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Associações e Institutos de Investigação
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Qui, 3/Set/15
Qui, 3/Set/15

 

«É preciso disciplina. É preciso cuidado com os livros durante o ano. Há famílias que não desistem. E poupam centenas de euros em manuais escolares. Onde é que os encontram? Em floristas ou mercearias.» Ler no Observador.


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Qui, 3/Set/15

 

«A troca de livros está na moda e ganhou um novo fôlego na internet. Para fazer face à crise financeira foram criados uma série de movimentos que promovem a reutilização dos manuais. A fórmula é simples: oferecem livros escolares por todo o país a custo zero.» Ler no jornal i.


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Sex, 3/Jul/15
Sex, 3/Jul/15

 

O Pingo Doce, em colaboração com o Ministério da Educação, vai promover uma ação de recolha de manuais escolares usados em lojas por todo o país. Os livros, do 5.º ao 12.º ano e que estejam em condições de serem reutilizados, serão depois entregues aos agrupamentos de escolas. Pode consultar as lojas onde se fará esta recolha aqui.

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Qua, 15/Out/14
Qua, 15/Out/14

 

O Gabinete da Rede de Bibliotecas Escolares estabeleceu o dia 27 de outubro como o Dia da Biblioteca Escolar, com destaque para várias atividades e projetos a decorrerem durante o mês de outubro. «A tua biblioteca escolar: um mapa de ideias» aglutina projetos em que as bibliotecas podem participar. Saiba mais na Rede de Bibliotecas Escolares.

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A Booktailors já está a divulgar a sua oferta formativa para o 2.º semestre de 2014: Curso de Produção e Orçamentação Gráfica, Curso de Gestão de Projetos Editoriais, Curso de Revisão de Texto - nível inicial.


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Qua, 24/Set/14
Qua, 24/Set/14

 

A Federação dos Editores Europeus alertou para o declínio do mercado na Hungria, com o corte cada vez mais acentuado do financiamento no setor e algumas medidas para nacionalização das escolas e distribuição de livros escolares. Saiba mais aqui.


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Ter, 15/Abr/14
Ter, 15/Abr/14

 

«Há cada vez menos desculpas para não dar uma nova vida aos livros escolares arrumados lá em casa. Se, até agora, ainda não os tinha entregado a um banco de livros para que fossem reutilizados por outras crianças ou jovens, porque o banco era longe, agora só tem mesmo de ir à loja CTT mais próxima para ajudar uma família a cortar na despesa anual com os manuais obrigatórios. E é tudo gratuito.» Ler no Público.


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Qua, 26/Fev/14
Qua, 26/Fev/14

 

A perda de relevância dos livros escolares não tem que ver com a ascensão dos livros digitais. Conheça a origem do problema, aqui.

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Sex, 16/Ago/13
Sex, 16/Ago/13

O Movimento pela Reutilização dos Livros Escolares é um movimento de cidadãos que promove a criação de bancos de recolha e partilha gratuita de livros escolares. Saiba mais sobre este movimento aqui.

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Seg, 29/Abr/13
Seg, 29/Abr/13
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Via eBook Portugal.


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Ter, 12/Mar/13
Ter, 12/Mar/13

 

A cadeia livreira prepara-se para fechar metade das 12 livrarias que possui em campus universitários, embora reafirme a sua aposta no mercado de livros académicos. Para ler aqui.


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Seg, 4/Mar/13
Seg, 4/Mar/13

 

Os editores e os educadores adoram os livros académicos em formato digital: são mais baratos, de mais fácil transporte, não implicam o abate de árvores e ainda são mais fáceis de atualizar. O único problema é que os alunos parecem não gostar muito destes livros eletrónicos. Para ler aqui.


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Dom, 17/Fev/13
Dom, 17/Fev/13

 

Via Ler ebooks.

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Nova campanha de descontos. Novidades 2013: [Lisboa] Distribuição do Livro - nível inicialEscrita para Principiantes, Produção GráficaComunicação Editorial, Livro Infantil, Escrevi um livro. E agora? [Porto] Novo Acordo OrtográficoRevisão de Texto - nível intermédio.

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Qui, 13/Dez/12
Qui, 13/Dez/12

 

A conhecer aqui. Via Ler ebooks.


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Seg, 5/Nov/12
Seg, 5/Nov/12

 

Tem início hoje, na Universidade de São Paulo, Brasil, prolongando-se até ao dia 8, o Seminário Internacional Livros e Universidades, o maior evento de sempre dedicado ao tema da edição universitária realizado no Brasil. Saiba mais sobre o seminário no sítio oficial, aqui.


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Qua, 24/Out/12
Qua, 24/Out/12

 

Para perceber aqui.

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Ter, 11/Set/12
Ter, 11/Set/12

 

Algumas universidades americanas estão a tornar obrigatória a aquisição de livros digitais por parte dos alunos, alegando que estes são mais baratos, mais leves e mais eficientes. Para ler aqui.


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Seg, 26/Set/11
Seg, 26/Set/11

 

O Storybird é uma ferramenta que pode ser usada por professores e crianças para criar histórias. Os mais pequenos podem combinar ilustrações, adicionar texto e convidar outros colegas, pais e professores para colaborar na sua história. Cada aluno tem uma conta onde publica os seus trabalhos e os professores podem criar uma biblioteca onde arquivam tudo o que é produzido por uma turma. Os trabalhos podem ser feitos a qualquer distância, sendo que o projecto, com raiz nos EUA, está a apostar em actividades entre alunos de diferentes estados e países. Para explorar mais o projecto, ver aqui.


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Qua, 14/Set/11
Qua, 14/Set/11

Para assinalar o regresso às aulas, a Visão está a lançar dois auxiliares de estudos para os alunos do ensino básico. O primeiro saiu na edição de quinta-feira, dia 8, e é dedicado à Gramática, e o próximo será lançado dia 15, amanhã, com o título Tabuada.  

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Qui, 18/Ago/11
Qui, 18/Ago/11

«É um ritual que se repete todos os anos: a compra dos manuais escolares vai custar este ano mais 1,13 por cento às famílias com filhos a frequentar o ensino básico. No secundário, não há aumento de preços.» Ler no Público.


