
Paulina Chiziane
Helena Vasconcelos – moderadora
AUDITÓRIO MUNICIPAL

21h45
Apresentação do filme Mal Nascida, de João Canijo
Organização: Cineclube Octopus
AUDITÓRIO MUNICIPAL

22h00
Lançamento de Livros
CASA DA JUVENTUDE
A Arte de Matar Dragões, Ignacio del Valle, Porto Editora
A Escriba, Antonio Garrido, Porto Editora
Chiquita, Antonio Orlando Rodriguez, Quidnovi
Cinemateca, Eucanaã Ferraz, Quasi
Guia da Barcelona de Carlos Ruiz Zafón, Sergi Dória, Planeta
O Mundo desde o Fim, Antonio Cícero, Quasi
O Mundo, Juan José Millás, Planeta

23h00
Sessão de Poesia com poetas convidados
NOVOTEL VERMAR

INICIATIVAS PARALELAS
10h30
Sessões com alunos do 4.º ano do 1.º ciclo do ensino básico

Tema: A cor das palavras
Agrupamento Aver-o-mar, Amadeu Baptista e Vergílio Alberto Vieira
E.B. 2/3 DE AVER-O-MAR
Agrupamento Cego do Maio, Luís Silva e Manuel Rui
E.B. 2/3 CEGO DO MAIO, PENALVES
Agrupamento Rates, Cristina Norton e Sílvia Alves
E.B. 2/3 DE RATES

15h30
Sessões nas Escolas
Tema
: "Palavras não são pátria de ninguém"
Esc. Sec. José Régio – VC, Fernando Esteves Pinto e José Mário Silva
DIANA BAR

FEIRA DO LIVRO
CASA DA JUVENTUDE

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Qua, 11/Fev/09
Qua, 11/Fev/09
Conforme noticiámos, o anúncio dos vencedores dos vários prémios do Correntes D'Escritas foi efectuado durante a cerimónia de abertura, decorrida esta manhã no Museu Nacional da Póvoa de Varzim.

A Moeda do Tempo, da autoria de Gastão Cruz e publicado pela Assírio e Alvim, em 2006, foi o vencedor do Prémio Literário Casino da Póvoa.
A decisão do júri foi unânime e o prémio de 20 000 € será entregue no próximo sábado, na cerimónia de encerramento do evento, no Auditório Municipal.
O júri era composto por Ana Luísa Amaral, Casimiro de Brito, Jorge Sousa Braga, Fernando Guimarães e Patrícia Reis.

Tatiana Bessa, com o poema Geometria das Sombras, escrito sob o pseudónimo Ophelia Nery, venceu o Prémio Literário Correntes D'Escritas/Papelaria Locus, destinado a galardoar inéditos poéticos da autoria de jovens entre os 15 e os 18 anos.
O júri era composto por Luís Diamantino, vereador da Cultura da Póvoa de Varzim, Manuela Ribeiro e Francisco Guedes, membros da organização do evento.
A vencedora terá direito a um prémio de 1000 €, a ser entregue na cerimónia de encerramento, beneficiando ainda do direito de publicação na edição de 2010 da revista Correntes D'Escritas.

Na mesma cerimónia de encerramento, serão ainda entregues os prémios referentes aos três primeiros lugares do Prémio Conto Infantil Ilustrado Correntes D'Escritas/Porto Editora. Os trabalhos a concurso foram realizados por alunos do 4.º ano do ensino básico.
O 1.º prémio, no valor de 1000 €, será entregue à Escola Básica 1/JI de Aires, de Palmela, pelo conto Um Susto e um Presente.
O Externato Infantil e Primário Paraíso dos Pequeninos, de Santa Maria da Feira, irá receber o 2.º prémio, no valor de 500 €, pelo trabalho A Aventura de Natal do Quico.
O 3.º e último prémio caberá ao Externato Patinho Feio, na Amadora. No valor de 250 €, tendo sido atribuído ao trabalho O Menino e o Seu Sonho.
Os trabalhos seleccionados irão ser editados em livro.

