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Qui, 3/Set/15
Qui, 3/Set/15

 Numa altura em que as livrarias independentes lutam pela sobrevivência, sucessos como os da livraria BookCourt, em Nova Iorque, são sempre recebidos com entusiasmo. A revista The Week reuniu quatro motivos que tornam as pequenas livrarias únicas. Leia mais aqui.


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Ter, 25/Ago/15
Ter, 25/Ago/15

 

Uma cadeia de livrarias japonesa, a Kinokuniya, comprou 90 mil das 100 mil cópias da primeira tiragem do novo livro de Haruki Murakami, Novelist As a Vocation.  O objetivo é limitar o acesso das lojas em linha ao livro e obrigar os leitores a dirigirem-se a uma loja física numa altura em que as livrarias lutam para sobreviver. Leia mais aqui


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Sex, 21/Ago/15
Sex, 21/Ago/15

 

«Desde que começou a cobrar entradas, a média diária de visitas a este espaço icónico do Porto chega às 3500 pessoas». Ler na TVI24.

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Ter, 11/Ago/15
Ter, 11/Ago/15

 

«O pre­texto é a exis­tên­cia de um mag­ní­fico pro­jecto de uma livra­ria soli­dá­ria ins­ta­lada desde o iní­cio de Março no pri­meiro piso de um dos edi­fí­cios da Cida­dela, mesmo por cima do res­tau­rante Taberna da Praça, onde é ser­vido o brunch todos os sába­dos e domin­gos entre as 12h e as 16h. Quem nos recebe na Dejá Lu, a livra­ria, é Fran­cisca Pri­eto, uma das men­to­ras do pro­jecto, jun­ta­mente com Maria Faria de Car­va­lho. Fran­cisca explica que os livros que nos rodeiam nas três salas da livra­ria são obras em segunda mão, todas elas doa­das, e o resul­tado das ven­das destina-se a apoiar a Asso­ci­a­ção Por­tu­guesa de Por­ta­do­res de Tris­so­mia 21. Todos os que aqui tra­ba­lham fazem-no em regime de voluntariado.» Ler no Público.


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Ter, 4/Ago/15
Ter, 4/Ago/15

 

Uma das livrarias mais famosas de Paris, a La Hune, fechou portas recentemente, reacendendo o debate entre a população parisiense sobre a descaracterização do bairro de Saint-Germain-des-Près. As grandes marcas de roupa estão a ocupar o bairro e a espantar a aura intelectual e literária que marcou esta zona de Paris. Esta era já a segunda morada da La Hune, que, há 3 anos, cedeu a sua antiga morada a uma loja da Louis Vuitton. A livraria, frequentada por nomes  como Albert Camus, Simone de Beauvoir ou Pablo Picasso, vem engrossar os números de livrarias encerradas na capital francesa, que, entre 2011 e 2014, perdeu 83 livrarias. Leia mais aqui.


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Sex, 31/Jul/15
Sex, 31/Jul/15

 

«O único alfarrabista de Faro, Carlos Simões, de 72 anos, viu-se forçado a encerrar a sua livraria esta semana, face a uma ordem de despejo, o que o levou a admitir doar centenas de milhares de livros lá contidos.» Ler no jornal i.


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Seg, 27/Jul/15
Seg, 27/Jul/15

 

«O sistema de acessos pagos para entrar na Livraria Lello entrou em vigor esta quinta-feira. Para a administração, o balanço da medida é positivo.» Ler no Público.

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Qua, 15/Jul/15
Qua, 15/Jul/15

 

«A livraria Lello, no Porto, vai passar a cobrar entradas, que variam entre os três e os dez euros. O novo sistema entra em vigor daqui a 15 dias.» Ler no jornal i

 

«"Somos uma livraria, e como tal, queremos ser uma boa livraria! Mas é muito difícil conciliar o facto de sermos uma atração turística e de termos essa pressão enorme de visitantes cá dentro com a tranquilidade que uma livraria exige", afirma, em declarações ao Jornal de Notícias, José Manuel Lello.» Ler no Diário Digital.

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Ter, 14/Jul/15
Ter, 14/Jul/15

 

«Já foi "o livreiro mais jovem da Baixa" e tem "a livraria mais pequena do mundo". Os guias turísticos é que lhe deram os epítetos. Mas Simão não faz ideia se o que dizem é verdade. Vende livros. Só.» Ler no Observador.

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Qua, 1/Jul/15
Qua, 1/Jul/15

 

A escolha de onde compramos os nossos livros  tem cada vez maior significado, numa altura em que as livrarias independentes lutam para se manterem à tona. A crónica do jornalista Ken Kalfus para ler na New Yorker.


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Ter, 23/Jun/15
Ter, 23/Jun/15

 

Abriu recentemente no Japão uma livraria que vende apenas um livro. Todas as semanas é disponibilizado um novo título. Há ainda espaço para exibições de arte, fotografia, cerâmica e tudo mais que seja inspirado no universo literário. Para conhecer, aqui.


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Sex, 12/Jun/15
Sex, 12/Jun/15

 

«A livraria A das Artes, em Sines, no litoral alentejano, é a livraria preferida dos portugueses, tendo vencido o concurso promovido online, pela Associação Portuguesa de Editores e Livreiros (APEL).» Ler no Diário Digital.

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Seg, 8/Jun/15
Seg, 8/Jun/15

 

«Alguns pertencem "àquela geração que acha que o pequeno é bonito", outros não encontraram a livraria para todos e construíram-na. Sete pequenos e médios livreiros na era das grandes escalas.» Ler no Diário de Notícias.

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Qua, 27/Mai/15
Qua, 27/Mai/15

 

A revista Mental Floss partilhou recentemente 17 segredos sobre a vida dos livreiros e das livrarias. Desde os ladrões de bíblias até a clientes desarrumados, há de tudo um pouco. Para conhecer aqui.


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Qua, 27/Mai/15

 

«É preciso tocar à campainha, e é preciso ser rápido: de 26 de maio a 4 de junho, há uma loja pop up da editora berlinense num 5.º andar em Lisboa. São mais de 50 livros de cultura visual e urbana.» Ler no Observador.

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Ter, 26/Mai/15
Ter, 26/Mai/15

 

«A frustração com a falta de acesso a livros infantis em língua portuguesa para ler à filha levou Carla Cruz, instalada em Londres há seis anos, a criar a Miúda, uma livraria virtual.» Ler na Rádio Renascença.

