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Blogtailors - o blogue da edição

Até 8 de junho, decorre o Books & Movies em Alcobaça

02.06.14
«A inauguração das exposições "Hans Christian Andresen" (no Armazém das Artes) e "Barbies Inês de Castro e outras Barbies fantásticas", que junta na Galeria de exposições temporárias do Mosteiro de Alcobaça mais de 300 bonecas, marcam o arranque do evento que levará a Alcobaça escritores como Eduardo Sá, Margarida Rebelo Pinto, Luísa Ducla Soares, Valter Hugo Mãe e Raquel Ochoa, entre outros.
Cineastas, autores de vídeos e documentários e Pilar Del Río, viúva do escritor José Saramago, são outra das presenças confirmadas no "Books & Movies"(...)». Ler no iOnline.

Já abriu a BookExpo America

02.06.14

 

A decorrer desde dia 28, a BookExpo America tem discutido questões como o mercado da concorrência e a Amazon (a propósito da mais recente contenda com a Hachette), bem como a cedência de poder feita pelas editoras à gigante da Internet.

 

Também na BEA, Jammes Patterson entregou os valores de uma segunda ronda de doações às livrarias independentes, desta vez às que promovam o livro infantil. Ler aquiaquiaqui e aqui.

Joana Pires Lopes vence Prémio de Literatura Infantil

02.06.14

 

«Chama-se De onde vêm as Bruxas? a obra com que Joana Margarida Pires Lopes acaba de vencer a 1.ª edição do Prémio de Literatura Infantil do Pingo Doce, na categoria de texto. O prémio, no valor monetário de 25 mil euros, será entregue à autora aquando do lançamento do livro, previsto para novembro.» Ler no Correio da Manhã.

 

«O júri que escolheu a obra de Joana Pires Lopes foi presidido por Zita Seabra, editora da Alêtheia Editores, e contou ainda com Eduardo Sá, Isabel Stilwell, Isabel Zambujal e Sara Miranda.

 

Em nota de imprensa, o júri justifica que procurava "uma história que tivesse o raro condão de conseguir associar a escrita terna e doce ao humor e que, em simultâneo, se evidenciasse pela originalidade", elogiando a "musicalidade que sobressai do ritmo do texto" da vencedora.» Ler no Público.

Alberto da Costa e Silva distinguido com o Prémio Camões 2014

02.06.14

 

«Uma distinção justa a um nome que merece um reconhecimento maior. O poeta brasileiro, memorialista, ensaísta e historiador especialista em África Alberto da Costa e Silva foi o escolhido do júri, é ele o Prémio Camões 2014, a distinção mais importante da criação literária em língua portuguesa. A escolha pode constituir uma supresa para alguns ( e foi-o para o próprio) mas a decisão foi tomada em unanimidade, anunciou o júri esta sexta-feira. Alberto da Costa e Silva, de 83 anos, sucede assim ao moçambicano Mia Couto, vencedor do Prémio Camões 2013.» Ler no Público.

 

«Alberto da Costa e Silva nasceu em 1931. Da sua infância, na casa grande do Piauí e chegada ao Rio de Janeiro, escreveu umas memórias. Intitulou-as, com ironia e gosto pelo paradoxo, Espelho do Príncipe, que lemos no exemplar da Biblioteca Nacional de Lisboa dedicado ao poeta Alberto de Lacerda. A par da sua carreira como diplomata, no âmbito da qual serviu como embaixador em Portugal (1989-1992), dedicou-se à poesia, ao ensaio e à investigação histórica. Tal como um outro diplomata brasileiro da sua geração, o grande historiador nordestino Evaldo Cabral de Melo (irmão do poeta e também diplomata João Cabral de Melo Neto), Costa e Silva deve ser considerado um dos maiores historiadores brasileiros da actualidade.» Leia o texto do historiador Diogo Ramada Curto no Público.

 

«O anúncio foi feito hoje [dia 30 de maio], em Lisboa, pelo júri, composto por Rita Marnoto, professora universitária, José Carlos Vasconcelos, jornalista, e os escritores Affonso Romano de Sant'Anna, António Carlos Secchin, José Eduardo Agualusa e Mia Couto, vencedor em 2013.

 

O júri justificou a escolha, por unanimidade, pela "elevada qualidade em todos os géneros" literários, aos quais Costa e Silva se dedicou, e salientou também a sua "escrita refinada", que construiu "pontes entre os povos".

 

Alberto Costa e Silva nasceu em São Paulo, em 1931. Membro da Academia Brasileira de Letras, que presidiu entre 2002 e 2003, é correspondente da Academia de Ciências de Lisboa e o décimo primeiro escritor brasileiro a ser distinguido com o Prémio Camões.» Ler no Diário Digital e no Expresso.

 

«"Soube que a decisão foi unânime e, embora esteja ainda um tanto perplexo, a minha alegria é muito grande. Qualquer escritor que tivesse sido galardoado com o Camões ficaria honrado", afirmou Costa e Silva, em nota divulgada pela Academia Brasileira de Letras.» Ler no Diário de Notícias.

