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Os funcionários da Integrity Staffing Solutions, que contrata trabalhadores para a Amazon, estão a processar a empresa por não pagar na totalidade os respetivos salários. Ler aqui.
«O famoso Diário de Anne Frank está a criar polémica nos Estados Unidos. Alguns pais acreditam que o livro é "pornográfico" e perturbador para crianças do ensino básico.» Ler no Jornal de Notícias.
De acordo com a responsável pelas escolas de Chicago, a novela gráfica autobiográfica de Marjane Satrapi não é apropriada para os alunos entre os 12 e 13 anos. Para ler aqui.
Depois de ter sido acusada pela Science Fiction and Fantasy Writers of America de firmar contratos predatórios com os autores da chancela Hydra, a Random House decidiu proceder a algumas alterações no seio das chancelas digitais. Ler aqui.
«O jornalista Rafael Marques foi notificado pelo Departamento de Investigação e Acção Penal a 6 de Março.» Ler no Público.
«O jornalista Rafael Marques, autor do livro Diamantes de Sangue: Tortura e Corrupção em Angola e a editora Bárbara Bulhosa, serão alvo de um processo civil instaurado por generais angolanos.» Ler no Jornal de Notícias e na TVI.
A plataforma de autoedição Author Solutions, adquirida pela Penguin no ano passado, está a ser alvo de investigação, depois de alguns dos autores terem apresentado queixas contra a empresa, por esta ter falhado o cumprimento das suas obrigações. Para ler aqui.
Uma investigação realizada pelo The Wall Street Journal revelou que há empresas de consultoria que garantem que, pelo preço certo, conseguem colocar um livro na lista dos mais vendidos do The New York Times. Para ler aqui.
Em causa estão as limitações associadas ao Digital Rights Management dos livros eletrónicos dos seis maiores grupos editoriais vendidos através da Amazon que alegadamente servem para criar um monopólio de venda destes livros. Para ler aqui e aqui.
Um investigador da obra do autor britânico interpôs um processo à organização Conan Doyle Estate Ltd., contestando o pagamento de direitos de autor sobre a obra do criador de Sherlock Holmes. Para ler aqui.
«O Ministério Público arquivou o processo, por difamação, contra o jornalista angolano Rafael Marques e a editora Tinta da China, que publicou o livro Diamantes de Sangue, segundo nota da Procuradoria Geral de Lisboa.» Ler no Correio da Manhã e no Jornal de Notícias.
«Foi arquivada pelo Ministério Público a queixa contra o jornalista angolano Rafael Marques, autor do livro Diamantes de Sangue, e a sua editora portuguesa Tinta-da-China.» Ler no Público.
Uma disputa legal de patentes, que envolve a E Ink, empresa responsável pela criação dos ecrãs dos e-readers Kindle e Nook, pretende que se interrompa a produção destes componentes. Serão os Kindle retirados do mercado no decorrer do processo? Para ler aqui.
Jürgen Habermas está entre os autores que apelaram para a resolução do litígio que envolve dois dos sócios de uma das mais emblemáticas casas editoriais alemãs, a Suhrkamp Verlag. Para ler aqui.
«Um juiz da cidade de Macaé, no Brasil, determinou que os livros da trilogia As Cinquenta Sombras de Grey, da escritora britânica E. L. James, devem ser retirados das livrarias. Para a 2.ª Vara de Família, da Infância, da Juventude e do Idoso, estas e outras publicações são consideradas impróprias e não devem ser expostas.» Ler no Correio da Manhã.
«O juiz Raphael Baddini de Queiroz Campos deu ordens para retirar das livrarias de Macaé, cidade localizada a 182 quilómetros do Rio de Janeiro, o livro do momento, 50 Sombras de Grey, de E. L. James. Segundo o magistrado, a obra é imprópria para menores de 18 anos.» Ler no Diário Digital.
Os arquivos da Academia Sueca, recentemente abertos, mostram que o autor americano não era a escolha mais popular entre o júri do prémio Nobel da Literatura de 1962. Para ler no The Guardian.
Um filme adaptado a partir do romance Os Filhos da Meia-Noite, que na altura da publicação, em 1980, resultou num processo contra o autor, Salman Rushdie, foi aceite pela censura indiana e será lançado no país no início do próximo ano. Para ler aqui.
