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Associações e Institutos de Investigação
Feiras internacionais
Qua, 12/Mar/14
Qua, 12/Mar/14

 

«O presidente da Câmara do Porto revelou hoje que os custos da organização da Feira do Livro serão "seguramente" inferiores ao apoio financeiro reclamado pela Associação Portuguesa de Editores e Livreiros (APEL), que acusou de atitude "intolerável".

 

"Custará seguramente menos do que os 300 mil euros que nos vinham a ser reclamados em função de quatro anos de atividade. Mas, acima de tudo, não tomamos esta medida por uma razão economicista", assegurou Rui Moreira, em declarações aos jornalistas no fim da reunião privada do executivo.» Ler no Diário de Notícias e no iOnline.

 

«Pelo segundo ano consecutivo, o Porto não vai ter uma feira do livro organizada pela Associação Portuguesa de Editores e Livreiros (APEL). A autarquia da Invicta acusa a entidade de faltar à palavra dada, e vai avançar sozinha para a organização do evento, pela primeira vez.» Ler na RTP.

 

«Rui Moreira afirma que a autarquia decidiu avançar com a realização sem o apoio da APEL depois de esta ter colocado as negociações em causa "18 dias depois de o acordo ter sido firmado". A feira vai então realizar-se entre 5 e 21 de setembro, nos jardins do Palácio de Cristal.» Ler no Correio da Manhã.

 

«A Associação Portuguesa de Editores e Livreiros disse esta terça-feira ter-se disponibilizado junto da Câmara do Porto para organizar a Feira do Livro em 2014 "por sua conta e risco", com a contrapartida de apoio em 2015.

 

Num comunicado em que lamenta a decisão da autarquia liderada por Rui Moreira de organizar a Feira do Livro este ano sem a associação, a APEL referiu ter sido "sempre sensível às dificuldades apresentadas pela Câmara Municipal do Porto".» Ler no Jornal de Notícias.


por Booktailors às 11:00 | comentar | partilhar

Qua, 5/Mar/14
Qua, 5/Mar/14

 

«A Câmara do Porto decidiu colocar um ponto final num dossiê que parecia irresolúvel, assumindo a organização da Feira do Livro da cidade. O certame, que habitualmente se realiza no mês de maio, vai ter lugar nos jardins do Palácio de Cristal, entre os dias 5 e 21 de setembro, e contará com o apoio da Biblioteca Almeida Garrett, ali instalada.» Ler no Jornal de Notícias e na RTP.

 

«O município liderado pelo independente Rui Moreira ficará com a "organização total" da Feira, refere o comunicado, salientando que "em mais de 80 anos", esta será "a primeira vez" que tal acontece.  O mesmo documento explica ainda que a decisão foi tomada "depois de terem sido ponderados vários cenários e de ter sido afastada a hipótese de se regressar ao modelo em vigor até 2012". O projecto que será posto em prática este ano será o "adoptado no futuro", refere o comunicado.» Ler no Público.

 

«Também pela primeira vez, o evento, que habitualmente se realiza em maio, estará aberto à participação de livrarias, alfarrabistas, editores e associações e cooperativas do setor.» Ler no Diário Digital, aqui e aqui.

 

«A programação cultural da feira será da responsabilidade do pelouro da Cultura da autarquia e a empresa municipal Porto Lazer encarregar-se-á da logística e animação do certame.

 

A escolha da nova data, segundo o comunicado, teve como objetivo fazer coincidir a Feira do Livro do Porto com o início do ano letivo.» Ler no Diário de Notícias e naRenascença.

 

«Até 2012, a Feira do Livro era organizada pela APEL que mantinha um diferendo com a Câmara Municipal devido à partilha dos custos do evento.» Ler no iOnline.


por Booktailors às 18:00 | comentar | partilhar

Seg, 6/Mai/13
Seg, 6/Mai/13

 

«A Associação Portuguesa de Editores e Livreiros agradeceu, esta sexta-feira, a Pinto da Costa a oferta do estádio do Dragão para realizar a Feira do Livro do Porto. Apesar da proposta, o evento continua suspenso.» Ler no Jornal de Notícias.


por Booktailors às 12:00 | comentar | partilhar

Ter, 30/Abr/13
Ter, 30/Abr/13

 

«A Assembleia Municipal do Porto aprovou, na noite de segunda-feira, por unanimidade, uma recomendação defendendo que a Câmara reaprecie o dossiê Feira do Livro 2013, "com vista a viabilizar" a realização deste evento cultural.» Ler no Diário Digital.

 

«Os vereadores do PS e da CDU na Câmara do Porto defenderam hoje um entendimento entre a autarquia e a Associação Portuguesa de Editores e Livreiros (APEL) para a realização da edição de 2013 da Feira do Livro.» Ler no Diário Digital.


por Booktailors às 12:00 | comentar | partilhar

Seg, 29/Abr/13
Seg, 29/Abr/13

«O BE defendeu hoje que a Câmara do Porto deve "tomar medidas para que a Feira do Livro se realize", em vez de ficar para a história como "o único executivo que deixou a cidade" sem o evento.» Ler no Diário Digital.


por Booktailors às 13:00 | comentar | partilhar

Sex, 26/Abr/13
Sex, 26/Abr/13

«O presidente da Câmara de Vila Nova de Gaia, Luís Filipe Menezes, disse hoje [quarta-feira] que a autarquia não irá acolher a Feira do Livro do Porto, horas depois de o seu vice-presidente ter mostrado abertura para receber o evento.» Ler no Diário Digital e no Sol.


por Booktailors às 14:30 | comentar | partilhar

Qua, 24/Abr/13
Qua, 24/Abr/13

 

«A Câmara de Gaia anunciou hoje estar recetiva a acolher a edição deste ano da Feira do Livro do porto, cuja realização foi cancelada devido a falta de financiamento.» Ler no Diário Digital, no iOnline e no Sol.


por Booktailors às 18:00 | comentar | partilhar

Sex, 19/Abr/13
Sex, 19/Abr/13

 

«Associação Portuguesa de Editores e Livreiros explicou à Câmara do Porto não ter verba suficiente para realizar a feira.» Ler no Público.

 

«A Associação Portuguesa de Editores e Livreiros suspendeu a edição 2013 da Feira do Livro, alegando falta de meios financeiros. A câmara do Porto anunciou um evento alternativo, para julho.» Ler no Jornal de Notícias.

 

«A Associação Portuguesa de Editores e Livreiros (APEL) suspendeu a edição de 2013 da Feira do Livro no Porto por "falta de condições financeiras", informa hoje [ontem] a câmara, que "lamenta" tal decisão e garante organizar uma alternativa.» Ler no iOnline, no Diário Digital, no Diário de Notícias, no Correio da Manhã e no Sol.

 

«APEL e câmara não chegaram a acordo. Autarquia recusou este ano o apoio de 75 mil euros.» Ler no Correio da Manhã.

