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Qua, 12/Ago/15
Qua, 12/Ago/15

 

A opinião do jornalista Paul Mason sobre a influência dos livros na leitura e na escrita. O nosso (cada vez maior) défice de atenção ou a própria configuração das páginas nas diferentes plataformas são fatores importantes. Para ler aqui.


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Qua, 17/Jun/15
Qua, 17/Jun/15

 

«A Feira do Livro de Madrid começou no dia 29 de Maio – e apetece dizer "isto anda tudo ligado" porque as duas capitais ibéricas fazem as suas feiras praticamente ao mesmo tempo. Mas, se para muitos estas são uma excelente notícia, porque lá se podem comprar livros mais baratos, muitos deles a preço de saldo, a verdade é que, enquanto elas duram, as livrarias ficam às moscas e não facturam nada que se veja.» Para ler no Horas Extraordinárias de Maria do Rosário Pedreira.

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Sex, 5/Jun/15
Sex, 5/Jun/15

 

A opinião de Carla Prino, ativista dos Precários Inflexíveis, sobre o trabalho voluntário na Feira do Livro de Lisboa e não só. Para ler no P3.


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Qua, 13/Mai/15
Qua, 13/Mai/15

 

«A edição de um romance inédito de Harper Lee suscitou suspeitas de inimputabilidade da autora, o que contrasta com a benevolência com que são tratados tantos artistas consagrados em declínio.» Para ler no Observador.


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Qui, 26/Mar/15
Qui, 26/Mar/15

 

«Ao longo dos últimos quinze anos, Gonçalo [M. Tavares] vem criando um universo muito próprio, que não está assente numa geografia concreta, particular, mas na grande literatura universal. É o caso mais extremo de uma tendência que vem ganhando expressão na literatura portuguesa — uma surpreendente desnacionalização.

Pedro Rosa Mendes, Afonso Cruz, João Tordo, Francisco José Viegas, Miguel Gullander, ou Walter Hugo Mãe, para citar alguns dos nomes mais jovens e mais interessantes da literatura portuguesa, vêm todos eles publicando livros cuja ação acontece para além das fronteiras portuguesas. Em alguns desses livros nem sequer há personagens portuguesas.» A opinião de José Eduardo Agualusa no jornal O Globo.


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Qua, 11/Mar/15
Qua, 11/Mar/15

 

O autor Tom McCarthy escreve sobre os escritores de ficção na era da saturação de informação. Para ler no Guardian.  


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Sex, 6/Mar/15
Sex, 6/Mar/15

 

O autor e filósofo Julian Baggini reflecte nas razões de um grande número de autores ser orgulhoso e sensivel à crítica. Para ler no Guardian.

 

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A Booktailors já está a divulgar a sua oferta formativa para o 1.º semestre de 2015: Curso de Revisão de Texto - nível inicial, Curso de Revisão de Texto - nível intermédioCurso de Gestão de Projetos Editoriais e Curso de Produção e Orçamentação Gráfica.


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Ter, 3/Mar/15
Ter, 3/Mar/15

 

«Embora tenham as suas vidas determinadas pelos escritores, os personagens de ficção são frequentemente retratados como donos do seu destino. Talvez seja por esse motivo que os leitores gostam tanto deles.» O autor Will Self reflete sobre as personagens de ficção e a sua relação com os leitores, aqui.

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Sex, 20/Fev/15
Sex, 20/Fev/15

 

«O mercado andava letárgico há muitos anos, mas ultimamente as cotações estão em alta – ser cartoonista voltou a ser uma profissão de risco». Um texto de José Carlos Fernandes para ler no Observador


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Seg, 2/Fev/15
Seg, 2/Fev/15

 

«Foi Luís Fernando Veríssimo quem uma vez falou no malabarista do sinal vermelho a propósito de quem escreve. Estávamos numa FLIP, a festa literária brasileira que atrai milhares de pessoas a Paraty, cabiam-lhe as honras da abertura e o que ele vinha dizer à plateia, com a gentileza dos verdadeiros tímidos, era que o malabarismo do sinal vermelho não era a praia dele. Pelo menos, por outras palavras, foi o que ouvi.» Leia a crónica de Alexandra Lucas Coelho no Público.

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Sex, 30/Jan/15
Sex, 30/Jan/15

 

«A Maria João, tal como o meu irmão Paulo e o nosso pai, Joaquim Esteves Cardoso, é uma leitora que acaba sempre os livros que começa a ler, esteja ou não a gostar deles.

 

Eu, como a minha mãe, começo a ler todos os livros viáveis que me aparecem, mas largo-os mal começam a chatear-me. São tantos os bons livros que ainda não li que não posso perder tempo com os maus.

 

Mesmo assim, há livros bem escritos que me enganam. Entre os mais elogiados e premiados de 2014 há dois que não consegui abandonar.» Leia a crónica de Miguel Esteves Cardoso no Público.

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Qui, 22/Jan/15
Qui, 22/Jan/15

 

«Presença vigorosa na sociedade portuguesa, da segunda metade do século XX, Natália Correia (1923-1993) afirmou-se pela singularidade da criação literária e pela determinação e coragem na intervenção política. Justifica a homenagem, hoje em Lisboa (às 18h), na Fundação Mário Soares – presidida pelo próprio Mário Soares, seu amigo e admirador de sempre – e integrada na série “Vidas com Sentido”, para distinguir figuras que prestigiaram a cultura e honraram a cidadania.» Leia a crónica de António Valdemar no Público.

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Ter, 20/Jan/15
Ter, 20/Jan/15

«Sorrio sempre que alguém diz: "Não gosto de ler."

Todo o homem é um leitor. Lê imagens, sinais, signos e palavras. Lê a linguagem das nuvens e sabe que vai chover. Lê a linguagem dos pássaros, a das cabras, a das águas, lê todas as linguagens da natureza. Lê as linguagens que se lêem com a vista, com o olfacto, com o sabor, com o ouvido, com a pele. Para sobreviver na selva ou na tundra, os nossos antepassados dos tempos pré-históricos tinham que ser muito bons leitores.» Leia a crónica de José Fanha no Público.

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Ter, 20/Jan/15

 

«No domingo, tive o prazer de ler Soumission de Michel Houellebecq. É uma fantasia política sobre um académico com 44 anos, fascinado por Huysmans, cuja vida sexual parece ter acabado quando a namorada judia emigra para Israel.» Leia a crónica de Miguel Esteves Cardoso no Público.


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Seg, 19/Jan/15
Seg, 19/Jan/15

 

«A Amazon.co.uk mandou-me um mail a dar-me os parabéns por ter comprado um livro em formato Kindle nos últimos quatro dias. A sério? Depois das centenas que comprei sem qualquer esperança de ser recompensado? Sim.

 

Deram-me um código promocional e tudo (para poder escolher um livro Kindle à borla.» Leia a crónica de Miguel Esteves Cardoso no Público.


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Seg, 5/Jan/15
Seg, 5/Jan/15

 

«Tim Parks é um escritor que lê. Há escritores que só escrevem e leitores que só lêem. Mas Tim Parks é um cronista, romancista, crítico literário e tradutor cujo bom gosto e senso comum vêm dar ao mesmo deliciosamente honesto mesmo.» Leia a crónica de Miguel Esteves Cardoso no Público.


