
N.º 96, 3.º Esquerdo
1100-232 Lisboa
A Amazon anunciou recentemente que os seus lucros são maiores do que o esperado, após um corte na despesa e um aumento das vendas do Kindle. Saiba mais aqui.
Um estudo realizado pela Central Connecticut State University concluiu que a cidade de Washington D.C. é a mais literata dos Estados Unidos, seguida por Seattle e Mineápolis. Fora do top 10 ficaram cidades como Nova Iorque. Leia aqui.
Um em cada cinco americanos leu pelo menos um e-book no ano passado, mas a maioria fê-lo no computador. É esta a conclusão de um estudo realizado pela Pew Research Center a 3 mil americanos, que remete para segundo plano a leitura digital em e-readers, smartphones e tablets. Leia aqui.
As vendas digitais da Amazon aumentaram 29 por cento no primeiro trimestre de 2012, quando comparadas com o último trimestre do ano passado. Leia aqui.
Uma pesquisa recente da empresa Bowker indica que estão previstos para este ano, entre inéditos e relançamentos, 75 livros diferentes sobre o Titanic, numa tentativa de aproveitar o centenário do seu naufrágio. A pesquisa estima ainda que, desde o acidente, em 1912, foram publicados mais de 650 títulos sobre o tema. Leia aqui.
«O iPad vai continuar a liderar o segmento dos tablets durante alguns anos, segundo as previsões da Gartner. Só em 2012 o tablet da Apple deverá alcançar uma quota de mercado na ordem dos 61 pontos percentuais.» Ler no Sol.
Pertencendo ao sítio Pottermore a exclusividade das vendas de e-books da saga «Harry Potter», é quase impossível saber o número exato de livros vendidos até agora. A medida foi recebida, de início, como uma inteligente estratégia comercial, mas há agora quem aponte que o afastamento das mais populares listas de bestsellers acabará inevitavelmente por prejudicar as vendas dos livros. Leia aqui.
É conhecida a apetência de Estados Unidos e Reino Unido por e-books, mas um estudo recente, divulgado pela Bowker Market Research, revelou que Índia e Austrália lhes passaram à frente no consumo de livros digitais. Leia aqui.
Uma pesquisa realizada na Inglaterra sugere que, apesar de utilizarem livros digitais, os estudantes ainda preferem os impressos. Leia aqui.
A gigante editorial britânica Pearson anunciou proveitos de dois biliões de libras no mercado digital em 2011. O valor, significativamente superior ao do ano transato, justifica, no entender do grupo, uma maior aposta no setor. Leia aqui.
Segundo uma sondagem realizada pela Pearson Foundation, há cada vez mais alunos americanos com tablets. Comparando os valores de 2012 com os do ano transato, conclui-se que o número mais do que triplicou no caso dos universitários, e que cerca de 70 por cento deles admite utilizar o tablet para ler. O estudo revela ainda que 6 em cada 10 alunos prefere ler e-books no tablet a ler livros em papel. Leia aqui.
«No primeiro semestre de 2011 venderam-se 1,3 milhões de livros de literatura infanto-juvenil em Portugal, representando 22% do total de vendas no período, segundo fonte da Associação Portuguesa de Editores e Livreiros (APEL).» Ler no Diário Digital.
Segundo um estudo da consultora Forrester, o tablet da Apple é líder absoluto do seu segmento, possuindo 73 por cento do mercado contra, por exemplo, 5 por cento da Samsung, 4 por cento da Motorola e 3 por cento da Acer. Convém, no entanto, referir que a pesquisa da Forrester foi conduzida em setembro de 2011, pelo que não levava ainda em conta o principal rival do iPad: o Kindle Fire. Leia aqui.
«A Apple deverá vender 65 milhões de unidades do seu tablet iPad este ano, prevêem os analistas da Canaccord Genuity. As anteriores estimativas apontavam para 60 milhões de unidades, mas as pré-vendas recorde do novo iPad, levaram a uma revisão em alta para 65 milhões.» Ler no Diário Digital.