 

«O grupo Porto Editora lamentou hoje [ontem] a suspensão este ano da Feira do Livro no Porto, considerando-a uma "péssima notícia" que a cidade e a região "não mereciam receber".» Ler no Diário Digital, no Jornal de Notícias e no Sol.

 

«A Associação Portuguesa de Editores e Livreiros (APEL) criticou hoje [ontem] o entendimento "errado" da Câmara do Porto sobre a Feira do Livro na cidade, suspensa este ano por falta de financiamento, mas espera que o certame volte em 2014.» Ler no Diário Digital, no Diário de Notícias e no Sol.

 

«O presidente da Associação Portuguesa de Escritores (APE), José Manuel Mendes, lamentou hoje [ontem] a notícia da suspensão da Feira do Livro do Porto e disse que a ausência do evento "não faz o menor sentido".» Ler no Diário Digital e no Jornal de Notícias.


por Booktailors às 10:35 | comentar | partilhar

Ter, 26/Mar/13
Ter, 26/Mar/13

 

«A Associação Portuguesa de Editores e Livreiros (APEL) continua em conversações com a autarquia do Porto, por causa da Feira do Livro na cidade, que, a acontecer, será só depois da feira de Lisboa, disse à Lusa o presidente da associação.» Ler no iOnline.


por Booktailors às 11:00 | comentar | partilhar

Seg, 7/Jan/13
Seg, 7/Jan/13

 

«A 83.ª edição da Feira do Livro do Porto não deverá mesmo realizar-se, conforme o JN adiantou há uma semana. A Câmara do Porto cortou o apoio e a APEL já fez saber que sem essa verba o evento não é viável.» Ler no Jornal de Notícias.


por Booktailors às 11:00 | comentar | partilhar

Sex, 19/Jun/09
Sex, 19/Jun/09
Para preencher aqui. Via Twitter da Feira do livro de Lisboa.


por Booktailors às 15:30 | comentar | partilhar

Seg, 30/Mar/09
Seg, 30/Mar/09
Descrição da empresa:
Somos uma editora independente, em crescimento sólido, que vê nas Feiras do Livro de Lisboa e Porto mais uma oportunidade para desenvolver o relacionamento com os seus clientes e autores.

Descrição da função:
Pessoas habilitadas para ficarem responsáveis por um Pavilhão de livros em Lisboa (30/Abril a 17/Maio) e/ou no Porto (27/Maio a 14/Junho) – sem descanso ao fim-de-semana, faça chuva ou faça sol.
(Os horários podem ser consultados em http://www.apel.pt/)

Perfil do candidato:
Se te apetece reclamar sempre que vês uma montra desalinhada, gostas de vender e não tens fama de «chato», achas que os livros não servem só para dizer que foram lidos, sentes a tabuada na ponta-da-língua e garantes que erros nos trocos não é contigo, e, claro, não tens mais nada que fazer nas datas indicadas, então dorme sobre o assunto e envia-nos uma candidatura.

Oferta e contacto:
Na tua mensagem diz-nos quanto gostavas de receber, se gostarias de descansar algum(ns) dia(s) no período da(s) feira(s), e junta o teu cv e eventuais comentários (mas, nesta fase, não faças perguntas!). Envia-a para feiras2009@gmail.com

Garantimos o máximo sigilo.


por Booktailors às 13:00 | comentar | partilhar

Qui, 5/Fev/09
Qui, 5/Fev/09
A APEL promoveu ontem, em Lisboa, uma sessão de apresentação da «Nova Feira do Livro». O evento teve como primeira parte uma apresentação dos novos pavilhões paras as feiras do livro de Lisboa e Porto, que os editores (que compareceram em número considerável) tiveram a oportunidade de «experimentar». No auditório I da FIL seguiu-se uma apresentação, a cargo de Rui Beja e de João Espadinha (membros da direcção da APEL), das novas ideias que se pretende implementar nas feiras em causa, mormente a nível de conceito, implantação e programação cultural. Como principal preocupação, a ideia de atrair novos públicos leitores, mormente nas faixas etárias mais jovens.

Ainda que tenha ficado patente o louvável esforço de renovação da feira, os editores presentes tiveram a oportunidade de verbalizar algumas das suas principais dúvidas e observações, mormente no que respeita aos novos pavilhões (que permitem uma área de exposição menor do que nos anteriores modelos de pavilhão) e à antecipação do horário de abertura da Feira do Livro de Lisboa. A APEL revelou-se receptiva a quaisquer observações e sugestões que os editores que pretendem participar nas feiras lhe queiram fazer chegar.
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Consulte a oferta de formação da Booktailors na barra lateral do blog.


por Booktailors às 17:47 | comentar | partilhar

Seg, 22/Dez/08
Seg, 22/Dez/08
A APEL emitiu uma circular pelos seus associados, na qual apresenta as principais vantagens dos novos pavilhões. Reproduzimos aqui, com a devida autorização da APEL este documento. A APEL, através do email comissaofeiras@apel.pt, convida ainda a que todos dirijam à Associação as dúvidas e sugestões que considerem necessárias / pertinentes.

«
I
Pontos críticos dos pavilhões existentes que corrigimos com os novos:

• Montagem/desmontagem difícil e morosa;
• Abertura lenta, a carecer de duas pessoas para a sua efectivação e com perigo de danos físicos;
• Estrados desadequados para o fim a que se destinam;
• Não é possível interligá-los;
• Entrar e sair, quando está em funcionamento, é desconfortável e difícil;
• Estética obsoleta;
• Demasiado grandes, 400 cm x 250 cm:
o Precisam de muitos livros;
o São de difícil transporte;
o Em terreno inclinado ficam com grandes diferenças de quota entre pontas;
• Os proprietários, de uma forma geral, são os participantes, com as seguintes desvantagens:
o Temos de pagar a armazenagem, quer em instalações próprias, quer em alheias;
o Dificulta, ou impossibilita, a mudança de todos os pavilhões de uma só vez.
• Economicamente dispendiosos;
• Difíceis de controlar no roubo de livros e atendimento devido às laterais;

II
Características dos pavilhões propostos:
• Montagem/desmontagem relativamente simples e mais rápida;
• Podem ser montados de três formas:
o Balcão completo (fig-1)
o Aberto (fig-2)
o Misto (fig-3)
• Abertura e encerramento muito simples, realizável com uma só pessoa e sem perigo de danos
físicos;
• Permitem ligação lateral, com comunicação interior, de ‘n’ pavilhões;
• Porta lateral que permite entrar e sair facilmente, mesmo quando se encontram em
funcionamento;
• Estética moderna;
• Mais pequenos, 319 cm x 201 cm, com as seguintes vantagens:
o Ficam apresentáveis com menos livros, o que facilita a vida aos editores mais pequenos;
o São de transporte fácil;
o Em terreno inclinado ficam com diferenças de quota, entre pontas, pouco significativas;
o O custo de participação é menos elevado;
• Os participantes deixam de ser os proprietários, com as seguintes vantagens:
o Permitem a renovação integral da feira a cada 4-5 anos;
o A sua armazenagem, montagem/desmontagem e manutenção deixam de ser
problema/encargo dos participantes;
o Deixa de ser necessário o investimento de compra;
• Área de atendimento mais reduzida e somente frontal (supressão das laterais):
o Dificulta o roubo dos livros;
o Aumenta a eficácia do atendimento;
o Facilita a abertura e o encerramento, tornando-os mais rápidos;
o Possibilita a colocação de estantes nas laterais interiores;
o Permite a porta lateral de entrada/saída;
o Permite a acoplagem lateral de diversos pavilhões
• Estantes na retaguarda, laterais e por baixo do balcão;
• Materiais leves.