A acta e declarações de voto estão disponíveis aqui.
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por Booktailors às 17:42 | comentar | partilhar

Qua, 11/Fev/09

A sessão de reabertura das Correntes D'Escritas, que contou com a presença do Ministro da Cultura Pinto Ribeiro, apresentado de forma elogiosa por José Carlos Vasconcelos (JL), marcou-se por uma apatia generalizada por parte do público. Apesar do discurso bem estudado do ministro.

Após a apresentação de José Carlos Vasconcelos, Pinto Ribeiro discursou longamente, sendo capaz de atar diversas pontas, nomeadamente a importância da língua portuguesa, do acordo ortográfico, do Plano Nacional de Leitura, da importância de se criar o Plano Nacional da Escrita na qual os professores teriam especial importância, do projecto INOVARTE, do Magalhães, da importância do Instituto Camões.
No final, mostrou-se disponível para as questões do público. Confrontado com a ideia do Plano Nacional da Escrita, reforçou, uma vez mais, a importância da língua portuguesa e adiantou que o Plano Nacional da Escrita era uma ideia, não se comprometendo com qualquer possível implementaçao deste plano.


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Qua, 11/Fev/09

4
Número de dias do Correntes D'Escritas, a decorrer na Póvoa de Varzim: de 11 a 14 de Fevereiro.

10
O Correntes D'Escritas celebra dez anos de existência. É também o 10º aniversário do Encontro de Escritores de Expressão Ibérica.
Para celebrar esta data, o Correntes D'Escritas apresenta uma nova imagem.
O evento irá ter dez mesas de debate, cada uma com um tema repescado de edições anteriores.

120
São os autores que participam nesta edição do Correntes D'Escritas.

30
Na sessão deste ano do Correntes D'Escritas, serão lançados mais de 30 livros.
Próximo deste valor também é o número de escritores que participam pela primeira vez.

2
Serão lançadas duas edições especiais de fotografia, comemorando os dez anos do evento.

12
O Prémio Literário Casino da Póvoa será atribuído a uma de entre doze obras de poesia.
Estas doze obras foram seleccionadas de uma lista de noventa obras.

133
Para o Prémio Literário Correntes D'Escritas Papelaria Locus concorrem 133 jovens com 183 trabalhos de poesia inéditos.

100
O Prémio Conto Infantil Ilustrado Correntes D'Escritas Porto editora conta com mais de 100 trabalhos.
Os vencedores de todos os prémio serão anunciados na cerimónia de abertura no dia 11, sendo que os prémios serão entregues na cerimónia de encerramento no dia 14.

3
Não só de literatura vive este encontro. Serão 3 as iniciativas paralelas, abrangindo as áreas de Fotografia, Cinema e Teatro.
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Qua, 11/Fev/09
Vereador do Pelouro da Cultura - Luís Diamantino

Presidente da Câmara Municipal da Póvoa de Varzim - José Macedo Vieira

Membro do Júri - Ana Luísa Amaral
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Qua, 11/Fev/09
Anúncio por Ana Luísa Amaral:
O vencedor de 2009 é Gastão de Cruz, pela obra "A Moeda do Tempo", edição da Assírio e Alvim.

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Qua, 11/Fev/09
Para acompanhar em directo no Twitter da Booktailors.

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Qua, 11/Fev/09
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Qua, 11/Fev/09
Rui Machado, Vergílio Alberto Vieira, Amadeu Baptista, Fernando Esteves Pinto, Ivo Machado e Leonardo Padura.
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Qua, 11/Fev/09
11h00
Sessão Oficial de Abertura do Correntes d’Escritas


Anúncio dos vencedores dos Prémios Literários Casino da Póvoa, Correntes d’ Escritas Papelaria Locus e Conto Infantil Ilustrado Correntes d’ Escritas Porto Editora de 2009

Lançamento da Revista Correntes d’Escritas 8
MUSEU MUNICIPAL DE ETNOGRAFIA E HISTÓRIA DA PÓVOA DE VARZIM

