Qua, 1/Fev/12
Qua, 1/Fev/12
A empresa anunciou que, para se adaptar à situação da atual economia, vai despedir empregados, avaliar de forma independente a sua situação nos vários países onde tem lojas e focar-se também num comércio mais «familiar», preocupando-se com fornecer produtos direcionados a um mercado infantil, pois é um grupo que ainda se mostra leal a livros em formato impresso. Leia aqui.
Sex, 22/Out/10
Sex, 22/Out/10
«A Fnac anunciou o lançamento do seu próprio leitor de e-books. Vai chamar-se FnacBook e estará à venda em França a partir do próximo mês. Não se sabe quando vai estar disponível em Portugal.» Ler no Público.
Sex, 22/Out/10
Seg, 2/Ago/10
Seg, 2/Ago/10
«O bilionário François-Henri Pinault, que lidera a Pinault Printemps – PPR – já recebeu “sinais significativos de interesse” na compra do negócio do retalho do grupo francês, que inclui as lojas FNAC e a Conforama.» Ler no Público.
«François-Henri Pinault, líder do grupo comercial detentor da Fnac – Pinault-Printemps-Redoute (PPR) -, admite a hipótese de vender as lojas. O grupo está a reunir esforços para concentrar os recursos nos seus principais negócios, mais precisamente na loja de roupa e acessórios de luxo Gucci e na parte da marca desportiva Puma que Pinault é accionista. Segundo o líder do grupo, já foram recebidas propostas de compra, que incluem também as lojas Conforama.» Ler no jornal i.
Sex, 30/Abr/10
Sex, 30/Abr/10
Decorre amanhã, dia 1 de Maio, um workshop de Escrita Criativa na Fnac Coimbra. O workshop está limitado a 15 inscrições. Mais informações e inscrições na recepção da Fnac Coimbra.
Sex, 23/Abr/10
Sex, 23/Abr/10

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Post From My iPhone. PF.
Sex, 23/Abr/10
Qua, 10/Fev/10
Qua, 10/Fev/10
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Pedro Mexia apresenta hoje, na Fnac Chiado, pelas 18h30, o mais recente livro de Eduardo Pitta, intitulado
Aula de Poesia. A obra, editada pela Quetzal (mais uma transferência para este selo editorial), compila uma série de artigos do poeta, escritor,
blogger, crítico literário. O tema? A poesia, pois claro.
Ter, 5/Jan/10
Ter, 5/Jan/10
«Um livro contra o casamento homossexual motivou um "protesto" promovido na Internet contra a alegada "censura" da FNAC à obra, que a cadeia de lojas desmente, afirmando que foram problemas "logísticos" que a afastaram dos escaparates durante o Natal.» Ler no
Diário Digital.
Qua, 25/Nov/09
Qua, 25/Nov/09
«Há quatro anos que o milionário François-Henri Pinault anda a tentar vender a Fnac e a Conforama. Administrador- -delegado do gigante PPR S.A. (Pinault--Printemps-Redoute), que detém marcas de luxo tão sonantes como Gucci e Yves Saint Laurent, Pinault tem uma equipa de 12 pessoas à procura de bons compradores para as duas cadeias europeias. "Bons" significa que estarão disponíveis para pagar algo como quatro mil milhões de euros pelas marcas. A intenção estava a ser desenhada desde 2006, mas foi interrompida pela crise mundial. Agora que os mercados financeiros estão a voltar ao normal, Pinault decidiu voltar à carga.» Ler no jornal
i.
Ter, 17/Nov/09
Ter, 17/Nov/09
«A Fnac inaugura hoje a sua 16ª loja em Portugal e prevê investir mais 10,5 milhões de euros em novas unidades até 2012, disse à Lusa fonte da empresa.
O novo espaço comercial, que abre ao público quarta-feira no GuimarãeShopping, representa um investimento de 3,5 milhões de euros e vai criar 80 postos de trabalho.
Com uma área de 1.800 metros quadrados, a loja conta com serviços como bilheteira de espectáculos, um espaço infantil, zonas de leitura e pontos de escuta de discos, 19.000 referências musicais, 4.000 de filmes, 20.000 relativas a livros, mil de jogos e consolas, 1.700 na área de som e imagem e 7.000 no campo da informática.» Ler
aqui.
Sex, 30/Out/09
Sex, 30/Out/09

Decorre amanhã a 4.ª sessão de debates de «Agustina na FNAC». O projecto «ADN – Agustina Desígnio Nacional» procura homenagear Agustina Bessa-Luís, consagrando-a como uma das maiores escritoras vivas de língua portuguesa. Subordinado ao tema «Os Aforismos de Agustina», o debate de hoje contará com a participação de Pedro Mexia, José Manuel dos Santos e Maria Helena Padrão, sendo moderado por Helena Vasconcelos. Às 19h, na FNAC dos Armazéns do Chiado, em Lisboa.