por Booktailors às 13:00 | comentar | partilhar

Sex, 5/Dez/08
Sex, 5/Dez/08
«Após dois anos de avanços e de recuos, a Câmara do Porto e a Associação Portuguesa de Editores e Livreiros ter-se-ão finalmente entendido para que a Feira do Livro do Porto regresse à Baixa já em 2009. »

Mais desenvolvimentos no JN.


por Booktailors às 10:32 | comentar | partilhar

Qui, 4/Dez/08
Qui, 4/Dez/08
A próxima Feira do Livro do Porto deverá realizar-se na Avenida dos Aliados entre meados de Maio e princípios de Junho, com uma nova imagem, disse à Lusa o presidente da APEL.

«Indo ao encontro da vontade de todos, a feira regressa aos Aliados, integrando o projecto de revitalização da Baixa portuense», precisou Rui Beja, presidente da Associação Portuguesa de Editores e Livreiros (APEL).

Segundo este responsável, «o problema do atravessamento está em vias de ser resolvido em colaboração com a Câmara do Porto».

Referindo-se à nova data, observou que «as condições meteorológicas são boas e o desfasamento da de Lisboa permite uma maior atenção à feira portuense».
A Feira do Porto do próximo ano utilizará os novos pavilhões da de Lisboa, «mais modernos e flexíveis».

A feira de Lisboa realizar-se-á de 23 de Abril a meados de Maio, criando um intervalo que permite o transporte e montagem dos novos pavilhões no Porto.

Aqui.


por Booktailors às 13:33 | comentar | partilhar

Qui, 4/Dez/08
«A Feira do Livro de Lisboa do próximo ano apresentará um novo plano com pavilhões modernos, contemplando a diferenciação, e deverá abrir a 23 de Abril, segundo a proposta apresentada pela APEL à Câmara de Lisboa.

Em declarações à Lusa, o presidente da Associação Portuguesa de Editores e Livreiros (APEL), Rui Beja, informou que a proposta de «modernização e renovação» da Feira do Livro foi já entregue à Câmara de Lisboa.

«Abrir a Feira no Dia Mundial do Livro tornará a inauguração um grande evento cultural como pretendemos para a grande festa do livro que é a feira», sublinhou.
Referindo-se à «diferenciação de pavilhões», Rui Beja frisou que esta «terá regras em prol de uma desejada harmonização».

«Há constrangimentos naturais como as copas das árvores, corredores de segurança, e acessibilidades», assinalou.

A proposta apresentada, segundo o mesmo responsável, inclui «uma aumento da área de restauração, mais qualificada, uma mini-feira do livro infanto-juvenil, melhorias dos acessos, instalações sanitárias, e sinalética».

O projecto apresentado teve em conta as conclusões do inquérito feito aos visitantes da Feira realizada este ano. «A esmagadora maioria» escolheu o Parque Eduardo VII como «o local ideal».

«A nova Feira apresentará uma grande renovação, contemplando o projecto cinco componentes que referimos como plural, cultural, nacional, inovador e inclusivo», referiu ainda.

Referindo-se ao novo formato dos pavilhões, precisou que eles «serão diferentes, com materiais mais modernos, mas reflectindo a tradição».

«Estes pavilhões - adiantou - serão modulares, permitindo acoplarem-se uns nos outros, podendo cada editor dispô-los como entender e facilitando também o acesso a crianças e a pessoas com deficiências. São mais flexíveis e permitem uma utilização pelas diferentes editoras sem custos adicionais na inscrição e haverá até uma certa economia».

Aqui.


por Booktailors às 13:11 | comentar | partilhar

Ter, 29/Jul/08
Ter, 29/Jul/08
Hoje, no Correio da Manhã, tenta-se fazer um balanço das feiras do livro. Como não existem números, valem os testemunhos de alguns responsáveis:

- Francisco Madruga, da APEL, indica que houve uma queda de 20 % no número de visitantes e de igual dimensão nas vendas em relação a 2007;

- Baptista Lopes refere que se torna difícil a contabilidade, uma vez que os editores não revelam resultados;

- A UEP, através de Bruno Pacheco, começa por dizer que também não tem números concretos para apresentar mas adianta que "Desde 2002 que a feira sofre quedas e 2006 foi mesmo o pior dos anos. Em 2007 recuperou, com subidas na ordem dos 15 e 20 por cento, mas este ano os números voltaram aos de 2006";

- A LeYa, segundo a própria, "registou um aumento nas vendas de entre dez e 15 por cento face ao ano passado;

- A Gradiva baixou apenas 4% nas vendas.


por Booktailors às 09:12 | comentar | ver comentários (3) | partilhar

Dom, 15/Jun/08
Dom, 15/Jun/08
«Nem os saldos nem as autênticas pechinchas sensibilizaram os bolsos dos lisboetas. A edição da Feira do Livro de Lisboa de 2008, que hoje encera, corre o risco de não superar a do ano passado. Editores e livreiros desejam para o último dia uma enchente, na tentativa de vender mais exemplares »

Hoje, no DN, um artigo de Leonor Figueiredo sobre a Feira do Livro. Para ler aqui.


por Booktailors às 14:08 | comentar | partilhar

Qui, 12/Jun/08
Qui, 12/Jun/08
«A Feira do Livro do Porto, que hoje encerrou, registou este ano um decréscimo de cerca de 20 por cento no número de visitantes, que rondou os 250 mil.»

