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Sex, 17/Out/14
Sex, 17/Out/14

 

«O júri do prémio Leya, reunido ontem e hoje em Alfragide, deliberou por unanimidade distinguir a obra O Meu Irmão, de Afonso Reis Cabral.

 

O livro premiado trata de um tema delicado, que poderia suscitar uma visão sentimental e vulgar: a relação entre dois irmãos, um deles com síndrome de Down. A realidade é trabalhada de uma forma objectiva e com a violência que estas situações humanas, podem desenvolver, dando também um retrato social que evita tomadas de decisão fáceis, obrigando a um investimento numa leitura que nos confronta com a dificuldade de um mundo impiedoso. Há no entanto uma tonalidade lírica na relação que se estabelece entre dois deficientes e que salva, através de apontamentos de poesia e de humor, o desconforto de quem vive este problema.» Ler no sítio da LeYa.

 

«Na conferência de imprensa de apresentação do prémio estiveram também o Presidente Executivo da LeYa, Isaías Gomes Teixeira, o director-coordenador de Edições Gerais da LeYa, e João Amaral, Secretário do Prémio LeYa. O Meu Irmão foi escolhido entre 361 originais, de autores de 14 países.» Ler no Público.

 

«Aos 24 anos, torna-se o mais jovem autor a receber o galardão, no valor de 100 mil euros. Há outra curiosidade a assinalar, mais para deleite dos leitores que do próprio: o seu trisavô paterno chamava-se José Maria de Eça de Queiroz. "Ainda não estou publicado em termos de romance e os meus colegas continuam a ler Os Maias", ri-se Afonso, quando perguntamos se em algum momento os amigos preferem a prosa do trineto aos clássicos de leitura obrigatória, nem sempre triunfantes no gosto da pós-adolescência. "É uma honra ter este antepassado, mas não quero pensar numa influência genética, nada que se pareça. Não penso muito nisso".» Ler no iOnline.

 

«O escritor é trineto de Eça de Queiroz e o mais jovem vencedor do galardão.

 

O Meu Irmão foi escolhido entre 361 originais, vindos de 14 países, sendo a língua portuguesa a única exigência. Afonso Reis Cabral vai receber 100 mil euros e ver o seu livro publicado.» Ler no Diário de Notícias.

 

«Na sessão de anúncio, o presidente do júri, Manuel Alegre, disse que o livro "trata de um tema delicado que podia suscitar uma visão sentimental vulgar: a relação entre dois irmãos, um deles com Síndroma de Down".» Ler na Renascença e no Jornal de Notícias.

 

«O júri salientou que a realidade foi “trabalhada de uma forma objetiva e com a violência que estas situações humanas podem desenvolver” e que o romance faz “um retrato social que evita tomadas de decisão fáceis, obrigando a um investimento numa leitura que nos confronta com a dificuldade de um mundo impiedoso”.» Ler no Observador.

 

«"Tenho medo de dizer algum disparate." Uma afirmação pouco habitual entre os leitores e menos ainda entre os escritores, daí que ao ouvirem-se estas seis palavras da boca do mais recente autor português, na primeira entrevista após saber que vencera o Prémio Leya ao concorrer com mais 360 originais, se admita imediatamente que Afonso Reis Cabral não escreveu por acaso um romance tão elogiado pelo júri como foi O Meu Irmão.» Ler no Diário de Notícias.

 

«"Qualquer escritor tem que necessariamente escrever sobre o que sabe, senão não escreve, e portanto inspirei-me nalguns aspetos da minha biografia e da minha vida", disse o autor aos jornalistas no final da cerimónia.» Ler na RTP. Ouvir na RTP. Ver na RTP, aqui e aqui.

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por Booktailors às 12:30 | comentar | partilhar

Sex, 17/Out/14

 

«Ao meio-dia de hoje saber-se-á quem será o próximo autor a vencer o Prémio Leya. Um anúncio que ocorre desde 2008, quando o escritor brasileiro Murilo Carvalho foi o escolhido pelo júri entre centenas de candidatos que concorreram ao prémio literário que proporciona o mais elevado valor em dinheiro em todo o espaço da língua portuguesa e garante a divulgação da obra vencedora a nível da lusofonia e de vários outros países.» Ler no Diário de Notícias.

 

«Ao prémio concorreram 361 originais, de autores de 14 países, disse à Lusa fonte do grupo editorial.

 

O júri do galardão é presidido pelo escritor Manuel Alegre, teve uma reunião na quinta-feira e volta a reunir-se hoje, antes do anúncio.

 

Além de Manuel Alegre, fazem parte do júri os escritores Nuno Júdice, Pepetela, José Castello e ainda José Carlos Seabra Pereira, professor da Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra, Lourenço do Rosário, reitor do Instituto Superior Politécnico e Universitário de Maputo, e Rita Chaves, professora da Universidade de São Paulo.» Ler na RTP.

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Qui, 21/Ago/14
Qui, 21/Ago/14

 

«Andam qua­tro bici­cle­tas com livros a cir­cu­lar por algu­mas pra­ias da Linha de Cas­cais durante os fins-de-semana de Agosto. Trata-se do pro­jecto "LeYa Cas­cais", uma parce­ria do grupo edi­to­r­ial LeYa com a Câmara Munic­i­pal de Cas­cais.» Ler no Ciberescritas.

 

«As bicicletas irão circular pelas praias de S. João do Estoril, Poça, Azarujinha e Tamariz entre as 10.30 e às 19.00.» Ler no Diário Digital.

 

«O projecto LeYa Cascais consiste em aproximar a leitura e os livros aos leitores que se encontram de férias ou a frequentar as praias do Município de Cascais. A oferta inclui não só livros para adultos, mas, também alguns livros em inglês e livros para jovens e crianças.» Ler no Sinfonia dos Livros e no Marcador de Livros.

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por Booktailors às 15:00 | comentar | partilhar

Ter, 24/Jun/14
Ter, 24/Jun/14

 

«Pela segunda vez, a Nissan Portugal, em parceria com o Plano Nacional de Leitura (PNL), a editora Leya, o PÚBLICO e a revista Fórum Estudante, lançou o concurso Jovens Autores de Histórias Ilustradas. A iniciativa inspirada em dois projectos da marca no Japão – o Children’s Story Book e o Children’s Picture Book –, que existem há 30 anos, surgiu, de acordo com António Pereira Joaquim, director de comunicação da Nissan Ibéria SA - Portugal, "no âmbito do conceito de 'cidadania azul' da marca, que se insere na plataforma de responsabilidade social corporativa".» Ler no Público e no Diário Digital.


por Booktailors às 18:00 | comentar | partilhar

Seg, 9/Jun/14
Seg, 9/Jun/14

 

«Gabriela Ruivo Trindade nunca tinha publicado um texto, mas com Uma Outra Voz não só concretizou esse desejo como venceu o prémio LeYa 2013, que recebeu hoje [dia 7] ao final da tarde na Feira do Livro, em Lisboa.» Ler no Diário de Notícias.

 

«Em outubro, quando foi anunciada a vencedora, o júri justificou a escolha pela "consistência narrativa", nomeadamente "na caracterização das personagens femininas".» Ler no Correio da Manhã.

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Sex, 6/Jun/14
Sex, 6/Jun/14

 

«45 anos de edição de Zeferino Coelho foi o pretexto para juntar esta tarde na Feira do Livro de Lisboa algumas dezenas de autores, editores e amigos que acompanharam o rosto da Editorial Caminho na sua luta pela literatura.

 

Uma festa surpresa que contou com Gonçalo M. Tavares, Daniel Sampaio, Isabel Alçada e Ana Maria Magalhães e o historiador António Borges Coelho, entre os muitos escritores que marcaram presença, bem como Luandino Vieira, Mia Couto, Ondjaki e Germano de Almeida. Autores representativos do universo da língua portuguesa e que foram editados ou descobertos por Zeferino Coelho ao longo das últimas quatro décadas e meia de profissão.» Ler no Diário de Notícias.


