E a polémica que envolveu os autores chineses convidados e não convidados a participarem no evento. Terá o evento sido assombrado pela censura do governo chinês? Para ler aqui.
A propósito da London Book Fair deste ano, a BBC dedicou a emissão do seu programa sobre tecnologia, Click, à edição digital. Ouça-o aqui. Via eBook Portugal.
O Publishers Weekly resumiu assim a edição deste ano da Feira do Livro de Londres, que teve como país convidado a China e onde se debateu a sustentabilidade do futuro do modelo de negócio da edição. Leia aqui.
Como é público, diversos voos foram cancelados, impedindo os editores de viajar para a Feira do Livro de Londres, que decorre naquela cidade até quinta-feira.
A Booktailors não pode fretar um transporte paralelo, mas disponibiliza desde já o Blogtailors para divulgar iniciativas alternativas à viagem por avião. Assim, se está a pensar em ir de carro para Londres e pretende partilhar custos com um colega, envie-nos um e-mail para que possamos fazer a devida divulgação.
Já são conhecidos os nomes dos dez ilustradores escolhidos para mostrar o seu trabalho, na Feira do Livro de Londres deste ano. Foram cerca de 50 candidaturas para mostrar as suas ilustrações no Illustrators' Corner, uma novidade nesta edição. Veja os vencedores aqui.
Hillary Mantel, Andre Brink e Eoin Colfer são os nomes escolhidos para «Autores do Dia», na edição deste ano da Feira do Livro de Londres. Cada um irá dar uma palestra em cada um dos dias da feira, que este ano decorrerá de 19 a 21 de Abril. Ler aqui.
Já são conhecidos alguns dos nomes de autores Sul-Africanos que vão marcar presença na Feira do Livro de Londres 2010. São 47 autores de várias áreas, representando nove das onze línguas oficiais da África do Sul, país convidado de honra para esta edição. Ler aqui.
Todos os anos, o British Council organiza uma série de eventos antes e durante a Feira do Livro de Londres. Para a edição de 2010, o foco do British Council vai para a Cidade do Cabo, na África do Sul. Este programa cultural teve já início na Feira do Livro da Cidade do Cabo, que começou no passado dia 13.
Aqui ficam algumas notas e impressões do que foi a experiência London Book Fair 2009:
Redução da dimensão da Feira, fazendo com que cerca de 20% do segundo pavilhão estivesse por ocupar, apesar das notícias internacionais que apontavam para um aumento de participações. Se tal aconteceu, cada um dos participantes terá optado por espaços mais curtos. O que também poderá ser interpretado como um desinvestimento na feira.
Feira cinzenta, com mais do mesmo face à feira de 2008: mesmas editoras usando os mesmos stands, nos mesmos espaços.
A Índia, enquanto país convidado, apresentou-se de mãos vazias. Quem esperava Bollywood viu uma espécie de produção «rasca» de série C. Stands padronizados atrás de stands padronizados, com poucas ideias e sem percebermos se alguém levou a sério o convite.
O livro no contexto da era digital. Apesar do recente lançamento do Kindle 2, a Amazon decidiu não estar presente. Igual comportamento tiveram outros gigantes, como o Google, assim como os produtores de aparelhos para leitura de eBooks. Excepção feita para a Sony, que, com stand próprio, encheu o pavilhão 2 de encontros e conferências dedicadas ao livro e à leitura digital, tendo disponibilizado para testes o mais recente Sony Reader (o que deu para notar as limitações deste aparelho).
Representações oficiais. Muitos países e regiões a marcarem presença na Feira de forma oficial e institucional: Roménia (belíssima surpresa), Espanha, Emirados Árabes Unidos, Rússia, Catalunha, entre outros. A União Europeia, contrariamente ao ano anterior, optou por não estar presente.
Representação portuguesa. Poderá ser apenas uma percepção, mas as editoras portuguesas terão desinvestido na Feira. Vimos poucos portugueses, que quase sempre indicavam que estariam na feira um dia, ou «só mais uma manhã». Pese embora algumas excepções (quase sempre grupos de grande dimensão). A nível oficial, a DGLB marcou presença em dois stands diferentes.
Menos pessoas. A Feira recebeu muito menos visitantes que em edições anteriores. Embora a imprensa internacional tenha indicado que, apesar desta realidade, a feira foi boa para o negócio editorial, não deixa de ser verdade que, no último dia (tradicionalmente já mais fraco, bem certo), o espaço estava praticamente vazio.