Mais desenvolvimentos na Lusa.


por Booktailors às 21:02 | comentar | partilhar

Sex, 6/Jun/08
Sex, 6/Jun/08
«A escritora Agustina Bessa-Luís é homenageada sexta-feira pela sua editora de sempre, a Guimarães, na Feira do Livro de Lisboa, em sessão em que estarão presentes, entre outros, Manoel de Oliveira, que para o cinema transpôs alguns dos seus romances»

Mais desenvolvimentos no JN.


por Booktailors às 13:21 | comentar | partilhar

Qua, 28/Mai/08
Qua, 28/Mai/08
Na sua newsletter, a Caixotim divulgou o texto que abaixo reproduzimos. Tema: Feira do Livro.
«Abriu há poucos dias a 78.ª Feira do Livro do Porto. Embora sem os focos polémicos que rodearam a Feira do Livro de Lisboa, envolvendo as associações de editores e livreiros e espelhados na comunicação social, também a Feira do Livro do Porto apresenta algumas diferenças em relação aos anos transactos, designadamente quanto à disposição dos expositores na Tenda exterior e a ausência de serviços que penalizam aqueles que nela participam (bastará citar o caso da falta de funcionamento do restaurante que dava apoio a todos quantos nela estão a trabalhar entre as 15 e as 24 horas ou a inexistência de uma instituição bancária, a qual servia múltiplas operações decorrentes deste certame). Além disso, poucos terão deixado de reparar que, na proximidade temporal desta 78.ª Feira do Livro do Porto – e entrando mesmo na data da sua realização – se instalou na Avenida dos Aliados uma tenda de comercialização de livros a preços baixos, não descatalogados pelos editores, rotulada "primavera dos livros", acção em que estiveram envolvidos responsáveis pela Organização oficial da Feira que decorre agora no Palácio de Cristal. Não acreditamos que a APEL e a UEP desconheçam esta situação, pelo que essa iniciativa só pode revelar que o sector do livro e as práticas livreiras se tornaram uma actividade exclusivamente lucrativa, com regras pouco claras e até ostensiva desfaçatez. Por outro lado, contrariando o disposto no artigo 1.º do Regulamento, permite-se a instalação de quem apenas comercializa livros em língua estrangeira, quando só o poderia fazer para a líng ua portuguesa. Por tudo isto (e o mais que aqui se omite) pergunta-se: que motivos levam a que actualmente a Feira do Livro do Porto não seja organizada e programada por Editores e Livreiros da Cidade, como acontecia no passado? Acaso os certames que tinham lugar nos Aliados e que estiveram, ao longo de decénios, sob a responsabilidade de editores como Fernando Machado, Tavares Martins, Manuel Vieira, Fraga Lamares e tantos outros, não constituíram importantes realizações, com larga participação de instituições e dos portuenses em geral?

Entretanto, alargando o âmbito desta análise, ao declarar abertamente, através da comunicação social, o seu desinteresse na participação da Feira do Livro do Porto, justificando-o por uma premissa de ordem comercial, o Grupo LeYa manifestou, para com os leitores do Norte, em geral, e os portuenses, em particular, um total alheamento, senão desprezo, mitigado por uma solução de remedeio encontrada à última hora e que se traduz na presença de uma distribuidora que expõe e comercializa os livros das editoras desse Grupo.

Depois, subsiste o que aconteceu e ainda se verifica em Lisboa, com a pretensão, concretizada, da diferenciação expositiva dessa mesma empresa. Aquilo que diversos Editores, ao longo dos anos, não conseguiram pela força dos argumentos, foi conseguido, de forma sobranceira e diferenciadora, à custa do poder financeiro (senão de outras influências) por uma empresa recém-criada, que agregou numa holding várias editoras de renome. De facto, aquando da primeira participação de «Edições Caixotim» na Feira do Livro de Lisboa — e até por essa razão, dado a inexistência de pavilhão anterior — solicitou-se à APEL a inclusão de um pavilhão idêntico aos demais no seu desenho exterior, mas com algumas diferenças quanto aos materiais de fabrico e na sua disposição interna. Os motivos prendiam-se com a exposição de «edições especiais», que constituem uma das vertentes de maior prestígio desta Editora. Não se buscava, com essa atitude, criar graus de distinção ou supremacia entre editores ou autores literários, mas simplesmente apresentar de forma particular e ainda mais digna o resultado de um trabalho de vários anos, conseguido por uma grande exigência de qualidade editorial e gráfica.

Contudo, tal não foi autorizado pela APEL, que invocou o princípio de se evitar criar assimetrias entre todos os expositores, respeitando com isso não uma uniformidade no que é exposto por cada um, mas reconhecendo que as opções e os interesses dos leitores devem centrar-se exclusivamente nos autores e na qualidade das obras apresentadas e não em elementos externos da esfera do design ou do marketing. Como é evidente, respeitámos essa decisão e compreendemos as razões.

Perante os recentes episódios que envolvem a Feira do Livro de Lisboa temos assistido a uma declarada leviandade no modo como a situação tem sido entendida por analistas e pela comunicação social. Nada haveria, com certeza, a divergir ou até a opor se o Grupo LeYa organizasse a sua própria venda de livros, nesta ou noutra altura, à margem da sazonal Feira do Livro. Todavia, é procurando capitalizar as sinergias de uma iniciativa que tem largas dezenas de anos e que constituiu, sobretudo no passado, um das acções mais emblemáticas para a apresentação e divulgação de livros e autores, que o Grupo LeYa se arroga numa participação sem cumprimento das regras, desde os prazos da inscrição até aos regulamentos vigentes, conforme tem noticiado a APEL. É isso que está em causa, com toda a perturbação e demagogia de razões que têm sido invocadas para essa diferenciação.

«Edições Caixotim» é uma editora do Porto, inscrita na APEL, com mais de sete anos de actividade. A importância da sua actividade editorial pode ser avaliada através do habitual catálogo ou no sítio electrónico http://www.caixotim.pt/. É público o reconhecimento que instituições, entidades públicas e privadas, Universidades e Centros de Investigação, autores e leitores têm manifestado por esta Editora e pelo seu papel na edição portuguesa actual. O editor está, por diversos modos, inserido nesta actividade há mais de vinte e cinco anos, inclusive, numa vertente pessoal, investigando e publicando textos sobre a edição de livros, a história de algumas editoras, editores, livreiros e alfarrabistas. Por isso, não pode deixar de assumir uma posição crítica pelo modo como finalizou o processo da Feira do Livro de Lisboa, tanto mais que esta é apenas uma das facetas visíveis de uma atitude e prática que poderá subverter não só o universo da edição em Portugal, como condicionar, certamente, o futuro das opções de leitura de cada um de nós. Como sabemos, neste particular a procura tem por base a oferta e, condicionada esta (os chamados tops e indicadores de venda imprescindíveis aos «gestores de produto» são disso exemplo), o espectro do que se quer fica necessariamente ao sabor do que se propõe…

Lamenta-se, por outro lado, que quer as entidades associativas e institucionais, quer a comunicação social e, principalmente, aqueles que detêm a qualidade de "autores", não tomem posição quanto ao que significa esta atitude do Grupo LeYa, que se estende ao teor da sua apresentação na Web. Não nos cabe pactuar com a apatia geral e o manifesto desinteresse com que outros aceitam esta posição de força, indicativa de meros interesses empresariais, entenda-se, comerciais. Na nossa perspectiva, é a própria história da edição em Portugal e o que esta representou no surgimento de autores, correntes literárias, movimentos culturais, que serviram a dar fisionomia criativa, literária e cultural a Portugal que paulatinamente será posta em causa. Nesta Editora não há a estultícia de ensinar quem quer que seja a editar, ainda que se mantenha o propósito de lutar pela memória das artes gráficas e pelo saber daqueles que fizeram emparceirar a "arte negra" ao lado das mais elevadas criações do espírito humano, mas, por isso mesmo, com o saber da História e os testemunhos do passado, jamais se poderá aceitar o advento de quem pretende, a modos de descoberta paraclética, "despertar as múltiplas geografias da alma lusófona" e "transformar […] a alma lusófona em linguagem universal». Não o aceitamos porque reconhecemos, sem miopia, que essa vocação tem sido assumida ao longo de mais de um século por muitos Editores e, principalmente por aqueles que estando distantes das esferas comerciais, fazem da sua vida uma via de p ensamento e de acção cultural. Afinal, para que serve a demagogia das palavras, quando a realidade das afirmações e da prática se mostra despudoradamente outra?