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Sex, 30/Mai/14
Sex, 30/Mai/14

«O escritor Rui Cardoso Martins, cuja obra tem sido publicada pela Dom Quixote, chancela pertencente ao grupo Leya, será, a partir de agora, um autor da Tinta-da-China, revelou quarta-feira à Lusa a editora Bárbara Bulhosa.»

«À Lusa, Rui Cardoso Martins sublinhou que a sua saída da Leya não foi motivada pela existência de qualquer tipo de conflito, explicando apenas que, "às vezes, é preciso uma mudança".» Ler no Público.


por Booktailors às 10:44 | comentar | partilhar

Qua, 28/Mai/14
Qua, 28/Mai/14

 

«A 84.ª Feira do Livro de Lisboa abre na quinta-feira, no Parque Eduardo VII, com 250 novos pavilhões de 537 editoras e chancelas, mais 80 do que no ano passado, e um conjunto de atividades que inclui um "picnic literário".

 

O número de pavilhões é semelhante ao do ano passado, mas com um design novo, disse à Lusa fonte da Associação Portuguesa de Editores e Livreiros (APEL), que organiza o evento.» Ler no iOnline.

 

«O secretário de Estado da Cultura, Jorge Barreto Xavier, o presidente da Câmara de Lisboa, António Costa, e o presidente da Associação Portuguesa de Editores e Livreiros, João Alvim, inauguram na quinta-feira a Feira do Livro de Lisboa.

 

O parque Eduardo VII volta a ser o cenário da Feira do Livro, que, nesta 84.ª edição, espera receber mais de 500 mil visitantes e muitos autores e ilustradores, entre eles, Jeff Kinney, autor de «O Diário de um Banana», e que foi nomeado pela revista Time como uma das pessoas mais influentes em todo o mundo.» Ler no Diário de Notícias.

 

«O Grupo LeYa está presente com 14 pavilhões, de acordo com os números da editora, organizados numa praça própria e, pela primeira vez, fará entrega do Prémio LeYa, no valor de 100.000 euros, na feira.

O Prémio Leya 2013 foi ganho por Gabriela Ruivo Trindade, pelo romance, Uma outra voz, e será entregue no dia 7 de junho, por Miguel Pais do Amaral, presidente do Conselho de Administração do Grupo.

 

A LeYa mantém a tradição de entregar também os Prémios do Concurso Literário Uma Aventura, que acontecerá no dia 2 de junho, com a presença das autoras Ana Maria Magalhães e Isabel Alçada, e de cerca de mil alunos, segundo previsões da LeYa.

 

O grupo, que inclui, entre outros, a Editorial Caminho e a Casa das Letras, apresenta no certame uma nova imagem e "um programa forte e diversificado assente, também ele, na diversidade dos livros e dos autores publicados", disse à Lusa fonte editorial.» Ler na RTP.

 

«Além das editoras e suas chancelas e da participação de Moçambique, que se inscreveu, a Feira conta ainda com a participação de dez alfarrabistas.

A modernização do equipamento da Feira passa também pelo seu auditório, a meio do Parque Eduardo VII, um espaço fechado de 90 metros quadrados, climatizado, com capacidade para 80 pessoas. Aqui se realizarão vários debates, palestras e apresentações de livros.» Ler na TVI24.


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Seg, 5/Mai/14
Seg, 5/Mai/14

 

«O administrador do Grupo Leya responsável pela área editorial em Portugal, Tiago Morais Sarmento, garante que o investimento financeiro de cem milhões para adquirir quase duas dezenas de editoras em 2007 valeu a pena. Quanto à saída de José Saramago do catálogo, lamenta que não tenham sido reconhecidos os esforços para divulgar a obra do Nobel e garante que se o escritor fosse vivo "não teria abandonado a Editorial Caminho".

 

Em entrevista rara, Tiago Morais Sarmento faz questão de revelar que a Leya tem tido um "aumento consistente em termos de volume de resultados e que até agora cresceu mais de 70 %". Destaca a importância da nova geografia Brasil, a manutenção do volume de negócios em África e o grande peso editorial em Portugal: "Em 2013, Portugal cresceu em termos de receitas face a 2012 em várias áreas e faturámos em termos de grupo consolidado 121 milhões de euros nas três geografias."» Ler no Diário de Notícias.


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Qua, 5/Fev/14
Qua, 5/Fev/14

 

«O novo romance de João Tordo, Biografia involuntária dos amantes, será editado em abril pela Alfaguara, editora que passará a publicar a obra do escritor, foi hoje divulgado em comunicado.»

 

«Biografia involuntária dos amantes é o sétimo romance de João Tordo que, em finais do mês passado, disse à agência Lusa ser este o seu "livro mais conseguido".

 

Em 24 de janeiro, em declarações à Lusa, João Tordo afirmou que tinha saído do grupo LeYa onde sempre foi "muito bem tratado", mas procurava "um novo alento".» Ler no iOnline, no Sol e no Diário Digital.


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Qua, 29/Jan/14
Qua, 29/Jan/14

 

«As herdeiras do Prémio Nobel da Literatura escolheram a editora Porto Editora para substituir a Editorial Caminho que durante os últimos 35 anos publicou toda a obra de José Saramago.

 

O acordo entre as partes foi obtido ao final da manhã e acertado durante o almoço que se seguiu, após uma última ronda de negociações no início desta semana em torno de um contrato que pretende dar a dignidade à vasta obra que as herdeiras não encontraram num dos três principais grupos editoriais portugueses, o grupo Leya.» Ler no Diário de Notícias.

 

«As herdeiras de Nobel da Literatura português e a editora portuense firmaram esta quarta-feira um acordo de seis anos para a edição e promoção da obra literária do autor de Memorial do Convento e Ensaio sobre a Cegueira.

 

«Para além da edição em papel e e-book dos livros de Saramago em Portugal e nos países de língua oficial portuguesa, o texto do acordo – segundo o comunicado divulgado pela Porto Editora (PE) – contempla também "o compromisso de definir estratégias conjuntas de divulgação da obra do escritor em todo o mundo, com especial atenção à comunidade lusófona".

 

"É um privilégio acolhermos a vastíssima obra literária de um dos mais importantes escritores portugueses de sempre", diz Manuel Alberto Valente, o editor da PE que ficará responsável pela obra de Saramago, citado pelo referido comunicado. E acrescenta acreditar que "a Porto Editora é a melhor casa para um escritor da dimensão de José Saramago".» Ler no Público.

 

«Na escolha, as herdeiras elogiam o facto de a Fundação Círculo de Leitores (que integra o grupo Porto Editora) ter criado o Prémio Literário José Saramago, que "distingue jovens escritores de língua portuguesa", e sublinham o "impulso" que aquela fundação deu à carreira literária de José Saramago, com a edição de Viagem a Portugal em 1981.» Ler no iOnline.

 

«A decisão surge uma semana depois de a editora Editorial Caminho e as herdeiras de Saramago terem anunciado o fim de um acordo editorial sobre a publicação das obras do autor português.» Ler na RTP.

 

«Manuel Alberto Valente acaba de acrescentar ao catálogo da Porto Editora a obra do único Nobel da Literatura português. O editor, também vindo do Grupo Leya, em 2008, diz que é difícil calcular o impacto económico desta conquista.» Ler no Diário Económico.

 

Leia o comunicado da Fundação José Saramago aqui.


por Booktailors às 16:12 | comentar | partilhar

Sex, 24/Jan/14
Sex, 24/Jan/14

«O grupo editorial Leya garantiu hoje que tem muito respeito pelos autores dos livros, mas escusou-se a comentar a saída de alguns nomes da literatura portuguesa, como o Nobel José Saramago ou João Tordo.

"A Leya nunca comentou nem irá comentar a saída de autores. Temos o maior respeito pelos autores", afirmou o grupo numa nota da editora presidida por Miguel Pais do Amaral.» Ler no Diário de Notícias, no Público, no Sol e no iOnline.


