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Blogtailors - o blogue da edição

Recluso do Porto decifrou enigma lançado por Afonso Cruz

24.02.14

 

 

«O escritor Afonso Cruz lançou há meses o livro Para onde vão os guarda-chuvas. Entre os cinco mil exemplares da primeira edição há dois livros que são diferentes dos demais. O autor lançou um repto aos seus leitores: quem encontrasse esses exemplares únicos (com uma espécie de palavra passe) teria direito a um prémio se lhe escrevesse uma carta.»

 

«Afonso Cruz resolveu ir ao encontro do seu leitor, e foi quando percebeu que ele não tinha esse exemplar único, mas tinha desfeito o enigma na mesma.

 

O leitor, um antigo guia turístico agora detido, diz ter muito tempo livre para ler e pensar e deduziu o enigma como se entrasse na cabeça do escritor.» Ler na Renascença.

Correntes d´Escritas bateu recorde de público

24.02.14

 

«A 15.ª edição do Correntes d'Escritas, maior encontro de escritores de expressão ibérica, terminou hoje na Póvoa de Varzim com um recorde de espetadores, afirmou o vereador da Cultura da Câmara local.

 

"Há 15 anos fizemos esta sessão de encerramento com 23 escritores na sala da Biblioteca Municipal, com 70 lugares. Hoje estamos aqui numa sala com 600 lugares, que foram poucos nestes dias", disse Luís Diamantino na sessão de encerramento, afirmando ter-se registado a maior adesão da parte de público.

 

Na sessão de encerramento foram entregues os prémios aos vencedores dos concursos - o Prémio Casino da Póvoa para Manuel Jorge Marmelo, pela obra Uma mentira mil vezes repetida, o Prémio Papelaria Locus para o conto "Jardins vazios de novembro", de Luísa Raquel Martins Morgado.» Ler no Diário de Notícias e no Diário Digital.

 

«O centro de congressos do Hotel Axis Vermar, na Póvoa de Varzim, com 600 lugares sentados, tem-se enchido para a 15.ª edição das Correntes d’Escritas, o festival literário que, até amanhã, traz mais de 60 escritores à cidade nortenha.» Ler no Sol.

 

«Mais de 60 escritores passaram pela edição deste ano do Correntes d'Escritas, o evento literário da Póvoa de Varzim que fez 15 anos (e que terminou no sábado). A data redonda celebrou-se entre conversas e livros nas salas do Hotel Axis Vermar, o anfitrião. Com correrias para o próximo evento, finos e vinho verde a acompanhar e tanto é fácil estarmos perdidos como encontrarmos um grupo de estranhos para passar uma noite de conversas sem compromisso. Na verdade, há muito em comum entre um festival de música e um literário, felizmente a alcatifa substitui a terra batida.» Ler no iOnline.
«Do branco ao negro é um livro escrito por 12 autoras, todas mulheres da literatura portuguesa. A obra reúne nomes como Ana Luísa Amaral, Clara Ferreira Alves, Lídia Jorge, Maria Teresa Horta ou Yvette Centeno, e reverte para a Associação Alzheimer Portugal.

O livro foi apresentado no Festival Correntes d'Escritas, que decorre na Póvoa de Varzim. As autoras contam 12 histórias em homenagem àqueles que vão perdendo a capacidade de as contar. Cada uma recebeu como tema uma cor.» Ler na Renascença.

 

«Para os poetas experimentais, a poesia é para ser lida mas também para ser vista. Isso mesmo prova a exposição que a Fundação Serralves leva ao Festival Correntes d'Escritas, na Póvoa de Varzim. "As palavras em liberdade" é o nome da mostra que revela a colecção do poeta Ernesto Melo e Castro.» Ler na Renascença.

«Espíritos loucos» (e zangados) encheram as Correntes d’ Escritas

24.02.14

 

«Os escritores vivem uma luta constante "entre o espírito lúcido e o espírito louco", diz Lídia Jorge. O primeiro é o que os faz "ligar o despertador, levantar-se, despachar-se rapidamente, cumprir prazos e evitar fazer má figura". O segundo é "descomprometido, livre e dá oportunidade ao acaso".

 

Com os que não escrevem também é assim, diz-se à escritora. "Mas connosco, os escritores, o conflito é maior, porque o espírito louco está sempre a contrariar o lúcido", explicou ao PÚBLICO a autora de A Costa dos Murmúrios, depois de participar na primeira mesa das Correntes d’Escritas, encontro anual de escritores de expressão ibérica na Póvoa de Varzim e cuja 15.ª edição terminou no sábado. Três dias de sala cheia (600 lugares sentados… em cadeiras) e filas à porta (sem registo de lotação ou posição).

