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Ter, 21/Abr/15
Ter, 21/Abr/15

 

A Feira do Livro de Lisboa regressa ao Parque Eduardo VII entre os dias 28 de maio e 14 de junho e traz uma novidade para os mais novos. Acampar com Histórias é uma iniciativa da APEL com as Bibliotecas Municipais de Lisboa que inclui diversas atividades literárias, entre as quais sessões de leitura com autores infantis, sessões de ilustração e momentos de conto. A noite é rematada com um acampamento na Estufa Fria.

A iniciativa decorre nos dias 29 e 30 de maio, 5, 6, 12 e 13 de junho, tem o custo de 10 euros e as inscrições podem ser feitas aqui.


por Booktailors às 15:40 | comentar | partilhar

Seg, 24/Jan/11
Seg, 24/Jan/11

Alexandre Vasconcelos, editor da Objectiva / Alfaguara em Portugal (Grupo Santillana), manifestou ontem na sua página de facebook o desagrado em relação à APEL, entidade organizadora da Feira do Livro de Lisboa, por esta ainda não ter divulgado a data do evento.

 

«Faltam cerca de 3 meses para a mais importante feira do livro de Portugal, a Feira do Livro de Lisboa. A APEL ainda não divulgou a data.

 

A isto se chama incompetência.

 

Como convidar autores estrangeiros, como planear viagens de autores alguns com agendas ocupadas com mais de um ano de antecedência, como fazer da feira uma festa do encontro entre leitores e autores?»

 

Ler aqui.


por Booktailors às 15:00 | comentar | ver comentários (1) | partilhar

Qui, 13/Mai/10
Qui, 13/Mai/10
O artigo que Isabel Coutinho escreveu em Maio de 2007, numa altura que a Feira ainda não apresentava novos pavilhões, praças ou hora H, está aqui e vale a pena ser lido.
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por Booktailors às 09:00 | comentar | partilhar

Ter, 27/Abr/10
Ter, 27/Abr/10
Imagem retirada daqui.


por Booktailors às 17:00 | comentar | partilhar

Sex, 19/Jun/09
Sex, 19/Jun/09
Para preencher aqui. Via Twitter da Feira do livro de Lisboa.


por Booktailors às 15:30 | comentar | partilhar

Seg, 30/Mar/09
Seg, 30/Mar/09
Descrição da empresa:
Somos uma editora independente, em crescimento sólido, que vê nas Feiras do Livro de Lisboa e Porto mais uma oportunidade para desenvolver o relacionamento com os seus clientes e autores.

Descrição da função:
Pessoas habilitadas para ficarem responsáveis por um Pavilhão de livros em Lisboa (30/Abril a 17/Maio) e/ou no Porto (27/Maio a 14/Junho) – sem descanso ao fim-de-semana, faça chuva ou faça sol.
(Os horários podem ser consultados em http://www.apel.pt/)

Perfil do candidato:
Se te apetece reclamar sempre que vês uma montra desalinhada, gostas de vender e não tens fama de «chato», achas que os livros não servem só para dizer que foram lidos, sentes a tabuada na ponta-da-língua e garantes que erros nos trocos não é contigo, e, claro, não tens mais nada que fazer nas datas indicadas, então dorme sobre o assunto e envia-nos uma candidatura.

Oferta e contacto:
Na tua mensagem diz-nos quanto gostavas de receber, se gostarias de descansar algum(ns) dia(s) no período da(s) feira(s), e junta o teu cv e eventuais comentários (mas, nesta fase, não faças perguntas!). Envia-a para feiras2009@gmail.com

Garantimos o máximo sigilo.


por Booktailors às 13:00 | comentar | partilhar

Sex, 27/Mar/09
Sex, 27/Mar/09
O JL foi entrevistar os dois principais responsáveis de APEL e UEP, para ouvir a sua posição face às principais alterações da feira deste ano. Do lado favorável às alterações deste ano, está Rui Beja (APEL); do lado oposto, Carlos Veiga Ferreira (UEP). Saliente-se o registo e o tom das declarações dos dois protagonistas, com Carlos da Veiga Ferreira a reconhecer mesmo que esta direcção estará a «fazer um trabalho importante, a arrumar a casa e a tentar melhorar a Feira.», antevendo-se assim uma maior concórdia do que aquela vivida em recentes edições.
Reproduzimos aqui a notícia, intitulada «Mudanças na Feira do Livro?», da autoria de Ricardo Duarte.

«São várias as novidades das próximas Feiras do Livro. A de Lisboa abre mais cedo, a 30 de Abril (até 17 de Maio), quando habitualmente era no final de Maio. Tem horários diferentes, das 12 e 30 às 20 e 30, de segunda a quinta (antes era das 16 às 23), e das 11 às 23, aos sábados, domingos e feriados, e novos pavilhões, que depois serão usados na Feiro do Porto, que este ano não se realiza em simultâneo com a de Lisboa (inaugura a 27 de Maio e prolonga-se até 14 de Junho). Mudanças cujo principal responsável é Rui Beja, presidente da APEL, organizadora da Feira, e que suscitam reservas a Carlos da Veiga Ferreira, presidente da UEP.

SIM

Rui Beja

A antecipação para o final de Abril é vantajosa por várias razões: permite a modernização simultânea das feiras do livro de Lisboa e do Porto (têm agora datas distintas), usando os mesmos pavilhões; e propicia um trabalho mais aprofundado com as escolas, numa altura que estão mais disponíveis, segundo o feedback que temos tido. E o clima não será um problema. Pedimos um estudo ao Instituto Meteorológico: entre Maio e Junho não há grandes diferenças, só ao nível do calor. É também nesse sentido que vai a alteração dos horários. É uma época que convida ao passeio pelo Parque Eduardo VII. É preciso ter em conta que a vida citadina mudou, que as pessoas trabalham por turnos e que têm horários diferenciados. Vai haver um espaço de restauração, que fazia falta, pelo que se pode almoçar na feira e continuar a visita à tarde. Durante a semana a afluência à noite era muito reduzida. E, claro, o horário é mais adequado ao público escolar. Por último, os novos pavilhões trazem várias vantagens. São mais modernos, atractivos e de manuseamento simplificado, na abertura e no fecho. Podem ser usados individualmente ou acoplados, para uma gestão do espaço mais eficaz. Os participantes têm total liberdade de escolha. E um dos problemas apontados – a inexistência de bancadas laterais – foi resolvido.

NÃO

Carlos da Veiga Ferreira

Estou absolutamente em desacordo com os novos horários da Feira do Livro de Lisboa. Em tempos houve uma edição com opções idênticas, no Terreiro do Paço, que se relevou um enorme flop comercial. Porque as pessoas não têm tempo nesse horário. Às vezes, nem para almoçar. Mesmo procurando atingir o público escolar, a experiência diz que também não se chega lá por esse caminho. Posso enganar-me, mas estou convicto que o horário não é adequado. Quanto aos novos pavilhões suscitam-me reservas semelhantes, sobretudo porque o seu formato, quando comparado com os anteriores, reduz em cerca de 30 a 40% o espaço disponível. Ter o maior número possível de livros exposto é fundamental. É essa a expectativa das pessoas e o que as leva à Feira: encontrar obras que não estão disponíveis nas livrarias, o que só se consegue com tabuleiros maiores. Em relação à calendarização, há quatro ou cinco anos diria logo que não concordava. Mas com as mudanças metereológicas, é difícil dizer. É possível que esteja bom tempo na altura. Mas apesar de tudo, as expectativas são boas. Esta direcção da APEL está a fazer um trabalho importante, a arrumar a casa e a tentar melhorar a Feira.»

A notícia pode ser lida na página 9, do nº 1004 do JL, actualmente nas bancas.


por Booktailors às 14:30 | comentar | partilhar

Sex, 27/Mar/09
«Portugal será o país convidado da Feira do Livro de León, que decorre em Maio nesta cidade espanhola, numa iniciativa do governo desta região e da autarquia de Bragança, as duas zonas fronteiriças»

Ler no Expresso.


por Booktailors às 14:22 | comentar | partilhar

Qui, 26/Mar/09
Qui, 26/Mar/09
«Cerca de 140 editoras estão inscritas na edição deste ano da Feira do Livro de Lisboa, incluindo as do Grupo LeYa, que participará mais uma vez com pavilhões próprios, anunciou a Associação Portuguesa de Editores e Livreiros (APEL), organizadora do evento.»

Ler no Público.


por Booktailors às 10:23 | comentar | partilhar

Seg, 2/Mar/09
Seg, 2/Mar/09
Num artigo assinado hoje por Ana Henriques (página 17), no Público, intitulado "Horários da próxima Feira do Livro são inacreditáveis", Carlos da Veiga Ferreira (CVF), presidente da UEP, apresenta as críticas desta associação à organização da Feira:

Horários
«Acho inacreditável que a feira passe a abrir à hora de almoço, quando as pessoas já quase não têm hora de almoço», diz CVF, sendo que, segundo a mesma peça, esta decisão terá ido contra alguns dos associados da APEL. CVF lembra ainda a feira que decorreu no Terreiro do Paço, na década de 90, na qual «se fez uma experiência semelhante. A localização e o horário foram, no seu entender, decisivos para aquela se ter tornado "a pior feira dos últimos 15 anos", pela falta de visitantes.»

Financiamento
«...habituada a partilhar com a APEL o subsídio camarário para a organização do evento, esta [UEP] viu este ano a verba em questão (150 mil euros) ser entregue na totalidade à sua rival para a produção do evento, na sequência de um acordo estabelecido no ano passado entre as associações e o município. "Trata-se de uma medida que discrimina a UEP", queixa-se Carlos Veiga Ferreira, acrescentado que não foi isso que ficou estabelecido. "No ano passado, o presidente da câmara comprometeu-se a continuar a subsidiar-nos, embora não tenha quantificado o montante. Este ano disse que ia falar com a vereadora da Cultura. Mas nunca mais me disse nada", conta Carlos Veiga Ferreira. Os sócios da UEP discutem esta semana se acatam a decisão ou se tomam "alguma iniciativa" contra ela.»


por Booktailors às 09:30 | comentar | partilhar

Qui, 5/Fev/09
Qui, 5/Fev/09
A APEL promoveu ontem, em Lisboa, uma sessão de apresentação da «Nova Feira do Livro». O evento teve como primeira parte uma apresentação dos novos pavilhões paras as feiras do livro de Lisboa e Porto, que os editores (que compareceram em número considerável) tiveram a oportunidade de «experimentar». No auditório I da FIL seguiu-se uma apresentação, a cargo de Rui Beja e de João Espadinha (membros da direcção da APEL), das novas ideias que se pretende implementar nas feiras em causa, mormente a nível de conceito, implantação e programação cultural. Como principal preocupação, a ideia de atrair novos públicos leitores, mormente nas faixas etárias mais jovens.

