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De acordo com um estudo realizado pelo Pew Research Center’s Internet & American Life Project conduzido durante o ano passado sobre hábitos de leitura e bibliotecas, 94 por cento dos pais inquiridos afirma que as bibliotecas são importantes para as crianças, na medida em que ajudam a cultivar hábitos de leitura entre as crianças. Para ler aqui.
Na era em que reinam os leitores de livros digitais e os tablets, os estudos mostram que, ainda assim, ler em papel é mais vantajoso para o desenvolvimento intelectual. Para ler aqui.
Um estudo sobre atitudes de consumidores em relação à leitura de livros digitais veio demonstrar que os tablets são, cada vez mais, os aparelhos preferidos dos leitores, destronando assim, os e-readers. Para ler aqui.
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Nova campanha de descontos. Novidades 2013: [Lisboa] Produção Gráfica, Comunicação Editorial, Livro Infantil, Escrevi um livro. E agora? [Porto] Novo Acordo Ortográfico, Revisão de Texto - nível intermédio.
Na semana passada, em declarações ao The Guardian, o autor Mohsin Hamid afirmou que a tecnologia comprimiu e alterou o modo como as pessoas leem. Mas, o que mudou, especificamente? Para ler no The Guardian.
A preocupação surge depois de um estudo envolvendo cerca de 300 mil alunos ter revelado que a maior parte das crianças lê livros direcionados para idades inferiores à sua. Para ler aqui.
A rede social literária Goodreads questionou os seus utilizadores sobre o que os convenceu a ler um determinado livro. As recomendações feitas por amigos encabeçam a lista. Para ler aqui.
Um estudo realizado no Reino Unido mostra que um quarto da população adulta raramente escolhe ler por entretenimento e evoca a falta de tempo para se dedicar à leitura. Para ler aqui.
Um estudo realizado por uma equipa de psicólogos veio provar que a leitura interativa com as crianças pode potenciar o aumento do QI. Para ler aqui.
De acordo com a quarta edição de um relatório realizado pela Scholastic, 58 por cento das crianças americanas preferem ler livros em formato impresso, apesar de já terem contactado com e-books. Para ler aqui.
Um estudo realizado pela Scholastic sobre os hábitos de leitura de crianças e jovens entre os 6 e os 17 anos revela que 46 por cento das crianças norte-americanas já leu um e-book, registando-se um crescimento de 21 por cento em relação ao último estudo realizado há dois anos. Via Ler ebooks.
A comprová-lo está um estudo recente conduzido pelo Pew Research Center que mostra que, enquanto há cada vez mais pessoas a ler livros em formato digital, se tem registado uma diminuição no número de indivíduos que lê livros impressos. Para ler aqui. Via eBook Portugal.
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Coleção «Protagonistas da Edição», 1.º volume Fernando Guedes: O decano dos editores portugueses disponível para encomenda através do e-mail encomendas@booktailors.com, por 10,80 €, com portes de envio incluídos (válido para território nacional).
Apesar de alguns dados recentes darem conta de um crescente declínio do mercado de leitores de livros digitais, a verdade é que os e-readers ainda não morreram. Saiba porquê aqui.
Hoje, a Nova Delphi participa numa sessão de sensibilização sobre o livro e a leitura na Escola Gonçalves Zarco, no Funchal. A editora oferecerá ainda 100 livros para a biblioteca escolar e apresentará o projeto Ler Digitalmente, a ser implementado nesta escola. Para ler aqui.
Um estudo realizado pela plataforma OverDrive e pela American Library Association revela que utentes de bibliotecas públicas que fazem empréstimos de e-books também são compradores de livros impressos ou digitais. Para ler aqui.
Ler não é apenas um exercício intelectual. A leitura é um ato que envolve também o corpo. Por esse motivo, ler um livro num Kindle não é realizar um ato de leitura propriamente dito. Saiba porquê aqui.
Embora as estatísticas apontem um crescimento assinalável nas vendas de e-books de ficção, a verdade é que a taxa de crescimento tem registado alguma desaceleração. Para ler aqui.
Um estudo apresentado recentemente num encontro de médicos oftalmologistas em Chicago comprovou que pessoas com perda de visão conseguem ler cerca de 15 palavras a mais por minuto em tablets. Saiba mais aqui.
As redes sociais e os blogues são cada vez mais os lugares de eleição dos leitores para buscar recomendações de livros. Para ler aqui. Via Moleskine Literario.