Os reguladores europeus colocaram um ponto final no processo de investigação sobre os preços de e-books depois de a Apple e quatro grupos editoriais terem proposto atenuar as restrições de preços à Amazon. Para ler aqui.
Os autores da chancela Casterman, responsável pela edição de alguns dos álbuns de banda-desenhada europeus mais conhecidos, como os de Tintin ou Hugo Pratt, ameaçaram abandonar a editora, caso a Gallimard, que comprou recentemente a chancela, pretenda liquidar a empresa. Para ler aqui.
Woody Allen foi processado pela Faulkner Literary Rights, a empresa que detém os direitos sobre a obra do autor de O Som e Fúria. De acordo com a empresa, o realizador terá usado uma citação de William Faulkner no filme Midnight in Paris sem autorização. Para ler aqui.
A Amazon começou a contactar os clientes elegíveis para receber os reembolsos da diferença dos preços de e-books adquiridos às editoras processadas por 55 estados americanos através do sítio da loja. No e-mail enviado aos seus clientes, a Amazon relembra que não se encontra envolvida no processo movido contra a Hachette, a Harper Collins e a Simon & Schuster a propósito da concertação de preços. Contudo, caso haja acordo entre as editoras e os procuradores estatais, vai reembolsar, em valorese entre $0,30 e $1,32, quem tiver adquirido livros digitais durante a vigência do acordo entre as editoras. Ler aqui.
«Mais de 100 escritores e académicos da América e Europa defenderam hoje a decisão do júri do Prémio da Feira Internacional do Livro (FIL) de Guadalajara 2012, concedido ao autor peruano Alfredo Bryce Echenique, acusado de fraude.» Ler no Diário Digital.
«A Coreia do Sul levantou a proibição de venda do romance Os 120 dias de Sodoma, escrita no século XVIII pelo escritor francês Marquês de Sade, semanas depois de ter banido a obra por "extrema obscenidade".» Ler no Diário Digital e no Diário de Notícias.
Na semana passada, após sete anos de litígio, a Google firmou um acordo com a Associação de Editores Americanos a propósito dos direitos de autor de obras digitalizadas. Mas e os autores? Para ler aqui.
«The Casual Vacancy, novo livro de J. K. Rowling, a autora da saga Harry Potter, pode ser banido na Índia por causa da forma como uma personagem seguidora da religião Sikh, mistura de elementos do hinduísmo com o islamismo, é retratada na história.» Ler no Diário Digital.
«A escritora e jornalista Maria Teresa Horta afirma que só aceitaria receber o prémio literário D. Dinis das mãos do Presidente da República, Cavaco Silva, ou da presidente da Assembleia da República, Assunção Esteves, ou do secretário de Estado da Cultura, Francisco José Viegas.» Ler na RTP.
O Governo da Guiana adotou como política oficial a compra de livros didáticos pirateados. Para ler aqui.
De acordo com The Guardian, já no século XVIII Alexander Pope e Sir Walter Scott assinavam críticas ao seu próprio trabalho sob nome falso. Para ler aqui.
«O presidente da Fundação Casa de Mateus, Fernando Albuquerque, decidiu cancelar definitivamente a sessão de entrega do Prémio D. Dinis: "Não haverá cerimónia solene."» Ler no Diário de Notícias.
Numa tentativa de encerrar uma investigação levada a cabo pela União Europeia a propósito do monopólio da Apple e de quatro grandes grupos editoriais, as empresas em questão acordaram que vão permitir aos distribuidores — Amazon incluída — a venda de e-books a preços mais baixos durante dois anos. Para ler aqui.
Bret Easton Ellis insultou recentemente, através da sua conta no Twitter, David Foster Wallace, a propósito da publicação da biografia do falecido autor norte-americano. Easton Ellis descreveu Foster Wallace como «uma fraude» e «o mais entediante, sobrevalorizado, torturado e pretensioso escritor da minha geração». Após os ataques, Gerald Howard, editor de ambos os autores, publicou um texto em que evoca uma velha rivalidade entre os dois. Para ler aqui e aqui. Via Bibliotecário de Babel.
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A polémica sobre o negócio das críticas falsas em linha continua, depois de o The New York Times ter publicado um artigo de fundo sobre o assunto. Agora, o visado foi o autor de policiais R. J. Ellroy, que terá publicado, sob um nome falso, críticas positivas aos seus livros. Mas, apesar do descrédito das críticas de leitores, há ainda quem as defenda e quem proponha soluções para eliminar as críticas falsas. Para ler aqui, aqui e aqui.