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Ter, 23/Dez/14
Ter, 23/Dez/14

 

Tudo parece correr mal com a indústria editorial e parece dificil atribuir responsabilidades. O que terá corrido mal, afinal? Para ler aqui.

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Seg, 22/Dez/14
Seg, 22/Dez/14

 

«O que é um autor? O fisco sabe. O que são direitos de autor? O fisco sabe. Durante décadas, o trabalho criativo tinha benefícios fiscais. Antes de pensarem no Abuso e no Privilégio (palavras que, amarga ironia, cada vez mais estão a ser utilizadas contra os fracos), peço para se lembrarem de uma coisa: poucas classes como a dos artistas fazem tanto trabalho pro bono. Sobretudo no Natal: “Os direitos de autor deste disco/livro/etc. reverterão para…” As escolas não têm dinheiro para pagar a escritores, músicos, actores? Convidam-nos.» Leia a crónica de Rui Zink no Público.


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Sex, 19/Dez/14
Sex, 19/Dez/14

 

«Protagonista dos livros policiais do escritor Luis Alfredo Garcia-Roza, o detective Espinosa tem o hábito de, ao fim do dia, no regresso a casa, parar nos alfarrabistas do seu bairro para comprar livros a preços convidativos — livros que depois, quando o tempo o permite, coloca em filas organizadas, alternando-os ora na vertical, ora na horizontal, assim dispensando as prateleiras na sua biblioteca. Mas mais contagiante é o seu processo de leitura, cuja heterodoxia vai revelando em detalhe a cada livro.» Leia a crónica de António Pinto Ribeiro no Público.


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Sex, 19/Dez/14

 

«Oliver Ready, atendendo ao nome e ao apelido dickensianos, traduziu Dostoievsky como se fosse Oliver Twist. O resultado é fulminante: é a primeira tradução de Crime e Castigo que parece escrita anteontem.» Leia a crónica de Miguel Esteves Cardoso no Público.


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Qua, 17/Dez/14
Qua, 17/Dez/14

 

«Falta pouco para o site The Omnivore anunciar as nomeações para o prémio de The Hatchet Job of the Year de 2014. Hatchet job é um trabalhinho à machadada: uma demolição "engraçada, zangada e violenta" de um livro geralmente elogiado de um autor consagrado.» Leia a crónica de Miguel Esteves Cardoso no Público.

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Seg, 15/Dez/14
Seg, 15/Dez/14

 

«Em dois textos, aqui no PÚBLICO, António Guerreiro comentou o artigo em que colocava a questão de saber se, perante a escassez do tempo, valia a pena ler livros novos. Apresentei a questão como um dilema individual sobre a economia do tempo que cada um que gosta de ler coloca a si próprio, mas esta dualidade é tudo menos inocente. Implica, como Guerreiro refere, uma atitude ou uma posição sobre o “valor” da criação estética dos nossos dias, e, de forma mais lata, sobre a contemporaneidade, experiencial, criativa e histórica.» Leia a crónica de José Pacheco Pereira no Público.


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Seg, 15/Dez/14

 

«Quando chove e está frio, não há nada como passar a tarde na cama, debaixo de lençóis lavados e cobertores pesados, a ler e a adormecer, com a chuva e os livros a meterem-se pelos nossos meios-sonhos.» Leia a crónica de Miguel Esteves Cardoso no Público.


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Qua, 10/Dez/14
Qua, 10/Dez/14

 

«O maior mal da cultura popular, que é a vigente e tiranicamente minoritária, é afugentar os leitores bons e inteligentes dos escritores bons e inteligentes.

 

Um exemplo escandaloso é a obra de Adorno. Adorno era um leitor bibliófilo e bibliomaníaco. As Notem zur Literatur, traduzidas para inglês por Shierry Weber Nicholsen para Notes To Literature, são uma fonte infalível da alegria da curiosidade». Leia a crónica de Miguel Esteves Cardoso no Público.

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Ter, 9/Dez/14
Ter, 9/Dez/14

 

«Quando se passam alguns dias só a ler ficção e vai-se ver um filme é difícil entrar nele, mesmo quando o filme não é mau.

 

O filme parece completamente exterior a nós. Não podemos controlar a velocidade dele. Não podemos parar para pensar no que lemos.

 

Mesmo em casa ter de parar o filme e parar ou voltar atrás para rever uma cena é físico de mais, exigindo gestos. Parar de ler ou reler uma ou duas linhas é pacífico, sem descontinuidade». Leia a crónica de Miguel Esteves Cardoso no Público.

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Qua, 3/Dez/14
Qua, 3/Dez/14

 

«Paul Ewen – um escritor neozelandês disfarçado de humorista – é também um jornalista de primeira apanha, atento a cada pormenor.

 

São poucos os livros cómicos, satíricos e hilariantes sobre escritores contemporâneos que se lêem numa tarde. Lost for Words do excelente Edward St Aubyn não é um deles. São tão poucos que só conheço um, também de 2014: How To Be A Public Author, de Francis Plug». Leia a crónica de Miguel Esteves Cardoso no Público.


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Sex, 28/Nov/14
Sex, 28/Nov/14

 

«Regressemos à interessante questão formulada por José Pacheco Pereira: uma vez que durante a nossa vida não temos tempo para ler as grandes obras do passado, valerá então a pena ler livros novos? A pergunta funda-se numa razão lógica e pragmática: sendo limitado o tempo de uma vida, o tempo gasto nas novidades é tempo roubado ao investimento nos valores seguros e consagrados. Assim colocada, a questão deixa entrever uma grande desconfiança em relação à literatura do nosso tempo, avança com a ideia explícita de que fracas são as possibilidades de acrescentar o que quer que seja ao que já foi escrito e pensado». Leia a crónica de António Guerreiro no Público.


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Seg, 24/Nov/14
Seg, 24/Nov/14

 

«O artigo mais surpreendente deste Outono é o de Patrick McGuinness sobre T.E. Hulme no TLS de 21 de Novembro. Para quem só conhece Hulme como poeta modernista e imagista, elogiado por Ezra Pound e morto em Flandres em 1917, com 34 anos, é interessante saber que era um democrata conservador, céptico e realista, com opiniões "do mal o menos" que continuam aplicáveis até aos dias de hoje». Leia a crónica de Miguel Esteves Cardoso no Público.


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Sex, 21/Nov/14
Sex, 21/Nov/14

 

«Na semana passada, Paulo Varela Gomes informou-me que andava a ler um livro que está quase a fazer um século e tem hoje o aspecto de uma curiosa velharia, proveniente daquele Kulturpessimismus alemão que tinha o método de pensar por catástrofes e construía filosofias da História conformes a essa maneira de pensar». Leia a crónica de António Guerreiro no Público.

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Seg, 17/Nov/14
Seg, 17/Nov/14

 

«Sendo nós finitos, estamos limitados e temos de fazer escolhas. Se eu pudesse ler tudo, não havia problema». Leia a crónica de José Pacheco Pereira no Público.