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Qua, 17/Ago/11
Qua, 17/Ago/11

«A Associação Portuguesa de Editores e Livreiros (APEL) anunciou hoje que os manuais escolares para o ensino básico vão aumentar em média 1,13 por cento, enquanto os livros para o secundário não vão aumentar.» Ler mais no Público e no Jornal de Notícias.

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Seg, 25/Jul/11
Seg, 25/Jul/11

O serviço Kindle Textbook Rental permite aos estudantes alugar livros escolares como e-books, economizando até 80% na compra de livros didácticos. Saiba mais aqui.


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Qui, 14/Jul/11
Qui, 14/Jul/11

«O Plano Nacional de Leitura (PNL) divulga esta semana a nova lista de livros recomendados para os professores para o ano lectivo 2011/2012, disse hoje à Lusa fonte do projecto.» Ler no Público.


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Seg, 2/Mai/11
Seg, 2/Mai/11

Num modelo em que a vontade do consumidor impera, é preciso ir mais longe e alargar o valor do conteúdo do livro. Para tornar os conteúdos mais flexíveis, personalizados e convenientes e satisfazer os desejos dos consumidores será necessário tirar partido de todas as vantagens do formato digital. Um bom exemplo do que se deve fazer reside nas estratégias empregues pelas editoras de livros escolares. Saiba mais aqui.


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Qua, 13/Abr/11
Qua, 13/Abr/11

Foi anunciado no passado dia 4 que a Junta da Extremadura passará a subsidiar os livros escolares do ensino obrigatório a 80% dos alunos. Este projecto, que beneficia cerca de 77 000 alunos, visa, segundo a Junta da Extremadura, «garantir a gratuitidade, promover a propiedade social e desenvolver hábitos de cuidado e respeito no uso dos materias escolares». Ler mais aqui.


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Ter, 15/Mar/11
Ter, 15/Mar/11

E o sector da edição continua a crescer, apesar de forma modesta. Conheça os números do mercado brasileiro aqui. Via twitter JAF.


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Seg, 8/Nov/10
Seg, 8/Nov/10

«Abrir um livro, sublinhar os textos com marcadores e fazer anotações nas margens das páginas. Qual é o estudante que não faz isso quando se prepara para um exame da escola? Embora seja um hábito generalizado, a verdade é que o manual escolar é um luxo para os alunos do ensino profissional. A esmagadora maioria dos adolescentes a frequentar o equivalente ao 3.º ciclo ou ensino secundário usa fotocópias para aprender as lições, ao contrário dos que estudam no ensino regular, que utilizam obrigatoriamente manuais certificados pelo Ministério da Educação.» Ler no iOnline.


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Qui, 30/Set/10
Qui, 30/Set/10

«A partir do próximo ano lectivo, as escolas públicas vão poder distribuir gratuitamente os manuais escolares aos alunos do ensino básico e secundário através de bolsas de empréstimos.» Ler no jornal i.


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Sex, 3/Set/10
Sex, 3/Set/10

«Setembro está aí à porta e começa a azáfama do costume lá em casa nesta altura do ano. Cálculos de um lado, os miúdos do outro com pressa de ir comprar o material escolar e os receios, muitos receios de não poder dar aos filhos o que eles querem. Mais receios ainda de que as despesas escolares emagreçam ainda mais o mealheiro da família. (...)

Sabemos que [os manuais escolares] constituem das despesas com maior peso para a carteira dos pais, mas são das mais essenciais. Mas mesmo aqui pode poupar algum dinheiro. A Deco aconselha a compra dos livros pela Wook, da Porto Editora, uma livraria que "faz a encomenda, a preços mais baixos, com portes pagos e pais e alunos recebem comodamente os livros em casa".» Ler na íntegra aqui.


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Ter, 31/Ago/10
Ter, 31/Ago/10

«Com muitas famílias já em corrida contra o tempo para reunirem os manuais escolares dos filhos, as associações de pais e de defesa dos consumidores alertam para possíveis abusos.

Ser obrigado a levar livros de exercício e CD-Rom interactivos em conjunto com os manuais é uma das queixas mais frequentes. Mas também há casos de livrarias que só aceitam vender manuais se os clientes levarem, em conjunto, todos os títulos de determinado ano recomendados pelas escolas.» Ler no Diário de Notícias.


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Ter, 31/Ago/10

«Os preços dos manuais escolares do ensino básico aumentam este ano 1,5%, correspondentes ao valor acordado em Junho entre as editoras e o Ministério da Economia.

O preço dos livros não reflecte, contudo, a actualização do IVA em 1%, que teria levado os aumentos deste ano para os 2,5%. O Governo não autorizou as editoras a transferir este encargo adicional para os consumidores - tiveram de assumi-lo -, o que explica o facto de a Associação Portuguesa de Editores e Livreiros ter referido ontem que a actualização de preços deste ano foi de "0,5% no básico" registando-se ainda uma "descida de 0,6% no secundário.» Ler no Diário de Notícias.


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Ter, 31/Ago/10

Explicações aqui.
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Consulte a oferta de formação da Booktailors na barra lateral do blogue.

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Seg, 9/Ago/10
Seg, 9/Ago/10

«O Grupo Auchan, através da insígnia Jumbo, lançou recentemente um site exclusivo que permite efectuar reservas de livros escolares. Segundo referido em comunicado, esta iniciativa enquadra-se na estratégia de resposta às necessidades do cliente actual que procura um serviço eficiente e conveniência aos mais baixos preços.» Ler aqui.


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Seg, 28/Jun/10
Seg, 28/Jun/10
«Os editores de manuais escolares aguardam ainda orientações do Governo sobre a aplicação do novo Acordo Ortográfico nas escolas e alertam que é cada vez mais apertado o prazo para o pôr em prática no ano lectivo 2011-2012.» Ler no Público e no jornal i.


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Ter, 1/Jun/10
Ter, 1/Jun/10
Não foi apenas Paulo Guinote, visado na carta da LeYa à direcção do DN, a responder. A Porto Editora também veio agora classificar de «atitude lamentável» a missiva enviada. Reproduzimos o comunicado da Porto Editora:

«No passado dia 28 de Maio, o Grupo LeYa divulgou uma carta dirigida ao director do Diário de Notícias, na sequência de um artigo que aquele jornal dedicou ao projecto Manual Escolar 2.0. Nessa carta, cujo objectivo era de contestar as críticas expressas no artigo sobre o referido projecto, a Directora Coordenadora de Edições Escolares do Grupo LeYa enveredou por uma teoria da conspiração envolvendo os editores concorrentes, nomeadamente a Porto Editora, recorrendo a insinuações que só servem para classificar quem as profere.