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O The New York Times publicou recentemente um artigo sobre autores que compram críticas positivas em linha e sobre quem as escreve. O artigo gerou alguma discussão no meio literário, e o sítio Galleycat elaborou uma lista de best-sellers classificados no sítio da Amazon com apenas 1 estrela. Para ler aqui, aqui e aqui.
A cerca de um ano da comemoração do centenário do nascimento de Albert Camus, o autor continua a dividir os franceses. Saiba porquê aqui. Via Moleskine Literário.
Thomas Nelson, o editor do livro The Jefferson Lies, de David Barton, votado recentemente pelos telespetadores do canal History News Network como «o livro de História menos credível», suspendeu a publicação e a distribuição do título, após uma investigação relacionada com os factos descritos no livro. Contudo, o autor já encontrou uma nova editora disposta a publicar novamente a obra. Para ler aqui e aqui.
A Amazon foi pressionada a retirar do seu sítio de Internet o e-book autopublicado Age of Consent: A Sex Tourists Guide!, um livro sobre turismo sexual. Para ler aqui.
Vídeo retirado daqui.
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«Jonah Lehrer admitiu ter inventado declarações de Bob Dylan no seu último livro Imagine - De onde vem a criatividade e ter mentido para se livrar das acusações. Demitiu-se da revista The New Yorker que o contratara em Junho e pediu desculpas públicas aos seus leitores.» Ler no Público.
Os descendentes do autor e o especialista queirosiano A. Campos Matos são os protagonistas de uma polémica que envolve o espólio de Eça de Queirós. Em questão está a decisão de publicar os diários da esposa do escritor e a cedência de alguns pertences do autor para uma exposição no Brasil. Via Babel.
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O jornalista e autor Jonah Lehrer esteve recentemente no centro de uma polémica, depois de ter sido «apanhado» a reciclar um texto que escrevera para o The Wall Street Journal no NewYorker.com, onde trabalha agora. Aparentemente, esta já não é a primeira vez que Jonah Lehrer recicla textos, tendo feito algo semelhante no seu último livro publicado. Entretanto, o jornalista veio a público pedir desculpa, enquanto a The New Yorker assegurou que algo semelhante não voltará a acontecer. Para ler aqui, aqui e aqui.
Uma versão em e-book disponível para Nook do clássico Guerra e Paz de Tolstói gerou polémica ao substituir todas as palavras «kindle» e «kindled» (que em inglês significam «acesa», «acendeu») por «nook», «nooked». Para ler aqui e aqui.
O livro Just Love: A Framework for Christian Sexual Ethics, da autoria de Margaret Farley, de 2006, ascendeu à categoria dos livros mais vendidos depois de recentemente ter sido condenado pelo Vaticano e banido das escolas católicas. Para ler aqui.
O grupo conservador cristão One Million Moms lançou uma petição via e-mail com um manifesto contra as editoras de banda-desenhada DC Comics e Marvel Comics por publicarem histórias de super-heróis gays. Para ler aqui.
«O livro tem descrições pormenorizadas de actos sexuais – e muitos apressaram-se a pôr-lhe o carimbo de "pornográfico", o que levou à sua proibição nas livrarias da Florida, EUA. Mas os leitores não gostaram e foram para a rua reclamar contra o que chamam de censura. Fifty Shades of Grey acaba de ser reposto nas prateleiras do condado de Brevard, e volta a figurar ao lado de clássicos como o Kama Sutra, Trópico de Cancer, de Henry Miller, ou Fanny Hill, de John Cleland.» Ler no Correio da Manhã.
«Quando o escritor espanhol Camilo José Cela morreu, em 2002, foi declarado insolvente. Na verdade, não o era. A sua fortuna real está actualmente avaliada em oito milhões de euros, mas na altura foi a forma encontrada pela sua segunda mulher, Marina Castaño – com a conivência do próprio escritor – para deserdar o filho deste, Camilo José Cela Conde. Agora, o juiz deu razão ao filho, que reclama cinco milhões de euros à viúva.» Ler no Correio da Manhã.
