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«A empresa de auto-publicação Lulu (outrora uma estrela no sector, antes de ser ofuscada por gigantes como a Amazon) criou uma aplicação que usa o novo sistema de armazenamento e edição de ficheiros do Google para permitir a escrita de livros.» Ler no Público.
A Google deverá adiar o lançamento da sua tablet, produzida em conjunto com a Asus, para o segundo semestre do ano. A empresa decidiu repensar a estratégia formulada para o aparelho, de modo a posicioná-lo na linha do Kindle Fire, com um preço significativamente menor ao do iPad. Leia aqui e aqui.
A Google anunciou que, a partir de janeiro de 2013, cancelará o eBookstore Reseller Program, projeto que permitia que as livrarias independentes vendessem e-books nos seus sítios. A partir dessa data, os e-books da Google serão vendidos apenas no Google Play, mantendo-se, contudo, ativo o programa de afiliados. Leia aqui e aqui.
«A Google está a ponderar abrir uma loja on-line para vender tablets em parceria com as fabricantes, numa iniciativa semelhante à que acompanhou o lançamento do smartphone Nexus One, o primeiro a chegar ao mercado com a marca da empresa. [...] O objectivo desta nova tentativa de abrir uma loja on-line, segundo o Wall Street Journal, é levar o Android a ganhar quota de mercado ao iPad, da Apple.» Ler no Sol.
A Google anunciou a chegada de e-books ao Google Play do mercado francês, tendo já convidado os parceiros da Google Livres a comercializar os seus livros digitais na plataforma. Caberá depois à Google 48 por cento das receitas destes. Leia aqui.
O tablet que a Google prometeu no início do ano para concorrer com o iPad da Apple deverá ser lançado já no mês de maio e, tal como avançado anteriormente, fabricado em parceria com a Asus. No entanto, tendo em conta o preço e as funcionalidades aguardadas, parece mais provável que o novo tablet se torne antes o rival direto do Kindle Fire da Amazon. Leia aqui.
Circulam novos rumores sobre o tablet que a Google prometeu lançar ainda este ano. Aparentemente, a fabricante será a Asus. Leia aqui.
«A Google acaba de reformular a sua loja de aplicações, que passará a chamar-se Google Play e a disponibilizar uma oferta mais ampla. A ideia é aproximar a Google Play do conceito popularizado pela Apple com o iTunes, pelo que esta loja de aplicações online passa a oferecer aplicações, jogos, livros, músicas e filmes.» Ler no Sol e aqui.
A revista ActuaLitté, sedeada em Paris, é a primeira publicação literária a criar uma parceria com a biblioteca on-line da Google Books, oferecendo a possibilidade aos leitores de fazerem o download de vários livros sem encargos com direitos de autor. Leia aqui.
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«Num entrevista dada esta semana ao jornal italiano Corriere della Sera, o director-executivo do Google, Eric Schmidt, confirmou que o gigante tecnológico planeia pôr à venda o seu próprio tablet na primeira metade de 2012.» Leia no Público.
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A Amazon ganhou pontos com o seu novo kindle fire, um e-reader com preço apetecível. Mas a Barnes & Nobles pode ter avançado mais rápido com o nook color, que apesar de ser tecnicamente categorizado como e-reader, é na realidade um tablet android de baixo preço e recheado de conteúdos. Para a Google, a Barnes & Nobles não é uma empresa de hardware, mas sim de conteúdos. E conteúdos são o que falta à gigante Google. Ler artigo de opinião aqui.
O Google eBookstore australiano vai ter centenas e centenas de livros para venda, e pelo menos dois milhões de e-books gratuitos. A eBookstore abriu em Dezembro do ano passado nos Estados Unidos e vai brevemente lançar-se no mercado britânico e canadense. Ler aqui.
Depois de ter sido um dos maiores resistentes ao negócio da Google, a França surge como um poderoso aliado do gigante norte-americano. Ler no N.Y. Times.
«O responsável máximo da Nokia, Stephen Elop, afirmou que a compra da Motorola Mobility pelo Google traz riscos para quem está no ecossistema Android e aproveitou para sublinhar a importância de uma terceira plataforma.» Ler no Público.
«Com o pó da compra da Motorola Mobility pelo Google a assentar, as opiniões chovem – e dividem-se – sobre o significado do negócio. Enquanto uns se focam na questão das patentes, outros argumentam que o Google acabará a jogar mais a sério no terreno dos fabricantes.» Ler mais no Público.
«O Google vai comprar o fabricante de telemóveis Motorola Mobility por 12,5 mil milhões de dólares (8,7 mil milhões de euros) em dinheiro, com o objectivo de expandir o seu sistema operativo Android, indicou a empresa norte-americana em comunicado.» Ler mais no Público.
Os psicólogos já lhe chamam o «efeito Google». Descubra mais aqui sobre as alteração dos processos de aprendizagem, aqui.
«Tal como havia prometido quando lançou o Google eBooks - a livraria digital que já se chamou Google Editions e foi lançada nos Estados Unidos em Dezembro -, o Google vai lançar na Europa a sua livraria digital. Será até ao final do ano, foi confirmado ao Público.» Ler mais no Público.
O Galleycat partilhou uma lista de contactos na rede social Google+ para que escritores com interesses semelhantes possam partilhar ideias. Veja os nomes aqui.
O sítio Web Pottermore vai ter a venda exclusiva dos e-books e áudio livros do «Harry Potter». A Google vai permitir alojá-los na nuvem em conjunto com os outros Google ebooks. Ler aqui.
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«A Apple mudou normas de uso do App Store, não permitindo mais que apps façam a venda de conteúdos diretamente para o usuário, sem utilizar o iTunes. Como resultado, os aplicativos do Kindle e do Google Books ficaram temporariamente indisponíveis para aparelhos com o iOS, através da loja oficial.» Ler mais aqui.