O Editor

Paulo Samuel»


por Booktailors às 18:20 | comentar | ver comentários (4) | partilhar

Ter, 27/Mai/08
Ter, 27/Mai/08
Eduardo Pitta, como anunciámos, esteve este fim-de-semana na Feira do Livro do Porto. No Da Literatura, já podemos encontrar a sua apreciação à feira:
«...entra-se por uma enorme tenda de plástico, onde estão amontoadas várias editoras, não sei quantas, não contei, serão talvez trinta; ao fim de meia hora em passo de caracol — os corredores são estreitos, as pessoas são muitas, os “carrinhos de bebé”, às dezenas, têm o tamanho de monovolumes —, chega-se finalmente à nave do pavilhão. Uma vez lá, respira-se melhor. Concentra-se aqui o grosso das editoras. Gente para cá e para lá. Altifalantes anunciam que o autor X e o autor Y dão autógrafos no stand Z. Os stands são divisórias em cartão prensado, estando as editoras identificadas por tiras de papel branco, colado na vertical, cujo alinhamento superior não ultrapassa 1,60m. Resultado: qualquer criança mais espigada tapa essa tão original sinalização. Ao cérebro que planeou o layout da Feira decerto não ocorreu que a mole humana, unida em bloco, “engole” as chancelas. Achou que assim é que era bonito, e não pensou mais no assunto. Multibanco também não havia (no domingo à tarde), o sistema estava out, dando azo a que compradores já com os livros autografados, se vissem impedidos de os pagar. É a isto que chamam promoção da cultura?»


por Booktailors às 01:39 | comentar | partilhar

Dom, 25/Mai/08
Dom, 25/Mai/08
Feira do Livro do Porto:

16:00: Eduardo Pitta e Miguel Real (Quidnovi). Sessão de autógrafos.

16:00: Sandra Pinto (Editorial Presença). Sessão de autógrafos

16:00: Maria do Rosário Pedreira (Editorial Verbo). Sessão de autógrafos

Ver programa completo aqui.

Feira do Livro de Lisboa.

17:00: General Loureiro dos Santos (Europa-América). Sessão de autógrafos.
16:30: Almirante João Nobre de Carvalho (Livraria do Centro de Promoção e Informação Turística de Macau Contra Ventos e Marés). Sessão de autógrafos.

Ver programa completo aqui.


por Booktailors às 13:14 | comentar | partilhar

Sex, 23/Mai/08
Sex, 23/Mai/08
A propósito da nova localização para a Feira do Livro do Livro avançada (Aliados), João Paulo Sousa deixa no Da Literatura a sua opinião: «Hoje, como é costume nos últimos dias de Maio, já choveu bastante no Porto, cidade onde abriu ontem a 78.ª edição da Feira do Livro. Para o ano, querem retirá­‑la do espaço coberto onde ainda se abriga e pô­‑la, como dizem, em contacto com a natureza, talvez na Avenida dos Aliados. Para mim, passear sob um guarda­‑chuva por entre barraquinhas onde os livros estão tapados por plásticos mais ou menos grossos (que não impedem completamente que eles se molhem) está bem longe do meu conceito de uma tarde ou de uma noite agradável.».


por Booktailors às 07:17 | comentar | partilhar

Qui, 22/Mai/08
Qui, 22/Mai/08
Hoje, no DN, um artigo de Alfredo Mendes, sobre a Feira do Livro do Porto (FLP).

Nesta notícia, Baptista Lopes avança já com a localização da próxima edição da Feira - A Avenida dos Aliados. Esta declaração viria a ser secundada por Rui Rio.

Por números:
- 96 stands;
- 60 editoras inscritas (menos cinco que na edição anterior);
- 9 editoras novas com stand próprio;
- estreia de dois participantes institucionais: a Fundação de Serralves e o Parque Biológico de Gaia.


por Booktailors às 14:03 | comentar | partilhar

Qua, 21/Mai/08
Qua, 21/Mai/08
...para a abertura da Feira do Livro do Porto.

Às 18h, dar-se-á a inauguração Oficial, com a presença de Rui Rio. O tema deste ano é o Porto:

Sexta-feira, 23 de Mai / 21:30
Sabores do Porto - Debate com: Chef Hélio Loureiro, Dr. Júlio Couto, Dr. Manuel Pinheiro

Domingo, 25 de Mai / 17:00
As Instituições Culturais do Porto Debate com: Dr. Carlos Nelson Amador, Dr. Silvestre Lacerda, Dr.ª Nassalete Miranda. Moderação de Drª Alexandra Beleza Moreira

Sexta-feira, 30 de Mai / 21:30
A Cidade e o Seu Património - a Perspectiva da Reabilitação da Baixa da Cidade. Debate com: Dr. Alfredo Mendes, Francisco Rocha Antunes, Dr. Helder Pacheco, Arq. Rui Loza

Sábado, 31 de Mai / 17:00Escritores do Porto. Debate com: Dr. Albano Martins, Dr.ª Inês Lourenço, Dr. Mário Cláudio

Sábado, 31 de Mai / 21:30
A Arte na Cidade - Espaços Alternativos de Exposição.Debate com: André Sousa, Pauo Mendes, Manuel Santos Maia, Isabel Carvalho, Isabel Ribeiro, Marco Mendes , Miguel Carneiro, Ricardo Nicolau, Moderação de Dr.ª Alexandra Beleza Moreira

Sexta-feira, 06 de Jun / 21:30
A Importância da Universidade do Porto na Afirmação da Região .Debate com : Prof. Dr. Nuno Grande, Prof. Dr. Sobrinho Simões

(pf)


por Booktailors às 14:59 | comentar | ver comentários (3) | partilhar

Ter, 20/Mai/08
Ter, 20/Mai/08
Vamos todos à Feira do Livro!

Sim, mas a do Porto, claro.

Em Lisboa só mais para o fim-de-semana, aparentemente.


por Booktailors às 10:20 | comentar | ver comentários (1) | partilhar

Sex, 16/Mai/08
Sex, 16/Mai/08
Hugo Xavier enviou-nos o texto que reproduzimos abaixo. Hugo Xavier é bastante claro ao referir que esta é a sua opinião pessoal e que a mesma «pode não reflectir as opiniões dos outros editores da Cavalo de Ferro»

«Para começar acho que chega, de uma vez por todas, de se ser hipócrita no mundo da edição em Portugal. Tenho lido "n" comentários neste blogue em que se argumenta uma eventual distinção entre editoras e empresas ou grupos empresariais. Ninguém me convence que a preocupação com a publicação de livros seja maior ou menor numa comparação entre, digamos, a Cavalo de Ferro e o Grupo Leya. Ambos queremos que os livros que publicamos sejam um sucesso e que vendam para podermos continuar a publicar mais e ganharmos dinheiro com isso. Ora essa questão é vital quando falamos de uma Feira do Livro que representa um bom naco das vendas anuais dos editores portugueses.