Este triste episódio é, a todos os níveis, lamentável.

Seriedade, rigor e ética são valores que nos definem desde sempre. Trabalhar na área da Educação exige um enorme sentido de responsabilidade e, ao mesmo tempo, um espírito de humildade que permita viver o sucesso sem sobranceria e o fracasso sem despeito. Infelizmente, pelos vistos, nem todos partilham desta nossa visão.

Porto Editora
Gabinete de Comunicação e Imagem»


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Seg, 31/Mai/10
Seg, 31/Mai/10
No seguimento desta notícia publicada pelo Diário de Notícias, na qual se referia que alguns manuais escolares do Grupo LeYa teriam recebido críticas por parte de alguns docentes, Carmo Correia (directora coordenadora Edições escolares) responde ao diário. Reproduzimos aqui essa mesma carta.

«Senhor Director,

O Diário de Notícias, que superiormente dirige, publicou hoje, dia 28 de Maio, um artigo intitulado "Professores criticam manuais", onde se "denuncia" a Editora LeYa, que é "acusada de lançar livros sem qualidade com base em sugestões dispersas dos docentes". Sobre esse artigo, permita-me dizer-lhe o seguinte:

1. O artigo refere-se a quatro manuais escolares da editora Sebenta, uma das editoras que integra a LeYa.

2. As edições da Sebenta caracterizam-se, desde sempre, por grande qualidade e rigor científico, de que são responsáveis autores com larga experiência no ensino, na formação de professores e na publicação de edições escolares e paraescolares.

3. Os manuais criticados pela jornalista integram um projecto pioneiro e inovador, que tem recolhido enorme adesão por parte dos professores, como é público e notório. Basta dizer que, na elaboração desses manuais, colaboraram com entusiasmo e competência cerca de 2 000 (dois mil!) professores, pertencentes a centenas de escolas do país.

4. Contra esses dois mil professores, contra os autores dos manuais, contra os seus revisores científicos e contra os seus certificadores oficiais, recolheu a jornalista a opinião de três pessoas: Paulo Guinote, cuja qualidade de autor da Porto Editora – a mais directa concorrente da Leya no mercado das edições escolares – a jornalista não achou necessário referir; Raquel Pereira Henriques, da Associação de Professores de História (matéria a que parcialmente respeita um dos quatro manuais em apreço); e Albino Almeida, da Confederação Nacional de Associações de Pais, sempre disponível para criticar a LeYa.

5. Paulo Guinote critica os manuais porque os professores que neles colaboraram não foram remunerados; Raquel Pereira Henriques porque entendeu que as questões colocadas no site sobre o manual e a disciplina «não eram muito complexas» e, sobretudo, porque foi pedido aos professores que respondessem de "forma sucinta e com número limitado de caracteres"; e Albino Almeida por não acreditar que "isto (sic) sirva para alguma coisa".

6. Salvo o devido respeito, não parece que a ausência de remuneração, o número limitado de caracteres (aliás, uma não verdade) e as dúvidas de fé de um dirigente associativo consintam as bombásticas conclusões tiradas pela jornalista do DN.

7. Parece evidente que estas três opiniões não permitem pôr em causa a qualidade e o rigor do trabalho de tanta gente, tão competente e tão dedicada, como a que participou, com entusiasmo e generosidade, na elaboração destes manuais.

8. No entanto, o artigo publicado põe em causa, em nosso entender, de forma leviana, manuais que foram sujeitos a certificação por parte do Ministério da Educação, e a avaliação científica e pedagógica por parte das Escolas Superiores de Educação de Viseu e de Setúbal, entidades que devem merecer tanto respeito e consideração quando aprovam os manuais escolares da LeYa como quando o fazem com os manuais de outras editoras concorrentes.

9. O director de marketing escolar da LeYa, quando contactado pela jornalista, nunca foi confrontado com as críticas – da jornalista ou das suas fontes – sobre a falta de qualidade dos manuais.

Permita, Senhor Director, uma última nota: este artigo foi publicado nas vésperas da escolha dos manuais que as escolas vão adoptar para o ano lectivo 2010/2011. O teor deste artigo, o seu título, a sua paginação – tudo contribui para prejudicar, num momento decisivo, o trabalho sério, competente, rigoroso que as editoras da LeYa realizaram. E, prejudicando a LeYa, beneficiam evidentemente as editoras que com ela concorrem, a cujos colaboradores foi dada a oportunidade de criticar o trabalho da LeYa, sem que a LeYa deles se pudesse defender.

Com os melhores cumprimentos,
Carmo Correia
Directora-Coordenadora de Edições Escolares»

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Ter, 24/Nov/09
Ter, 24/Nov/09
«A Sebenta, editora da Oficina do Livro que pertence ao grupo LeYa, pretende criar os primeiros manuais escolares online, no âmbito de um projecto pioneiro a nível mundial com vista a satisfazer as necessidades de alunos e professores.» Ler no Correio da Manhã.


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Seg, 16/Nov/09
Seg, 16/Nov/09
A editora Guerra e Paz irá lançar, em 2010, a colecção «Saber e Conhecimento». Segundo Maria Teresa Loureiro, nova coordenadora editorial da editora, «esta colecção pretende superar algumas falhas no mercado editorial» nas áreas universitária e paraescolar. A colecção terá um formato de 11 x 19, tendo a intenção de fornecer uma edição de qualidade, mas com um custo reduzido para o público.


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Sex, 2/Out/09
Sex, 2/Out/09
O governo espanhol aprovou recentemente o «Plan Escuela 2.0», que visará que o eReader venha a substituir as mochilas cheias de livros: «el libro electrónico es una magnífica alternativa a las sobrecargadas mochilas escolares. Un dispositivo que apenas sobrepasa los 200 gramos de peso y que, además, presenta importantes beneficios desde el punto de vista económico y medioambiental. Por todo ello, es fácil de prever que los e-readers sean el medio para alcanzar la digitalización del sistema educativo». Ler aqui.