Ainda que tenha ficado patente o louvável esforço de renovação da feira, os editores presentes tiveram a oportunidade de verbalizar algumas das suas principais dúvidas e observações, mormente no que respeita aos novos pavilhões (que permitem uma área de exposição menor do que nos anteriores modelos de pavilhão) e à antecipação do horário de abertura da Feira do Livro de Lisboa. A APEL revelou-se receptiva a quaisquer observações e sugestões que os editores que pretendem participar nas feiras lhe queiram fazer chegar.
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por Booktailors às 17:47 | comentar | partilhar

Sáb, 17/Jan/09
Sáb, 17/Jan/09
Saiu ontem no Diário Digital, via Agência Lusa, uma peça explicativa da nova Feira do Livro de Lisboa e Porto.

Segundo a Vereadora da Educação e Cultura, Rosalía Vargas, a CML reconhece «[...] a determinação em enfrentar os desafios colocados por um projecto cuja dimensão aponta para uma visão de futuro no sector dos editores e livreiros», «a proposta apresentada [...] inclui um aumento da área de restauração, mais qualificada, uma mini-feira do livro infanto-juvenil, melhorias dos acessos, instalações sanitárias, e sinalética».

Para ler aqui.

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por Booktailors às 11:48 | comentar | partilhar

Sex, 16/Jan/09
Sex, 16/Jan/09
Pode ser lido hoje, no jornal Público, que o Projecto de Modernização da Feira do Livro de Lisboa foi aprovada pela Câmara Municipal de Lisboa.

Segundo Isabel Coutinho e Ana Henriques, a nova Feira do Livro será toda remodelada, com pavilhões novos, novos espaços de restauração e outros serviços - como casas de banhos -, assim como terá um horário novo (ainda provisório, mas apontando-se para o dia 23 de Abril - dia mundial do livro), e um horário mais condicente, abrindo ao 12:00 para que se possa visitar a feira já durante a hora de almoço.

A programação cultural será também bastante mais alargada e haverá uma mini-feira do livro, um espaço totalmente dedicado às crianças.

Tudo isto tinha sido já divulgado pela APEL em Novembro passado, e é agora cada vez mais uma realidade.

A ler aqui.

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por Booktailors às 10:35 | comentar | ver comentários (2) | partilhar

Seg, 22/Dez/08
Seg, 22/Dez/08
A APEL emitiu uma circular pelos seus associados, na qual apresenta as principais vantagens dos novos pavilhões. Reproduzimos aqui, com a devida autorização da APEL este documento. A APEL, através do email comissaofeiras@apel.pt, convida ainda a que todos dirijam à Associação as dúvidas e sugestões que considerem necessárias / pertinentes.

«
I
Pontos críticos dos pavilhões existentes que corrigimos com os novos:

• Montagem/desmontagem difícil e morosa;
• Abertura lenta, a carecer de duas pessoas para a sua efectivação e com perigo de danos físicos;
• Estrados desadequados para o fim a que se destinam;
• Não é possível interligá-los;
• Entrar e sair, quando está em funcionamento, é desconfortável e difícil;
• Estética obsoleta;
• Demasiado grandes, 400 cm x 250 cm:
o Precisam de muitos livros;
o São de difícil transporte;
o Em terreno inclinado ficam com grandes diferenças de quota entre pontas;
• Os proprietários, de uma forma geral, são os participantes, com as seguintes desvantagens:
o Temos de pagar a armazenagem, quer em instalações próprias, quer em alheias;
o Dificulta, ou impossibilita, a mudança de todos os pavilhões de uma só vez.
• Economicamente dispendiosos;
• Difíceis de controlar no roubo de livros e atendimento devido às laterais;

II
Características dos pavilhões propostos:
• Montagem/desmontagem relativamente simples e mais rápida;
• Podem ser montados de três formas:
o Balcão completo (fig-1)
o Aberto (fig-2)
o Misto (fig-3)
• Abertura e encerramento muito simples, realizável com uma só pessoa e sem perigo de danos
físicos;
• Permitem ligação lateral, com comunicação interior, de ‘n’ pavilhões;
• Porta lateral que permite entrar e sair facilmente, mesmo quando se encontram em
funcionamento;
• Estética moderna;
• Mais pequenos, 319 cm x 201 cm, com as seguintes vantagens:
o Ficam apresentáveis com menos livros, o que facilita a vida aos editores mais pequenos;
o São de transporte fácil;
o Em terreno inclinado ficam com diferenças de quota, entre pontas, pouco significativas;
o O custo de participação é menos elevado;
• Os participantes deixam de ser os proprietários, com as seguintes vantagens:
o Permitem a renovação integral da feira a cada 4-5 anos;
o A sua armazenagem, montagem/desmontagem e manutenção deixam de ser
problema/encargo dos participantes;
o Deixa de ser necessário o investimento de compra;
• Área de atendimento mais reduzida e somente frontal (supressão das laterais):
o Dificulta o roubo dos livros;
o Aumenta a eficácia do atendimento;
o Facilita a abertura e o encerramento, tornando-os mais rápidos;
o Possibilita a colocação de estantes nas laterais interiores;
o Permite a porta lateral de entrada/saída;
o Permite a acoplagem lateral de diversos pavilhões
• Estantes na retaguarda, laterais e por baixo do balcão;
• Materiais leves.




por Booktailors às 13:00 | comentar | partilhar

Qui, 4/Dez/08
Qui, 4/Dez/08
No website da APEL já está disponível um resumo do Projecto de Modernização da Feira do Livro, assim como alguns dos anexos de apoio.

Para mais informações ver aqui.


por Booktailors às 15:55 | comentar | partilhar

Qui, 4/Dez/08
«A Feira do Livro de Lisboa do próximo ano apresentará um novo plano com pavilhões modernos, contemplando a diferenciação, e deverá abrir a 23 de Abril, segundo a proposta apresentada pela APEL à Câmara de Lisboa.

Em declarações à Lusa, o presidente da Associação Portuguesa de Editores e Livreiros (APEL), Rui Beja, informou que a proposta de «modernização e renovação» da Feira do Livro foi já entregue à Câmara de Lisboa.

«Abrir a Feira no Dia Mundial do Livro tornará a inauguração um grande evento cultural como pretendemos para a grande festa do livro que é a feira», sublinhou.
Referindo-se à «diferenciação de pavilhões», Rui Beja frisou que esta «terá regras em prol de uma desejada harmonização».

«Há constrangimentos naturais como as copas das árvores, corredores de segurança, e acessibilidades», assinalou.

A proposta apresentada, segundo o mesmo responsável, inclui «uma aumento da área de restauração, mais qualificada, uma mini-feira do livro infanto-juvenil, melhorias dos acessos, instalações sanitárias, e sinalética».

O projecto apresentado teve em conta as conclusões do inquérito feito aos visitantes da Feira realizada este ano. «A esmagadora maioria» escolheu o Parque Eduardo VII como «o local ideal».

«A nova Feira apresentará uma grande renovação, contemplando o projecto cinco componentes que referimos como plural, cultural, nacional, inovador e inclusivo», referiu ainda.

Referindo-se ao novo formato dos pavilhões, precisou que eles «serão diferentes, com materiais mais modernos, mas reflectindo a tradição».

«Estes pavilhões - adiantou - serão modulares, permitindo acoplarem-se uns nos outros, podendo cada editor dispô-los como entender e facilitando também o acesso a crianças e a pessoas com deficiências. São mais flexíveis e permitem uma utilização pelas diferentes editoras sem custos adicionais na inscrição e haverá até uma certa economia».

Aqui.


por Booktailors às 13:11 | comentar | partilhar

Qua, 22/Out/08
Qua, 22/Out/08
Jorge Reis-Sá, no seu blog, faz um apelo para que os leitores colaborem com ideias para melhorar as feiras do Livro de Lisboa e Porto. O Blogtailors associa-se a esta iniciativa e solicita igualmente que, usando o email do blogue, nos façam chegar ideias e propostas para melhorar a feira do Livro de Lisboa e Porto.


por Booktailors às 11:21 | comentar | partilhar

Ter, 29/Jul/08
Ter, 29/Jul/08
Hoje, no Correio da Manhã, tenta-se fazer um balanço das feiras do livro. Como não existem números, valem os testemunhos de alguns responsáveis:

- Francisco Madruga, da APEL, indica que houve uma queda de 20 % no número de visitantes e de igual dimensão nas vendas em relação a 2007;

- Baptista Lopes refere que se torna difícil a contabilidade, uma vez que os editores não revelam resultados;

- A UEP, através de Bruno Pacheco, começa por dizer que também não tem números concretos para apresentar mas adianta que "Desde 2002 que a feira sofre quedas e 2006 foi mesmo o pior dos anos. Em 2007 recuperou, com subidas na ordem dos 15 e 20 por cento, mas este ano os números voltaram aos de 2006";

- A LeYa, segundo a própria, "registou um aumento nas vendas de entre dez e 15 por cento face ao ano passado;

- A Gradiva baixou apenas 4% nas vendas.


por Booktailors às 09:12 | comentar | ver comentários (3) | partilhar

Sex, 20/Jun/08
Sex, 20/Jun/08
O Grupo LeYa revela os seus dados relativos à feira.

De realçar:

«[...]
A Leya participou neste evento com 15 pavilhões de formato diferente do tradicional e, volvidos os 23 dias de Feira, registou um aumento nas vendas de entre 10 e 15% face ao ano passado
[...]
«a Leya solicitou à empresa GfK Metris a realização de um estudo de investigação de mercado, com o objectivo global de avaliar, junto dos visitantes da Feira do Livro de Lisboa 2008, o impacto e opinião face aos novos pavilhões do grupo.
[...]

- 80% dos visitantes inquiridos da Feira do Livro já tinham visitado, à data do inquérito, a "Praça Leya";

- perto de 60% dos visitantes da Praça Leya afirmaram ter gostado ou gostado muito dos pavilhões e da organização do espaço.

- Cerca de 65% das pessoas que visitaram a Praça Leya gostaram da forma como os livros estavam expostos e da quantidade de livros disponíveis nos pavilhões da Leya.

- O estudo permitiu ainda apurar que, em média, cada visitante da Feira do Livro compra 5 a 6 livros.»

A amostra foi constituída por 433 entrevistas directas, com 15 e mais anos de idade, que visitaram o recinto da Feira do Livro de Lisboa nos dias 31 de Maio e 1 de Junho, entre as 17h e as 22h.
Ficou a cargo da GfK.