Rumores. O fracasso Byblos chegou a Londres e muitos agentes mostravam-se informados do que se passara. A esta notícia, juntaram-se outras dúvidas e incertezas quanto à vitalidade e viabilidade de alguns projectos portugueses, o que, em situação alguma, será positivo para a projecção do sector editorial português no estrangeiro.
Promoção editorial. Um dos principais motivos que me levam às feiras é procurar os materiais que os editores utilizam para promover autores e obras. Também aqui a desilusão foi grande. Mais do mesmo, ou mesmo nada. Os mesmos marcadores, os mesmos mini-livros, canetas, lápis. Uma desilusão pegada que em nada ficou a dever à Concreta ou à Tektonica.
Programação paralela. Apesar de bastante diversificada, debateu-se pouco (ainda que fossem muitas as propostas de seminários e conferências), como se estivéssemos todos de acordo sobre os mesmos assuntos. Deu, contudo, para encontrar o anónimo Mike Shatzkin a passear-se pelos corredores e pedir-lhe para tirar uma fotografia. Que ficou desfocada (obrigado, Sérgio!).
Espaços específicos. Dentro da programação paralela, um dos espaços mais animados foi o Cook Book Corner, onde, aí sim, os editores de culinária e gastronomia indianos fizeram valer os seus créditos. No último dia de feira, também a Oficina do Livro se fez representar, através de uma animada e bem-disposta demonstração de culinária de Chakall (tal como se verificara na edição anterior da Feira). Nas prateleiras do Cook Book Corner estavam também expostas algumas obras de editora portuguesas.
Novidades. Ausência de grandes novidades ou sururu à volta de eventuais lançamentos. Excepção, claro está, para o novo livro de Dan Brown. Mas dados os sucessivos adiamentos, apetece perguntar: será desta?
Organização. Continuamente profissional e dedicada, consegue resolver em poucos minutos qualquer situação.
Press Centre. Melhor equipado que o de Frankfurt (existem computadores disponíveis, evitando que estes profissionais levem o seu próprio equipamento), escassearam ainda assim grandes notícias.
Mais do mesmo. Epígonos e sucedâneos de ‘fórmulas’ e conceitos de livros que “estão a dar”. Novas ideias escassearam, o que pode antever uma Feira de Frankfurt sem grandes expectativas, já que ali, muitas vezes vemos a concretização dos projectos que se anunciam em Londres.
Reutilização de conteúdos. Mesmo conteúdo: coloca-se cor às imagens a preto e branco, mudam-se formatos, novo papel. O essencial – o conteúdo – mantém-se o mesmo. Mais um sinal da crise de ideias.
Agentes e direitos. Reflexo ou não da crise, certo é que também por entre as principais agências de direitos internacionais deu para notar o esmorecimento da feira de Londres. Reflexo ou não da crise, a outros caberá julgar. Se as principais agências anglo-saxónicas estavam todas presentes, o mesmo não aconteceu, por exemplo, com alguns agentes espanhóis. Nestes casos, caberia ao representante da própria casa editorial apresentar as suas listas a quem o solicitasse. Outras agências optaram por enviar apenas os responsáveis pelos direitos anglo-saxónicos. Até aí, nada de estranhar, visto que o Salon du Livre de Paris, que ocorreu em Março, ser tido como plataforma mais aproximativa para a abordagem ao mercado francófono.
Spring Lists. Qualquer editor português com que nos cruzássemos na feira nos diria que as propostas de editoras e agentes se saldaram pela falta de «grandes coelhos na cartola», para citarmos uma das expressões ouvidas. Com efeito, as listas sugeridas pelos agentes denotam uma abordagem pouco personalizada às reais necessidades dos editores (salvam-se algumas honrosas excepções), sugerindo mais do mesmo. Por vezes, quase que tentavam «impingir» determinados títulos. As famosas Spring Lists, que deram à Feira de Londres a aura que ainda hoje transporta, parecem ter ficado na gaveta. Uma coisa é certa: se as listagens de Primavera costumam prometer mais do que as de Outono, o que poderemos aguardar da próxima edição da feira de Frankfurt?
Apesar de alguns prognósticos negativos, segundo a imprensa especializada, o balanço final da Feira do Livro de Londres é bastante positivo. Diga-se, contudo, que a nossa opinião será colocada em post autónomo e contraria de alguma maneira este cenário cor-de-rosa.
Segundo a Bookbrunch, não obstante o menor número de visitantes presentes, existiu um maior foco para o negócio em si, com muitos acordos a serem feitos. Ainda não foram contabilizados os números finais mas, segundo o que lemos aqui e aqui, a direcção da Feira está bastante satisfeita com a edição deste ano. Há mesmo alguns participantes que gostariam que a Feira tivesse durado mais um dia.