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Ter, 26/Mai/15

 

«O alfarrabista "Sr Teste" nasceu na blogosfera, cresceu no Facebook, e partilha hoje uma livraria na Guilherme Cossoul. Ricardo Ribeiro encontra-lhe o livro que tanto busca. Mas faz mais do que isso.» Ler no Observador.


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Qua, 20/Mai/15
Qua, 20/Mai/15

 

«A iniciativa que premeia a livraria preferida dos portugueses regressa, uma vez mais, depois do sucesso alcançado nas edições anteriores.» Ler no Diário Digital.

 

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Qui, 14/Mai/15
Qui, 14/Mai/15

 

Buenos Aires é a cidade com mais livrarias per capita. Numa cidade com 3 milhões de habitantes existem cerca de 734 livrarias. Feitas as contas são 25 livrarias por cada cem mil habitantes. 

A Capital de Argentina é bem conhecida pelas suas livrarias com a Ateneo Grand Splendid a marcar presença nas listas das mais belas do mundo. Os detalhes, aqui.


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Sex, 8/Mai/15
Sex, 8/Mai/15

 

As compras em linha já atingiram os 20 % no mercado romeno. Segundo o administrador-delegado da Okian.ro, a maior retalhista de livros em linha, a procura aumentou devido à recuperação económica em curso. Quando comparadas a 2013, as vendas registam já um aumento de 30 %. Livros digitais e em língua inglesa acompanham esta subida. Para conhecer aqui.

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A Booktailors já está a divulgar a sua oferta formativa para o 1.º semestre de 2015: Curso de Revisão de Texto - nível inicial, Curso de Revisão de Texto - nível intermédio.


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Qui, 7/Mai/15
Qui, 7/Mai/15

 

Abriu recentemente nos EUA uma livraria dedicada em exclusivo a autores autopublicados.

O modelo da Goalf Coast Bookstore é inovador. Os autores alugam estantes na livraria (60 dólares por três meses) e podem aí exibir os seus livros. Os autores são responsáveis pela reposição do stock; em contrapartida recebem 100 % do valor das vendas e podem usar o espaço da livraria para sessões de autógrafos e lançamentos.

Na Austrália, a Bocabel é outra livraria dedicada a autores independentes com presença exclusivamente em linha. O autor cria um perfil para as suas obras, e a plataforma atua na divulgação dos livros. Aqui são também os autores que gerem os stocks e o envio das encomendas. Para conhecer, aqui.


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Qui, 7/Mai/15

 

O número de livrarias independentes nos EUA subiu 27 % desde 2009, atingindo em 2014 as 2094 lojas. As vendas em loja também registaram um aumento, com subidas anuais na ordem dos 8 %. Embora estejam longe dos valores de 1990 (quando se contavam cerca de 4000 livrarias independentes no país), os dados são uma clara melhoria em comparação com a última década.

Alguns dos motivos apontados para este aumento são o declínio de grandes cadeias norte-americanas como a Borders, falida em 2011, e a parafernália que as acompanha: na Barnes & Nobles vendem-se revistas, artigos de papelaria e há quase sempre um Starbucks, o que pode afastar os leitores dos livros. Para ler aqui.

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A Booktailors já está a divulgar a sua oferta formativa para o 1.º semestre de 2015: Curso de Revisão de Texto - nível inicial, Curso de Revisão de Texto - nível intermédio.


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Seg, 30/Mar/15
Seg, 30/Mar/15

 

Pode parecer simples, mas os novos sacos da cadeia de livrarias americana Barnes & Noble’s chamam a atenção para uma realidade do mercado do livro americano: pode um saco de papel ser melhor do que uma caixa de cartão da Amazon? Para ler aqui.


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Ter, 10/Mar/15
Ter, 10/Mar/15

 

A livraria parisiense Shakespeare & Company tem um novo sítio na internet. A grande novidade, além de notícias e um Tumblr, é a loja em linha, com distribuição para todo o mundo. Para conhecer aqui.


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Seg, 9/Mar/15
Seg, 9/Mar/15

 

Abriu em Cascais uma nova livraria dedicada por inteiro à solidariedade. A Déjà Lú vende livros em segunda mão, doados por particulares e editoras, e as receitas revertem por inteiro para uma causa social. 

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Seg, 2/Mar/15
Seg, 2/Mar/15

 

Em entrevista ao Management Today, o administrador-delegado da Waterstone, James Daunt, fala de como conseguiu parar os prejuízos da única cadeia de livrarias britânica e do próximo passo na gestão da empresa: enfrentar a Amazon e todos os concorrentes na internet. Para ler aqui.


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Seg, 23/Fev/15
Seg, 23/Fev/15

 

Em 2011 a cadeia norte-americana de livrarias Borders faliu, deixando um rasto de lojas vazias. Quatro anos depois, estão a surgir livrarias independentes nestes espaços, quando não por inteiro, arrendando partes subdivididas pelas imobiliárias. Mais pormenores aqui.

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Seg, 9/Fev/15
Seg, 9/Fev/15

 

«Será um espaço feito por mulheres, que fala de mulheres e se destina a mulheres, mas no qual os homens serão sempre muito bem-vindos. Aida Suarez tem apelido espanhol, mas nasceu no Porto e habituou-se desde pequena a passar meio ano de cada vez em cada lado da fronteira, e ter sempre nos livros os fiéis companheiros das viagens de comboio. É dela a definição do espaço que pretende abrir no Porto, se possível já em Abril, na que deverá ser a primeira Livraria de Mulheres em Portugal.

 

Aida Suarez está mobilizada a dar o primeiro contributo português para um “clube” que ainda é restrito, já que não chega a meia centena o número de Livrarias de Mulheres em todo o mundo. Para tal, lançou na Internet a campanha Confraria Vermelha - Livraria de Mulheres, onde apela ao contributo de todos para a apoiar a abrir um espaço “que seja de promoção de cultura, mais até do que um espaço de promoção do livro”, explicou ao PÚBLICO.» Ler no Público.


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Sex, 6/Fev/15
Sex, 6/Fev/15

 

Entre 2005 e 2012 o número de livrarias nas ruas do Reino Unido diminuiu bastante e os espaços continuam a fechar. Só o número de livrarias independentes passou de 1535 em 2008 para 987 em 2013. Saiba mais aqui.

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Sex, 30/Jan/15
Sex, 30/Jan/15

 

Retirado daqui.

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Sex, 23/Jan/15
Sex, 23/Jan/15

 

A empresa Aerbook lançou uma nova rede de retalho em linha, intitulada Aer.io Retail Network. Esta plataforma permite aos utilizadores criar e personalizar uma livraria em linha, direcionada para os dispositivos móveis e para as redes sociais. Saiba mais aqui.

