Booktailors
info@booktailors.com

Travessa das Pedras Negras

N.º 1, 3.º Dto.

1100-404 Lisboa
(+351) 213 461 266

Facebook Booktailors
Twitter Booktailors

FourSquare Booktailors



Facebook Bookoffice


Editoras Nacionais
Livrarias Nacionais
Livrarias on-line
Editoras Brasileiras
Imprensa Brasileira
Blogosfera Brasileira
Eventos no Brasil
Imprensa Internacional

Associações e Institutos de Investigação
Feiras internacionais
Ter, 4/Nov/08
Ter, 4/Nov/08

Joaquim Gonçalves, livreiro da A das Artes, enviou-nos ontem o texto abaixo, no qual protesta contra as novas Condições Gerais de Venda da Porto Editora. Hoje, a Porto Editora respondeu a esta mesma carta aberta que Joaquim Gonçalves fez chegar a diferentes bloggers (todos no campo principal de email): José Pacheco Pereira, Francisco José Viegas, Jorge Reis-Sá, Luis Filipe Cristóvão, Sara Figueredo Costa, Eduardo Pitta, Pedro Vieira, José Mário Silva, Jaime Bulhosa, entre outros.

Texto de Joaquim Gonçalves:

«Ninguém se revolta com isto?

Eu revolto. O dinheiro não é muito, aliás, de muito, tem pouco. O dinheiro, simplesmente, não é. Não há. Existe teoricamente ou por um breve lapso de tempo, entre a carteira do cliente e o fundo sem fundo do banco. Entretanto, no entanto, não sendo tanto, vai dando para ir servindo os gostos do cliente, aqui e ali, com um ou outro pedido mais difícil de arranjar nos fornecedores que confiam em nós. E no mercado. Se não somos clientes com conta aberta, enviam-nos livros à cobrança. Alguns até são simpáticos ao ponto de não cobrarem portes a partir de determinado valor. Alguns até são simpáticos ao ponto de cobrarem os portes mas deixarem que façamos transferência bancária para evitar o porte da cobrança. Há, todavia, “produtos”, como agora lhes chamam alguns novos “abutres” que gerem o sector livreiro, que são exclusivos de determinado fornecedor. Esses têm de ser adquiridos exclusivamente na respectiva fonte. Porque é essa fonte que produz e distribui, em exclusivo, o seu “produto”. Antigamente chamava-se livros.Deixemo-nos de poesia.

A Porto Editora tem novas condições de fornecimento. Em resumo, só vende aos seus clientes. E os seus clientes são apenas clientes “a crédito”! Imaginam uma empresa que só vende a crédito! Há a Porto Editora! Dinheiro à vista? De forma nenhuma.Mas, atenção. Para ser cliente da Porto Editora temos de apresentar uma garantia bancária mínima de 5000€ (cinco mil euros) que, como todos sabemos, tem de ser paga ao Banco que no-la dá. E este é um custo acrescido para o “produto”, o qual não pode ser debitado ao cliente dadas as regras sobejamente ignoradas da Lei do Preço Fixo do Livro.

A arrogante Porto Editora tem todo o direito de ditar as suas regras. Mas a Porto Editora, tem, também, de acatar as regras da Sociedade em que está inserida. Para fazer cumprir essas regras existem os instrumentos e instituições reguladoras.Desculpem a minha ignorância se é errada a minha corrente de pensamento, mas julgo que a Porto Editora não se pode negar a vender um “produto” que é exclusivamente seu a uma empresa que é legalmente certificada como revendedora de “produtos” do tipo a que nos referimos, a preço de revenda, desde que essa empresa pague.

O que a Porto Editora está a fazer é colocar à sua porta a famigerada tabuleta ilegal do “Reservado o direito de admissão”.Há mais de dois meses perguntei à referida empresa, por correio electrónico, qual a forma de adquirir os seus “produtos” sem ser a crédito. (Eu pago logo, senhores! Quem não desejaria ter sempre esta disponibilidade?). Até hoje, apesar do meio expedito do contacto, não obtive nenhuma resposta.