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Sex, 25/Set/09
Sex, 25/Set/09
«A confederação das associações de Pais alertou hoje para a "brutalidade" do aumento das despesas das famílias com os manuais escolares devido a método de venda. Os livros vêm embalados juntamente com produtos opcionais, como os cadernos de actividades que fazem subir o preço.» Ler no Público.


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Ter, 15/Set/09
Ter, 15/Set/09
O Grupo LeYa anunciou ontem, em conferência de imprensa, o lançamento do projecto «Manual escolar 2.0». Este projecto permitirá publicar os primeiros manuais escolares construídos online, com a participação dos professores, aproveitando o conceito da web 2.0, onde os utilizadores criam e partilham os conteúdos. Segundo comunicado de imprensa da Leya, «O lançamento deste projecto, decidido há cerca de um ano, representa a primeira de diversas iniciativas da LeYa na área dos novos recursos educativos de adaptação ao novo mundo da Educação e das tecnologias a ela aplicadas». Os quatro manuais previstos neste projecto serão editados pela Sebenta. A campanha de divulgação do projecto prolongar-se-á durante o mês de Outubro.

Veja aqui o site Manual escolar 2.0.

Ler sobre o Manual Escolar 2.0 na imprensa aqui, aqui, aqui, aqui, aqui e aqui.


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Seg, 14/Set/09
Seg, 14/Set/09
«O grupo editorial Leya desafiou hoje os professores a participarem na elaboração de quatro manuais escolares através de um portal na Internet onde poderão responder a inquéritos e colocar comentários sobre o conteúdo e forma dos manuais.» Ler no Diário Digital e no Público.


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Sex, 11/Set/09
Sex, 11/Set/09
A LeYa promoverá uma conferência na próxima segunda-feira, dia 14, pelas 10h30, que tem como pano de fundo a actividade do grupo no mercado de edições escolares. Esta conferência, que decorrerá no edifício LeYa, contará com a participação dos principais responsáveis de Edições Escolares do Grupo.


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Qui, 10/Set/09
Qui, 10/Set/09
«O regresso às aulas traz encargos pesados para a carteira dos pais e educadores. A compra dos livros escolares é uma das maiores dores-de-cabeça nesta época, pela organização exigida, a dificuldade em encontrar alguns dos manuais e, também, pelo preço, que no conjunto pode ultrapassar os 200 euros para alguns ciclos do ensino básico e secundário.

Os serviços de compra "on-line" dos manuais podem dar uma ajuda, oferecendo informação completa e (quase sempre) fiável sobre os livros adoptados em cada escola e nos vários níveis de ensino. Mas também garantem descontos que podem chegar a 20% na compra dos manuais e auxiliares.» Ler no Jornal de Negócios.


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Qua, 9/Set/09
Qua, 9/Set/09
O site wook.pt apresenta-se como alternativa e opção aos pais sem tempo para a aquisição dos manuais escolares. Segundo nota de imprensa da Porto Editora, «mais de 10 mil famílias receberam em casa os manuais escolares», via wook.pt.


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Qui, 3/Set/09
Qui, 3/Set/09
«O atraso na entrega de manuais escolares por parte de editoras deixou no ano passado livreiros e famílias à beira de um ataque de nervos, tendo mesmo alguns alunos começado as aulas sem os necessários livros. O cenário este ano é bem diferente. Os livreiros contactados pelo Diário de Coimbra garantem que os manuais chegaram a tempo e que muitas encomendas de clientes já foram entregues nos meses de Verão. A excepção está em três livros da antiga Editoral O Livro, mas mesmo estes deverão chegar esta semana às lojas.» Ler aqui.


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Ter, 1/Set/09
Ter, 1/Set/09
«Cada vez mais utilizadores recorrem aos sites de livrarias e mesmo de supermercados para encomendar e comprar os livros escolares antes do regresso às aulas de Setembro. Não existem números oficiais, nem a comparação com os meios tradicionais para a compra de manuais para a escola, mas os vários players de mercado referem esta tendência.» Ler aqui.


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Sex, 21/Ago/09
Sex, 21/Ago/09
«A Comissão do Livro Escolar da Associação Portuguesa de Editores e Livreiros (APEL) sublinhou hoje que a actualização dos preços dos manuais escolares nos últimos seis anos situou-se 1,78 por cento abaixo do valor acumulado da inflação naquele período.»

Ler no Público.


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Sex, 17/Jul/09
Sex, 17/Jul/09
A Porto Editora, através do seu portal wook.pt, lança a promoção de livros escolares. Na aquisição online, os encarregados de educação terão descontos na aquisição de manuais escolares e auxiliares de ensino. Ver aqui.


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Seg, 29/Jun/09
Seg, 29/Jun/09
Os livreiros que não pretendam efectuar as encomendas de manuais escolares pela Internet, optando por se dirigir aos dois centros "auto-serviço", da LeYa, no Montijo e Serzedo, terão de adquirir os packs completos para cada disciplina, os chamados pack "Recomendações Pedagógicas", que englobam CD-ROM (ainda que nem todas as escolas solicitem este suporte). Os livreiros poderão devolver os CD-ROM em Outubro.

Os livreiros protestam, pois consideram que terão de passar pelo método «odioso de impingir aos pais um artigo que os professores quase nunca pedem e que representa mais 20% no preço final»

Ao DN, José Menezes, Director de Comunicação do Grupo LeYa, aponta que só desta forma conseguirão garantir a eficácia do serviço: "A LeYa é a única editora de livros escolares que tem auto-serviços. Por uma questão de organização e rapidez, só venderão Recomendações Pedagógicas. Mas continua a existir a possibilidade de fazer a encomenda em separado no nosso site".

Os livreiros estão preocupados ainda com a possibilidade do site não suportar os pedidos: «no ano passado, as encomendas começaram a 1 de Julho, e ao fim de três semanas o site deixou de funcionar de vez". Mais, a partir de Agosto«o mês em que a maioria dos pais começa a fazer os pedidos às livrarias» - as condições oferecidas pela LeYa a comerciantes (descontos) "são melhores" para quem optar pelos auto-serviços.