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A Booktailors já está a divulgar a sua oferta formativa para o 1.º semestre de 2015: Curso de Revisão de Texto - nível inicial, Curso de Revisão de Texto - nível intermédioCurso de Gestão de Projetos Editoriais e Curso de Produção e Orçamentação Gráfica.


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Sex, 16/Jan/15
Sex, 16/Jan/15

 

«A revista Travel + Leisure colocou a Lello, no Porto, no topo da lista das 15 livrarias mundiais mais estilosas (cool, em inglês), referindo que o átrio coloca o enfoque na escadaria encarnada, "espetacular o suficiente para te fazer parar".» Ler no Diário Digital e na Rádio Renascença.

 

«“É uma das livrarias distintivas que – contra as probabilidades da indústria – continuam a florir pelo mundo. Para viajantes, estas lojas para além de seleções de livros bem feitas compilam uma abundância de beleza, caráter e história local dentro das suas paredes”, pode ler-se no texto da edição deste mês da revista do grupo Time Inc.» Ler no iOnline e no Jornal de Notícias.

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Qua, 7/Jan/15
Qua, 7/Jan/15

 

«No centro de São Paulo, um quiosque vende jornais, funciona como livraria e é propriedade de uma editora, a Lote 42. Um três em um que saiu da cabeça de João Varella.» Ler no Diário de Notícias.

 


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Seg, 5/Jan/15
Seg, 5/Jan/15

 

«É raro, quase estranho, ver uma livraria, entre as lojas gourmet e de souvenirs que se multiplicaram para os turistas. É a única livraria na zona da Sé/Castelo, abrindo quando as livrarias na Baixa estavam prestes a começar a fechar. Vendem livros em várias línguas estrangeiras e especializaram-se em livros sobre Lisboa. No espaço do primeiro andar, organizam comunidades de leitores, cursos, concertos. Fazem pequenas edições. De vez em quando, entra-se na Fabula Urbis e ouve-se o piano do primeiro andar, tocado por viajantes ou expatriados que vagueiam por Lisboa e vão ali praticar.» Ler no Público.

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Seg, 22/Dez/14
Seg, 22/Dez/14

 

A livraria a retalho Waterstones anunciou que, pela primeira vez em muito tempo, está a mostrar indícios de um crescimento modesto. Tal poderá significar que se esteja a assistir a uma mudança simbólica no mundo editorial. Leia o artigo aqui.


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Seg, 15/Dez/14
Seg, 15/Dez/14

 

A livraria Fyodor Books abriu uma nova loja no Salão Ideal, situado no Chiado, em Lisboa. O horário de funcionamento será de segunda-feira a domingo, das 12.00 às 22.00. A livraria informa ainda que a loja do Campo Pequeno não voltará a abrir.

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Sex, 5/Dez/14
Sex, 5/Dez/14

 

A livraria Waterstones anunciou que o livro The Miniaturist, da autora Jessie Burton, foi nomeado Livro do Ano. Saiba mais aqui.

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Fique atento à próxima oferta de  formação da Booktailors relativa ao ano letivo 2015/2016.

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Qui, 4/Dez/14
Qui, 4/Dez/14

 

Veja quais são aqui.

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Qui, 4/Dez/14

 

Com o aumento de vendas de livros digitais e da leitura em ecrãs, muitas livrarias independentes fecharam as suas portas ao público. No entanto, vão aparecendo notícias que anunciam a abertura de algumas livrarias independentes, como é o caso da Assouline, em Londres. Leia o artigo aqui.


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Qua, 3/Dez/14
Qua, 3/Dez/14

 

A nova parceria entre a HarperCollins e a JetBlue vai fornecer uma livraria de livros digitais aos passageiros da companhia aérea durante os voos. Saiba mais aqui.


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Qua, 3/Dez/14

 

Em Taiwan, a livraria Eslite em Taipei está aberta 24 horas por dia e recebe mais visitantes durante a noite do que a maioria das livrarias recebe durante o dia. Leia o artigo aqui.


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Seg, 1/Dez/14
Seg, 1/Dez/14

 

«A iniciativa é do movimento Encontro Livreiro, em colaboração com a Fundação José Saramago, e replica uma ideia original aplicada em Espanha que, em Portugal, ocorreu pela primeira vez em 2012.


Descontos nos livros, sessões de poesia e histórias contadas são iniciativas do Dia da Livraria e do Livreiro, que se assinala na segunda-feira, evocando o aniversário da morte de José Saramago e de Fernando Assis Pacheco». Ler no iOnline.

 

«É já no domingo, dia 30 de Novembro, que se assinala o Dia da Livraria e do Livreiro (e o aniversário da morte de Fernando Pessoa e de Fernando Assis Pacheco). Já em plena euforia de compras natalícias talvez não seja má ideia aproveitar o fim-de-semana para ir até a uma livraria perto de si e comprar os primeiros (ou últimos) presentes de Natal. Até porque, já se sabe, não há melhor presente do que um livro – e para quem não aproveitou a Black Friday esta é uma boa oportunidade para uma loucura consumista em modo Black Sunday versão livresca». Ler no Sol.


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Qui, 27/Nov/14
Qui, 27/Nov/14

 

Descubra quais são aqui.


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Qui, 27/Nov/14

 

«A livraria LeYa na Buchholz convida a pequenada para o "Evento Noite", a acontecer a 19 de Dezembro. No âmbito da iniciativa "Dê Mais Coração – Movimento Daniela", está a ser preparada uma caça ao tesouro e leitura de histórias para os mais pequenos». Ler no Diário Digital.


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Qui, 27/Nov/14

 

A filial HarperCollins na Austrália e a empresa Kobo aliaram-se a duas livrarias australianas independentes para vender livros e livros digitais. Neste projeto, os livros irão incluir um código digital que pode ser utilizado para transferir o título digital da loja Kobo. Leia o artigo aqui.


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Qua, 26/Nov/14
Qua, 26/Nov/14

 

«A Wook, a maior livraria online portuguesa, vai promover esta terça-feira uma sessão de autógrafo virtual. Oportunidade de ouro para ter um livro assinado por Mário de Carvalho, Mário Zambujal, Valter Hugo Mãe, Nuno Lobo Antunes e Maria Teresa Horta, entre outros.