Lamentavelmente, porque fui um dos não admitidos no “clube”, caro, da Porto Editora, socorri-me de uma das tais entidades reguladoras do mercado queixando-me da situação e da desigualdade imposta em termos de concorrência. Falo da “Autoridade da Concorrência”. Há mais de um mês. Também “on-line”, preenchendo um formulário que é apresentado e facultando documentos que ajudariam à análise. Respostas… Nada! Na semana passada enviei um “e-mail” perguntando o que se passava, já que estou diariamente a ser prejudicado pela situação. O mail foi lido. A resposta é que não aparece.

Em vez de “produtos” eu gostava de voltar a falar de livros atrás do balcão ou no meio das prateleiras. Com pessoas e não com gestores de “produtos”.Ninguém se revolta com isto? Eu revolto.»

Resposta da Porto Editora:

«Chegou ao nosso conhecimento um comentário, assinado por Joaquim Gonçalves, no qual se critica a Porto Editora e as respectivas “Condições Gerais de Venda”.

Relevando algumas palavras e considerações menos próprias, gostaríamos de sublinhar que as novas “Condições Gerais de Venda” enquadram-se numa política de atendimento ao cliente mais eficaz, eficiente e profissional. É objectivo da Porto Editora prestar um serviço que corresponda às necessidades dos livreiros num mercado cada vez mais competitivo e, modéstia à parte, sentimos que estamos a consegui-lo – assim nos têm dito centenas de livreiros de todo o país, continente e ilhas.

Por outro lado, pela presença que temos no mercado editorial – desde logo na área escolar –, não podemos descurar a responsabilidade que recai sobre a Porto Editora em contribuir para um correcto abastecimento do mercado. Para tal, definir regras de modo a evitar o desvirtuamento de uma concorrência sã e leal pareceu-nos imperioso, e foi nesse contexto que foram redigidas as referidas “Condições Gerais de Venda”, que, não é demais sublinhar, são transparentes, equilibradas e estão em conformidade com a Lei em vigor.

Para um grupo da dimensão da Porto Editora, é óbvio que interessa estar presente no maior número de pontos de venda – ou seja, interessa vender o mais possível. Mas queremos fazê-lo com regras e salvaguardando todos os nossos parceiros livreiros que cumprem e honram os compromissos assumidos.»


por Booktailors às 14:56 | comentar | partilhar

7 comentários:
De Teresa Coutinho a 04 de Novembro de 2008 às 17:42
Realmente é no mínimo estranho que se criem dificuldades à aquisição de livros. Claro que não se põe o problema de venda a particulares, porque estes compram nas livrarias.

A meu ver, é mais um obstáculo na venda de livros, que a par de toda uma crise financeira, vem agravar o sector. Porque o livro não é um bem de primeira necessidade, seria obvio que editoras e livrarias funcionassem em harmonia.


De Liliana a 04 de Novembro de 2008 às 18:59
Não se entende como é que não vender A PRONTO é vender "SEM REGRAS" e "SEM SALVAGUARDA dos parceiros livreiros" (palavras da Porto Editora)!!!!
Sobre este assunto já escrevi no blog da Livraria Pátio de Letras (http://espacodememoria-patiodeletyras.blogspot.com), a 10 de Outubro passado, o seguinte:

«
Crise? Qual crise? (1)
(http://espacodememoria-patiodeletras.blogspot.com/2008/10/crise-qual-crise-1.html)
Uma prestigiada editora sediada no Porto, à qual pretendíamos fazer uma primeira encomenda, acaba de nos informar que apenas podemos encomendar livros no valor total de 250 €, pois é o plafond máximo estabelecido para vendas a crédito. Bem, para além de livros que queremos ter na Livraria, há pedidos de clientes, pagaremos então a pronto! Ah, isso não pode ser, só vendemos a crédito com prazo de 60 dias. Como disse? Então só podemos encomendar 250 € de livros e temos de esperar 2 meses para pagar e assim podermos pedir reposições e novos livros? Bem, podem prestar uma garantia bancária no valor mínimo de 5.ooo €... Certo, mas para quê a garantia bancária se pagarmos a pronto?? Uhm, é que o nosso sistema só admite pagamentos a crédito.
E PRONTO!!!!!»