Dado o período a que diz respeito essa estatística ser muito reduzido, achamos essencial cruzar outros dados, de forma a observar um pouco as condicionantes deste inquérito.
Como o inquérito diz respeito à percepção da "Praça LeYa", juntamos o grosso da programação desse período nesse espaço:

- No dia 31 de Maio, às 21:30h, a Conferência-debate sobre o livro “O Segredo”, da Lua de Papel (Texto LeYa);
- No dia 1 de Junho, às 15:00, uma peça de teatro chamada "Os Miaus", uma adaptação livre do texto de "Os Maias", de Eça de Queirós, com texto de Sara Rodrigues e ilustrações de Cristiana Resina;
- No dia 1 de Junho, às 18:00 o lançamento do livro “Livro com Cheiro a Caramelo”, de Alice Vieira;
- Durante o fim-de-semana o Grupo LeYa conseguiu reunir 50 autores portugueses para sessões de autógrafos, entre eles António Lobo Antunes, Gonçalo M. Tavares, José Eduardo Agualusa, Nuno Júdice, Mário de Carvalho, Pepetela, Inês Pedrosa, Pedro Mexia, Rui Zink, Matilde Rosa Araújo e Alice Vieira.


por Booktailors às 15:27 | comentar | ver comentários (10) | partilhar

Dom, 15/Jun/08
Dom, 15/Jun/08
«Nem os saldos nem as autênticas pechinchas sensibilizaram os bolsos dos lisboetas. A edição da Feira do Livro de Lisboa de 2008, que hoje encera, corre o risco de não superar a do ano passado. Editores e livreiros desejam para o último dia uma enchente, na tentativa de vender mais exemplares »

Hoje, no DN, um artigo de Leonor Figueiredo sobre a Feira do Livro. Para ler aqui.


por Booktailors às 14:08 | comentar | partilhar

Sáb, 14/Jun/08
Sáb, 14/Jun/08
Um dos grande objectivos deste blog sempre foi colocar os interessados a discutir. Um dos posts que mais discussões suscitou foi o "21 dias é demais", a partir de um texto de Jaime Bulhosa.

Algum tempo depois após a discussão ter arrefecido, Serafim Gonçalves voltou a colocar um comentário neste post. O lamento inicial deste leitor é justo: dado o tempo que passou, muito possivelmente o seu comentário não seria lido. É por isso mesmo que colocamos aqui a chamada de atenção. Há um novo comentário neste post.


por Booktailors às 21:56 | comentar | ver comentários (11) | partilhar

Qui, 12/Jun/08
Qui, 12/Jun/08
Deseja-se uma programação dinâmica e abrangente para a Feira do Livro. E por abrangente, fale-se de diversidade. Por diversidade entenda-se não só ao nível da oferta propriamente dita, como dos públicos-alvo a que se destinam.

Num lançamento que decorreu no passado dia 10 de Junho, um dos protagonistas deslocava-se em cadeira de rodas. Infelizmente a plataforma onde estava colocada a mesa da sessão não tinha qualquer rampa de acesso, levando a que a mesa tivesse de ser deslocada para o mesmo nível da assistência.

A boa vontade e abertura da organização levou a que a mesa pudesse ser deslocada, sem constrangimentos de maior. Mas a verdade é que a mesma organização que imediatamente se disponibilizou para resolver o problema, não tinha, numa primeira instância, levado em linha de conta a obrigatoriedade da oferta cultural estar disponível e acessível a todos. Deficientes incluídos.


por Booktailors às 15:42 | comentar | partilhar

Ter, 10/Jun/08
Ter, 10/Jun/08
«E da polémica da Feira do Livro?
Acho ridícula, porque a feira, toda ela, precisa de ser renovada há que tempos. A APEL está agarrada ao muito dinheiro que recebe da CML. E o que a Leya pretende fazer era bom que todos os outros fizessem: ter um espaço em que se pode mexer nos livros, ter bancos
para as pessoas se sentarem a ler, a conviver com os autores. Coisa que aquelas barraquinhas caducas não conseguem. Aquilo não funciona e digo-o há anos. As pessoas dirão Ah, está comprada pela Leya. Não é verdade.»

Inês Pedrosa, Sexta, 06.06.2008, p. 15


por Booktailors às 14:57 | comentar | ver comentários (4) | partilhar

Sáb, 7/Jun/08
Sáb, 7/Jun/08
«Os pavilhões da LeYa são mais inteligentes, mais acolhedores, mais práticos e um pouco menos feios do que os restantes. As outras editoras deveriam, aliás, seguir o exemplo da LeYa. Contudo, só por si, não merecem a visita.
(...)
Lisboa merecia, por outro lado, algo muito mais ambicioso: uma grande feira / festival do livro em português, na qual estivessem representadas, com os seus livros, editoras de todo o variado espaço onde se fala a nossa língua. Uma festa onde os leitores pudessem encontrar grandes escritores portugueses, brasileiros, africanos, assistir a debates, a peças de teatro e a concertos, tendo por tema a língua portuguesa e as suas diferentes literaturas. Nem a APEL, nem a União de Editores Portugueses, UEP, têm vocação para organizar um evento desta dimensão e natureza.»

José Eduardo Agualusa, Dos livros à chuva, PÚBLICA, 14.06.2008, p.14.


por Booktailors às 11:20 | comentar | ver comentários (5) | partilhar

Sex, 6/Jun/08
Sex, 6/Jun/08
«A escritora Agustina Bessa-Luís é homenageada sexta-feira pela sua editora de sempre, a Guimarães, na Feira do Livro de Lisboa, em sessão em que estarão presentes, entre outros, Manoel de Oliveira, que para o cinema transpôs alguns dos seus romances»

Mais desenvolvimentos no JN.


por Booktailors às 13:21 | comentar | partilhar

Qui, 5/Jun/08
Qui, 5/Jun/08
Ontem, na Feira do Livro deu-se a entrega dos prémios relativos à 25ª edição do concurso "Uma aventura...literária". As autoras Ana Maria Magalhães e Isabel Alçada estiveram presentes.

Este concurso apresenta como categorias Crítica, Desenho e Texto original, sendo que participaram nesta edição, a mais concorrida de sempre, cerca de 9300 trabalhos e 800 escolas.


por Booktailors às 02:30 | comentar | partilhar

Qui, 5/Jun/08
«O que achou da Feira do Livro?
É conhecido que eu comecei por fazer protestos. Achava que, se cada um começasse a fazer aquilo que queria, isto acabava por perder um certo carácter "democrático" que tinha. Fiquei à espera de vir cá ver. Não sei como está o resto, mas a parte da LeYa está bem pensada. Pelo menos, se a LeYa estiver disposta a proteger os autores, na sua vida profissional e no trabalho, como os protegeu aqui, é um grande passo em frente. Dentro destes pavilhões [onde decorreu a sessão de autógrafos] estamos, digamos, abrigados do vento ou da chuva, que ali fora às vezes não se podia suportar. E tem algo de bom que é o facto dos leitores poderem circular dentro dos stands, escolherem os seus livros e pagá-los. Mas em relação à Feira, eu formularia um voto.

Que voto?
Que os editores acabasse com o triste espectáculo que quase todos os anos se dá, desde que se criou a UEP. Não se trata exactamente de saber quem tem razão e quem não a não tem. Até porque nós não sabemos as razões que os levam a opor-se uns aos outros. Eu posso tomar partido pelo Benfica ou pelo Sporting porque, enfim, já os conheço há muito tempo, embora já não sejam os mesmos. Agora, o que quer a UEP e o que quer a APEL? Suponho que querem que os seus sócios e editores publiquem e vendam livros. Não percebo realmente por que razão é esta guerra do alecrim e da manjerona, que se repetem todos os anos. O público deve estar um bocado cansado, sobretudo porque não sabe nada dos motivos. Porque há motivos conhecidos, mas a gente suspeita que há motivos ocultos. Mas enfim, isto acabou bem. E do ponto de vista das alteraçoes, se todas forem tão equilibradas como esta da LeYa, e não estou aqui para fazer festas à LeYa, apenas a reconhecer uma boa solução, é um bom caminho.»

Em entrevista ao blog do JL, José Saramago deixa a sua opinião. Para ler na íntegra aqui.


por Booktailors às 00:11 | comentar | ver comentários (1) | partilhar

Qua, 4/Jun/08
Qua, 4/Jun/08
Jaime Bulhosa, da Pó dos Livros, deixa no blog da livraria a sua opinião quanto à duração da feira do livro de Lisboa. O post tem o título de "É demais".

«21 dias de feira do livro. Não quero fazer o papel de coitadinho, mas é demais…Não é bom para quem trabalha na feira, que normalmente faz desse trabalho uma extensão do seu emprego para ganhar mais uns trocos e que por causa disso fica sem folgas durante um mês. Não é bom para os editores, que vêem as despesas acrescidas com custos de pessoal e não são compensados com as vendas miseráveis durante os dias de semana. E não é bom para os livreiros (porque impedidos de participar na feira por causa de uma cláusula inventada pelos editores da APEL, que diz: não se pode vender o mesmo livro em dois stands diferentes), que não vendem durante mais de um mês e mantêm as despesas. Não é bom para os livreiros, editores e distribuidores, porque a diminuição das vendas de livros nas livrarias se prolonga muito para além da feira.

Será bom para o público?

Uma certeza eu tenho: tantos dias de feira e o exagero nos descontos praticados (muitas vezes sem ter em conta a lei do preço fixo) servem para criar a percepção, entre o público, de que, durante o resto do ano, o preço dos livros se baseia na especulação, não dependendo do seu custo real.

Proponho: apenas duas semanas de feira do livro e abertura às 10 horas da manhã durante os fins-de-semana. Tempo mais que suficiente para que se realize a festa do livro e para que o público consiga disponibilidade para lá se deslocar»


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Qua, 4/Jun/08
«Tanto barulho causado pela Leya e, afinal, o resultado é ir à Feira do Livro e não encontrar a Caminho e nem a D. Quixote. Se era esse o objectivo da Leya (desconfio que sim), poderiam ter dito logo, e escusavam de ter vindo com os estafados argumentos do “direito à diferença” e da “liberdade” contra o “igualitarismo” do modelo tradicional. Os “liberais” da Leya, sob o argumento hipócrita da “liberdade individual” de cada editora ter o espaço que quiser, não estão nada interessados na Feira do Livro. Tal como outros liberais falam muito mas não estão nada interessados na escola pública e nem no sistema nacional de saúde.»

Filipe Moura, no 5 dias, dá a sua opinião, num post intitulado "Ir à Feira do Livro e não ver a Caminho nem a D. Quixote". Tema? Feira do Livro. Para ler na íntegra aqui.


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Ter, 3/Jun/08
Ter, 3/Jun/08
«Agora que o Grupo Leya apresentou uma alternativa às incómodas barraquinhas clássicas da Feira do Livro, e à própria organização do espaço, percebi por que motivo elas resistem aos anos. É porque funcionam. Já fui duas vezes à Feira do Livro, e em ambas as visitas pude demorar-me nos stands do costume – enquanto na “Praça Leya” senti a claustrofobia e o desconforto do espaço apertado, do excesso de degraus, do excesso de pessoas com t-shirts vermelhas, da fila para pagar (desisti logo de pensar em comprar o que quer que fosse...), dos alarmes instalados à saída, da ausência de livros mais antigos. O culto do “user friendly”, tão na moda em todas as frentes da comunicação, foi ali liminarmente ignorado. Pode ser que seja apenas um começo e, em anos próximos, o conceito melhore. Mas, para começo de conversa, nada de bom a dizer.

... Nas barracas clássicas lá acabei por comprar alguns livros. Não tanto por os procurar, mas afinal por poder encontrá-los...?»


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Seg, 2/Jun/08
Seg, 2/Jun/08
«Gosto da Feira com sol, gosto quando chove. Gosto quando o MJM me telefona a dizer que encontrou um livro meu com uma fotografia que nem vista se acredita. Gosto das sacolas pretas da Tinta-da-China e de ficar por ali. Gosto das cores da Oficina do Livro. Gosto de ir à Guimarães Editores, à Relógio d'Água ou às bancas da Vampiro. Sinto-me um provinciano feliz que está onde quis ir. À Feira.»