As Feiras de Lisboa e Porto (como quaisquer outras no nosso país) são feiras de venda, não de apresentação ou exposição. Ora diga a Leya o que quiser e, salvo no segmento do livro escolar, a feira vai ser sempre importante para qualquer editor pela quantidade de leitores que aglomera. Sobretudo numa época em que se tem vindo a verificar que as pessoas não compram livros no primeiro semestre do ano à espera das grandes feiras.

No que toca ao problema da organização da Feira e a guerra entre as duas associações que, todos sabemos, existem devido a guerras entre editores do segmento do livro escolar - e não me venham dizer que alguma vez poderá haver consenso quando a divisão parte de conflictos inconciliáveis e inimizades pessoais - , mais uma vez assistimos ao triste espectáculo dos últimos anos. Em cima da Feira do Livro - um evento que, pela dimensão que agora se apregoa, merecia ter sido discutido e aprovado com muito mais antecedência - é que se começa a puxar a brasa à sua sardinha. Esta discussão devia ter-se dado desde o começo do ano ou mesmo desde o final do ano transacto. O ideal seria mesmo que se discutisse a Feira do Livro do ano seguinte após a do ano presente, altura em que os problemas e situações a alterar estariam mais presentes na mente de todos os intervenientes.

As posições das Associações foram infantis. Tendo a CML pedido comedimento enquanto preparava a sua resposta vimos a APEL a apostar numa política de desinformação constante e de show off. A UEP, por sua vez, colocou-se numa posição de expectativa e silêncio de uma inocência ridícula face aos comunicados, cartas abertas e supostas reuniões organizados pela APEL.

Nessa altura, como ainda recentemente neste blogue se citava alguém a defender, dizia-se que a participação das editoras devia ser feita em pé de igualdade. Não percebo. Quem diz isso quer porventura insinuar que a Cavalo de Ferro pode comparar-se ao Grupo Leya? Em qualquer feira internacional (veja-se Frankfurt) as editoras têm os espaços que o seu poder económico permite. Aliás o pavilhão dos pequenos editores é um bom exemplo disso. E ninguém pode garantir que, havendo mais liberdade dentro de limites gerais, a Cavalo de Ferro não pudesse montar um espaço e um conjunto de campanhas mais atractivos do que o Grupo.Leya.

É urgente que as associações percebam o papel real que representam. Esse papel é, para a maioria das editoras, apenas o de, estando a elas associados, poderem participar na Feira do Livro.

Sabemos que a Feira do Livro representa um dos poucos encaixes financeiros para qualquer das Associações mas, em vez de lutarem por ele de forma baixa e mesquinha, conviria que analisassem o porquê dessa situação de total ineficiência no sector.

O associativismo de um sector que, por tradição, no nosso país, nunca se conseguiu unir - nem de longe nem de perto - não é útil. Enquanto os editores portugueses não perceberem que estão a perder a guerra e que essa guerra não é contra outros editores ou associações ou sequer o Estado. Que é uma guerra contra a tremenda situação de um país com quase 10 milhões de habitantes e no qual há 100.000 grandes leitores (aqueles que lêem, supostamente, mais de 10 livros por ano), não vamos passar da cêpa torta. Vamos continuar a parecer uma classe profissional (muito pouco, aliás) ridícula e mesquinha nas atitudes que toma.

A luta dos editores deve ser contra o analfabetismo intelectual, contra um sistema de ensino podre que não traz qualquer incentivo à leitura e à edificação e qualquer batalha só pode ser considerada ganha quando traz para o campo dos leitores pessoas que o não eram. Sem leitores não ganha nem a Cavalo de Ferro nem o Grupo Leya.

No que toca à posição e comportamento do Grupo Leya, se não concordo com os resultados, tenho de concordar com os motivos: se, como agora, a minha editora vê uma fonte de rendimento essencial em risco de não se realizar por causa de duas associações com posições ridículas, eu não hesitaria em usar todos os contactos e trâmites legais ou não para conseguir garantir a minha presença e, se isso pudesse acontecer dentro dos moldes que entendo ideais para o seu sucesso, tanto melhor.

Por último e talvez o mais importante: o comportamento e posições da CML perante este assunto. Indignos de uma edilidade de tal importância. Em primeiro lugar, aquando dos conflictos entre as associações, não soube impor ordem e respeito. Ao aceitar a proposta da APEL por ter tido primazia em termos cronológicos, revela ter cedido a um facilitismo intolerável. Mais valia ter cancelado de imediato a Feira - isso seria coerente. Mas não, aceita a candidatura da APEL - candidatura que, todos sabemos, defende uma moldura clássica para a Feira do Livro - , posteriormente e fora de todos os prazos admite a participação do Grupo Leya dentro de moldes específicos e fora do modelo clássico da Feira.

Como argumento para a importância da presença da Leya a CML diz que a participação de autores como Lobo Antunes, Saramago ou Lídia Jorge constitui interesse público. Não percebo. Estamos a falar dos livros ou das pessoas/autores? É do interesse público haver sessões de autógrafos? Ou que os leitores comprem os livros desses autores - tenho a certeza de que os alfarrabistas poderiam colmatar facilmente a ausência desses autores mas mais me pergunto: caso a Feira não se realize será que a ausência da Feira da Cavalo de Ferro, que representa 7 prémios Nobel e largas dezenas de autores vencedores de prémios como o Cervantes, o Goncourt, o Nadal, o Grinzane-Cavour, o Strega, o prémio de melhor romance europeu, o Fémina, o Príncipe das Astúrias, e muitos, muitos outros; de nomes como Ariosto, Boccaccio, Laxness, Rulfo, Cortázar, Andric, Flannery O'Connor e de várias obras que, inclusivamente, fazem parte da «Lista de Obras Representativas da Humanidade, escolhidas pela UNESCO», não será também ela contra o interesse público?

Sinceramente penso que de entre todos os intervenientes não se eleva uma voz inteligente e inteligível. Acho a situação vergonhosa e sinto-me muito mal por estar nela envolvido. Infelizmente não esperava outra coisa de um país onde uma agência nacional funciona dentro de uma associação comercial ou onde não há qualquer fiscalização jurídica e laboral num sector tão vital como o do livro ou ainda num país onde todos os envolvidos no sector sabem da falta de mecanismos para realizarem com eficiência o seu trabalho (como uma base de dados de stocks que ligue distribuidoras, livreiros e editores) pelo simples motivo de que muitos deles preferem continuar a trabalhar ilegalmente. Assim e pelo meu lado vou continuar a, calmamente, esperar que nasçam os dentinhos das crianças envolvidas passando assim as birrinhas e que o horizonte se desanuvie. A única vantagem de um eventual atraso é que o tempo anda mau.