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por Booktailors às 10:23 | comentar | ver comentários (1) | partilhar

Seg, 2/Mar/09
Seg, 2/Mar/09
A LeYa estima que a adaptação de cada manual escolar ao novo Acordo Ortográfico poderá custar entre 4 e 5 mil euros. Segundo Carmo Correia, da LeYa, «É admissível considerarmos que este custo possa ser tido em linha de conta numa futura convenção de preços. Este factor não pode ser ignorado por nenhuma das partes».

Segundo esta responsável, a Leya pediu em Novembro do ano passado informações ao ME sobre o calendário de implementação da nova ortografia no ensino, mas não obteve até à data qualquer «informação precisa», alertando que só com uma boa calendarização será possível «abastecer o mercado atempadamente».

A APEL também apresenta as suas razões de queixa face ao Executivo pois «desde há dois anos» que tenta obter informações, sem sucesso: ««Os editores escolares da APEL aguardam instruções por parte do ME no que diz respeito à implementação do Acordo Ortográfico nas escolas. O pedido de informação foi feito há quase dois anos, mas acreditamos que o ME tem plena consciência das fortes implicações que este processo terá e da importância de que se reveste para a educação dos alunos», acrescentou fonte da comissão do livro escolar da APEL.»

Apesar da rentabilidade apertada de alguns projectos, a LeYa coloca de parte qualquer possibilidade de abandono destes projectos: «Se se entendeu do ponto de vista político e científico que se deve evoluir para o novo acordo, vamos acompanhar essa evolução».

Ler aqui.

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Qua, 17/Dez/08
Qua, 17/Dez/08
«A cada fim de ano lectivo, em média 13% dos livros didáticos não são devolvidos pelos alunos da rede pública ou precisam ser aposentados em função do mau estado de conservação»

Ler aqui.


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Qua, 10/Dez/08
Qua, 10/Dez/08
A editora brasileira Aymará (escolar) está a disponibilizar algumas das suas obras em formato braille.

Ler aqui.


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Sex, 17/Out/08
Sex, 17/Out/08
A European Education Publishers Group atribui a medalha de ouro ao manual escolar «Clube dos Cinco - Matemática 1.º Ano», o manual escolar de Matemática para o 1.º ano do 1.º Ciclo do Ensino Básico, da Texto Editores.

A medalha de ouro, na categoria Primary, foi atribuída na Feira do Livro de Frankfurt, pelo European Educational Publishers Group (EEPG).

Este prémio, de periodicidade anual, considerado um dos mais importantes a nível internacional na área da educação, distingue, com a atribuição de medalhas de ouro, prata e bronze, os três melhores livros escolares publicados em toda a Europa na categoria Primary (1.º e 2.º ciclos) e na categoria Secondary (3.º ciclo e ensino secundário).

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Ter, 7/Out/08
Ter, 7/Out/08
O Ministério de Educação revelou na passada sexta-feira os números relativos ao apoio à compra de manuais do Ensino Secundário: 110 mil alunos. O que, segundo a fonte, representa um aumento de 36% face a 2005.


por Booktailors às 11:22 | comentar | partilhar

Seg, 6/Out/08
Seg, 6/Out/08
Entrevista publicada no Correio da Manhã. Excerto abaixo. Ler na totalidade aqui.

« O grupo Leya pode ser penalizado no futuro devido a esta situação?

– É evidente que depois disto diremos às escolas para terem muito cuidado com os manuais que escolhem. Queremos ter garantias de que os pais e os alunos não vão voltar a passar por esta situação. »


por Booktailors às 12:57 | comentar | partilhar

Seg, 6/Out/08
A LeYa anunciou para o dia de hoje uma comunicação referente ao livro escolar. Recorde-se que na passada sexta-feira, Jorge Pedreira, secretário adjunto de educação, deixou bem claro que haverá um pedido de indemnização, se o o grupo não resolver os problemas que se verificam no livro escolar. Jorge Pedreira considerou, em declarações à RTP-N , a situação actual de "absolutamente inaceitável".

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por Booktailors às 09:26 | comentar | partilhar

Sex, 3/Out/08
Sex, 3/Out/08
«A Associação Portuguesa de Editores e Livreiros esclareceu esta quinta-feira que os manuais escolares e respectivos cadernos de actividades podem ser comprados em separado, na sequência da denúncia de uma confederação de pais de que alguns livreiros só vendem os manuais em «packs», noticia a Lusa.»

Mais desenvolvimentos aqui.


por Booktailors às 19:48 | comentar | ver comentários (1) | partilhar

Qua, 1/Out/08
Qua, 1/Out/08
Luis Filipe Cristóvão divulga no seu blog uma história curiosa: «O livro de Francês do 9º ano, Mission Spéciale, da Texto Editores, foi hoje disponibilizado no auto-serviço do Grupo Leya, no Cacém. No entanto, esse livro está já a ser recolhido pelos serviços da Editora, visto que, em lugar do Manual do Aluno foi impresso e estava a ser vendido, erradamente, o Manual do Professor.»

Ler aqui.


por Booktailors às 17:19 | comentar | partilhar

Qua, 1/Out/08
O Público publica hoje, página 13 com chamada à contracapa, uma peça sobre o ponto de situação do livro escolar, nomeadamente no que à LeYa diz respeito. Alguns excertos do artigo de Bárbara Wong:

«Os livros da ASA, Gailivro, Nova Gaia e Texto Editora continuam em falta. Há uma semana, numa carta enviada aos livreiros, o grupo Leya, a que as quatro editoras pertencem, reconhecia que um quarto dos manuais ainda não tinha chegado ao grande público e prometia repor a normalidade até ao final do mês.
(...)
O assessor de comunicação da Leya, José Menezes, explicava ontem ser impossível confirmar se a promessa foi cumprida
(...)
É que os pais têm dificuldade em compreender que a culpa dos atrasos não é das livrarias, explicam. Na Casa Rádio há notícias afixadas sobre esta situação. Na Livraria Sagres, em Faro, a carta da Leya tem sido fotocopiada e entregue aos pais para mostrarem aos professores, para evitar a marcação de faltas de material aos alunos, conta José Manuel, responsável pelas encomendas.
(...)
Os principais prejudicados são os alunos, reconhece Carla Nunes, da Livraria Nazareth & Filhos, de Évora: “Há turmas inteiras sem livros. Há faltas em quase todos os anos de escolaridade. Não há um aluno que não tenha pelo menos um manual em falta. Os professores têm pouca tolerância
e marcam faltas de material”.
(...)
A falta de informação por parte da Leya é a queixa mais frequente. Se até há pouco tempo ninguém atendia o telefone, agora não sabem o que responder, queixa-se João Gomes, da Livraria Rino, em Águeda. Nem sequer a página de Internet informa quando é que os títulos estarão disponíveis, acrescenta.
(...)
Muitos tentam colmatar as faltas com idas, por vezes diárias, aos armazéns. José Alves, da Livraria José Alves, no Porto, considera “positivo” estes estarem abertos diariamente, mas reconhece que os livreiros têm dificuldade em deslocar-se. A Leya não respondeu ontem a estas críticas em tempo útil.»

