«Foi entregue esta segunda-feira o Prémio LeYa no valor de 100 mil euros. O vencedor é João Ricardo Pedro que ganhou logo com o primeiro livro. É um ex-engenheiro que decidiu escrever a obra vencedora quando perdeu emprego. O Teu Rosto Será o Último já vai na 3.ª edição e é o mais vendido da editora na Feira do Livro.» Veja o vídeo aqui.
«O editor da Teorema e a editora da Estrela Polar, assim como os dois gestores de marca, o da Dom Quixote e o da ASA, estão entre as mais de 30 pessoas de diversos sectores que o grupo editorial LeYa está a despedir desde terça-feira, no Porto e em Lisboa, alegando extinção de postos de trabalho. O grupo, durante este ano, irá criar 80 novos postos de trabalho em Portugal na área de produção de conteúdos digitais e de ensino à distancia, e vai apostar no Brasil aumentando o número de funcionários até 700.» Ler no Público.
A filial da Leya no Brasil ocupa neste momento uma posição confortável no topo das editoras no Brasil, demonstrado o sucesso da operação Leya naquele país.
No ranking da Publish News, na categoria ficção, o livro mais vendido é A Tormenta de Espadas de George R. R. Martin, editado pela Leya. Na não-ficção, o segundo e o terceiro livro são também LeYa Brasil.
No ranking da Veja, por seu lado, a LeYa Brasil figura um lugar no topo com o livro A fúria dos Reis, de George R. R. Martin.
Na Publish News, o ranking de livros mais vendidos é feito a partir da soma das vendas de todas as livrarias consultadas. O ranking de editoras é elaborado através dos números de títulos que cada editora coloca nas listas e não reflecte a quantidade de livros vendidos. Número e estatísticas da Publish Newsaqui. Por outro lado, a Veja utiliza como fonte várias livrarias brasileiras que podem ser consultadas aqui.
«Os utilizadores de equipamentos móveis com acesso à internet podem a partir [da passada sexta-feira] adquirir livros na livraria em linha (on-line) da LeYa, informou o grupo editorial.» Ler no Diário Digital.
«O número de downloads da edição digital de Claraboia, o romance que José Saramago escreveu na juventude e deixou inédito até ao fim da vida, excedeu as expectativas do Grupo LeYa.» Para ler no Diário Digital.
O empresário Miguel Pais do Amaral confirmou hoje a criação de um novo canal de desporto por cabo, que deverá arrancar com a temporada de 2012/2013. Ler na Meios & Publicidade e no iOnline.
«O Grupo LeYa estabeleceu parcerias com livrarias em Viseu, Santarém e Faro para reforçar a sua rede de balcões numa "vertente de apoio à dinamização do comércio tradicional", disse hoje à Lusa fonte do grupo editorial». Ler na íntegra na RTP.
O Plano Nacional de Leitura e o Grupo LeYa ofereceram livros nos comboios, no passado dia 28 de Abril, nas viagens até Lisboa e Porto. Veja o vídeo abaixo.
«O Universia, rede de 1 216 universidades presente em 23 países ibero-americanos, e a editora LeYa, uma empresa holding na qual se integram algumas das mais prestigiadas editoras de língua portuguesa, criaram, em parceria, a LeYa Universia, uma loja on-line criada para jovens universitários que oferece vantagens na compra de livros em formato de papel e electrónico. Tudo acontece no site www.leya.universia.pt.» Ler no Diário Digital.
A propósito da Feira do Livro de Lisboa que teve início esta semana e da internacionalização das grandes editoras portuguesas, o Diário Económico de ontem deu ainda destaque à Booktailors nas suas páginas centrais (ver imagem abaixo). Os artigos são da autoria de Mafalda Avelar.
Carlos da Veiga Ferreira abandonou a Editorial Teorema, depois de mais de duas décadas à frente dos destinos daquela editora. Ler mais aqui.
Segundo fonte oficial do departamento de Comunicação do Grupo LeYa, a Teorema não será diluída na Texto Editores, ou extinta. A Teorema manter-se-á como uma editora do Grupo LeYa.
Foi também indicado que, a partir de hoje, José Oliveira (até à data editor da área Infanto-juvenil da Caminho) passará a acumular funções e assumirá também a direcção editorial da Teorema. Ler no Público.
«O private equity Trilantic investiu 50 milhões na compra de uma posição minoritária no grupo LeYa, grupo editorial de Miguel Pais do Amaral.» Ler no Económico.
«O grupo LeYa abriu ontem [quarta-feira] as portas da sua sede à comunicação social, anunciando as novidades editoriais para os últimos meses deste ano. Antes da festa, uma conferência de imprensa mostrou em primeira mão a reformulação do site da Mediabooks, a livraria virtual que vende os livros do grupo, apresentando igualmente algumas linhas estratégicas para os próximos tempos. » Ler na íntegra aqui.
(Antes de mais, uma confissão: gosto de festas e de me divertir. Acho que o trabalho necessita de ser pontuado com momentos de descontracção que aproximam e tornam tudo mais humano, menos protocolado.)
Se a rentrée é a altura perfeita para nos reencontrarmos, a festa que ontem o Grupo LeYa organizou foi, igualmente, a oportunidade para esse reencontro. Tendo como hora de início 17.30, as pessoas foram progressivamente chegando e recebendo a respectiva identificação (nome e função) que permitia a todas passear livremente pelo espaço. Quando dizemos «livremente», é exactamente isso, pois até as salas mais recônditas aparentavam estar disponíveis para podermos entrar e observar. Casa de portas abertas era o lema.
