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Blogtailors - o blogue da edição

Hoje, apresentação de Carlos da Veiga Ferreira: Os editores não se abatem em Penafiel

15.11.13

 

É apresentado hoje, pelas 21.30, na Biblioteca Municipal de Penafiel, o livro Carlos da Veiga Ferreira: Os editores não se abatem, da autoria de Sara Figueiredo Costa, uma edição Booktailors.

 

A apresentação da obra estará a cargo de Alberto Santos, escritor e presidente da Assembleia Municipal de Penafiel, e estarão presentes a autora, Carlos da Veiga Ferreira e Paulo Ferreira, da Booktailors.

 

Este é o segundo volume da coleção «Protagonistas da Edição», que pretende dar a conhecer o percurso de algumas das figuras mais marcantes da edição em Portugal nos últimos 50 anos.

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Coleção «Protagonistas da Edição», 2.º volume Carlos da Veiga Ferreira: Os editores não se abatem encomendas para encomendas@booktailors.com 12 € (com portes de envio incluídos para território nacional). 

Amanhã, apresentação de Carlos da Veiga Ferreira: Os editores não se abatem em Penafiel

14.11.13
 

 

Amanhã, dia 15 de novembro, a Booktailors apresenta, em Penafiel, cidade natal de Carlos da Veiga Ferreira, o segundo volume da coleção «Protagonistas da Edição». A apresentação de Carlos da Veiga Ferreira: Os editores não se abatem decorrerá na Biblioteca Municipal, pelas 21.30.

 

A sessão contará com a presença do escritor e presidente da Assembleia Municipal de Penafiel, Alberto Santos, que fará a apresentação do livro, da jornalista e coordenadora da coleção, Sara Figueiredo Costa, do entrevistado, Carlos da Veiga Ferreira, e do diretor da Booktailors, Paulo Ferreira.

 

Este é o segundo título da coleção editada pela Booktailors, que dá voz a algumas das mais importantes personalidades do mundo editorial português.

 

O livro encontra-se disponível para encomenda através do e-mail encomendas@booktailors.com. O livro custará 12 €, já com oferta de portes incluídos (oferta válida para território nacional).

Discurso de Nelson de Matos na apresentação de Carlos da Veiga Ferreira: Os editores não se abatem

13.11.13

 

No lançamento de Carlos da Veiga Ferreira: Os editores não se abatem, o editor Nelson de Matos, amigo de Carlos da Veiga Ferreira e responsável pela apresentação do livro e do entrevistado, leu o texto que agora reproduzimos.

 

O discurso foi proferido no dia 24 de outubro, na Fundação José Saramago, em Lisboa. O segundo lançamento do livro de Sara Figueiredo Costa acontecerá na próxima sexta-feira, dia 15, em Penafiel, cidade natal do editor entrevistado.

 

«Quero começar por vos cumprimentar e agradecer a vossa companhia.

 

Cumprimento igualmente os meus colegas de mesa, o homenageado, Carlos da Veiga Ferreira, o seu Editor e a autora do livro.

 

Vou ler-vos um texto breve para que todos possamos usar da palavra sem vos maçar demasiado.

 

***

Este livro tem uma particularidade curiosa: do início até ao final vai-nos conduzindo, lentamente, a entender o significado do seu próprio título: “os editores não se abatem”.

 

Parece ser uma verdade…

 

Quer em Portugal, quer em outros países, são muitos os exemplos: ao contrário dos cavalos os editores nunca se deixam abater.

 

Resistindo às crises, às vezes ao insucesso comercial, às pressões e ataques de toda a ordem, à gulodice dos grandes Grupos, os editores souberam quase sempre encontrar as formas de continuar a inventar a sua profissão, defendendo a sua paixão pelos livros, a relação com os seus autores, o compromisso com os seus leitores.

 

Foi isso o que fez na América André Schiffrin (que é citado no livro), foi isso o que fez o Carlos da Veiga Ferreira, foi isso o que fizeram outros, ausentes e presentes nesta sala. Mudar, seguir em frente, não abdicar dos riscos nem das aventuras da sua profissão.