Qua, 28/Out/09
Qua, 28/Out/09

Decorre hoje a 3.ª sessão de debates de «Agustina na FNAC». O projecto «ADN – Agustina Desígnio Nacional» procura homenagear Agustina Bessa-Luís, consagrando-a como uma das maiores escritoras vivas de língua portuguesa. Subordinado ao tema «Agustina e as Relações de Poder», o debate de hoje contará com a participação de Lídia Jorge, Filipa Melo e Miguel Real, sendo moderado por Helena Vasconcelos. Às 18h30, na FNAC dos Armazéns do Chiado, em Lisboa.
Ter, 27/Out/09
Ter, 27/Out/09

Decorre hoje a 2.ª sessão de debates de «Agustina na FNAC». O projecto «ADN – Agustina Desígnio Nacional» procura homenagear Agustina Bessa-Luís, consagrando-a como uma das maiores escritoras vivas de língua portuguesa. Subordinado ao tema «Os Homens e as Mulheres em Agustina», o debate de hoje contará com a participação de Inês Pedrosa, Francisco José Viegas e Patrícia Reis, sendo moderado por Helena Vasconcelos. Às 18h30, na FNAC dos Armazéns do Chiado, em Lisboa.
Seg, 26/Out/09
Seg, 26/Out/09

Começa hoje um ciclo de quatro conversas na FNAC - Chiado, em Lisboa. Os debates terão lugar até 31 de Outubro, sendo moderados por Helena Vasconcelos. O projecto «ADN – Agustina Desígnio Nacional» procura homenagear Agustina Bessa-Luís, consagrando-a como uma das maiores escritoras vivas de língua portuguesa.
Subordinado ao tema «As Artes de Agustina», o debate de hoje contará com a participação de Graça Morais, João Botelho e Mónica Baldaque. Às 18h30, na FNAC dos Armazéns do Chiado, em Lisboa.
Ter, 22/Set/09
Ter, 22/Set/09
A versão original de The Last Song, de Nicolas Sparks, encontra-se em 1.º lugar no top de vendas da Fnac do Chiado, em Lisboa.
Sex, 22/Mai/09
Sex, 22/Mai/09
Qui, 21/Mai/09
Qui, 21/Mai/09
Editorial
A FNAC, a partir do dia 1 de Junho deste ano, passará a devolver os livros aos editores com as etiquetas que esta cadeia coloca nas obras. Para o caso de esta frase não ser suficientemente clara, explique-se: tratam-se das etiquetas onde constam as referências da própria cadeia, código de barras, preço editor e descontos para aderentes do cartão daquela cadeia de lojas.
Ou seja, o editor envia os livros para a FNAC, a cadeia coloca as etiquetas necessárias e depois devolve ao editor, que terá ele próprio de proceder à tarefa a que outros (a FNAC) se negaram. Porquê? Para libertar os colaboradores das lojas para as tarefas de «divulgação, aconselhamento e defesa intransigente do livro», conforme pode ler-se em
e-mail enviado pela FNAC aos editores. Ou seja, para que o aconselhamento e acompanhamento do consumidor sejam melhorados, os colaboradores não podem dispender tempo em tarefas mais supérfluas. Os editores que façam esse serviço. Subentende-se pois que, igualmente, os editores não terão nada de mais útil para fazer.
Apesar da justificação, apetece perguntar se a intenção é prestar um melhor serviço ou fazer uma redução de pessoal. Aguardemos as próximas compras na FNAC para perceber se o serviço irá melhorar.
Depois das alterações à política de descontos (os 10% sobre os quais a FNAC cimentou grande parte da sua popularidade agora são exclusividade de portadores do cartão da cadeia de lojas), a FNAC volta a inovar. Resta saber até quando e se assistiremos, ou não, a uma posição concertada dos editores para evitar outras futuras medidas da cadeia francesa, que poderão ter consequências bem mais perniciosas para o trabalho dos editores.
Paulo Ferreira.
Qua, 22/Abr/09
Qua, 22/Abr/09
«A loja Fnac do Centro Comercial Colombo (CCC), na Avenida Lusíada, vai acolher no dia Mundial do Livro (23 de Abril), às 15:00 horas, uma sessão de leitura de obras da literatura, protagonizada por escritores, músicos e outras personalidades.»
Ler no
Diário Digital.
Seg, 16/Mar/09
Seg, 16/Mar/09
A Porto Editora e a FNAC juntaram-se numa campanha de reciclagem que resultará numa acção de reflorestação, agendada para hoje, em Castro Daire. Ao todo, são mil novas árvores. Quinhentos pinheiros bravos e quinhentos carvalhos.