15h00
Sessão de Reabertura do Museu de Etnografia e História da Póvoa de Varzim


Inauguração da Exposição “Circunstâncias”, de Rui Anahory

15h30
Conferência de Abertura

José António Pinto Ribeiro, Ministro da Cultura
Apresentação: José Carlos de Vasconcelos
MUSEU MUNICIPAL DE ETNOGRAFIA E HISTÓRIA DA PÓVOA DE VARZIM

17h00
1.ª MESA: Os desafios da escrita
Ana Luísa Amaral
António Mega Ferreira
Corsino Fortes
Eduardo Lourenço
Juan José Millás
Lêdo Ivo
João Gobern – moderador
MUSEU MUNICIPAL DE ETNOGRAFIA E HISTÓRIA DA PÓVOA DE VARZIM

19h30
Abertura da Exposição de Fotografias
“De Caras com a Escrita”, de Rui Sousa

Apresentação do Catálogo da Exposição De Caras com a Escrita e dos livros de Fotografia de Daniel Mordzinski, Boulevard das Correntes, e de José Carlos Marques, Correntes
DIANA BAR

20h00
Abertura da Exposição de Fotografias Imago Libri, de Simion Cristea
BIBLIOTECA MUNICIPAL

21h45
Exibição do Documentário É Dreda ser Angolano, de Fazuma (vencedor do Prémio Melhor Documentário do Festival Internacional de Vídeo Musical VIMUS)
Organização: Cineclube Octopus
AUDITÓRIO MUNICIPAL

22h00
Lançamento de Livros
NOVOTEL VERMAR
Hotel Ver Mar, antologia de poemas, org. Michael Kegler, TFM
Janela de Sónia, Manuel Rui, Caminho
Lisboa Song, António Mega Ferreira, Sextante
Mãos de Cavalo, Daniel Galera, Caminho
Materiais para a Confecção de Um Espanador de Tristezas, Ondjaki, Caminho
O Dia Mastroianni, João Paulo Cuenca, Caminho
Os Lados do Círculo, Amílcar Bettega, Caminho
Pneuma, Luís Carlos Patraquim, Caminho

23h00
Sessão de Poesia com poetas convidados
NOVOTEL VERMAR

INICIATIVAS PARALELAS
FEIRA DO LIVRO
CASA DA JUVENTUDE

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Qua, 11/Fev/09
Na Póvoa de Varzim, tudo está feito para gerar, o mais possível, o contacto entre todos. A primeira sessão do dia é às 11h (ontem a noite já acabou tarde, com muita conversa e copos à mistura), o pequeno-almoço está disponível até às 10h e o autocarro parte às 10h30 (sim, a organização tem um autocarro para levar todos os participantes para os locais onde decorrem os eventos.). Muitos tempos mortos para que todos possam falar do mesmo: de livros.

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Qua, 11/Fev/09
A Quetzal irá marcar presença no Correntes D'Escritas com vários autores: Álvaro Uribe, Andrea Blanqué, Héctor Abad Faciolince e Adriana Lisboa. Destes autores, podemos encontrar na Quetzal, respectivamente as obras “A Oficina do Tempo”, “A Passageira”, “Somos o Esquecimento que Seremos” e “Rakushisha”.
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Qua, 11/Fev/09




O primeiro jantar de confraternização foi ontem, pelas 20h30.
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Ter, 10/Fev/09
Ter, 10/Fev/09


Poucos minutos antes de começarem as primeiras sessões e lançamentos, já são muitas as caras conhecidas no Hotel Vermar. Eduardo Lourenço, Ana Luísa Amaral, Almeida Faria, Alice Vieira, Fernando Guimarães. Vergílio Alberto Vieira, Vítor Quelhas... entre muitos outros.

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Ter, 10/Fev/09


Estas são as viaturas que transportam os convidados do certame, devidamente identificados nas portas com a imagem gráfica de Henrique Cayatte.
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Ter, 10/Fev/09


Será no hotel Vermar (onde estamos instalados), que se passarão muitos dos eventos da 10.ª edição das Correntes D'Escritas. E pelo que vemos está tudo preparado...
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Ter, 10/Fev/09
Para acompanhar, ao longo dos próximos dias, o Correntes D'Escritas 2009 no Blogtailors e no twitter blogtailors.
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Ter, 10/Fev/09
A Porto Editora marcará a sua presença no Correntes D'Escritas não só pelo lançamento de dois novos títulos, como pelo anúncio do primeiro Prémio Conto Infantil Ilustrado Correntes d’Escritas / Porto Editora.