Um novo estudo do instituto de pesquisa de mercado IDC revela que o domínio do iPad no mercado dos tablets está condenado a terminar, e que os aparelhos Android serão líderes até 2016. Leia aqui.
«A AAP (Association of American Publishers) divulgou os dados relativos ao mercado editorial americano, onde se comprova que as vendas de e-books mais do que duplicaram no ano passado. Em sentido inverso, todas as categorias de livros em papel diminuíram, à exceção dos livros sobre religião.» Leia aqui.
Se compararmos aspetos como a textura, a disponibilidade e o preço, será melhor passar a noite com um livro ou com uma mulher? Descubra aqui.
Usando o Kindle, o autor independente Joe Konrath conseguiu fazer cerca de 150 mil dólares nas semanas antes e depois do Natal. Começou por editar os seus e-books no Kindle em 2009, mas só anos (e vários livros) depois é que chegou a um sucesso que até agora só era possível com edição através de uma editora tradicional. Leia aqui.
Apesar de muitos autores de edição independente terem atingido o top de melhores vendas do Kindle em 2011, análises recentes afirmam que o self-publishing está a enfrentar uma forte concorrência das edições tradicionais. Leia aqui.
A autopublicação não é nada de novo no mundo da edição; autores como Mark Twain, Virginia Woolf, Alexandre Dumas, entre outros, já o faziam. Veja aqui o gráfico que compara a edição tradicional com os novos formatos.
A editora anunciou que, em 2011, os e-books constituíram 17 % do seu total de vendas, o dobro face a 2010. A CEO, Carolyn Reidy, escreveu uma carta de Natal aos empregados onde afirmava o interesse no potencial da edição em formato digital e no que isso pode representar para a empresa internacionalmente. Leia aqui.
Um inquérito realizado no Reino Unido sugere que os britânicos nunca leram 70% dos livros nas suas estantes. Quatro em dez inquiridos admitiram só ter os livros na estante como exposição. Leia mais aqui.
De acordo com os dados estatísticos, a venda de livros está a aumentar progressivamente nos últimos anos. Siga debate aqui.
Desde a falência da Borders às ambições da Amazon, foi um ano tumultuoso no mundo da edição. Os cinco números mais importantes do ano foram: 20,79 dólares; 100 000; 9,99 dólares; e 450. Descubra aqui porquê.
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Prevê-se que a indústria editorial de língua espanhola aumente anualmente os seus lucros 0,7 %, até atingir 1,2 mil milhões de dólares em 2016. No entanto, a longo prazo, as mudanças demográficas do mundo hispânico podem intensificar a concorrência da edição em língua inglesa. Leia aqui.
A associação de defesa ao consumidor realizou uma análise de satisfação a leitores de livros digitais no mercado português, entre outros. O estudo, baseado em 823 respostas a um questionário, revela que o Kindle da Amazon é o e-reader preferido e que quem lê mais são os homens de 18 a 44 anos. Leia aqui.
Depois de terem registado um aumento em Agosto e Setembro, no mês de Outubro as vendas desceram 6,6 %, perfazendo apenas um total de 886 milhões de dólares. No entanto, o total de vendas a retalho subiu 7,2 %. Ler aqui.
Enquanto nos Estados Unidos os e-books continuam a fazer grande sucesso e a representar cerca de 15% a 20% das vendas das editoras, na Europa, Ásia, América Latina e África, o panorama é outro. Na Europa, países como a Alemanha, Suécia, Reino Unido, Espanha e França contam apenas com 1% das vendas de e-books. Já na Ásia, América Latina e África os números são quase inexistentes. Alguns motivos que explicam o insucesso dos livros digitais fora dos EUA são o preço, a quantidade e o IVA praticado. Para ler mais aqui.
Porque é que os livros infantis são mais baratos do que os livros para adultos? Leia no The Economist.
Os leitores parecem ter-se fartado do género chick-lit. As recentes vendas dos novos livros das autoras mais conhecidas na ficção feminina diminuíram em cerca de 20%, comparativamente aos seus últimos livros. Para continuar a ler aqui.