Tendo toda a gente recolhido ao espaço habitual de refeitório e à respectiva varanda, seriam cerca de três centenas de pessoas que por lá circulavam, deixando o espaço apinhado mas não excessivamente confuso. Em volta, estavam os livros que sairão nos próximos tempos; entre nós, estavam os autores (sensivelmente 150 previstos), os editores, os parceiros de negócios, os livreiros e a imprensa especializada. Foi a altura perfeita para reencontrar amigos e caras conhecidas, ficar a par das novidades e trocar impressões da época que agora se inicia. Um momento descontraído e atractivo, que possibilitou de uma só vez tomar conhecimento com a programação das diferentes editoras do Grupo, com a sua filosofia e com os rostos por detrás das portas.
Uma excelente iniciativa que, sinceramente, espero que se possa transformar em tradição.
A iniciativa LeYa de Porta Aberta decorreu ontem, entre as 17h30 e as 21h30, nas instalações do Grupo LeYa, em Alfragide. Entre os convidados estavam mais de 100 autores e colaboradores externos (entre escritores, ilustradores, designers e tradutores), assim como diversos outros parceiros (livreiros, distribuidores, entre outros) e a imprensa cultural, que foram recebidos por toda a equipa LeYa.
Tratou-se de um dia especial, no qual todas as portas estavam abertas e todos os presentes foram convidados a entrar e conhecer o edifício. No espaço superior do edifício estavam várias mesas onde foram apresentadas as próximas novidades do Grupo para os meses finais de 2010.
«O grupo editorial LeYa começou ontem a vender livros digitais através da MediaBooks, a sua livraria on-line (www.mediabooks.pt) que também transacciona livros impressos. Mais de 100 livros de autores lusófonos estão agora disponíveis em formato e-book, podendo ser lidos em computadores (PC e Mac) e na generalidade dos leitores portáteis disponíveis no mercado nacional.» Ler no Público.
«O grupo editorial LeYa anunciou hoje [ontem] o início da comercialização de e-books na sua livraria on-line, MediaBooks, que terá uma loja na Apple e venderá em suporte digital os livros do catálogo das suas 17 chancelas.» Ler no jornal i, no Diário Digital e no Jornal de Notícias.
O Grupo LeYa participou na Bienal do Livro de São Paulo (12 a 22 de Agosto), com stand e programação próprios. A LeYa Brasil já publicou mais de 70 títulos, desde que iniciou a sua actvidade naquele país, há cerca de um ano.
A LeYa está no primeiro lugar do top da revista brasileira Veja, na categoria de auto-ajuda, com O Efeito Sombra, de Deepak Chopra, Marianne Williamson e Debbie Ford. O livro tem liderado as tabelas de vendas no Brasil nas últimas semanas, sendo editado no nosso país pela Lua de Papel. O Efeito Sombra será publicado em Portugal em Outubro.
«O Grupo LeYa vai lançar em Setembro uma plataforma de e-books (livros em formato digital), que integrará vários escritores lusófonos.» Ler no Diário Digital.
No início do mês de Julho, a LeYa e a Coimbra Editora - CE Livrarias inauguram uma nova livraria no centro de Portimão, nas antigas instalações da livraria Teorema. Ler mais aqui.
«A Pangemedia Global, proprietária da TV Net, estabeleceu uma parceria com o grupo LeYa para o fornecimento de conteúdos multimédia de carácter pedagógico. “O acordo irá permitir que as editoras de conteúdos escolares do grupo LeYa possam incluir vários vídeos desenvolvidos pela TV Net nos manuais de Ciências da Natureza do 5º ano de escolaridade e de Português do 10º ano do próximo ano lectivo”, informa a empresa em nota enviada às redacções.» Ler no Meios & Publicidade.
É o primeiro livro de Maria do Rosário Pedreira na LeYa e por isso mesmo o destaque ao lançamento de hoje. É na livraria LeYa Barata, pelas 18h30. Recorde-se que Maria do Rosário Pedreira foi contratada pelo Grupo LeYa para descobrir novos autores – estratégia que começa a surtir efeito.
Não foi apenas Paulo Guinote, visado na carta da LeYa à direcção do DN, a responder. A Porto Editora também veio agora classificar de «atitude lamentável» a missiva enviada. Reproduzimos o comunicado da Porto Editora:
«No passado dia 28 de Maio, o Grupo LeYa divulgou uma carta dirigida ao director do Diário de Notícias, na sequência de um artigo que aquele jornal dedicou ao projecto Manual Escolar 2.0. Nessa carta, cujo objectivo era de contestar as críticas expressas no artigo sobre o referido projecto, a Directora Coordenadora de Edições Escolares do Grupo LeYa enveredou por uma teoria da conspiração envolvendo os editores concorrentes, nomeadamente a Porto Editora, recorrendo a insinuações que só servem para classificar quem as profere.
Este triste episódio é, a todos os níveis, lamentável.
Seriedade, rigor e ética são valores que nos definem desde sempre. Trabalhar na área da Educação exige um enorme sentido de responsabilidade e, ao mesmo tempo, um espírito de humildade que permita viver o sucesso sem sobranceria e o fracasso sem despeito. Infelizmente, pelos vistos, nem todos partilham desta nossa visão.