De acordo com um estudo levado a cabo por investigadores da Universidade de Stanford, nos Estados Unidos, a leitura é uma atividade muito importante para o exercício do cérebro. Para ler aqui.
Um estudo realizado pela Bowker revelou que 55 por cento dos compradores de livros infantojuvenis são de idade superior a 18 anos e que 78 por cento desses compradores compram livros do género para consumo próprio. Para ler aqui.
«Numa sociedade cada vez mais apressada, a leitura nos transportes públicos é uma forma de se aproveitar o tempo gasto nas deslocações entre casa e o trabalho. E, pela comodidade, o comboio é onde mais se lê.» Ler no Público.
Um estudo recente revelou que duas horas de leitura noturna num aparelho de leitura com backlight pode originar dificuldades em dormir. Para ler aqui.
Um estudo levado a cabo no Reino Unido pela Pearson, junto de cerca de 400 professores, revelou que as crianças perdem o prazer da leitura cerca dos 11 anos. De acordo com os professores inquiridos, as crianças dispõem apenas de curtos períodos de atenção e, por isso, preferem passar mais tempo online em vez de ler. Para ler aqui e aqui.
Segundo um estudo realizado pela Wook, 54 por cento dos portugueses inquiridos afirmam ler em tablets, smartphones e readers, preferindo este tipo de dispositivo móvel ao computador. Saiba mais aqui. Via eBook Portugal.
Muitos podem continuar a defender que a leitura é um ato solitário, mas, considerando a quantidade de recursos e aplicações integradas nos aparelhos de leitura digital, essa ideia deveria ser repensada. Para ler aqui.
Com a tecnologia a permitir uma crescente fragmentação e transformação dos livros como os conhecemos e um acesso cada vez mais fácil e generalizado à literatura e a todos os seus agentes, a cultura poderá deixar de ser universalmente compreensível e será cada vez mais difícil à sociedade partilhar uma narrativa cultural. Para ler aqui.
A Delay App partiu de três editoras holandesas, que, apercebendo-se da popularidade dos smartphones e dos tablets, decidiram criar uma aplicação que permita aos utilizadores dos aparelhos a leitura em breves espaços de tempo, como quando se espera pelo comboio ou pelo autocarro. Para ler aqui.
Um estudo realizado pelo Joan Ganz Cooney Center, uma instituição não lucrativa dedicada ao estudo e à promoção da leitura para crianças, revelou que, dos 1200 pais inquiridos sobre que suporte preferem usar para ler histórias aos filhos e que os filhos preferem, a maioria respondeu «livros impressos». Para ler aqui.
O projeto «A Leitura Digital – Transformação do incentivo à leitura e das instituições do livro», que visa compreender o fenómeno da leitura digital e o seu impacto na promoção da leitura e na atividade das bibliotecas e setor editorial, necessita de leitores para a realização de grupos de discussão. Para isso, só é necessário responder ao questionário disponível aqui. As conclusões do projeto, realizado ao abrigo do protocolo estabelecido entre o Centro de Investigação e Estudos em Sociologia do Instituto Universitário de Lisboa e a Fundação Calouste Gulbenkian, serão conhecidas no segundo trimestre do próximo ano.
A Orange anunciou recentemente o fim do patrocínio ao prémio literário feminino com a sua marca. Esta vaga vai certamente gerar uma competição renhida entre os candidatos a novo patrocinador, dada a popularidade do prémio. No entanto, será necessário que exista, na atualidade, uma distinção exclusivamente direcionada para autoras femininas, deixando os homens de fora? Para ler aqui.
Enquanto nas faixas mais jovens o consumo de e-books parece estar a estagnar. É o que mostra um estudo de mercado realizado pela Bowker. Para ler no The Guardian.
No sítio do The Guardian, 15 autores discutem a importância da releitura e revelam os livros que releem com maior frequência. Leia aqui e aqui.
Graças aos e-readers, os leitores de romances eróticos já não correm o risco de embaraço público, e as editoras podem lucrar cada vez mais, pois as vendas de livros do género têm crescido exponencialmente. Fifty Shades of Grey é um exemplo disso. Leia aqui.
Numa altura em que o dinheiro escasseia, há quem se pergunte o por quê de a leitura continuar, para muita gente, a ser uma prioridade. Para o The Guardian, contudo, a resposta é simples: ler é uma necessidade humana. Leia aqui.