«Apesar de ainda não haver notícia acerca de quando estará este aparelho disponível para comercialização no resto do mundo, é porém certo que o primeiro leitor de ebooks da Google é lançado no próximo domingo nos EUA.» Ler no Público.
«O Google associou-se à fabricante de aparelhos electrónicos iRiver para lançar uma nova ofensiva no sector de livros digitais. O leitor da empresa, Story HD, será o primeiro aparelho com acesso à plataforma de livros digitais do Google.» Ler no Diário Digital.
Segundo responsáveis da Google, a empresa não irá seguir os passos da Amazon, que anunciou recentemente a sua entrada no mercado editorial, acrescentando que o papel da Google se resume a facilitar o acesso aos livros. Leia aqui: . Via The Bookseller.
Pensar mais no interesse público, sem defender primeio os interesses dos seus accionistas, é a opinião de Adam Hodkin, via Exact Editions, se a empresa pretende levar avante o projecto Google Books e resolver a «confusão» em que se envolveu em matéria de direitos de autor. Para ler aqui.
Seis meses após o lançamento, a aplicação Google eBooks para Android, Chrome e Apple foi descarregada 2,5 milhões de vezes. Via eBook Portugal.
« A Biblioteca Britânica anunciou uma “parceria estratégica” com a Google, que vai digitalizar parte dos documentos históricos arquivados naquela instituição e disponibilizá-los online. O acordo, que não resulta em qualquer pagamento, vai permitir acesso livre, em qualquer sítio do mundo, a textos que remontam ao século XVIII.» Ler no Público.
Segundo Hillary Ware, Executiva da Google, «independentemente do resultado, continuaremos a trabalhar na Google Books para tornar acessível on-line mais livros».
Um novo encontro entre as partes terá lugar no dia 25 de Abril. De um dos lados estará a Google, a associação de editores e o grémio de autores norte-americanos e do outro, o Departamento de Justiça os EUA, uma série de empresas (tais como a Amazon e a Microsoft), peritos e grupos de pressão.
Via El País.
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Danny Sulivan escreveu há cinco anos um artigo onde explanava as 25 razões para odiar a Google. Cinco anos depois, volta a esse texto. Ler aqui. Via twitter de José Afonso Furtado.
«A justiça dos EUA chumbou o acordo que permitiria ao Google criar a maior biblioteca de livros digitais do mundo. As empresas contrárias ao projecto, entre as quais a Amazon, alegavam que o mesmo violava as leis de direitos de autor.» Ler no Diário Digital.
A Google anunciou a sua lista de e-books mais vendidos, liderada por The Girl with the Dragon Tattoo, de Stieg Larsson. Ler aqui.
Ler aqui. Recorde-se que após dez anos com Eric Schmidt ao leme da empresa, Larry Page voltou a assumir o cargo de C.E.O. da Google. Via twitter JAF.
«O Google abordou diversas editoras de revistas sobre planos de criar uma banca digital, empreitada que pode abrir uma nova frente na rivalidade da empresa com a Apple.» Ler no Diário Digital.
Ler aqui. Via twitter JAF.
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Leia o artigo de Laura Miller.
Jeffrey A. Trachtenberg anteviu recentemente que a Google iria lançar este mês o projecto Google Edititions. Aqui. Via twitter JAF.
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«Os livros da Google ficam armazenados algures na Internet, numa “nuvem” de computadores, e quem os compra pode lê-los em qualquer lado e em vários dispositivos com a ajuda de uma ligação à Internet.» O Google Books acabou de ser lançado e a Isabel Coutinho explica tudo.
Quem o diz é Robert McCrum, do Guardian, agora que a Hachette acedeu à digitalização do seu catálogo.
«A Google vai digitalizar e vender on-line mais de 40 000 livros da editora francesa Hachette, sendo a primeira vez que o serviço de livros Google Books, chega a acordo com uma editora francesa, que até aqui se revelavam contra a passagem dos livros para o universo on-line da gigante da Internet.» Ler no Público.
«A colocação de obras da Hachette on-line não deverá dar grande retorno comercial, mas tem uma grande importância simbólica, por ser o primeiro acordo deste tipo entre uma grande editora francesa e o motor de busca norte-americano: até agora, a Google digitalizava livros esgotados que encontrava em bibliotecas norte-americanas, o que levou o Sindicato Nacional da Edição de França a apresentar uma denúncia contra a empresa norte-americana.» Ler no Diário de Notícias.
A Google Editions foi anunciada como a livraria on-line da Google, estando previsto o lançamento em Junho ou Julho deste ano. Ler mais aqui.
«A empresa norte-americana de internet Google anunciou que está prestes a lançar o Google Edition, a sua proposta para digitalizar e distribuir livros on-line e em sistema aberto.» Ler no Diário Digital.
Segundo a Google Books, Woody Allen foi mencionado em livros, antes de ter nascido, e Henry James escreveu Madame Bovary. Ler aqui. Via Bibliotecário de Babel.
«A Google aplicou esta quarta-feira algumas alterações ao Google Translate, apresentando uma nova imagem e diversas novas funcionalidades.» Ler no Diário Digital.
Leia aqui sobre as três novas plataformas de e-books que surgirão ainda este ano, a Google Editions, a Blio e a Copia.
O número é lançado pela Google, mais concretamente 129 846 880 livros. Ler mais no Guardian e no Bibliotecário de Babel.
«Um designer do Google mostrou no site da empresa sobre desenvolvimento de software livre Chromium imagens e um vídeo sobre o que poderia ser o próprio tablet do Google, concorrente ao iPad, da Apple.» Ler no Diário Digital.


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