Esta iniciativa das duas entidades conta com o apoio da Câmara Municipal de Castro Daire, envolvendo a participação de professores e alunos da Escola EB 2,3 de Castro Daire,da Escola Secundária de Castro Daire e da Escola EB 1,2,3 de Mões, da ANEFA – Associação Nacional de Empresas Florestais, Agrícolas e do Ambiente. A cada uma das escolas participantes, a Porto Editora oferecerá uma biblioteca de dicionários completa, no valor de 250 € cada.
Qui, 18/Dez/08
Qui, 18/Dez/08
O romance vencedor do Prémio Literário Fnac/Teorema 2008 (A casa do esquecimento, de Fernando Dinis), estará disponível nas livrarias em Janeiro de 2009.
Qui, 6/Nov/08
Qui, 6/Nov/08
Carla Maia de Almeida traça um cenário terrível da FNAC do Vasco da Gama, no que aos livros diz respeito.
Aqui.
Qui, 16/Out/08
Qui, 16/Out/08
«Ou seja, se a FNAC deixou de nos dar desconto, pelos vistos nós também deixámos de dar desconto à FNAC. E isto é uma oportunidade de ouro para as livrarias que tiverem a inteligência de aproveitar este súbito ataque de cupidez, mascarado de chantagem comercial mesquinha. Sem a cenoura do desconto, muitos leitores não hesitarão em procurar livros noutros lados. E eu estarei entre esses leitores.»
Ler
aqui.
Qua, 15/Out/08
Qua, 15/Out/08
A Fnac Matosinhos abre amanhã. Recorde-se que a FNAC abriu a sua loja do Vasco da Gama no passado dia 10.
Qua, 15/Out/08
«Acabou-se a papa doce. Não mais voltaremos a desfrutar do desconto de 10% que a Fnac fazia sobre os livros, a não ser que, munidos de uma boa vontade à prova de bala e esquecendo a inestimável lição de Groucho Marx: «I would not join any club that would have someone like me for a member», nos juntemos à farsa do descontinho do cartãozinho maneirinho.»
Retirado
daqui.
Ter, 14/Out/08
Ter, 14/Out/08
«...quem não é aderente, aproveite este mês de Outubro para fazer algumas compras (quem sabe, comprar já algumas das prendas de Natal?!), ou então, aderir ao cartão para continuar a beneficiar dos 10% de desconto.»
Ler
aqui.
Seg, 13/Out/08
Seg, 13/Out/08
«A mim parece-me um sinal mais ou menos claro de que os livros deixaram de ser a principal área de negócio da FNAC, caso contrário não poderiam implementar uma medida deste género sob pena de perderem os seus clientes para concorrentes como as grandes superfícies»
Ler
aqui.
Dom, 12/Out/08
Dom, 12/Out/08
«É importante dizer que o facto de a FNAC praticar os ditos preços levou ao encerramento de pequenas livrarias que não poderiam concorrer em termos de vendas, pelo que a decisão está já a originar muita controvérsia. Agora os preços praticados serão na sua maioria até ligeiramente superiores aos dos outros estabelecimentos.»
Ler
aqui.
Sáb, 11/Out/08
Sáb, 11/Out/08
«Era bom, mas acabou. A partir de hoje, a Fnac restringe o desconto de 10% (sobre livros) aos detentores do Cartão Fnac, uma comunidade, diz a empresa, de 250 mil leitores portugueses que «tem de ser acarinhada». A concorrência mais profissional faz o mesmo, ou parecido, e, para que não haja confusões, a Fnac adopta o espírito members only. OK. O problema não é o cartão. É a chatice dos formulários!»
Retirado
daqui.
Sex, 10/Out/08
Sex, 10/Out/08
«A desculpa é que os outros efectuam "promoções" temporárias idênticas que retiram utilidade comercial a esta pequena "liberalidade". O motivo, evidentemente, deve ser outro e, como diz a outra, não interessa nada. Só os "sócios", como num clube de futebol, é que ficam com o direito àquele desconto. Bom proveito.»
Ler
aqui.
Sex, 10/Out/08
Foi ontem a inauguração da nova FNAC, desta feita no Centro Comercial Vasco da Gama, no Parque das Nações, em Lisboa.
A Inauguração foi bastante concorrida, contando com a presença da direcção da FNAC francesa e o apadrinhamento de Aldina Duarte e de Rui Zink.
O espaço em si é bastante grande, contando com dois pisos, sendo o piso inferior totalmente dedicado às tecnologias e o piso superior para os livros, CDs e a bilheteira.
Com um design semelhante à nova loja de Alfragide, o espaço é amplo e atraente.
Já abriu ao público.
Qui, 9/Out/08
Qui, 9/Out/08
A FNAC Vasco da Gama abre amanhã. Hoje, dar-se-á à festa de abertura, com entrada por convite. Recordamos que no próximo dia 16 a FNAC abrirá mais uma loja, em Matosinhos.