O Grupo LeYa preparou um conjunto de iniciativas para a Feira do Livro do Porto com o objectivo de celebrar o dia mundial da Criança. Assim, hoje o «Autocarro LeYa» vai percorrer a cidade com autores, mascotes e crianças.
O autocarro circulará pela cidade a partir das 14h30 e terá como destino a Praça LeYa, na Avenida dos Aliados, onde decorre a feira. Esse autocarro panorâmico terá como passageiros diversas crianças, autors de literatura infanto-juvenil, personagens de livros infantis e juvenis como Astérix, Obélix, Ruca, o Pocoyo, o Gombby e o Vampiro Valentim.
No seguimento da carta enviada pelo Grupo LeYa ao Diário de Notícias, Paulo Guinote, referido nessa mesma carta, responde no seu blogue. Deixamos aqui igualmente a essa mesma resposta:
«Há dias prestei declarações ao DN acerca das condições de colaboração online para um manual de uma editora do grupo LeYa. Nessas declarações considerava inédito o processo de produção do manual, nomeadamente por contemplar a não remuneração de colaboradores e (já não me lembro se isso ficou transcrito) esperando que ao menos tivessem sido beneficiados com materiais em primeira mão como uma certa forma de compensação.
Refira-se ainda que tinha sido convidado por um dos autores do dito manual para colaborar, o que recusei mais por manifesta falta de tempo do que outra coisa. Acerca da notícia já troquei mails em privado com o dito autor, leitor aqui do blogue e muito ocasional comentador.
Qual não é o meu espanto quando hoje me dão conhecimento de numa nota enviada para o DN e publicada no Blogtailors onde se podem ler passagens como estas: 4. Contra esses dois mil professores, contra os autores dos manuais, contra os seus revisores científicos e contra os seus certificadores oficiais, recolheu a jornalista a opinião de três pessoas: Paulo Guinote, cuja qualidade de autor da Porto Editora – a mais directa concorrente da Leya no mercado das edições escolares – a jornalista não achou necessário referir; Raquel Pereira Henriques, da Associação de Professores de História (matéria a que parcialmente respeita um dos quatro manuais em apreço); e Albino Almeida, da Confederação Nacional de Associações de Pais, sempre disponível para criticar a LeYa.
5. Paulo Guinote critica os manuais porque os professores que neles colaboraram não foram remunerados; Raquel Pereira Henriques porque entendeu que as questões colocadas no site sobre o manual e a disciplina «não eram muito complexas» e, sobretudo, porque foi pedido aos professores que respondessem de «forma sucinta e com número limitado de caracteres»; e Albino Almeida por não acreditar que «isto (sic) sirva para alguma coisa».
Ora vamos lá por partes esclarecer Carmo Correia, Directora Coordenadora de Edições Escolares do Grupo LeYa:
Sou autor da Porto Editora, por via da publicação do livro com textos deste blogue, tendo esse contrato sido cumprido e não existindo qualquer outro, muito menos para manuais escolares. Curiosamente, o único contrato que tenho assinado e por cumprir é com uma chancela do Grupo LeYa, a Lua de Papel, não o tendo cumprido por não ter conseguido, até ao momento, produzir material com a qualidade desejada para o projecto em causa.
Nos últimos meses aceitei divulgar neste blogue, sem qualquer contrapartida financeira, dois livros publicados pelo Grupo LeYa, Choque na Educação e Sem ti, Inês, com link para o primeiro capítulo de cada um deles com o objectivo de lançar a discussão sobre eles. Não fiz isso com qualquer livro da Porto Editora.
Estes factos são de fácil verificação por quem deveria estar bem informada sobre os assuntos de que fala, em especial quando critica a jornalista por fazer mal o seu ofício. Neste caso, é a senhora (certamente doutora) directora-coordenadora que parece cometer um erro crasso que não acredito ser causado por incompetência (ninguém chega a tal função sem um bom background profissional) ou má-fé (não nos conhecemos pessoalmente, pelo que não me deve ter qualquer animosidade).
No seguimento desta notícia publicada pelo Diário de Notícias, na qual se referia que alguns manuais escolares do Grupo LeYa teriam recebido críticas por parte de alguns docentes, Carmo Correia (directora coordenadora Edições escolares) responde ao diário. Reproduzimos aqui essa mesma carta.
«Senhor Director,
O Diário de Notícias, que superiormente dirige, publicou hoje, dia 28 de Maio, um artigo intitulado "Professores criticam manuais", onde se "denuncia" a Editora LeYa, que é "acusada de lançar livros sem qualidade com base em sugestões dispersas dos docentes". Sobre esse artigo, permita-me dizer-lhe o seguinte:
1. O artigo refere-se a quatro manuais escolares da editora Sebenta, uma das editoras que integra a LeYa.
2. As edições da Sebenta caracterizam-se, desde sempre, por grande qualidade e rigor científico, de que são responsáveis autores com larga experiência no ensino, na formação de professores e na publicação de edições escolares e paraescolares.
3. Os manuais criticados pela jornalista integram um projecto pioneiro e inovador, que tem recolhido enorme adesão por parte dos professores, como é público e notório. Basta dizer que, na elaboração desses manuais, colaboraram com entusiasmo e competência cerca de 2 000 (dois mil!) professores, pertencentes a centenas de escolas do país.