«The growth of trade ebook sales has been a hot topic at this year's London Book Fair, but it has also been acknowledged on the show floor that the education and academic markets for e-books are much further developed. In findings that portend even more growth for digital publishing, a packed end-of-the-day panel on Monday (20 April) featuring participants and administrators from Britain’s Joint Information Systems Committee (JISC) discussed the results of a recently concluded "observatory" project in which JISC provided free access for two years to 36 core e-textbooks in science, technology and medicine to all UK university students, in order to study usage patterns.»
Umberto Eco viajou de propósito para entregar o prémio à amiga, Drenka Willen, na Feira do Livro de Londres. Vencedora por unanimidade, Willen ajudou na edição do livro de Umberto Eco, O Nome da Rosa, começando aí a amizade. Segundo o autor, Willen «a great publisher because she is a great editor».
Ler aqui o discurso de aceitação de Drenka Willen.
Boris Johnson marcou presença na manhã de ontem na Feira do Livro de Londres. Elogiando as editoras e livrarias britânicas, Johnson abordou ainda a evolução natural do mercado do livro: «I don’t think Google is going to destroy publishing, I don’t think it will stop people reading books.».
Um maior realismo, menos «hype» e menos, mas encontos mais construtivos. Segundo a Bookseller, reforçamos: segundo a Bookseller, este é o consenso geral a que chega quem passou pela Feira do Livro de Londres deste ano. Embora não tenha tido tantas pessoas como noutros anos, as editoras presentes mostraram-se bastante satisfeitas com o realizado nestes dias.
De acordo com um estudo feito na Feira do Livro de Londres, apenas metade das editoras têm um plano para vender os seus livros em formato digital.
Rodney Elder, da IBS Bookmaster, disse que «People are not sure how to take their digital product to market.». Já Mark Smith, da Quercus, afirmou que «Everyone is realising that it's essential to get into the digital space—I don't think we completely understand how it will all play out in future».
A fundação Mohammed bin Rashid Al Maktoum, com stand próprio na Feira do Livro de Londres, planeia organizar uma Feira do Livro Infantil no Dubai no próximo ano, seguindo os moldes da que se realiza em Bolonha.
Francisco Lyon de Castro, presente na Feira, confirmou ao Blogtailors que A Lenda de Sigrud e Gudrun, terminado pelo filho de Tolkien, será publicado no final deste ano (Outubro/Novembro), pelas Publicações Europa-América, estando já a obra em processo de tradução.
Consciente do cansaço que uma feira deste tipo provoca, a empresa coolcamping instalou-se de armas e bagagens na London Book Fair, proporcionando a todos quantos o desejem massagens de dez minutos.
A lista de finalistas da 14.ª edição do prémio, foi anunciada na Feira do Livro de Londres, no English PEN Literary Café.
Scottsboro, de Ellen Feldman (Picador) The Invention of Everything Else, de Samantha Hunt (Vintage) Home, de Marilynne Robinson (Virago) The Wilderness, de Samantha Harvey (Cape) Burnt Shadows, de Kamila Shamsie (Bloomsbury) Molly Fox's Birthday, de Deirdre Madden (Faber)
Segundo Phillip Jones (aqui), a edição deste ano da Feira do Livro de Londres parece focar-se mais sobre a aquisição de direitos e respectiva publicação de livros, contrastando com os últimos meses, em que o mercado se tem focado mais na questão digital dos livros.
Chakall, único autor português radicado em Portugal presente na London Book Fair, fez hoje, pelas 12 horas, uma demonstração da sua cozinha no Gourmand Cook Book Corner, preparando duas sopas. Recorde-se que já na edição do ano passado, o cozinheiro argentino que publica pela Oficina do Livro tinha feito uma apresentação similar.
A apresentação contou com o ritmo e a boa disposição do cozinheiro que, enquanto promovia o seu livro, o seu editor, a sua cozinha, ainda teve tempo para explicar que o melhor azeite que conhece é do sul de Espanha. Pelo meio colocou um seu patrocinador espanhol a distribuir vinho português pela plateia, explicou novamente (já o ano passado o fizera) que a forma de não lacrimejarmos enquanto cortamos cebola é termos água na boca e, quando o telefone tocou, pediu a uma pessoa na assistência que lhe atendesse o telefone. Coisa que a pessoa em questão não teve problemas em fazer.
O novo livro de Chakall, igualmente pela Oficina do Livro, sairá no final do ano, pronto para servir de prenda no Natal.