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Sex, 14/Nov/14
Sex, 14/Nov/14

 

«Nas entrevistas, António Lobo Antunes apresenta-se como um escritor que vive dentro de si a experiência da co-naturalidade com o acto criador, recuperando ideias que hoje já não subsistem, nem sequer nos nossos mitos: as ideias de inspiração, de génio, de entusiasmo (no sentido grego de possessão pelo divino)». Leia a crónica de António Guerreiro no Público.


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Ter, 21/Out/14
Ter, 21/Out/14

 

 «A edição deste ano da Feira de Frankfurt fica marcada pela aprovação da primeira declaração conjunta de defesa do livro, que congregou vários destacados dirigentes de organizações europeias ligadas ao sector editorial, o que confere ao acto um redobrado valor, sobretudo por ter ocorrido num certame com aquela importância e num momento de profunda reflexão sobre o que irá ser, por razões tecnológicas, políticas, sociais e económicas, o futuro do próprio livro no continente que o viu nascer com as características que ainda hoje sustentam a sua identidade e representatividade.» Leia a crónica de José Jorge Letria no Público.


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Ter, 14/Out/14
Ter, 14/Out/14

 

«Agustina é uma génia. Tudo o que escreveu – que foi muito para quem conta a metro, mas pouco para quem conta em momentos de vida a lê-la – é genial. O génio é uma sorte. Não é apenas facilidade de fazer coisas nunca dantes vistas. É também o facto sobrenatural de fazer muitas coisas maravilhosas, com ou sem esforço, sem desejo de agradar aos outros – sejam muitos ou poucos – só por se estar contente com quem se é e orgulhoso do que se faz.» Leia a crónica de Miguel Esteves Cardoso no Público.

 


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Qui, 2/Out/14
Qui, 2/Out/14

 

Ler aqui.


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Seg, 29/Set/14
Seg, 29/Set/14

 

«Bret Easton Ellis gosta de meter-se em sarilhos, tem mau feitio, acha-se um génio incompreendido, tanto escreve muito bem como mal.» Leia a crónica de Miguel Esteves Cardoso no Público.


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Ter, 23/Set/14
Ter, 23/Set/14

 

«Não há maior elogio do que uma citação. Citar e ceder a palavra; deixar ocupar o pouco espaço que nos cabe é mais doce do que qualquer bela avaliação alheia.» Leia a crónica de Miguel Esteves Cardoso no Público.


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Ter, 16/Set/14
Ter, 16/Set/14

 

«Powell é um escritor superior, vexado pela inferioridade social que sente. Proust é um génio do aproveitamento do eu, usando o snobismo como pano de fundo.» Leia a crónica de Miguel Esteves Cardoso no Público.


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Ter, 16/Set/14

Ele só queria um livro de jeito para ler no comboio.

 

Parece mentira, mas foi precisamente essa a razão que levou Allen Lane a fundar a Penguin em 1935. Lane era então o diretor da Bodley Head, uma editora inglesa que publicava principalmente livros académicos, ou de cariz mais intelectual, mas publicava também alguns autores mais populares, como Agatha Christie.

 

Ao regressar de uma visita a casa de Christie em Devon, enquanto esperava pelo comboio de regresso a Londres, Allen Lane quis comprar um livro para ler na viagem. No entanto, ao examinar a seleção oferecida na tabacaria da estação, ficou horrorizado com a falta de qualidade dos livros disponíveis e teve um momento de revelação: apercebeu-se de que não existia literatura de qualidade produzida a um preço acessível ao público comum.

 

Até então, havia uma linha bem demarcada praticada por todas as editoras. Por um lado, a literatura contemporânea de qualidade, que era exclusivamente dedicada às classes dominantes e abastadas – uma vez que, na opinião da elite literária da época, tal tipo de livros só poderia interessar e ser compreendido por um leitor com educação e bom berço. Estes livros só existiam em edições luxuosas, com capas forradas a cabedal, disponíveis a preços elevados em livrarias tradicionais ou então em bibliotecas, que eram exclusivamente frequentadas pela elite académica. No extremo oposto, existiam os romances de cordel ou de aventura, com um conteúdo tão barato como o papel em que eram impressos. Era esse tipo de livro que as editoras acreditavam interessar às «massas populares», e por isso não viam motivo para entrecruzar os dois mundos. Até àquela tarde na plataforma da estação de Exeter.

 

Allen Lane, pelo contrário, acreditou que a maioria das pessoas estaria interessada em literatura contemporânea de qualidade. E apostou tudo nessa convicção. Foi assim que surgiu a Penguin e os primeiros livros de bolso. Custavam o mesmo que um maço de tabaco (era até esse o slogan publicitário utilizado pela editora) e eram vendidos em todo o lado: tabacarias, estações de comboio e drogarias. Os primeiros livros de bolso da Penguin surgiram no verão desse ano, 1935, e incluíam autores como Ernest Hemingway, Agatha Christie e André Maurois. Tinham um design facilmente identificável (e que se tornou icónico) e apresentavam cores diferentes dependendo da categoria: cor de laranja para livros de ficção, azul para biografias, verde para policiais.

 

Imagem retirada daqui.

 

Esta decisão corajosa e visionária alterou irreversivelmente a forma como o público encarava os livros: deixaram de ser mais um dos muitos elementos que separavam as diferentes classes sociais, e passaram a ser um fator nivelador dessas mesmas classes e uma forma de o público aceder ao conhecimento e à educação independentemente das suas origens e poder económico. Revelou ser também uma decisão lucrativa: só no primeiro ano, a Penguin vendeu três milhões de livros de bolso. Durante a Segunda Guerra Mundial, os livros de bolso da Penguin eram muitíssimo cobiçados, uma vez que cabiam perfeitamente no bolso da frente das fardas dos soldados, e a editora viveu um período de crescimento fulgurante, apesar do racionamento de papel. Graças à aposta nos leitores, ao design icónico, simples e irreverente, e ao investimento na qualidade e talento dos autores, a Penguin é, até hoje, uma das editoras mais bem-sucedidas e mais adoradas no mundo inteiro.

 

Fazer parte de uma editora com este historial é profundamente gratificante, e traz também consigo uma responsabilidade acrescida: a de tentar fazer justiça a uma figura que alterou para sempre o mundo editorial e que deu início a uma revolução literária talvez só comparável à que está a acontecer agora com o advento dos e-books.

 

Atualmente, a Penguin procura perpetuar o mesmo espírito empreendedor de Allen Lane publicando a maior parte dos livros em todas as plataformas disponíveis (capa dura em formato grande, capa mole em formato pequeno, e-book, audiolivro, e até como app, nalguns casos). A tecnologia e as plataformas podem ter evoluído desde aquele dia na plataforma da estação de Exeter há 80 anos, mas o princípio de tornar todo o tipo de livros acessível ao maior número de pessoas continua o mesmo: o princípio de democratizar o acesso à literatura.

 

Fotografia de Allen Lane. Retirada daqui.

 

 

 

 

Rita Matos é licenciada em Línguas e Literaturas Modernas, vertente de Inglês e Francês, e concluiu o curso de especialização para Técnicos Editoriais, ambos na FLUL. Trabalhou em tradução para audiovisuais durante um ano antes de ir viver para Inglaterra, em 2004. Trabalhou três anos na Blackwell Publishing, em Oxford, e trabalha há seis anos na Penguin, em Londres, na área de Produção. Pretende regressar a Portugal e trabalhar numa editora portuguesa.