Francisco José Viegas assina um texto pessoal no seu blog sobre a feira do livro. Para ler aqui.


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Dom, 1/Jun/08
Dom, 1/Jun/08
« Editoras com fundos imemoriais, como a Asa, a Dom Quixote, a Caminho, etc., reduzidas às novidades dos últimos 15 dias. As míticas barracas em novo formato são uma espécie de contentores onde se entra. O pior é que, em tendo 4 pessoas lá dentro, já ninguém vê nada. Portanto, em vez da batalha campal, a concorrência devia estar agradecida. Dali não vem (não pode vir) prejuízo. Muito mais eficaz e concorrida é a tenda dos pequenos editores.»

Eduardo Pitta revela que a Praça LeYa tal qual está são boas notícias para a concorrência. E explica porquê. Para ler na íntegra aqui.


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Dom, 1/Jun/08






Imagens captadas a 27.05.2008.










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Sáb, 31/Mai/08
Sáb, 31/Mai/08




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Sáb, 31/Mai/08


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Sex, 30/Mai/08
Sex, 30/Mai/08


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Sex, 30/Mai/08


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Sex, 30/Mai/08
«Com a sala da Casa Fernando Pessoa composta, anunciava-se um debate aceso e foi isso que se viu. Descrever todas as intervenções seria um processo longo, mas resumindo, pode dizer-se que o entendimento entre APEL e UEP que já se configurava antes da Feira do Livro parece manter-se como uma possibilidade viável. Claro que isto poderá parecer estranho se tivermos em conta os argumentos discutidos e o calor com que se apresentaram, mas a ideia geral parece ser essa. Antes, porém, será preciso arrumar ambas as casas e, talvez, enterrar alguns diferendos, também entre membros de cada associação.»

Sara Figueiredo Costa fala do encontro de ontem na Casa Fernando Pessoa. Para ler aqui.


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Sex, 30/Mai/08


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Qui, 29/Mai/08
Qui, 29/Mai/08

















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Qui, 29/Mai/08












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Qua, 28/Mai/08
Qua, 28/Mai/08
Na sua newsletter, a Caixotim divulgou o texto que abaixo reproduzimos. Tema: Feira do Livro.
«Abriu há poucos dias a 78.ª Feira do Livro do Porto. Embora sem os focos polémicos que rodearam a Feira do Livro de Lisboa, envolvendo as associações de editores e livreiros e espelhados na comunicação social, também a Feira do Livro do Porto apresenta algumas diferenças em relação aos anos transactos, designadamente quanto à disposição dos expositores na Tenda exterior e a ausência de serviços que penalizam aqueles que nela participam (bastará citar o caso da falta de funcionamento do restaurante que dava apoio a todos quantos nela estão a trabalhar entre as 15 e as 24 horas ou a inexistência de uma instituição bancária, a qual servia múltiplas operações decorrentes deste certame). Além disso, poucos terão deixado de reparar que, na proximidade temporal desta 78.ª Feira do Livro do Porto – e entrando mesmo na data da sua realização – se instalou na Avenida dos Aliados uma tenda de comercialização de livros a preços baixos, não descatalogados pelos editores, rotulada "primavera dos livros", acção em que estiveram envolvidos responsáveis pela Organização oficial da Feira que decorre agora no Palácio de Cristal. Não acreditamos que a APEL e a UEP desconheçam esta situação, pelo que essa iniciativa só pode revelar que o sector do livro e as práticas livreiras se tornaram uma actividade exclusivamente lucrativa, com regras pouco claras e até ostensiva desfaçatez. Por outro lado, contrariando o disposto no artigo 1.º do Regulamento, permite-se a instalação de quem apenas comercializa livros em língua estrangeira, quando só o poderia fazer para a líng ua portuguesa. Por tudo isto (e o mais que aqui se omite) pergunta-se: que motivos levam a que actualmente a Feira do Livro do Porto não seja organizada e programada por Editores e Livreiros da Cidade, como acontecia no passado? Acaso os certames que tinham lugar nos Aliados e que estiveram, ao longo de decénios, sob a responsabilidade de editores como Fernando Machado, Tavares Martins, Manuel Vieira, Fraga Lamares e tantos outros, não constituíram importantes realizações, com larga participação de instituições e dos portuenses em geral?

Entretanto, alargando o âmbito desta análise, ao declarar abertamente, através da comunicação social, o seu desinteresse na participação da Feira do Livro do Porto, justificando-o por uma premissa de ordem comercial, o Grupo LeYa manifestou, para com os leitores do Norte, em geral, e os portuenses, em particular, um total alheamento, senão desprezo, mitigado por uma solução de remedeio encontrada à última hora e que se traduz na presença de uma distribuidora que expõe e comercializa os livros das editoras desse Grupo.

Depois, subsiste o que aconteceu e ainda se verifica em Lisboa, com a pretensão, concretizada, da diferenciação expositiva dessa mesma empresa. Aquilo que diversos Editores, ao longo dos anos, não conseguiram pela força dos argumentos, foi conseguido, de forma sobranceira e diferenciadora, à custa do poder financeiro (senão de outras influências) por uma empresa recém-criada, que agregou numa holding várias editoras de renome. De facto, aquando da primeira participação de «Edições Caixotim» na Feira do Livro de Lisboa — e até por essa razão, dado a inexistência de pavilhão anterior — solicitou-se à APEL a inclusão de um pavilhão idêntico aos demais no seu desenho exterior, mas com algumas diferenças quanto aos materiais de fabrico e na sua disposição interna. Os motivos prendiam-se com a exposição de «edições especiais», que constituem uma das vertentes de maior prestígio desta Editora. Não se buscava, com essa atitude, criar graus de distinção ou supremacia entre editores ou autores literários, mas simplesmente apresentar de forma particular e ainda mais digna o resultado de um trabalho de vários anos, conseguido por uma grande exigência de qualidade editorial e gráfica.

Contudo, tal não foi autorizado pela APEL, que invocou o princípio de se evitar criar assimetrias entre todos os expositores, respeitando com isso não uma uniformidade no que é exposto por cada um, mas reconhecendo que as opções e os interesses dos leitores devem centrar-se exclusivamente nos autores e na qualidade das obras apresentadas e não em elementos externos da esfera do design ou do marketing. Como é evidente, respeitámos essa decisão e compreendemos as razões.

Perante os recentes episódios que envolvem a Feira do Livro de Lisboa temos assistido a uma declarada leviandade no modo como a situação tem sido entendida por analistas e pela comunicação social. Nada haveria, com certeza, a divergir ou até a opor se o Grupo LeYa organizasse a sua própria venda de livros, nesta ou noutra altura, à margem da sazonal Feira do Livro. Todavia, é procurando capitalizar as sinergias de uma iniciativa que tem largas dezenas de anos e que constituiu, sobretudo no passado, um das acções mais emblemáticas para a apresentação e divulgação de livros e autores, que o Grupo LeYa se arroga numa participação sem cumprimento das regras, desde os prazos da inscrição até aos regulamentos vigentes, conforme tem noticiado a APEL. É isso que está em causa, com toda a perturbação e demagogia de razões que têm sido invocadas para essa diferenciação.

«Edições Caixotim» é uma editora do Porto, inscrita na APEL, com mais de sete anos de actividade. A importância da sua actividade editorial pode ser avaliada através do habitual catálogo ou no sítio electrónico http://www.caixotim.pt/. É público o reconhecimento que instituições, entidades públicas e privadas, Universidades e Centros de Investigação, autores e leitores têm manifestado por esta Editora e pelo seu papel na edição portuguesa actual. O editor está, por diversos modos, inserido nesta actividade há mais de vinte e cinco anos, inclusive, numa vertente pessoal, investigando e publicando textos sobre a edição de livros, a história de algumas editoras, editores, livreiros e alfarrabistas. Por isso, não pode deixar de assumir uma posição crítica pelo modo como finalizou o processo da Feira do Livro de Lisboa, tanto mais que esta é apenas uma das facetas visíveis de uma atitude e prática que poderá subverter não só o universo da edição em Portugal, como condicionar, certamente, o futuro das opções de leitura de cada um de nós. Como sabemos, neste particular a procura tem por base a oferta e, condicionada esta (os chamados tops e indicadores de venda imprescindíveis aos «gestores de produto» são disso exemplo), o espectro do que se quer fica necessariamente ao sabor do que se propõe…

Lamenta-se, por outro lado, que quer as entidades associativas e institucionais, quer a comunicação social e, principalmente, aqueles que detêm a qualidade de "autores", não tomem posição quanto ao que significa esta atitude do Grupo LeYa, que se estende ao teor da sua apresentação na Web. Não nos cabe pactuar com a apatia geral e o manifesto desinteresse com que outros aceitam esta posição de força, indicativa de meros interesses empresariais, entenda-se, comerciais. Na nossa perspectiva, é a própria história da edição em Portugal e o que esta representou no surgimento de autores, correntes literárias, movimentos culturais, que serviram a dar fisionomia criativa, literária e cultural a Portugal que paulatinamente será posta em causa. Nesta Editora não há a estultícia de ensinar quem quer que seja a editar, ainda que se mantenha o propósito de lutar pela memória das artes gráficas e pelo saber daqueles que fizeram emparceirar a "arte negra" ao lado das mais elevadas criações do espírito humano, mas, por isso mesmo, com o saber da História e os testemunhos do passado, jamais se poderá aceitar o advento de quem pretende, a modos de descoberta paraclética, "despertar as múltiplas geografias da alma lusófona" e "transformar […] a alma lusófona em linguagem universal». Não o aceitamos porque reconhecemos, sem miopia, que essa vocação tem sido assumida ao longo de mais de um século por muitos Editores e, principalmente por aqueles que estando distantes das esferas comerciais, fazem da sua vida uma via de p ensamento e de acção cultural. Afinal, para que serve a demagogia das palavras, quando a realidade das afirmações e da prática se mostra despudoradamente outra?

