
N.º 96, 3.º Esquerdo
1100-232 Lisboa
«Uma obra escrita no século XVI pelo historiador português Damião de Góis, cujo valor era estimado em 18500 euros, foi roubada em Outubro da Feira do Livro de Frankfurt, indicou esta quarta-feira a polícia daquela cidade alemã.» Ler mais no Público.
Um dos mais conhecidos agentes literários do mundo, Andrew Wylie, que trabalha com autores como Martin Amis ou Salman Rushdie, afirmou na Feira do Livro de Frankfurt que as editoras deveriam pagar 50 por cento aos autores pelas royalties de livros digitais. Ler aqui.
A Associação Brasileira de Editoras Universitárias (ABEU) poderá vir a estar representada no expositor colectivo do Brasil na maior feira do livro do mundo, discutiu-se este ano em Frankfurt. Ler aqui.
José Castilho Marques Neto, director da Editora Unesp e que tem marcado presença na feira do livro de Frankfurt nos últimos 21 anos, afirma que há cada vez mais editoras a representar o Brasil e que o expositor que lhes é relativo, sendo cada vez maior, é representativo da dimensão e importância do país no mercado editorial e livreiro mundial.
Este ano não houve um livro nas bocas do mundo, mas os negócios em torno de cinco ou seis títulos deram que falar. Descubra quais, aqui.
Comparativamente com o ano passado, houve mais visitantes e mais compras de direitos de autor na feira, avança a organização (ainda sem dados oficiais). Nina Klein, directora de imprensa do evento, afirma que isso é um bom indício da estabilidade da feira. Para ler aqui.
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Foi anunciado na Feira do Livro de Frankfurt 2011 que a editora Planeta Tangerina integra a lista de seleccionados para o prémio sueco Astrid Lindgren Memorial Award (ALMA), o maior galardão de literatura infantil do mundo. Ler mais no Cadeirão Voltaire.
Sem ideias, sem pessoas, aborrecida (chata mesmo). É esta a ideia que fica de um evento que deve apresentar as grandes novidades e linhas de força para o sector editorial. O pavilhão oito, dedicado aos anglo-saxónicos, habitualmente repleto de visitantes e com muitos conceitos e projectos para apresentar, mostrou-se muitas vezes de corredores vazios e com poucas pessoas sentadas nas mesas dos expositores das editoras. Será da crise ou a feira de Frankfurt (e outras feiras internacionais, diga-se) estará a perder (definitivamente) o seu protagonismo?
Agradecemos à APEL toda a simpatia, profissionalismo e amabilidade mais uma vez demonstrados durante a Feira do Livro de Frankfurt. O stand da APEL, pela disponibilização da rede wireless para acesso à internet, espaço para descanso (e café) tornaram a feira mais fácil de gerir.
«Os direitos de Claraboia, romance inédito de José Saramago, foram vendidos para Espanha, França, Alemanha e Itália, na Feira do Livro de Frankfurt, o maior certame mundial do sector.» Ler aqui.

«Sansal, de 62 anos, recebeu o prémio pela sua crítica ao regime de Argel e luta pessoal pela "liberdade de expressão, de cultura e de religião" no seu país, declarou o presidente da feira, Gottfried Honnefelder, citado pelas agências de notícias internacionais.» Ler no Diário de Notícias.
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As empresas Positivo e P3D estão a apresentar os seus dispositivos tecnológicos na maior feira do mundo. A Positivo apresentou o e-Blocks, um produto para o ensino de Matemática, Espanhol e Inglês, que já está a ser usado na China e em Angola. A P3 tem em exposição um software em três dimensões para as disciplinas científicas. Em ambos os casos, fica a marca da aposta no cruzamento entre educação e tecnologia. Para ler mais aqui.
Uma das iniciativas deste ano da Feira de Frankfurt é promover o debate entre várias indústrias, disciplinas e escolas de pensamento. Juergen Boos, director da Feira do Livro de Frankfurt, afirma: «Our aim is to initiate an interdisciplinary dialogue between previously separate worlds. We see networking and dialogue with new partners – especially those from different fields – as being extremely important in terms of successfully shaping the far-reaching change taking place in our industry (...) Literature remains a key indicator of what moves people"». Leia mais sobre estas palestras aqui.
«O secretário de Estado da Cultura encontrou-se com os editores portugueses na Feira do Livro de Frankfurt, onde garantiu o reforço orçamental da Direcção-Geral do Livro e das Bibliotecas.» Ler no Público.

A Feira do Livro de Frankfurt é um dos mais importantes centros do mercado editorial, sendo na feira que editores e agentes literários negoceiam os direitos de publicação de obras e autores. Neste contexto, e quando um dos temas fulcrais do encontro deste ano é a migração para o digital do sector livreiro, que podem os autores esperar? Mais facilidade na publicação ou menos protecção de direitos autorais? Para ler aqui.