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Sex, 24/Jan/14

«Foi já há dois meses que o escritor Miguel Sousa Tavares abandonou o grupo editorial Leya. No entanto, só esta quinta-feira o autor confirmou ao PÚBLICO a sua saída, um dia depois de se tornar pública a quebra de contrato do mesmo grupo com as herdeiras do Nobel José Saramago. Sousa Tavares fala de "descontentamento" quanto ao trabalho do grupo. Na sua opinião, este "matou a identidade das editoras" que agregou desde a sua fundação, em 2008. "Não creio que o grupo Leya esteja vocacionado para a edição de livros."» Ler no Público, no iOnline e no Diário Digital.


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Qui, 23/Jan/14
Qui, 23/Jan/14

 

«O escritor João Tordo vai publicar o seu novo romance, com edição prevista para Abril, numa nova editora, abandonando o grupo editorial Leya e a sua chancela D. Quixote. Prémio José Saramago em 2009, o romancista confirmou esta quinta-feira a sua saída ao PÚBLICO e frisou que a mudança nada tem a ver com o fim do contrato que ligava a Leya ao Nobel português.» Ler no Público.

 

«O escritor João Tordo, Prémio José Saramago em 2009, disse à Lusa que editará o novo romance em Abril, mas não no grupo LeYa, de onde saiu à procura "de um novo alento".

 

O escritor não adiantou qual o título do novo romance, nem em que editora será publicado, mas garantiu que é o seu "livro mais conseguido".» Ler no Sol.

 

«"O meu trabalho é escrever e estar atento aos meus leitores, nada mais, e aproveitar as oportunidades (se elas surgirem) de publicar o meu trabalho noutros países - o que, e ainda bem, tem acontecido", acrescenta o escritor.» Ler no Dinheiro Vivo.

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por Booktailors às 13:43 | comentar | partilhar

Qua, 22/Jan/14
Qua, 22/Jan/14

 

«A editorial Caminho e as herdeiras do escritor José Saramago rompem um vínculo com 35 anos.

 

A editora Caminho, que pertence ao grupo Leya, e as herdeiras de José Saramago resolveram romper o contrato por discordarem quanto às condições contratuais para a publicação dos livros do Prémio Nobel.» Ler no Expresso.

 

«Pouco depois da publicação desta notícia, a Leya emitiu um comunicado em que diz: "As herdeiras de José Saramago e a Editorial Caminho informam que não foi possível chegar a acordo sobre as condições contratuais que permitiriam continuar a publicar, nesta editora, a obra do escritor. Cessa por isso, nesta data, a parceria iniciada há 35 anos, com a publicação de A Noite (1979)."» Ler no Público.

 

«Para Zeferino Coelho, o editor de sempre da obra do escritor desaparecido em 18 de Junho de 2010, "é com desgosto e muita mágoa" que vê desaparecer do portfolio da Caminho um autor que esteve desde sempre ligado à editora que dirige (...)». Ler no Diário Económico.

 

«A crítica à ausência de promoção condigna ao valor da obra saramaguiana pelo grupo editorial Leya é o único comentário realizado por fontes próximas das herdeiras no seguimento do comunicado oficial que revela o fim de uma parceria que gerou vendas de milhões de exmplares do escritor e que continua a ser traduzida e publicada em todo o mundo.» Ler no Diário de Notícias.

 

«A obra de José Saramago terá uma nova chancela editorial "em meados da próxima semana", disse à Lusa José Sucena, curador da Fundação José Saramago, falando em nome das duas herdeiras do escritor.» Ler no Diário Digital, aqui e aqui e na Renascença.

 

«Zeferino Coelho, responsável da Editorial Caminho, que sempre editou a obra de José Saramago, disse à agência Lusa que o fim do acordo com as herdeiras do Nobel da Literatura é "a notícia mais triste" da sua vida profissional.

 

"Se me perguntassem o que fazia, teria a tendência para dizer que 'sou editor de José Saramago' ", afirmou à Lusa Zeferino Coelho, questionado sobre as causas de não se dar continuidade à publicação da obra do Nobel português, sob a chancela da Editorial Caminho.» Ler no iOnline, aqui e aqui.

 

«José Saramago, falecido em junho de 2010 na ilha espanhola de Lanzarote, publicou praticamente toda a sua obra na Editorial Caminho, incluindo Memorial do Convento e O Ano da Morte de Ricardo Reis, que fazem parte dos programas curriculares do ensino secundário, e o romance Claraboia, editado em 2011.» Ler no Correio da Manhã, na RTP e no Sol.

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Ter, 3/Dez/13
Ter, 3/Dez/13

Durante o mês de dezembro, as livrarias do grupo LeYa em Portugal vão distribuir 11 mil marcadores de livros com mensagens sobre a forma mais correta de utilizar o Número Europeu de Emergência (112). As mensagens divulgadas nos marcadores serão essencialmente sobre as informações a prestar em caso de emergência médica. 

A iniciativa de divulgação por parte da LeYa surge de uma parceria com o Instituto Nacional de Emergência Médica. Leia no Marcador de Livros.

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Qua, 2/Out/13
Qua, 2/Out/13

 

«O vencedor do Prémio LeYa 2013, o principal prémio literário do nosso país, será conhecido no dia 15 de Outubro. A edição contou com 491 originais recebidos, de 14 países diferentes, sendo assim a mais concorrida de sempre.» Ler no Diário Digital e no iOnline.

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Ter, 7/Mai/13
Ter, 7/Mai/13

 

«O Presidente da República, Aníbal Cavaco Silva, entrega, na quarta-feira, em Lisboa, o Prémio LeYa 2012 a Nuno Camarneiro, distinguido pelo romance Debaixo de Algum Céu.» Ler no iOnline, no Diário Digital e no Diário de Notícias.

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Ter, 23/Abr/13
Ter, 23/Abr/13

«O dia 23 de abril, Dia Mundial do Livro, vai ser assinalado por uma iniciativa do grupo editorial LeYa em colaboração com os transportes públicos de Lisboa. Vinte mil livros serão distribuídos gratuitamente.» Ler no Diário de Notícias e no Correio da Manhã.


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Ter, 2/Abr/13
Ter, 2/Abr/13

 

O sítio da LeYa já dispõe de uma entrada própria dedicada a livros digitais gratuitos. Aceda à lista aqui. Via eBook Portugal.

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Seg, 4/Mar/13
Seg, 4/Mar/13

 

«O negócio do grupo Leya no Brasil deverá ultrapassar, pela primeira vez este ano, a operação da editora em Portugal, estima o dono do grupo, Miguel Pais do Amaral, em entrevista à Lusa.» Ler na Visão.

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Seg, 17/Dez/12
Seg, 17/Dez/12

 

Foi anunciado há pouco, pelo presidente do júri, Manuel Alegre, que Debaixo de Algum Céu, de Nuno Camarneiro, é o vencedor da edição deste ano do prémio LeYa.

 

«O prémio, no valor de 100 mil euros, é dado pelo grupo editorial Leya.» Ler no Público.

 

«O romance Debaixo de algum céu, de Nuno Camarneiro, é o vencedor do Prémio LeYa, com o valor pecuniário de 100.000 euros, foi hoje divulgado pelo presidente do juri, Manuel Alegre, na sede do grupo editorial.» Ler no iOnline, no Diário Digital, no Diário de Notícias, no Jornal de Notícias, no Correio da Manhã e no Sol.

 

«O presidente do júri do Prémio LeYa disse que o romance vencedor é  o"retrato de uma microssociedade unida pelo espaço em que vivem as personagens". Uma alegoria do mundo contemporâneo.» Ler no Expresso.


«Entre mais de 270 obras a concurso, Debaixo de Algum Céu valeu ao investigador o Prémio LeYa 2012.» Ler no iOnline.


«O escritor Nuno Camarneiro venceu hoje o Prémio LeYa 2012 com "Debaixo de algum céu", um romance "reduzido ao espaço de um prédio", como se fosse um purgatório, disse à agência Lusa.» Ler no Diário de Notícias e no Sol.