 

As próximas sessões de autógrafos realizam-se a 30 de novembro e a 2, 7, e 11 de dezembro, envolvendo autores como João Tordo, Miguel Esteves Cardoso, Ana Margarida Carvalho, Helena Sacadura Cabral, Lídia Jorge, Pedro Chagas Freitas, Richard Zimler, Afonso Cruz, entre outros». Ler no Diário Digital.


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Qua, 26/Nov/14

 

Bryan David Griffith fotografou as últimas livrarias independentes nos Estados Unidos, de forma a captar a essência destas e explicar por que são muito mais do que meros sítios onde se compram livros. Leia o artigo aqui.

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Ter, 11/Nov/14
Ter, 11/Nov/14

 

«Contadores de histórias, autores, músicos, book trailers e lanche fizeram da inauguração da Livraria Orfeu Mini, em Lisboa, uma festa memorável para os miúdos e para quem os acompanhou. Abriu no dia 1 de Novembro, mas foi no fim-de-semana de 8 e 9 que as actividades começaram: oficinas, encenações, horas do conto, pintura. À semelhança das imagens que aparecem e desaparecem, chamaram-lhe “livraria pop-up”. Daqui a pouco já lá não está. Encerra no final de Dezembro». Ler no Público.


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Sex, 7/Nov/14
Sex, 7/Nov/14

 

«A Orfeu Mini está aberta todos os dias, em Lisboa, até 27 de dezembro, com livros para miúdos e atividades ao fim de semana.


É impossível não reparar no pinguim que está à porta. Na montra colorida. Ou nas ilustrações na parede. Ali já foi uma loja de roupa e há de ser, em breve, um café literário. Mas por agora o número 171 A da Rua Saraiva de Carvalho, em Campo de Ourique, Lisboa, é a livraria Orfeu Mini. Abriu no passado fim de semana e vai estar aberta todos os dias, das 10.00 às 19.30, até 27 de dezembro». Ler no Diário de Notícias.

 

«Campo de Ourique é um dos bairros residenciais lisboetas com mais comércio de rua. A cada mês novas lojas abrem. E muitas delas são dedicadas aos mais novos, sejam elas de brinquedos, roupa ou puericultura. Agora, o bairro conta com ainda mais um espaço dedicado aos mais pequenos: uma livraria pop-up. A Orfeu Mini abriu as portas no n.º 171 da Rua Saraiva de Carvalho onde estará a funcionar,  todos os dias, até ao Natal, das 10h às 19h30 (até 27 de Dezembro, com excepção de dia 25). E a festa de inauguração acontece já este fim-de-semana». Ler no Sol.


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Sex, 7/Nov/14

 

«A livraria Lello, no Porto, vai receber o primeiro Encontro Livreiro do Porto e Grande Porto, no próximo dia 23, naquilo que o anfitrião, Antero Braga, descreveu hoje como uma reunião dos "verdadeiros resistentes" independentes.

 

O responsável da livraria Lello sublinhou que “os livreiros independentes têm condições sempre inferiores aos grandes grupos” e realçou a questão da “luta contra o ‘clube dos dois’”, designação que utilizou para se referir às “posições dominantes” de duas empresas do setor: LeYa e Porto Editora». Ler no Diário Digital e no Observador.


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Qui, 23/Out/14
Qui, 23/Out/14

Saiba porquê aqui.

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Qui, 2/Out/14
Qui, 2/Out/14

 

Ler aqui.


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Seg, 29/Set/14
Seg, 29/Set/14

 

«A Leitura nasceu em Setembro de 1968, com morada na Rua de Ceuta, pela mão de Fernando Fernandes e do editor José Carvalho Branco. Dez anos antes, o livreiro já tinha sido o fundador da Divulgação, que muitos recordam no tal livro de homenagem, editado em 1999, escassos meses depois de o rosto da Leitura ter anunciado que se reformava e que vendera a sua metade da livraria ao sócio.» Ler no Público.

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Seg, 22/Set/14
Seg, 22/Set/14

 

A Cabeçudos irá fechar as suas portas a partir de 28 de setembro para se dedicar à promoção da leitura em Portugal e nos países lusófonos. Saiba mais aqui.

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A Booktailors já está a divulgar a sua oferta formativa para o 2.º semestre de 2014:Escrevi uma história para crianças. Como posso melhorá-la? - nível inicial, Curso de Livro Infantil, Curso de Revisão de Texto - nível inicial, Curso de Produção e Orçamentação Gráfica, Curso de Gestão de Projetos Editoriais.


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Seg, 15/Set/14
Seg, 15/Set/14

 

«O mercado livreiro em Portugal registou uma quebra de edições e faturação entre 2009 e 2012, revela a Associação Portuguesa de Livreiros (APEL).

 

Em 2012, havia em Portugal 562 livrarias, menos 132 que em 2004, o "primeiro ano com dados", segundo a APEL. Em 2012 registaram-se 442 editoras, dados que revelam uma quebra no número destas empresas desde 2008, conclui o estudo "Comércio livreiro em Portugal - Estado da Arte na segunda decada do século XXI".

 

O estudo hoje revelado aponta ainda quebras nos volumes de negócios no mercado livreiro. No caso das editoras, a faturação registou depois de 2008, ano em que se atingiu um pico com 404 milhões de euros, uma queda contínua até 2012, em que situou nos 356 milhões de euros.» Ler no Diário Digital e na Visão.

 

«A edição de e-books, que segundo o estudo registou "um forte crescimento" a partir de 2010, não chegou para compensar as quebras nas edições em papel. A venda de livros, jornais e artigos de papelaria nas grandes superfícies registou em 2009 um pico, com 229 milhões de euros de faturação, verificando-se a partir desse ano uma quebra, com a faturação, em 2012, a situar-se nos 203 milhões de euros.» Ler no Observador.

 

«Para João Alvim estes resultados "refletem uma alteração do retalho livreiro em Portugal e as dificuldades que o retalho independente vive". O presidente da APEL defende ainda que "a ação de livreiros especializados tem sido seriamente afetada pela pirataria. "Já devia ter havido uma intervenção governamental neste sentido. É preciso penalizar a sério porque a pirataria afeta seriamente a atividade de editores e livrarias", refere João Alvim.» Ler no Correio da Manhã.

 

«Estas são as principais conclusões de um estudo encomendado pela Associação Portuguesa de Editores e Livreiros (APEL) ao ISCTE-IUL, depois de no ano passado várias livrarias independentes terem acusado redes livreiras como a FNAC e a Bertrand de violarem a lei do preço fixo do livro. As conclusões não são propriamente uma novidade mas para o presidente da APEL vêm dar força à necessidade de uma mudança no mercado livreiro, que precisa de ser dinamizado.» Ler no Público.