No total, são já 31 os estados americanos em litígio contra a Apple, a Macmillan e a Penguin, a propósito da concertação de preços de e-books e em busca de indemnizações para os consumidores. Com a entrada de mais estados na ação judicial, novos detalhes sobre o processo vieram a público, entre eles um e-mail de Steve Jobs. Saiba mais aqui.
«Quase dois meses depois de ter comparado Israel com as ditaduras, o escritor Günter Grass voltou a publicar um poema no jornal alemão Süddeutsche Zeitung desta vez a criticar a política da Europa em relação à Grécia, lamentando que esta, por estar a enfrentar uma crise económica, esteja a ser humilhada.» Ler no Público.
Desta vez, em torno da questão da adoção do modelo print-on-demand pelo gigante americano. Para ler aqui.
E a polémica que envolveu os autores chineses convidados e não convidados a participarem no evento. Terá o evento sido assombrado pela censura do governo chinês? Para ler aqui.
Vegan Is Love: Having Heart and Taking Action, de Ruby Roth, é o livro infantil que está a gerar controvérsia nos Estados Unidos. Esta obra contém ilustrações que retratam, de forma demasiado realista, práticas cruéis da indústria alimentar para com os animais, o que tem preocupado os pais quanto à dieta restritiva recomendada no livro. Leia mais aqui.
«A Apple emitiu um comunicado público em resposta ao processo do Departamento de Justiça dos EUA (DOJ) que acusa a empresa e outras cinco editoras de ajustarem os preços de e-books em benefício próprio. "A acusação do DOJ por fraude contra a Apple simplesmente não é verdadeira. O lançamento da iBookstore em 2010 promoveu a inovação e a competição, quebrando o domínio da Apple na indústria editorial. Desde então, os consumidores têm sido beneficiados por e-books que são mais interactivos e interessantes. Assim como permitimos que os desenvolvedores coloquem os preços na App Store, as editoras determinam os preços na iBookstore", informou a companhia através do seu porta-voz, Tom Neumayr.» Ler no Diário Digital.
A recente ação judicial do Departamento de Justiça dos Estados Unidos sobre a Apple e cinco das maiores editoras do mundo, acusadas de formar um cartel para evitar a redução no preço dos e-books, leva muitos a crer que se aproxima o fim do modelo de agenciamento, no qual são as editoras a definir o preço dos livros e a realizar as vendas, atuando o retalhista como um simples agente das mesmas. A Amazon sai, portanto, como a grande «vencedora» deste processo, já que vê fortalecido o modelo que defende, no qual é o retalhista que define os preços e faz as vendas. Leia aqui e aqui.
«O escritor alemão Günter Grass comparou a proibição de entrar em Israel com as acções da Stasi, a polícia secreta da República Democrática Alemã (RDA). O autor foi considerado persona non grata, pelo governo israelita, no domingo, por ter publicado um poema no qual advertia que o Estado judaico era uma ameaça para o mundo devido ao seu poder nuclear.» Ler no Público.
«A Apple está a ser acusada pelo Departamento de Justiça dos EUA de combinar os preços de venda de livros electrónicos com cinco grupos editoriais. A acusação é feita num processo apresentado hoje pelo Departamento de Justiça norte-americano num tribunal de Nova Iorque, onde o organismo argumenta que a Apple e as cinco editoras visadas combinaram aumentar os preços dos eBooks para limitar as práticas de preços de retalho das empresas concorrentes, nomeadamente a Amazon, que vendia os livros electrónicos a 9,99 dólares.» Ler no Sol, no Público, aqui e aqui.
«A Academia Sueca, que atribui o prémio Nobel da Literatura, não vê razão para retirar o galardão ao alemão Günter Grass, alvo de críticas devido à publicação de um poema a criticar Israel, anunciou hoje o secretário da instituição Peter Englund.» Ler no iOnline.
A American Library Association divulgou na semana passada os 10 livros que mais vezes foram alvo de reclamações, em 2011. A lista é composta por «Internet Girls» (ttyl, ttfn e l8r, g8r) de Lauren Myracle, The Color of Earth de Kim Dong Hwa, The Hunger Games de Suzanne Collins, My Mom's Having a Baby! A Kid's Month-by-Month Guide to Pregnancy de Dori Hillestad Butler, The Absolutely True Diary of a Part-Time Indian de Sherman Alexie, Alice de Phyllis Reynolds Naylor, Brave New World de Aldous Huxley, What My Mother Doesn't Know de Sonya Sones, Gossip Girl de Cecily Von Ziegesar e To Kill a Mockingbird de Harper Lee. Leia aqui.
