
N.º 96, 3.º Esquerdo
1100-232 Lisboa
Numa altura em que o dinheiro escasseia, há quem se pergunte o por quê de a leitura continuar, para muita gente, a ser uma prioridade. Para o The Guardian, contudo, a resposta é simples: ler é uma necessidade humana. Leia aqui.
Segundo o blogue The Paris Review, os livros eróticos e pornográficos foram, ao longo dos tempos, uma das principais paixões das bibliotecas mundiais, assumindo mesmo um importante papel na sociedade. Leia aqui.
Um estudo recente da Southern Methodist University indica que a tecnologia é um forte incentivo à leitura, pelo menos no que diz respeito ao sexo masculino. Na investigação, foram dados Kindles com e-books a 199 alunos do ensino básico, e, depois de dois meses de utilização, os rapazes tinham aumentado consideravelmente o valor dado à leitura. O mesmo não se verificou nas raparigas, que continuaram a preferir os livros tradicionais. Leia aqui e aqui.
Um em cada cinco americanos leu pelo menos um e-book no ano passado, mas a maioria fê-lo no computador. É esta a conclusão de um estudo realizado pela Pew Research Center a 3 mil americanos, que remete para segundo plano a leitura digital em e-readers, smartphones e tablets. Leia aqui.
Um estudo recente, realizado pela Gallup, vem demonstrar que está errada a ideia generalizada de que antigamente, quando não existia Internet, se liam mais livros do que agora. Na verdade, os dados recolhidos provam precisamente o contrário, ainda que, como é natural, «quantidade» não signifique «qualidade». Leia aqui.
Psicólogos da Universidade de Washington acreditam que ler estimula o cérebro humano. Independentemente do formato, impresso ou digital, o importante é que se leia. Leia no The Guardian.
Tem vergonha de admitir que às vezes passa páginas num livro? Será que é assim tão importante ler alguns livros na íntegra? Descubra aqui.
Será que organizar os livros por ordem alfabética é um comportamento obsessivo-compulsivo? E, se se organizar por géneros, a Ilíada é considerada história ou poesia? Leia aqui.
Um inquérito realizado no Reino Unido sugere que os britânicos nunca leram 70% dos livros nas suas estantes. Quatro em dez inquiridos admitiram só ter os livros na estante como exposição. Leia mais aqui.
Antes do lançamento da saga em formato digital, o sítio Web de J. K. Rowling está a realizar um inquérito de hábitos de leitura. Entre as perguntas estão não só o país de residência e a idade mas também quantas vezes lêem e-books e qual o e-reader que utilizam. A pergunta mais interessante será, talvez, a número 15 — «Porque é que não estaria interessado em comprar e-books de Harry Potter?» —, cujas opções de resposta são: «porque já tenho a versão impressa», «são capazes de ser demasiado caros para mim», «não tenho cartão de crédito/débito para compras on-line» ou ainda «outro (por favor, elaborar)». Veja mais aqui.
O Público falou com alguns dos reclusos de três das 49 cadeias portuguesas para tentar perceber o papel do livro nestes estabelecimentos. Leia mais aqui.
Investigadores alemães concluíram que pessoas de diferentes idades lêem tão bem em iPads e kindles, como os livros tradicionais. De acordo com o estudo, os mais idosos lêem ainda mais rápido nos iPads do que no kindle ou nos livros tradicionais, apesar de a preferência recair sempre neste último. Para ver mais aqui.
Com o desaparecimento do fundador e grande mentor do Projecto Gutenberg, Juan Luís Chulilla pensa nos impactos do projecto e no contributo para o acesso universal à cultura de que Hart foi responsável. Para ler o artigo de opinião aqui.
Tal como em Portugal, também o Brasil incluirá, num estudo sobre os hábitos de leitura da população, o impacto do e-book. Para ler aqui.
Investigadores da Universidade de Buffalo desenvolveram um estudo com 140 estudantes a partir de textos de J. K. Rowling e Stephenie Meyer. Shira Gabriel, responsável pela investigação afirma que "My study definitely points to reading fulfilling a fundamental need – the need for social connection». Para saber mais sobre os procedimentos e conclusões do estudo, ler o artigo no The Guardian.

