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Blogtailors - o blogue da edição

LeV — Literatura em Viagem 2014: O LeV na blogoesfera

12.05.14

 

A oitava edição do LeV — Literatura em Viagem, que terminou ontem, dia 11, foi aplamente difundido também na blogoesfera portuguesa:

 

Ainda que os Amantes se Percam;

— Bran Morrighan, aqui e aqui;
Fundação José Saramago, aqui, aqui, aqui;
— IELT/ UNL;
Quetzal Editores, aquiaqui;

LeV — Literatura em Viagem 2014: O LeV na imprensa

12.05.14

 

A oitava edição do LeV — Literatura em Viagem, largamente difundida na comunicação social portuguesa, terminou ontem, dia 11. Divulgaram o festival os seguintes meios da imprensa nacional:

 

— Correio da Manhãaqui, aqui, aqui, aqui, aqui;
Diário de Notícias, aqui, aqui, aqui;
— Diário de Notícias da Madeira, aqui, aqui;
— Diário Digitalaqui, aqui, aqui, aqui, aqui;
 Expressoaqui, aqui;
— Jornal i, aqui;
Jornal de Notícias, aqui;
 Jornal Digital, aqui;
— Jornalismo Porto Net, aqui;
— Local.ptaqui;
— Notícias ao Minutoaqui, aqui, aqui;
— Porto24, aqui;
— Porto Canalaqui;
— Público, aqui, aqui, aqui, 
— Rádio Nova, aqui;
— Rádio Renascença, aquiaqui, aqui, aqui, aqui, aqui, aqui, 
— RTPaquiaqui, aqui;
— SIC Notícias, aqui;
 Solaqui, aqui;
— TV Senhora da Hora, aqui;
— TVI24, aqui, aqui;
VISÃO, aqui;
Viva Porto, aqui, aqui, aqui.

No LeV, Laborinho Lúcio definiu Portugal nas palavras «amor» e «futuro»

12.05.14

 

«O antigo ministro Álvaro Laborinho Lúcio definiu Portugal através das palavras "amor" e "futuro" durante uma sessão no festival Literatura em Viagem (LeV), realçando que a dedicação a um país implica que a esperança não esmoreça.

 

Numa das últimas mesas do evento que decorre desde sexta-feira em Matosinhos, subordinado ao tema "O mapa da linguagem", o juiz conselheiro jubilado do Supremo Tribunal de Justiça foi instado a definir Portugal em duas palavras, tarefa que disse ter dificuldades em cumprir. Ainda assim, Laborinho Lúcio avançou com "amor" e "futuro".» Ler na Renascença.

 

«O antigo ministro da Justiça Laborinho Lúcio admitiu hoje a possibilidade de estar a emergir um pensamento único na sociedade atual, em que há cada vez uma maior tendência para agir sem refletir.» Ler no Notícias ao Minuto.

 

«Numa sessão do oitavo festival Literatura em Viagem, sobre o tema "O mapa da linguagem", Laborinho Lúcio recordou que esta situação permite que haja autores hoje, em forma de "humor negro", que refiram que se está "progressivamente a abandonar o tempo" em que se dizia "Penso, logo existo" para passar a uma era de "Não penso, logo ajo".» Ler no Correio da Manhã, aqui e aqui.

Ensaio Geral no LeV — Literatura em Viagem com Miguel Miranda, Valério Romão e João Francisco Vilhena

12.05.14

 

«Um médico que é escritor, um fotógrafo que nos leva numa viagem à ilha de Lanzarote, de José Saramago, e um escritor que se considera curioso e teimoso em doses equivalentes são os convidados do "Ensaio Geral" desta sexta-feira [dia 9].

 

O programa da Renascença foi feito a partir de Matosinhos, na Biblioteca Florbela Espanca, onde acompanha o Festival Literatura em Viagem que começou esta sexta-feira [9] e decorre até domingo [11].» Ouça o programa da jornalista Maria João Costa na Rádio Renascença.

O ensino da dança e as visitas a escolas no LeV — Literatura em Viagem

12.05.14

 

«É de mapas que se fala por estes dias em Matosinhos. Rui Lopes Graça falou do "mapa do corpo" no Festival Literatura em Viagem (LeV) [...].

 

O coreógrafo de dança lamentou que o sistema de educação nacional dê pouca atenção ao ensino da dança. "Podemos nem todos saber dançar, mas o gesto é algo inerente ao homem. E há nele algo de cénico", disse.» Ler e ouvir na Renascença.

 

«A Renascença acompanhou a autora finalista do prémio da Sociedade Portuguesa de Autores (SPA) para a literatura infantil na visita à escola EB1 Araújo de Leça do Balio. 


Adélia Carvalho contou a alunos de 9 e 10 anos uma história que foi notícia. O Rei Vai à Caça retrata a caçada aos elefantes que o rei de Espanha, Juan Carlos, fez em África e que correu mundo.

 

O Rei Vai à Caça foi a primeira de três histórias que Adélia Carvalho contou nesta sessão do LeVezinho, uma versão do festival LeV para os mais pequenos.» Ler e ouvir na Renascença.