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A Booktailors já está a divulgar a sua oferta formativa para o 2.º semestre de 2014: Escrevi uma história para crianças. Como posso melhorá-la? - nível inicial, Curso de Livro Infantil, Curso de Revisão de Texto - nível inicial.

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Seg, 15/Set/14
Seg, 15/Set/14

 

«É caríssimo mandar um livro pelo correio. Parece que os correios nacionais nos querem empurrar para a Amazon.» Leia a crónica de Miguel Esteves Cardoso no Público.


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Seg, 15/Set/14

 

«Aquilino voltou a Portugal há 100 anos. Regressava do primeiro exílio político. Estivera refugiado em Paris, devido à participação revolucionária contra a ditadura de João Franco.»

 

«Todavia, de 1908 a 1914, Aquilino partilhou a festa da vida e as torrentes da cultura, conheceu as obras dos escritores, poetas e artistas plásticos já consagrados e alguns representantes das vanguardas. Privilegiou, acima de tudo, os primores do convívio e da amizade. Matriculou-se na Sorbonne para cursar estudos clássicos. Ouviu as preleções de Jerôme Carcopinau, de Bergson e outros mestres famosos.» Leia a crónica de António valdemar no Público.


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Qui, 11/Set/14
Qui, 11/Set/14

 

«Escrever e falar bem era no passado exigência de estatuto cultural; hoje não passa de excrescência. O património mais valioso que possuímos está a ser grosseiramente vandalizado, como fazemos, aliás, com tudo o que podia dignificar-nos, engrandecer-nos. "O novo acordo ortográfico", alerta a professora Maria do Carmo Vieira, "impede as pessoas de pensar."» Leia a opinião de Fernando Dacosta no iOnline.


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Ter, 9/Set/14
Ter, 9/Set/14

 

«Há um ano, perguntei aqui a Rui Moreira: Que vai fazer da Feira do Livro do Porto? Assinar o decreto da sua extinção definitiva? Retomar o projecto cultural e querido do povo do Porto e outros mundos? O presidente responde à pergunta. Não com tretas politiqueiras. Com a reabertura da Feira do Livro. Nesse espaço ímpar que é o Palácio de Cristal de Rosa Mota.» Leia o texto de opinião de Alberto Pinto Nogueira no Público.


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Seg, 8/Set/14
Seg, 8/Set/14

 

«Nunca chegámos a escrever cartas sobre a felicidade. Trocámos uns postais e uns livros. Conversámos sempre sobre poemas. Inevitavelmente, entregávamos à poesia a esperança toda. A poesia precisava mesmo de nos salvar.» Leia a crónica de Valter Hugo Mãe no Público.


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Qui, 4/Set/14
Qui, 4/Set/14

 

«O que foi feito do esforço de internacionalização da literatura portuguesa lançado nas décadas de 80 e 90 do século passado, com brochuras, presenças sucessivas em feiras importantes, exposições e pavilhões gabados como originalíssimos? Porque não tem a RTP dois minutos por dia onde um poeta diga um poema, um escritor leia um parágrafo, ou alguém recomende um livro? Para onde se sumiu o projecto de fazer de Lisboa a Capital Mundial do Livro? Porque não se lança esse projecto em Sintra, ou no Porto, ou em Coimbra, só para falar de locais icónicos da nossa literatura, e mundialmente celebrados? A literatura é uma arte pobre - mas de dividendos facilmente multiplicáveis. Quando nos disporemos a investir nesse capital seguro?» Leia a opinião de Inês Pedrosa no Sol.


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Seg, 1/Set/14
Seg, 1/Set/14

 

«Este processo político é especialmente reprovável face à situação económica do país, à sobrecarga fiscal dos contribuintes e à retórica sobre o desejo de eliminar rendas e promover a competitividade.» Leia a opinião de André Azevedo Alves no Observador.


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Seg, 25/Ago/14
Seg, 25/Ago/14

 

«Lemos Dalton Trevisan e começamos a olhar desconfiados para as pessoas. Os amores matam, as amizades matam, a mais leve incúria pode matar. Lemos os textos de Dalton Trevisan e entramos numa tradução, sem piedade turística, daquilo que é o Brasil. A beleza e a festividade do país é acompanhada por uma possibilidade, diria até probabilidade, do susto que, na Literatura, exerce o atónito a cada página.» Leia a crónica de Valter Hugo Mãe no Público.


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Sex, 1/Ago/14
Sex, 1/Ago/14

 

«As recentes peripécias editoriais vêm perturbar a leitura da obra de Herberto Helder, mas dificilmente justificam que a crítica ao autor de A Morte Sem Mestre se tenha tornado uma espécie de moda viral.» Leia a opinião de Luís Miguel Queirós no Público.


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Seg, 28/Jul/14
Seg, 28/Jul/14

 

«Acabei de ler Samuel Beckett's Library, em que Dirk Van Hulle e Mark Nixon espiolham o que resta da biblioteca de Beckett, lendo as marcas deixadas ou não deixadas por ele, à luz da obra dele e da vasta literatura crítica sobre ele.» Leia a crónica de Miguel Esteves Cardoso no Público.


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Sex, 25/Jul/14
Sex, 25/Jul/14

 

«Tenho uma delícia bisbilhoteira nas mãos: um estudo dos livros com que viveu Samuel Beckett (S.B.), contando páginas dobradas e sublinhados. O livro, de Dirk Van Hulle e Mark Nixon, chama-se Samuel Beckett's Library e é publicado pela Cambridge University Press (CUP) que, num gesto cada vez mais raro, o imprimiu e o encadernou bem por um preço justo (35,91 euros, sem mais despesas postais, no Book Depository). Só falharam na revisão de provas: "Aquilina Ribeiro" em vez de Aquilino Ribeiro.» Leia a crónica de Miguel Esteves Cardoso no Público.


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Ter, 22/Jul/14
Ter, 22/Jul/14

«A juntar à pertinente preocupação de Maria Edviges Ferreira (PÚBLICO, 17 de Julho), talvez se possa reiniciar um diálogo sobre o que é canónico naquilo que, polidamente, se chama agora "Educação Literária". Começando, por exemplo, por tentar perceber o que significa "unanimidade" (trinómioquantidade de leitores/qualidade literária/reserva moral (vulgo pudor)?). E, já agora, o que se entende por poesia, sobretudo poesia em contexto escolar, protegida, à boa maneira puritana, de todos os seus desvarios demoníacos.» Leia a opinião de António Jacinto Pascoal no Público.


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Sex, 18/Jul/14
Sex, 18/Jul/14

 

«Morreu nesta sexta-feira, aos 73 anos, o escritor João Ubaldo Ribeiro, imortal da Academia Brasileira de Letras (...). Segundo o Bom Dia Rio, o escritor - autor, entre outros livros, de Sargento Getúlio e O sorriso do lagarto -, teve uma embolia pulmonar.