O Editor

Paulo Samuel»


por Booktailors às 18:20 | comentar | ver comentários (4) | partilhar

Qua, 28/Mai/08
João Pereira Coutinho, na sua habitual crónica "Paraíso, Purgatório e Inferno" (Única - Expresso, página 24), dedicou a secção Inferno à Feira do Livro de Lisboa. Aqui fica um excerto:

«Assisti à polémica da Feira do livro com a náusea que a coisa inspira. Antes de mais, uma confissão: a última vez que fui à Feira terá sido no século passado, ou seja, antes da Amazon me bater à porta e de atirar o meu gerente de conta para o divã. E então penso: como era possível viver sem a possibilidade cómoda de ler o que se publica em França, em Inglaterra, no Brasil ou nos EUA? Como alguém diria éramos assim absurdos em 1997.
E continuamos absurdos: as livrarias tradicionais não se recomendam. Tirando as novidades, livros com dois ou três meses, desaparecem para parte incerta. Os clássicos da língua não estão editados, ou estão mal editados - isto num país que discute acordos ortográficos.
(...)
A polémica teria sentido se alguém estivesse interessado em enviar a Feira para o século XXI. Mas a Feira toda. Ninguém está. De um lado, os pequenos editores revisitam a conversa da ética igualitária: são pobre mas honrados, de preferência no interior das suas modestas «barracas» (o termo é todo um programa) e a marchar contra o «grande capital». Do outro lado, o «grande capital» pretende simplesmente exibir-se com a vulgaridade típica do novo riquismo.
(...)
Mas esta é uma polémica sem cavalheiros. É uma luta entre o arcaísmo da APEL e a saloiíce da Leya. Uma feira, não de livros, mas de vaidades. Estão bem uns para os outros.»


por Booktailors às 04:20 | comentar | partilhar

Ter, 27/Mai/08
Ter, 27/Mai/08
« Em vez de ter uma feira ou outra coisa diferente, deveríamos ter a feira e mais outra coisa. Consagraríamos a prática — que já foi experimentada — de realizar um “salão do livro”, ou “festa do livro”, ou o que lhe quiserem chamar, num espaço fechado, na segunda metade do ano. Cada editor ou grupo de editoras — compradas ou não pelo mesmo dono — poderia aí ocupar os metros quadrados que desejasse pagar, com o pavilhão que quisesse imaginar, e o fogo-de-artifício que lhe aprouvesse, desde cafezinho de graça a música ao vivo. Nos espaços comuns, haveria uma programação de debates, leituras de livros e presenças de autores convidados por uma curadoria independente.»

Rui Tavares, ontem, na sua crónica no Público (página 44).


por Booktailors às 23:34 | comentar | ver comentários (1) | partilhar

Ter, 27/Mai/08
O DN deu ontem conta de como está a decorrer a experiência da Praça LeYa, registando-se grande curiosidade e agrado por parte dos visitantes.

Para ver aqui.


por Booktailors às 19:59 | comentar | partilhar

Ter, 27/Mai/08
Jaime Bulhosa, no blog da Pó dos Livros, comenta a feira do Livro, concluindo que a montanha... pariu um rato.

«Sinceramente, se foi por causa disto que se criou tanta confusão, não havia necessidade… Teve no entanto o mérito de conseguir nestes dois primeiros dias, com tanta publicidade gratuita, encher o parque Eduardo VII, como eu não via há muitos anos.

A primeira coisa que nos salta à vista é a descaracterização dos stands das diversas editoras, agora chancelas, Leya, todas com o mesmo layout. Não se distingue a Asa da Dom Quixote, a Texto da Caminho, etc., o que provocou alguma confusão entre o público menos atento às alterações do mercado editorial, obrigando as pessoas a andar pela feira a perguntar onde se encontravam estas editoras. Se é esta a intenção da Leya, então mais vale organizarem os livros por temas e não por editoras, seria bem mais lógico para o cliente. Depois, é nítido que todos os livros estão de chapa e que, consequentemente, existe um muito menor número de títulos disponíveis. Pergunto: onde está o famoso fundo editorial tão prometido?»

Para ler tudo aqui.


por Booktailors às 11:09 | comentar | partilhar

Seg, 26/Mai/08
Seg, 26/Mai/08


Imagens captadas no passado sábado, dia 22.05.2008.


por Booktailors às 11:19 | comentar | partilhar

Seg, 26/Mai/08
Têm aqui uma ideia do que é a Praça LeYa. Eram cerca das 17h30 e por esta altura ainda não tinham passado por ali Isaías Gomes Teixeira, António Costa, Carlos Veiga Ferreira e restante comitiva que abriu oficialmente a Feira.

Ao centro, como podem ver, encontra-se a caixa de pagamento. Tudo o resto são pavilhões, divididos por marcas, onde se pode entrar e tocar nos livros. Junto a cada pavilhão, está um/uma jovem simpático/a, de camisola vermelha com a palavra LeYa inscrita. Houve a preocupação de colocar uma rampa, de forma a tornar o acesso a deficientes possível - o que é um ponto muito positivo.



PS: O grupo Oficina do Livro têm o seu próprio espaço (e que espaço!). O que é natural dado que existe apenas um contrato-promessa. Mais, nota-se claramente que a preparação da Oficina do Livro na Feira começou há já muito tempo...


por Booktailors às 11:02 | comentar | partilhar

Seg, 26/Mai/08
Pacheco Pereira publicou no seu Abrupto o artigo de sábado sobre o mercado editorial, que já tinhamos referenciado.


por Booktailors às 01:23 | comentar | partilhar

Dom, 25/Mai/08
Dom, 25/Mai/08
Alberto Gonçalves publica hoje no DN um texto dedicado à feira. Para ler aqui. Excertos:

«A APEL acusou a autarquia de servir a Leya. A Feira esteve uns dias em risco. A autarquia insistiu. A Feira foi adiada. A Leya não cedeu. A APEL cedeu. A Feira começa agora.Mas qual Feira, Deus meu? A "festa democrática" que Saramago já recorda com saudade ou a manifestação da "diferença de classes" que Saramago antecipa? De acordo com o avisado romancista de Lanzarote, o barracão "imponente" da Leya "abre as portas a uma espécie de caos". Assino por baixo e reforço: caos é favor. Exibir livros em qualquer suporte distinto dos vulgares caixotes prefabricados constitui praticamente um convite ao Armagedão.
(...)
E milhares de pessoas atarantadas no parque Eduardo VII, confusas pela luta de classes e indecisas entre os caixotes e a "imponência", não auguram um espectáculo bonito.É, naturalmente, o espectáculo que o capitalismo oferece. E que mais uma vez saiu vencedor. Pior para a democracia da Feira, a qual, é preciso dizê-lo, nunca foi a perfeição que Saramago insinua».


por Booktailors às 14:47 | comentar | ver comentários (1) | partilhar

Dom, 25/Mai/08
A Sara Figueiredo Costa esteve na Feira e deixa o seu testemunho. Excerto: «A tão falada praça Leya viu-se de passagem, entre a subida e a descida, e não impressionou. Bem sei que o preconceito (aqui entendido também no sentido etimológico do termo) não torna a visão mais límpida, mas ainda assim, a dita praça não impressionou de todo: os caixotes ainda por abrir foram apenas um pormenor sem importância; já o facto de olhar para os pavilhões, maiores do que os outros - mesmo sem fita métrica, é óbvio - e não só não distinguir umas editoras de outras como ainda por cima ficar com a ideia de que há poucos livros, pareceu estranho. Pensar que há ali editoras com catálogos extensos e de referência e só conseguir vislumbrar capas expostas e pouco mais causa estranheza. Se calhar é má vontade, se calhar foi por ser o primeiro dia; dou o benefício da dúvida e volto lá durante a semana para confirmar.»


por Booktailors às 12:49 | comentar | ver comentários (1) | partilhar

Dom, 25/Mai/08
«Cabo Verde é o país convidado deste ano, tendo o seu embaixador em Lisboa, Arnaldo Andrade, salientado que esta é uma oportunidade «para os milhares de descendentes de cabo-verdianos que residem em Portugal conhecerem melhor a cultura do país dos seus pais».

O diplomata disse ainda que a Feira permitirá o encontro de intelectuais que residem no arquipélago com os da diáspora.

Por outro lado, acrescentou, «mostrará muitos livros de e sobre Cabo Verde que nem sempre estão disponíveis»»

O Portugal Diário, secção Sociedade e não cultura, publica uma notícia dedicada à Feira do Livro.


por Booktailors às 12:21 | comentar | partilhar

Dom, 25/Mai/08
Tiago Pereira publica hoje no DN uma reportagem sobre a Feira do Livro, dando destaque ao facto da Feira ter aberto, sem que a LeYa tivesse os seus stand concluídos: «Pouco passava das 18.30 quando o presidente da Câmara Municipal de Lisboa, António Costa, terminou a visita à Feira do Livro de Lisboa, no dia da abertura do certame (o maior de sempre, com 208 pavilhões). Na altura, a praça do grupo LeYa, estava já totalmente montada, ao contrário do que era possível ver à hora de abertura do evento (15.00). E mesmo às 17.00, quando a feira foi inaugurada oficialmente, alguns pormenores estavam ainda por afinar.»

Para continuar a ler aqui.


por Booktailors às 11:49 | comentar | partilhar

Dom, 25/Mai/08
Apetece dizer "muito barulho por nada", ou pelo menos por muito pouco. Mas o Público diz mais do que "nada" ou "muito pouco". Aqui.


por Booktailors às 00:28 | comentar | ver comentários (1) | partilhar

Sáb, 24/Mai/08
Sáb, 24/Mai/08
Gradiva

24 de Maio (sábado)
- 17 horas: Professor Eduardo Lourenço;
- 17 horas: João Fraústo da Silva e José Armando Silva;

25 de Maio (domingo)
- 16 horas: Ana Cardoso Oliveira;
- 17.30 horas: Vanda Gonçalves e João Tinoco;

27 de Maio (terça-feira)
- 17.30 horas: Lançamento «A Matemática das Coisas» de Nuno Crato (Auditório da Feira do Livro de Lisboa);

31 de Maio (sábado)
- 15.30 horas: Filipe Duarte Santos;
- 16 horas: José Rodrigues dos Santos;
- 17.30 horas: Nuno Rogeiro;

1 de Junho (domingo)
- 16 horas: Maria Elisa Domingues e Jaime Branco;
- 17.30 horas: Orfeu Bertolami;
- 17.30 horas: Ana Cristina Leonardo.


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Sáb, 24/Mai/08
Um artigo hoje no DN de Leonor Figueiredo dá conta do alargamento do certame até dia 15 de Junho.

Depois de Baptista Lopes ter lamentado não ter sido possível a união das duas editoras, Carlos Veiga Ferreira fala pelo mesmo tom e avança que é desejável a união das duas associações: «"Penso que o acordo [com a APEL] permite dizer que a feira de 2009 já está assente em boas bases. Prevê-se que até ao fim de Novembro esteja tudo firmado. Para 2010 desejo que a feira seja organizada por uma associação que englobe APEL e UEL"».

Mais desenvolvimentos no DN.


por Booktailors às 13:44 | comentar | partilhar

Sáb, 24/Mai/08
Alguns excertos da notícia do Público:

«Mas, se os editores estão ansiosos para arrancar, as dúvidas ainda não estão todas ultrapassadas. A mais recente prende-se com a atribuição dos subsídios da Câmara de Lisboa. Ontem, o porta-voz da autarquia, Duarte Moral, disse ao PÚBLICO que ainda não foi tomada nenhuma decisão sobre se o subsídio de 200 mil euros será dividido entre as duas associações de editores e livreiros, a APEL e a UEP, ou se será entregue apenas à primeira, que este ano organizou a feira sozinha.

Carlos Veiga Ferreira, presidente da UEP, garante que, nas negociações com a autarquia, lhe foi prometida metade daquela quantia. "A UEP não entra em guerras com a câmara e espera que esta cumpra os compromissos que assumiu", declarou. O memorando assinado entre a câmara e as duas associações é omisso em relação a esse ponto.