Qui, 9/Out/08
«Mas é igualmente por causa do preço dos seus produtos que tantos clientes escolhem comprar ali e não na Bertrand, na Bulhosa, ou em qualquer outra superfície que venda livros, cd´s, etc. Por isso, a notícia divulgada hoje de que o célebre desconto de dez por cente terminou, não deixa de surpreender.»
Ler
aqui.
Qua, 8/Out/08
Qua, 8/Out/08
A FNAC irá reforçar o segmento tecnológico nas suas lojas. Para ler
aqui.
Qua, 8/Out/08
«A FNAC fanou-se. Quer dizer, deixou de ter qualquer interesse para o cliente comum. Já quase só tem livros de grande rotação, como qualquer hipermercado. Fundos não existem. O interesse eram os 10% de desconto. Como agora passa a ser vantagem exclusiva dos detentores de cartão FNAC (e eu não gosto de cartões), vou ali e já venho.»
Ler
aqui.
Ter, 7/Out/08
Ter, 7/Out/08
«Sinais de uma certa mudança começaram a chegar-nos em 2007, sobretudo pela redução dos pedidos de novidades. Outros e mais preocupantes ecos chegaram mais recentemente, e, aí, tenho de confessar que me enganei: se de facto as coisas vão mudar para o que parecem estar a mudar, então aquilo que eu esperei e julguei que acontecesse, que a FNAC contagiasse o restante mercado de oferta com a mesma abertura a pequenos fornecedores, limpando a sufocante imagem de reservatórios de best-sellers à boca das livrarias e outras áreas da concorrência (nunca lá nos disseram, como numa conversa com o comprador de uma grande superfície, "vocês têm algum livro que venda tanto como o Harry Potter?") pode mesmo não se concretizar. No preciso momento em que a FNAC sente chegada a ansiada liderança, começa a cortar com o que a fazia ser uma referência. Note-se que pouco me importa o fim dos 10% nos PVP (como editor, é-me benéfico, e como comprador não me afecta pois sou cada vez mais cliente do carteiro como livreiro ao domicílio). O me inquieta é o iminente fim de outras coisas, cuja percentagem na existência de um pequeno editor é de bem maior monta.»
Ler na integra
aqui.
Ter, 7/Out/08
«O golias entrou em crise, e cegou do unico olho que tinha, que era 10% desconto nos livros.
Falta honestidade e humildade para reconhecer tal.
A grande desilusão no reino dos coletes verdes.»
Ler
aqui.
Seg, 6/Out/08
Seg, 6/Out/08
«...em termos de imagem, é um erro, creia-me o director de comunicação da FNAC. Não será melhor voltar atrás? Ou quer que toda a gente seja fichada, "com cartão"»
Ler
aqui.
Dom, 5/Out/08
Dom, 5/Out/08
«O que acontecerá agora? Será que os clientes da Fnac preferirão passar a usar uma das cinquenta e tal livrarias da Bertrand, com um atendimento muito mais personalizado, ou continuarão a seguir a lógica tão portuguesa do hipermercado tudo ao molho?
A popular Fnac, a tal que foi fundada com ideias socialistas em França há muitos anos, escolhe agora o seu público, isto é, os que têm dinheiro e o Cartão (de crédito) Fnac.»
Ler
aqui.
Sex, 3/Out/08
Sex, 3/Out/08
«Nem de propósito, a decisão da FNAC no sentido de acabar com o desconto generalizado de 10% no preço de capa dos livros, limitando-o aos portadores de cartão FNAC (que entretanto mudou de natureza, passando a ser na prática um cartão de crédito, coisa que não tem sido referida e traz em si vastas consequências), coincidiu com o apogeu da crise do subprime: estava o mundo aflito com a decisão, inteiramente racional, do Congresso americano no sentido de rejeitar a panaceia «nacionalizadora» de Bush (que de ironias supostamente pós-históricas…), e eis que a FNAC mostra como funciona a Realpolitik do capital: optimizar mais-valias, chama-se a isto.»
Para ler na íntegra
aqui.
Sex, 3/Out/08
Qua, 1/Out/08
Qua, 1/Out/08
«O dia de hoje devia, assim, marcar uma indignação geral dos fornecedores da Fnac, visto que aquilo que está contratualizado partiu de um pressuposto que já não se coloca.»
Para ler na totalidade
aqui.
Qua, 1/Out/08
«Aquilo que a FNAC parecia ser no início da sua instalação em Portugal, uma livraria com programação cultural, oferta diversificada, com novidades de todos os quadrantes, mas também com fundos sólidos, tem vindo a desaparecer aos poucos e há já alguns anos que o único motivo pelo qual valia a pena lá ir era mesmo o do desconto, ainda que às vezes isso pesasse um bocado na consciência de quem desconfia que os 10% a menos no preço seriam retirados do lucro da editora (peso que se combatia muito bem comprando apenas livros de editoras maiores e reservando a compra de livros da & etc, Antígona, Averno, Fenda, Quasi e outras para espaços mais amigos da edição). »
Para ler na totalidade
aqui.