A comida na Feira, e em Londres em geral, e tão má que de facto a atitude mais sensata é desesperar como se vê na primeira foto. Compensa-se contudo a qualidade em prol da quantidade. O que não falta são restaurantes e pontos que servem refeicões e sandes, respeitando mais ou menos todas as opções gastronómicas.
Na última foto podemos ver um excelente exemplo de extreme publishing - a obra que reúne o testemunho do actor Patrick Swayze, a quem foi diagnosticado cancro do pâncreas.
A editora indiana Kalima, uma das presentes na edição deste ano da Feira do Livro de Londres, irá publicar o livro de Barack Obama em árabe. A biografia do presidente norte-americano, intitulada Dreams from my Father, foi nomeada Livro do Ano nos «Galaxy British Book Awards» e será publicada nos próximos meses pela Kalima. Desde o ano passado, a editora publicou cerca de 150 obras, estando todas em exposição na Feira do Livro de Londres.
Ontem, na Feira do Livro de Londres, foram anunciados os finalistas para os British Book Industry Awards. Os vencedores serão anunciados a 1 de junho, durante a Book Industry Conference.
Finalistas: Chain Bookseller of the Year (BDS) Direct Bookselling Company of the Year (Harlequin Mills & Boon) Independent Bookshop of the Year (The Independent Alliance) Design and Production Award (Stora Enso) Diversity Award (ACE) Independent Publisher of the Year (Lightning Source) Imprint and Editor of the Year (Baker Tilly) Literary Agent of the Year (Orion) Marketing Campaign of the Year (Daily Mail) Publicity Campaign of the Year (PPC) Rights Professional of the Year (Frankfurt Book Fair) Sue Butterworth Award for Young Bookseller of the Year (HarperCollins)
«Publicar primeiro, publicar livros depois» poderá ser o mote dado na edição deste ano da feira. A era digital teimou em abranger o mundo dos livros mas, segundo a opinião de muitos especialistas, convém à industria procurar envolver-se mais afincadamente no mercado dos eBooks.
No seminário intitulado «America’s Changing Readers-Strategies for Digital Publishing in a Time of Uncertainty», foram discutidas algumas estatísticas do mercado, tanto do livro impresso, como do digital, tendo em conta o franco crescimento deste último, no ano de 2008.
Phillip Jones, editor da «Bookseller», apresenta aqui algumas das suas escolhas de livros que serão apresentados ou anunciados na Feira do Livro de Londres.
A Direcção Geral do Livro e das Bibliotecas está na Feira de Londres, em dois locais: num stand em conjunto com a Fundação Calouste Gulbenkian; noutro, partilhando o espaço com outras entidades como os que consituem o Literature Across Frontiers (LAF). O LAF reúne uma série de institutos congéneres da DGLB da Catalunha, Finlândia, Roménia, Islândia, Eslováquia, País de Gales, Letónia, Republica Checa e Hungria.
James Patterson (acima, à direita) foi o «Autor do Dia» no primeiro dia da Feira do Livro de Londres. O autor deu entrevistas e participou numa sessão com a imprensa. Foi anunciado que o seu próximo livro será lançado em setembro deste ano, intitulado Alex Cross's Trail.
Como forma de celebrar 20 anos de existência, a editora Aurora Metro irá lançar um prémio para ficção, o «Virginia Prize», em homenagem à escritora Virginia Woolf.
A ser anunciado em novembro deste ano, poderão concorrer autoras com uma obra não publicada, escrita em inglês. O prémio para a vencedora é de £1000.
A Random House reiterou na Feira de Londres o que já avançara na última feira de Frankfurt: em Setembro sairá um novo livro de Dan Brown, intitulado The Lost Symbol. O novo título de Dan Brown, publicado em Portugal pela Bertrand, sairá com uma tiragem inicial em língua inglesa de 6.5 milhões de livros.
O lançamento no Reino Unido está marcado para o dia 15 de Setembro, pela Transworld Publishers - editora do grupo Random House.
Segundo informações avançadas, a trama passa-se ao longo de 12 horas e, segundo os responsáveis, cheio de surpresas da primeira à última página. O autor gracejou mesmo, explicando que foram cinco anos de pesquisa para 12 horas de narrativa: «Weaving five years of research into the story's 12-hour timeframe was an exhilarating challenge. Robert Langdon's life clearly moves a lot faster than mine.»
Segundo a opinião de algumas editoras, a feira de Londres poderá ser das mais concorridas a nível internacional, este ano.