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Ter, 11/Dez/12
Ter, 11/Dez/12

 

Encontra-se em funcionamento, a partir de hoje, a Escrytos, plataforma de autoedição da LeYa para toda a língua portuguesa. Concebida pela equipa interna do grupo editorial e visando todos os autores, dos mais variados géneros, do literário ao académico, a Escrytos permite o acesso gratuito a um serviço de edição de livros digitais, disponibilizando-os internacionalmente nas maiores plataformas de distribuição em linha mundiais, como a Amazon ou a iBookstore.

 

Destacando-se pela facilidade de acesso e de utilização, a Escrytos permite criar e-books de forma inteiramente gratuita ou recorrendo a serviços pagos de melhoramento de texto. Tudo dependerá das necessidades do autor e do seu interesse em requerer um parecer editorial, serviços de edição ou revisão, de conversão ePub profissional ou mesmo de criação de booktrailers e comunicados de imprensa.

 

No entanto, se o autor pretender apenas a conversão do seu texto para o formato ePub, transformando-o num livro digital, a plataforma fornece as instruções necessárias à conversão, através de um tutorial pormenorizado. É também gratuito o acesso ao serviço de conceção de capa, a par da emissão dos formulários de requisição de ISBN que o autor deverá preencher.

 

Após a criação do e-book propriamente dito e a sua colocação em linha, este fica automaticamente disponível em todas as plataformas mundiais de distribuição de livros digitais, como a Amazon, a iBookstore e a Kobo. A partir deste momento, o autor poderá acompanhar as vendas do seu título, cujo preço deverá ser escolhido de uma tabela definida segundo protocolos internacionais. Caso o autor opte pela disponibilização gratuita, o e-book poderá ser descarregado apenas a partir da plataforma da LeYa.

 

Se o autor requerer serviços adicionais (um parecer editorial ou uma revisão, por exemplo), a orçamentação é realizada de forma automática, no sítio de Internet, de acordo com as dimensões do texto. No que respeita à aquisição de serviços de edição, cujo preço variará de acordo com as horas de trabalho estimadas, o autor poderá comprar um plafond com um número de horas variável.

 

Esta plataforma será apresentada no Brasil na próxima semana, alargando-se posteriormente aos vários países de língua oficial portuguesa. Aceda ao sítio de Internet da Escrytos aqui.

 

«O grupo editorial LeYa apresentou hoje a plataforma digital www.escrytos.com que permite a qualquer falante de língua portuguesa a publicação e venda da respetiva obra, quer seja ensaio, ficção ou poesia.» Ler no iOnline e no Diário Económico.


«Grupo LeYa apresentou hoje uma plataforma que permite a autores de língua portuguesa publicarem e venderem as suas obras pela Internet.» Ler no Expresso.


«A LeYa disponibilizou esta terça-feira uma plataforma de auto-publicação de livros eletrónicos, a Escrytos. Portanto, a partir de agora, já é possível editar um livro sem qualquer custos e sem a necessidade de uma editora.» Ler no Diário Digital.

 

«O grupo LeYa apresentou na terça-feira uma nova ferramenta que permite a qualquer pessoa publicar um ebook.» Ler no Público.


«A LeYa criou um site onde qualquer cidadão pode criar o seu ebook e pôr à venda em todo o mundo.» Ler no Sol.

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Sex, 9/Nov/12
Sex, 9/Nov/12

 

«No âmbito do Ano de Portugal no Brasil, a Leya Brasil editou os primeiros cinco livros da nova colecção"Novíssimos", que tem como objectivo revelar "algumas das vozes mais emblemáticas da nova literatura portuguesa".» Ler no Diário Digital.

 

«Os escritores João Ricardo Pedro, Patrícia Portela, Patrícia Reis, Nuno Camarneiro e Sandro William Junqueira partem hoje para o Brasil para participar num novo festival literário no Rio de Janeiro. São os primeiros do grupo de dez que a editora Leya Brasil vai publicar na colecção Novíssimos, criada no âmbito do Ano de Portugal no Brasil para apresentar aos leitores brasileiros alguns dos escritores portugueses da nova geração. Em 2013, seguem viagem João Tordo, Rui Cardoso Martins, David Machado, André Gago e Bruno Margo.» Ler no Público.


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Qua, 7/Nov/12
Qua, 7/Nov/12

 

A loja Amazon Kindle dispõe já de um conjunto alargado de títulos do grupo LeYa em formato e-book. Para ler aqui.

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Qui, 4/Out/12
Qui, 4/Out/12

No próximo dia 9, terça-feira, pelas 18.30, realiza-se a primeira sessão do ciclo de conferências «Livros que influenciaram os líderes», na livraria LeYa na Buchholz. Os primeiros convidados do ciclo organizado pela LeYa e pela Executive Digest são Luís Paulo Salvado, administrador-delegado da Novabase, e Carlos Liz, presidente da APEME, que vão partilhar com o público presente a importância que determinados títulos tiveram nas suas vidas. A moderação ficará a cargo de Bárbara Barroso, jornalista e especialista em finanças pessoais. A entrada é livre.

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Qua, 3/Out/12
Qua, 3/Out/12

 

Até ao final deste mês, a LeYa promove uma campanha de descontos em e-books e livros essenciais, direcionada para o público universitário. Saiba mais aqui. Via eBook Portugal.


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Sex, 21/Set/12
Sex, 21/Set/12

 

«Um fim-de-semana cheio de livros, concertos, debates e animação infantil – eis como a Leya, em colaboração com a Câmara Municipal de Lisboa e o Comissariado do Ano do Brasil – se prepara para celebrar, na Praça do Rossio, em Lisboa, o arranque do Ano do Brasil em Portugal.» Ler no Correio da Manhã.

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Qui, 13/Set/12
Qui, 13/Set/12

 

Três anos depois da chegada ao mercado editorial brasileiro, a LeYa é um caso de sucesso. É a mais jovem editora entre as 10 maiores do Brasil e é uma das cinco com mais títulos na lista dos mais vendidos. Depois de quatro milhões de livros vendidos, 230 títulos lançados, dos quais 27 na lista dos mais vendidos no Brasil, pode dizer-se que a editora conquistou o país. Para ler aqui e aqui.


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Seg, 9/Jul/12
Seg, 9/Jul/12

 

«A Leya Brasil vai perder cerca de um milhão de reais (cerca de 400 mil euros) devido a um erro na edição de um dos livros da saga «As Crónicas de Gelo e Fogo», do escritor norte-americano George R. R. Martin, que deu origem à série televisiva Game of Thrones. O volume chegou às livrarias com dez páginas a menos, pois um erro de produção levou a que não fosse incluído o 26.º capítulo de A Dança dos Dragões.» Ler no Correio da Manhã, no Expresso e na Sábado.

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Ter, 3/Jul/12
Ter, 3/Jul/12

 

Para assinalar o segundo aniversário da morte de José Saramago, a LeYa lançou uma campanha de descontos de 40 por cento nos livros em formato papel e nos e-books do autor. A campanha termina a 9 de julho. Saiba mais aqui. Via eBook Portugal.

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Seg, 28/Mai/12
Seg, 28/Mai/12

A Eigal, gráfica que imprimiu os livros escolares da Texto Editora e Asa, foi alvo de uma ação de arresto por parte do Tribunal de Gondomar, noticiou o semanário Vida Económica na passada sexta-feira. No total, várias dezenas de milhares de livros encomendados pela LeYa à gráfica, destinados a ser comercializados no início do próximo ano letivo, 2012/2013, poderão ficar arrestados até outubro, provocando um prejuízo que poderá ascender a 1 milhão de euros.