 

É essa a história de que nos fala este livro, uma história de resistência, o percurso de vida e de trabalho de Carlos da Veiga Ferreira relatado através de uma cuidada entrevista escrita por Sara Figueiredo Costa  —  a quem felicito pela elegância e argúcia do seu trabalho.

 

Conheci o Carlos no Café Monte Carlo aí pelos finais dos anos 60. Nenhum de nós era editor e provavelmente nem pensávamos que um dia o viríamos a ser. Ocupávamo-nos das coisas culturais e da política, dos jornais, do cinema, da literatura, líamos, discutíamos, mas sobretudo preocupávamo-nos com a guerra, que pesava e ameaçava com toda a sua brutalidade os nossos 20 anos.

 

Foi só depois do 25 de Abril que ambos chegámos à edição, em datas e de modos diversos. Enquanto eu me iniciava na Arcádia com uma nova edição do “Portugal e o Futuro”,  de Spínola, ele teve ainda que lutar, durante alguns anos, para solucionar os problemas que a Teorema enfrentava quando da sua chegada. Carlos sempre foi um homem dinâmico, batalhador, persistente. Mas ao mesmo tempo companheiro, generoso e amigo. Ao longo dos anos estivemos quase sempre juntos nas Feiras do Livro de Frankfurt, Londres, Madrid, Barcelona, Paris. Viajávamos juntos, repartíamos os táxis nas deslocações entre os hotéis e o recinto das feiras, jantávamos juntos após o trabalho, conversávamos sobre as novidades editoriais que estavam em concurso. Raramente estivemos em competições irredutíveis. Ou, quando estivemos, sempre discutimos as divergências com lealdade e cortesia.

 

Fazíamos o mesmo em Lisboa. Nas feiras do livro, nas reuniões da APEL, na fundação do Clube de Editores, nos jantares conspirativos que deram origem à União dos Editores Portugueses, na direcção e iniciativas da UEP, e até em simples jantares de convívio e troca de informações que hoje ainda fazemos, na companhia das respectivas mulheres, praticamente todas as semanas.

 

No meio deste convívio, trabalhamos… por muito que isso vos custe a acreditar. Falamos de livros e de autores, trocamos impressões sobre o chamado "mercado do livro", procuramos ter uma intervenção constante sobre os modos e condições da nossa actividade, repartimos "segredos", informações, confidências, praticamos um pouco dessa "má-língua" sem a qual a nossa profissão teria menos picante.

 

O Carlos sempre foi um persistente lutador. Desde as dificuldades que teve de vencer quando tomou a responsabilidade de se juntar ao que restava da Teorema inicial, às iniciativas que tomou depois, sozinho, para desenvolver a empresa, construir um Catálogo coerente, transformá-la numa das mais prestigiadas editoras portuguesas. Na época do aparecimento e do crescimento dos Grupos nacionais da edição, quando ele aceitou vender a Teorema, fê-lo na condição de que fosse preservada a marca, o catálogo e a imagem continuando, por acordo escrito, a manter-se na sua direcção editorial.

Enganou-se  —  alguns Grupos não conhecem a lealdade, nem mesmo quando ela está escrita e assinada. Teve de sair. Mas mesmo assim não se abateu. Fundou a Teodolito, com o apoio da editora Afrontamento, e ei-lo a voltar ao começo reavendo o entusiasmo e a força iniciais, construindo um novo catálogo que começou já a dar sinais da qualidade que ele costuma imprimir em tudo o que faz.

 

É esta a história que esta entrevista nos relata, com mais pormenores evidentemente, com maior sentimento e bom humor, dado que é ele próprio a relatar-nos o seu percurso e as suas lutas.

 

Este livro é-lhe uma homenagem mais do que justificada.

 

Felicito por isso a Autora e os editores da Booktailors, agradecendo o convite que me fizeram e a honra que me proporcionaram por estar aqui com o Carlos e com todos vós.

 

Muito obrigado.»

A Booktailors apresenta Carlos da Veiga Ferreira: Os editores não se abatem na Biblioteca Municipal de Penafiel

07.11.13
 

No próximo dia 15 de novembro, a Booktailors apresenta, na Biblioteca Municipal de Penafiel, pelas 21.30, o segundo volume da coleção «Protagonistas da Edição». O lançamento de Carlos da Veiga Ferreira: Os editores não se abatem terá lugar na cidade natal do editor.