4. Contra esses dois mil professores, contra os autores dos manuais, contra os seus revisores científicos e contra os seus certificadores oficiais, recolheu a jornalista a opinião de três pessoas: Paulo Guinote, cuja qualidade de autor da Porto Editora – a mais directa concorrente da Leya no mercado das edições escolares – a jornalista não achou necessário referir; Raquel Pereira Henriques, da Associação de Professores de História (matéria a que parcialmente respeita um dos quatro manuais em apreço); e Albino Almeida, da Confederação Nacional de Associações de Pais, sempre disponível para criticar a LeYa.
5. Paulo Guinote critica os manuais porque os professores que neles colaboraram não foram remunerados; Raquel Pereira Henriques porque entendeu que as questões colocadas no site sobre o manual e a disciplina «não eram muito complexas» e, sobretudo, porque foi pedido aos professores que respondessem de "forma sucinta e com número limitado de caracteres"; e Albino Almeida por não acreditar que "isto (sic) sirva para alguma coisa".
6. Salvo o devido respeito, não parece que a ausência de remuneração, o número limitado de caracteres (aliás, uma não verdade) e as dúvidas de fé de um dirigente associativo consintam as bombásticas conclusões tiradas pela jornalista do DN.
7. Parece evidente que estas três opiniões não permitem pôr em causa a qualidade e o rigor do trabalho de tanta gente, tão competente e tão dedicada, como a que participou, com entusiasmo e generosidade, na elaboração destes manuais.
8. No entanto, o artigo publicado põe em causa, em nosso entender, de forma leviana, manuais que foram sujeitos a certificação por parte do Ministério da Educação, e a avaliação científica e pedagógica por parte das Escolas Superiores de Educação de Viseu e de Setúbal, entidades que devem merecer tanto respeito e consideração quando aprovam os manuais escolares da LeYa como quando o fazem com os manuais de outras editoras concorrentes.
9. O director de marketing escolar da LeYa, quando contactado pela jornalista, nunca foi confrontado com as críticas – da jornalista ou das suas fontes – sobre a falta de qualidade dos manuais.
Permita, Senhor Director, uma última nota: este artigo foi publicado nas vésperas da escolha dos manuais que as escolas vão adoptar para o ano lectivo 2010/2011. O teor deste artigo, o seu título, a sua paginação – tudo contribui para prejudicar, num momento decisivo, o trabalho sério, competente, rigoroso que as editoras da LeYa realizaram. E, prejudicando a LeYa, beneficiam evidentemente as editoras que com ela concorrem, a cujos colaboradores foi dada a oportunidade de criticar o trabalho da LeYa, sem que a LeYa deles se pudesse defender.
Com os melhores cumprimentos, Carmo Correia Directora-Coordenadora de Edições Escolares»
«Editora LeYa acusada de lançar livros sem qualidade com base em sugestões dispersas dos docentes.
Os quatro manuais escolares que vão ser comercializados pela LeYa já no próximo ano lectivo, com base em sugestões de dois mil professores, vão ser "uma manta de retalhos" e não terão a "qualidade necessária". As opiniões são partilhadas por professores e pais. Paulo Guinote, professor e autor do blogue A Educação do Meu Umbigo, que se recusou a participar neste projecto.»
Estes quatro livros são o resultado de uma experiência interactiva de desenvolvimento «comunitário» de livros escolares que o grupo LeYa efectuou com um grupo de professores e que levanta, agora, suspeitas de falta de qualidade e críticas pela não remuneração dos professores participantes no projecto. Via Diário de Notícias.
«O Museu do Chiado e o grupo editorial LeYa assinaram ontem um protocolo que prevê a edição de várias obras, designadamente o catálogo actualizado do acervo da instituição. Miguel Pais do Amaral considerou que este tipo de "serviço público não é apanágio do Estado" e, por isso, a LeYa assume com esta primeira de futuras parcerias "claras responsabilidades culturais e económicas"». Ler no Diário de Notícias.
«A editora Maria do Rosário Pedreira foi contratada no final do ano passado pela LeYa para ser a editora de novos autores portugueses no grupo. Os primeiros livros daquela que foi responsável por lançar escritores como José Luís Peixoto, valter hugo mãe, Miguel Real e João Tordo (todos Prémio José Saramago [com excepção de Miguel Real]) quando estava nas editoras Temas & Debates e QuidNovi, começam a ser publicados a partir de Junho na colecção de Autores de Língua Portuguesa, da chancela Dom Quixote.» Ler no Público.
«O Museu Nacional de Arte Contemporânea (MNAC) - Museu do Chiado e a Leya vão assinar um protocolo para promover a "divulgação da investigação e da produção moderna e contemporânea", através da edição de "publicações de referência".» Ler no Diário de Notícias.
«A Livraria Buchholz, em Lisboa, reabre ao público na próxima quinta-feira pelas 18h00, no âmbito do acordo firmado entre a Coimbra Editora Livrarias (CE) e o grupo LeYa.» Ler no Público.
Criada há cerca de um ano, a editora de banda desenhada Barba Negra junta-se agora ao Grupo LeYa no Brasil, prevendo-se lançamentos de obras brasileiras e internacionais. Ler mais aqui.