 

«Estes dados afastam Portugal da média dos 27 países europeus em número de livrarias, afirma APEL. Entre 2008 e 2011, Portugal registou menos 9,1 por cento de empresas livreiras, enquanto na União Europeia o crescimento neste setor se situou nos 15 por cento.» Ler na RTP.


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Seg, 8/Set/14
Seg, 8/Set/14

 

«(...) [A]pareceram placas informativas à entrada de algumas livrarias francesas para explicar porque eles não iriam vender o livro Merci Pour Ce Moment (Obrigado por este momento, em tradução livre), apesar das vendas iniciais das memórias privadas do casal francês estarem a ultrapassar os números alcançados pelo romance erótico As 50 sombras de Grey, no país. "Nós temos 11,000 livros [na loja]. Não somos o caixote do lixo para a Trierweiler e o Hollande", dizia um aviso. "Esta livraria não está a planear tornar-se um mercado para a lavagem de roupa suja da senhora Trierweiller", dizia outro.» Ler no Observador.


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Seg, 8/Set/14

 

«Abriu em Lisboa um espaço que junta uma livraria, um café e um restaurante. O Desassossego, na Rua de S. Bento, é o espaço físico da Chiado Editora e funciona como clube literário para os amantes dos livros e de um bom vinho». Ler no iOnline.


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Seg, 8/Set/14

«Instituição privada inaugura hoje uma livraria e uma galeria, que vão juntar-se às muitas atividades culturais que promove e à formação artística que dá.» Ler no Diário de Notícias.

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Sex, 5/Set/14
Sex, 5/Set/14

El Ateneo, em Buenos Aires. Conheça mais aqui.

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Dom, 24/Ago/14
Dom, 24/Ago/14

 

Retirado daqui.

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3 livros por 30€ | Volumes 1 e 2 da coleção «Protagonistas da Edição» (Fernando Guedes: O decano dos editores portugueses Carlos da Veiga Ferreira: Os editores não se abatem) e A Edição de Livros e a Gestão Estratégica. Encomendas e informações através do e-mail encomendas@booktailors.comPortes de envio incluídos (válido para território nacional).

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Sex, 1/Ago/14
Sex, 1/Ago/14

 

«Poucos dias depois de enaltecer a Confeitaria Nacional de Lisboa, a secção de viagens da CNN volta a destacar Portugal numa lista que colige as livrarias mais "cool" do planeta. A Lello do Porto, já habituada a ser eleita uma das mais belas do planeta, volta agora a merecer honras de presença numa lista de livrarias que dá a volta ao mundo.

 

Para a livraria que se tornou ex-líbris da Invicta (e é monumento de interesse público desde 2013), a CNN Travel não poupa elogios, de "sublime" a "beleza". Recordando que "anteriores encarnações" da livraria remontam a 1869, sublinha que a sua beleza actual se deve ao engenheiro Xavier Esteves e data de 1906.» Ler no Público.


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Qui, 24/Jul/14
Qui, 24/Jul/14

O mercado do livro e da edição está em mudança permanente e profunda, mas as livrarias nunca deixarão de existir. Perceba porquê aqui.

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Qua, 23/Jul/14
Qua, 23/Jul/14

Ou como mudar 500 mil livros, nem que apenas por 100 metros. Veja o vídeo do The Guardian aqui.


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Qua, 23/Jul/14

 

A Matras e a Empik, as duas maiores cadeias livreiras da Polónia, estão a experimentar novos formatos para as suas lojas e planeiam expandir-se para cidades mais pequenas, como meio de chegarem a mais leitores. Ao mesmo tempo, as livrarias independentes são cada vez menos no país. Ler aqui.


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Ter, 15/Jul/14
Ter, 15/Jul/14

 

«É uma pequena loja de livros usados, escritos exclusivamente em inglês, oferta rara na capital e sonho de Leena Marjola, concretizado em março, mal a finlandesa percebeu que Lisboa era uma escolha de vida.» Ler na Notícias Magazine.

 

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Seg, 7/Jul/14
Seg, 7/Jul/14

 

Até 13 de julho, com atividades entre as 15.00 e as 23.00, a Livraria Culsete, em Setúbal, promove sessões de cinema, música, animação infantil e apresentação e discussão de livros. Via Cadeirão Voltaire.

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Qui, 3/Jul/14
Qui, 3/Jul/14

Depois de uma doação semelhante a livrarias dos EUA, James Patterson vai agora doar 250 mil libras (cerca de 311 600 euros) a livrarias independentes do Reino Unido e Irlanda, com vista à defesa do papel das livrarias na promoção da leitura e ao apoio na luta contra a Amazon. Ler aqui e aqui.


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Sex, 27/Jun/14
Sex, 27/Jun/14

 

A rede de livrarias Bertrand inaugura hoje uma nova loja no Centro Cultural de Belém. A partir das 18.00,  o poeta José Tolentino Mendonça e o artista plástico José Pedro Croft estão na livraria para uma conversa, moderada por Anabela Mota Ribeiro.

 

José Tolentino Mendonça apadrinha a nova livraria, que se situa junto da Sala 1 — Luís de Freitas Branco.


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Ter, 24/Jun/14
Ter, 24/Jun/14

 

«A associação de livrarias da Alemanha anunciou esta terça-feira um processo contra a Amazon por chantagem nas suas práticas comerciais e por abuso de poder dominante.

 

"Com as suas práticas similares à chantagem com as editoras, a Amazon viola o direito à livre concorrência", declarou em comunicado o presidente da associação, Alexander Skipis.» Ler no Diário Digital, aqui e aqui.

 

«Segundo [o] Der Spiegel, a associação alemã do comércio livreiro denunciou, nomeadamente, a chantagem da Amazon sobre as editoras do grupo Bonnier. A associação apresentou queixa à autoridade alemã da concorrência, que deve vigiar e reprimir as práticas de cartel.

 


Segundo o teor da queixa, várias editoras do grupo Bonnier, algumas delas com larga tradição no panorama livreira alemão (Ullstein, Piper, Carlsen), têm sofrido fortes pressões da Amazon para baixarem substancialmente os preços dos seus livros eletrónicos.» Ler na RTP.


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Qui, 12/Jun/14
Qui, 12/Jun/14

 

«A Livraria Cabeçudos, em Lisboa, foi escolhida como "Livraria Preferida", numa eleição promovida pela Associação Portuguesa de Editores e Livreiros (APEL), que divulgou hoje [ontem], na Feira do Livro de Lisboa, os resultados da votação, feita através da Internet.