 

A sessão contará com a presença do entrevistado, Carlos da Veiga Ferreira, da jornalista e coordenadora da coleção, Sara Figueiredo Costa, e do diretor da Booktailors, Paulo Ferreira.

 

A apresentação do livro estará a cargo de Alberto Santos, escritor e presidente da Assembleia Municipal de Penafiel.

 

Sobre Carlos da Veiga Ferreira:

Carlos da Veiga Ferreira foi tradutor, mas é como editor, testemunha e participante das mudanças na edição portuguesa que a sua história é fundamental. Durante décadas, foi o editor que deu rosto à Teorema, editora fundada em 1973 e cujo catálogo assumiria a partir de 1985. Através dela, Veiga Ferreira editou grandes nomes da literatura, constituindo o catálogo que o notabilizou. Com a passagem da Teorema para o grupo LeYa, cria em 2011 a Teodolito, na qual continua o trabalho que iniciou há décadas: editar em Portugal alguns dos mais importantes clássicos da literatura mundial.

 

Sobre Sara Figueiredo Costa:

É licenciada em Línguas e Literaturas Modernas – Estudos Portugueses e mestre em Linguística Portuguesa pela Universidade Nova de Lisboa. Jornalista freelancer, colabora com diversas publicações na área da crítica literária e do jornalismo cultural (LER, TimeOut, Expresso e Blimunda). Mantém, desde 2007, o blogue Cadeirão Voltaire, sobre livros e edição, e desde 2003 o blogue Beco das Imagens, dedicado à banda desenhada e à ilustração. É um dos membros fundadores da Oficina do Cego, onde leciona os módulos teóricos sobre história do livro e edição das formações sobre autoedição.

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Coleção «Protagonistas da Edição», 2.º volume Carlos da Veiga Ferreira: Os editores não se abatem encomendas para encomendas@booktailors.com 12 € (com portes de envio incluídos para território nacional). 

«Há outros que, por mais que saibam de gestão, nunca vão ter bons resultados» — excertos de Carlos da Veiga Ferreira: Os editores não se abatem

05.11.13

 © Carlos da Veiga Ferreira — No stand da Teorema, na Feira do Livro de Lisboa.

 

«Como vê esta tendência, entretanto quase regra, de ter desaparecido a maioria dos fundos de catálogo nas Feiras do Livro, substituídos por novidades e livros mais recentes?

Acho que é terrível e perigosíssimo em termos culturais. E é uma coisa que deriva de uma visão exclusivamente economicista do que é o mercado. Um dos problemas graves da edição portuguesa é o facto de haver editoras cuja escala de valores é a seguinte: menos importante, os autores; depois, também com pouca importância, os editores; no topo da escala, os gestores e a gente do marketing. Isto não vai dar bom resultado, e já se começa a notar. Nalguns grupos, os autores são o que menos importa, porque há a ideia de que, perdendo um autor, aparecem logo mais 37. Com os editores, a mesma coisa.

 

Porque acha que isso acontece?

Creio que um dos problemas foi ter desembarcado no mundo do livro gente que não era deste mundo. Lá fora, as concentrações fizeram-se e continuam a fazer-se, mas, na maioria dos casos, estamos a falar de empresas que têm décadas de experiência com livros, como se viu agora com a Gallimard, que comprou a Flammarion. E essa é a vantagem da Porto Editora, o facto de os proprietários terem nascido dentro de uma editora. Mas há outros que, por mais que saibam de gestão, nunca vão ter bons resultados.»

 

Fotografia retirada da página 20 e excerto retirado das páginas 86 e 87 da obra.

 

Livro disponível para encomenda através do e-mail encomendas@booktailors.com. PVP: 12 € (inclui portes de envio; válido para território nacional).

«O primeiro livro do Sándor Márai publicado em Portugal foi publicado por mim» — excertos de Carlos da Veiga Ferreira: Os editores não se abatem

31.10.13

© Carlos da Veiga Ferreira — Festa dos 25 anos da Teorema,

com os sócios que permaneceram na editora até à sua venda,

em 2007 Jorge Azevedo, José Elias Mendonça e Mário Vidal Pereira, c. 1998.