 

Em 7 de outubro de 1993, João Ubaldo Ribeiro foi eleito para a Academia Brasileira de Letras, passando a ser o sétimo ocupante da cadeira número 34.» Ler aqui, no Diário Digital, na TSF e na TVI24.

 

«O escritor João Ubaldo Ribeiro morreu nesta sexta-feira, aos 73 anos, na sua casa no Leblon no Rio de Janeiro divulgou o jornal O Globo. O Prémio Camões 2008 sofreu uma embolia pulmonar.» Ler no Público.

 

«João Ubaldo Ribeiro, que hoje morreu no Rio de Janeiro, aos 73 anos, é "um escritor inconfundível", autor de uma obra "muito diversa e rica", afirmou à Lusa o presidente da Associação Portuguesa de Escritores, José Manuel Mendes.» Ler no iOnline.

 

«João Ubaldo Ribeiro nasceu na ilha de Itaparica, no estado da Bahia, a 23 de janeiro de 1941 e entre os seus livros estão Setembro Não Faz Sentido, Sargento Getúlio, que teve o Prémio Jabuti da Câmara Brasileira do Livro, em 1972, Viva o Povo Brasileiro, O Sorriso do Lagarto e A Casa dos Budas Ditosos.

 

O escritor viveu em Lisboa em 1981, com uma bolsa da Fundação Calouste Gulbenkian, e ao longo da sua carreira recebeu vários prémios e teve algumas obras adaptadas para televisão.» Ler no Expresso.

 

«O autor esteve algumas vezes em Portugal, onde lançou várias obras, nomeadamente A Casa dos Budas Ditosos, sobre a luxúria, que gerou polémica, depois de algumas cadeias de supermercados se terem recusado a vendê-lo.» Ler na Renascença e no Sol.

 

«Na morte de João Ubaldo Ribeiro, 73 anos, Prémio Camões, um dos mais importantes escritores e cronista brasileiros e de língua portuguesa, recuperamos a autobiografia que escreveu para o JL de 12 de outubro de 2005, com o título Pré-defunto chato e reaccionário.» Ler na Visão.

 

«"A literatura brasileira perde um grande nome com a morte de João Ubaldo Ribeiro", disse a Presidente [Dilma Rousseff], numa declaração oficial, em que manifesta ainda as suas condolências aos familiares, amigos e leitores do vencedor do prémio Camões 2008.» Ler no Diário Digital.

 

«

João Ubaldo Ribeiro, que morreu hoje no Rio de Janeiro, aos 73 anos, foi um escritor "de muita criatividade e originalidade", que era lido de "uma forma apaixonada", disse à Lusa o editor livreiro Nelson de Matos.

 

Nelson de Matos publicou algumas obras do autor brasileiro, designadamente A Casa dos Budas Ditosos e Viva o Povo Brasileiro, tanto como editor das Publicações Dom Quixote, quer na sua nova chancela, em nome próprio.» Ler no Diário Digital e no Sol.

 

«"Ainda na semana passada ele tinha-me enviado um e-mail a perguntar pela minha saúde a que eu respondi. Esta notícia da sua morte, poucos dias depois, é de uma enorme brutalidade. Foi uma verdadeira surpresa, ele estava bem", diz Nélson de Matos à Renascença.» Ler na Renascença.

 

«O secretário de Estado da Cultura lamenta a morte do escritor brasileiro João Ubaldo Ribeiro, ocorrida hoje, autor no qual reconhece "a riqueza literária, a ironia e a capacidade de tirar partido das particularidades da língua portuguesa".» Ler no Diário Digital e no Notícias ao Minuto.

 

«João Ubaldo Ribeiro, que hoje morreu no Rio de Janeiro, aos 73 anos, é "um escritor inconfundível", autor de uma obra "muito diversa e rica", afirmou à Lusa o presidente da Associação Portuguesa de Escritores, José Manuel Mendes.» Ler no Diário Digital.

 

«João Ubaldo Ribeiro, que morreu hoje aos 73 anos, no Rio de Janeiro, foi um "grande escritor [e] era um querido ser humano", afirma o ensaísta e professor Onésimo Teotónio de Almeida, numa nota divulgada à imprensa.» Ler na RTP.

 

«Além de acompanhar as suas crónicas no Globo, li e reli com gosto os romances Casa dos Budas Ditosos (1999) e Sargento Getúlio (1971). Getúlio é mesmo uma das minhas personagens favoritas.» Leia a opinião de Henrique Reposo no Expresso.


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Sex, 18/Jul/14

 

«Há alguns meses, Le Monde des Livres publicou um interessante e inesperado manifesto, assinado por 33 escritores de várias nacionalidades, propondo, com base num conceito abrangente e inovador, a criação de uma Cidade Internacional da Literatura. O manifesto, que não prescreveu nem caiu no esquecimento, é assinado, entre outros, por Paul Auster (Estados Unidos da América), Javier Cercas (Espanha), Peter Esterházy (Hungria), Pierre Bayard, Pierre Michon, Nancy Huston, Ersi Sotiropoulos (Grécia) e Alberto Manguel (Canadá).»

 

«Mesmo com a crise estrutural que a Europa atravessa, a França continua a ser uma das capitais internacionais do livro, não só pela quantidade de obras publicadas, pela sua diversidade temática, pela política de preços que acessibiliza a edição ao grande público e também pela enorme rede nacional de pequenas e médias livrarias, muitas delas funcionando como activos centros culturais onde se realizam debates, exposições e evocações de autores e obras. É, pois, natural que um projecto com esta dimensão e alcance surja em território francês, tentando abrir-se ao mundo.» Leia a opinião de José Jorge Letria no Público.


por Booktailors às 11:16 | comentar | partilhar

Ter, 8/Jul/14
Ter, 8/Jul/14

 

«A Amazon.co.uk está cada vez pior. Agora deu-lhes para mandar as nossas mercadorias do Reino Unido para Espanha onde são re-embaladas para seguir para Portugal.

 

O resultado é que as mercadorias chegam danificadas. Recuso-me a denunciá-las para não ser castigado o trabalhador que as embalou. Apenas denuncio as coisas que amiúde desaparecem e que nunca chegam.» Leia a opinião de Miguel Esteves Cardoso no Público.


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Qui, 3/Jul/14
Qui, 3/Jul/14

 

«Com a presença de poucos populares, Sophia de Mello Breyner Andresen é a décima primeira figura nacional a ser sepultada na Igreja de Santa Engrácia.»

 

«Na cerimónia, os discursos foram intervalados pela actuação da Companhia Nacional de Bailado – executou duetos do Lago dos Cisnes e de Orpheu e Eurídice –, pelo Coro do Teatro Nacional São Carlos que cantou o Magnificat de Bach e por uma gravação de 1957 em que a poeta lê poemas como Dia ou Soneto à Maneira de Camões. Nos três discursos, citou-se a mesma frase de Sophia: "Aquele que vê o espantoso esplendor do mundo é logicamente levado a ver o espantoso sofrimento do mundo".» Ler no Público e no Sol.

 

«A primeira mulher portuguesa a receber o Prémio Camões, o mais importante da língua portuguesa, morreu há dez anos. Foi trasladada esta quarta-feira para o Panteão.» Ler no Expresso.

