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Blogtailors - o blogue da edição

Feira do Livro de Lisboa com iniciativa para os mais novos

21.04.15

 

A Feira do Livro de Lisboa regressa ao Parque Eduardo VII entre os dias 28 de maio e 14 de junho e traz uma novidade para os mais novos. Acampar com Histórias é uma iniciativa da APEL com as Bibliotecas Municipais de Lisboa que inclui diversas atividades literárias, entre as quais sessões de leitura com autores infantis, sessões de ilustração e momentos de conto. A noite é rematada com um acampamento na Estufa Fria.

A iniciativa decorre nos dias 29 e 30 de maio, 5, 6, 12 e 13 de junho, tem o custo de 10 euros e as inscrições podem ser feitas aqui.

Alexandre Vasconcelos e Sá a propósito da Feira do Livro de Lisboa

24.01.11

Alexandre Vasconcelos, editor da Objectiva / Alfaguara em Portugal (Grupo Santillana), manifestou ontem na sua página de facebook o desagrado em relação à APEL, entidade organizadora da Feira do Livro de Lisboa, por esta ainda não ter divulgado a data do evento.

 

«Faltam cerca de 3 meses para a mais importante feira do livro de Portugal, a Feira do Livro de Lisboa. A APEL ainda não divulgou a data.

 

A isto se chama incompetência.

 

Como convidar autores estrangeiros, como planear viagens de autores alguns com agendas ocupadas com mais de um ano de antecedência, como fazer da feira uma festa do encontro entre leitores e autores?»

 

Ler aqui.

Emprego: Responsáveis para Stands nas Feiras do Livro de Lisboa e Porto

30.03.09
Descrição da empresa:
Somos uma editora independente, em crescimento sólido, que vê nas Feiras do Livro de Lisboa e Porto mais uma oportunidade para desenvolver o relacionamento com os seus clientes e autores.

Descrição da função:
Pessoas habilitadas para ficarem responsáveis por um Pavilhão de livros em Lisboa (30/Abril a 17/Maio) e/ou no Porto (27/Maio a 14/Junho) – sem descanso ao fim-de-semana, faça chuva ou faça sol.
(Os horários podem ser consultados em http://www.apel.pt/)

Perfil do candidato:
Se te apetece reclamar sempre que vês uma montra desalinhada, gostas de vender e não tens fama de «chato», achas que os livros não servem só para dizer que foram lidos, sentes a tabuada na ponta-da-língua e garantes que erros nos trocos não é contigo, e, claro, não tens mais nada que fazer nas datas indicadas, então dorme sobre o assunto e envia-nos uma candidatura.

Oferta e contacto:
Na tua mensagem diz-nos quanto gostavas de receber, se gostarias de descansar algum(ns) dia(s) no período da(s) feira(s), e junta o teu cv e eventuais comentários (mas, nesta fase, não faças perguntas!). Envia-a para feiras2009@gmail.com

Garantimos o máximo sigilo.

As mudanças na Feira do Livro

27.03.09
O JL foi entrevistar os dois principais responsáveis de APEL e UEP, para ouvir a sua posição face às principais alterações da feira deste ano. Do lado favorável às alterações deste ano, está Rui Beja (APEL); do lado oposto, Carlos Veiga Ferreira (UEP). Saliente-se o registo e o tom das declarações dos dois protagonistas, com Carlos da Veiga Ferreira a reconhecer mesmo que esta direcção estará a «fazer um trabalho importante, a arrumar a casa e a tentar melhorar a Feira.», antevendo-se assim uma maior concórdia do que aquela vivida em recentes edições.
Reproduzimos aqui a notícia, intitulada «Mudanças na Feira do Livro?», da autoria de Ricardo Duarte.

«São várias as novidades das próximas Feiras do Livro. A de Lisboa abre mais cedo, a 30 de Abril (até 17 de Maio), quando habitualmente era no final de Maio. Tem horários diferentes, das 12 e 30 às 20 e 30, de segunda a quinta (antes era das 16 às 23), e das 11 às 23, aos sábados, domingos e feriados, e novos pavilhões, que depois serão usados na Feiro do Porto, que este ano não se realiza em simultâneo com a de Lisboa (inaugura a 27 de Maio e prolonga-se até 14 de Junho). Mudanças cujo principal responsável é Rui Beja, presidente da APEL, organizadora da Feira, e que suscitam reservas a Carlos da Veiga Ferreira, presidente da UEP.