Com os melhores cumprimentos e votos de continuação de bom trabalho.

Hugo Freitas Xavier

Coordenador Editorial Cavalo de Ferro Editores»


por Booktailors às 15:16 | comentar | ver comentários (2) | partilhar

Qui, 15/Mai/08
Qui, 15/Mai/08
Ideias principais:

Nota prévia: A LeYa foi contactada para prestar declarações e estar presente naquele encontro, mas não aceitou;

- Confrontada com a pergunta directa do jornalista se iria haver Feira do Livro de Lisboa (FLL), a vereadora Rosália Vargas (RV) foi clara ao dizer que sendo a APEL "idónea", possuindo "grande experiência" e "tal como de sua directa responsabilidade" irá decerto levar a cabo a missão de realizar a Feira. A declaração da vereadora, longe de um elogio, teve como intenção responsabilizar a organização mandatada para a organização da Feira;

- À pergunta "A Câmara apoia ou não a Feira?", a resposta de RV foi que seria "um ponto em análise".

- RV deixou claro que a CML sempre se disponibilizou para auxiliar no que estivesse ao seu alcance, no sentido de conseguir um acordo que implicasse a participação de todos. Que é "isenta";

- RV defendeu a posição tomada com a suspensão da FLL, negando pressão de qualquer género e apresentando o argumento de que pretendem ter "presenças fortes" (leia-se autores) na Feira. É por aqui que será medido o interesse público da FLL;

- RV elencou de que forma a CML apoia a FLL: isenção de taxas de ocupação do espaço público; apoio à montagem de infraestruturas da FLL; fornecimento de serviços de limpeza; reforço de segurança; reforço de fornecimento de energia eléctrica e iluminação

- Vão existir duas Feiras? RV foi clara ao dizer que não podem haver duas feiras, ao mesmo tempo, no mesmo espaço.

- Questionando Vasco Teixeira (VT) que representou, e bem, a APEL (a propósito, e sem despeito pelo Engº Vasco Teixeira que foi claro como água nas suas intervenções... onde está o Dr. Baptista Lopes numa situação crítica como esta?), questionado sobre a questão de se valia a pena colocar em causa a Feira por causa dos stands, VT começou por esclarecer que era responsável por um "grande grupo" e que a Feira representava menos de 0,5% da sua facturação. E que por isso estava ali, representando a APEL sim, mas igualmente preocupado com os pequenos editores. E não teve meias palavras ao dizer que Paes do Amaral, dono de 23 stands da Feira em virtude das suas aquisições, não é menos importante que os pequenos editores.

- VT adiantou que a divergência da APEL é com o grupo LeYa, pela forma como este decidiu encetar negociações e não com a CML; Janeiro teria sido uma boa altura para falar sobre o modelo da Feira, agora já é tarde de mais. "Todos concordam que a feira está antiquada", apenas este não é o momento para estar a ter esse tipo de discussão. Adiantou ainda que que modernizar todos os pavilhões teria um custo na ordem dos 10 a 20 milhões, algo incomportável para a esmagadora maioria dos pequenos editores. Que a Porto Editora (PE) que facturava 84 milhões de euros conseguiria suportar este esforço, mais alguns editores também, mas a maioria seria excluída da Feira. VT manifestou gosto em participar numa Feira onde todos são «iguais».

- VT acentuou o carácter cultural da feira no sentido de permitir aos editores apresentarem os seus títulos. Não entram no Continente, mas entram na Feira de Lisboa. Realçou ainda o aspecto de a Feira, tal qual está, permitir o livre acesso de todos. Os que facturam 84 milhões de euros e os que facturam 10 mil euros.

- VT foi claro ao afirmar que o Grupo LeYa decidiu promover-se à custa da Feira do Livro, deixando uma vez mais no ar a ideia que a feira é dos livros, leitores e de todos os editores, independentemente da sua dimensão;

- O jornalista perguntou a VT se iriam reiniciar-se as clivagens entre as duas associaçoes e este apontou o facto de esta UEP de agora já não ser a mesma UEP de há uns tempos atrás, aludindo desta forma à crescente predominância do grupo LeYa no seio da UEP, tendo inclusive referido a compra, por parte do grupo LeYa, da editora do presidente da UEP (Teorema);

- VT lamentou ainda a pouca atenção e adesão que é dada à Feira do Livro do Porto por parte dos editores. Referiu que uma das preocupações de futuro da APEL deverá ser, inclusive, entrar em diálogo com a CM Porto, de forma a conseguir que a Feira do Livro do Porto assuma outra pujança;


- Ficou para amanhã a entrega de um documento da APEL à CML, no qual esta associação indicará de que forma esta situação de impasse poderá ser ultrapassada. RV disse estar confiante que tudo seria resolvido pelo melhor. Confrontada com a pergunta de como se sentia ao ter a "batata quente", diplomaticamente RV foi dizendo que a "batata quente" estava do lado da APEL, na medida em que tinha sido a esta associação que tinha sido designada para a organização da FLL.


por Booktailors às 22:11 | comentar | ver comentários (1) | partilhar

Qui, 15/Mai/08
Acrescentando só mais algumas coisas escutadas no Fórum TSF, às 11:30, e já referenciado pelo post da Sara, gostaríamos de dizer que Isaías Gomes Teixeira também disse que:

O despacho da Câmara Municipal terá chamado claramente o Presidente da APEL de mentiroso;
e que a Leya, ao contrário de outros editores que vão para a Feira "feirar"[!] e ganhar dinheiro, entende a Feira do Livro como uma festa, uma oportunidade de mostrar o seus livros e o seu fundo de catálogo. Não é uma oportunidade de ganhar dinheiro.

Já agora, perguntamos nós, qual foi mesmo o motivo que o levou a dizer que não estariam presentes na Feira do Porto?


por Booktailors às 14:47 | comentar | ver comentários (2) | partilhar

Qua, 14/Mai/08
Qua, 14/Mai/08
Se em Lisboa está suspensa, no Porto moribunda.

De entre as ausentes deste anos conta-se o Grupo LeYa, a Bertrand, a Civilização ou a Girassol.

Mais desenvolvimentos no Público.


por Booktailors às 18:46 | comentar | partilhar

Qui, 8/Mai/08
Qui, 8/Mai/08
Depois do grupo LeYa, sabe-se agora que também a Bertrand se excluiu da intenção de ir à Feira do Livro no Porto.


por Booktailors às 09:55 | comentar | partilhar

Qua, 7/Mai/08
Qua, 7/Mai/08
Reproduzimos aqui o comunicado da APEL que dá conta das inscrições nas Feiras do Livro de Lisboa e Porto. O Grupo LeYa não se inscreveu em nenhum dos eventos.

« Encerraram hoje de manhã as inscrições na 78.ª edição das Feiras do Livro de Lisboa e Porto, após um prolongamento especial dado aos associados da UEP para se inscreverem nos certames – de relembrar que a data inicialmente definida foi a de 30 de Abril último.