Nos últimos 12 meses, o número de leitores em suportes digitais aumentou para quase o dobro nos EUA. Para além disso, um em cada seis americanos que não tem um e-reader, tenciona adquiri-lo nos próximos seis meses, o que pressagia um avultado crescimento da indústria em território norte-americano. Os géneros mais lidos pela comunidade do tio Sam parecem ser o crime, o thriller e a ficção científica. Ler aqui.

As bibliotecas de Cumbria, cidade rural no Noroeste de Inglaterra, implementaram um serviço gratuito de download de mais de 600 livros áudio. Este serviço, disponível a qualquer hora do dia, está em amplo crescimento, estando prevista a inclusão de novos títulos todos os meses. Ver mais na BBC.
Os mais jovens preferem as redes sociais, os telemóveis e os computadores aos livros. A iliteracia na idade adulta parece ser um problema consequente desta nova tendência. Para ler aqui.
Um estudo levado a cabo pelo National Literacy Trust apurou que há um contraste significativo nos hábitos de leitura dos mais jovens, sendo que um em cada seis não lê um livro num mês e, diametralmente, um em cada dez diz ler mais de uma dezena no mesmo período de tempo. Para ler aqui.
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Por John Miedem. Ler aqui.

As mulheres usam mais os e-readers, os homens os tablets. E, das mulheres, 30 por cento são de idade superior aos 55 anos. Ler aqui.
«Há mais jovens a considerar que a leitura é importante para a sua vida pessoal. Em 2007, entre os que tinham 15 a 24 anos, 30,6% consideraram-na "muito importante". Em Março passado, neste grupo etário, já eram 52,4% os que afirmaram o mesmo. Este aumento da ordem dos 20 % regista-se entre o primeiro e o quinto ano de vigência do Plano Nacional de Leitura (PNL), frisa-se no relatório de avaliação externa daquele programa, que será hoje apresentado em Lisboa.» Ler no Público.

