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Temas principais da obra de Modiano centram-se na identidade e na memória da Segunda Guerra Mundial

09.10.14

 

«O escritor francês Patrick Modiano, hoje distinguido com o Prémio Nobel da Literatura 2014, tem uma vasta obra centrada na memória e na identidade, colocando a segunda Guerra Mundial como cenário de vários livros.» Ler no Sol

 

«Discípulo do escritor surrealista Raymond Queneau, as obras de Modiano apresentam as temáticas da memória, esquecimento, identidade e perda, um ponto de contato com outros históricos franceses. A própria Academia Sueca apresentou-o como “o Marcel Proust dos nossos tempos”.» Ler na RTP. Ver na RTP.

 

«A Academia sueca gaba-lhe a formosura. "Escreve livros elegantes. Curtos." Modiano observa nele o singular - "livro" amputado do S plural. "Tenho sempre a impressão de escrever o mesmo livro. De cada vez que começo um, esqueço, como por amnésia, os anteriores, e as mesmas cenas retornam."» Ler no Expresso.

 

«O laureado, de 69 anos, nascido em Boulogne-Billancourt, nos arredores de Paris, a 30 de julho de 1945, herdou dos pais essa memória da guerra: o pai, um judeu natural de Alexandria, conheceu a mãe, atriz belga, durante a ocupação francesa, pelas forças nazis.» Ler no Correio da Manhã.

 

«Os temas da memória, do esquecimento, da identidade e da culpa vão marcar a futura obra do autor, que obteve um sucesso quase imediato com o primeiro romance, intensificado com o segundo, La Ronde de Nuit (1969), e o terceiro, Les Boulevards de Ceinture (1972).» Ler no Jornal de Notícias.

 

«Só um ano antes da publicação deste primeiro livro Modiano conseguiu uma situação financeira estável para passar a dedicar-se totalmente à escrita, depois de ter tido vários empregos para sobreviver.» Ler no Diário Digital.

 

«Considerado o escritor francês mais importante da actualidade, Modiano fez, ao longo da vida, um verdadeiro estudo da ocupação nazi e os seus efeitos em França. Os eventos que ocorreram na época servem, quase sempre, como pano de fundo para as suas histórias – construídas, inclusive, sob uma base autobiográfica muito forte.» Ler no Diário Digital.

 

«Quando a espaçosa Segunda Guerra instala o seu cenário nas ruas e se intromete em casa, Patrick não tem idade para construir e desmontar puzzles da identidade - é então apenas uma hipótese no futuro, fruto de um homem com um passado tão sombrio como boa parte dos recantos das obras que há-de escrever.» Ler no iOnline.

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