Saltar para: Post [1], Comentários [2], Pesquisa e Arquivos [3]

Blogtailors - o blogue da edição

Morreu o escritor João Ubaldo Ribeiro

18.07.14

 

«Morreu nesta sexta-feira, aos 73 anos, o escritor João Ubaldo Ribeiro, imortal da Academia Brasileira de Letras (...). Segundo o Bom Dia Rio, o escritor - autor, entre outros livros, de Sargento Getúlio e O sorriso do lagarto -, teve uma embolia pulmonar.

 

Em 7 de outubro de 1993, João Ubaldo Ribeiro foi eleito para a Academia Brasileira de Letras, passando a ser o sétimo ocupante da cadeira número 34.» Ler aqui, no Diário Digital, na TSF e na TVI24.

 

«O escritor João Ubaldo Ribeiro morreu nesta sexta-feira, aos 73 anos, na sua casa no Leblon no Rio de Janeiro divulgou o jornal O Globo. O Prémio Camões 2008 sofreu uma embolia pulmonar.» Ler no Público.

 

«João Ubaldo Ribeiro, que hoje morreu no Rio de Janeiro, aos 73 anos, é "um escritor inconfundível", autor de uma obra "muito diversa e rica", afirmou à Lusa o presidente da Associação Portuguesa de Escritores, José Manuel Mendes.» Ler no iOnline.

 

«João Ubaldo Ribeiro nasceu na ilha de Itaparica, no estado da Bahia, a 23 de janeiro de 1941 e entre os seus livros estão Setembro Não Faz Sentido, Sargento Getúlio, que teve o Prémio Jabuti da Câmara Brasileira do Livro, em 1972, Viva o Povo Brasileiro, O Sorriso do Lagarto e A Casa dos Budas Ditosos.

 

O escritor viveu em Lisboa em 1981, com uma bolsa da Fundação Calouste Gulbenkian, e ao longo da sua carreira recebeu vários prémios e teve algumas obras adaptadas para televisão.» Ler no Expresso.

 

«O autor esteve algumas vezes em Portugal, onde lançou várias obras, nomeadamente A Casa dos Budas Ditosos, sobre a luxúria, que gerou polémica, depois de algumas cadeias de supermercados se terem recusado a vendê-lo.» Ler na Renascença e no Sol.

 

«Na morte de João Ubaldo Ribeiro, 73 anos, Prémio Camões, um dos mais importantes escritores e cronista brasileiros e de língua portuguesa, recuperamos a autobiografia que escreveu para o JL de 12 de outubro de 2005, com o título Pré-defunto chato e reaccionário.» Ler na Visão.

 

«"A literatura brasileira perde um grande nome com a morte de João Ubaldo Ribeiro", disse a Presidente [Dilma Rousseff], numa declaração oficial, em que manifesta ainda as suas condolências aos familiares, amigos e leitores do vencedor do prémio Camões 2008.» Ler no Diário Digital.

 

«

João Ubaldo Ribeiro, que morreu hoje no Rio de Janeiro, aos 73 anos, foi um escritor "de muita criatividade e originalidade", que era lido de "uma forma apaixonada", disse à Lusa o editor livreiro Nelson de Matos.

 

Nelson de Matos publicou algumas obras do autor brasileiro, designadamente A Casa dos Budas Ditosos e Viva o Povo Brasileiro, tanto como editor das Publicações Dom Quixote, quer na sua nova chancela, em nome próprio.» Ler no Diário Digital e no Sol.

 

«"Ainda na semana passada ele tinha-me enviado um e-mail a perguntar pela minha saúde a que eu respondi. Esta notícia da sua morte, poucos dias depois, é de uma enorme brutalidade. Foi uma verdadeira surpresa, ele estava bem", diz Nélson de Matos à Renascença.» Ler na Renascença.

 

«O secretário de Estado da Cultura lamenta a morte do escritor brasileiro João Ubaldo Ribeiro, ocorrida hoje, autor no qual reconhece "a riqueza literária, a ironia e a capacidade de tirar partido das particularidades da língua portuguesa".» Ler no Diário Digital e no Notícias ao Minuto.

 

«João Ubaldo Ribeiro, que hoje morreu no Rio de Janeiro, aos 73 anos, é "um escritor inconfundível", autor de uma obra "muito diversa e rica", afirmou à Lusa o presidente da Associação Portuguesa de Escritores, José Manuel Mendes.» Ler no Diário Digital.

 

«João Ubaldo Ribeiro, que morreu hoje aos 73 anos, no Rio de Janeiro, foi um "grande escritor [e] era um querido ser humano", afirma o ensaísta e professor Onésimo Teotónio de Almeida, numa nota divulgada à imprensa.» Ler na RTP.

 

«Além de acompanhar as suas crónicas no Globo, li e reli com gosto os romances Casa dos Budas Ditosos (1999) e Sargento Getúlio (1971). Getúlio é mesmo uma das minhas personagens favoritas.» Leia a opinião de Henrique Reposo no Expresso.