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Qua, 9/Mai/12
Qua, 9/Mai/12

«Foi entregue esta segunda-feira o Prémio LeYa no valor de 100 mil euros. O vencedor é João Ricardo Pedro que ganhou logo com o primeiro livro. É um ex-engenheiro que decidiu escrever a obra vencedora quando perdeu emprego. O Teu Rosto Será o Último já vai na 3.ª edição e é o mais vendido da editora na Feira do Livro.» Veja o vídeo aqui

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Qua, 4/Jan/12
Qua, 4/Jan/12

 

«O editor da Teorema e a editora da Estrela Polar, assim como os dois gestores de marca, o da Dom Quixote e o da ASA, estão entre as mais de 30 pessoas de diversos sectores que o grupo editorial LeYa está a despedir desde terça-feira, no Porto e em Lisboa, alegando extinção de postos de trabalho. O grupo, durante este ano, irá criar 80 novos postos de trabalho em Portugal na área de produção de conteúdos digitais e de ensino à distancia, e vai apostar no Brasil aumentando o número de funcionários até 700.» Ler no Público

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Seg, 31/Out/11
Seg, 31/Out/11

A filial da Leya no Brasil ocupa neste momento uma posição confortável no topo das editoras no Brasil, demonstrado o sucesso da operação Leya naquele país. 

 

No ranking da Publish News, na categoria ficção, o livro mais vendido é A Tormenta de Espadas de George R. R. Martin, editado pela Leya. Na não-ficção, o segundo e o terceiro livro são também LeYa Brasil. 

 

No ranking da Veja, por seu lado, a LeYa Brasil figura um lugar no topo com o livro A fúria dos Reis, de George R. R. Martin. 

 

Na Publish News, o ranking de livros mais vendidos é feito a partir da soma das vendas de todas as livrarias consultadas. ranking de editoras é elaborado através dos números de títulos que cada editora coloca nas listas e não reflecte a quantidade de livros vendidos. Número e estatísticas da Publish News aqui. Por outro lado, a Veja utiliza como fonte várias livrarias brasileiras que podem ser consultadas aqui


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Seg, 24/Out/11
Seg, 24/Out/11

«Os utilizadores de equipamentos móveis com acesso à internet podem a partir [da passada sexta-feira] adquirir livros na livraria em linha (on-line) da LeYa, informou o grupo editorial.» Ler no Diário Digital.


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Seg, 17/Out/11
Seg, 17/Out/11

 

«O número de downloads da edição digital de Claraboia, o romance que José Saramago escreveu na juventude e deixou inédito até ao fim da vida, excedeu as expectativas do Grupo LeYa.» Para ler no Diário Digital.

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Qua, 28/Set/11
Qua, 28/Set/11

O empresário Miguel Pais do Amaral confirmou hoje a criação de um novo canal de desporto por cabo, que deverá arrancar com a temporada de 2012/2013. Ler na Meios & Publicidade e no iOnline.


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Qua, 29/Jun/11
Qua, 29/Jun/11

«O Grupo LeYa estabeleceu parcerias com livrarias em Viseu, Santarém e Faro para reforçar a sua rede de balcões numa "vertente de apoio à dinamização do comércio tradicional", disse hoje à Lusa fonte do grupo editorial». Ler na íntegra na RTP

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Qua, 18/Mai/11
Qua, 18/Mai/11

O Plano Nacional de Leitura e o Grupo LeYa ofereceram livros nos comboios, no passado dia 28 de Abril, nas viagens até Lisboa e Porto. Veja o vídeo abaixo.

 


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Sex, 6/Mai/11
Sex, 6/Mai/11

Uma inovadora iniciativa que combina leitura com Facebook. Tudo explicado abaixo.

 

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Sex, 29/Abr/11
Sex, 29/Abr/11

«O Universia, rede de 1 216 universidades presente em 23 países ibero-americanos, e a editora LeYa, uma empresa holding na qual se integram algumas das mais prestigiadas editoras de língua portuguesa, criaram, em parceria, a LeYa Universia, uma loja on-line criada para jovens universitários que oferece vantagens na compra de livros em formato de papel e electrónico. Tudo acontece no site www.leya.universia.pt.» Ler no Diário Digital.

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Sex, 29/Abr/11

A propósito da Feira do Livro de Lisboa que teve início esta semana e da internacionalização das grandes editoras portuguesas, o Diário Económico de ontem deu ainda destaque à Booktailors nas suas páginas centrais (ver imagem abaixo). Os artigos são da autoria de Mafalda Avelar.

 


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Seg, 13/Dez/10
Seg, 13/Dez/10

 

Carlos da Veiga Ferreira abandonou a Editorial Teorema, depois de mais de duas décadas à frente dos destinos daquela editora. Ler mais aqui.

 

Segundo fonte oficial do departamento de Comunicação do Grupo LeYa, a Teorema não será diluída na Texto Editores, ou extinta. A Teorema manter-se-á como uma editora do Grupo LeYa.

 

Foi também indicado que, a partir de hoje, José Oliveira (até à data editor da área Infanto-juvenil da Caminho) passará a acumular funções e assumirá também a direcção editorial da Teorema. Ler no Público.


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Ter, 30/Nov/10
Ter, 30/Nov/10

«O private equity Trilantic investiu 50 milhões na compra de uma posição minoritária no grupo LeYa, grupo editorial de Miguel Pais do Amaral.» Ler no Económico.


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Sex, 17/Set/10
Sex, 17/Set/10

«O grupo LeYa abriu ontem [quarta-feira] as portas da sua sede à comunicação social, anunciando as novidades editoriais para os últimos meses deste ano. Antes da festa, uma conferência de imprensa mostrou em primeira mão a reformulação do site da Mediabooks, a livraria virtual que vende os livros do grupo, apresentando igualmente algumas linhas estratégicas para os próximos tempos. » Ler na íntegra aqui.

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Qui, 16/Set/10
Qui, 16/Set/10

(Antes de mais, uma confissão: gosto de festas e de me divertir. Acho que o trabalho necessita de ser pontuado com momentos de descontracção que aproximam e tornam tudo mais humano, menos protocolado.)

Se a rentrée é a altura perfeita para nos reencontrarmos, a festa que ontem o Grupo LeYa organizou foi, igualmente, a oportunidade para esse reencontro. Tendo como hora de início 17.30, as pessoas foram progressivamente chegando e recebendo a respectiva identificação (nome e função) que permitia a todas passear livremente pelo espaço. Quando dizemos «livremente», é exactamente isso, pois até as salas mais recônditas aparentavam estar disponíveis para podermos entrar e observar. Casa de portas abertas era o lema.

Tendo toda a gente recolhido ao espaço habitual de refeitório e à respectiva varanda, seriam cerca de três centenas de pessoas que por lá circulavam, deixando o espaço apinhado mas não excessivamente confuso. Em volta, estavam os livros que sairão nos próximos tempos; entre nós, estavam os autores (sensivelmente 150 previstos), os editores, os parceiros de negócios, os livreiros e a imprensa especializada. Foi a altura perfeita para reencontrar amigos e caras conhecidas, ficar a par das novidades e trocar impressões da época que agora se inicia. Um momento descontraído e atractivo, que possibilitou de uma só vez tomar conhecimento com a programação das diferentes editoras do Grupo, com a sua filosofia e com os rostos por detrás das portas.

Uma excelente iniciativa que, sinceramente, espero que se possa transformar em tradição.

(nsl)

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Qui, 16/Set/10

A iniciativa LeYa de Porta Aberta decorreu ontem, entre as 17h30 e as 21h30, nas instalações do Grupo LeYa, em Alfragide. Entre os convidados estavam mais de 100 autores e colaboradores externos (entre escritores, ilustradores, designers e tradutores), assim como diversos outros parceiros (livreiros, distribuidores, entre outros) e a imprensa cultural, que foram recebidos por toda a equipa LeYa.

Tratou-se de um dia especial, no qual todas as portas estavam abertas e todos os presentes foram convidados a entrar e conhecer o edifício. No espaço superior do edifício estavam várias mesas onde foram apresentadas as próximas novidades do Grupo para os meses finais de 2010.