 

Mais "espíritos loucos" partilharam a mesa inaugural, Pensamentos não são correntes de ninguém, embora alguns conhecidos sobretudo pela lucidez, como Eduardo Lourenço, que ali falou de Portugal, da Europa e de si próprio e defendeu que a "literatura serve para sarar as feridas da vida".» Ler no Público.

 

«Portugal sob resgate não pode continuar numa "submissão mansa". A convicção é de Eduardo Lourenço e foi expressa no festival Correntes d'Escritas que, até sábado à noite, decorre na Póvoa de Varzim.» Ler na Renascença.

 

«O Correntes d’Escritas juntou esta quarta-feira, dia 20, ao final da tarde, Eduardo Lourenço e Almeida Faria na rubrica 30’ à Conversa, que teve como ponto de encontro a nova edição do livro Lusitânia, de Almeida Faria, pela Assírio & Alvim.» Ler no Local.pt.

«Quando, em 1968, Manuel da Silva Ramos publicou Os Três Seios de Novélia, uma voz destoou dos elogios que lhe foram tecidos: a de João Gaspar Simões, que não gostou do livro. Manuel da Silva Ramos sentiu-se injustiçado e, ao longo de um ano, foram várias as vezes em que enviou cangalheiros a casa do crítico literário. Foi preciso Gaspar Simões pedir numa crónica que parassem de lhe enviar caixões a casa para que o escritor se compadecesse. A vingança estava feita. Esta foi uma das muitas histórias partilhadas pelos mais de 60 escritores que, entre 20 e 22 de Fevereiro, passaram pelo centro de congressos do Hotel Axis Vermar, na Póvoa de Varzim, onde, este ano, se realizou a 15.ª edição do Correntes d'Escritas, o maior festival literário do país.» Ler no Sol.

As Correntes D'Escritas por Mário Rufino

21.02.14

 

«As Correntes d´Escritas são um regabofe neuronal. Chega a ser pornográfico. Imaginem a vossa biblioteca: muitos e diferentes livros reunidos no mesmo espaço. Agora imaginem as Correntes: muitos e tão diferentes autores reunidos na mesma sala. Centenas de livros dentro daquelas pessoas a conversarem sobre literatura com outras centenas de livros dentro de outras tantas pessoas.» Ler no Diário Digital.

 

«Passo curto, titubeante, vagaroso. Voz pausada. Eduardo Lourenço é imponente mesmo na sua fragilidade física. Senta-se e olha para o público. Provavelmente assim o terá feito, mais nervoso do que hoje, na primeira vez perante um outro público, ainda eu não era nascido. Apoiado em Manuel Alberto Valente, subiu o palco e sentou-se. É a primeira mesa das Correntes 2014.» Ler no Diário Digital.

 

«Falamos de encontro entre escritores e leitores e esquecemo-nos, muitas vezes, de que os papeis não estão tão definidos assim. O escritor é leitor. Não é raro ver autores pedirem a outros autores para assinar livros. Percebe-se a ansiedade dos leitores em mostrar que são escritores quando falam com os já aceites pelo mercado e pelos seus pares. O escritor é um leitor. O leitor pode não ser um escritor. Ambos são recriadores.» Ler no Diário Digital.

Manuel Jorge Marmelo vence prémio literário Casino da Póvoa

20.02.14

 

Manuel Jorge Marmelo é o vencedor do prémio literário Casino da Póvoa em 2014, com a obra Uma Mentira Mil Vezes Repetida (2011, Quetzal).

 

Manuel Jorge Marmelo nasceu em 1971, no Porto. Estreou-se na literatura em 1996 e publicou desde aí mais de vinte títulos, entre os quais se contam os romances Uma Mentira Mil Vezes RepetidaSomos Todos Um Bocado CiganosAonde o Vento Me LevarOs Fantasmas de Pessoa e As Sereias do Mindelo. Em 2005 conquistou o Grande Prémio do Conto Camilo Castelo Branco com o livro O Silêncio de Um Homem Só. Em 2013 lançou uma nova coletânea de contos, Zero à Esquerda, bem como Crónicas do Autocarro, uma recolha de crónicas.

 

A obra sai vencedora de um lote de 15 finalistas, de um total de 180 obras concorrentes. O júri do prémio foi constituído por Isabel Pires de Lima, Carlos Quiroga, Patrícia Reis, Pedro Teixeira Neves e Sara Figueiredo Costa.

