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Blogtailors - o blogue da edição

O que é que a luz de Lisboa tem? A resposta está no Terreiro do Paço

16.07.15

 

«Alvo de pinturas, poemas e elogios em guias turísticos, a luz da capital portuguesa merece uma exposição bilingue no Museu de Lisboa, com direito a explicação científica do fenómeno.

[...]

A literatura está presente do início ao fim, “desde excertos de poemas e de prosa nas paredes, onde de maneiras muito diversas a luz de Lisboa são chamadas à narrativa e à poética, até dois pontos de escuta de narrações de poemas inteiros”, adiantou a diretora. Haverá textos de Vasco Graça Moura, Mário de Carvalho, Eugénio de Andrade, o heterónimo pessoano Bernardo Soares, Fernando Assis Pacheco, Maria do Rosário Pedreira, Ruy Belo, António Tabucchi, Manuela de Freitas e Adília Lopes.» Ler no Observador.

Hoje, no FIC, desporto e humor

09.07.15

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A glória tem narrativa? Rimos de quê? São estas as duas questões que hoje se irão debater no FIC, em duas mesas de debate, na Casa das Histórias Paula Rego.

 

Pelas 19.30, Domingos Amaral, Mónica Jorge e Pedro Adão e Silva, numa mesa moderada por Vítor Serpa, discutem as leituras (e as literaturas) de jogo. Não se esgotará esta nos jornais desportivos, na crónica e no comentário? Que narrativas desportivas estão por contar? Em que medida as letras de hoje fazem justiça ao esforço e à superação?

 

Pouco depois, pelas 21.30, o humor e a literatura serão temas centrais para a conversa entre Kalaf, Maria Rueff, Nuno Artur Silva e Pedro Marques Lopes. A Literatura ainda tem capacidade de nos fazer rir de um modo crítico? Como são as cantigas de escárnio e maldizer do início do século xxi? O país continua a ser sorumbático, ou a democracia libertou-o e tornou-o descontraído? Existe um humor português, em contraste com o humor francês ou o inglês? Há alguma possibilidade de exportarmos o nosso humor?

 

Tudo isto e muito mais para discutir esta noite no FIC. Siga o festival no Facebook e consulte a programação completa no sítio em linha, aqui.

Hoje no FIC discute-se a Europa

08.07.15

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Francisco Louçã, Francisco Seixas da Costa e Jaime Nogueira Pinto numa mesa moderada por Maria João Avillez, discutem a Europa, a sua ética e a sua crise, esta noite, pelas 21.30, na Casa das Histórias Paula Rego. Mas que crise é esta? Que crises são estas? Será que se pode falar de uma solidariedade europeia? Em redor de que valores? Haverá geografias culturais distintas entre as várias regiões da Europa que impedem o entendimento, fruto natural de heranças diferentes? Ou trata-se apenas de interesses financeiros e nacionalismos latentes? Que fatores fragilizam os países do Sul? Há propostas esperançosas no horizonte?

 

Mais tarde, pelas 22.30, no Museu Castro Guimarães, celebra-se a Irlanda e a sua poesia. Renato Filipe Cardoso, The Loafing Heroes e Hugo Pinto Santos são os convidados nesta celebração da poesia da Ilha Esmeralda.

 

Siga o festival no Facebook e consulte a programação completa no sítio em linha do FIC, aqui.

Acordo Ortográfico: «Talvez tenhamos errado», diz o ministro da Cultura do Brasil

08.07.15

 

«“Talvez tenhamos errado no acordo ortográfico”, declarou o ministro da Cultura do Brasil Juca Ferreira na apresentação do Fólio. Considerando o festival literário que irá decorrer em Outubro, em Óbidos, como estratégico para o fortalecimento da cooperação na língua, Juca Ferreira anunciou a intenção de realizar no próximo ano, no Brasil, um “grande encontro sobre a língua portuguesa” onde os protagonistas serão os criadores e não os legisladores.» Ler no Público.

Hoje no FIC, os livros por detrás dos políticos

07.07.15

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Adolfo Mesquita Nunes, Álvaro Beleza, Ruben de Carvalho, Rodrigo Moita de Deus e Rui Tavares são os convidados do FIC para a sessão desta noite, pelas 21.30, na Casa das Histórias Paula Rego,  numa mesa moderada por Henrique Monteiro e introdução de Carlos Carreiras.

É convicção corrente  que os políticos aprendem com os livros. Foi importante terem tido uma formação literária? Que livros foram, então, fundamentais? Agora, numa época de abundância editorial, é possível fazer uma triagem e escutar as vozes atuais, ou deve apenas confiar-se nos clássicos? Quais são os autores a que se recorre quando se deseja incrementar uma boa governação da pólis? Quando se é político e escritor, que papel desempenham os livros? Quando se é poeta e político, é inevitável que a poesia sirva a pátria? Quando se é comentador e autor, os livros literários são um auxiliar do  ofício? Que livros faltam ser escritos?

O FIC— Festival Internacional de Cultura continua com a sua programação até dia 12 de julho. Siga o festival no Facebook e consulte a programação completa no síto em linha, aqui.

Hoje no FIC, Maria Teresa Horta entrevistada por José Fialho Gouveia

06.07.15

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Depois de um fim de semana de arranque com casa cheia para receber António Lobo Antunes e João Lobo Antunes e a entrevista de Clara Ferreira Alves a David Grossman, Maria Teresa Horta tem encontro marcado com José Fialho Gouveia no último Escritores em Diálogo do FIC. Hoje, pelas 21.30, no Centro Cultural de Cascais, José Fialho Gouveia tem a responsabilidade de conduzir uma conversa que é um percurso pela vida e obra de uma escritora, de uma mulher, incontornável. Das Novas Cartas Portuguesas a As Luzes de Leonor. Da poesia ao jornalismo. Da ética ao erotismo, exercício subversivo de liberdade. De quantas mulheres é feita Maria Teresa Horta? De quantas palavras?

O FIC - Festival Internacional de Cultura decorre até dia 12 de julho, em Cascais, e reúne uma série de mesas de debate, concertos, teatro, animação de rua, exposições, feira do livro e muito mais.

Siga o FIC no Facebook e consulte a programação completa no sítio em linha, aqui.

Mais de 200 pessoas assistiram a conversa «inédita» entre irmãos Lobo Antunes

06.07.15

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«Eram 22:00 de sábado, 30 minutos depois da hora prevista no programa, quando João Lobo Antunes lançou a conversa e desculpou-se pelo "atraso da noiva", referindo-se ao irmão António, arrancando logo uma gargalhada do público, que viria a repetir-se ao longo da noite.» Ler no Diário Digital.

Festival Internacional de Cultura arranca hoje com leitura encenada de Dom Quixote de La Mancha

03.07.15

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O FIC — Festival Internacional de Cultura arranca hoje em Cascais. São 10 dias de um evento que tem como objetivo celebrar o livro a partir de outras formas de arte.

 

Sob o signo de Dom Quixote de La Mancha, o FIC dá o pontapé de saída com uma leitura encenada do clássico de Cervantes pelo Teatro Experimental de Cascais e encenação de José Avilez, hoje, pelas 21.30, no Centro Cultural de Cascais.

 

Para mais informações e consultar a programação, siga o FIC no Facebook ou consulte o sítio em linha aqui.