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Blogtailors - o blogue da edição

Panteão Nacional abre hoje as portas à grandeza poética e cívica de Sophia de Mello Breyner

02.07.14

 

«Após uma cerimónia na qual nada será deixado ao acaso, e cujo programa está cheio de pequenos e grandes simbolismos, os restos mortais de Sophia serão esta quarta-feira depositados na Igreja de Santa Engrácia. Uma escolha que honra o Panteão.» Ler no Público.

 

«O Anjo de Timor foi um conto escrito pela escritora no Natal, em exclusivo para a Renascença, no Natal de 1991. Nesse ano, a campanha de Natal da Renascença reverteu a favor de Timor. (...) Renascença recupera-o a propósito da trasladação da escritora para o Panteão Nacional, que acontece esta quarta-feira.» Ouvir na Renascença.

 

«Nasceu no Porto, morreu em Lisboa. É um dos maiores nomes da literatura portuguesa do século XX. O corpo de Sophia de Mello Breyner será trasladado para o Panteão Nacional esta quarta-feira.» Veja a cronologia na Renascença.

 

«O escritor José Manuel dos Santos apresentou a proposta e, em fevereiro passado, foi aprovada por unanimidade na Assembleia da República. Desde 1974, Sophia de Mello Breyner Andresen é a quinta personalidade que é trasladada para o Panteão Nacional. O antigo assessor cultural de Mário Soares e Jorge Sampaio pede aos portugueses que saiam à rua esta tarde.» Ler e ouvir na RTP.

 

«O social-democrata Mota Amaral e Jerónimo de Sousa, líder do PCP, trocam memórias da Assembleia Constituinte, que Sophia de Mello Breyner Andresen integrou como deputada. Além de escritora, exerceu uma intensa atividade política.» Ouvir na RTP.

 

«Guilherme d'Oliveira Martins, actual presidente do Centro Nacional de Cultura e amigo de Sophia, lembra o trabalho da escritora na instituição a que também presidiu, em 1965.

Sophia fez um pouco de tudo enquanto foi presidente do Centro Nacional de Cultura, mas costumava de dizer que não gostava de participar em colóquios, conta. "Tinha uma relação muito contida com as palavras. A palavra que nós encontramos em Sophia é a palavra certa".» Ler e ver na Renascença.

 

«A urna com os restos mortais de Sophia de Mello Breyner Andresen sai, pelas 16.30, do Cemitério de Carnide, seguindo o cortejo fúnebre para a Capela do Rato, onde, pelas 17.15, é rezada uma missa pelo patriarca Manuel Clemente e pelo padre Tolentino de Mendonça, com a presença da família.» Ler no Diário de Notícias e no Sol. Ver na RTP. Ouvir na RTP.

 

«Escutado o Hino Nacional pelo Coro do Teatro Nacional de S. Carlos, José Manuel dos Santos, membro da Academia Nacional de Belas Artes, faz a evocação da poetisa, seguindo-se uma atuação da Companhia Nacional de Bailado, que voltará a ter outra, entre o discurso da presidente da Assembleia da República e o do Chefe de Estado, ao qual se seguirá a difusão de uma gravação, de 1957, de uma leitura de poemas por Sophia de Mello Breyner Andresen.» Ler no Jornal de Notícias e no Observador.

 

«Sophia de Mello Breyner Andresen vai repousar, no Panteão nacional, na sala em que se encontram os restos mortais do general Humberto Delgado e do escritor Aquilino Ribeiro.» Ler na Renascença.

 

«"Eu rezo com palavras de Sophia", disse, a abrir a homilia, Manuel Clemente, patriarca de Lisboa que acrescentou que a poesia de Sophia "é de luz que se trata, luz solar e esplendorosa, luz surpreendente, intensa demais para o olhar de quaisquer"». Ler no Diário Digital.