SIM

Rui Beja

A antecipação para o final de Abril é vantajosa por várias razões: permite a modernização simultânea das feiras do livro de Lisboa e do Porto (têm agora datas distintas), usando os mesmos pavilhões; e propicia um trabalho mais aprofundado com as escolas, numa altura que estão mais disponíveis, segundo o feedback que temos tido. E o clima não será um problema. Pedimos um estudo ao Instituto Meteorológico: entre Maio e Junho não há grandes diferenças, só ao nível do calor. É também nesse sentido que vai a alteração dos horários. É uma época que convida ao passeio pelo Parque Eduardo VII. É preciso ter em conta que a vida citadina mudou, que as pessoas trabalham por turnos e que têm horários diferenciados. Vai haver um espaço de restauração, que fazia falta, pelo que se pode almoçar na feira e continuar a visita à tarde. Durante a semana a afluência à noite era muito reduzida. E, claro, o horário é mais adequado ao público escolar. Por último, os novos pavilhões trazem várias vantagens. São mais modernos, atractivos e de manuseamento simplificado, na abertura e no fecho. Podem ser usados individualmente ou acoplados, para uma gestão do espaço mais eficaz. Os participantes têm total liberdade de escolha. E um dos problemas apontados – a inexistência de bancadas laterais – foi resolvido.

NÃO

Carlos da Veiga Ferreira

Estou absolutamente em desacordo com os novos horários da Feira do Livro de Lisboa. Em tempos houve uma edição com opções idênticas, no Terreiro do Paço, que se relevou um enorme flop comercial. Porque as pessoas não têm tempo nesse horário. Às vezes, nem para almoçar. Mesmo procurando atingir o público escolar, a experiência diz que também não se chega lá por esse caminho. Posso enganar-me, mas estou convicto que o horário não é adequado. Quanto aos novos pavilhões suscitam-me reservas semelhantes, sobretudo porque o seu formato, quando comparado com os anteriores, reduz em cerca de 30 a 40% o espaço disponível. Ter o maior número possível de livros exposto é fundamental. É essa a expectativa das pessoas e o que as leva à Feira: encontrar obras que não estão disponíveis nas livrarias, o que só se consegue com tabuleiros maiores. Em relação à calendarização, há quatro ou cinco anos diria logo que não concordava. Mas com as mudanças metereológicas, é difícil dizer. É possível que esteja bom tempo na altura. Mas apesar de tudo, as expectativas são boas. Esta direcção da APEL está a fazer um trabalho importante, a arrumar a casa e a tentar melhorar a Feira.»

A notícia pode ser lida na página 9, do nº 1004 do JL, actualmente nas bancas.

140 editoras inscreveram-se para a Feira do Livro

26.03.09
«Cerca de 140 editoras estão inscritas na edição deste ano da Feira do Livro de Lisboa, incluindo as do Grupo LeYa, que participará mais uma vez com pavilhões próprios, anunciou a Associação Portuguesa de Editores e Livreiros (APEL), organizadora do evento.»

Ler no Público.

UEP critica Feira do Livro de Lisboa

02.03.09
Num artigo assinado hoje por Ana Henriques (página 17), no Público, intitulado "Horários da próxima Feira do Livro são inacreditáveis", Carlos da Veiga Ferreira (CVF), presidente da UEP, apresenta as críticas desta associação à organização da Feira:

Horários
«Acho inacreditável que a feira passe a abrir à hora de almoço, quando as pessoas já quase não têm hora de almoço», diz CVF, sendo que, segundo a mesma peça, esta decisão terá ido contra alguns dos associados da APEL. CVF lembra ainda a feira que decorreu no Terreiro do Paço, na década de 90, na qual «se fez uma experiência semelhante. A localização e o horário foram, no seu entender, decisivos para aquela se ter tornado "a pior feira dos últimos 15 anos", pela falta de visitantes.»

Financiamento
«...habituada a partilhar com a APEL o subsídio camarário para a organização do evento, esta [UEP] viu este ano a verba em questão (150 mil euros) ser entregue na totalidade à sua rival para a produção do evento, na sequência de um acordo estabelecido no ano passado entre as associações e o município. "Trata-se de uma medida que discrimina a UEP", queixa-se Carlos Veiga Ferreira, acrescentado que não foi isso que ficou estabelecido. "No ano passado, o presidente da câmara comprometeu-se a continuar a subsidiar-nos, embora não tenha quantificado o montante. Este ano disse que ia falar com a vereadora da Cultura. Mas nunca mais me disse nada", conta Carlos Veiga Ferreira. Os sócios da UEP discutem esta semana se acatam a decisão ou se tomam "alguma iniciativa" contra ela.»