Como não vendemos livro escolar lá me informaram entretanto que não seria preciso caução mas que o "plafond" seria de apenas 250 € e que não se podia MESMO pagar a pronto.
Ou seja, se antes de decorridos os tais 60 dias ficarmos à míngua de livros ou simplesmente quisermos mais, não podemos pagar nem encomendar!!!

Já sabia, há muito, que comprar a cédito, antes de ser necessidade foi moda - e com as consequências que estão à vista de todos! - mas daí a ser recusado o pagamento a pronto...
Mas enfim, vejamos o lado positivo da "coisa": o ficarmos a saber que, por entre tanta crise, ainda há quem passe tão bem que se dá ao luxo de recusar dinheiro à vista!



, pois sIsto é: mesmo que queira pagar os 250 €


De Anónimo a 04 de Novembro de 2008 às 22:10
Desculpe senhor Joaquim mas creio que a Porto Editora tem razão no que faz.
Já que muitos dos seus colegas não cumprem com a sua obrigação minima que é liquidar as facturas que lhe enviam e há muitas editoras passando mal por essa situação.
Muitos dos livros são enviados á consignação e muitas vezes mesmo depois do livreiro os vender e já ter recibido o valor da venda demora a liquidar o valor junto da editora.
Portugal é praticamente o unico pais que resta com envios em sistema de consignação, por mim todos os livros deveriam ser enviados em firme, assim se separava o trigo do joio, porque também que creio que se edita demais neste pais.
Quanto á Porto Editora a unica coisa que eu creio que a mesma devia fazer é creditar na conta corrente dos clientes que cumprem com os pagamentos o valor do custo da Garantia Bancária e assim se via quem estava neste mercado por bém.

B. Pinheiro


De Anónimo a 05 de Novembro de 2008 às 10:31
Caro B. Pinheiro,
na minha opinião a questão da garantia bancária nem se coloca. Acho justa. Agora não entendo é a rejeição de vendas a dinheiro ou a pronto-pagamento, como queiram chamar.É negar a um cliente a compra de livros. Seria o mesmo que o Sr. Joaquim lhe negasse a venda de livros n´A das Artes, dizendo que só poderia vender a crédito e que para isso o sr. Pinheiro teria de lhe entregar um cheque-caução...é ridiculo.


De a das artes a 05 de Novembro de 2008 às 10:59
Sou apenas um livreiro de província. Aliás, um aprendiz de livreiro na província. Com trabalho e orgulho no que aqui tenho feito.
As grandes lojas (cadeias?) não abrem pequenas livrarias em Sines, Serpa. Montemor-o-Novo, Grândola, Vila Praia de Âncora, Tomar, Pombal, sei lá! Somos nós que aqui investimos o que temos e o que não temos. Que nos empenhamos para o resto da vida. Que passamos anos sem sequer uma semana de férias. Trazemos para aqui os livros (das editoras), os escritores, promovemos actividades, formamos leitores, espalhamos o gosto pela leitura e tudo o mais que os leitores de blogs como este sabem.
Não bastando sermos tratados pela maioria das entidades públicas como merceeiros e não parceiros culturais, restava-me crer que, pelo menos por quem põe os livros cá fora, fossemos tratados com dignidade e respeito. E somos, de facto - e felizmente, pela esmagadora maioria de editoras, principalmente as mais pequenas.
Não tenho razão de queixa dos meus fornecedores devendo, a alguns deles, favores que não esquecem e fortalecem a relação e o respeito.
O caso da Porto Editora (PE) que trouxe a lume sai fora deste baralho. E não vale a pena vir com a questão dos pagamentos, já que, desde o início, esse não era o problema. Até pelo contrário.
Não trabalhando com livros escolares, o meu consumo à PE era residual, essencialmente para satisfazer encomendas de clientes. E as coisas funcionavam bem. Pedia os livros pelo site dos livreiros, com a respectiva password; a PE confirmava-me por mail a encomenda; recebia-a pelo correio, à cobrança, pagava e o negócio estava consumado. Se o meu cliente não levantasse o que pediu, o risco era meu, já que a PE não aceitava devoluções. Mas essa era a regra do negócio e eu assim a aceitava.
Agora, com o alargamento da PE à ficção, com alguns autores que até vendem, é natural que tenha de adquirir mais livros àquele fornecedor. E estou disposto a continuar a aceitar as regras anteriores! O que se coloca, no entanto, é a recusa da PE a vender senão a clientes “a crédito” para o que é obrigatória a tal de garantia bancária. Terá as suas razões – respeitáveis – para clientes a crédito. Mas eu não quero ser um cliente a crédito!!! Quero comprar e pagar. E não posso comprar a mais ninguém, porque mais ninguém vende os seus livros para revenda. Como faço? Foi esta a pergunta que fiz à simpática funcionária que me atendeu o telefone há uns meses atrás, cuja resposta me remeteu para as novas condições de fornecimento; Foi a pergunta que fiz, por mail, através do site da PE, há uns meses atrás, a que não obtive resposta.
Tenho o direito à indignação. E indigno-me. Mais ainda quando, não obtendo respostas às minhas perguntas directas à PE, me deparo com uma resposta do seu “Gabinete de Comunicação e Imagem” – a quem não escrevi nem fiz pergunta nenhuma – a um mail que enviei para alguns colegas, amigos e outras pessoas que se interessam por estes assuntos. Ainda por cima, a referida resposta nada diz.
Para finalizar, de vez, o meu muito obrigado a quem acolheu este desabafo que provocou alguma discussão. E essa é saudável. A falar é que a gente se entende. É preciso é falarmos!