 

«Quando ficou responsável pela linha editorial da Teorema, já tinha uma ideia definida do tipo de catálogo que queria construir ou tratou-se de um processo que foi acontecendo sem grande definição prévia?

Quando fiquei sozinho na Teorema, a editora já tinha cerca de 60 títulos. Mas as coisas já estavam mais ou menos estruturadas. Havia uma zona de ficção, uma de ensaio e uma infantil, todas elas bastante boas e todas elas com alguns pilares. […] Por exemplo, o primeiro livro do Sándor Márai publicado em Portugal foi publicado por mim e chama-se A Conversa de Bolzano. Para mim é o melhor livro dele, e estou farto de dizer à Cecília [Andrade] para o publicar na Dom Quixote [editora que tem estado a publicar o autor, recentemente], ainda por cima é uma tradução do Miguel Serras Pereira. Curiosamente, na altura em que o publiquei, não vendeu nada; só depois é que se tornou um autor na moda. Depois descobri outro autor magnífico, um húngaro chamado Miklós Szentkuthy, um tipo completamente louco que viveu todo o tempo do comunismo em casa, com uma biblioteca de 45 mil volumes, e que só escreveu um romance, chamado O Breviário de Santo Orfeu, em dez volumes. Eu publiquei três: A Margem de Casanova, Escorial e Primavera Negra. Não vendi nada de nenhum deles, mas um belo dia estava em Londres a falar com um editor húngaro e, quando lhe disse que publicava o Miklós Szentkuthy, ele disse-me: "O Sándor Márai é muito bom, mas esse é o melhor autor húngaro de sempre." E eu disse-lhe que era capaz de ser verdade, mas que aqui em Portugal não vendia nada. Ao que ele me disse: "Na Hungria também não", o que me deu algum alívio.»

 

Fotografia retirada da página 98 e excerto retirado das páginas 40 e 41 da obra.

 

Livro disponível para encomenda através do e-mail encomendas@booktailors.com. PVP 12,00 € (oferta de portes de envio).

Lançamento do livro Carlos da Veiga Ferreira: Os editores não se abatem

25.10.13

 

Ao final da tarde de ontem, o auditório da biblioteca da sede da Fundação José Saramago recebeu a primeira sessão de lançamento do livro Carlos da Veiga Ferreira: Os editores não se abatem, segundo volume da coleção «Protagonistas da Edição». Tanto a casa cheia quanto a composição da assistência deram azo a alguns comentários bem-humorados, que revelaram o ambiente em que decorreu a sessão, quer porque o conjunto fazia lembrar uma assembleia-geral da APEL (Paulo Ferreira, diretor-geral da Booktailors) quer porque, se a tomada de posse de António Costa não tivesse sido agendada para a mesma data, o lançamento teria sido no Pátio da Galé (Carlos da Veiga Ferreira).

 

 

Criada pela Booktailors com o objetivo de preservar a memória da história da edição em Portugal, a coleção «Protagonistas da Edição» caracteriza-se por ser um testemunho na primeira pessoa, visto que cada volume resulta de uma entrevista feita pela jornalista Sara Figueiredo Costa a uma figura importante da nossa história da edição.

 

 

 

Se o primeiro volume da coleção incidiu sobre Fernando Guedes, o atual sobre Carlos da Veiga Ferreira e o próximo incidirá sobre Guilhermina Gomes, todos editores, o quarto volume terá como protagonista Guilherme de Ayala Monteiro, revisor — ou não fosse uma das intenções da coleção dar também destaque «a protagonistas e figuras que ficam esquecidos», como reconheceu Paulo Ferreira.

 

 

A apresentação da obra esteve a cargo de Nelson de Matos, também editor e amigo de longa data de Carlos da Veiga Ferreira. Segundo Nelson de Matos, este volume tem uma particularidade: do início ao final, faz-nos entender o significado do próprio título. Lembrou as crises, os ataques de toda a ordem e, apesar deles, os editores que souberam continuar, seguindo em frente sem abdicarem dos riscos e das aventuras da profissão. Desses editores faz parte Carlos da Veiga Ferreira, «um homem dinâmico, trabalhador, persistente»: destacou o apresentador a «elegância e argúcia do seu trabalho», cujo catálogo no novo projeto, a Teodolito, «já dá sinais da qualidade que Carlos da Veiga Ferreira imprime a tudo o que faz».