Os dois títulos em questão serão lançados na noite de 12 de Fevereiro, quinta-feira, às 22:00, no Novotel Vermar, com a presença dos autores e apresentações a cargo de Cláudia Gomes e Manuel Alberto Valente:
- A Arte de Matar Dragões, de Ignacio del Valle;
- A Escriba, de António Garrido.

Quanto ao prémio, serão conhecidos, na sessão de abertura (Museu Municipal de Etnografia e História da Póvoa de Varzim), os vencedores da primeira edição do Prémio Conto Infantil Ilustrado Correntes d’Escritas / Porto Editora.

Este prémio teve por base cerca de 120 trabalhos provenientes de vários pontos do país, bem como de algumas com de escolas de comunidades portuguesas de França e Luxemburgo. Este concurso teve por base envolver as escolas do 1.º Ciclo do Ensino Básico na dinâmica do Correntes d’Escritas, bem como contribuir para o desenvolvimento do gosto pela leitura e pela escrita nos mais novos. A originalidade do galardão reside no facto de premiar trabalhos colectivos inéditos, escritos por alunos que frequentem o 4.º ano de escolaridade, supervisionados por um professor.

Os prémios serão entregues na Sessão de Encerramento do Correntes d’Escritas, marcada para as 19:00 de 14 de Fevereiro próximo, no Auditório Municipal da Póvoa de Varzim.



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Ter, 10/Fev/09
Jorge Reis-Sá, no seu Rua de Castela, relembra-nos que metade dos finalistas dos prémio Correntes d'Escritas lhe pertencem.

Parabéns às Quasi.

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Ter, 10/Fev/09
22h00
Lançamento de Livros
NOVOTEL VERMAR
Mergulho, Rui Machado, Portugália
Meu Fito, Meu Feito, Vergílio Alberto Vieira, Trinta por uma Linha
O Sonho do Elefante Tomé
, Amadeu Baptista, Trinta por uma Linha
Privado, Fernando Esteves Pinto, Canto Escuro
Tamujal, Ivo Machado, Exodus
Um Passado Perfeito, Leonardo Padura, Asa

23h00
Sessão de Poesia com Poetas convidados
NOVOTEL VERMAR

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Sex, 6/Fev/09
Sex, 6/Fev/09
Apesar do evento Correntes D'Escritas só ter a sessão oficial de abertura no dia 11, já na Segunda-Feira será possível assistir a espectáculos, na Póvoa de Varzim.

Às 22h, no Novotel Vermar, Espectáculo “O Olhar Diagonal das Coisas” (a partir da poesia de Ana Luísa Amaral).

Mais informações aqui.
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Sex, 6/Fev/09
Na 10.ª edição do Correntes d'Escritas, será entregue o Prémio Literário Casino da Póvoa.

Aproveitamos para recordar vencedores anteriores:
- Lídia Jorge, por O Vento Assobiando nas Gruas (2004)
- António Franco Alexandre, por Duende (2005)
- Carlos Ruíz Záfon, por A Sombra do Vento (2006)
- Ana Luísa Amaral, por A Génese do Amor (2007)
- Ruy Duarte de Carvalho, por desmedida (2008)

O próximo nome a entrar nesta lista será divulgado na próxima quarta-feira, dia 11 de Fevereiro.
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Sex, 6/Fev/09

Ainda não começou, mas já todos antecipam este 10.º aniversário do Correntes d'Escritas.

Este ano, e com o apoio de Henrique Cayatte, o Correntes tem uma imagem nova, que combina livros e tipografia, num conceito intitulado «Original Impresso».

Segundo Cayatte, «A nova imagem das Correntes D’Escritas remete para o universo do livro, dos seus autores e da sua escrita e ainda dos seus leitores.

Mas também para as provas e para a correcção, o design, a impressão e o acabamento.
Todo o ciclo. Da ideia à edição.