A APEL, por seu lado, desdramatiza: "Ficou decidido que isso ficava ao critério da câmara. Se esta quiser atribuir 50 por cento a cada um, atribui; se quiser encontrar outra fórmula, ninguém levanta nenhuma questão relativamente a isso", disse ontem o vice-presidente José Pinho. "O dinheiro é importante, mas a boa realização da feira é muito mais importante", acrescentou António Baptista Lopes, presidente da APEL»


por Booktailors às 13:13 | comentar | ver comentários (1) | partilhar

Sáb, 24/Mai/08
A TSF publico ontem uma notícia que dá conta de como está a ser recebida a Feira este ano por duas das casas editoriais presentes:

Luis Moreira, da Europa América:
- defendeu que o evento deveria ter começado mais cedo, ainda antes da data prevista.
- Alertou para que o preço de participação das editoras seja «revisto em iniciativas futuras».
- criticou o facto de a Leya ter colocado pavilhões diferentes dos da APEL, defendendo «pavilhões iguais» para evitar que o certame se torne «demasiado folclórico no mau sentido». No entanto, este responsável não deixou de criticar as estruturas da APEL por serem antigos e não fazerem justiça «em termos de imagem e de apresentação»;

Luís Oliveira, da Antigona:
- criticou o facto de a feira começar depois do previsto:«A cidade está cheia de cartazes que anunciavam a abertura da feira do dia 21 de Maio e a informação do adiamento da feira só chegou depois desse dia». Luis Oliveira, que considera a situação «inconcebível», não se coibiu a chamar ao evento «uma feira de bananas»;

A TSF não conseguiu recolher declarações de qualquer responsável na Leya.

Mais desenvolvimentos na TSF.


por Booktailors às 12:31 | comentar | ver comentários (1) | partilhar

Sex, 23/Mai/08
Sex, 23/Mai/08
Deixamos aqui o comunicado da LeYa, relativo à Feira do Livro, no qual o grupo apresenta a sua presença (passe a expressão).


«EDITORAS DA LEYA NA FEIRA DO LIVRO DE LISBOA 2008
Sexta-feira, 23 de Maio de 2008
Asa, Booket, Caderno, Caminho, Dom Quixote, Gailivro, Livros d'Hoje, Lua de Papel, Nova Gaia, Oceanos, Texto e Universal terão os seus espaços na Feira do Livro de Lisboa. Conceito dos novos pavilhões aposta na proximidade entre os autores e os seus leitores e na facilidade de contacto com todos os livros em exposição.

As editoras integradas na Leya terão, a partir de amanhã, os seus pavilhões na Feira do Livro de Lisboa, no topo direito do espaço do Parque Eduardo VII destinado ao evento.

A implantação dos quinze pavilhões das editoras integradas no grupo Leya respeita a tradição da Feira do Livro de Lisboa, salvaguardando o prestígio e importância do evento. Neste sentido foram mantidos os tradicionais corredores longitudinais contínuos, com largura semelhante aos corredores existentes nos restantes espaços da Feira.

O conjunto dos pavilhões foi implantado em forma de praça. Os stands são construídos em alumínio, madeira e tela impermeável, no exterior, e equipados com mobiliário em madeira onde estão dispostos os livros, no interior.

Os stands das editoras da Leya diferem dos stands convencionais da feira, resultando de um conceito de espaço habitável coberto, equipado no seu interior com áreas de exposição para livros, facilmente acessíveis ao visitante. Pretendeu-se desenvolver stands com desenho inovador, pensado para ser habitável temporariamente, proporcionando ao visitante a possibilidade de ficar abrigado no seu interior e, por conseguinte, melhorar as condições de passagem ou estadia oferecidas pelas bancas convencionais.

A Leya aposta assim no contacto do visitante com os livros e na facilidade de procura do livro.

Ao mesmo tempo, os espaços destinados aos autores, situados no centro da “praça” formada pelos pavilhões, foram pensados para promover uma maior proximidade entre os autores e os seus leitores, durante as tradicionais sessões de autógrafos.

Como funcionará a compra de livros?
Todos os pavilhões das editoras da Leya na Feira do Livro são abertos e permitem que os visitantes entrem e folheiem todos os livros em exposição.

A zona – ou “praça” - estará equipada, ao centro, com um balcão de pagamento com seis caixas onde, depois de visitados os pavilhões e recolhidos os livros desejados, os visitantes se poderão dirigir para efectuar o pagamento.

Programação no Leya
Para além de uma vasta programação de sessões de autógrafos - o espaço Leya será um ponto de encontro de um significativo conjunto de autores portugueses -, a zona dos pavilhões das editoras da Leya terá animação contínua, para todas as idades.

A programação de sessões de autógrafos do espaço poderá ser consultada na própria Feira e através do site www.leya.com


por Booktailors às 22:50 | comentar | ver comentários (1) | partilhar

Sex, 23/Mai/08
A menos de 24 horas do início da Feira a Praça LeYa ainda não está preparada.

Haverá algum problema com a estrutura?
Será que não respeita as medidas básicas de segurança?
Será que houve falha na construção ou no planeamento da instalação?
Será que a Praça LeYa estará aberta amanhã?

A ver vamos.


por Booktailors às 19:12 | comentar | ver comentários (2) | partilhar

Qui, 22/Mai/08
Qui, 22/Mai/08
«A 48 horas da abertura da Feira do Livro de Lisboa, apenas se vêem os estrados dos pavilhões das editoras do Grupo Leya, mas o grupo editorial garante que estará tudo pronto no sábado, dia de abertura.

Apesar da chuva, estamos a trabalhar sem parar e dê por onde der tem que estar tudo montado até sábado", disse o director de comunicação do grupo, José Menezes, à agência Lusa, no recinto do certame, no Parque Eduardo VII.
(...)
Nos sete espaços das Edições Europa-América desempacotavam-se várias caixas de livros.

No local, o director comercial desta editora, Luís Moreira, lamentou à Lusa o "folclore" em torno da edição da Feira do Livro, que levou ao adiamento da abertura do certame de quarta-feira para sábado.

"Espero que em 2009 a organização encontre uma estratégia com coerência de imagem e dinamização", disse o responsável, apelando a uma urgente modernização dos pavilhões, porque os actuais "estão ultrapassados".»

Mais desenvolvimentos na Lusa.


por Booktailors às 19:41 | comentar | ver comentários (1) | partilhar

Qui, 22/Mai/08
Pronto... podiam ter dito que sabiam que iria estar a chover.

Era escusado armar tamanha confusão só para adiar a feira, não é?

(nsl)


por Booktailors às 11:37 | comentar | ver comentários (4) | partilhar

Qua, 21/Mai/08
Qua, 21/Mai/08
«A Feira do Livro de Lisboa abre ao público no Parque Eduardo VII dia 24 de Maio, sábado, às 15:00 e encerra no dia 15 de Junho, informou hoje a Associação Portuguesa de Editores e Livreiros, APEL.

Segundo a associação, a cerimónia oficial de inauguração realiza-se, no sábado, às 17h00.»

Fonte: Lusa. Desenvolvimentos no Público.

--
Relembramos que se encontram abertos as inscrições para o Curso de Marketing de Livro, pelos Booktailors. Mais informação aqui.


por Booktailors às 12:28 | comentar | partilhar

Qua, 21/Mai/08
A Sara Figueiredo, em resposta a um comentário deste post, elaborou um texto dividido em vários posts, com início aqui. Alguns excertos:

«Quanto à Feira propriamente dita, e à participação da Leya neste processo, digo o seguinte: pessoalmente, parece-me muito bem que os editores proponham alterações ao modelo da Feira, se disso sentem necessidade, assim como me parece muito bem que não o façam, se para aí não estiverem virados. Mas parece-me bem que o façam nos locais onde se associam e, já agora, de um modo o mais transparente possível. O que cheirou a esturro (e a prepotência, e a desprezo pelo debate e pelas próprias associações) foi a ausência da Leya nos espaços de debate, em pé de igualdade com os restantes editores (seus pares, ou não?). E o que esturricou de vez toda a credibilidade do processo foi o facto de, depois dessa ausência, a Leya surgir constantemente como uma terceira associação, apesar de ser um grupo editorial, e de a Leya insistir em não entregar a sua inscrição na Feira, à semelhança do que fizeram as restantes editoras. Ora, a partir daqui, parece legítimo que todas as outras editoras e todos os outros grupos editoriais tenham o mesmo direito de participar, como a Leya participou, nas reuniões que foram existindo. E que se perguntem para que andam a tratar de inscrições e a respeitar os regulamentos da Feira. Não sendo assim, concluo que para a Leya, as restantes editoras não são, de facto, seus pares e que, depois disto, talvez as associações não tenham grande sentido... O melhor é mesmo deixar o mercado funcionar.

(...)

Dir-me-ão que se editoras pequenas e de qualidade desaparecerem à conta disso, se as pequenas livrarias ficarem sem acesso aos livros que encomendam porque as editoras dão preferência às grandes cadeias livreiras, se autores menos lucrativos – mas com textos que ninguém devia morrer sem ler – deixarem de publicar, isso é o mercado a funcionar. Pois bem, que não funcione. Se o mercado funcionar é sinónimo de termos estarolas dos negócios a granel a destruírem catálogos que editores de referência levaram anos a construir, livrarias transformadas em supermercados, onde não se encontram livros que não sejam novidades – e mesmo assim, só se forem da semana anterior –, e um panorama onde todos os espaços, Feiras incluídas, são ocupados pela eficiência do marketing, mas pela ausência de conteúdo (conteúdo mesmo, daquele que não precisa de ser espremido, daquele que a gente lê e a seguir tem de pensar no que leu, e às vezes não volta a ser a mesma pessoa depois de ter lido), então que se dane o mercado e o seu funcionamento.
(...)
acredito que órgãos como a Câmara Municipal (a de Lisboa, mas também a do Porto, e até seria interessante pensar nas outras e no que poderiam fazer nas respectivas localidades) poderiam atenuar o efeito de mina armadilhada que estruturas gigantescas podem ter no panorama editorial. Como? Talvez passando a apoiar a instalação de editoras menos abonadas nas Feiras do Livro, em vez de subsidiar directamente a APEL, por exemplo. É uma medida de caridade, pseudo-comuna, pobrezinha... Não faço ideia, mas soa-me bem independentemente da etiqueta. E também me soaria bem que as editoras que não pretendem vender-se se associassem de algum modo, para fazerem face aos problemas de organização das Feiras – que certamente se irão agravar – e sobretudo para garantirem que não perdem margem de negócios com os pontos de venda»


por Booktailors às 09:13 | comentar | ver comentários (1) | partilhar

Qua, 21/Mai/08

Ruben de Carvalho publicou no 1º caderno do jornal expresso, p.44,17.05.2008, um artigo de opinião sobre a Feira do Livro, intitulado "Por mim, quero ir à feira!". Sobre a feira do Livro de Lisboa ou sobre a APEL, não dá para perceber bem...