«O grupo Prisa anunciou hoje estar a negociar com o empresário Miguel Pais do Amaral a venda de uma participação minoritária da Media Capital depois da Ongoing ter sido impedida pela Autoridade da Concorrência de finalizar esse negócio.» Ler no Público.
«Patrão da LeYa admite voltar aos media se a Ongoing falhar a entrada na TVI.
Cinco anos depois, Miguel Pais do Amaral pode estar de volta à TVI. "Não excluo que possamos olhar para o dossier da Media Capital assim que ele estiver disponível. Se for interessante...", revelou o empresário ao i, remetendo uma eventual análise desta oportunidade de negócio para quando ela estiver disponível. Ou seja, para depois de quarta-feira, o dia seguinte ao prazo limite que o grupo Ongoing tem para consumar o acordo que assinou com a holding espanhola Prisa, tendo em vista a compra de uma participação de 35% na Media Capital.» Ler no jornal i.
«Estações de comboio de Lisboa e Porto foram escolhidas pelo grupo editorial LeYa para a fase experimental de instalação de máquinas de venda automática. Muitos passam e nem reparam, mas há sempre quem compre. (...)
«A LeYa e a Coimbra Editora - CE Livrarias estabeleceram um acordo de participação em negócio. O objectivo das duas empresas é acentuar "a dinamização cultural e comercial de uma rede de livrarias que integra, entre outras, a emblemática livraria Buchholz, em Lisboa".» Ler no Diário Digital.
«O Grupo LeYa e a Coimbra Editora (CE-Livrarias) estabeleceram um acordo que irá "dinamizar" uma rede de 17 livrarias, das quais uma online, divulgou hoje aquele grupo editorial.» Ler no Público.
Como convite para os vários lançamentos do livro O Olho de Hertzog, de João Paulo Borges Coelho, a LeYa enviou uma carta de Hans Mahrenholtz (ver segunda imagem), personagem do livro. Hans «escreve-nos», descrevendo que está em Lourenço Marques, em Moçambique (ver envelope, na primeira imagem), sob o disfarce de Henry Miller, um jornalista inglês. Fica marcado o encontro com o destinatário, «para mais tarde em Portugal».
«O grupo editorial LeYa reagiu hoje [sexta-feira] à polémica desencadeada pela destruição de milhares de livros de autores como Jorge de Sena e Eugénio de Andrade sublinhando tratar-se de uma medida extrema, adotada depois de esgotadas todas as alternativas.» Ler no Diário Digital.
«Dezenas de milhar de livros da autoria de Jorge de Sena, Eugénio de Andrade, Eduardo Lourenço e Vasco Graça Moura, publicados pela ASA ao longo da última década, foram destruídos recentemente pelo Grupo LeYa. Inclusive, o "abate" de duas das obras poderá implicar a existência de ilegalidade.» Ler no Jornal de Notícias.
«Recém-chegada ao Brasil, a Lua de Papel, uma das editoras integrantes do grupo LeYa, anuncia a contratação de novos autores e manda para as livrarias seu 5º título – A filosofia de O símbolo perdido (Thomas R. Beyer Jr; 224 pp.; 24,90), um guia de curiosidades sobre a obra de Dan Brown. A expectativa para 2010 é grande, disse o publisher da Lua de Papel, Pedro Almeida. (...)
A Lua de Papel é uma das 18 editoras do grupo LeYa. Criado em Portugal em 2008, congrega importantes editoras daquele país como a Editorial Caminho, a Dom Quixote e a Asa, além de editoras de Angola e de Moçambique. A LeYa aportou no Brasil em 2009 e apresenta agora a Lua de Papel, cuja missão é publicar livros com apelo comercial e repetir o sucesso de seu braço português – lá, ela é a segunda mais rentável do grupo. Por aqui, em dois meses, já emplacou cinco livros na lista dos mais vendidos da revista Veja.» Ler aqui.
Estão abertas as inscrições para o 2.º curso LeYa Poesia Portuguesa Contemporânea. Este curso será leccionado por Fernando Pinto do Amaral, docente da FLUL, doutorado em Literatura Portuguesa e comissário do Plano Nacional de Leitura. Com duração de um mês, tem o seu início a 24 de Fevereiro, decorrendo em horário pós-laboral. Segundo comunicado do Grupo LeYa, o curso «procurará apresentar uma visão das principais linhas de força da poesia portuguesa do século XX, percorrendo os seus movimentos mais significativos e interrogando as suas consequências.» Mais informações através do e-mail igarcez@caminho.leya.com.
No âmbito da parceria estabelecida entre a Livraria Barata e a LeYa, este fim-de-semana decorrerá um «mini-concerto» de Gonçalo Pratas e Inês Pupo, autores de Canta o Galo Gordo. Domingo, às 11h, na Livraria Barata, na Av. Roma, em Lisboa.
«O grupo LeYa e a Livraria Barata estabeleceram uma parceria para a exploração da joja da Avenida de Roma, em Lisboa.» Ler no Diário Digital.
«O grupo editorial LeYa vai passar a explorar a livraria Barata, na Avenida de Roma, em Lisboa, para revitalizar e dinamizar "um dos ícones do universo livreiro da capital", anunciou hoje a empresa.» Ler no jornal i.