Segundo o blogue The Paris Review, os livros eróticos e pornográficos foram, ao longo dos tempos, uma das principais paixões das bibliotecas mundiais, assumindo mesmo um importante papel na sociedade. Leia aqui.
Um estudo recente da Southern Methodist University indica que a tecnologia é um forte incentivo à leitura, pelo menos no que diz respeito ao sexo masculino. Na investigação, foram dados Kindles com e-books a 199 alunos do ensino básico, e, depois de dois meses de utilização, os rapazes tinham aumentado consideravelmente o valor dado à leitura. O mesmo não se verificou nas raparigas, que continuaram a preferir os livros tradicionais. Leia aqui e aqui.
Um em cada cinco americanos leu pelo menos um e-book no ano passado, mas a maioria fê-lo no computador. É esta a conclusão de um estudo realizado pela Pew Research Center a 3 mil americanos, que remete para segundo plano a leitura digital em e-readers, smartphones e tablets. Leia aqui.
Um estudo recente, realizado pela Gallup, vem demonstrar que está errada a ideia generalizada de que antigamente, quando não existia Internet, se liam mais livros do que agora. Na verdade, os dados recolhidos provam precisamente o contrário, ainda que, como é natural, «quantidade» não signifique «qualidade». Leia aqui.
Psicólogos da Universidade de Washington acreditam que ler estimula o cérebro humano. Independentemente do formato, impresso ou digital, o importante é que se leia. Leia no The Guardian.
Tem vergonha de admitir que às vezes passa páginas num livro? Será que é assim tão importante ler alguns livros na íntegra? Descubra aqui.
Será que organizar os livros por ordem alfabética é um comportamento obsessivo-compulsivo? E, se se organizar por géneros, a Ilíada é considerada história ou poesia? Leia aqui.
Um inquérito realizado no Reino Unido sugere que os britânicos nunca leram 70% dos livros nas suas estantes. Quatro em dez inquiridos admitiram só ter os livros na estante como exposição. Leia mais aqui.
Antes do lançamento da saga em formato digital, o sítio Web de J. K. Rowling está a realizar um inquérito de hábitos de leitura. Entre as perguntas estão não só o país de residência e a idade mas também quantas vezes lêem e-books e qual o e-reader que utilizam. A pergunta mais interessante será, talvez, a número 15 — «Porque é que não estaria interessado em comprar e-books de Harry Potter?» —, cujas opções de resposta são: «porque já tenho a versão impressa», «são capazes de ser demasiado caros para mim», «não tenho cartão de crédito/débito para compras on-line» ou ainda «outro (por favor, elaborar)». Veja mais aqui.
O Público falou com alguns dos reclusos de três das 49 cadeias portuguesas para tentar perceber o papel do livro nestes estabelecimentos. Leia mais aqui.
Investigadores alemães concluíram que pessoas de diferentes idades lêem tão bem em iPads e kindles, como os livros tradicionais. De acordo com o estudo, os mais idosos lêem ainda mais rápido nos iPads do que no kindle ou nos livros tradicionais, apesar de a preferência recair sempre neste último. Para ver mais aqui.
Com o desaparecimento do fundador e grande mentor do Projecto Gutenberg, Juan Luís Chulilla pensa nos impactos do projecto e no contributo para o acesso universal à cultura de que Hart foi responsável. Para ler o artigo de opinião aqui.
Tal como em Portugal, também o Brasil incluirá, num estudo sobre os hábitos de leitura da população, o impacto do e-book. Para ler aqui.
Investigadores da Universidade de Buffalo desenvolveram um estudo com 140 estudantes a partir de textos de J. K. Rowling e Stephenie Meyer. Shira Gabriel, responsável pela investigação afirma que "My study definitely points to reading fulfilling a fundamental need – the need for social connection». Para saber mais sobre os procedimentos e conclusões do estudo, ler o artigo no The Guardian.

Nos últimos 12 meses, o número de leitores em suportes digitais aumentou para quase o dobro nos EUA. Para além disso, um em cada seis americanos que não tem um e-reader, tenciona adquiri-lo nos próximos seis meses, o que pressagia um avultado crescimento da indústria em território norte-americano. Os géneros mais lidos pela comunidade do tio Sam parecem ser o crime, o thriller e a ficção científica. Ler aqui.