«Israel declarou [ontem] o escritor alemão e Nobel da literatura Günter Grass "persona non grata" devido a um poema que escreveu na semana passada, no qual advertia que o Estado judaico era uma ameaça para o mundo devido ao seu poderio nuclear.» Ler no Público.
«Um tribunal de Jerusalém condenou uma das escritoras israelitas de maior sucesso a pagar 45 mil euros por danos e as custas judiciais a uma colega de ofício por ter plagiado trabalhos desta.» Ler no Sol e aqui.
É um daqueles casos em que a celebridade momentânea vence a qualidade literária. Dana-Lynn Weiss, autora do que foi considerado «o pior artigo de sempre da revista Vogue», uma crónica em que descrevia a forma como «ajudou» a filha de 7 anos a perder peso para «ficar na linha», foi contratada para escrever um livro no qual irá expandir a ideia. Leia aqui e aqui.
Os organizadores da Feira do Livro de Londres deste ano estão a ser criticados por terem apenas convidado autores chineses aprovados pelo Estado, deixando de fora importantes escritores exilados como Bei Ling. Leia aqui.
A Amazon anunciou a suspensão do contrato de venda da Digital Manga Publishing, editora especializada em mangas eróticas, por considerar que alguns dos seus yaoi (romances homossexuais masculinos) vão contra as políticas da empresa. A medida está a causar polémica, já que a Amazon continua a permitir no seu sistema a venda de vários outros títulos de teor igualmente explícito. Leia aqui.
«A Apple está a ser acusada por um grupo de escritores chineses de estar a vender os seus livros de forma ilegal através do iTunes.» Ler no Sol.
A ausência do favorito The Stranger’s Child, escrito pelo homossexual Alan Hollinghurst, nos finalistas do Prémio Man Booker de 2011, causou surpresa a alguns críticos litérarios, que sugeriram a possibilidade de o autor ter sido discriminado pelas suas preferências sexuais. Agora a colunista Cath Murphy reacende o debate com a questão: merecem os autores homossexuais ser tratados de forma especial? Leia aqui.
De tempos em tempos, a publicação de uma nova edição de Mein Kampf, livro escrito por Adolf Hitler e originalmente publicado em 1925, volta a ser alvo de debate, já que o Governo da Baviera alega ter os direitos da obra e não hesita em adotar medidas legais contra quem a queira devolver às livrarias alemãs. Leia aqui.
«Os livros electrónicos (eBooks) são a novidade em termos de processos em tribunal. Em causa parece estar o preço dos mesmos. De acordo com o Wall Street Journal cinco editoras norte-americanas foram levadas a tribunal por alegadamente terem combinado preços, levando a um aumento dos mesmos.» Ler no Sol.
O Research Works Act, apresentado no Congresso norte-americano a 16 de dezembro, é a prova definitiva de que as editoras académicas já não estão do lado dos cientistas. Leia aqui.
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«O dicionário de língua portuguesa Houaiss corre o risco de ser retirado de circulação no Brasil, em função de uma ação civil pública que acusa a publicação de difundir expressões preconceituosas a respeito da etnia cigana.» Ler no Diário Digital e no Correio da Manhã.
À margem da sua participação no Correntes d'Escritas 2012, Manuel Moya defendeu que «hoje, mais do que nunca, precisa-se de um 25 de abril». O autor espanhol afirmou ainda que o seu livro Cinzas de Abril foi uma forma de «pagar uma dívida com Portugal». Ler no Diário Digital.
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A Romance Writers Ink de Oklahoma criou uma polémica ao proibir que histórias sobre o amor entre pessoas do mesmo sexo participem no seu concurso literário. Devido à pressão da comunidade literária, a organização foi obrigada a cancelar o concurso e pedir desculpa através de uma declaração que, mesmo assim, não parece suficiente para os que se sentiram ofendidos. Leia aqui.
Apesar de os filmes da saga Harry Potter nunca terem sido reconhecidos pela Academia, há quem acredite que o último capítulo da história do feiticeiro merecia uma nomeação. É o caso da jornalista do Huffington Post Linda Kenney Baden, que sugeriu que seria talvez altura de os fãs organizarem um boicote. Leia mais aqui.