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Qui, 16/Set/10

«O grupo editorial LeYa começou ontem a vender livros digitais através da MediaBooks, a sua livraria on-line (www.mediabooks.pt) que também transacciona livros impressos. Mais de 100 livros de autores lusófonos estão agora disponíveis em formato e-book, podendo ser lidos em computadores (PC e Mac) e na generalidade dos leitores portáteis disponíveis no mercado nacional.» Ler no Público.

«O grupo editorial LeYa anunciou hoje [ontem] o início da comercialização de e-books na sua livraria on-line, MediaBooks, que terá uma loja na Apple e venderá em suporte digital os livros do catálogo das suas 17 chancelas.» Ler no jornal i, no Diário Digital e no Jornal de Notícias.


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Qui, 26/Ago/10
Qui, 26/Ago/10

O Grupo LeYa acaba de criar no Brasil uma chancela dedicada ao público juvenil. Chama-se LeYa Cult. Mais informações aqui.

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Ter, 24/Ago/10
Ter, 24/Ago/10

O Grupo LeYa participou na Bienal do Livro de São Paulo (12 a 22 de Agosto), com stand e programação próprios. A LeYa Brasil já publicou mais de 70 títulos, desde que iniciou a sua actvidade naquele país, há cerca de um ano.


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Ter, 27/Jul/10
Ter, 27/Jul/10
A LeYa está no primeiro lugar do top da revista brasileira Veja, na categoria de auto-ajuda, com O Efeito Sombra, de Deepak Chopra, Marianne Williamson e Debbie Ford. O livro tem liderado as tabelas de vendas no Brasil nas últimas semanas, sendo editado no nosso país pela Lua de Papel. O Efeito Sombra será publicado em Portugal em Outubro.


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Seg, 12/Jul/10
Seg, 12/Jul/10
«O Grupo LeYa vai lançar em Setembro uma plataforma de e-books (livros em formato digital), que integrará vários escritores lusófonos.» Ler no Diário Digital.


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Sex, 2/Jul/10
Sex, 2/Jul/10
No início do mês de Julho, a LeYa e a Coimbra Editora - CE Livrarias inauguram uma nova livraria no centro de Portimão, nas antigas instalações da livraria Teorema. Ler mais aqui.

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Sex, 25/Jun/10
Sex, 25/Jun/10
«A Pangemedia Global, proprietária da TV Net, estabeleceu uma parceria com o grupo LeYa para o fornecimento de conteúdos multimédia de carácter pedagógico. “O acordo irá permitir que as editoras de conteúdos escolares do grupo LeYa possam incluir vários vídeos desenvolvidos pela TV Net nos manuais de Ciências da Natureza do 5º ano de escolaridade e de Português do 10º ano do próximo ano lectivo”, informa a empresa em nota enviada às redacções.» Ler no Meios & Publicidade.

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Qui, 24/Jun/10
Qui, 24/Jun/10
É o primeiro livro de Maria do Rosário Pedreira na LeYa e por isso mesmo o destaque ao lançamento de hoje. É na livraria LeYa Barata, pelas 18h30. Recorde-se que Maria do Rosário Pedreira foi contratada pelo Grupo LeYa para descobrir novos autores – estratégia que começa a surtir efeito.

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Ter, 1/Jun/10
Ter, 1/Jun/10
Não foi apenas Paulo Guinote, visado na carta da LeYa à direcção do DN, a responder. A Porto Editora também veio agora classificar de «atitude lamentável» a missiva enviada. Reproduzimos o comunicado da Porto Editora:

«No passado dia 28 de Maio, o Grupo LeYa divulgou uma carta dirigida ao director do Diário de Notícias, na sequência de um artigo que aquele jornal dedicou ao projecto Manual Escolar 2.0. Nessa carta, cujo objectivo era de contestar as críticas expressas no artigo sobre o referido projecto, a Directora Coordenadora de Edições Escolares do Grupo LeYa enveredou por uma teoria da conspiração envolvendo os editores concorrentes, nomeadamente a Porto Editora, recorrendo a insinuações que só servem para classificar quem as profere.

Este triste episódio é, a todos os níveis, lamentável.

Seriedade, rigor e ética são valores que nos definem desde sempre. Trabalhar na área da Educação exige um enorme sentido de responsabilidade e, ao mesmo tempo, um espírito de humildade que permita viver o sucesso sem sobranceria e o fracasso sem despeito. Infelizmente, pelos vistos, nem todos partilham desta nossa visão.

Porto Editora
Gabinete de Comunicação e Imagem»


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Ter, 1/Jun/10
O Grupo LeYa preparou um conjunto de iniciativas para a Feira do Livro do Porto com o objectivo de celebrar o dia mundial da Criança. Assim, hoje o «Autocarro LeYa» vai percorrer a cidade com autores, mascotes e crianças.

O autocarro circulará pela cidade a partir das 14h30 e terá como destino a Praça LeYa, na Avenida dos Aliados, onde decorre a feira. Esse autocarro panorâmico terá como passageiros diversas crianças, autors de literatura infanto-juvenil, personagens de livros infantis e juvenis como Astérix, Obélix, Ruca, o Pocoyo, o Gombby e o Vampiro Valentim.


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Ter, 1/Jun/10
No seguimento da carta enviada pelo Grupo LeYa ao Diário de Notícias, Paulo Guinote, referido nessa mesma carta, responde no seu blogue. Deixamos aqui igualmente a essa mesma resposta:

«Há dias prestei declarações ao DN acerca das condições de colaboração online para um manual de uma editora do grupo LeYa. Nessas declarações considerava inédito o processo de produção do manual, nomeadamente por contemplar a não remuneração de colaboradores e (já não me lembro se isso ficou transcrito) esperando que ao menos tivessem sido beneficiados com materiais em primeira mão como uma certa forma de compensação.

Refira-se ainda que tinha sido convidado por um dos autores do dito manual para colaborar, o que recusei mais por manifesta falta de tempo do que outra coisa. Acerca da notícia já troquei mails em privado com o dito autor, leitor aqui do blogue e muito ocasional comentador.

Qual não é o meu espanto quando hoje me dão conhecimento de numa nota enviada para o DN e publicada no Blogtailors onde se podem ler passagens como estas:

4. Contra esses dois mil professores, contra os autores dos manuais, contra os seus revisores científicos e contra os seus certificadores oficiais, recolheu a jornalista a opinião de três pessoas: Paulo Guinote, cuja qualidade de autor da Porto Editora – a mais directa concorrente da Leya no mercado das edições escolares – a jornalista não achou necessário referir; Raquel Pereira Henriques, da Associação de Professores de História (matéria a que parcialmente respeita um dos quatro manuais em apreço); e Albino Almeida, da Confederação Nacional de Associações de Pais, sempre disponível para criticar a LeYa.

5. Paulo Guinote critica os manuais porque os professores que neles colaboraram não foram remunerados; Raquel Pereira Henriques porque entendeu que as questões colocadas no site sobre o manual e a disciplina «não eram muito complexas» e, sobretudo, porque foi pedido aos professores que respondessem de «forma sucinta e com número limitado de caracteres»; e Albino Almeida por não acreditar que «isto (
sic) sirva para alguma coisa».

Ora vamos lá por partes esclarecer Carmo Correia, Directora Coordenadora de Edições Escolares do Grupo LeYa:

Sou autor da Porto Editora, por via da publicação do livro com textos deste blogue, tendo esse contrato sido cumprido e não existindo qualquer outro, muito menos para manuais escolares.
Curiosamente, o único contrato que tenho assinado e por cumprir é com uma chancela do Grupo LeYa, a Lua de Papel, não o tendo cumprido por não ter conseguido, até ao momento, produzir material com a qualidade desejada para o projecto em causa.

Nos últimos meses aceitei divulgar neste blogue, sem qualquer contrapartida financeira, dois livros publicados pelo Grupo LeYa, Choque na Educação e Sem ti, Inês, com link para o primeiro capítulo de cada um deles com o objectivo de lançar a discussão sobre eles. Não fiz isso com qualquer livro da Porto Editora.