«São homens, têm entre os 18 e os 44 anos, e preferem os livros electrónicos porque são mais práticos, pesam e ocupam menos espaço que os livros em papel. Esta é a conclusão de um estudo da Deco, publicado esta terça-feira, e que traça o perfil dos leitores portugueses de livros electrónicos. O Kindle é o aparelho de eleição.» Ler no Público.
A aplicação da Apple, o Newsstand, que permite reunir todas as subscrições de jornais e revistas num único suporte de leitura, registou 200 milhões de downloads no Future Publishing nos primeiros quatro dias. Ler aqui.
«A biografia de Steve Jobs, editada há dois meses, pouco depois da morte do fundador da Apple, foi o livro mais vendido do ano nos sites da Amazon, informou a empresa norte-americana de vendas on-line.» Ler no Diário de Notícias.
«É uma biografia, tem 656 páginas e foi lançado há menos de dois meses. O livro mais vendido do ano na Amazon é um best-seller instantâneo, não fosse o nome Steve Jobs sinónimo de sucesso.» Ler no Público.
A Europa Ocidental está a adaptar-se rapidamente aos e-books, tendo a sua venda aumentado 400% em 2010. Um relatório recente calcula que em 2015 os e-books representarão 15% do total de vendas de livros na região. Leia aqui.
Desde o nascimento da World Wide Web, há 20 anos, que as vendas de livros aumentaram. Alguns anos depois do lançamento do kindle, a venda de livros digitais aceleraram e a venda de livros tradicionais diminuiu. Ver estatísticas aqui.
De acordo com novos estudos, os estudantes britânicos gastam em média £65,43 em bebidas alcoólicas e £76,34 em livros durante o primeiro mês na Universidade. Ler aqui.
Mesmo depois do lançamento do Nook, a Barnes & Nobles apresentou um défice superior ao esperado. Leia mais aqui.
O CEO da Barnes & Noble, William Lynch, afirmou que a empresa prevê que o mercado de livros impressos desça um terço em 2015 e que a venda de e-books aumente 700%. Leia mais aqui.
Quão grande é o império de Jeff Bezos? Descubra aqui.
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Ver números aqui.
Bertelsmann, o maior grupo de media europeu, anunciou que espera uma ligeira descida nos seus lucros. No entanto, já prevê quebras durante os próximos anos. Leia aqui.
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Segundo um relatório da Goldman Sachs, o Kindle ocupa 67% do mercado dos e-readers nos Estados Unidos da América, seguido do Nook com 22%. Leia mais aqui.
Um estudo recente mostra que o tablet da Amazon é um dos gadgets mais procurados este Natal. Leia mais aqui.
De acordo com novas estatísticas, as livrarias norte-americanas continuam a vender mais do que se esperava. Ler estudo aqui.
O kindle já não é apenas um produto da Amazon, mas sim um todo ecossistema de vendas digitais que está em grande crescimento. Ver números e estatísticas aqui.
De acordo com o The Digital Census 2011, estudo anual elaborado pelo Bookseller que analisa tendências e opiniões sobre o futuro do mercado do livro, o livro digital vai dominar o mercado em 2020, deixando o livro impresso a um canto. Ver números, estatísticas e tendências aqui.
Ao contrário das previsões dos analistas, o mercado retalhista no Reino Unido sofreu um aumento inesperado de 0,6%. O aumento é explicado através das grandes vendas de computadores e portáteis e compras feitas na Internet. No entanto, o mercado da roupa e sapatos continua em baixa comparativamente ao ano anterior. Para ver estatísticas aqui.
As acções da empresa Apple caíram mais de 5%. Tim Cook explica a queda da procura do novo iPhone 4S, com os rumores sobre um novo modelo que está para vir. No entanto, as vendas mantêm-se altas, com 11,1 milhões de iPads vendidos, 4,8 milhões de computadores Mac e 17,1 milhões de iPhones até ao momento. A empresa continua a apostar no mercado asiático, sendo que a China é neste momento o país onde as vendas mais crescem (16% dos lucros da empresa provêm da China). A grande preocupação da empresa são as mais recentes cheias na Tailândia, pois pode afectar a produção de peças para os computadores Mac. Ver estatísticas aqui.