«O PS pediu esta segunda-feira esclarecimentos ao governo sobre o encerramento da Livraria Camões no Rio de Janeiro, que pertence à Imprensa Nacional Casa da Moeda, e que é “unanimemente considerada um marco cultural da presença portuguesa no Brasil”.» Ler no Público.
A partir de 2015, o IVA dos e-books será baseado no país onde o cliente vive; até lá, o IVA dos livros digitais basear-se-á no país onde o vendedor se encontra. E, na Europa, a casa da Amazon é o Luxemburgo. Leia aqui.
Uma loja Waterstone’s em Huddersfield, no Reino Unido, apresentava um autocolante de recomendação na obra de Adolf Hitler, acompanhado de uma nota dos funcionários que afirmava que o livro era uma leitura essencial para toda a gente. A Waterstone’s pediu desculpa pelo comportamento dos funcionários em Huddersfield, mas afirma que não estavam a promover activamente o livro, pois acreditam que os seus clientes conseguem formar as suas próprias opiniões. Leia aqui.
As opiniões deixadas pelo crítico na caixa de comentários da Amazon suscitaram um processo desenrolado pelo autor do livro, Chris McGrath. Ler mais aqui.
A gigante norte-americana já é conhecida pelas suas políticas rígidas relativamente aos preços dos seus e-books. O processo de ajustamento de preço é feito de forma automática, e por isso um pouco arriscado. Foi exactamente isso o que aconteceu a James Crawford, autor do livro Blood Soaked and Contagious. James Crawford promoveu o seu livro seguindo todas as regras da Amazon, incluindo ofereceu três capítulos no Nook Store. Automaticamente a Amazon reconheceu esses exemplares como sendo o livro completo, e colocou o preço em zero dólares. Apesar da queixa imediata de Crawford, a Amazon não compensou o autor pelo dinheiro perdido. Ler artigo aqui.
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«O escritor indiano Salman Rushdie anunciou a sua vitória na disputa que mantinha com o Facebook. A rede social queria obrigá-lo a identificar-se pelo primeiro nome, Ahmed, não permitindo que usasse o nome do meio e pelo qual é conhecido em todo o mundo, Salman.» Ler mais no Público.
«A romancista inglesa Jane Austen (1775-1817), autora de livros como Sensibilidade e Bom Senso ou Orgulho e Preconceito, dos quais não será excessivo afirmar que inventaram o romance moderno, pode ter sido envenenada com arsénico.» Ler mais no Público.
«Uma obra escrita no século XVI pelo historiador português Damião de Góis, cujo valor era estimado em 18500 euros, foi roubada em Outubro da Feira do Livro de Frankfurt, indicou esta quarta-feira a polícia daquela cidade alemã.» Ler mais no Público.

A Google está a ser acusada de influenciar os resultados das pesquisas, fazendo com que os seus serviços apareçam no topo das listas de resultados em vez dos da concorrência. Um comité do Senado Judiciário norte-americano e a US Federal Trade Commission estão a investigar se a empresa está a abusar da sua posição dominante no mercado e a infringir as leis anti-trust, o que Eric Schmidt, director executivo da Google, persiste em refutar. Para ler mais na BBC.
«A polémica em torno de O Último Segredo, o último romance de José Rodrigues dos Santos, em que o pivot da RTP se propõe revelar a "verdadeira identidade" de Jesus Cristo, está para durar. Depois de o Secretariado Nacional da Pastoral Católica ter acusado o escritor de "escrever centenas de páginas sem saber do que fala", Rodrigues dos Santos lembrou ontem que a Igreja Católica não negou nenhuma das afirmações constantes do seu livro e aproveitou para reiterar a tese segundo a qual Cristo não era cristão e Maria podia não ser virgem.» Ler no Público.
«A ex-ministra da Cultura e actual deputada do PS, Gabriela Canavilhas, fez ontem duras críticas, em declarações ao CM, à proposta de Orçamento do Estado para 2012 para a Secretaria de Estado da Cultura, que diz conter a "maior redução orçamental de sempre", numa diminuição de 17,4 por cento em relação ao que o Ministério da Cultura tinha.» Ler no Correio da Manhã.



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