 

«Uma Mentira Mil Vezes Repetida, de Manuel Jorge Marmelo, é a obra vencedora do Prémio Correntes d'Escritas 2014, anunciou esta quinta-feira a organização do encontro literário. A obra é elogiada pelo júri como "uma singular parábola sobre a literatura e o seu poder redentor" que confirma "a maturidade do autor no domínio da narrativa".» Ler no Público. Ler no P3.

 

«O livro, publicado em 2011 pela Quetzal, foi escolhido pelo júri constituído por Isabel Pires de Lima, Carlos Quiroga, Patrícia Reis, Pedro Teixeira Neves e Sara Figueiredo Costa. O prémio será entregue no próximo sábado, dia 22, na sessão de encerramento da 15.ª edição do festival literário Correntes d'Escritas.» Ler no Diário de Notícias e no Expresso.

 

«O escritor Manuel Jorge Marmelo, que hoje venceu o prémio literário Correntes d'Escritas/Casino da Póvoa com a obra Uma mentira mil vezes repetida, descreveu a distinção como "um suplemento de ânimo", por estar desempregado.

 

O escritor portuense, de 42 anos, que há cerca de um ano ficou sem o emprego como jornalista, lembrou a sua condição de desempregado para frisar "a importância da distinção", o principal galardão do festival Correntes d’Escritas.» Ler no iOnline.

 

«O escritor Manuel Jorge Marmelo venceu o Prémio Literário Casino da Póvoa, o principal galardão do festival Correntes d' Escritas, no valor de 20 mil euros, com o romance Uma Mentira Mil Vezes Repetida, foi anunciado esta quinta-feira.» Ler no Jornal de Notícias.

 

«O ex-jornalista e cronista do jornal Público é presença assídua do Festival Correntes d'Escritas. Esta sexta-feira irá participar numa mesa de debate marcada para as 22 horas no Salão de Congressos do Hotel Axis Vermar. O debate dedicado ao tema "Cada livro é a antologia corrente da existência", Manuel Jorge Marmelo terá a seu lado os escritores Carlos Quiroga, Joana Bértholo, Manuel da Silva Ramos, Miguel Sousa Tavares, o Prémio Saramago 2013 Ondjaki e Rui Zink. 

 

Entre os finalistas ao prémio Literário Casino da Póvoa, atribuído no âmbito da décima quinta edição das Correntes d'Escritas estavam também obras de Juan Marsé, Caligrafia dos sonhos; Rui Zink, A instalação do medo; António Cabrita, A maldição de Ondina entre outros.» Ler na Renascença.

 

«A atribuição deste prémio a Manuel Jorge Marmelo "é extremamente importante porque ele é uma nova voz do Norte na literatura portuguesa", disse ao Expresso o escritor e crítico literário Miguel Real.» Ler no Expresso.

 

«"Este prémio vem numa altura em que estou a atravessar a fase mais complicada da minha vida. Como várias centenas de milhares de portugueses, estou desempregado", começou por dizer o autor, quando subiu ao palco para receber a distinção.» Ler no Sol.

 

Ouvir na RTP.

 

«A turma 4.º 1 da escola EB1 de Sever do Vouga foi hoje distinguida com o prémio Conto Infantil Ilustrado Correntes d'Escritas Porto Editora, na Póvoa de Varzim, pelo conto "O Guarda-Chuva da Mariana".

 

Em comunicado, a Porto Editora anunciou que em segundo lugar ficou "O Circo do Lago", da turma L4A, da escola EB1 do Luso, na Mealhada, seguindo-se a turma 4.º Q da escola EB1 de Penafiel com o conto "Problemas no Castelo".» Ler no Porto Canal.

Tem hoje início a 15.ª edição do Correntes d'Escritas

20.02.14

 

«Adriano Moreira é este ano o convidado da conferência de abertura das Correntes d'Escritas que começa esta quinta-feira na Póvoa de Varzim. O professor universitário irá falar sobre "A Língua e o Saber" perante uma plateia de escritores convidados para a 15.ª edição do festival literário que decorre até domingo e que conta este ano também com uma parceria com a Fundação de Serralves.» Ler na Renascença.

 

«Aos 15 anos, o Correntes d'Escritas centraliza tudo num hotel para não haver queixas por falta de espaço. O local vai acolher a feira do livro, lançamentos de livros, conversas a dois durante 30 minutos, exposições, entre outras atividades.» Ouvir na RTP.

