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Blogtailors - o blogue da edição

O romance inacabado de José Saramago está a partir de hoje nas livrarias

23.09.14

 

«No dia 16 de Setembro de 2009, nas notas que ia escrevendo no seu computador, o Prémio Nobel da Literatura 1998 anotava: "Creio que poderemos vir a ter livro. O primeiro capítulo, refundido, não reescrito, saiu bem, apontando já algumas vias para a tal história 'humana'. Os caracteres de Felícia e do marido aparecem bastante definidos. O livro terminará com um sonoro 'Vai à merda', proferido por ela. Um remate exemplar."

 

A obra começou por se chamar Belona (nome da deusa romana da guerra), passou a ser Belona S.A., depois Produtos Belona, S.A. e, por fim, chegou esta terça-feira às livrarias portuguesas com o título Alabardas, Alabardas, Espingardas, Espingardas, que é retirado da tragicomédia Exortação da Guerra de Gil Vicente. A Porto Editora, que edita a obra, não revela a tiragem desta primeira edição.» Ler no Público. Ver no Público.

 

«O livro de José Saramago Alabardas, Alabardas, Espingardas, Espingardas, chega hoje às livrarias, segundo anunciou a Porto Editora, que chancela a obra.» Ler no Diário de Notícias e no Observador.

 

«Em Julho, quando a presidente da Fundação José Saramago, Pilar del Río, anunciou na revista Blimunda, a publicação da obra, afirmou que esta representava "uma forma de repúdio à violência".» Ler no Sol. Leia um excerto do início da obra no Sol.

 

«"São poucos capítulos, mas o tema fica claro, o texto tem unidade", explicou Pilar Del Río, tradutora para espanhol da obra do Nobel português.» Ler no Jornal de Notícias e na Renascença.

 

«Os primeiros capítulos do romance incluem notas que o autor fez quando o começou a escrever.

 

"Neles, José Saramago antecipa o andamento e o desenlace da história que pretendia contar", afirma em comunicado a Fundação José Saramago.» Ler no Diário Digital.

 

«Alabardas, Alabardas, Espingardas, Espingardas, título inspirado nuns versos de Gil Vicente, tem como protagonista o funcionário de uma fábrica de armas que vive um conflito moral decorrente de seu trabalho, explica a mesma fonte.» Ler no Correio da Manhã.