 


«"Eu rezo com palavras de Sophia", disse o Patriarca de Lisboa no início da homilia, acrescentando que a poesia de Sophia "é de luz que se trata, luz solar e esplendorosa, luz surpreendente, intensa demais para o olhar de quaisquer".» Ler na Renascença, no Jornal de Notícias, no Sol e na RTP. Ver na RTP.

 

«O antigo Presidente da República Ramalho Eanes lembrou (...) a forma como Sophia de Mello Breyner Andresen falou da "dignidade essencial do Homem" na sua obra literária e na sua "ação cívica e política".» Ler no Diário Digital e no Sol.

 

«A presidente da Assembleia da República, Assunção Esteves, lembrou (...) Sophia de Mello Breyner Andresen como poeta mas também "nos caminhos da política feita com alma", na luta contra a ditadura do Estado Novo e como deputada constituinte.» Ler no Diário Digital e na RTP.

 

«O Presidente da República, Cavaco Silva, lembrou (...) o "génio literário" e a "grandeza cívica e humana" de Sophia de Mello Breyner Andresen, descrevendo-a como "inteira na escrita e na coragem da defesa da justiça e da liberdade".» Ler no Diário Digital, no Diário de Notícias, no Jornal de Notícias, no Sol e na RTP. Ler e ver na Renascença. Ver na RTP.

 

«"A concessão das honras de Panteão Nacional a Sophia de Mello Breyner Andresen faz da sua memória um símbolo coletivo", afirmou (...) José Manuel dos Santos, no elogio fúnebre à poetisa, na sua trasladação para este o monumento nacional.» Ler no Diário Digital, no Sol e na RTP.

 

«Presentes na cerimónia estiveram também, o primeiro-ministro, Passos Coelho, vários deputados e políticos e a família - o filho, Miguel Sousa Tavares, as filhas, os netos e os bisnetos.» Ler no Correio da Manhã.

 

«Sophia de Mello Breyner Andresen é a segunda mulher a ter honras de Panteão Nacional, como forma de homenagear "a escritora universal, a mulher digna, a cidadã corajosa, a portuguesa insigne", e de evocar o seu exemplo de "fidelidade aos valores da liberdade e da justiça", conforme se lê no projeto de resolução da Assembleia da República.» Ler no Correio da Manhã.

 

«A poeta - como se designava a si própria, de preferência a "poetisa" - assumia que a sua escrita estava concebida para transformar o mundo. Mas, como o mundo da ditadura salazarista não dava mostras de cair perante as trombetas da poesia, a escritora lançou mão dos meios mais clássicos da acção política. Empenhou-se então na solidariedade com os presos políticos e nos momentos cimeiros da oposição antifascista.» Ler e ver na RTP.

 

«Começou a escrever para crianças quando os filhos tiveram sarampo e foi por aí que todo o país a conheceu.» Ler no Observador.

 

«"Há poucos itinerários poéticos em língua portuguesa tão impregnados de positividade original, tão de raiz, canto ao rés de uma realidade aceite como esplendor efémero e eterno e por isso tão isentos de polemismo e intrínseca negatividade, como o de Sophia de Mello Breyner". [Eduardo Lourenço]» Ler no Sol.

 

«A reedição da obra de Sophia em prosa está, desde 2012, a cargo do grupo Porto Editora; desde 2013, também a da poesia, sob a chancela da Assírio & Alvim. Neste âmbito, sairão, em Setembro próximo, Livro Sexto (pref. de Gustavo Rubim), Geografia (pref. Frederico Lourenço) e Dual (pref. Eduardo Lourenço). A Porto Editora "não equaciona" a edição de obras antes publicadas pela Caminho e actualmente indisponíveis, como Obra Poética (primeira reunião da poesia num só volume) ou Fotobiografia: Uma Vida de Poeta (org. Paula Mourão e Teresa Amado). Doado pela família em 2010, o espólio da escritora encontra-se depositado na Biblioteca Nacional.» Ler no Sol.

 

«O Expresso recupera na íntegra um artigo de opinião escrito por Sophia de Mello Breyner no semanário a 12 de julho de 1975. Foi publicado durante o IV Governo Provisório e era dirigido ao então ministro da Comunicação Social, Jorge Correia Jesuíno, que disse que as artes não eram favoráveis aos períodos revolucionários.» Ler no Expresso.

 

«Os mais diversos quadrantes políticos e culturais renderam-se à prosa e poesia de Sofia de Mello Breyner. Prestaram homenagem àquela que é a maior poetisa portuguesa dos nossos tempos e das maiores de sempre em Portugal. À mulher da liberdade : "…Hoje, noite de Abril, sem lua/ A minha rua /É outra rua…".» Leia a opinião de Alberto Pinto Nogueira no Público.

 

«Nada contra a pantheonização (palavra bárbara, que nem um h consegue salvar) de Sophia de Mello Breyner Andresen, mas a cerimónia não deve ser poupada a uma reclamação: exceptuando o discurso de José Manuel dos Santos, com a sua dose equilibrada de justeza e de tom enfático adequado à circunstância, tudo o resto decorreu por conta do demónio do kitsch.» Leia a opinião de António Guerreiro no Público.


por Booktailors às 11:13 | comentar | partilhar

Qui, 3/Jul/14

Em julho, o Blogtailors dá início à rubrica Diário de Um Pinguim. Esta é a primeira de uma série de crónicas de Rita Matos, portuguesa que integra há seis anos a equipa de produção da Penguin. No Diário de Um Pinguim, Rita Matos abordará, entre outros assuntos, a sua experiência na editora, bem como temas do mercado editorial internacional.

 

A partir de setembro, acompanhe a crónica de Rita Matos no Blogtailors.

 

 

Diário de Um Pinguim — Capítulo 1

 

O que leva as pessoas a investirem em mais uma coleção de clássicos?

 

Trabalho em produção na Penguin há seis anos e o segredo, na minha opinião, assenta em dois princípios básicos: 1) design e produção originais e irresistíveis; 2) o desejo intrínseco que todos temos de colecionar coisas: sejam cromos da Panini, suplementos do Expresso… ou livros.

 

Tenho tido o privilégio de trabalhar em várias séries fantásticas de clássicos da Penguin, no âmbito da produção. A maioria das vezes, funciona mais ou menos assim:

 

1) os editores apercebem-se de que já há imenso tempo que não publicam uma edição nova do Dickens ou da Jane Austen, e pedem à equipa de designers umas ideias para dar uma nova roupagem aos clássicos;

 

2) os designers abordam o projeto como uma série coesa de um só autor, de uma coleção de autores ou como obras de arte individuais;

 

3) é aqui que entramos nós, a equipa de produção. O designer vem ter connosco e diz: «Ó Rita, estive a pensar e acho que era giro usar tecido com estampagem mate para a próxima série… Achas que é possível? E temos dinheiro para isso?»

 

É o tipo de projeto de que mais gosto: experimentar coisas novas. Por isso, dou sempre a mesma resposta: «Vamos lá tentar!» Nessa altura entro em conversas intensas com a gráfica, que normalmente diz-me que não, que acha que não é possível, que este processo é muito difícil do ponto de vista técnico, etc. Digo-lhes então que queremos experimentar na mesma. Peço para falar com o especialista técnico da gráfica, consulto os nossos peritos internos e, às vezes, vou mesmo à gráfica supervisionar o processo — e acabamos sempre por encontrar uma solução. Finalmente, negoceio um preço que legitime o uso dos novos materiais mantendo uma margem de lucro saudável para a editora.

