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Blogtailors - o blogue da edição

Morreu o escritor mexicano José Emilio Pacheco, prémio Cervantes 2009

27.01.14

 

«Segundo o jornal espanhol El País, desapareceu um dos escritores contemporâneos mais importantes da língua espanhola, ou, por outras palavras, um "dos grandes poetas latino-americanos das últimas décadas". O mesmo jornal cita o escritor Carlos Fuentes, outra referência das letras espanholas, que em 2009, no ano em que Pacheco foi distinguido com o Prémio Cervantes, escreveu: "A sua obra é universal, e participa da glória das letras de todos os tempos."» Ler no Público.

 

«O escritor e poeta mexicano José Emilio Pacheco, vencedor do Prémio Cervantes em 2009, morreu no domingo aos 74 anos, anunciou hoje a sua filha Laura Emilia Pacheco.» Ler no Diário Digital.

 

«"Morreu tranquilo, morreu em paz", disse a filha, ao referir que a morte foi causada por uma paragem cardiorrespiratória pelas 18.30 de domingo (00.30 de segunda-feira em Lisboa).

 

José Emilio Pacheco tinha sido hospitalizado no dia anterior na cidade do México.

 

Membro do Colégio Nacional mexicano desde 1986 e criador emérito em 1994 do Sistema Nacional de Criadores Artísticos (SNCA), foi director e editor de colecções bibliográficas e de diversas publicações e suplementos culturais.» Ler no Diário de Notícias e na RTP.

 

«Da sua obra de tradutor destacam-se Cómo es (Samuel Beckett), De profundis (Oscar Wilde), Un tranvía llamado deseo (Tennesse Williams), Cuatro cuartetos (T.S. Eliot) e Vidas imaginarias (Marcel Schwob).

 

Como poeta, escreveu, entre outros títulos, Los elementos de la noche (1963), El reposo del fuego (1966), Irás y no volverás (1973), Islas a la deriva (1976), Desde entonces (1980), Trabajos en el mar (1983), El silencio de la luna (1995) Siglo passado (2000), En resumidas cuentas (2004) e Como la lluvia (2009).

 

Na ficção assinou El viento distante y otros relatos (1963), Morirás lejos (1967), El principio del placer (1972), Batallas en el desierto (1981) e Tarde de agosto (1992).» Ler no iOnline