 

Este foi o segundo ano que a APEL decidiu promover a escolha da livraria preferida dos consumidores, alargando-a ao território nacional. No ano passado, em que venceu a Livraria Bertrand do Chiado, em Lisboa, o concurso foi restrito à área geográfica da capital portuguesa.

 

A livraria Cabeçudos foi fundada em 2010, em Lisboa, virada em exclusivo para a literatura portuguesa e estrangeira para a infância e juventude. Fundada por Rui Andrade, a livraria tem como lema "O lugar onde os miúdos de hoje trarão os miúdos de amanhã" centrando-se na importância da leitura para a formação dos cidadãos desde a primeira idade.» Ler no Diário Digital.

 

«O top das cinco livrarias preferidas é completado com a LeYa na Buchholz, também em Lisboa, que ficou em 2.º lugar, a Aqui há Gato, em Santarém, em 3.º, a Bertrand do Chiado, no 4.º, e a Pó dos Livros, na avenida Marquês de Tomar, em Lisboa, que ficou em 5.º lugar.

 

Nas outras categorias a concurso, a Livraria Lello, no Porto, ganhou o Prémio para o Melhor Ambiente, a Livraria A das Artes, em Sines, o de Melhor Atendimento, a FNAC do Chiado, o Prémio para o Melhor Catálogo, e a Leya na Barata, na avenida de Roma, em Lisboa, o Prémio Conveniência.» Ler na RTP.


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Qua, 21/Mai/14
Qua, 21/Mai/14

Conheça-os aqui.


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Qua, 21/Mai/14

A votação da Livraria Preferida, promovida anualmente pela Associação Portuguesa de Editores e Livreiros, abre-se em 2014 às livrarias de todo o país. Até 2013 a votação restringiu-se às livrarias lisboetas, com a Bertrand do Chiado a liderar as votações, seguida da Pó dos Livros e da Ler Devagar. A livraria preferida dos portugueses em 2014 será anunciada na Feira do Livro de Lisboa. Saiba mais no Sentido dos Livros.


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Qua, 21/Mai/14

Contra as expetativas formadas em tempos de crise, abriu na Baixa de Lisboa, em setembro de 2013, a Fyodor Books, uma livraria alfarrabista que pratica uma política de preços incomum: um livro, 3 euros; dois livros, 5 euros; e cinco livros, 10 euros. Os preços são fixos para todos os títulos expostos, salvo (muito) raras exceções que são marcadas pelo preço máximo de 5 euros, o que já faz, nas palavras de Paulo Rodrigues Ferreira, um dos proprietários, com que os próprios proprietários se sintam «mal»: «Gostamos da ideia de as pessoas levarem muitos livros [por um preço] barato.» A livraria deixou já a calçada Nova de São Francisco para inaugurar, no dia 15, a sua nova morada na avenida Óscar Monteiro Torres, n.º 13B, muito perto do Campo Pequeno.

 

 

Contextualizar o nascimento e a política de preços da livraria não é imprudente. Sara Ferreira e Paulo Rodrigues Ferreira, de 27 e 29 anos (que juntos criaram e gerem a Fyodor Books), não hesitam em afirmar que é esta política que os diferencia das restantes livrarias e alfarrabistas lisboetas. «Não fazemos especulação com o preço. Às vezes pode ser um tiro nos pés, vender livros que valem 100 euros a 5 euros», explica Paulo Rodrigues Ferreira. A primeira venda que Sara fez na loja foi, precisamente, uma afamada 1.ª edição de uma obra de Herberto Helder, pela módica quantia de 3 euros, que estaria avaliada pelo menos em 200.

 

Em plena crise económica, os dois criaram a sua livraria inspirada nos modelos das que conheceram nos Estados Unidos da América: desse país, admiram as referências culturais, as livrarias e os autores, bem como a relação menos descomplexada da população com os livros. Asseguram que não pretendem educar ninguém, mas gostariam de «tentar mudar mentalidades», porque os entristece a perceção de que «as pessoas não têm qualquer relação com os livros em Portugal». «Gostava que estas gerações não tivessem a sensação de que um livro custa 20 euros e que não [o] podem comprar», explica Sara Ferreira. Este é o motivo da existência da Fyodor Books.

 

 

O livro «pode ser comprado regularmente»

«O livro não tem de ser caro e pode ser comprado regularmente», assegura Paulo, explicando que os clientes chegam ao ponto de «estranhar o preço dos livros por ser tão baixo», e que apenas uns raros «10 % da população, a população rica» compra livros caros. Nota, por vezes, alguns preconceitos quanto ao livro usado, vindo especialmente de clientes mais velhos, mas também estes começam a aparecer na Fyodor.

 

A relação mais descomplexada dos jovens com o livro usado faz deles os grandes clientes da Fyodor. Sair do Chiado e partir para o Campo Pequeno foi também uma questão de estratégia: na nova morada, estão rodeados das maiores universidades de Lisboa e adquiriram maior visibilidade. Sara e Paulo orgulham-se de chamar «muito público novo» à sua livraria: alunos de Belas-Artes, Arquitetura, Engenharia, que «muitas vezes nem tinham relação com a leitura», salienta Sara. Ao tentarem fugir «ao estereótipo do que é uma livraria e das sugestões das revistas», os proprietários lançam uma diversidade que lhes agrada (também proporcionada pelo acaso dos livros que encontram) e cativam um público que está focado em ler os clássicos da literatura e que não adquire best-sellers. Chegaram a tentar vender um livro de Dan Brown por apenas 1 euro, mas sem sucesso. Os leitores gostam do que encontram na livraria, escrevem sobre o que leem e até trocam opiniões com os proprietários.

 

 

O que os clientes mais procuram na Fyodor pertence a áreas como a literatura estrangeira, a filosofia e a história. A literatura portuguesa não está contemplada nos livros mais procurados, exceto quando se fala de autores como José Saramago, António Lobo Antunes ou Fernando Pessoa (especialmente o Livro do Desassossego). Têm livros em inglês, francês, castelhano, e pretendem disponibilizar mais livros em língua inglesa. Dos títulos mais vendidos, existem aqueles que, segundo a experiência dos dois livreiros, não ficarão muito tempo nas estantes: A Metamorfose, de Franz Kafka; O Estrangeiro, de Albert Camus; 1984, de George Orwell; Siddartha, de Hermann Hesse; O Admirável Mundo Novo, de Aldous Huxley; e os livros de Dostoiévski, que dá nome à livraria. Dos autores portugueses, as obras de Luiz Pacheco desaparecem quase automaticamente das estantes.

