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Blogtailors - o blogue da edição

Entrevista a João Botelho: «O Portugal dos Maias é igual ao Portugal de hoje»

11.09.14

 

«Se há um livro unânime como grande romance português, é Os Maias, de Eça de Queirós, um enorme fresco, entre crónica de costumes e alta literatura, de um Portugal oitocentista que continua a falar aos nossos dias como raras obras literárias o conseguiram. Dificilmente encontraríamos cineasta menos unânime para adaptar Os Maias ao grande écrã do que João Botelho, 65 anos, autor de um dos universos mais singulares e menos consensuais do cinema português desde a sua estreia em 1981 com Conversa Acabada. Saído do êxito de Filme do Desassossego (2010) – que lançou sem distribuidor em digressão pelo país, somando 30 mil espectadores que dificilmente o teriam ido ver no circuito tradicional –, abalançou-se ao romance de Eça sem medo.» Leia a entrevista no Público.

 

«O que significa ler Os Maias, de Eça de Queiroz, em pleno séc. XXI? Mais do que isso: como é que, nos nossos dias, uma leitura de Os Maias pode dar origem a um objecto de cinema? O novo filme de João Botelho (estreia esta quinta-feira , em vinte salas de todo o país) pretende ser uma resposta exuberante a tais interrogações, começando por propor uma variação no subtítulo do próprio Eça: "Episódios da vida romântica" converteu-se em "Cenas da vida romântica".» Ler no Diário de Notícias.

 

«Os Maias - Cenas da vida romântica é o primeiro filme de época de João Botelho, que afirmou na semana passada, num encontro com a imprensa, que o romance queirosiano que narra a vida de três gerações de uma família da burguesia, assenta "como uma luva" no Portugal contemporâneo.» Ler no iOnline.

 

«Os Maias - Cenas da vida romântica foi filmado sem o Hotel Central e o Palácio Ramalhete, que já não existem. Por isso, não há cenários exteriores no filme, mas sim telas de grandes dimensões pintadas a óleo pelo artista plástico João Queiroz.» Ler e ouvir na RTP.

 

«Ao adaptar ao cinema Os Maias, de Eça de Queirós, João Botelho seguiu o preceito da fidelidade ao texto, construindo assim uma obra que preserva uma tonalidade clássica em vários aspectos e faz com que ela responda, sem quebras, às respeitosas expectativas suscitadas por um livro do cânone.» Leia o texto de António Guerreiro no Público.

 

«Com Os Maias - Cenas da Vida Romântica, Botelho assume um trabalho de "corta e cola" fidelíssimo às palavras do escritor. Tão submisso é ao texto original que ao resultado poderíamos chamar de resumo ilustrativo.» Ler no Sol.