 

Sim, porque é claro que podíamos publicar os livros outra vez em capa mole, com um acabamento simples, e o livro iria sair muito mais barato (tanto à Penguin como ao leitor), mas quem o compraria?

 

É aí que entra o fator «desejável». Se a série for bem conceptualizada e produzida, a editora consegue vender muito mais exemplares, aumentar a margem de lucro e, com sorte, criar um novo design de referência que entra para a história da edição.

 

Foi o que aconteceu com esta série de clássicos lindíssimos na qual tive o privilégio de trabalhar desde o primeiro lote, em 2008, e à qual continuamos a juntar cada vez mais obras:

 

 

 

São conhecidos em Inglaterra como os Clothbound Classics, são todos uma criação da designer Coralie Bickford-Smith e são livros em formato pequeno, de capa dura, forrada a tecido e com o padrão estampado. E têm vendido, e vendido, e vendido. Até à data, temos 30 obras na coleção, com mais três a sair este ano.

 

São caros de produzir? Sim, bastante. Mas valem a pena? Sem dúvida alguma. E a prova está no facto de os leitores acharem a coleção deliciosa e esperarem ansiosamente pelo próximo volume. Na Penguin orgulhamo-nos imenso de termos criado esta série e de termos contrariado a ideia falaciosa de Velho do Restelo de que o livro impresso está em vias de extinção.

 

Este dinossauro de papel está bem vivo, de boa saúde, e com fatiotas cada vez mais irresistíveis.

 

 

 

Rita Matos é licenciada em Línguas e Literaturas Modernas, vertente de Inglês e Francês, e concluiu o curso de especialização para Técnicos Editoriais, ambos na FLUL. Trabalhou em tradução para audiovisuais durante um ano antes de ir viver para Inglaterra, em 2004. Trabalhou três anos na Blackwell Publishing, em Oxford, e trabalha há seis anos na Penguin, em Londres, na área de Produção. Pretende regressar a Portugal e trabalhar numa editora portuguesa.

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por Booktailors às 09:00 | comentar | partilhar

Seg, 30/Jun/14
Seg, 30/Jun/14

 

«O Lince "varre" tudo a "acordês: citações de obras em Português costumeiro, títulos de livros ou artigos; e até mesmo nomes de pessoas.» Leia a opinião de Ivo Miguel Barroso no Público.


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Sex, 27/Jun/14
Sex, 27/Jun/14

 

«Desejar um futuro à língua portuguesa é desejar-lhe liberdade e diversidade. Ou seja: tudo o que hoje lhe tiramos.» Leia o texto de opinião de Nuno Pacheco no Público.


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Qua, 25/Jun/14
Qua, 25/Jun/14

«Como é evidente, não se espera de uma singela resolução da AR um plano articulado para uma estratégia da língua. Mas ela faz lembrar que há longos anos aguardamos, dos poderes públicos, respostas convincentes para uma pergunta que nos atormenta, com lancinante persistência: que faremos com esta língua?» Leia a opinião de Carlos Reis no Público.


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Qui, 19/Jun/14
Qui, 19/Jun/14

«Só um livro me faz, ao mesmo tempo, invejar, estremecer, rir, chorar e permanecer vivo à espera de mais: A Morte Sem Mestre de Herberto Helder. É um livro que dá tesão e arroubo estético ao mesmo tempo. Que eu me lembre não há outro que não tenha sido escrito por ele. E eu lembro-me de tudo.» Leia a opinião de Miguel Esteves Cardoso no Público.


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Qua, 18/Jun/14
Qua, 18/Jun/14

«O "acordo" não serve para unificar, nem para simplificar; nem sequer serve para os fins políticos internacionais que António Sartini e outros como ele pretendem. Pelo contrário: acaba por ser prejudicial em todos esses aspectos. A conclusão só pode ser que o dito "acordo ortográfico" é um péssimo serviço criado aos países e às pessoas que falam e escrevem a língua portuguesa.»

 

Leia a carta aberta de António de Macedo, Cristina Pimentel, Helena Buescu, Hélio J. S. Alves, João Barrento, José Luís Porfírio, José Pedro Serra, Maria do Carmo Vieira, Maria Filomena Molder, Paula Ferreira, Pedro da Silva Coelho, Rui Miguel Duarte e Teolinda Gersão ao Público.


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Qua, 11/Jun/14
Qua, 11/Jun/14

 

«Comprei os dois primeiros volumes e estou a meio de Pietr le Letton, o primeiro que Simenon escreveu mas o quinto que publicou.

 

É magnífico. É feito de pedra. Traz-me a euforia da simplicidade e do horror ao tédio. Sobretudo ao tédio e horror de escrever. Simenon conseguiu escrever depressa, sem paciência nem peneiras. Como se quisesse, apenas, ser lido.» Leia o texto de Miguel Esteves Cardoso no Público.


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Seg, 9/Jun/14
Seg, 9/Jun/14

«Não há como – nem porque – negá-lo: o Acordo Ortográfico de 1990 está a generalizar-se em Portugal a uma velocidade assustadora(ment)e surpreendente. Ainda é cedo para se (tentar) avaliar quantas instituições e quantos indivíduos estão, de facto a utilizar uma "ortografia" inútil, prejudicial, ridícula, ilegítima, imposta de forma ilegal, de uma forma não democrática… mas são mais, muitos mais do que seria de esperar.» Leia a opinião de Octávio dos Santos no Público.


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Sex, 6/Jun/14
Sex, 6/Jun/14

«Tantos anos e só oito livros. Um hino à preguiça. Cossery escrevia tão bem e tão pouco. Era um exemplo e com ele consegui reduzir ao mínimo os ímpetos adolescentes que me restavam. Comer e dormir – eis tudo. Aprendi-o em Mandriões no Vale Fértil, um daqueles livros que nos afectam a postura (no caso, não a verticalidade, mas a horizontalidade). Guardo com ternura a imagem de Galal, que só se levantava da cama para se servir do que oferecia a mesa posta.» Leia o texto de Hugo Torres no Público.

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Qui, 22/Mai/14
Qui, 22/Mai/14

 

A investigação é uma atividade que as universidades ensinam e pela qual cobram. Por esse motivo, não faz sentido disponibilizar trabalhos de investigação académicos com acesso livre. Para ler aqui.

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Qui, 8/Mai/14
Qui, 8/Mai/14

 

«Esopo é um desses tesouros do inusitado. Feito de uma inteligência clarividente, disfarçado de simplicidade. As suas fábulas são críticas mordazes infligidas por quase graças. Ficamos meio enganados com a sua meninice, como se estivéssemos a ler às crianças. E talvez devêssemos ler às crianças mais espertas o que aqui se conta, para lidarem com a ingenuidade de outra forma.» Leia o texto de Valter Hugo Mãe no Público.