 

«Trabalho de arqueólogo»

Parte das funções de Sara e Paulo são o que chamam «trabalho de arqueólogo», para que todas as semanas cheguem livros novos às prateleiras da Fyodor Books. A sua busca por novos livos é incessante, visto que não trabalham com catálogos, e é também o que mantém a livraria ativa. De anúncios em jornais a contactos que recebem de particulares e pesquisas na internet, a vida de alfarrabista nem sempre é facilitada, e a «persistência», dizem, é a chave. Falam com alguma «desilusão» das editoras, que não demonstraram interesse em vender fundos de catálogo a preço mais reduzido. Por outro lado, riem-se de situações caricatas com que já se depararam: propostas para a compra de uma Bíblia por 700 euros, ou contactos para venda de bibliotecas que, no fim de contas, se resumiam a uma pessoa «numa motinha com um livro». «Uma das coisas de ser livreiro é ficar com histórias para contar», congratula-se Paulo.

 

 

Por contraponto com o «trabalho de arqueólogo», é para o futuro da livraria que Sara e Paulo trabalham, de olhos postos em vários projetos. Querendo «fugir aos nichos das editoras independentes», preveem arrancar com edição própria, pela chancela Fyodor, no início do próximo mês, com a obra O Apocalipse Estável. Aforismos, de Karl Kraus, apoiada pela Embaixada da Áustria em Portugal. Depois, continuarão na edição de autores portugueses não consagrados.

 

 

Querem também promover, futuramente, alguns pequenos leilões, exposições e apresentações de livros, bem como iniciar a venda de merchandising da loja, com sacos, cadernos e canetas. O seu grande projeto está no franchising das lojas Fyodor Books, que gostariam de fazer chegar a algumas cidades portuguesas, embora trabalhem com o grande objetivo de alargar a sua loja à Europa e aos Estados Unidos. «Queremos estar sempre a existir de alguma forma», afirma Paulo Rodrigues Ferreira. Para já, pode visitar a Fyodor Books entre as 11.00 e as 20.00, de segunda-feira a sábado, e levar sacos cheios de livros para casa por pouco dinheiro: como lembra Paulo, «isto sai mais barato que maços de tabaco e cafés no Starbucks».

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Qua, 14/Mai/14
Qua, 14/Mai/14

 

«Este ano os pavilhões vão ter novo formato – maior do que era habitual – e o seu número será superior ao do ano passado (mais do que os 250 de 2014). Quem o diz é João Alvim, presidente da Associação Portuguesa de Editores e Livreiros (APEL) – entidade organizadora da Feira do Livro de Lisboa – e que nesta edição quer "manter, ou até subir", a fasquia de público atingida em 2013.

 

No ano passado, o evento bateu recorde de visitantes, recebendo mais de 500 mil pessoas. Este ano, João Alvim não espera menos. "A feira decorre de 29 deste mês a 15 de junho, coincidindo com alguns feriados e com as Festas de Lisboa", sublinha. [...] Novidade é o facto do concurso a Livraria Preferida dos Portugueses, cuja votação arranca hoje online, não se confinar a espaços lisboetas. Todas as livrarias nacionais vão a votos.» Ler no Correio da Manhã.


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Qua, 23/Abr/14
Qua, 23/Abr/14

 

«Livreiro há 46 anos, Antero Braga, da Livraria Lello, continua a acreditar no papel da leitura na formação de cidadãos conscientes e críticos. E diz que "a liberdade e a cultura são indispensáveis para que se seja feliz". Hoje é Dia do Livro.» Ler no Público.


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Seg, 21/Abr/14
Seg, 21/Abr/14

Veja mais aqui.

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Qua, 16/Abr/14
Qua, 16/Abr/14

Quando começou, José Pinho estava sozinho. «Tinha de ser naquele momento», relata. Assim, alugou 12 lugares de um parque de estacionamento no Bairro Alto e lá montou a sua livraria. Os amigos chegaram a seguir, amigos que passaram a 20 sócios. Perspetiva inicial: «não temos clientes, mas fazemos a livraria na mesma». Nasceu assim há 15 anos a Ler Devagar, na rua de São Boaventura no Bairro Alto, numa altura em que já lá não existiam livrarias, lembra o fundador.

 

Entretanto, o edifício onde se situava, propriedade da Litografia de Portugal, foi vendido a uma imobiliária. A livraria teve de sair do Bairro. Apareceu a hipótese de se mudar para a zona de Braço de Brata, onde se poderia montar uma livraria semelhante, mas numa área maior. Foi «um tiro no escuro», diz José Pinho. Em Braço de Prata, esperava o dia inteiro «que alguém aparecesse»: «ninguém se habituava a ir lá».

 

Parece que José Pinho tem tendência para ir contra a corrente, mas porquê? Hoje, explica que não procurou sítios onde não estivessem pessoas; mas a necessidade era mais forte, especialmente na vantagem em conseguir rendas baixas. Ao mesmo tempo, houve uma tentativa de recuperar espaços e zonas de Lisboa que estavam abandonadas. Não via a sua livraria a funcionar no Chiado, por exemplo, porque acha que «estar nas ruas movimentadas interessa mais para as novidades».

 

 

A livraria Ler Devagar está, desde 23 de abril de 2009, no complexo da LX Factory, em Alcântara, depois de José Pinho ter sido convidado pelos proprietários dos edifícios a fazer algo semelhante ao que estava no Braço de Prata. «Demorámos quase meio ano a aceitar», lembra — e, durante os primeiros dois anos, «a livraria não tinha ninguém».

 

Como disse Príamo, «tudo o que é bom é feito devagar ou com vagar». Apesar das dificuldades iniciais, por onde a livraria tem passado é isto que tem acontecido: devagar, vai criando um público fiel. Hoje, a Ler Devagar recebe «incomparavelmente mais gente». «Independentemente dos sítios, se houver alguma coisa interessante as pessoas acabam por ir», é a convicção (já provada) de José Pinho. Agora, as possibilidades são outras, e assegura que cada vez mais lhe interessa criar um público. O nome da livraria vai precisamente beber àquela frase e à revista literária e de crítica social Devagar, que José Pinho editou nos anos 90, juntamente com um amigo, António Ferreira.