Estes factos são de fácil verificação por quem deveria estar bem informada sobre os assuntos de que fala, em especial quando critica a jornalista por fazer mal o seu ofício. Neste caso, é a senhora (certamente doutora) directora-coordenadora que parece cometer um erro crasso que não acredito ser causado por incompetência (ninguém chega a tal função sem um bom background profissional) ou má-fé (não nos conhecemos pessoalmente, pelo que não me deve ter qualquer animosidade).

Pelo que deve existir uma terceira explicação.

Qual?»

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Seg, 31/Mai/10
Seg, 31/Mai/10
No seguimento desta notícia publicada pelo Diário de Notícias, na qual se referia que alguns manuais escolares do Grupo LeYa teriam recebido críticas por parte de alguns docentes, Carmo Correia (directora coordenadora Edições escolares) responde ao diário. Reproduzimos aqui essa mesma carta.

«Senhor Director,

O Diário de Notícias, que superiormente dirige, publicou hoje, dia 28 de Maio, um artigo intitulado "Professores criticam manuais", onde se "denuncia" a Editora LeYa, que é "acusada de lançar livros sem qualidade com base em sugestões dispersas dos docentes". Sobre esse artigo, permita-me dizer-lhe o seguinte:

1. O artigo refere-se a quatro manuais escolares da editora Sebenta, uma das editoras que integra a LeYa.

2. As edições da Sebenta caracterizam-se, desde sempre, por grande qualidade e rigor científico, de que são responsáveis autores com larga experiência no ensino, na formação de professores e na publicação de edições escolares e paraescolares.

3. Os manuais criticados pela jornalista integram um projecto pioneiro e inovador, que tem recolhido enorme adesão por parte dos professores, como é público e notório. Basta dizer que, na elaboração desses manuais, colaboraram com entusiasmo e competência cerca de 2 000 (dois mil!) professores, pertencentes a centenas de escolas do país.

4. Contra esses dois mil professores, contra os autores dos manuais, contra os seus revisores científicos e contra os seus certificadores oficiais, recolheu a jornalista a opinião de três pessoas: Paulo Guinote, cuja qualidade de autor da Porto Editora – a mais directa concorrente da Leya no mercado das edições escolares – a jornalista não achou necessário referir; Raquel Pereira Henriques, da Associação de Professores de História (matéria a que parcialmente respeita um dos quatro manuais em apreço); e Albino Almeida, da Confederação Nacional de Associações de Pais, sempre disponível para criticar a LeYa.

5. Paulo Guinote critica os manuais porque os professores que neles colaboraram não foram remunerados; Raquel Pereira Henriques porque entendeu que as questões colocadas no site sobre o manual e a disciplina «não eram muito complexas» e, sobretudo, porque foi pedido aos professores que respondessem de "forma sucinta e com número limitado de caracteres"; e Albino Almeida por não acreditar que "isto (sic) sirva para alguma coisa".

6. Salvo o devido respeito, não parece que a ausência de remuneração, o número limitado de caracteres (aliás, uma não verdade) e as dúvidas de fé de um dirigente associativo consintam as bombásticas conclusões tiradas pela jornalista do DN.

7. Parece evidente que estas três opiniões não permitem pôr em causa a qualidade e o rigor do trabalho de tanta gente, tão competente e tão dedicada, como a que participou, com entusiasmo e generosidade, na elaboração destes manuais.

8. No entanto, o artigo publicado põe em causa, em nosso entender, de forma leviana, manuais que foram sujeitos a certificação por parte do Ministério da Educação, e a avaliação científica e pedagógica por parte das Escolas Superiores de Educação de Viseu e de Setúbal, entidades que devem merecer tanto respeito e consideração quando aprovam os manuais escolares da LeYa como quando o fazem com os manuais de outras editoras concorrentes.

9. O director de marketing escolar da LeYa, quando contactado pela jornalista, nunca foi confrontado com as críticas – da jornalista ou das suas fontes – sobre a falta de qualidade dos manuais.

Permita, Senhor Director, uma última nota: este artigo foi publicado nas vésperas da escolha dos manuais que as escolas vão adoptar para o ano lectivo 2010/2011. O teor deste artigo, o seu título, a sua paginação – tudo contribui para prejudicar, num momento decisivo, o trabalho sério, competente, rigoroso que as editoras da LeYa realizaram. E, prejudicando a LeYa, beneficiam evidentemente as editoras que com ela concorrem, a cujos colaboradores foi dada a oportunidade de criticar o trabalho da LeYa, sem que a LeYa deles se pudesse defender.

Com os melhores cumprimentos,
Carmo Correia
Directora-Coordenadora de Edições Escolares»

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Sex, 28/Mai/10
Sex, 28/Mai/10
«Editora LeYa acusada de lançar livros sem qualidade com base em sugestões dispersas dos docentes.

Os quatro manuais escolares que vão ser comercializados pela LeYa já no próximo ano lectivo, com base em sugestões de dois mil professores, vão ser "uma manta de retalhos" e não terão a "qualidade necessária". As opiniões são partilhadas por professores e pais. Paulo Guinote, professor e autor do blogue A Educação do Meu Umbigo, que se recusou a participar neste projecto.»

Estes quatro livros são o resultado de uma experiência interactiva de desenvolvimento «comunitário» de livros escolares que o grupo LeYa efectuou com um grupo de professores e que levanta, agora, suspeitas de falta de qualidade e críticas pela não remuneração dos professores participantes no projecto. Via Diário de Notícias.

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Ter, 18/Mai/10
Ter, 18/Mai/10
«O Museu do Chiado e o grupo editorial LeYa assinaram ontem um protocolo que prevê a edição de várias obras, designadamente o catálogo actualizado do acervo da instituição. Miguel Pais do Amaral considerou que este tipo de "serviço público não é apanágio do Estado" e, por isso, a LeYa assume com esta primeira de futuras parcerias "claras responsabilidades culturais e económicas"». Ler no Diário de Notícias.

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Ter, 18/Mai/10
«A editora Maria do Rosário Pedreira foi contratada no final do ano passado pela LeYa para ser a editora de novos autores portugueses no grupo. Os primeiros livros daquela que foi responsável por lançar escritores como José Luís Peixoto, valter hugo mãe, Miguel Real e João Tordo (todos Prémio José Saramago [com excepção de Miguel Real]) quando estava nas editoras Temas & Debates e QuidNovi, começam a ser publicados a partir de Junho na colecção de Autores de Língua Portuguesa, da chancela Dom Quixote.» Ler no Público.

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Sex, 14/Mai/10
Sex, 14/Mai/10
«O Museu Nacional de Arte Contemporânea (MNAC) - Museu do Chiado e a Leya vão assinar um protocolo para promover a "divulgação da investigação e da produção moderna e contemporânea", através da edição de "publicações de referência".» Ler no Diário de Notícias.

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Seg, 5/Abr/10
Seg, 5/Abr/10
«A Livraria Buchholz, em Lisboa, reabre ao público na próxima quinta-feira pelas 18h00, no âmbito do acordo firmado entre a Coimbra Editora Livrarias (CE) e o grupo LeYa.» Ler no Público.

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Seg, 5/Abr/10
Criada há cerca de um ano, a editora de banda desenhada Barba Negra junta-se agora ao Grupo LeYa no Brasil, prevendo-se lançamentos de obras brasileiras e internacionais. Ler mais aqui.


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Qua, 31/Mar/10
Qua, 31/Mar/10
«O grupo Prisa anunciou hoje estar a negociar com o empresário Miguel Pais do Amaral a venda de uma participação minoritária da Media Capital depois da Ongoing ter sido impedida pela Autoridade da Concorrência de finalizar esse negócio.» Ler no Público.

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Ter, 30/Mar/10
Ter, 30/Mar/10
«Patrão da LeYa admite voltar aos media se a Ongoing falhar a entrada na TVI.