 

«Diplomata, foi embaixador do Brasil, na capital portuguesa, de 1989 a 1992, seguindo então para Bogotá, na Colômbia, depois de ter ocupado cargos de representação em diferentes capitais, como Caracas, Roma ou Washington.

 

Fez parte do júri do Prémio Camões nas edições de 2001, 2003 e 2013.

 

Um rio chamado Atlântico, Perfis Brasileiros, Livro de linhagem, Linhas da mão e, para os mais novos, Um passeio pela África e A África explicada aos meus filhos, contam-se entre as suas obras.» Ler no iOnline, no Sol e no Observador.

 

«O escritor e historiador Alberto Costa e Silva, de 82 anos, "ficou pasmo" quando soube ter sido distinguido com o Prémio Camões, pois "está mais habituado a ser a júri", contou hoje à Lusa o escritor Romano de Sant`Anna.» Ler e ver na RTP, aqui, aqui, aqui e aqui.

 

«Nos últimos cinco anos foram galardoados com o Prémio Camões Mia Couto (2013), Dalton Trevisan (2012), Manuel António Pina (2011), Ferreira Gullar (2010) e Arménio Vieira (2009).» Ler na Renascença.

 

«O Prémio Camões foi criado em 1988 por Portugal e pelo Brasil, para reconhecer um autor em língua portuguesa cuja obra "contribua para a projeção e reconhecimento da língua portuguesa".» Ler no Jornal de Notícias.

 

Ver na RTP.

Na próxima sexta-feira, Gastão Cruz e Rui Lopes Graça no Ensaio Geral na Ferin

02.06.14

 

O poeta Gastão Cruz e o coreógrafo Rui Lopes Graça são, no mês de junho, os convidados do Ensaio Geral na Ferin.

 

Gastão Cruz, poeta, crítico literário e encenador, nasceu em Faro em 1941. Estudou Filologia Germânica e foi professor do ensino secundário e leitor de Português no King’s College. Evidenciou-se como poeta, pertencente à geração de Maria Teresa Horta, Fiama Hasse Pais Brandão, Casimiro de Brito, entre outros, ligados pela publicação coletiva Poesia 61. Foi também um dos fundadores do Grupo de Teatro Hoje, para o qual traduziu e encenou textos de Strindberg, Camus, Tchékov e até o romance Uma Abelha na Chuva, de Carlos de Oliveira. Também tradutor, Gastão Cruz transpôs para a língua portuguesa autores como William Blake, Jean Cocteau ou Shakespeare.

 

Venceu em 2004, com Rua de Portugal, o Grande Prémio de Poesia da Associação Portuguesa de Escritores, e, em 2009, o Prémio Correntes d’Escritas com A Moeda do Tempo. Publicou perto de 20 títulos.

 

Nattural de Torres Novas, Rui Lopes Graça formou-se em Dança como bolseiro da Escola do Ballet Gulbenkian e do Centro de Formação Profissional da Companhia Nacional de Bailado (CNB). Em 1985, ingressou no elenco desta companhia e tornou-se bailarino solista em 1996. Dançou grande parte do repertório da CNB, em bailados clássicos e contemporâneos. Desde 1996, tem coreografado para a CNB (como coreógrafo convidado e residente), Ballet Gulbenkian, Companhia Portuguesa de Bailado Contemporâneo, Ballet du Rhin (França), Companhia Nacional de Canto e Dança (Moçambique), Companhia de Dança Contemporânea (Angola) e Companhia Rui Lopes Graça, entre outras. Coreografou igualmente para a Expo ‘98, Porto 2001 Capital Europeia da Cultura e Centro Cultural de Belém. Além da sua atividade como coreógrafo, é convidado regularmente a lecionar na Escola Superior de Dança e na Universidade de Stavanger na Noruega. Recebeu o Prémio da Sociedade Portuguesa de Autores para Melhor Coreografia de 2012, com Perda Preciosa, para a Companhia Nacional de Bailado, em parceria com André E. Teodósio.

 

O programa Ensaio Geral na Ferin é gravado na livraria na primeira sexta-feira de cada mês, numa organização conjunta da Rádio Renascença, Booktailors e Livraria Ferin. A entrada é livre.

 

O início da segunda edição do programa inaugurou também o seu novo formato, no qual um escritor e uma personalidade proveniente de outra área estarão em diálogo em cada sessão.

 

Ouça a edição de novembro aqui (que juntou Afonso Cruz e José Avillez), a edição de dezembro aqui (na qual estiveram D. Manuel Clemente e Gonçalo M. Tavares), a edição de janeiro aqui (que contou com Pedro Vieira e José Gil), a edição de fevereiro aqui (que teve como convidados António Mega Ferreira e João Luís Carrilho da Graça), a edição de março aqui (que levou à Ferin Jacinto Lucas Pires e Mário Laginha), e a edição de abril aqui (com Adelino Gomes e Alfredo Cunha) e o programa de maio, com João Tordo e António-Pedro Vasconcelos, aqui.

 

Pode ainda conhecer os convidados da primeira edição do programa aqui.

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