Os tablets não são usados apenas por homens entre os 25 e os 30 anos. Novas estatísticas mostram que leitoras e seniores são os novos adeptos dos dispositivos digitais. Para ler mais aqui.
15% dos americanos possuem um e-reader, um aumento de 8% comparando com Setembro do ano passado. Um em cada seis americanos, que ainda não tem estes dispositivos, está a pensar comprar nos próximos seis meses. Para ver estes números aqui.
Contributos e análise aqui.
A filial da Leya no Brasil ocupa neste momento uma posição confortável no topo das editoras no Brasil, demonstrado o sucesso da operação Leya naquele país.
No ranking da Publish News, na categoria ficção, o livro mais vendido é A Tormenta de Espadas de George R. R. Martin, editado pela Leya. Na não-ficção, o segundo e o terceiro livro são também LeYa Brasil.
No ranking da Veja, por seu lado, a LeYa Brasil figura um lugar no topo com o livro A fúria dos Reis, de George R. R. Martin.
Na Publish News, o ranking de livros mais vendidos é feito a partir da soma das vendas de todas as livrarias consultadas. O ranking de editoras é elaborado através dos números de títulos que cada editora coloca nas listas e não reflecte a quantidade de livros vendidos. Número e estatísticas da Publish News aqui. Por outro lado, a Veja utiliza como fonte várias livrarias brasileiras que podem ser consultadas aqui.
Em Agosto, o mercado da edição nipónico registou um decréscimo de 1,5 por cento, comparativamente ao ano passado. O livro digital não parece estar na origem do problema, mas sim a própria estrutura do sistema de distribuição. Ler aqui.
«Os e-readers como o Kindle e o Nook estão em franca expansão nos EUA. Superou A tendência superou as melhores expectativas dos analistas. Um quarto dos “leitores habituais” (um livro por semana ou mais) já adoptou este formato de leitura e as novelas românticas, a ficção científica e os best seller são os géneros mais vendidos.» Ler no Público.
Depois de uma queda de 4 por cento em Julho, as livrarias norte-americanas registaram ganhos consideráveis no mês de Agosto. Ler no Publishers Weekly.

A comercialização de livros nos grandes supermercados e pelas grandes distribuidoras está a influenciar mais a evolução da história do livro do que propriamente a transição para o digital. Os livros light parecem poder coexistir nas prateleiras com outros bens de consumo. Mas, que dizer da grande literatura? Veja os dados estatísticos no artigo do The Economist.

O e-book é cada vez mais popular e a indústria editorial está a ganhar com isso. A Random House, uma das maiores editoras norte-americanas, declara que cerca de 20 por cento dos lucros desta primeira metade do ano advieram das vendas digitais. A corroborar o sucesso geral do e-book estão os oito livros digitais que alcançaram, numa lista de 20, o top da USA TODAY dos livros mais vendidos na primeira semana de Setembro. Não obstante a nova tecnologia e o incremento substancial das vendas de e-books, as editoras continuam a apostar no livro impresso, considerando como uma mais valia apresentar ao leitor vários suportes de leitura a bons preços. Para ler na USA TODAY.
Olhando para os números, os e-books continuam a estar no topo das vendas com grandes aumentos das vendas. As editoras querem que os seus leitores continuem a ter disponíveis vários formatos de leitura desde o livro tradicional ao livro digital. Para ver aqui.
A norte-americana Random House, aumentou as vendas de e-books em 200%, sendo que 10% das suas vendas internacionais são relativas a livros digitais. Para ler aqui.
De acordo com o novo estudo, as crianças britânicas passam mais tempo na Internet do que a ler livros. 60% das crianças inquiridas indicam que apenas leram mensagens de texto no último mês, contra 46% que leram um livro de ficção-científica e apenas 35% admitem terem lido um livro não-ficção. Ler mais aqui.
O uso do papel em jornais, revistas e livros vai diminuir 12% a 21%, até 2015. Para ler aqui.