As imagens do LeV — Dia 10 de maio

12.05.14

 

O escritor Miguel Miranda na mesa O Mapa do Corpo, a primeira do festival. Biblioteca Municipal Florbela Espanca, Matosinhos.

 

 

Em cima, Carlos Fiolhais, Luís Caetano e Nuno Camarneiro durante a mesa 4, O Mapa das Ideias. Em baixo, o moderador, Luís Caetano. Biblioteca Municipal Florbela Espanca, Matosinhos.

 

 

 

 

Pedro Mexia, Carlos Nogueira, Pilar del Río e Bruno Vieira Amaral na mesa 5, O Mapa da Literatura. Biblioteca Municipal Florbela Espanca, Matosinhos.

Lançamento de Lanzarote — A Janela de Saramago lembra José Saramago no LeV — Literatura em Viagem

12.05.14

 

«Lanzarote — A Janela de Saramago é o nome de uma exposição, mas também de um livro que foi lançado este sábado, em Matosinhos, no Festival Literatura em Viagem (LeV).» Ler e ouvir na Renascença. _Ouvir na RTP.

 

«Pilar del Río, viúva do escritor apresentou o livro, no Lev, literatura em viagem em Matosinhos. Agora que passam 15 anos sobre a atribuição do Nobel, esta janela é mais uma janela para o próprio Saramago.» Ler e ver a reportagem na TVI24.

 

«O fotógrafo João Francisco Vilhena esteve em Lanzarote com José Saramago dias antes de este receber o Nobel. E voltou já depois da morte do escritor porque queria sentir o homem naquela paisagem, como o homem se pode fundir no espaço. O resultado está em Lanzarote — A Janela de Saramago». Veja a fotogaleria no Público.

 

«Um livro de fotografias de João Francisco Vilhena com Saramago retratado contra a paisagem vulcânica de Lanzarote. Lanzarote — A Janela de Saramago, assim se chama esta obra que assinala os 15 anos da entrega do Nobel ao escritor.

 

O livro foi apresentado este sábado no festival Literatura em Viagem, em Matosinhos.» Ler no Jornal Hardmusica.

Rentes de Carvalho homenageado como «dos últimos aventureiros» da literatura nacional

12.05.14

 

«O escritor José Rentes de Carvalho (n. Vila Nova de Gaia, 1930) "sofreu", segundo o seu próprio termo, a primeira homenagem na noite de sábado, em Matosinhos, classificado pelo antigo secretário de Estado da Cultura Francisco José Viegas como um "dos últimos aventureiros" da literatura portuguesa.»

 

«Assim, Viegas anunciou na homenagem que decorreu no âmbito do festival Literatura em Viagem (LeV), que este domingo termina em Matosinhos, que o primeiro romance de Rentes de Carvalho, lançado em 1968 pela Prelo com o título Montedor, vai ser reeditado em Portugal pela Quetzal em Outubro, esperando-se um romance inédito para 2015.» Ler no Público.

 

 

«Em Matosinhos o autor de Ernestina explicou que nunca pensou em publicar. Foi um amigo a quem mandou há muito um manuscrito que o editou. Agora tem editora.» Ler na Renascença.

 

«Residente em Amesterdão há mais de cinco décadas, José Rentes de Carvalho tem vindo a ser redescoberto nos últimos anos, dizendo Francisco José Viegas, seu editor, que se está a "construir o lugar de um homem que durante anos foi ignorado em Portugal".» Ler no Jornal de Notícias.

José Sócrates na abertura do festival Literatura em Viagem

12.05.14

 

«A oitava edição do festival Literatura em Viagem (LeV), que este ano homenageou o escritor José Rentes de Carvalho, abriu na sexta-feira à noite, em Matosinhos, com uma conferência do ex-primeiro-ministro socialista José Sócrates, que propôs uma curiosa hierarquia de viagens, ordenando-as em três categorias, de acordo com a natureza e o grau de liberdade que proporcionam. Pelo meio, citou Miguel Torga e Jack Kerouac, e fechou com uma emocionada evocação de Arthur Rimbaud, um "escritor francês" que, com desarmante sinceridade, confessou ter "conhecido recentemente".» Ler no Público.

 

«O ex-primeiro-ministro começou por comparar a viagem com a actividade política. "Aproximam-se num aspecto: lidam ambas com o desconhecido, com o que não se pode prever, com a contingência." Une-as ainda o inevitável "exercício da decepção" e o "sentido da aventura". A propósito, Sócrates citou um verso do "grande poeta de Trás-os-Montes", Miguel Torga: "A aventura não é chegar, é partir". Um poeta pelo qual se começou a interessar apenas em adulto. "Lembro-me de viajar entre Lamego e a Régua quando era criança e aqueles 12 quilómetros eram insuportáveis. Achava aquilo rude, áspero. O meu pai chamava-me a atenção para a beleza da paisagem duriense, mas só quando li a palavra 'fraga' num poema de Torga é que comecei a amar a terra transmontana."» Ler no Expresso.

 

«José Sócrates que esteve dois anos em Paris a estudar Filosofia fez esta sexta-feira uma conferência dedicada à literatura e às viagens e não quis falar de política.» Ler na Renascença.