Cinco anos depois, Miguel Pais do Amaral pode estar de volta à TVI. "Não excluo que possamos olhar para o dossier da Media Capital assim que ele estiver disponível. Se for interessante...", revelou o empresário ao i, remetendo uma eventual análise desta oportunidade de negócio para quando ela estiver disponível. Ou seja, para depois de quarta-feira, o dia seguinte ao prazo limite que o grupo Ongoing tem para consumar o acordo que assinou com a holding espanhola Prisa, tendo em vista a compra de uma participação de 35% na Media Capital.» Ler no jornal i.

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Sex, 26/Mar/10
Sex, 26/Mar/10
«Estações de comboio de Lisboa e Porto foram escolhidas pelo grupo editorial LeYa para a fase experimental de instalação de máquinas de venda automática. Muitos passam e nem reparam, mas há sempre quem compre. (...)

A ideia partiu do grupo editorial LeYa, que colocou dispositivos de venda automática em estações da CP do Porto e de Lisboa. Há a hipótese de se alargar a oferta às redes de metro e até aos aeroportos.» Ler no Jornal de Notícias.

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Ter, 23/Mar/10
Ter, 23/Mar/10
«A LeYa e a Coimbra Editora - CE Livrarias estabeleceram um acordo de participação em negócio. O objectivo das duas empresas é acentuar "a dinamização cultural e comercial de uma rede de livrarias que integra, entre outras, a emblemática livraria Buchholz, em Lisboa".» Ler no Diário Digital.

«O Grupo LeYa e a Coimbra Editora (CE-Livrarias) estabeleceram um acordo que irá "dinamizar" uma rede de 17 livrarias, das quais uma online, divulgou hoje aquele grupo editorial.» Ler no Público.

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Qui, 18/Mar/10
Qui, 18/Mar/10
Como convite para os vários lançamentos do livro O Olho de Hertzog, de João Paulo Borges Coelho, a LeYa enviou uma carta de Hans Mahrenholtz (ver segunda imagem), personagem do livro. Hans «escreve-nos», descrevendo que está em Lourenço Marques, em Moçambique (ver envelope, na primeira imagem), sob o disfarce de Henry Miller, um jornalista inglês. Fica marcado o encontro com o destinatário, «para mais tarde em Portugal».


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Seg, 8/Mar/10
Seg, 8/Mar/10
«O grupo editorial LeYa reagiu hoje [sexta-feira] à polémica desencadeada pela destruição de milhares de livros de autores como Jorge de Sena e Eugénio de Andrade sublinhando tratar-se de uma medida extrema, adotada depois de esgotadas todas as alternativas.» Ler no Diário Digital.


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Ter, 9/Fev/10
Ter, 9/Fev/10
«Dezenas de milhar de livros da autoria de Jorge de Sena, Eugénio de Andrade, Eduardo Lourenço e Vasco Graça Moura, publicados pela ASA ao longo da última década, foram destruídos recentemente pelo Grupo LeYa. Inclusive, o "abate" de duas das obras poderá implicar a existência de ilegalidade.» Ler no Jornal de Notícias.


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Qua, 3/Fev/10
Qua, 3/Fev/10
«Recém-chegada ao Brasil, a Lua de Papel, uma das editoras integrantes do grupo LeYa, anuncia a contratação de novos autores e manda para as livrarias seu 5º título – A filosofia de O símbolo perdido (Thomas R. Beyer Jr; 224 pp.; 24,90), um guia de curiosidades sobre a obra de Dan Brown. A expectativa para 2010 é grande, disse o publisher da Lua de Papel, Pedro Almeida. (...)

A Lua de Papel é uma das 18 editoras do grupo LeYa. Criado em Portugal em 2008, congrega importantes editoras daquele país como a Editorial Caminho, a Dom Quixote e a Asa, além de editoras de Angola e de Moçambique. A LeYa aportou no Brasil em 2009 e apresenta agora a Lua de Papel, cuja missão é publicar livros com apelo comercial e repetir o sucesso de seu braço português – lá, ela é a segunda mais rentável do grupo. Por aqui, em dois meses, já emplacou cinco livros na lista dos mais vendidos da revista Veja.» Ler aqui.


por Booktailors às 15:25 | comentar | partilhar

Qui, 28/Jan/10
Qui, 28/Jan/10
Estão abertas as inscrições para o 2.º curso LeYa Poesia Portuguesa Contemporânea. Este curso será leccionado por Fernando Pinto do Amaral, docente da FLUL, doutorado em Literatura Portuguesa e comissário do Plano Nacional de Leitura. Com duração de um mês, tem o seu início a 24 de Fevereiro, decorrendo em horário pós-laboral. Segundo comunicado do Grupo LeYa, o curso «procurará apresentar uma visão das principais linhas de força da poesia portuguesa do século XX, percorrendo os seus movimentos mais significativos e interrogando as suas consequências.» Mais informações através do e-mail igarcez@caminho.leya.com.

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por Booktailors às 13:00 | comentar | partilhar

Sex, 22/Jan/10
Sex, 22/Jan/10
No âmbito da parceria estabelecida entre a Livraria Barata e a LeYa, este fim-de-semana decorrerá um «mini-concerto» de Gonçalo Pratas e Inês Pupo, autores de Canta o Galo Gordo. Domingo, às 11h, na Livraria Barata, na Av. Roma, em Lisboa.


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Seg, 28/Dez/09
Seg, 28/Dez/09
«O grupo LeYa e a Livraria Barata estabeleceram uma parceria para a exploração da joja da Avenida de Roma, em Lisboa.» Ler no Diário Digital.

«O grupo editorial LeYa vai passar a explorar a livraria Barata, na Avenida de Roma, em Lisboa, para revitalizar e dinamizar "um dos ícones do universo livreiro da capital", anunciou hoje a empresa.» Ler no jornal i.

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Sex, 18/Dez/09
Sex, 18/Dez/09
«Maria do Rosário Pedreira, a editora responsável por lançar escritores como José Luís Peixoto, valter hugo mãe e João Tordo (todos Prémio José Saramago) foi contratada pela LeYa para ser a editora de novos autores portugueses no grupo. Rosário Pedreira cessará as suas funções como editora da QuidNovi a 31 de Dezembro e Ana Maria Pereirinha assumirá a responsabilidade de todos os projectos em curso na editora.

Maria do Rosário Pedreira terá como tarefa descobrir novos autores.

O convite da LeYa surgiu em Julho e é a segunda vez que o grupo contrata um editor de fora. Duarte Bárbara, que esteve na Dom Quixote, de onde saiu para a Sextante, regressou ao grupo e Rosário Pedreira é a primeira a entrar nos quadros da LeYa sem nunca por lá ter passado. » Ler no Ípsilon.


por Booktailors às 15:02 | comentar | partilhar

Seg, 7/Dez/09
Seg, 7/Dez/09
«Pais do Amaral, proprietário do grupo LeYa, não está "optimista" sobre o futuro da rede de livrarias Bertrand e do Círculo de Leitores.

Miguel Pais do Amaral diz que o grupo LeYa "não está especialmente interessado" na aquisição da rede de livrarias da Bertrand e no Círculo de Leitores, alguns dos activos que o grupo Bertelsmann colocou à venda no mercado português.»

Ler no Diário Económico.


por Booktailors às 21:47 | comentar | partilhar

Ter, 24/Nov/09
Ter, 24/Nov/09
«A companhia de seguros angolana Garantia Seguros, onde o empresário português Miguel Pais do Amaral é o accionista de referência, recebeu do Ministério de Finanças uma autorização para explorar uma cota de 8 por cento nos mercados do petróleo, mineração, aviação e agricultura (...)

O empresário referiu que estava a estudar o sector financeiro angolano há algum tempo pois é "um mercado atractivo".

A educação, através do grupo Leya, as tecnologias de informação, com a Tecnidata e a Roof, os seguros e a agricultura, com projectos em Malange e no Kunene, são os quatro ramos de negócio de Pais do Amaral em Angola, num investimento total de aproximadamente 40 milhões de dólares.» Ler no Sol.

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