«...a Feira ligou-se intimamente à Associação Portuguesa de Editores e Livreiros, a APEL. Ora, não pode deixar de se apontar que a APEL é uma organização com traços originais, apenas compreensíveis quando se recorda que reflecte a realidade criada pelo salazarismo e o seu genético obscurantismo cultural.
É fácil depreender ser relativamente estranho que surjam associados numa mesma estrutura entidades que, lidando embora com a mesma realidade, com o mesmo produto – o livro – não têm em relação a ele exactamente os mesmos interesses. (...)

O facto da APEL se ter constituído releva da herança política e cultural do salazarismo: por um lado, alguma herança (mais que não fosse orgânica) do quadro legal fascista e da mistificação corporativa – os grémios – tentando iludir as contradições que inevitavelmente atravessam as sociedades; por outro, e mais importante exactamente o facto de à época editores e livreiros terem um adversário comum - a repressão censória, a apreensão, a perseguição policial - que criou, como em tantas outras áreas da sociedade portuguesa, a evidência de que acabava sendo mais importante quanto os identificava do que quanto os separava. E tal evidência ainda mais floriu com os cravos de Abril.

Decorridas três décadas, naturalmente que lógicas diferenças de interesses se vieram a revelar ou avolumar, o que acabou por dar origem ao surgimento de nova organização associando exclusivamente editores, enquanto se manteve a APEL, procurando manter a postura de conjugar interesses e tradições nas actividades dignificadas pela comum ligação ao livro.
Das técnicas gráficas à entrada de grandes capitais na produção e na distribuição livreira, foram entretanto enormes as modificações. E, previsivelmente, agravaram-se contradições não apenas entre os protagonistas, mas em geral. Para muitos dos seus participantes, a Feira do Livro de Lisboa tem visto diminuir a sua antiga relevância económica e não podem ser ignoradas as já antigas advertências de que alguma coisa tinha de mudar face à perda de eficácia dos generosos critérios de organização e funcionamento.»

Versão completa aqui.


por Booktailors às 08:12 | comentar | partilhar

Ter, 20/Mai/08
Ter, 20/Mai/08
«A Associação Portuguesa de Editores e Livreiros (APEL), que organiza a Feira do Livro de Lisboa, faz depender do Grupo LeYa a abertura do certame. Num comunicado hoje enviado, a APEL "assegura que todos os stands da sua responsabilidade, bem como o espaço envolvente, estarão prontos na quinta-feira, dia 22 de Maio", fazendo depender da conclusão dos pavilhões o grupo LeYa a abertura da Feira, prevista para o fim-de-semana»

Mais desenvolvimentos no Público.


por Booktailors às 21:36 | comentar | ver comentários (4) | partilhar

Ter, 20/Mai/08
Reproduzimos o comunicado da Porto Editora, acabado de chegar, intitulado " APEL assegura organização da Feira do Livro de Lisboa para 2009":

«Após uma intensa maratona negocial, foi celebrado na noite de ontem, segunda-feira, 19 de Maio, um Memorando de Entendimento sobre a Feira do Livro de Lisboa entre a Câmara Municipal de Lisboa (CML), a Associação Portuguesa de Editores e Livreiros– APEL e a União de Editores Portugueses (UEP).

A APEL partiu para esta derradeira etapa de negociação com três objectivos muito
claros:
- garantir a realização da 78.ª Feira do Livro de Lisboa, que se encontrava verdadeiramente em risco;
- assegurar que a edição deste ano tivesse o maior número de participantes e representasse o universo editorial português na sua plenitude, pois é esse o verdadeiro espírito da Feira do Livro;
- e acautelar, desde já, a organização da Feira do Livro de Lisboa de 2009 com base num processo de renovação que defendesse os interesses de todos os participantes, independentemente da dimensão empresarial.

Estes três aspectos estão devidamente consagrados no referido Memorando de Entendimento, que reafirma a APEL como organizadora da Feira do Livro de Lisboa de 2008 e atribui-lhe a responsabilidade pela Feira do Livro de Lisboa de 2009.

Neste contexto, a participação, a título excepcional, do Grupo Leya através de stands diferenciados só teve a concordância da APEL a partir do momento em que ficou definida, para o projecto de modernização a implementar em 2009, a garantia de “igualdade de oportunidades aos editores e livreiros de diferentes dimensão e capacidade financeira, com particular atenção às necessidades dos pequenos editores”.

A APEL confia que só com base nestas premissas se respeita o inegável interesse público da “maior livraria do país”, a única que possibilita o acesso a toda a edição portuguesa, com especial destaque para os livros e autores que, no resto do ano, são particularmente difíceis de encontrar nos diferentes espaços comerciais.

Por fim, a APEL afirma que se empenhará para que, apesar de todas as contrariedades, a 78.ª Feira do Livro de Lisboa seja um sucesso e mereça a visita de todos os que gostam do livro.

A DIRECÇÃO

20 de Maio de 2008»


por Booktailors às 20:10 | comentar | ver comentários (6) | partilhar

Ter, 20/Mai/08
É daqui a pouco. Mantenham-se sintonizados.

Nota: afinal, tratou-se apenas de uma notícia sobre a Feira do Livro. As nossas desculpas.


por Booktailors às 20:09 | comentar | partilhar

Ter, 20/Mai/08
Deixamos aqui igualmente o comunicado da APEL:

«A Associação Portuguesa de Editores e Livreiros é responsável pela organização da Feira do Livro de Lisboa desde 1930 com o sucesso que todos conhecem.

A 78ª edição em 2008 não fugiu à regra.São de todos, no entanto, conhecidas as peripécias que acompanharam e perturbaram o normal desenvolvimento da implantação da 78 ªFeira do Livro de Lisboa cuja data de inauguração vai ser anunciada dentro de horas.

A APEL como instituição com maior expressão no sector editorial português e a única que representa o sector livreiro que também marca presença na Feira do Livro de Lisboa tudo tem feito para que ela continue a ser, como até aqui, o mais importante evento cultural da cidade e o maior do país.

A APEL assegura, pelo respeito que lhe merecem os participantes e o público em geral, que não poupará esforços para que a 78.ª Feira do Livro de Lisboa resulte num evento de grande sucesso, digno do seu historial, em nome da promoção do livro e da leitura.»


por Booktailors às 19:27 | comentar | ver comentários (6) | partilhar

Ter, 20/Mai/08
Via Lusa.

« A Associação de Editores e Livreiros (APEL) justificou hoje o atraso da Feira do Livro de Lisboa, que deverá começar no fim-de-semana, com a vontade de ter o maior número de autores e editores de sempre.

Vasco Teixeira, que liderou a delegação da APEL nas negociações de segunda-feira com a Câmara de Lisboa e a União de Editores Portugueses (UEP), disse: "A realização da feira chegou a estar em causa, mas procurámos garantir o maior número de autores e editores de sempre".

Em causa está o diferendo com o Grupo LeYa que congrega um grande número de editoras pertencentes à UEP, que pretendia "pavilhões diferenciados" na Feira, que já não começará quarta-feira como o previsto, mas permitindo a participação de editoras como a Editorial Caminho ou as Publicações D. Quixote e de autores como José Saramago, António Lobo Antunes ou Lídia Jorge.

O responsável da Porto Editora, que falava aos jornalistas nas instalações da Lisboa Editora, afirmou que "houve pressões de vários quadrantes, nomeadamente do presidente da Câmara" e não estranhou os agradecimentos do administrador-delegado do Grupo LeYa ao autarca e ao director municipal de Cultural, Rui Pereira.

"É do conhecimento público o apoio do presidente António Costa e de Rui Pereira às pretensões do Grupo LeYa", disse.

Afirmando que "esta guerra entre a APEL e a UEP vem de trás", Vasco Teixeira salientou que "que a voz da UEP é na essência a voz da LeYa", grupo que vê contemplado pelo Memorando a diferenciação de pavilhões.

Vasco Teixeira disse ainda que o Memorando de Entendimento entre a Câmara, a UEP e a APEL, assinado segunda-feira à noite, "procura que em próximas feiras não se repita qualquer situação de impasse".

"Garantir a estabilidade é uma das preocupações expressas pelo acordo", disse.

Vasco Teixeira citou o artigo 10º do Memorando segundo o qual as duas associações se comprometem "a um esforço conjunto" para a organização das feiras a partir de 2010.
Relativamente à Feira do próximo ano, prevista para se realizar de 15 de Maio a 15 de Junho, a sua organização caberá à APEL, que tem até 30 de Novembro para apresentar uma plano de modernização.

Referindo-se a este prazo, Vasco Teixeira afirmou que "é apertado para se desenvolver o plano, mas tardio para se implementar".

O editor afirmou que a questão da modernização não é consensual dentro da APEL, "fundamentalmente por razões financeiras".

Segundo Vasco Teixeira "foi a questão financeira que não permitiu um projecto de modernização aquando presidência de João Soares" na Cãmara de Lisboa (1995-2001).

"Temos de estudar quem pode apoiar, se a Câmara também apoia e há que encontrar patrocinadores", disse, frisando que essa é uma questão para a nova direcção da APEL que será eleita em finais de Junho.

Questionado porque razão o Presidente da APEL, Baptista Lopes, não liderou as negociações com a edilidade e a UEP, Vasco Teixeira afirmou que foi por vontade do próprio "para dar mais capacidade negocial à APEL" que se via confrontada nas negociações com uma delegação da UEP mais numerosa.

"Não há críticas à direcção, foi constituída uma comissão que aliás sempre o apoiou e que foi aprovada por todos os órgão sociais da APEL", sublinhou Vasco Teixeira.
A delegação da APEL foi liderada por Vasco Teixeira e constituída ainda por João Espadinha e José Pinho.

Para Vasco Teixeira, o Memorando "salvaguarda uma das maiores riquezas da Feira, que é a sua diversidade e dar espaço aos pequenos editores".

"É garantido o acesso a todos, pequenos, médios e grandes editores e também aos livreiros que apenas têm representação através da APEL", enfatizou.

Referindo-se ao Memorando afirmou: "É fundamentalmente uma declaração de intenções".


por Booktailors às 19:27 | comentar | ver comentários (10) | partilhar

Ter, 20/Mai/08
Jorge Reis-Sá refere as contradições existentes no acordo APEL/UEP (entre o ponto 9 e Considerando F).

«Ponto 9: Na 78ª edição da Feira do Livro de Lisboa, a APEL aceita a inscrição de stands de características diferentes dos tradicionais, com a implementação e tipologia que foram acordadas entre as partes.

Versus

Considerando F: A responsabilidade de organizar um certame como a Feira do Livro de Lisboa exige da APEL uma posição de salvaguarda dos direitos e interesses de todos os participantes, não devendo, pois, permitir que qualquer editor ou grupo editorial usufrua de quaisquer privilégios e condições excepcionalmente vantajosas em relação a todos os participantes e que possam desvirtuar o objectivo da própria Feira do Livro de Lisboa».

Hmmm...


por Booktailors às 18:41 | comentar | ver comentários (1) | partilhar

Ter, 20/Mai/08
Últimas:

- A Feira do Livro de Lisboa abrirá ao público no próximo sábado, desejavelmente no sábado. Hoje ainda será anunciado a data exacta;

- LeYa participará na Feira com 15 módulos de três dimensões diferentes, que serão instalados no topo direito Parque Eduardo VII;


por Booktailors às 14:48 | comentar | ver comentários (1) | partilhar

Ter, 20/Mai/08
Via LER.