A Associação Portuguesa de Editores e Livreiros – APEL, responsável pela organização das Feiras do Livro, informa que, durante aquele período, registou a inscrição de associados da União de Editores Portugueses directamente na APEL, tendo a UEP feito chegar à organização inscrições relativas a 34 stands de um total de 190 stands que estarão na Feira do Livro de Lisboa, todos eles de modelo tradicional.

Quanto à Feira do Livro do Porto, a APEL informa que contará com 90 stands, dos quais apenas 5 foram inscritos pela UEP.

Informa ainda que o Grupo Leya não se inscreveu em nenhuma das Feiras do Livro.

A DIRECÇÂO»


por Booktailors às 20:22 | comentar | ver comentários (1) | partilhar

Dom, 20/Abr/08
Dom, 20/Abr/08
O imprescindível blog da Ler (pelo menos se queremos saber ao minuto o que se está a passar) publicou um comunicado da APEL. Tema? Feira do Livro, pois claro:

«No quadro das nossas responsabilidades na organização das Feiras do Livro de Lisboa e Porto, lançámos no passado dia 14, segunda-feira, os respectivos processos de inscrição. Entretanto, os nossos colegas da UEP lançaram idêntico procedimento, numa atitude de irresponsabilidade, e que em nada contribui para a boa organização das feiras. Como é do conhecimento geral, as Feiras de Lisboa e Porto têm a preciosa colaboração das respectivas Câmaras Municipais não apenas quanto à cedência do espaço para a sua realização, como igualmente no apoio logístico, inscrevendo-se inclusivamente nas Festas das Cidades, e sendo dos mais relevantes acontecimentos culturais de Lisboa e Porto. Afirmando-se no comunicado da UEP que a Feira que supostamente pretendem organizar seria em colaboração com a Câmara Municipal de Lisboa, tal se revela absolutamente falso, porquanto, ao que sabemos, a Câmara Municipal de Lisboa ainda não tomou qualquer decisão quanto à questão da organização da Feira. Temos a forte convicção que a decisão a tomar não poderá deixar de estar em consonância com as posições que vimos defendendo, enquanto organização de 77 Feiras do Livro, património de que muito nos orgulhamos, e com a participação de todos os editores que nela queiram participar. Relativamente à Feira do Livro do Porto, informamos estarmos a trabalhar em estreita ligação com a respectiva Câmara Municipal, que uma vez mais nos cedeu o Pavilhão Rosa Mota, naturalmente em regime de exclusividade, nada autorizando a UEP a lançar um processo de inscrições para um evento que nunca foi objecto de qualquer contacto entre as duas associações. Apesar da conflitualidade que não criámos, continuamos disponíveis para a renovação do protocolo com os nossos colegas da UEP que nos permitiu realizar as Feiras do Livro de Lisboa e Porto de 2003 a 2007 num quadro de pacificação do movimento associativo. Informamos igualmente que na Assembleia de Participantes da Feira do Livro de Lisboa, por nós convocada e ontem realizada, e que contou com a presença de dezenas de editores das duas associações, fomos mandatados para continuarmos a desenvolver os contactos com a Câmara Municipal de Lisboa e a UEP em ordem à boa realização da Feira. Na ocasião um conjunto de editores promoveram uma Carta Aberta sobre a feira do Livro de Lisboa [...] Aproveitamos para informar que os trabalhos de organização de ambas as feiras decorrem normalmente e que a data de abertura prevista é o dia 21 de Maio.»


por Booktailors às 01:02 | comentar | partilhar

Sex, 18/Abr/08
Sex, 18/Abr/08
«As editoras Asa, Caminho, D. Quixote, Gailivro, Novagaia e Texto não estarão representadas na Feira do Livro do Porto, anunciou hoje Isaías Gomes Teixeira, CEO do grupo LeYa e vice-presidente da UEP.»

No blog da ler.

Actualização: Notícia na página de cultura da RTP.

Isto está bonito, está...


por Booktailors às 19:05 | comentar | ver comentários (1) | partilhar

Qui, 14/Fev/08
Qui, 14/Fev/08
«A próxima edição da Feira do Livro do Porto deverá realizar-se no pavilhão Rosa Mota, ao Palácio de Cristal, confirmou, ontem, ao JN, o presidente da Associação Portuguesa de Editores e Livreiros (APEL). "O certame deverá realizar-se no mesmo local das edições anteriores. Sem prejuízo, no entanto, de a Câmara Municipal do Porto e da APEL poderem, em conjunto, analisar outras soluções, nomeadamente, a Baixa do Porto", referiu, ao JN, António Baptista Lopes».

Hoje, no JN, um artigo de Manuel Vitorino.


por Booktailors às 12:07 | comentar | partilhar

Qua, 30/Jan/08
Qua, 30/Jan/08
Ainda não é de vez, é provisório, melhor: não está ainda definitivamente tomada a decisão, segundo nos diz Jorge Marmelo, no Público/Porto.

Este ano a Feira do Livro do Porto será na Avenida dos Aliados (após já a termos conhecido na Rotunda da Boavista e no Parque de Cristal/Pavilhão Rosa Mota, pelo menos).
Outra novidade é que o seu início será antecipado (de 20 de Maio a 7 de Junho, provavelmente), para não coincidir com o Campeonato Europeu de Futebol.

O certame tem já 78 anos e ainda não mora em casa própria, regressando ao local que o viu nascer, em 1931.

Igualmente, é referido que não serão montadas as tendas, nem feitos novos expositores, sendo que da chuva haverá resguardo através de contentores, sendo igualmente que ainda não foi tomada nenhuma decisão em relação à construção de novas estruturas. Mais referem que o valor cobrado aos editores/por stand se manterá igual.

Com sorte o Guarani passará a ser o novo café literário, e a Culturgest/Porto a sala de exposições.


por Booktailors às 16:45 | comentar | ver comentários (2) | partilhar

Ter, 15/Jan/08
Ter, 15/Jan/08
Como noticia o JN, a pouco mais de quatro meses do início, «ainda é desconhecido o local onde se vai realizar a 78.ª Feira do Livro do Porto». Como ainda não é certo que a feira do livro não se venha a repetir no Pavilhão Rosa Mota, é apresentada como hipótese mais provável a Baixa do Porto, via uma tenda gigante ou «pela transferência dos stands anteriormente dispostos no Pavilhão Rosa Mota, desde que sejam colocados estrados para fazer face ao declive da Avenida dos Aliados».

«A tomada de decisão (...) deverá acontecer até final do mês, o que vai de encontro às pretensões da APEL. O mandato dos actuais corpos gerentes termina em Março - a equipa liderada por Baptista Lopes já decidiu que não se recandidata -, mas, segundo Francisco Madruga, "queremos deixar tudo definido até essa data".

Mais desenvolvimentos aqui. Um artigo de Sérgio Almeida.


por Booktailors às 12:29 | comentar | partilhar


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