«O comissário do Plano Nacional de Leitura (PNL), Fernando Pinto do Amaral, defendeu hoje a manutenção da taxa de IVA de seis por cento na área do livro, para que este continue a ser "um objecto de cultura essencial para as famílias".» Ler no Diário Digital.
Apesar de o mercado digital ser apelativo, a oferta editorial é escassa, e os universitários continuam a preferir o livro físico. Ler aqui.
«Ler ao mesmo tempo que se apanha um banho de sol já é possível em Nova Iorque onde foi criado um clube de leitura para mulheres em topless.» Para ler no Diário de Notícias.
A partir de um estudo feito no Reino Unido, concluiu-se que os leitores de e-books não só investem no formato digital, como também gastam mais em livros áudio e impressos do que os restantes leitores. Daqui.
Para investigar aqui.
Como ler mais livros clássicos. Ver aqui.
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«From the research we've conducted to create our white-paper “The Rise of the e-book”, it appears the shape of the e-book market is dictated by a convergence of e-book content and the devices that support them. These dual forces can mean the marketplace isn't always the easiest to map, however current research suggests that both elements will encourage the migration of consumers from dedicated e-reading devices to tablets.» Ler na íntegra aqui.
Mas reconhecem ser difícil fazer trabalhos e relatórios no tablet da Apple. Leia as conclusões do estudo da Universidad a Distancia de Madrid (UDIMA), que estudou a funcionalidade do iPad e respectiva aplicação a estudos universitários à distância, aqui. Via Ler ebooks.
Há cada vez menos mulheres a escrever obras de ficção científica e os leitores parecem preferir os livros de autores masculinos. Nm inquérito recente, realizado pelo Guardian, para conhecer os livros de ficção científica preferidos dos leitores, de um total de mais de 500 títulos, apenas 18 eram da autoria de escritoras. Será este um género literário sexista? Leia aqui.
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Desde 2009, o número de pessoas proprietárias de e-readers (exceptuando tablets multifuncionais como o iPad e outros) nos Estados Unidos quadruplicou, ascendendo a uma percentagem de 8,7 (20,6 milhões de pessoas) do total da população americana. O estudo realizado pela eMarketer revelou ainda que, até 2012, espera-se que 12 por cento da população adulta americana – o equivalente a 28,9 milhões de indivíduos, possua um e-reader. Saiba mais aqui.
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Ler aqui. Via Andanças Medievais.
Consulte a lista liderada por Cambridge, Massachusetts, no Omnivoracious.
A crescente procura de livros electrónicos obriga à sua disponibilização mais rápida. Na prática, significa que os leitores alemães acabam por ler mais obras em inglês do que na língua nativa. Ainda que no imediato a tendência possa não ser relevante, a longo prazo pode ditar hábitos. Ver mais aqui.
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Discussão no London Book Fair.
Tema desenvolvido aqui. Via twitter de José Afonso Furtado.
«Se venden libros en todas partes. ¿Cómo puede ser que en el mundo se produzcan más libros y haya más lugares donde se venden libros si fuese cierto que la gente demanda menos libros?» Ler o artigo de Manuel Mora y Araujo.
Acaba de sair um estudo que analisa a relação dos estudantes com os vários suportes de leitura digital. O público-alvo foram estudantes do Queens College (EUA): «To learn whether e-book readers have become widely popular among college students, this study surveys students at one large, urban, four-year public college. The survey asked whether the students owned e-book readers and if so, how often they used them and for what purposes. Thus far, uptake is slow; a very small proportion of students use e-readers. These students use them primarily for leisure reading and continue to rely on print for much of their reading. Students reported that price is the greatest barrier to e-reader adoption and had little interest in borrowing e-reader compatible e-books from the library». Ver estudo aqui.
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Entrevista ao editor Michael Krüger, da Hanser, ao jornal El País.
O mais recente estudo realizado pelo Centro Internacional de Tecnologías Avanzadas da Fundação Germán Sánchez Ruipérez, sobre os hábitos dos leitores de livros digitais com mais de 55 anos, veio acabar com alguns dos mitos ligados às novas tecnologias. De acordo com o estudo, os leitores mais idosos são receptivos aos e-books, apesar de alguns receios e dificuldades iniciais. Saiba mais aqui. Via Ler ebooks.
Um estudo da Universidade de Princeton conclui que «as telas e fontes dos e-readers não criam uma relação que propicie o conhecimento entre o conteúdo e o seu leitor.» Ao que parece, a sua forma simples de apresentação incentiva o cérebro a ser preguiçoso. Via eBook Portugal.
Veja o vídeo abaixo que tem por pano de fundo um estudo feito pela Fundación Germán Sánchez Ruipérez, dedicado à leitura de livros digitais.
Via O Bicho dos Livros.
Está disponível on-line um estudo que analisa o impacto sociocultural das bibliotecas francesas na comunidade. Ler aqui . Via twitter JAF.
Ler aqui.
São maioritariamente do sexo masculino, jovens e possuem um histórico maior de experiência com tecnologia, dedicando parte considerável do tempo a ver filmes, televisão e a ler notícias e livros. Ver aqui.
Um estudo realizado nos Estados Unidos da América revelou que 25% dos leitores de banda desenhada têm mais de 65 anos. Ler no Brave New World.
«A expansão dos livros e dos leitores digitais pode levar as crianças a colocar a leitura entre as actividades que gostam de fazer nos seus tempos livros. Esta é uma das conclusões apontadas por um estudo do grupo Scholastic e da empresa de consultoria em pesquisa e marketing Harrison Group.» Ler no Diário de Notícias.
Ler aqui.
Um estudo feito pela empresa de estatísticas LibScan revelou que são requisitados mais livros de ficção que não ficção, atingindo os 50% dos livros requisitados, enquanto que a não ficção fica pelos 20%. Ler mais aqui.
Leia as cinco vantagens da leitura digital e as cinco vantagens da leitura em papel. Via twitter JAF.
Quem pergunta é Arielle Ford, no Huffington Post.



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