Joaquim Gonçalves


De Anónimo a 05 de Novembro de 2008 às 11:35
Caro B. Pinheiro, a consignação é que é o corrente no estrangeiro. Mas também o que é corrente no estrangeiro é pagar-se a tempo e horas; estamos claramente numa situação de pagar o justo pelo pecador. Mas também só toma esta posição de força uma editora que o possa fazer, nomeadamente a "maior editora nacional", que não só sabe que os livreiros têm de ir comer à sua mão, pelo menos os que vendem livros escolares e os que querem vender os bestsellers como a Sveva, como sabe que os que não lhe forem comer à mão não lhe fazem perder vendas, já que tem rede de retalho própria e conhecida de toda a gente, e ainda aposta fortemente nas cadeias de hipers e fnacs. Cara Iliana, pagar a 60 dias significa pagar ATÉ 60 dias, portanto pode na prática pagar a pronto para libertar imeditamente o seu plafond de crédito. Caro Joaquim Gonçalves, como é estranho ser tratado de forma tão diferente por esta editora e pelo outro grande grupo nacional, não é?, que até lhe dá crédito e melhores condições que a base do mercado, não é? Mas se calhar uma coisa compensa a outra, e uma garantia de 5000 só custa 50/ano, e vai ver que daqui a 5 anos já não lha pedem, se tiver um histórico de bom pagador. Além disso, se a Iliana tem 250 de crédito automático, você também os pode ter, não é? De uma forma ou de outra, já se percebeu que achei a sua carta aberta despropositada no conteúdo e na divulgação.


De Rui Pedro Lérias a 05 de Novembro de 2008 às 15:09
Caro anónimo das 11h35, você não percebeu nada, ou não quer perceber nada?


Comentar post

Subscreva a nossa newsletter

* indicates required
Publicações Booktailors
Carlos da Veiga Ferreira: Os editores não se abatem, Sara Figueiredo Costa



PVP: 12 €. Oferta de portes (válido para território nacional).

Fernando Guedes: O decano dos editores portugueses, Sara Figueiredo Costa



PVP: 10,80 €. Preço com 10% de desconto e oferta de portes (válido para território nacional).

A Edição de Livros e a Gestão Estratégica, José Afonso Furtado



PVP: 16,99 €. 10% de desconto e oferta de portes.

Livreiros, ler aqui.

PROMOÇÃO BLOGTAILORS



Aproveite a oferta especial de dois livros Booktailors por 20 €.

