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Blogtailors - o blogue da edição

Amazon revela os livros mais vendidos no Kindle nos últimos 5 anos

05.08.15

 

A Amazon revelou a lista dos 10 títulos mais vendidos desde a fundação da Kindle Store como forma de celebrar os 5 anos do serviço.

 

A autora E. L. James arrecadou o 1.º lugar com As Cinquenta Sombras de Grey. Os restantes livros da trilogia, As Cinquenta Sombras Mais Negras e As Cinquenta Sombras Livre, arrecadaram o 2.º e o 4.º lugares, respetivamente.

 

Os livros que que foram recentemente adaptados para cinema dominam a lista: Em Parte Incerta, de Gillian Flynn, em 3.º lugar; O Centenário Que Fugiu Pela Janela e Desapareceu, de Jonas Jonasson, em 5.º; e A Vida de Pi, de Yann Martel, em 6.º.

 

Os Homens Que Odeiam as Muheres, de Stieg Larsson, Watch Over Me, de Daniela Sacerdoti, 12 Anos Escravo, de Solomon Northup, e Quinta-feira no Parque, de Hilary Boyd, completam a lista, para conhecer aqui.

Leitores japoneses são os que mais gastam em livros digitais

05.08.15

 

Um estudo levado a cabo pela Statista revelou que os leitores japoneses gastam, em média, 86,5 dólares por ano em livros digitais. A contribuir para estes números está o manga, banda desenhada japonesa, que, ao contrário do mercado ocidental, é considerado estatisticamente com os restantes e-books. De imensa popularidade (um campeão de vendas atinge facilmente os 11 milhões de livros vendidos), o manga é um formato propício ao digital quer pela idade média dos seus leitores, quer pela imensa quantidade de títulos que tornam a portabilidade dos leitores digitais aliciante.

 

Os leitores britânicos arrecadaram o segundo lugar (com uma média de 84,4 dólares por leitor), seguidos de França, Alemanha, EUA, Espanha, Itália, Rússia, Brasil e China. Os pormenores, aqui.

Kobo chega ao México

31.07.15

 

A Rakuten Kobo Inc. anunciou uma parceria com as duas maiores cadeias de livrarias mexicanas, a Libreria Porrúa e a Gandhi, para a criação de um novo serviço de leitura digital. Embora concorrentes, as duas cadeias sublinharam a importância de um serviço unificado. O Kobo chegará em setembro, disponibilizando os mais de 70 mil títulos em espanhol do seu catálogo. Ler mais aqui.

O despertar dos livros áudio

29.07.15

 

Os livros digitais não foram o único formato que veio propôr formas alternativas de ler livros. Embora os livros áudio remontem, pelo menos, até à era do vinil, o MP3 e a proliferação da tecnologia elevaram-nos a um patamar em que se estima que, em 2014, valham um total de 40 milhões de libras. O crescimento tem sido acelerado: entre 2010 e 2014, as vendas subiram 170 %. A análise de Philip Jones para ler aqui.

Porque continuam as editoras a criar sítios em linha para os seus livros?

29.07.15

 

É prática comum no mercado anglo-saxónico, e sobretudo associada a títulos juvenis, a criação de um sítio em linha para promover os títulos. Será uma estratégia redundante uma vez que os adolescentes estão cada vez mais ligados por aplicações móveis e serviços alternativos e não por sítios estáticos e pouco acessíveis? Um olhar sobre estratégias de comunicação para adolescentes e jovens adultos para ler aqui.

Pirataria de livros digitais é pouco desenvolvida

27.07.15

 

O mercado editorial é, em comparação com a música ou o cinema, um dos mercados menos afetados pela pirataria.  Apenas 1 % dos internautas britânicos com mais de 12 anos admitiram já ter descarregado ilegalmente um livro digital. Por sua vez, os compradores de livros digitais são dos que mais compras fazem, quer por parte do conteúdo (69%) quer pelo seu todo (47 %). O autor Nick Harkaway aponta a imagem do autor como um artista solitário (em contraste com as grandes empresas) e a facilidade de encontrar livros digitais em linha por vias legais como as duas razões que explicam estes números. Indica ainda que o problema dos autores hoje em dia não é a pirataria mas sim a divulgação e descoberta de novos autores por falta de boas plataformas de recomendação. Ler aqui.

Amazon e Google prometem melhorias no conforto dos seus leitores digitais

22.07.15

 

No campeonato «leitores digitais contra livros físicos», o ponto fraco do primeiro será sempre o cansaço visual que o ecrã provoca. No sentido de melhorar este aspeto, a Google e a Amazon introduziram novas fontes que facilitam a leitura e a tornam mais confortável. A Amazon anunciou também que está a desenvolver um novo template que torna a organização do texto no ecrã mais natural. Os pormenores aqui.

Há uma mina de ouro para explorar no Kindle e há uma série de autores a tomar partido

21.07.15

 

O sítio The Hustle explora o mundo secreto de um grupo de pessoas que tem como objetivo fazer milhares de dólares vendendo livros no Kindle. Contratar uma série de escritores fantasma para publicar nas mais diversas categorias é parte central do plano que pode, facilmente, dar lucros na ordem dos 150 mil dólares ao ano. A reportagem para ler, aqui.

Scribd retira do ar centenas de romances eróticos

03.07.15

 

O serviço de leitura por subscrição Scribd retirou do ar centenas de romances eróticos e de ficção feminina. O serviço disponibiliza todo o catálogo mediante pagamento de uma assinatura e paga aos autores (num montante igual ao pago pelas livrarias) por cada vez que os seus livros são lidos. O problema surgiu quando o número de leitores de romances eróticos disparou e o montante a ser pago aos autores corria o risco de ultrapassar o valor feito em assinaturas, o que obrigou o serviço a retirar do seu catálogo centenas de livros. Os pormenores aqui.

Venda de livros digitais no Médio Oriente: entre a vontade e a inovação

01.07.15

 

Duas editoras do Médio Oriente, a egípcia Kotobi e a jordana EkTab, são exemplos de como inovar e investir no mercado digital da região. Apesar das dificuldades de distribuição e procura, as editoras acreditam que o digital terá cada vez mais adeptos à medida que a procura cada vez maior por smartphones, preços mais competitivos e novos modelos de negócio avançam o mercado. A Vodafone é uma das gigantes internacionais que viu potencial, investindo na Kotoni, que espera que, em 2018, os livros digitais sejam já responsáveis por 14 % das vendas. Os pormenores aqui.