As bibliotecas de Cumbria, cidade rural no Noroeste de Inglaterra, implementaram um serviço gratuito de download de mais de 600 livros áudio. Este serviço, disponível a qualquer hora do dia, está em amplo crescimento, estando prevista a inclusão de novos títulos todos os meses. Ver mais na BBC.
Os mais jovens preferem as redes sociais, os telemóveis e os computadores aos livros. A iliteracia na idade adulta parece ser um problema consequente desta nova tendência. Para ler aqui.
Um estudo levado a cabo pelo National Literacy Trust apurou que há um contraste significativo nos hábitos de leitura dos mais jovens, sendo que um em cada seis não lê um livro num mês e, diametralmente, um em cada dez diz ler mais de uma dezena no mesmo período de tempo. Para ler aqui.
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Desconto de 50% até ao final do ano para desempregados e recém-licenciados. Consulte a oferta de formação da Booktailors na barra lateral do blogue.
Por John Miedem. Ler aqui.

As mulheres usam mais os e-readers, os homens os tablets. E, das mulheres, 30 por cento são de idade superior aos 55 anos. Ler aqui.
«Há mais jovens a considerar que a leitura é importante para a sua vida pessoal. Em 2007, entre os que tinham 15 a 24 anos, 30,6% consideraram-na "muito importante". Em Março passado, neste grupo etário, já eram 52,4% os que afirmaram o mesmo. Este aumento da ordem dos 20 % regista-se entre o primeiro e o quinto ano de vigência do Plano Nacional de Leitura (PNL), frisa-se no relatório de avaliação externa daquele programa, que será hoje apresentado em Lisboa.» Ler no Público.

«O comissário do Plano Nacional de Leitura (PNL), Fernando Pinto do Amaral, defendeu hoje a manutenção da taxa de IVA de seis por cento na área do livro, para que este continue a ser "um objecto de cultura essencial para as famílias".» Ler no Diário Digital.
Apesar de o mercado digital ser apelativo, a oferta editorial é escassa, e os universitários continuam a preferir o livro físico. Ler aqui.
«Ler ao mesmo tempo que se apanha um banho de sol já é possível em Nova Iorque onde foi criado um clube de leitura para mulheres em topless.» Para ler no Diário de Notícias.
A partir de um estudo feito no Reino Unido, concluiu-se que os leitores de e-books não só investem no formato digital, como também gastam mais em livros áudio e impressos do que os restantes leitores. Daqui.
Para investigar aqui.
Como ler mais livros clássicos. Ver aqui.
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«From the research we've conducted to create our white-paper “The Rise of the e-book”, it appears the shape of the e-book market is dictated by a convergence of e-book content and the devices that support them. These dual forces can mean the marketplace isn't always the easiest to map, however current research suggests that both elements will encourage the migration of consumers from dedicated e-reading devices to tablets.» Ler na íntegra aqui.
Mas reconhecem ser difícil fazer trabalhos e relatórios no tablet da Apple. Leia as conclusões do estudo da Universidad a Distancia de Madrid (UDIMA), que estudou a funcionalidade do iPad e respectiva aplicação a estudos universitários à distância, aqui. Via Ler ebooks.
Há cada vez menos mulheres a escrever obras de ficção científica e os leitores parecem preferir os livros de autores masculinos. Nm inquérito recente, realizado pelo Guardian, para conhecer os livros de ficção científica preferidos dos leitores, de um total de mais de 500 títulos, apenas 18 eram da autoria de escritoras. Será este um género literário sexista? Leia aqui.
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Desde 2009, o número de pessoas proprietárias de e-readers (exceptuando tablets multifuncionais como o iPad e outros) nos Estados Unidos quadruplicou, ascendendo a uma percentagem de 8,7 (20,6 milhões de pessoas) do total da população americana. O estudo realizado pela eMarketer revelou ainda que, até 2012, espera-se que 12 por cento da população adulta americana – o equivalente a 28,9 milhões de indivíduos, possua um e-reader. Saiba mais aqui.
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Ler aqui. Via Andanças Medievais.
Consulte a lista liderada por Cambridge, Massachusetts, no Omnivoracious.
A crescente procura de livros electrónicos obriga à sua disponibilização mais rápida. Na prática, significa que os leitores alemães acabam por ler mais obras em inglês do que na língua nativa. Ainda que no imediato a tendência possa não ser relevante, a longo prazo pode ditar hábitos. Ver mais aqui.
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Discussão no London Book Fair.
Tema desenvolvido aqui. Via twitter de José Afonso Furtado.



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