Texto integral do protocolo de entendimento assinado entre a CML, a APEL e a UEP, e subscrito por, respectivamente, Rosalía Vargas, Vasco Teixeira e Carlos da Veiga Ferreira.

«Considerando que:
a) a Feira do Livro de Lisboa é um dos mais importantes eventos culturais da cidade e de toda a área metropolitana em que está inserida, tendo, por isso, um inegável interesse público;
b) Tal interesse se evidencia pela forte adesão popular registada em todas as 77 edições já realizadas;
c) A Câmara Municipal de Lisboa sempre reconheceu essa importância e o estatuto de interesse público e cultural, através de apoios directos e indirectos atribuídos à organização da Feira do Livro de Lisboa.
d) O espírito que sustenta a realização deste evento é o de expor toda a oferta editorial de língua portuguesa, assegurando a necessária diversidade e abrangência, num quadro de igualdade de oportunidades a todos os participantes, na prossecução da efectiva promoção do livro e da leitura;
e) a APEL é responsável pela organização da Feira do Livro de Lisboa desde 1930, aqui incluindo todas as 77 edições anteriores, com notório sucesso, bem como a 78ª edição, que se realiza este ano;
f) A responsabilidade de organizar um certame como a Feira do Livro de Lisboa exige da APEL uma posição de salvaguarda dos direitos e interesses de todos os participantes, não devendo, pois, permitir que qualquer editor ou grupo editorial usufrua de quaisquer privilégios e condições excepcionalmente vantajosas em relação a todos os participantes e que possam desvirtuar o objectivo da própria Feira do Livro de Lisboa;
g) a APEL é a instituição com maior expressão no sector editorial português e a única que representa o sector livreiro, que também marca presença na Feira do Livro de Lisboa;
h) A União dos Editores Portugueses (UEP) é uma entidade que congrega algumas das mais importantes editoras portuguesas;
i) O impasse que se verifica com a realização da 78ª Feira do Livro de Lisboa, resultante de diferendos entre a APEL e a UEP, pode colocar em perigo a concretização de tão importante evento ou, pelo menos, prejudicando a abrangência de representação de editores, livreiros, autores e livros.
j) A CML, a APEL e a UEP consideram fundamental assegurar que o certame continue a realizar-se com as virtualidades que tem manifestado em prol da divulgação do livro e do estímulo à leitura;

É redigido o presente Memorando de Entendimento entre a CML, a APEL e a UEP, cujas vontades se expressam nos seguintes termos:

1. Compete à APEL, a responsabilidade de realizar, em 2008 e 2009, a Feira do Livro de Lisboa, facto pelo qual a CML se obriga a não autorizar a realização, no mesmo local, de um evento de características similares e/ou concorrencial durante o período de realização da Feira do Livro, assim como nos três meses anteriores e posteriores à data da realização da mesma.

2. A realização da Feira do Livro de Lisboa terá lugar entre 15 de Maio e 15 de Junho, com a duração a fixar pela APEL, excepto se outras datas vierem a ser acordadas entre a APEL e a CML, ouvida a UEP.

3. Todos os processos relativos à montagem e desmontagem da Feira do Livro de Lisboa competem à APEL, carecendo de aprovação da CML.

4. A CML disponibilizará à APEL para a Feira do Livro de Lisboa o espaço suficiente para o seu funcionamento, em local adequado para o efeito, e sem quaisquer encargos que respeitem à utilização do local, promoção e funcionamento da Feira, incluindo serviços a ela inerentes.

5. Até 31 de Março, a CML acordará com a APEL a lista de equipamentos e serviços infra-estruturais que disponibilizará, tendo em atenção as circunstâncias de cada edição do evento.

6. A APEL compromete-se a apresentar até 30 de Novembro de 2008 um projecto de modernização da Feira do Livro de Lisboa, tendo em vista a 79ª edição a realizar em 2009.

7. O projecto de modernização terá de ser apreciado pela CML no prazo de 30 dias após a entrega do projecto à edilidade.

8. O projecto de modernização deverá garantir igualdade de oportunidades aos participantes do sector de diferente dimensão e capacidade financeira, com particular atenção às necessidades dos pequenos editores que garantam a exposição de livros difíceis de encontrar nos circuitos comerciais habituais.

9. Na 78ª edição da Feira do Livro de Lisboa, a APEL aceita a inscrição de stands de características diferentes dos tradicionais, com a implementação e tipologia que foram acordadas entre as partes.

10. A APEL e a UEP, por via deste Acordo, retiram os pedidos de organização da Feira do livro de Lisboa já apresentados. As duas associações comprometem-se a um esforço conjunto para a organização das Feiras do Livro de Lisboa para o ano 2010 e seguintes. No caso de não chegarem a acordo para o ano 2010 e seguintes, a CML avaliará a respresentatividade das associações do sector e terá essa avaliação em conta na atribuição do espaço para a organização da Feira do Livro.Lisboa, 19 de Maio de 2008.»


por Booktailors às 14:45 | comentar | partilhar

Ter, 20/Mai/08
««Foi assinado ontem um memorando de entendimento entre a Câmara Municipal de Lisboa, a Associação Portuguesa de Editores e Livreiros e a União de Editores Portugueses, que define os termos em que se realizará a Feira do Livro de Lisboa em 2008 e em 2009, cuja organização compete à APEL.

A CML congratula-se com o facto de ter sido possível este entendimento entre as duas entidades representativas do sector do livro.

A CML, que actuou como mediadora deste processo, saúda que tenha sido possível garantir, através deste entendimento, a realização da Feira do Livro de Lisboa deste e do próximo ano, entendendo-a como uma grande manifestação em prol da divulgação do livro e do estímulo à leitura, com a participação do maior número possível de editoras e autores portugueses.»

Via LER.


por Booktailors às 12:57 | comentar | partilhar

Ter, 20/Mai/08
A Feira de Lisboa deverá abrir durante o fim-de-semana. Isto a avaliar pelas recentes declarações de Baptista Lopes, citado pela LER, a partir de declarações prestadas à Rádio Renascença.

Em entrevista ao Correio da Manhã, Zita Seabra tece duras críticas à Câmara Municipal de Lisboa:
«Câmara de Lisboa (...)mandou suspender a montagem dos pavilhões no Parque Eduardo VII e, num raciocínio de má administração pública foi para fim-de-semana e remeteu o problema para segunda-feira. E hoje [ontem], são 18h00, continua tudo em suspenso. Parece que não importa quando abre a Feira do Livro.
(...)
As editoras não são empresas públicas, onde tanto faz hoje como para a semana. Quando se trabalha com risco, nunca se brinca. Evidentemente que planeámos tudo para abrir no dia anunciado. Pagámos o aluguer do pavilhão, temos pessoal contratado especialmente para a Feira, contratos com empresas para o transporte dos livros e tivemos de tratar com os bancos o necessário para ter lá multibanco. E também um programa para lá ter os autores a assinar livros que nos perguntam o que vai acontecer e nós não sabemos como responder.»~

Entretanto, deixamos aqui uma fotografia captada numa carruagem de metro, ainda com as datas antigas...



por Booktailors às 11:07 | comentar | partilhar

Seg, 19/Mai/08
Seg, 19/Mai/08
Quem nos dá a novidade é a Isabel Coutinho, no seu Ciberescritas:

«Finalmente foi assinado o acordo entre as duas associações de editores, APEL e UEP. A Leya vai ter pavilhões diferenciados, a UEP prescinde de organizar a Feira do Livro de Lisboa para o ano e a data de abertura está só dependente de pormenores técnicos e da capacidade de montagem dos pavilhões. Foi necessária a intervenção do presidente da Câmara de Lisboa, António Costa. A reunião terminou há pouco.»

Ver também no Público.


por Booktailors às 23:11 | comentar | ver comentários (2) | partilhar

Seg, 19/Mai/08
«O Prémio Nobel da Literatura, José Saramago, lamentou hoje [ontem] que a Feira do Livro, em Lisboa, tenha sido adiada "sine die" e criticou a possibilidade de existirem pavilhões diferenciados, alegando que isso é diferenciar as classes.»

Mais desenvolvimentos no Público.


por Booktailors às 15:37 | comentar | ver comentários (1) | partilhar

Sáb, 17/Mai/08
Sáb, 17/Mai/08
Possidónio Cachapa responde:

«Dizem-me, por telefone, que fui comprado pela Leya. Eu e os outros que confiámos na Oficina, na Caminho, na D.Quixote, etc. Não sabemos nada do assunto, claro. Nem me parece que dessa venda reverta alguma coisa para as fontes de produção, vulgo, os escritores. Há-de ser mais uma coisa tipo escravos. Toma lá este que é bom para cortar cana, e esta que é boa parideira e passa para cá os luíses. Sobre este assunto, muita coisa terá de acontecer até que a poeira assente.

Entrentanto, a APEL faz finca-pé nos pavilhões nojentos onde nos recebe ano após ano. Para não haver ricos nem pobres, somos todos pobres. Era bom que tivessem juízo, nesta questão estético-ética.

Quem parece estar "atento ao mercado do livro" é o ministro da cultura. E contente, também, segundo os jornais (que a realidade raramente se compadece com a matéria escrita). Segundo os pasquins, José António Pinto Ribeiro, diz ver "com bons olhos" a constituição de monopólios editoriais (...) e que "o mercado do livro está em mutação acelerada e a concentração de editoras em grupos empresariais é um factor de desenvolvimento da língua portuguesa e da sua divulgação".Ou está a precisar de mudar de lentes ou eu - citando uma directora de produção amiga - não estou na posse de todos os dados...»


por Booktailors às 15:50 | comentar | partilhar

Sáb, 17/Mai/08
A FLL foi adiada. Na segunda-feira, a CML anunciará a nova data.

«Associação Portuguesa de Editores e Livreiros assegurou que a reunião havia sido "inconclusiva". De acordo com a direcção da APEL, "as negociações vão prosseguir durante o fim-de-semana e as conclusões que, eventualmente, daí resultarem serão dadas a conhecer primeiramente aos associados da APEL, para que estes se possam pronunciar. (...)
A APEL requereu, entretanto, à autarquia a declaração de interesse público para o certame, remetendo para a Leya qualquer responsabilidade pela ausência de escritores editados pelo grupo, como Lobo Antunes, Mário de Carvalho ou Lídia Jorge.»

Mais desenvolvimentos no Público.


por Booktailors às 12:07 | comentar | ver comentários (1) | partilhar

Sex, 16/Mai/08
Sex, 16/Mai/08
Via LER.

O blog da LER dá conta do comunicado lançado pela CML que dá conta do entendimento entre todas as partes: «A CML, a APEL e a UEP chegaram a acordo quanto à organização da 78.ª Feira do Livro de Lisboa. Na próxima 2.ª feira será formalizado o memorando do entendimento.
A inaguração da Feira do Livro de Lisboa fica adiada para data próxima a anunciar também na 2.ª feira.»


por Booktailors às 23:06 | comentar | ver comentários (1) | partilhar


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