Diz John Murray: «We are sending fewer people to Frankfurt so this does give London greater importance.». Já Jonathan Lloyd, da Curtis Brown diz: «I sense Frankfurt could be quite lonely [this year] because people will have cut down, or need to be seen to be cutting down, on spending. London may be more immune because the whole infrastructure—flights, hotels and so on —is cheaper, which must be a consideration.».
Até queríamos estar já a dar notícias de Londres. Mas devido a problemas com um avião da companhia em que viajávamos (que nos fez ter saudades do low cost), após 8h de espera (4 das quais dentro do próprio avião), ficámos em terra.
Esperamos ter mais sorte amanhã. Mas não garantimos nada.
A Índia será o país convidado da Feira de Londres do próximo ano, situação que é vista por este país como uma grande oportunidade para conseguir uma maior projecção da edição indicana no contexto internacional.
«"We're hoping to showcase a lot of younger, independent publishers, regional language writers and smaller publishers," she says. », afirmou Emma House, responsável da London Book Fair.
O trabalho tem sido mais que muito e só agora, praticamente um mês depois, publicamos o primeiro video da London Book Fair. Este video foi captado do "primeiro andar" do 1º pavilhão, junto às mesas de negociação de direitos estrangeiros.
Após horas e horas quase sempre a falar uma língua que não a própria e quilómetros feitos para a frente e para trás, doem-nos os pés, a cabeça estala. Nada que impeça, claro, a degustação de uns quantos copos. Quando damos por nós, saltam rolhas das garrafas de champagne, mandam-se abaixo umas quantas de whisky, as de cerveja acumulam-se pelas mesas e os copos de vinho são quase uma extensão do corpo. Ah, e também não faltam caipinhas. Mesmo que o stand esteja longe de ser brasileiro.
Pedro Prata, CEO do Grupo Editorial Plátano, grupo que esteve presente na Feira com espaço próprio.
O Grupo Editorial Plátano, juntamente com a Porto Editora, foram as únicas publishing houses portuguesas a arriscar ter "um stand" em Londres. Segundo Ana Tristão, da APEL - a terceira entidade que partilhava aquele espaço - o interesse por uma e outra editora foi grande.
Não longe dali, ficava um pequeno buffet, lá mais ao longe o champagne bar que tinha vista para a cookfair... um mimo. (ver fotos abaixo).
«A Associação Portuguesa de Editores e Livreiros (APEL) faz um "balanço positivo" da primeira participação na Feira do Livro de Londres, onde recebeu um número inesperado de editores, agentes e autores interessados no mercado português.»
Stand da Associação Portuguesa de Editores e Livreiros, Grupo Editorial Plátano e Porto Editora.
As nossas desculpas pela má qualidade da segunda foto.
PS: Realçamos desde já a simpatia com que fomos recebidos pela Ana Tristão, da APEL, que nos recebeu como se recebem os amigos: com um sorriso e a disponibilidade para ajudar no que fosse preciso.
A APEL participará este ano, pela primeira vez, na Feira do Livro de Londres (14 a 16 de abril). De salientar ainda que a Porto Editora e a Plátano Editora também estarão presentes.
É certo que este será um dos pontos pelo qual passaremos...
*NOVIDADES* LISBOA Curso de Produção e Orçamentação Gráfica, por João Costa. Datas: 22, 24, 29, 31 de maio e 5 de junho de 2012, mais data a acordar. Valor do curso: 225€. Referência de assunto de e-mail: POG I. Ver mais aqui.
Curso de Marketing do Livro, por Paulo Ferreira. Datas: 18, 20, 25, 27 de junho e 2 e 4 de julho de 2012. Valor do curso: 225€. Referência de assunto de e-mail: MKT XV. Ver mais aqui.
PORTO Curso de Revisão de Texto - nível inicial, por Nuno Quintas. Datas: 1, 2, 15 e 16 de junho de 2012. Valor do curso: 245€. Referência de assunto de e-mail: Rev 1OPO II. Ver mais aqui.
Curso de Comunicação Editorial, por vários. Datas: 2, 15 e 16 de junho de 2012. Valor do curso: 225€. Referência de assunto de e-mail: ComEdit OPO. Ver mais aqui.
Curso de Marketing do Livro, por Paulo Ferreira. Datas: 13, 14, 20 e 21 de julho de 2012. Valor do curso: 245€. Referência de assunto de e-mail: MKT OPO II. Ver mais aqui.
*A DECORRER* LISBOA Curso de Livro Infantil, por Carla Maia de Almeida. Dados do curso aqui.
A Edição de Livros e a Gestão Estratégica, José Afonso Furtado. Uma edição Booktailors