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por Booktailors às 16:13 | comentar | ver comentários (1) | partilhar

Seg, 29/Set/08
Seg, 29/Set/08
Hoje, mais duas notícias (no site do RCP) dão conta do atraso na entrega dos manuais escolares. Para ler aqui e aqui.


por Booktailors às 17:54 | comentar | partilhar

Sáb, 20/Set/08
Sáb, 20/Set/08
«O CDS-PP pediu hoje esclarecimentos ao Governo sobre a "falta de manuais escolares" nas livrarias que estará a pôr em causa o início "normal" do ano lectivo, reclamando medidas urgentes para que a situação seja ultrapassada.»

Mais desenvolvimentos no Público.

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por Booktailors às 12:17 | comentar | ver comentários (1) | partilhar

Sáb, 20/Set/08
«O armazém de distribuição ao público do grupo Leya, no Cacém, Sintra, foi ontem local de protesto de vários clientes livreiros, que continuam sem manuais escolares nas suas livrarias, já em espera há alguns meses»

Mais desenvolvimentos no Correio da Manhã.


por Booktailors às 12:10 | comentar | partilhar

Sex, 19/Set/08
Sex, 19/Set/08
«As aulas já começaram, mas ainda há milhares de livros, encomendados há muito tempo, por entregar. A espera está a deixar os pais preocupados e as editoras do grupo Leya são os maiores alvos das críticas.» Mais desenvolvimentos no JN.

«Começou o ano escolar e mais uma vez ouvem-se as queixas dos clientes acerca dos atrasos na entrega dos livros. As livrarias dizem que as editoras estão atrasadas na distribuição dos manuais. As editoras dizem que esta é uma situação normal e que a distribuição está a ser feita com a celeridade possível.» Mais desenvolvimentos no DN.

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por Booktailors às 12:45 | comentar | ver comentários (1) | partilhar

Sex, 12/Set/08
Sex, 12/Set/08
«Iniciou-se o ano lectivo, e faz-se uma actualização da apreciação ao trabalho das diversas editoras de livro escolar. Comecemos pelas que tinham uma apreciação positiva. No que toca à Plátano/Didáctica, nada há a alterar em relação ao antes exposto. Já no que toca à Constância/Santillana...»

Para continuar a ler aqui.


por Booktailors às 15:16 | comentar | ver comentários (1) | partilhar

Qui, 11/Set/08
Qui, 11/Set/08
No Boston Globe o autor Alex Beam escreve sobre pirataria electrónica de livros escolares (via P2P).

Alguns excertos:
«[...] how can I support this? I should be an absolutist on copyright protection for all books, magazines, and newspapers. But I'm not. The publishers have disgraced themselves, and they are paying the price. Three-hundred-dollar textbooks in the hard sciences are not unusual, and the companies are selling to a captive audience. Hundred-dollar add-ons, masquerading as digital workbooks, or problem-solving sets, are not uncommon.
[...]
How do I know textbook publishers are nothing but pirates in pin-striped suits?
[...]
Now most textbook publishers are going digital, and Amazon is promising a larger-format Kindle reader for the student market. The publishers say that iTexts, which often cost less than $100, save students money. [...]»

Ler artigo aqui.


por Booktailors às 15:17 | comentar | partilhar

Qua, 10/Set/08
Qua, 10/Set/08
«Após quatro anos consecutivos em que os preços dos manuais escolares estiveram congelados,
verifica-se, para o ano lectivo 2008/2009, uma actualização de preços entre os 3,7% e os 5,4%.

Contudo, a Comissão do Livro Escolar da Associação Portuguesa de Editores e Livreiros (CLE/APEL) sublinha que esta medida não reflecte o enorme aumento verificado nos custos de
produção editorial causado por vários factores, nomeadamente a enorme subida verificada nos
combustíveis.

Tal como foi anunciado em Comunicado de Imprensa de 29 de Agosto último, a CLE/APEL
assinou uma convenção com os Ministérios da Educação e da Economia que regula os preços dos
manuais escolares que estão disponíveis no mercado.

Nesse contexto, e após análise feita com base naquela convenção, a CLE/APEL informa que a actualização dos preços dos manuais escolares se situa entre os 5,4% no 1.º ano de escolaridade e os 3,7% no 9.º ano de escolaridade (ver quadro), valores estes que incluem o índice de inflação.

Apesar desta actualização, os manuais escolares em Portugal continuam a ser mais baratos que na esmagadora maioria dos países europeus.

A CLE/APEL sublinha que os manuais escolares portugueses são considerados internacionalmente como dos melhores ao nível científico-pedagógico, consequência do elevado investimento de editores, autores, revisores científicos e pedagógicos, bem como dos restantes profissionais especializados que trabalham na edição escolar.

Lisboa, 8 de Setembro de 2008

A Comissão do Livro Escolar da Associação Portuguesa de Editores e Livreiros»


por Booktailors às 11:41 | comentar | ver comentários (2) | partilhar

Ter, 9/Set/08
Ter, 9/Set/08
«O grupo Leya – que detém várias editoras como a Asa, Texto Editores e Caminho – está a ser alvo de queixas de clientes de todo o País, por não estar a conseguir abastecer as lojas com manuais escolares.
(...)
Num dos armazéns do grupo, no Cacém, Sintra, o director de comunicação, José Menezes, explicou ao CM que as "entregas estão a decorrer normalmente, apesar de existirem queixas, como é normal". O facto de existir apenas mais um armazém de distribuição, em Vila Nova de Gaia, complica a situação»

Mais desenvolvimentos no Correio da Manhã.