Taiwan é conhecida por ser um grande centro tecnológico, que prima pela acessibilidade e vanguarda dos serviços digitais e de ligação à Internet. Contudo, Taiwan quer também conquistar a reputação internacional de desenvolvimento de software. Uma representação disso pode ser vista na Feira do Livro de Frankfurt, em que onze dos melhores profissionais de desenvolvimento de aplicações tecnológicas estão a mostrar ao mundo a qualidade da indústria de e-learning (em crescente progresso no mercado chinês) e do papel central que esta está a ter nas estratégias de educação para esse território. Ler mais aqui.

Fundador da primeira editora brasileira a ter um e-book na loja da Apple, Eduardo Blucher foi convidado para falar sobre oportunidades de negócio no mercado livreiro no 25th International Rights Directors Meeting, conjuntamente com a agente Lucia Riff e Tomás da Veiga Pereira, da Sextante. Leia sobre as apostas de Blucher para esta era digital aqui.
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Para ver no Bibliotecário de Babel.

Foi anunciado na Feira do Livro de Frankfurt que o Governo brasileiro vai investir cerca de 4,95 milhões de euros num programa de tradução de autores nacionais. O objectivo é a expansão da literatura de expressão brasileira no mercado editorial estrangeiro. O presidente da Fundação Biblioteca Nacional do Brasil anunciou que este programa de incentivo à tradução e à publicação terá como grande alvo a feira do próximo ano, que terá como convidado de honra precisamente o Brasil. Ler mais aqui.
A Moleskine está na feira de Frankfurt para apresentar as novidades da marca para 2012: novos blocos, novas canetas, novas cores, novos formatos e novas edições exclusivas e limitadas. Em parceria com os designers da Gilles&Cecilie, a Moleskine está também a promover um workshop criativo inspirado nas novas colecções para esta rentrée: «Writing, Travelling and Reading». O workshop que está a decorrer na feira é aberto ao público e permite a cada um dos visitantes contribuir para o desenvolvimento dos novos modelos de notebooks e de malas da Moleskine com colagens, frases, palavras e símbolos. No fundo, o objectivo é criar um objecto único e pessoal, reflexo da imaginação de cada um.
A Booktrack está a apresentar nesta feira uma tecnologia de sincronização entre leitura e som. Ter bandas sonoras sincronizadas com os livros é o objectivo da Booktrack, que crê representar uma verdadeira evolução na arte de contar histórias e da própria edição. O sistema cria um ambiente sonoro em conformidade com aquilo que é lido, o que permite aos leitores uma maior imersão na história. As práticas de leitura parecem estar em mudança, numa evolução que aproxima cada vez mais o leitor da experiência que os sentidos lhe proporcionam. Com dez títulos disponíveis até ao final do ano (entre eles As Aventuras de Sherlock Holmes, o Patinho Feio e Hansel e Gretel), a aplicação estará em breve disponível para Android, podendo desde já ser feito o download para os dispositivos da Apple. A tecnologia para computador será também lançada em breve.
Conforme anunciado, Francisco José Viegas marcou presença na Feira do Livro de Frankfurt. Na imagem acima o secretário de Estado da Cultura é entrevistado por Teresa Sampaio, do programa Ler+, Ler Melhor.
Está a ler e não sabe o significado de uma palavra? Este marcador electrónico, equipado com o dicionário da Collins, com um total de 38 mil palavras disponíveis, ajuda.
Foi ontem anunciada a criação de um novo galardão britânico, o Literature Prize, que pretende vir a distinguir a «excelência literária». Andrew Kidd, conhecido editor e agente literário da Aitken Alexander, foi o porta-voz do grupo que criou este prémio, que surge como reacção ao Man Booker Prize, o maior prémio literário do Reino Unido, cada vez mais «comercial». Para ler aqui.
No ano em que a Islândia é o país convidado, jornalistas da área cultural marcaram presença. A saber: Teresa Sampaio (na foto), do programa Ler +, Ler Melhor; Ana Nunes Cordeiro, da agência Lusa; Isabel Coutinho, do jornal Público; José Mário Silva, do jornal Expresso (e que está a actualizar o seu blogue); e Ricardo Duarte, do Jornal de Letras, Artes e Ideias.
A LeYa está a dar um grande destaque ao inédito de José Saramago, Clarabóia, tendo reservado para esta obra um dos painéis que compõem o stand.
Pouca afluência é a nota de toque desta feira. Seja na entrada da feira, nos cafés, nos stands. Os próximos dias dirão se a pouca afluência também será sinónimo de poucos negócios.
A Gradiva apresenta em Frankfurt o mais recente livro de José Rodrigues dos Santos, O Último Segredo, que tem como mote a frase «Poderemos clonar Jesus?».