 

 

Carlos da Veiga Ferreira dispensou o microfone para um generoso agradecimento. É pouco provável que alguém tenha ficado excluído, num conjunto de referências que começaram na família, nos sócios da Teorema e em Carlos Araújo (seu criador), e incluíram todos os que lhe permitiram uma carreira de editor livre, bem como a Afrontamento, que o desafiou a criar a Teodolito, todos os colaboradores, agentes com que trabalhou, autores portugueses e estrangeiros, editores estrangeiros e portugueses, meios de comunicação e os seus pares («de alguns deles, gabo-me de ser amigo»). Terminou lembrando brevemente a aventura da União dos Editores Portugueses, que «morreu às mãos de interesses económicos», e acrescentou que, «se entretanto me quiserem fazer alguma pergunta a que este livro não responda, estou e estarei à vossa disposição».

 

 

Como lembrou, no final, um participante da assistência, pode definir-se Carlos da Veiga Ferreira numa palavra: coerência, tanto pelo seu trabalho na Teorema quanto na Teodolito.

 

 

Carlos da Veiga Ferreira: Os editores não se abatem terá uma segunda sessão de apresentação na Biblioteca Municipal de Penafiel, a 15 de novembro, pelas 21.30.

Hoje, lançamento de Carlos da Veiga Ferreira: Os editores não se abatem

24.10.13

 

Será apresentado hoje, pelas 18.30, na Fundação José Saramago, o livro Carlos da Veiga Ferreira: Os editores não se abatem, da autoria de Sara Figueiredo Costa, uma edição Booktailors.

 

A apresentação da obra estará a cargo do editor Nelson de Matos, amigo pessoal do entrevistado, e estarão presentes a autora, Carlos da Veiga Ferreira e Paulo Ferreira, da Booktailors.

 

Este é o segundo volume da coleção «Protagonistas da Edição», que pretende dar a conhecer o percurso de algumas das figuras mais marcantes da edição em Portugal nos últimos 50 anos. 

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Coleção «Protagonistas da Edição», 2.º volume Carlos da Veiga Ferreira: Os editores não se abatem disponível para pré-venda por 10,80 € (10% de desconto e portes de envio incluídos). 

«Na Quetzal, só falto eu e o Calvino»

23.10.13

 

Amanhã, dia 24 de outubro, a Booktailors apresenta publicamente, pela primeira vez, o segundo volume da coleção «Protagonistas da Edição». O lançamento de Carlos da Veiga Ferreira: Os editores não se abatem terá lugar pelas 18.30, na Casa dos Bicos, sede da Fundação José Saramago, em Lisboa.

 

A sessão contará com a presença de Carlos da Veiga Ferreira, do editor Nelson de Matos, que fará a apresentação do livro, da jornalista e autora da obra, Sara Figueiredo Costa, e Paulo Ferreira, da Booktailors.

 

Este é o segundo título da coleção editada pela Booktailors, que dá voz a algumas das mais importantes personalidades da edição em Portugal.

 

O livro encontra-se disponível para pré-encomenda através do e-mail encomendas@booktailors.com.

PVP com 10 % desconto: 10,80 € (inclui portes de envio; válido para território nacional).

Carlos da Veiga Ferreira entrevistado no programa Inferno

22.10.13

 

Carlos da Veiga Ferreira, o segundo entrevistado de Sara Figueiredo Costa para a coleção «Protagonistas da Edição» esteve no programa Inferno, do Canal Q, na passada sexta-feira, e falou do livro Carlos da Veiga Ferreira: Os editores não se abatem, uma edição Booktailors. A entrevista tem início aos 13'26''.

 

Carlos da Veiga Ferreira: Os editores não se abatem será lançado na próxima quinta-feira, dia 24, pelas 18.30, na Fundação José Saramago. A apresentação estará a cargo de Nelson de Matos, editor e amigo de longa data do entrevistado.