Eventos do Correntes D’ Escritas começam hoje

19.02.14

 

«Hoje (...) começam, logo de manhã, as iniciativas em torno dos livros, com declamações de poesia nas ruas e espaços comerciais da cidade, assim como nas viagens do metro entre a Póvoa de Varzim e Porto.
À noite haverá lançamentos de livros, apresentação de projetos e leituras, na Sala Eça de Queirós do Hotel Áxis Vermar, que este ano acolhe o evento.»

 

«A 15.ª edição do Correntes d'Escritas começa na quinta-feira, com a sessão de abertura às 11.00, no Casino da Póvoa, altura em que serão anunciados os vencedores dos prémios literários e lançada a Revista Correntes d'Escritas 13, dedicada a Maria Teresa Horta.» Ler no Diário Digital.

Correntes d'Escritas celebra 15 anos em 2014

30.01.14

 

No ano em que celebra o 15.º aniversário, o Correntes d'Escritas - Encontro de Escritores de expressão Ibérica acontece de 20 a 22 de fevereiro. Nestes dias, mais de 60 escritores vão estar na Póvoa de Varzim, numa edição em que todas as sessões (à exceção da cerimónia de abertura) terão lugar no Axis Vermar Conference & Beach Hotel.

 

O vencedor do Prémio Literário Casino da Póvoa, atribuído anualmente no festival, será anunciado no dia 20 de fevereiro, pelas 11.00, na cerimónia de abertura do evento, no Casino da Póvoa.

 

Para assinalar os 15 anos do festival, os temas das mesas «foram pensados de modo a que estas falassem de correntes», explicou hoje, em conferência de imprensa, o vice-presidente e vereador do pelouro da Cultura da Câmara Municipal da Póvoa de Varzim, Luís Diamantino.

 

Uma das novidades desta edição é o momento Conversas a Dois. Aproveitando a reedição de três obras no evento, dois autores vão estar 30 minutos à conversa, como será o caso de Eduardo Lourenço e Almeida Faria, a propósito do livro Lusitânia.

 

Além dos três livros, serão apresentados no 15.º Correntes d’Escritas 13 obras em 1.ª edição, e dois projetos: a revista FLANZINE e a editora Cama-de-gato.

 

Conheça aqui o programa completo:

 

Mesa 1 - Quinta-feira, dia 20, 17.30
Tema: Pensamentos não são correntes de ninguém
Participantes: António Gamoneda, Eduardo Lourenço, Gonçalo M. Tavares, Lídia Jorge, Ungulani Ba Ka Khosa
Moderador: José Carlos de Vasconcelos

 

Mesa 2 - Sexta-feira, dia 21, 10.00
Tema: palavras + correntes = x
Participantes: Afonso Cruz, Helder Macedo, Ivo Machado, Miguel Real, Patrícia Portela, Valério Romão
Moderador: João Gobern

 

Mesa 3 - Sexta-feira, dia 21, 15.00
Tema: A ficção nos livros é corrente de verdade
Participantes: Ana Margarida de Carvalho, António Mota, Boaventura Cardoso, João Ricardo Pedro, José Ovejero, Michel Laub
Moderador: Francisco José Viegas

 

Mesa 4 - Sexta-feira, 21, 17.30
Tema: De correntes e cont(r)a-correntes se faz a poesia
Participantes: Ana Luísa Amaral, Golgona Anghel, João Moita, Margarida Ferra, Valter Hugo Mãe
Moderadora: Isabel Pires de Lima

 

Mesa 5 - Sexta-feira, 21, 22.00
Tema: Cada livro é a antologia corrente da existência
Participantes: Carlos Quiroga, Joana Bértholo, Manuel da Silva Ramos, Manuel Jorge Marmelo, Miguel Sousa Tavares, Ondjaki, Rui Zink
Moderador: Michael Kegler

 

Mesa 6 - Sábado, 22, 10.00
Tema: Coração de correntes desabitado: a poesia
Participantes: Helga Moreira, Inês Fonseca Santos, Manuel Rui, Pedro Teixeira Neves, Uberto Stabile, Vergílio Alberto Vieira
Moderador: José Mário Silva

 

Mesa 7 - Sábado, 22, 15.30
Tema: Não são minhas as correntes que escrevo é outro que as escreve em mim
Participantes: Andrés Neuman, Inês Pedrosa, José Rentes de Carvalho, Manuel Rivas, Onésimo Teotónio Almeida
Moderadora: Ana Sousa Dias

 

Via Bibliotecário de Babel. Ler na RTP, no Diário Digital e no Porto24