Qua, 1/Out/08
«...Mesmo com todas as vantagens que o cliente possa ter, por possuir um cartão FNAC, (não ponho em causa que sim) não deixa de ser um grande negócio para a FNAC.»
A Pó dos Livros reage à notícia de que a FNAC limitará o desconto de 10% aos possuidores de cartão da casa. Para ler
aqui e perceber na totalidade o raciocínio de Jaime Bulhosa.
Qua, 1/Out/08
Editorial
À FNAC se deve muita da democratização do livro. Abriu portas no nosso país há dez anos, tendo-se instalado no leitor a ideia de que, confortavelmente sentado num sofá, podia folhear-se sem comprar, consultar sem ser visto de soslaio pelo livreiro, que se certificava se não levávamos indevidamente um livro debaixo do braço.
Equipada com bons profissionais, livreiros a sério, entrava-se na FNAC e percebia-se que quem estava do outro lado do balcão sabia do que falava. Uma forte actividade cultural convidava a dar lá um salto para ver o que ocorria. Tudo acompanhado de um café ou de uma bebida. Paralelamente, e com a implementação da Lei do Preço Fixo, o preço FNAC (redução de 10% sobre o preço de editor) foi também uma das características que fez com que a compra de livros passasse a ser efectuada naquelas lojas. Desvalorizaram-se as livrarias, ditas independentes, algumas impregnadas de vícios que ainda tardam a desaparecer, e passou-se a comprar
bastante na FNAC.
Com o evoluir dos tempos, a actividade cultural passou a fazer parte do dia-a-dia das livrarias independentes (veja-se, a título de exemplo, a Pó dos Livros, em Lisboa, a Loja 107, nas Caldas da Raínha, ou a livrododia, em Torres Vedras), as cafetarias instalaram-se em muitos destes espaços, e os que quiseram sobreviver e continuar a ser respeitados, lutaram por encontrar o seu espaço. Veja-se a Ferin, fortíssima nos álbuns e no livro importado, com um serviço ao cliente absolutamente irrepreensível.
Faltava o preço para competir com a FNAC. Os livreiros tradicionais, sujeitos a descontos inferiores por parte das editoras, por não representarem o mesmo do que a FNAC em termos de negócio, viam-se impossibilitados de praticar o desconto do armazenista francês. Observa-se agora que a FNAC parece preparar-se para abandonar esta política de preços. Assim, apenas os portadores dos cartões poderão usufruir dos 10% de desconto que, presume-se, continuarão a ser suportados pelos editores. Os outros clientes pagarão o mesmo preço praticado numa livraria independente.
Por tudo isto, fica uma pergunta: se não se possuir um cartão FNAC, qual o motivo para se continuar a ir lá comprar livros?
(pf)
Qua, 1/Out/08
«A partir de hoje acabou o chamado "preço FNAC" e o desconto de dez por cento à cabeça sobre qualquer livro passará a ser usufruído apenas pelas 250 mil pessoas em Portugal que possuem cartão de cliente daquele grupo. Esta alteração estratégica foi ontem confirmada ao PÚBLICO pelo director de comunicação do grupo, Viriato Filipe.?
Mais desenvolvimentos no
Público.
Ter, 22/Abr/08
Ter, 22/Abr/08
Amanhã - dia mundial do livro, pelas 18h30, decorrerá na
Fnac Colombo uma sessão subordinada ao tema "o futuro do livro", que contará com as participações de José Luis Peixoto, António Baptista Lopes e Mário Sena Lopes.
Seg, 21/Abr/08
Seg, 21/Abr/08
"Na facturação global da Fnac, qual é o peso da facturação dos livros?
E.M.: Cerca de 25%, depende da loja; há lojas com um perfil mais editorial. Hoje, andamos à volta dos 60%em produtos técnicos e 40%em produtos editoriais (o que inclui discos e livros).
Quais são as lojas que vendem mais livros?
E.M.: As que estão no centro das cidades, nomeadamente, Chiado e Santa Catarina. Temos desenvolvido algumas zonas mais específicas em cada uma delas."
Enrique Martinez, Os Meus Livros, nº62: Abril 2008, p. 51
Dom, 20/Abr/08
Dom, 20/Abr/08
“Todas as vossas lojas oferecem os mesmos livros?
E.M.: Não, há um catálogo comum, mas uma boa parte é decidida em cada loja, adequando o espaço e o gosto dos seus clientes. Imagine que contratamos um expert em bd americana, é muito provável que essa pessoa vá trazer para a Fnac know-how nessa área específica.”