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por Booktailors às 16:05 | comentar | partilhar

Ter, 9/Set/08

«As famílias portuguesas devem adquirir, durante o mês de Setembro, cerca de dez milhões de manuais escolares considerados “obrigatórios”, o correspondente a um total de 80 milhões de euros, indicou esta sexta-feira a Associação Portuguesa de Editores e Livreiros (APEL).»

Mais desenvolvimentos no Correio da Manhã.

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por Booktailors às 09:23 | comentar | partilhar

Qui, 4/Set/08
Qui, 4/Set/08
«Este ano, segundo António Sousa, proprietário da Livraria 115, em Coimbra, «toda a gente está sem livros escolares». O livreiro não se amedrontou na hora de apontar o dedo ao responsável. «A culpa é do grupo Leya», garantiu, contestando a editora que afirma que «estão 95 por cento dos livros na rua». «Andam na rua, mas não se sabe em que rua estão», ironizou, antes de realçar: «Podem estar feitos, não estão é no circuito de distribuição. Os livreiros chegaram ao ponto de rotura».

As duras críticas ao grupo editorial de Miguel Pais do Amaral não se ficam por aqui. «Destruiu todo o circuito de distribuição», referiu António Sousa, informando que «a intenção da Leya é vender tudo directamente». Porém, as coisas não correram como previsto e, na sexta-feira passada, o site da holding «veio abaixo». «O sistema estoirou por completo e pediram aos livreiros para irem buscar os livros a Lisboa ou ao Porto», criticou.
(...)
A falta de «pessoal qualificado e experiente» deixou António Sousa “à beira de um ataque de nervos”. «Além de não estar ninguém a dar indicações, pois o cliente é que tem de abastecer-se, há funcionários que mal sabem falar português», assumiu o livreiro, que logo apresentou uma justificação: «Despediram o pessoal com experiência, que trabalhava com os antigos editores, e contrataram mão-de-obra barata».Apesar de reconhecer que «sempre houve dificuldades com os livros escolares», o proprietário da Livraria 115 declarou que «os grandes problemas só surgiram desde que a Leya comprou cinco ou seis editoras». «O monopólio e a prepotência começaram agora», destacou António Sousa...»

Em Coimbra ouvem-se fortes críticas ao grupo LeYa. Para ler aqui.

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por Booktailors às 11:13 | comentar | ver comentários (3) | partilhar

Ter, 2/Set/08
Ter, 2/Set/08
O jornal da Madeira dá conta do ponto de situação de entrega dos livros. Uma das livrarias ouvidas pelo jornal aponta o atraso de algumas editoras, nomeadamente do grupo LeYa. A alternativa seguida pelos pais está ser o de recorrer às livrarias online. Para ler aqui.

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por Booktailors às 12:18 | comentar | ver comentários (1) | partilhar

Seg, 1/Set/08
Seg, 1/Set/08
Luis Cristóvão faz no seu blog uma apreciação à força de vendas dos vários grupos escolares.: Constância Editores (Grupo Santillana), Plátano e Didáctica Editores (Grupo Paralelo), Porto Editora, Lisboa Editora, Areal (Grupo Porto Editora), Texto, Asa, Nova Gaia, Gailivro (Grupo Leya). Aqui.

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por Booktailors às 14:58 | comentar | partilhar

Sex, 29/Ago/08
Sex, 29/Ago/08
«A associação Portuguesa de Editores e Livreiros garantiu esta sexta-feira que mais de 95 por cento dos livros escolares já estão disponíveis nas livrarias, com "preços controlados»

Mais desenvolvimentos no Correio da Manhã.


por Booktailors às 17:35 | comentar | ver comentários (1) | partilhar

Qui, 21/Ago/08
Qui, 21/Ago/08
Todas as pessoas já ouviram falar em quadros interactivos e livros em formato digital, por isso a novidade já não é tão grande como poderia ser.

No entanto, a Springwise fala de um novo paradigma, onde a Flat World Knowledge está a oferecer gratuitamente a alguns alunos (ensino secundário e universitário) dos EUA livros em formato digital.

A ideia é estabelecer um formato Open dos conteúdos, onde os alunos não tenham de pagar para aceder aos livros pelo qual têm de estudar.

Ler o artigo aqui.


por Booktailors às 15:44 | comentar | ver comentários (1) | partilhar

Qua, 13/Ago/08
Qua, 13/Ago/08
Quem, nos últimos dias, tenha passado por uma das antigas livrarias escolares pertencentes às editoras compradas pelo grupo LeYa, terá reparado nas alterações.

As livrarias da Texto e Asa, por exemplo, passaram a ter todas a mesma imagem gráfica, muito sóbria, e cuja banda central sobre a porta indica não a fundo preto todas as editoras escolares do Grupo.

Passaram a ser, assim, livrarias «Gailivro, Asa, Novagaia, Texto».

Simples, discreto e informativo, sem a alusão à casa-mãe.

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por Booktailors às 08:58 | comentar | ver comentários (3) | partilhar

Qui, 10/Jul/08
Qui, 10/Jul/08
É por causa de medidas como esta que o Público noticia (Câmara da Maia quer substituir peso das mochilas dos alunos por pen drives) que é hoje impensável para as editoras escolares não possuirem uma forte componente digital. Uma editora deste tipo além do manual que o aluno compra, tem de preparar o caderno do professor, o livro de exercícios, de testes, de..., e além de tudo isto, preocupar-se em disponibilizar estes e outros conteúdos de diferentes formas em formato e ambiente digital. O Estado já anunciou que vai disponibilizar verbas avultadas para equipar as escolas com quadros interactivos e outros materiais. Esta câmara, de forma a poupar os alunos ao peso de pesadas mochilas, quer oferecer pen drives, contendo os conteúdos leccionados nas aulas. As editoras escolares, essas e no meio de tudo isto, vêem-se obrigadas a reagir, munindo as suas estruturas de equipas multimédia dignas de fazer corar muitas agências de produção. Não reagir será morrer. A bem da verdade diga-se que algumas já o começaram a fazer há muito.


por Booktailors às 21:44 | comentar | ver comentários (2) | partilhar

Ter, 1/Jul/08
Ter, 1/Jul/08
Parece que a tecnologia de transferência de ficheiros via P2P começa também a afectar o sector dos livros.