Compre os livros Fernando Guedes: O decano dos editores portugueses, de Sara Figueiredo Costa e A Edição de Livros e a Gestão Estratégica, de José Afonso Furtado por 20 €. Portes incluídos (válido para território nacional).

Encomendas através do e-mail: encomendas@booktailors.com.

Clique nas imagens para saber mais.
arquivo

Setembro 2015

Agosto 2015

Julho 2015

Junho 2015

Maio 2015

Abril 2015

Março 2015

Fevereiro 2015

Janeiro 2015

Dezembro 2014

Novembro 2014

Outubro 2014

Setembro 2014

Agosto 2014

Julho 2014

Junho 2014

Maio 2014

Abril 2014

Março 2014

Fevereiro 2014

Janeiro 2014

Dezembro 2013

Novembro 2013

Outubro 2013

Setembro 2013

Agosto 2013

Julho 2013

Junho 2013

Maio 2013

Abril 2013

Março 2013

Fevereiro 2013

Janeiro 2013

Dezembro 2012

Novembro 2012

Outubro 2012

Setembro 2012

Agosto 2012

Julho 2012

Junho 2012

Maio 2012

Abril 2012

Março 2012

Fevereiro 2012

Janeiro 2012

Dezembro 2011

Novembro 2011

Outubro 2011

Setembro 2011

Agosto 2011

Julho 2011

Junho 2011

Maio 2011

Abril 2011

Março 2011

Fevereiro 2011

Janeiro 2011

Dezembro 2010

Novembro 2010

Outubro 2010

Setembro 2010

Agosto 2010

Julho 2010

Junho 2010

Maio 2010

Abril 2010

Março 2010

Fevereiro 2010

Janeiro 2010

Dezembro 2009

Novembro 2009

Outubro 2009

Setembro 2009

Agosto 2009

Julho 2009

Junho 2009

Maio 2009

Abril 2009

Março 2009

Fevereiro 2009

Janeiro 2009

Dezembro 2008

Novembro 2008

Outubro 2008

Setembro 2008

Agosto 2008

Julho 2008

Junho 2008

Maio 2008

Abril 2008

Março 2008

Fevereiro 2008

Janeiro 2008

Dezembro 2007

Novembro 2007

Outubro 2007

Setembro 2007

Etiquetas

acordo ortográfico

adaptação

agenda do livro

amazon

apel

associativismo

autores

bd | ilustração

bertrand

bibliotecas

blogosfera

blogtailors

blogtailorsbr

bookoffice

booktailors

booktrailers

byblos

coleção protagonistas da edição

correntes d'escritas 2009

correntes d'escritas 2010

correntes d'escritas 2011

correntes d'escritas 2012

design editorial

dia do livro

direitos de autor

distribuição

divulgação

e-book

e-books

edição

editoras

editores

emprego

ensaio geral na ferin

entrevista

entrevistas booktailors

estado | política cultural

estatísticas e números

eventos

feira do livro de bolonha 2010

feira do livro de frankfurt 2008

feira do livro de frankfurt 2009

feira do livro de frankfurt 2010

feira do livro de frankfurt 2011

feira do livro de frankfurt 2013

feira do livro de lisboa

feira do livro de lisboa 2009

feira do livro de lisboa 2010

feira do livro do porto

feira do livro do porto 2009

feiras do livro

feiras internacionais

festivais

filbo 2013

fnac

formação

formação booktailors

fotografia | imagem

fusões e aquisições

google

homenagem

humor

ilustração | bd

imagens

imprensa

internacional

kindle

lev

leya

língua portuguesa

literatura

livrarias

livro escolar

livro infantil

livros

livros (audiolivro)

livros booktailors

london book fair

marketing do livro

mercado do livro

notícias

o livro e a era digital

óbito

opinião

opinião no blogtailors

os meus livros

poesia

polémicas

porto editora

prémios

prémios de edição ler booktailors

profissionais

promoção à leitura

revista ler

sítio web

sociologia e hábitos da leitura

tecnologia

top livros

twitter

vídeo

todas as tags