Enrique Martinez, Os Meus Livros, nº62: Abril 2008, p. 53
Sáb, 19/Abr/08
Sáb, 19/Abr/08
“Afirmou numa entrevista: ‘ Não me admiraria que, em 2011, a Internet seja a 1ª loja do grupo no país em termos de facturação, uma vez que isso já acontece em França e no Brasil.’ O que representam as vendas online para a Fnac e quais são os vossos objectivos nesse campo?
E.M.: Hoje representam cerca de 1,5% mas, nos últimos anos, temos tido um crescimento constante na ordem dos 40 ou 50%, ou seja, o mercado de Internet em Portugal está a crescer ao ritmo que está a crescer o número de lares equipados com computadores ou a instalação de linhas de alta densidade de transmissão de dados. A partir daí há um maior uso de Internet, primeiro para partilha de dados, depois numa segunda fase, para comércio electrónico. Queremos chegar aos 10% de vendas online, o que, num universo de vinte lojas, fará da Internet a nossa melhor loja.”
Enrique Martinez, Os Meus Livros, nº62: Abril 2008, p. 53
Sex, 18/Abr/08
Sex, 18/Abr/08
“ E qual é a sua opinião sobre as recentes Byblos?
E.M.: Respeitamos. É um conceito muito arriscado mas com algum mérito, alguém que decide lançar-se neste mercado com tamanha ambição. No sentido de haver mais espaço para livrarias, acho fantástico, os livros não concorrem entre si, mas sim com outras formas de entretenimento – videojogos, cinema, teatro, concertos.”
Enrique Martinez, Os Meus Livros, nº62: Abril 2008, p. 52
Qui, 17/Abr/08
Qui, 17/Abr/08
“ O que distingue a secção de livros de uma livraria como a Bertrand ou Bulhosa?
E.M.: Por um lado, a independência, os nossos vendedores são especialistas, mas são totalmente independentes nas suas escolhas: nas ofertas, nas promoções, nos destaques que são feitos na loja. Depois, temos uma ampla gama de oferta, temos mais de 150 mil referências, mesmo as que não estão expostas, rapidamente podem ser disponibilizadas ao cliente. O nosso modelo de loja global acaba por dar ao cliente que gosta de livros a oportunidade de contactar com outras realidades da área da cultura.
Enrique Martinez, Os Meus Livros, nº62: Abril 2008, p. 52
Qua, 16/Abr/08
Qua, 16/Abr/08
“Continua a haver lugar para as pequenas livrarias?
E.M.: Acho que sim, pela conveniência (cada vez somos mais cómodos no nosso dia a dia e o facto de termos uma loja perto de nós faz toda a diferença) e pela especialização. Se não podemos ser a maior loja, temos de ser a melhor naquilo que temos para oferecer. Há bons exemplos de pequenas lojas que conseguem fazer uma oferta orientada para um tipo de cliente ou géneros específicos. ”
Enrique Martinez, Os Meus Livros, nº62: Abril 2008, p. 51-52
Seg, 14/Abr/08
Seg, 14/Abr/08
“Como comenta as recentes mudanças no mercado editorial português − compras, vendas, fusões…?
E.M.: Tem várias leituras. Estes movimentos convergentes são habituais nos mercados europeus e Portugal estava a tornar-se uma excepção, com um mercado muito fragmentado, o que colocava algumas barreiras à modernização. Novas tecnologias, catálogos electrónicos…tudo isso tinha mais dificuldade em implantar-se Agora estão a constituir-se grandes grupos que terão de rentabilizar os investimentos que fizeram e, todos juntos, vamos elevar o mercado. Esse é o lado mais interessante de todo o processo.
Só encontra aspectos positivos, em todo esse movimento?
E.M.: Para já, sim. O facto de haver tanta gente interessada, significa que é um mercado atraente. Se isso trouxer mais investimento e profissionalismo para o mercado dos livros, óptimo. Também vamos ganhar com isso.”
Enrique Martinez, Os Meus Livros, nº62: Abril 2008, p. 51
Ter, 11/Mar/08
Ter, 11/Mar/08
Se achavam que o mercado livreiro inglês era o melhor de todos, desenganem-se.
A Fnac - sabem, aquele espaço que já existe por cá há mais de 10 anos - acaba de anunciar a abertura do seu primeiro espaço naquelas ilhas.
Ter, 4/Mar/08
Ter, 4/Mar/08
Aqui, um post dos responsáveis da Livros de Areia sobre a Fnac, a propósito do 10º aniversário.
«...a FNAC não brinca em serviço, e não brinca com os editores. E não trata pequenos editores como "pequenos editores": o verdadeiro "serviço público" de livraria já existe nas suas lojas, e era bom que novos-livreiros ambiciosos deixassem de anunciar o derrube de uma porta que esta multinacional arrombou já há 10 anos, quando cá chegou»...
