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Blogtailors - o blogue da edição

Professores criticam manuais do Grupo LeYa

28.05.10
«Editora LeYa acusada de lançar livros sem qualidade com base em sugestões dispersas dos docentes.

Os quatro manuais escolares que vão ser comercializados pela LeYa já no próximo ano lectivo, com base em sugestões de dois mil professores, vão ser "uma manta de retalhos" e não terão a "qualidade necessária". As opiniões são partilhadas por professores e pais. Paulo Guinote, professor e autor do blogue A Educação do Meu Umbigo, que se recusou a participar neste projecto.»

Estes quatro livros são o resultado de uma experiência interactiva de desenvolvimento «comunitário» de livros escolares que o grupo LeYa efectuou com um grupo de professores e que levanta, agora, suspeitas de falta de qualidade e críticas pela não remuneração dos professores participantes no projecto. Via Diário de Notícias.

Feira do Livro do Funchal 2010: Programação do dia

28.05.10
13h00
Abertura Stands de Exposição
Stands

14h00/17h00
«Speakers Corner» por Teatro Experimental do Funchal
Placa Central Av. Arriaga

14h00/19h00
Feira da Amizade (Sec. Regional de Educação e Cultura)
Jardim Municipal

16h00
Contadores de Histórias, Biblioteca Infantil e Jogos Didáticos
Espaço Infantil

17h00
Conversas com… Carlos Vale Ferraz
Pavilhão dos Autores

17h00/20h00
Os Autores e o Público – Autógrafos
Stands

18h00
Apresentação de Livros
Pavilhão dos Autores

19h00
Apontamento Grupo Musical Xarabanda
Praça da Restauração

20h20
1.ª Edição «PechaKucha Night Funchal»
Pavilhão dos Autores

21h00
Encerramento Stands de Exposição
Stands

21h30
Teatro – Vou-te Bater! F@cebook" por Com.Tema
Teatro Municipal

22h00
Concerto com Velhos Hóteis
Café do Teatro

Ver mais aqui.

Opinião: «Companheiro, amigo, palhaço, deste circo que é a vida», por Pedro Bernardo

28.05.10
«COMPANHEIRO, AMIGO, PALHAÇO, DESTE CIRCO QUE É A VIDA»,
por Pedro Bernardo (*)

Mais um ano, mais uma polémica. A Feira do Livro parece ter o condão de dar sucessivos tiros no pé, não importa para onde aponte. A organização parece também não ser capaz de traçar um rumo, cumpri-lo (e fazer cumpri-lo). O episódico fecho semanal mais cedo e a rábula «feira à chuva», com ordem (e comunicação ao público) de encerramento-que-afinal-já-não-é-porque-há-quem-não-cumpra, não prestigia a direcção da Feira e transmite uma ideia de bandalheira. O prolongamento, com pretextos anedóticos, começa a ser norma: a chuva, o Benfica campeão, meu Deus!, e, para não invocar o nome do Senhor em vão, a visita de Sua Santidade. Tudo serve para prolongar a facturação, que corria de feição, haja rolos.

Entretanto, dos atropelos à lei do preço fixo nos livros do dia, a organização não quer saber; da relação com os livreiros, companheiros e amigos no resto do ano, mas palhaços durante a Feira, também não, embora haja vozes que se insurgem contra isto (Booksmile, Antígona e Assírio & Alvim, honra lhes seja feita). É certo que, se os pequenos livreiros invocam este período em que não facturam como crucial para a sua existência, então provavelmente deveriam reequacionar o seu negócio. Mas também é verdade que o espírito com que a Feira foi concebida — apresentação ao público de fundos, que entretanto desapareceram do mercado — tem vindo a ser sistematicamente pervertido, com a conivência de quase todos e para conveniência de muitos. A rede livreira é parte essencial do sector, e as práticas de sã concorrência deveriam imperar.

Ciclicamente erguem-se vozes a perguntar por que razão coexistem na mesma associação entidades com interesses diferentes, embora complementares; outros perguntam o que faz a APEL em prol dos seus associados para além de lhes cobrar quotas e mais uns milhares pela inscrição no evento que organiza actualmente; outros ainda perguntam porque não tem cursos de formação profissional para as várias actividades que caem na sua alçada. Os mais cépticos perguntam para que serve. Os mais cínicos chamam a atenção para o facto de o ponto alto da actividade do sector ser a apresentação do seu produto a preço de saldo em barraquinhas. Os mais estóicos aguentam.

(*) Pedro Bernardo, licenciado pela Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, é director editorial de Edições 70, tendo ainda a seu cargo a produção da mesma editora, onde desempenha funções desde 2000. No seu percurso profissional, foi também tradutor e revisor.
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Feira do Livro de Lisboa 2010: Os números da Porto Editora

27.05.10
Em nota de imprensa, a Porto Editora anunciou um aumento de 40% no volume de vendas na edição deste ano da Feira do Livro de Lisboa, em relação a 2009. Recorde-se que a Porto Editora contou este ano com 18 stands das várias editoras e chancelas do Grupo, para além de três tendas de eventos.

VI Festival de Internacional de BD de Beja

27.05.10
«A edição de 2010 do Festival Internacional de Banda Desenhada de Beja bate o recorde de autores estrangeiros, países representados e exposições individuais e colectivas. Mesmo sem exposição, o belga Hermann (autor das séries Bernard Prince, Comanche, As Torres de Bois-Maury e Jeremiah, além de numerosos álbuns a solo) é umas estrelas da banda desenhada europeia que irá estar no próximo fim-de-semana em Beja, onde começa o VI Festival Internacional de BD.» Ler no Público.

Conferência «Whose Words»

27.05.10
Decorre hoje a segunda de duas sessões da conferência «Whose Words: alternative theories of authorship in Portuguese and American Poetry in the 20th Century», que conta com as participações de Srikanth Reddy, Richard Zenith, Margarida Vale do Gato, João Cabral de Melo Neto e Sharon Allen. Na Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa. Ver mais aqui e aqui.