 

 

A Ler Devagar distancia-se das «livrarias de novidades» porque se baseia numa outra lógica: é uma livraria de fundos (sendo mesmo este o nome da empresa). Quando, há 17 anos, frequentou um curso de técnicos editoriais na Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, os colegas de José Pinho, na maioria editores, já se queixavam de que «os armazéns estavam cheios de livros». Apesar de se afirmar como livraria de fundos, a Ler Devagar flexibilizou-se neste aspeto e disponibiliza novidades editoriais portuguesas, sendo que esta fatia representa apenas 1 % dos livros. «No Bairro Alto não vendíamos [José] Saramago; agora temos tudo [do autor]». A livraria destaca-se também numa outra política: não pratica descontos sobre os livros.

 

Onde a livraria mais se destaca é… um pouco por todo o mundo. Nos últimos anos, figurou no guia da Taschen do New York Times (que escolhe 125 locais da Europa para visitar em 36 horas), na lista das 20 livrarias mais bonitas do mundo para a Flavorwire e é ainda destaque no Louis Vuitton European City Guides. Já em 2014, foi mencionada em três revistas orientais do Japão, Coreia e China. Desta forma, os turistas que vêm a Lisboa têm já a Ler Devagar assinalada nas suas rotas. Os brasileiros são alguns dos melhores clientes. José Pinho lembra alguns casos mais pontuais, como o de um cliente francês que adquiriu 1000 euros em livros, ou o de um cliente chinês que adquiriu 4500 euros em livros de arte e arquitetura, que iria vender na China — isto porque terá conhecido a livraria numa revista. Como afirma José Pinho, a livraria «presta este serviço à cidade: projeta Lisboa para outro patamar».

 

 

José Pinho viajou bastante, e «só para ver livrarias»: correu países como EUA, Holanda, França, Canadá, Itália, à procura de ideias para os seus projetos. «Em Montreal, as pessoas tiravam livros, enciclopédias, punham no chão e sentavam-se em cima, a conversar», mas José Pinho considera que ainda hoje seria estranho ver isso acontecer em Portugal. Pensa ter conseguido com a sua livraria aquilo que mais ninguém tem conseguido: para o fundador, a Ler Devagar presta um «serviço público: há muita coisa para aí [bibliotecas], mas nada como isto. Não há obrigação de consumir. Só o bar é pago».

 

No edifício da Ler Devagar em Alcântara esteve antes a Gráfica Mirandela, que imprimia jornais como o Público, o Expresso e A Bola. A enorme maquinaria de impressão foi deixada quase intacta, emprestando como que uma estética industrial à livraria. A maquinaria acabou também por permitir que a livraria tivesse um 2.º piso, sustentado por ela. Nesse piso está a discoteca Ouvir Devagar, onde existem oito postos para ouvir música (predominando a música lusófona), um restaurante, uma galeria e a exposição de objetos cinemáticos de Pietro Prosérpio, o construtor da emblemática bicicleta que hoje identifica a livraria. Tudo isto «sem consumir nem um café» e sem a obrigatoriedade de comprar um livro, sublinha José Pinho.

 

 

Todos os sócios da livraria — cerca de 140, neste momento — têm outra atividade profissional. José Pinho foi também, até 2005, diretor-geral de uma agência de gestão de dados e promoções, Internet e novas tecnologias, ano em que passou a dedicar-se à Ler Devagar. O único sócio em permanência na livraria explica um pouco das convicções que a gerem: «todos os accionistas da Ler Devagar têm a certeza de que nunca mais o vão ver [o dinheiro investido]»; e, no entanto, «vão ver para que serviu o dinheiro». «As pessoas vêm e sabem que o dinheiro está aqui. Se o quiserem levar de volta, podem vir buscar livros». Dessa forma, a livraria tem um stock «de valor semelhante ao capital social», explica, materializado nos cerca de 60 mil livros (42 mil títulos) que estão na Ler Devagar. «Quando ganhamos dinheiro  não damos aos sócios: compramos livros e apostamos», explica José Pinho. A Vila Literária de Óbidos tem sido uma dessas apostas.

 

 

Apesar de reconhecer na livraria, com algum humor, «um vício caro», assegura que esta tem mantido a sua viabilidade. Nos últimos três anos, as vendas globais aumentaram, em cada ano, mais de 20 %, e é a venda de livros que mais cresce. Os livros são «o indicador de saúde do negócio», representando entre 65 % e 70 % das vendas. Tal como noutras livrarias em Lisboa, O que o turista deve ver, de Fernando Pessoa (Livros Horizonte), e O Principezinho, de Antoine Saint-Éxupery (Editorial Presença), são alguns dos livros mais procurados. José Pinho destaca também O Animalário Universal do Professor Revillod (Orfeu Negro), bastante procurado pelos turistas. Durante o dia, a livraria tem inclusive mais clientes estrangeiros, de todas as idades e nacionalidades; os portugueses aparecem à noite. Durante a semana, José Pinho vê entrar na livraria cerca de 200 pessoas por dia, número que mais do que duplica ao fim de semana.

 

Futuramente, José Pinho pensa voltar a dinamizar a galeria da livraria, bem como retomar o seu espaço infantil. Tem dedicado mais tempo à Vila Literária de Óbidos, um projeto em curso nesta vila do Oeste e que vai abrir, até 2015, 11 livrarias em espaços como escolas, mercados biológicos e adegas; 7 delas já estão em funcionamento. Um investimento apenas permitido pela filosofia dos acionistas da livraria: «nenhum de nós pensa em enriquecer», assegura José Pinho, «isto é para nossa satisfação e prazer. Um egoísmo um pouco altruísta», carateriza.


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Seg, 14/Abr/14
Seg, 14/Abr/14

 

«Uma das mais antigas livrarias de Pequim tornou-se esta semana a primeira da cidade a estar aberta toda a noite, numa tentativa de acordar o público para o prazer da leitura e dos livros.» Ler no Diário Digital e no iOnline.


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Sex, 4/Abr/14
Sex, 4/Abr/14

No Reino Unido, a Booksellers Association e a Society of Chief Librarians discutem uma colaboração benéfica para ambos os setores. Ler aqui.


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Qui, 3/Abr/14
Qui, 3/Abr/14

«Causou "grande impacto" a livraria norueguesa onde, durante apenas uma semana, se vendeu o Livro do Desassossego, de Fernando Pessoa. O sucesso da iniciativa do editor Christian Kjelstrup, com quem a Antena1 falou esta manhã [de ontem, 2], até obrigou a que a derradeira sessão pública de leitura tivesse de ser transferida para um estádio da capital - e maior cidade - da Noruega, Oslo. Foi "uma noite memorável", regozija-se este apaixonado pela obra pessoana.» Ler e ouvir na RTP.


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