Qua, 27/Fev/08
Qua, 27/Fev/08

10 anos em Portugal com uma festa na loja do Colombo a comemorar o feito, hoje.
Votos de muito sucesso!
Qua, 27/Fev/08
Pode parecer que estamos a jogar Pac-man, mas nem a Fnac tem um logo verdadeiramente amarelo canário, nem lhe reconhecemos tendências comilonas.
O que sabemos, por outro lado, é que os 10 anos (que irão ser celebrados hoje) demonstram um vigor de crescimento que até já tínhamos anunciado.
Pois então, saiba-se que já em Abril Viseu passará a ter o armazém especializado de suportes culturais FNAC, sendo que ainda este ano abrirão outras duas, em Lisboa e Matosinhos.
Via Lusa.
Qua, 6/Fev/08
Qua, 6/Fev/08
A Fnac prepara-se para abrir um loja em Leiria em 2009, não estando ainda decidida a localização exacta do espaço.
Recorde-se que é objectivo desta cadeia de lojas ter 20 lojas até 2011.
Seg, 12/Nov/07
Seg, 12/Nov/07
Ainda sobre a Fnac, (ver mais
aqui e
aqui), deixamos algumas informações que têm vindo a ser vinculadas sobre esta cadeia de lojas na imprensa. EM referencia Enrique Martinez – director geral da Fnac Portugal, e DO Denis Olivennes – presidente da Fnac a nível internacional.
- A Fnac, aquando da sua chegada em 1998, pretendia abrir apenas mais 2 ou 3 lojas, contudo em 2008 já terão 18.
(1) Portugal é considerado o fenómeno de momento da Fnac. É o país onde as vendas por metro quadrado se reflectem de forma mais expressiva nas caixas registadoras e também o terceiro em número de lojas, a seguir a França e Espanha, daí que DO considere Portugal o “melhor aluno da classe Fnac. É o primeiro país em rentabilidade e resultados de exploração”, chegando ao ponto de dizer que “a continuar este sucesso, será a Fnac França que se irá tornar uma filial da Fnac Portuguesa”
(2)
- A Fnac irá abrir mais duas lojas em solo luso, sendo que a loja de Alfragide abre a 13 de Novembro, seguindo-se Braga. A cidade de Lisboa torna-se assim a segunda cidade do mundo com mais lojas, apenas suplantada por Paris (mais de vinte). Barcelona e Madrid têm apenas 3 lojas. Em Bruxelas e Milão apenas uma. Mais, EM refere que Lisboa “ainda tem espaço para, pelo menos, mais uma loja”.
(1) A Fnac pretende estabelecer-se com 20 lojas em Portugal, pretendendo assim investir 17,5 milhões de euros . Em 2008, pretendem abrir uma loja em Viseu. As áreas prioritária de expansão até 2011 são: área metropolitana de Lisboa, com provável reforço na margem sul (zona de Setúbal), área do Porto, Faro, Leiria e Aveiro.
(3)
- É convicção de Enrique Martinez que o nosso poderá comportar ainda 20 lojas, revelação sustentada nos resultados de 2007. Mais, para provar que o conceito Fnac sobrevive fora dos grandes centros urbanos, “a loja de Albufeira consolidou-se e, em 2008 ou 2009, dependendo dos licenciamento, abriremos uma nova, em Faro”.
(1) Esta perspectiva é corroborada por DO
(2)- O espaço de Alfragide terá cerca de 1800 metros quadrados, inseridos na área comercial do Jumbo. EM justifica a escolha: “é uma boa oportunidade para diversificar a oferta, captar novos clientes. E um dos factores de escolha de uma loja é a proximidade”. Revela ainda que será a primeira loja de Lisboa com o novo conceito Fnac “aspecto mais claro, mobiliário mais adaptado aos novos tipos de aparelhos, mais iluminada. “
(1) EM refere que a dimensão das lojas Fnac não ultrapassa os 2000 metros quadrados, pois essa realidade implicaria o fecho das lojas aos domingos à tarde. Se a legislação fosse outra, possivelmente já existiram Fnac com áreas superiores às existentes – entre os 1600 e os 1900 metros quadrados. Em Paris, por exemplo, existe uma loja com 12 mil metros quadrados.
(3)- A Fnac está a preparar a sua entrada na Rússia e Turquia. Fora da Europa, a Fnac apenas está presente no Brasil (Abandonou recentemente o projecto Taiwan). Ainda acerca do mercado sul-america, DO refere que “talvez um dia a Fnac vá mais longe”. DO é muito claro ao referir que a prioridade é o continente europeu: “Porquê atacar o mercado chinês se ainda temos tanto para fazer na Europa?”
(2)- EM revela que a grande opção de futuro da Fnac é a Internet, pois pretendem entrar na competição pela venda de músicas, através da plataforma Fnac Música. Em França, já suplantam mesmo os valores da Apple – Itunes. Para Portugal, o gestor não avançou com datas.