«Francisco José Viegas estará [hoje] na Feira de Frankfurt, a maior e mais importante feira de negócios do sector livreiro, para alguns contactos, numa altura em que pretende dar mais atenção à área do livro.» Ler no Diário Digital.
«Em Setembro passado, o secretário de Estado da Cultura afirmou aos jornalistas que o sector do livro irá ter "um reforço substancial" no próximo Orçamento do Estado e "vai regressar ao primeiro plano da política cultural", ainda que o tempo seja de parcos recursos financeiros.» Também no sítio da RTP.
«O que os adultos querem de um e-book é que ele seja o mais parecido com o livro em papel. Só abrem uma excepção para a criatividade: quando
se trata de literatura infantil. As vendas de livros impressos caíram em 2010 e os géneros mais afectados foram a ficção e a literatura infantil. E é o grupo britânico Pearson que lidera o mercado mundial, foi [ontem] divulgado no primeiro dia da Feira do Livro de Frankfurt.» Para ler o artigo de Isabel Coutinho, directamente de Frankfurt, no Público.

O presidente da Associação Alemã de Livreiros falou hoje, na abertura da Feira do Livro de Frankfurt, sobre a proliferação da pirataria e da necessidade de uma nova legislação, não para os direitos de cópia, mas para a liberdade na Internet. Gottfried Honnefelder reflectiu sobre os perigos da crescente digitalização de conteúdos e no quão imperativo é aplicar penas mais severas a quem viola as leis para downloads de livros digitais. Compreendendo que este é um problema que perpassa a contemporaneidade, o presidente da Börsenverein salientou que esta questão é apenas uma pequena parte de um amplo debate que precisa ser feito nos contextos social e político.
Com 73 000 expositores e 290 mil profissionais do sector editorial e livreiro oriundos de mais de 100 países, o desafio para as representações editoriais na Feira de Frankfurt é conseguir destacar-se. Leia mais sobre a representação brasileira na maior feira do livro do mundo aqui.
«[...] para quem aqui chega pela primeira vez, como eu, o gigantismo da Feira impressiona. Só o centro de imprensa, uma espécie de baleia estilizada, branquíssima por fora e por dentro, é maior do que muitos centros de exposições que já visitei noutros lados.» Ler na íntegra aqui.

Para evitar que os visitantes se percam naquela que é a maior feira do livro do mundo, a organização desenvolveu o Frankfurt Book Fair App – Book Fair to Go, uma aplicação gratuita para sistemas iOS, Apple e Android, em que os utilizadores podem consultar mapas, a listas de expositores e a programação. Para ler mais aqui.

A grande feira do livro começou hoje e a Islândia é a convidada de honra deste ano. Descubra o site dedicado à representação islandesa na Feira de Livro de Frankfurt, o Fabulous Iceland, aqui.

No encontro que decorreu ontem, Carlos da Veiga Feirreira, da Sextante, Lucia Riff e Eduardo Blucher falaram sobre o mercado editorial e livreiro do Brasil e da abertura ao trabalho conjunto com editoras estrangeiras. Nas últimas duas décadas, o Brasil registou um crescimento económico exponencial e, paralelamente, o sector livreiro tem vindo a prosperar. As livrarias são centros de comércio consolidados (e continuam a multiplicar-se) e a classe média brasileira é um público cada vez mais culto e leitor. O elevado número de vendas é reflexo disso. Leia mais sobre o bom impacto que a indústria do Brasil causou na sessão de ontem da Feira do Livro de Frankfurt aqui.

Jason Epstein, co-fundador da New York Review of Books e conhecido pelo seu trabalho editorial em torno de grandes nomes da literatura como Nabokov ou Philip Roth, em 2007 apresentou a Espresso Book Machine, que permite aos retalhistas, livreiros e outras instituições imprimir livros através de um sistema de print on demand. Sophie Rochester falou ontem com Epstein na conferância O’Reilly Tools of Change a propósito da evolução do sector editorial e livreiro para o digital. Entre outras importantes declarações, Epstein afirmou «Few activities are more important than managing the content of books. The digital future is going to be a huge opportunity». Leia mais aqui.
«A revolução digital é um dos temas centrais da feira e é encarada mais como uma oportunidade do que um perigo num sector em mudança.» Ler o artigo no sítio da TVI 24.
«Na reunião realizada com a imprensa estrangeira, o director da feira, Juergen Boos, falou dos dispositivos electrónicos para leitura, do Kindle, da Amazon, ao Sony Reader, passando pelos diversos tablets, como o iPad, e mostrou-se expectante quanto ao acolhimento que o público lhes reservará.» Ler no iOnline.