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Qua, 7/Mai/14
Qua, 7/Mai/14

«Do ponto de vista do mercado editorial o Brasil tornou-se, nos últimos anos, um novo foco de interesses internacionais. Conglomerados editoriais multinacionais seguiram o caminho já trilhado por editoras ibéricas alguns anos antes e romperam com o modelo praticamente intocado de empresas familiares que vigorava desde meados do século 20.

 

Com gerações inteiras de leitores em formação, vultosas compras de livros pelos governos das diferentes esferas administrativas (a atual menina dos olhos das editoras) e a economia em relativo crescimento, o Brasil se tornou uma fonte potencial de leitores para os editores dos países que já não veem mais por onde formar grandes contingentes de público.» Leia o texto de Paulo Werneck, curador da Festa Literária Internacional de Paraty (FLIP), no Público.


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Qua, 30/Abr/14
Qua, 30/Abr/14

 

«O escritor peruano Mario Vargas Llosa descartou a possibilidade de haver um novo "boom latino-americano" (movimento literário das décadas de 60 e 70 do qual participaram o próprio Vargas Llosa, Cortázar, Carlos Fuentes e García Márquez) pois, ainda que constantemente apareçam bons escritores, esse não despertam a mesma surpresa que a geração da década de 1970.» Ler no Diário Digital.


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Seg, 28/Abr/14
Seg, 28/Abr/14

«A Austrália, que vive em democracia há mais de cem anos, ainda tem um livro proibido oficialmente. Já teve centenas, sobretudo entre os anos 1950 e 1970. Sobrou um. O que resta é o Psicopata Americano, de Bret Easton Ellis, publicado em 1991. Em toda a Austrália o livro só pode ser vendido selado e a maiores de 18 anos. Mas no estado de Queensland, que tem quatro milhões de habitantes, não pode mesmo ser vendido. Como em relação às bebidas alcoólicas nos dry counties norte-americanos, quem quiser o livro tem de atravessar a "fronteira" ou comprá-lo clandestinamente. Tento imaginar becos escuros em Brisbane, mas as imagens são tão feias que desisto.» Leia o texto de Bárbara Reis no Público.


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Seg, 21/Abr/14
Seg, 21/Abr/14

«A obra literária de John Fante afigura-se-me como uma das mais originais do século XX. Obviamente teremos de descontar os autores do período damitteleuropa, entre os quais Musil não tem quem se lhe compare. Mas é justamente porque se contrapõe a uma literatura erudita e refinada que John Fante ganha um lugar entre os grandes do século e provavelmente entre os mais esquecidos.» Leia a opinião de António Jacinto Pascoal no Público.


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Qua, 9/Abr/14
Qua, 9/Abr/14

«A compositora brasileira Adriana Calcanhotto passou a noite do passado dia 5 de Março no quarto que foi o de Fernando Pessoa nos 15 últimos anos da sua vida. Este é o texto que resultou dessa experiência. A convite da directora da Casa Fernando Pessoa, Inês Pedrosa, por lá já passaram também a espanhola Rosa Montero, os brasileiros João Gilberto Noll e Tatiana Salem Levy, os portugueses Valter Hugo Mãe, Jacinto Lucas Pires, José Mário Silva, José Tolentino Mendonça, Jaime Rocha e Leonor Xavier.» Leia a crónica no Público.

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Ter, 8/Abr/14
Ter, 8/Abr/14

«Alexandra Lucas Coelho recebeu nesta segunda-feira [ontem] o prémio APE [Associação Portuguesa de Escritores] pelo romance E a Noite Roda. Este é o texto do discurso que fez, no qual critica o actual poder político.» Ler no Público.


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Seg, 7/Abr/14
Seg, 7/Abr/14

«Os 120 anos do nascimento de Almada Negreiros, que agora se completam, têm constituído pretexto para uma série de manifestações e homenagens que abrangem o artista plástico, o poeta, o romancista, o novelista, o dramaturgo, o panfletário e, simultaneamente, o grupo e a geração de Orpheu, a diversidade de percursos e atitudes que, no seu todo, configuram um momento histórico na procura e afirmação da modernidade.» Leia a opinião de António Valdemar no Público.

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Seg, 7/Abr/14

«Ontem mandaram-me um e-mail a dizer que deixa de existir a entrega grátis para Portugal e para outros países europeus. Agora passam a cobrar – e selvaticamente – as entregas.

Rompe-se assim o princípio comercial número um: quando se cobra um serviço e depois se deixa de cobrá-lo não se volta a cobrá-lo de um dia para o outro.

A Bookdepository.co.uk foi a primeira livraria a oferecer o correio (para o mundo inteiro, fosse qual fosse a despesa). A Amazon primeiro imitou-a e depois, em 2011, comprou-a.

Por enquanto a Book Depository continua a não cobrar o correio, mas atendendo à duplicidade dos novos patrões os livros lá são mais caros e levam mais tempo a chegar.» Leia a opinião de Miguel Estaves Cardoso no Público.


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Qua, 2/Abr/14
Qua, 2/Abr/14

 

De que forma a tecnologia irá transformar o processo de aprendizagem no futuro? Conheça a resposta aqui.


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Qui, 27/Mar/14
Qui, 27/Mar/14

«Personalidade de referência na história diplomática do Brasil da segunda metade do século XX e, ao mesmo tempo, poeta, ensaísta e tradutor, Geraldo Cavalcanti deslocou-se, expressamente, a Portugal para estreitar os vínculos entre os dois países. Para uma cooperação, que se deseja efetiva, em vários domínios culturais, tanto mais que é o presidente da Academia Brasileira de Letras.

A sua presença vai ser hoje assinalada na Academia das Ciências para a qual, recentemente, foi eleito por unanimidade sócio correspondente brasileiro. Além desta cerimónia, será homenageado, ao fim da tarde, pela Sociedade Portuguesa de Autores (SPA). Em ambas as circunstâncias destaca-se o propósito de aproximar brasileiros e portugueses em objetivos comuns e, no âmbito dos países de língua portuguesa, contribuir para a intensificação do projeto da lusofonia à escala planetária.» Leia a opinião de António Valdemar no Público.


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Qua, 26/Mar/14
Qua, 26/Mar/14

 

Conheça as suas características aqui.

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Seg, 24/Mar/14
Seg, 24/Mar/14

«Há um tipo peculiar de livros que nos chamam nas livrarias. É esse um dos grandes argumentos a favor das livrarias.

Sem elas seria impossível ouvir essa voz que nos faz comprar livros que nunca contávamos encontrar, nem procurar, e muito menos comprar. Se "entrar" numa livraria electrónica, como a Amazon, eu sei o que procuro e através dos mecanismos de busca encontro livros que são próximos dos que procuro, mas não tenho aí verdadeiras surpresas. Posso comprar com contentamento, mas não descubro.» Leia a opinião de José Pacheco Pereira no Público.


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Seg, 17/Mar/14
Seg, 17/Mar/14

Leia a opinião de José Miguel Pinto dos Santos no Público.


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Seg, 17/Mar/14

Leia a crónica de Miguel Esteves Cardoso no Público.


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Ter, 11/Mar/14
Ter, 11/Mar/14

Leia a opinião de António Valdemar, jornalista e investigador, no Público.


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