(1)- DO recusa o rótulo de hipermercado da cultura, justificando-se: “a Fnac também não quer ser um hipermercado de cultura. A nossa missão é outra: continuar a partilhar o prazer de descobrir autores, músicas e tecnologias com que os consumidores nunca sonharam”.
(2)- Os dez anos da Fnac em Portugal números, segundo a Visão
(1):
* 12 Lojas (mais 3 em 2008)
* As vendas totais atingiram a cifra de 2 mil milhões de euros
* Venda de 13,5 milhões de DVD
* Venda de 22,5 milhões de CD
* Venda de 31,5 milhões de livros
- A Fnac em Portugal em 2006, segundo o caderno de Economia do Expresso
(2):
* 290 milhões de euros de vendas
* As vendas por metro quadrado atingem os 19,743 euros
* As vendas por colaborador atingem os 244,728 euros
* Venda de 4 milhões de livros
* Venda de 2,7 milhões de CD
* Venda de 1,2 milhões de DVD
- Alguns números avançados pelo Jornal de Negócios na edição de hoje
(3):
* A Fnac, após a abertura das lojas de Alfragide e Braga, fechará o ano, somando ao seu investimento já feito 7 milhões de euros, mais 3565 metros quadrados de superfície aos já 19,000 que tem neste momento, e 202 colaboradores aos 1350 que já emprega.
* Cada lançamento de loja implica um investimento de 300 mil euros em comunicação, de um orçamento total de 3 milhões de euros anuais
* Além do investimento em novas lojas, a Fnac aplicou 3,5 milhões de euros na remodelação das lojas
* A Fnac Portugal atingiu um volume de vendas sem IVA de 244,3 milhões de euros em 2006 (290 milhões brutos)
* A Fnac Portugal representa a terceira divisão geográfica do grupo Fnac em valor de receitas. Representou em 2006 5,4% das receitas; Espanha representou 8,7% e França 74,8%.
* As vendas online estão com um crescimento anual de 50% em Portugal, representando já 1% da facturação total
* Por categorias, as vendas estão repartidas da seguinte forma: 40% para produtos editoriais (livros, música e cinema); 60% para tecnologia (dos quais, 70% é informática)
* EM não revelou a previsão de crescimento para 2007, mas avança que no 2º semestre espera que a evolução dos primeiros 6 meses, de 13%, seja superada.
(1) Revista Visão, "O filão português", 08.11.2007, p.66 [Artigo com Enrique Martinez – director geral da Fnac Portugal]
(2) Expresso – caderno de economia, “Não somos o hipermercado da cultura”, 10.11.2007, p. 23. [Artigo com Denis Olivennes – presidente da Fnac a nível internacional]
(3) Jornal de Negócios, "Fnac revê plano de expansão para 2011 e investe mais 17,5 milhões no país," 12.11.2007, p. 10. [Artigo com Enrique Martinez – director geral da Fnac Portugal]
Sáb, 10/Nov/07
Sáb, 10/Nov/07

Na continuação
deste post, sobre o crescimento da Fnac em Espanha, eis que a Fnac portuguesa apresenta os seus próprios planos de crescimento em Portugal.
O mercado português é um caso de sucesso para esta marca. Sendo um dos mais rentáveis (com o maior rendimento por loja) a Fnac tem aberto sucessivamente espaços, contando actualmente com 10 lojas por todo o país.
Mas não pretende ficar por aí.
O anúncio feito esta semana revela projectos de duplicação do número de lojas (mais dez lojas), com a abertura já na próxima semana de dois espaços - Alfragide e Braga.
Em 2008 espera-se a abertura de outros três pontos de venda.
A Fnac fechou o ano de 2006 com um volume de quase 300 milhões de euros (apesar da parte livreira representar cerca de 20% desse valor), e prevê um investimento de 35 milhões de euros - mantendo a média de investimento igual a Espanha, com 3,5 milhões por estabelecimento.
Com este investimento, a Fnac espera ultrapassar rapidamente o volume de 1.000 milhões de euros na Península Ibérica.
Sex, 26/Out/07
Sex, 26/Out/07

Via
Con Valor.
A Fnac está de facto convencida em alargar a sua presença na península ibérica.
Após alguns anos de estabilização, resolveu começar a apostar na abertura de novos espaços e, agora, anuncia uma mega operação de alargamento dos seus estabelecimentos na vizinha Espanha.
São 48 milhões de euros que permitirão à Fnac aumentar de 16 para 30 os espaços nesse país, nada de exagerado, se se souber que a facturação da empresa em Espanha foi, em 2006, de quase 400 milhões de euros - de realçar que o editorial (livros, revistas, CD's e DVD's conjuntamente) representam apenas 44% desse valor.