«Harry Potter e os Talismãs da Morte: Parte 2, o último filme da saga do feiticeiro, ultrapassou no domingo a marca dos mil milhões de dólares em receitas de bilheteira de todo o mundo, tornando-se no filme mais visto da série e o oitavo na história do cinema a atingir estes números, anunciou a Warner Bros.» Via Público.
De acordo com a AAP (Association of American Publishers), o livro impresso continua a ser o mais popular entre os leitores. No entanto, enquanto os e-books registam um aumento progressivo das vendas, a venda de livros em formato de papel sofreu quebras: 18% no paperback e 23% no segmento hardcover. Ler mais aqui.
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O mais recente estudo da American Library Association, o 2011 Public Library Funding & Technology Access Study revela que «mais de dois terços (67%) das bibliotecas oferecem acesso a e-books, o que representa um crescimento de 12% em relação ao ano anterior». Saiba mais aqui. Via Ler ebooks.
Não se trata do filósofo do século XVII, nem da personagem de Lost, mas sim do autor independente John Locke, que já conseguiu vender mais de um milhão de e-books auto-publicados através da loja Amazon Kindle. John Locke iguala assim autores como Stieg Larson, James Patterson, Nora Roberts, Suzanne Collins, Michael Connelly, Charlaine Harris e Lee Child. Vi eBook Portugal.
No primeiro trimestre de 2011, as vendas de e-readers quadruplicaram em Espanha, em relação ao mesmo período do ano anterior. Saiba mais aqui. Via Ler ebooks.
Saiba mais aqui.
Um estudo da consultora In-Stat revela que a venda de tablets vai ultrapassar a de e-readers em 2012. Saiba mais aqui. Via eBook Portugal.
Abril Educação, Saraiva e FTD são as editoras brasileiras que integram pela primeira vez o grupo das maiores editoras do mundo, com uma facturação anual acima dos 150 milhões de euros. Saiba mais aqui.
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E já foram descarregados 130 milhões de e-books da iBookstore. Via eBook Portugal.
Pelo menos é para esse número que apontam as previsões de um analista do Citigroup. A Amazon, porém, não divulga dados. Saiba mais aqui. Via eBook Portugal.
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Há cada vez menos mulheres a escrever obras de ficção científica e os leitores parecem preferir os livros de autores masculinos. Nm inquérito recente, realizado pelo Guardian, para conhecer os livros de ficção científica preferidos dos leitores, de um total de mais de 500 títulos, apenas 18 eram da autoria de escritoras. Será este um género literário sexista? Leia aqui.
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«A 50% sales increase at BN.com plus a full year’s results from Barnes & Noble College Booksellers offset a decline at Barnes & Noble’s retail trade stores leading to a 20% increase in total revenue to $7 billion in the fiscal year ended April 30. The nation’s largest bookseller had a net loss of $74 million in the year, due in part to heavy investment in its digital initiatives.» Ler na íntegra aqui.
Só nas primeiras 48 horas, o audiolivro Go the Fuck to Sleep, narrado por Samuel L. Jackson, foi descarregado 160 000 vezes. O número aproxima-se do volume de descarregamentos do último livro da saga «Harry Potter», que, no mesmo período de tempo, foi descarregado mais de 200 000 vezes. Para ler aqui.
A notícia, anunciada pela Associated Press e The Washington Post confirma o que, de certa forma, já era esperado, depois da Amazon ter comunicado que o autor teria, em Outubro passado, vendido mais de um milhão de livros electrónicos para o Kindle. Leia aqui.
Desde 2009, o número de pessoas proprietárias de e-readers (exceptuando tablets multifuncionais como o iPad e outros) nos Estados Unidos quadruplicou, ascendendo a uma percentagem de 8,7 (20,6 milhões de pessoas) do total da população americana. O estudo realizado pela eMarketer revelou ainda que, até 2012, espera-se que 12 por cento da população adulta americana – o equivalente a 28,9 milhões de indivíduos, possua um e-reader. Saiba mais aqui.
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