Desta feita não serão os editores a ser directamente afectados, mas sim as casas de fotocópias que se vêem furtadas de fotopilhar livros, agora que os meninos conseguem fazer download directo da Internet.

Pelo menos é com isso que sonho.

Na realidade, e nos EUA (o que é que isto tem a ver com a realidade?), os editores escolares via Association of American Publishers contrataram um escritório de advogados para vasculhar a Internet em busca de sites como o Textbook Torrents, que oferece mais de 5.000 livros escolares pilhados.

Muitos dos websites já foram notificados.
(nsl - via Bookseller)


por Booktailors às 10:16 | comentar | partilhar

Sex, 20/Jun/08
Sex, 20/Jun/08
Reproduzimos aqui o mais recente comunicado da LeYa, com o título "Ordem de arresto e desactivação do site Clube dos Livros Escolares leva clube a adoptar nova denominação", referente ao assunto do título e que tem vindo a ser largamente debatido no blogtailors:

«Na sequência do pedido de providência cautelar interposto pela Texto Editores contra Luís Miguel Gonçalves e a empresa Livro Verde, detentora do site Clube dos Livros Escolares, o referido clube, numa permanente fuga à justiça e no desrespeito pela ordem do Tribunal de Sintra, deslocou-se, pela segunda vez, para um novo endereço na Internet e adoptou agora uma nova denominação a fim de continuar a operar.

O pedido de providência cautelar resultou da descoberta pela Texto Editores relativa a apropriação fraudulenta e utilização abusiva pelo Clube dos Livros Escolares de bases de dados que pertencem em exclusivo à editora. O pedido da Texto Editores foi provisoriamente deferido pelo tribunal de Sintra.

Esta terça-feira, dia 17 de Junho, funcionários judiciais e elementos da polícia, em cumprimento da ordem do tribunal, deslocaram-se às instalações do Clube dos Livros Escolares para realizar a apreensão das bases de dados e de todos os computadores e equipamento informático utilizados pelo Clube dos Livros Escolares, bem como para realizar a desactivação deste site.

O Clube dos Livros Escolares ludibriou a execução da ordem do Tribunal de Sintra, deslocando-se, pela segunda vez, para um novo endereço na Internet, onde se encontra a funcionar, e adoptando uma nova denominação, numa situação de evidente e grave desobediência e desrespeito à ordem judicial.

A Texto Editores confia que o cumprimento integral da decisão judicial virá a ser realizado, e que o sistema judicial não tolerará esta mais recente transgressão cometida pelo Clube dos Livros Escolares»

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por Booktailors às 17:16 | comentar | ver comentários (13) | partilhar

Qui, 19/Jun/08
Qui, 19/Jun/08
Passamos a transmitir o seguinte comunicado da LeYa / Texto Editores, lamentando que estes casos continuem a existir no mercado português.


«Arresto e desactivação do site Clube dos Livros Escolares

A Texto Editores confirma que interpôs um pedido de providência cautelar contra Luís Miguel Gonçalves e a empresa Livro Verde, detentora do site Clube dos Livros Escolares.

O pedido de providência cautelar resultou da descoberta pela Texto Editores relativa a apropriação fraudulenta e utilização abusiva pelo Clube dos Livros Escolares de bases de dados que pertencem em exclusivo à editora. O pedido da Texto Editores foi provisoriamente deferido pelo tribunal de Sintra.

Ontem, dia 17 de Junho, funcionários judiciais e elementos da polícia, em cumprimento da ordem do tribunal, deslocaram-se às instalações do Clube dos Livros Escolares para realizar a apreensão das bases de dados e de todos os computadores e equipamento informático utilizados pelo Clube dos Livros Escolares, bem como para realizar a desactivação deste site.

O Clube dos Livros Escolares ludibriou a execução da ordem do Tribunal de Sintra, deslocando-se para um novo endereço na Internet, onde se encontra agora a funcionar, numa situação de evidente e grave desobediência e desrespeito à ordem judicial.

A Texto Editores confia que o cumprimento integral da decisão judicial virá a ser realizado, e que o sistema judicial não tolerará esta mais recente transgressão cometida pelo Clube dos Livros Escolares.»


por Booktailors às 11:00 | comentar | ver comentários (39) | partilhar

Seg, 28/Abr/08
Seg, 28/Abr/08
O Parlamento Global, mais propriamente o Parlamento dos Miúdos, arranca de uma parceira entre a SIC, o Jornal Expresso, a Rádio Renascença e... a Porto Editora.

Com esta parceria, a Porto Editora fortalece a sua imagem de credibilidade junto de um dos seus públicos-alvo: as crianças em idade escolar e respectivos pais. Já para não falar do lastro de comunicação que consegue. Os meios de comunicação têm divulgado a parceria de forma exemplar.


O apoio da Porto Editora consistiu no fornecimento das suas fontes de informação e plataformas digitais como apoio ao projecto, nomeadamente através do produto Infopédia. Com esta cedência, a Porto consegue igualmente que as crianças passem a considerar a Infopédia como fonte privilegiada de acesso ao conhecimento.


por Booktailors às 12:56 | comentar | ver comentários (2) | partilhar

Sex, 22/Fev/08
Sex, 22/Fev/08
Apesar do passatempo (de pontos que se acumulam por cada «amigo» inscrito) oferecer televisões, portáteis, ipods, playstation ou nintendos, a verdade é que este espaço pretende ter algo a ver com livros.

O Clube dos Livros Escolares é um website (relativamente estereotipado em relação aos leitores/geek) que pretende servir de mediador entre quem tem livros (escolares) para dar e quem procura comprar livros (escolares) usados a um preço mais convidativo.

Para quem tem dúvidas em relação à legalidade do preço efectuado, respondemos já: o livro escolar não faz parte da lei do preço fixo, pelo que o negócio é inteligente e totalmente legítimo, estando esta empresa somente a ocupar o espaço que as escolas escolas não aproveitaram.


por Booktailors às 10:33 | comentar | ver comentários (3) | partilhar


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