Afinal a razão de ser destes Encontros.

Aqui o ícone é a letra, a marca são caracteres tipográficos e o código é conhecido de todos.

Quando um texto é composto e paginado a escolha do alfabeto adequado é determinante na boa leitura.

O designer deve procurar, com a sua ‘invisibilidade’, reduzir a distância entre o texto original e aquele que vai ser fruído pelo leitor.

Quanto menor for o ‘ruído’ maior a legibilidade.

Simples e universal porque os protagonistas vêm de paragens as mais diversas.

O‘C’, de Correntes, está composto num alfabeto humanista logo serifado. Preto 100%.
O fundo branco do papel e do ecrã acolhe a informação.

A barra vermelha e o ‘E’ são manuscritos, tanto pelo escritor como pelo revisor, que procuram que o texto original seja editado sem mácula.

Preto e vermelho sobre branco. As cores da tipografia.»
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Dom, 1/Fev/09
Dom, 1/Fev/09
A conferência de abertura, que habitualmente é feita por pessoas de relevo da vida cultural, estará este ano a cargo do actual Ministro da Cultura, José António Pinto Ribeiro.

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Sex, 30/Jan/09
Sex, 30/Jan/09
Faltam já poucos dias para o início do Correntes d’Escritas, o maior encontro de autores de expressão ibérica, realizado anualmente na Póvoa de Varzim.

A edição deste ano conta com a presença de 120 escritores, de 15 países e a lista dos principais autores já se encontra disponível e pode ser vista no Expresso online.

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Sex, 23/Jan/09
Sex, 23/Jan/09
Já são conhecidos os finalistas do Correntes d'Escritas deste ano.

O prémio, de 20 000 euros, dedicado à poesia, contou com 90 obras concorrentes tendo a seleção final recaído nos seguintes títulos e autores:
Portugueses
- A Moeda do Tempo, Gastão Cruz;
- As Coisas Mais Simples, Nuno Júdice;
- Filho Pródigo, José Agostinho Baptista;
- Inquietude, Maria Teresa Horta;
- O Acidente, Jorge Gomes Miranda;
- O Amante Japonês, Armando Silva Tavares;
- Oráculo, José Rui Teixeira;
Lusófonos
- A Cidade dos Livros, Eucanaã Ferraz (brasileiro);
- Dos Limões Amarelos do Falo às Laranjas Vermelhas da Vulva, Eduardo White (moçambicano);
Espanhol
- Descrição da Mentira, Antonio Gamoneda.

Fonte: Jornal Público (versão impressa).

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Seg, 6/Out/08
Seg, 6/Out/08
«O prémio destina-se a distinguir anualmente um conto ilustrado, inédito, em língua portuguesa, escrito por alunos que frequentem o 4º. ano de escolaridade do 1º. ciclo do ensino básico, supervisionados por um professor. A originalidade do galardão reside no facto de premiar trabalhos colectivos, uma vez que só serão admitidos a concurso contos infantis, com ilustrações, redigidos em grupo pelos alunos, com um mínimo de três páginas e um máximo de dez.
(...)
O Prémio Conto Infantil Ilustrado Correntes d’Escritas / Porto Editora entra em vigor já este mês de Outubro e será atribuído em Fevereiro de 2009, na décima edição do encontro de escritores de expressão ibérica. Com um valor monetário de mil euros para o conto vencedor e de 500 e 250 euros respectivamente para os segundo e terceiro classificados, este prémio contempla ainda a edição em livro dos trabalhos seleccionados.

Os textos deverão ser enviados pelas escolas concorrentes, autonomamente ou através do respectivo agrupamento, até dia 15 de Dezembro. O regulamento pode ser consultado no portal municipal, em http://www.cm-pvarzim.pt/
(...)
Para escritores com obra já publicada, há ainda o Prémio Casino da Póvoa, no valor de vinte mil euros, o que faz do Correntes d´Escritas o único encontro de escritores em que são atribuídos três prémios literários, que distinguem diferentes áreas de produção literária e faixas etárias tão diversas»

Texto retirado do press release da Porto Editora.


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