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Blogtailors - o blogue da edição

Entrevista à escritora Rosa Montero

04.02.15

 

«A escritora visita muitas vezes a Casa das Histórias e é impossível evitar questionar Rosa Montero sobre a mudança geográfica na sua vida, afinal comprou um apartamento em Cascais e parece que passa por lá bastante tempo: "Esta casa salvou-me a vida porque foi nela que vivi uma grande parte do tempo quando Pablo [o seu ex-companheiro] morreu". A paz que encontra ao viver em Portugal tem permitido a Rosa Montero escrever grande parte dos seus últimos livros neste apartamento de Cascais: "A parte mais importante deste e do próximo livro, a primeira versão que é a que exige mais concentração, foram escritas cá".» Ler no Diário de Notícias.

 

«"Costumo levar três anos a escrever um livro, o mais rápido até agora tinha sido `A louca da casa`, que também foi feito num ano, mas este foi como se estivesse escrito na minha cabeça, e escrevê-lo foi como bailar com as palavras, não tive pausas, indecisões, tudo fluiu", disse a escritora que rematou em seguida: "Escrevi-o num momento de graça".» Ler na RTP.

 

«Quando a editora de Rosa Montero lhe enviou o diário da grande Marie Curie, redigido ao longo do ano que se seguiu à morte do marido, o também cientista Pierre Curie, a escritora estava ainda a recuperar da perda do seu companheiro de mais de duas décadas.

 

O desaparecimento de Pablo, em 2009, seis rápidos meses depois de lhe ter sido diagnosticado um cancro, deixou Montero em choque, a debater-se nos estranhos e insondáveis caminhos da perda e do luto.» Ler no Público.