«Maria do Rosário Pedreira, a editora responsável por lançar escritores como José Luís Peixoto, valter hugo mãe e João Tordo (todos Prémio José Saramago) foi contratada pela LeYa para ser a editora de novos autores portugueses no grupo. Rosário Pedreira cessará as suas funções como editora da QuidNovi a 31 de Dezembro e Ana Maria Pereirinha assumirá a responsabilidade de todos os projectos em curso na editora.
Maria do Rosário Pedreira terá como tarefa descobrir novos autores.
O convite da LeYa surgiu em Julho e é a segunda vez que o grupo contrata um editor de fora. Duarte Bárbara, que esteve na Dom Quixote, de onde saiu para a Sextante, regressou ao grupo e Rosário Pedreira é a primeira a entrar nos quadros da LeYa sem nunca por lá ter passado. » Ler no Ípsilon.
«Pais do Amaral, proprietário do grupo LeYa, não está "optimista" sobre o futuro da rede de livrarias Bertrand e do Círculo de Leitores.
Miguel Pais do Amaral diz que o grupo LeYa "não está especialmente interessado" na aquisição da rede de livrarias da Bertrand e no Círculo de Leitores, alguns dos activos que o grupo Bertelsmann colocou à venda no mercado português.»
«A companhia de seguros angolana Garantia Seguros, onde o empresário português Miguel Pais do Amaral é o accionista de referência, recebeu do Ministério de Finanças uma autorização para explorar uma cota de 8 por cento nos mercados do petróleo, mineração, aviação e agricultura (...)
O empresário referiu que estava a estudar o sector financeiro angolano há algum tempo pois é "um mercado atractivo".
A educação, através do grupo Leya, as tecnologias de informação, com a Tecnidata e a Roof, os seguros e a agricultura, com projectos em Malange e no Kunene, são os quatro ramos de negócio de Pais do Amaral em Angola, num investimento total de aproximadamente 40 milhões de dólares.» Ler no Sol.
«A Sebenta, editora da Oficina do Livro que pertence ao grupo LeYa, pretende criar os primeiros manuais escolares online, no âmbito de um projecto pioneiro a nível mundial com vista a satisfazer as necessidades de alunos e professores.» Ler no Correio da Manhã.
«O romance O Olho de Hertzog, do moçambicano João Paulo Borges Coelho, é o vencedor da segunda edição do Prémio LeYa, no valor de 100 mil euros, foi hoje anunciado pelo presidente do júri, Manuel Alegre.» Ler no Público.
O Grupo LeYa anunciou ontem, em conferência de imprensa, o lançamento do projecto «Manual escolar 2.0». Este projecto permitirá publicar os primeiros manuais escolares construídos online, com a participação dos professores, aproveitando o conceito da web 2.0, onde os utilizadores criam e partilham os conteúdos. Segundo comunicado de imprensa da Leya, «O lançamento deste projecto, decidido há cerca de um ano, representa a primeira de diversas iniciativas da LeYa na área dos novos recursos educativos de adaptação ao novo mundo da Educação e das tecnologias a ela aplicadas». Os quatro manuais previstos neste projecto serão editados pela Sebenta. A campanha de divulgação do projecto prolongar-se-á durante o mês de Outubro.
«O grupo editorial Leya desafiou hoje os professores a participarem na elaboração de quatro manuais escolares através de um portal na Internet onde poderão responder a inquéritos e colocar comentários sobre o conteúdo e forma dos manuais.» Ler no Diário Digitale noPúblico.
A LeYa promoverá uma conferência na próxima segunda-feira, dia 14, pelas 10h30, que tem como pano de fundo a actividade do grupo no mercado de edições escolares. Esta conferência, que decorrerá no edifício LeYa, contará com a participação dos principais responsáveis de Edições Escolares do Grupo.
Após a tentativa de aquisição de uma editora brasileira (ver aqui), o Grupo LeYa irá em Outubro lançar as primeiras obras no Brasil, estando previsto o lançamento de 20 títulos até ao final do ano. Ler aqui.
António Lobato Faria, fundador da Oficina do Livro com Gonçalo Bulhosa, demitiu-se esta manhã dos cargos que ocupava no Grupo LeYa. Esta saída dá-se cerca de um ano após a aquisição da editora por parte daquele grupo.
«Com um lettering moderno, tamanho de letra maior e lombada flexível, a nova colecção BIS, da Leya, vem contradizer o que se acreditava serem dados adquiridos neste tipo de edições: papel de má qualidade, lombadas que partem facilmente, más traduções, capítulos truncados, etc.» Ler aqui.
Desde o início do mês que o Grupo LeYa tem duas novas livrarias de Apoio ao Professor: uma em Lisboa (Rossio), outra em Aveiro. O Grupo LeYa passa assim a contar com seis livrarias deste género. - Consulte a oferta de formação da Booktailors na barra lateral do blogue.
«O grupo livreiro Leya, de Pais do Amaral, fez um acordo com a Google para digitalizar os seus livros, mas as autoridades dos EUA dizem que pode haver violação das leis da concorrência, refere a edição de fim-de-semana do Económico.» Ler no Dinheiro Digital.
A mecânica do concurso é simples: responder à questão «O que é a BIS para si?» e os vencedores irão receber um pack com as novidades de Verão da BIS. As respostas deverão ser enviadas até ao próximo dia 20. Ver aqui.
«O Grupo LeYa, reagindo ao recente anúncio de unificação da APEL e da UEP, considerou que é "mais importante uma associação forte que duas associações".»