O seminário Tools of Changes é um dos mais esperados desta edição da Feira do Livro de Frankfurt. Bob Stein, presidente do Institute for the Future of the Book e conhecido pelos seus contributos para a evolução do livro digital, inaugurou ontem esta masterclass muito especial e reforçou uma posição que já vem defendendo há algum tempo, a de que o futuro do livro passa mais pelo seu conteúdo (e partilha desse conteúdo) do que pelo seu suporte. Ver aqui.
«"Qual o livro que levaríamos para uma ilha deserta?" é a pergunta que nos tem entretido durante séculos. Será que com os leitores de e-books e a possibilidade de levarmos vários livros num e-reader, em vez de um só para uma ilha deserta, acabou com este jogo? Foi assim que Gottfried Honnefelder, presidente da Associação de Editores e Livreiros Alemães inaugurou os discursos da cerimónia oficial da abertura da Feira do Livro de Frankfurt 2011 ao final da tarde [de] terça-feira.» Para ler o artigo de Isabel Coutinho no Ípsilon.

O tradutor alemão Michael Kegler é um dos grandes fomentadores da literatura de expressão portuguesa e já traduziu autores como Gonçalo M. Tavares e José Eduardo Agualusa. Com o Brasil em grande destaque na programação deste ano da Feira do Livro de Frankfurt (país que será homenageado na edição de 2013), Kegler participará no painel «Who or what tells us of Brazil?» que terá lugar dia 15 de Outubro, entre as 15h45 e as 16h45 na Feira de Frankfurt. Leia uma interessante entrevista a Kegler, aqui.
«Doze escritores emergentes foram distinguidos com o Prémio Literário da União Europeia (UE) 2011, aberto a 36 países envolvidos no programa europeu da cultura, foi hoje anunciado na pré-inauguração da Feira do Livro de Frankfurt, na Alemanha.» Ler no Público.
«A Feira do Livro de Frankfurt, a maior do mundo, é inaugurada na quarta-feira com ênfase no impacto da revolução digital no mundo editorial, encarada mais como uma oportunidade do que um perigo num sector em mudança.» Ler mais na Visão.
O mercado editorial brasileiro vai ser apresentado na 25th International Rights Directors Meeting, um dos principais eventos organizados no âmbito da feira e que decorrerá hoje, véspera da abertura oficial do evento. Neste encontro, especialistas da indústria editorial e livreira apresentarão alguns tópicos sobre direitos autorais e licenças de comércio. Ler aqui.
Edward Nawotka vaticina para os editores do Brasil e Canadá uma boa feira de Frankfurt. Para ver aqui.

A área da gestão dos direitos está a atravessar tempos de mutações constantes. Por isso mesmo, a Feira do Livro de Frankfurt deste ano dedicará grande parte da sua programação às questões de mercado e ao impacto que a sua evolução está a ter nos direitos dos autores. Ed Nawotka falou com alguns agentes literários a propósito dos mercados em expansão (com grande destaque para o Brasil), das edições em formato digital e do investimento na reedição de títulos mais antigos. Para ler o artigo aqui.
Depois da erupção vulcânica na Islândia ter posto em risco a Feira do Livro de Londres de 2010, o anúncio de uma possível greve de trabalhadores das companhias aéreas da Alemanha pode vir a perturbar a normal rotina da Feira do Livro de Frankfurt, que começará na próxima quarta-feira, dia 12. Ler no The Guardian.
Num mundo em que a mudança é mais fugaz do que nunca, em que as crises económicas se multiplicam, as instabilidades políticas estão na ordem do dia e os desenvolvimentos da técnica são cada vez mais céleres, Lynette Owen, nas vésperas da Feira do Livro de Frankfurt, pensa na necessidade de as agências literárias continuarem a maximizar as oportunidades para a propriedade intelectual e a proteger os interesses dos autores e das casas editorais. Para ler aqui.

A começar no próximo dia 12 de Outubro, as expectativas são, como sempre, elevadas. Alguns editores do Reino Unido, nomeadamente da Hachette, Pan Macmillian ou Penguin falam sobre os direitos de autor e de publicação e das ansiedades para a próxima feira, em que o livro digital será amplamente debatido. Para ler aqui.
O Brasil participará na próxima edição da Feira do Livro de Frankfurt com um expositor colectivo. Até ao momento, 47 editoras brasileiras confirmaram a sua presença no evento. Via PublishNews.
«Uma nova tradução alemã, em cinco volumes, das sagas medievais da Islândia estará no centro da sua ofensiva editorial enquanto país convidado da próxima Feira do Livro de Frankfurt, que decorre entre 12 e 16 de Outubro.» Ler no Diário Digital.
Já estão on-line os sítios web para os convidados de honra das duas próximas edições da Feira do Livro de Frankfurt: a Argentina e a Islândia.


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