«O empresário Miguel Pais do Amaral está “satisfeito” com os resultados do grupo Leya no mercado livreiro português e promete “uma estratégia vencedora para o Brasil”, depois de não ter conseguido entrar no mercado brasileiro através da aquisição de empresas já existentes.» Ler no público.
Serão até 20 ou títulos de a LeYa irá publicar no Brasil.
«Segundo Pascoal Soto, diretor editorial da Leya no Brasil, entrevistado para o Vísceras, pretende-se publicar ao menos 20 títulos até o final do ano. Nos dois anos seguintes, serão 200 livros. O que gera alguma dúvida, no entanto, é em relação aos escritores que em Portugal têm livros publicados pelo Grupo Leya - como é o caso de José Saramago e António Lobo Antunes, por exemplo - e no Brasil por outras editoras. Sobre isso, Pascoal demonstra não pretender instalar uma disputa por tais escritores: "Há vários grandes autores portugueses que são e continuarão sendo muito bem editados por suas respectivas editoras brasileiras. Mas é verdade também que existe um grande número de ótimos autores portugueses que não são publicados no Brasil. Estamos muito atentos a eles"».
«O grupo editorial português Leya anunciou ontem [quinta-feira, dia 23] ter desistido da aquisição da Nova Fronteira, mas afirmou que vai entrar no mercado brasileiro mesmo sem se atrelar a alguma editora nacional. Ao menos, por enquanto.»
A colecção de bolso do Grupo LeYa entra numa nova fase e abre uma linha dedicada aos best-sellers em versão de bolso.
Com alterações no design, que revela uma aposta maior na estratégia de produto, conta com obras recentes de autores nacionais e estrangeiros que tiveram um maior impacto comercial.
São nove os primeiros títulos a serem publicados, de ficção e não-ficção, com títulos bastante variados, como se pode ver da selecção apresentada:
Transcrevemos o comunicado do Grupo LeYa que dá conta do Grupo LeYa no Brasil:
«A LeYa vai iniciar uma nova fase estratégica na construção do grupo editorial de referência em língua portuguesa. A partir de Setembro, a LeYa passará a editar directamente no mercado brasileiro.
Para isso, constituiu uma equipa de vinte prestigiados profissionais no meio editorial com o objectivo de desenvolver um plano editorial com mais de 100 livros por ano. A nova editora publicará sobre a chancela LeYa e iniciará a sua actividade com o livro Rastro do Jaguar, de Murilo de Carvalho, vencedor da primeira edição do Prémio LeYa. A direcção editorial será assegurada por Pascoal Soto, que desempenhava as mesmas funções na operação do Grupo Planeta no Brasil.
Com esta iniciativa, a LeYa espera estar a dar o primeiro e decisivo passo em direcção à realização de mais um dos seus objectivos estratégicos. A LeYa pretende ser um player relevante no mercado brasileiro e, por isso, continua a analisar o mercado latino-americano no sentido de reforçar a sua presença através da aquisição de editoras locais.
A partir de agora, a LeYa está em condições de cumprir mais um dos seus compromissos iniciais, que era o de assegurar a publicação dos seus autores em todo o mercado de língua portuguesa, um objectivo importante não apenas para a empresa e autores, mas também para o reforço da cultura portuguesa no mundo.»
«Pausa para Concerto» é um evento organizado pelo grupo editorial LeYa, onde a Orquestra Metropolitana de Lisboa irá tocar na sede da LeYa em Alfragide. Em pleno horário laboral, por volta das 16h30 de amanhã, cerca de 250 colaboradores irão fazer uma pausa no trabalho para poderem ouvir obras de Charles Gounod e de Gaetano Donizetti, interpretadas pela Orquestra.
Os livreiros que não pretendam efectuar as encomendas de manuais escolares pela Internet, optando por se dirigir aos dois centros "auto-serviço", da LeYa, no Montijo e Serzedo, terão de adquirir os packs completos para cada disciplina, os chamados pack "Recomendações Pedagógicas", que englobam CD-ROM (ainda que nem todas as escolas solicitem este suporte). Os livreiros poderão devolver os CD-ROM em Outubro.
Os livreiros protestam, pois consideram que terão de passar pelo método «odioso de impingir aos pais um artigo que os professores quase nunca pedem e que representa mais 20% no preço final»
Ao DN, José Menezes, Director de Comunicação do Grupo LeYa, aponta que só desta forma conseguirão garantir a eficácia do serviço: "A LeYa é a única editora de livros escolares que tem auto-serviços. Por uma questão de organização e rapidez, só venderão Recomendações Pedagógicas. Mas continua a existir a possibilidade de fazer a encomenda em separado no nosso site".
Os livreiros estão preocupados ainda com a possibilidade do site não suportar os pedidos: «no ano passado, as encomendas começaram a 1 de Julho, e ao fim de três semanas o site deixou de funcionar de vez". Mais, a partir de Agosto«o mês em que a maioria dos pais começa a fazer os pedidos às livrarias» - as condições oferecidas pela LeYa a comerciantes (descontos) "são melhores" para quem optar pelos auto-serviços.
«As Feiras do Livro deste ano foram um "grande sucesso" para a Leya que conseguiu vender mais de 108 mil livros em Lisboa e Porto, o que garantiu ao grupo de Miguel Pais do Amaral uma facturação superior a um milhão de euros nestes dois eventos. »
A Folha de S. Paulo publicou no passado sábado um artigo de Marcos Strecker, intitulado «LeYa em Xeque», no qual se avança que o Grupo LeYa estaria à venda.
Pedro Doutel assumiu esta semana a função de Administrador (Chief Financial Officer - CFO) do grupo LeYa, sendo responsável pela coordenação das Direcções Financeira, Controlo de Gestão, Recursos Humanos e Sistemas de Informação.
Falta ainda cerca de uma semana para terminar o prazo de entrega de candidaturas da edição 2009 do Prémio LeYa, cujo vencedor será conhecido em Outubro deste ano. O júri, que mantém-se inalterado em relação à edição do ano passado, iniciará a selecção dos trabalhos a partir de 15 de Junho. Recorde-se que o vencedor da edição do ano passado foi Murilo de Carvalho com O Rastro do Jaguar.
Já foi anunciado o vencedor do concurso BISLEYA, que levou para casa a colecção completa de obras já publicadas. Telmo Timóteo venceu com uma frase que ficará exposta na Feira do Livro do Porto.
O Grupo LeYa venceu ontem o Prémio Meios e Publicidade, na categoria de Branding e Rebranding. Recorde-se que o branding do grupo LeYa é da responsabilidade de Carlos Coelho, da Ivity.
«Quando soube que tinha ganho o prémio disse que não esperava a distinção. Depois de alguns meses, o que mudou na sua vida devido ao Prémio Leya? A primeira consequência foi o reconhecimento do meu trabalho no Brasil. Desde então tenho sido convidado a participar de vários eventos literários por todo o país. Além disso, fortaleceu meu ofício de escritor, definindo melhor os rumos de minha literatura. Foi, sem dúvida, um reforço fundamental – até mesmo em termos financeiros – para dedicar-me com mais constância a escrever.»
O blogue da colecção BIS está a promover um passatempo, cujo prémio é a colecção inteira, composta por 45 títulos. O desafio é simples: basta criar uma frase com as palavras «Feira do Livro do Porto»,«BIS» e «LeYa». A frase vencedora será exposta na Feira do Livro do Porto.
Os livros da colecção BIS encontram-se distribuídos em livrarias, supermercados, aeroportos e estações de caminho de ferro.
Como novidade, a LeYa apresenta a primeira máquina automática de venda de livros em Portugal, estratégia aliás testada na última edição da Feira do Livro de Lisboa.
A máquina disponibiliza quinze títulos diferentes da colecção BIS, tendo uma capacidade para 180 exemplares. A experiência na feira, segundo a LeYa, serviu para «recolher a opinião de potenciais utilizadores sobre a utilidade e potencialidade deste novo canal de venda. Este teste realizado na Feira do Livro de Lisboa permitirá, igualmente, perceber quais os locais ideais para a instalação destas unidades.»
Cristiane Costa enviou-nos um e-mail no qual esclarece as suas declarações, relativamente à aquisição da Nova Fronteira por parte da LeYa. Não retiramos o post, porque os erros devem ser assumidos, mas deixamos aqui a rectificação da editora:
«Caros
Vi que vocês deram um link para uma nota num blogue de Niterói que afirma que eu teria confirmado a compra da Nova Fronteira pelo grupo Leya. Já deixei um comentário naquele blogue pedindo retificação e gostaria que vocês retirassem a nota.
Simplesmente o que eu disse é que a Nova Fronteira está sendo vendida para o grupo Leya, exatamente como saiu em todos os jornais brasileiros. Não estou tirando o corpo fora. Simplesmente não posso garantir o que não sei. Não tenho informações sobre a assinatura do contrato entre os dois grupos e acho mesmo que, quando for assinado, isso será imediatamente divulgado para a imprensa.
Insisto: não posso garantir que o acordo foi assinado. Acredito mesmo que ainda não foi. Então, a nota está completamente equivocada.
Vcs poderiam retirá-la do blogue? abraços Cristiane Costa»
*NOVIDADES* LISBOA Curso de Produção e Orçamentação Gráfica, por João Costa. Datas: 22, 24, 29, 31 de maio e 5 de junho de 2012, mais data a acordar. Valor do curso: 225€. Referência de assunto de e-mail: POG I. Ver mais aqui.
Curso de Marketing do Livro, por Paulo Ferreira. Datas: 18, 20, 25, 27 de junho e 2 e 4 de julho de 2012. Valor do curso: 225€. Referência de assunto de e-mail: MKT XV. Ver mais aqui.
PORTO Curso de Revisão de Texto - nível inicial, por Nuno Quintas. Datas: 1, 2, 15 e 16 de junho de 2012. Valor do curso: 245€. Referência de assunto de e-mail: Rev 1OPO II. Ver mais aqui.
Curso de Comunicação Editorial, por vários. Datas: 2, 15 e 16 de junho de 2012. Valor do curso: 225€. Referência de assunto de e-mail: ComEdit OPO. Ver mais aqui.
Curso de Marketing do Livro, por Paulo Ferreira. Datas: 13, 14, 20 e 21 de julho de 2012. Valor do curso: 245€. Referência de assunto de e-mail: MKT OPO II. Ver mais aqui.
*A DECORRER* LISBOA Curso de Livro Infantil, por Carla Maia de Almeida. Dados do curso aqui.
A Edição de Livros e a Gestão Estratégica, José Afonso Furtado. Uma edição Booktailors